5 milhões de reais foram doados por Angelina Jolie para manter merendas

5 milhões de reais foram doados por Angelina Jolie para manter merendas

Às vezes, por falta de convivência ou mesmo prática de se colocar no lugar dos outros, temos dificuldade em compreender como vivem as pessoas que estão distantes de nós.

Angelina Jolie, entretanto, há anos se destaca pelo trabalho humanitário. Ela está sempre nas manchetes por seus trabalhos na África e também é mãe de crianças que adotou e transformou em sua própria família. Ou seja, ela sabe o que é ser muito rica, mas também sabe o preço da pobreza.

Com essa consciência que lhe é característica ela doou, nesse período de quarentena, US$ 1 milhão -cerca de R$ 5 milhões- à instituição No Kids Hungry, para que a alimentação de centenas de crianças seja mantida. Ela sabe que na casa dessas crianças falta o básico.

“Muitas crianças dependem dos cuidados e nutrição que recebem durante o horário escolar, incluindo quase 22 milhões de crianças nos Estados Unidos que precisam de apoio alimentar. A No Kid Hungry está fazendo esforços para alcançar o maior número possível de crianças”, disse Angelina.

Vamos seguir o exemplos dela e, cada um dentro de suas possibilidades, ajudar também?

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CONTI outra. Com informações de gauchazh

A atriz Angelina Jolie, em evento em 2015
leon neal / AFP

Não dê pérolas aos porcos.

Não dê pérolas aos porcos.

Infelizmente as coisas são muito mais complexas do que tentam fazer parecer aqueles que, da noite para o dia, começaram a se importar com a fome dos pobres e desassistidos. O uso do isolamento vertical (aquele em que somente grupos específicos ficam isolados e os demais seguem a vida normalmente) não tem sentido nenhum, haja vista partir do pressuposto de que os idosos e os doentes crônicos vivem isolados em bolhas – ao passo que, no mundo real, eles interagem diariamente com familiares, profissionais da área da saúde e cuidadores (que fariam o delivery do vírus até a casa de cada um dos ditos “integrantes do grupo de risco”).

Arriscar na referida estratégia ocasionaria o colapso do SUS (segundo a constituição federal de 1988 a saúde é direito do cidadão e dever do estado e, de acordo com a Lei Orgânica de Saúde, ela deve ser fornecida por meio de ações de promoção, proteção e recuperação), o que custaria muito mais aos cofres públicos do que custarão os danos trazidos pela quarentena – além do fato de que adiaria, entretanto, não evitaria o regresso da população à quarentena horizontal (desta vez por um tempo maior e a um custo mais elevado).

Mas outras doenças mataram muito mais e não houve tamanho alvoroço. Isso não é coisa para derrubar o governo Bolsonaro?

Pessoal, o grande problema da COVID-19 reside no fato de que o contágio ocorre de forma muito mais ampla e veloz do que nas demais doenças tipicamente citadas em debates. Ou seja, a taxa de pessoas que será acometida pela infecção tende a ser elevada, o que gera diversas consequências graves que acabam não sendo levadas em conta, entretanto, cabe dar ênfase a uma:

– Os leitos hospitalares, os insumos para a saúde, os hemoderivados e os profissionais da área da saúde não são recursos infinitos. Quando sobrecarregarmos o SUS com pacientes vitimados pelo coronavírus (mesmo que, como vocês amam dizer, somente uma “pequena parcela” dessas pessoas venha a falecer em decorrência da doença – como se vidas não tivessem importância) uma infinidade de pacientes deixará de receber assistência quando mais precisar (após um ataque cardíaco, um acidente de trânsito, um acidente vascular cerebral, dentre outros) e terão mortes ou danos permanentes que poderiam ser evitadas.

Não existe opção perfeita: os danos à economia são inevitáveis. Porém, não custa dizer que ser contrário ao isolamento horizontal (aquele em que a população toda se isola, salvo os profissionais dos serviços ditos essenciais) é optar por um posicionamento que encontra menos sustentação dentro de uma análise baseada em evidências.

contioutra.com - Não dê pérolas aos porcos.

Observação 1: aproveitando a onda de generosidade e boa vontade daqueles que pedem pelo regresso imediato à vida como era antes: há muitas famílias em situação de vulnerabilidade no país, ajudem essas pessoas. Faltam alimentos, botijões de gás, produtos de higiene pessoal (para reduzir os riscos de contágio e transmissão do vírus) e mais uma infinidade de coisas que dariam um pouco de dignidade àqueles que vivem às margens da sociedade.

Observação 2: a intenção do título é sinalizar que você não deve perder o seu tempo debatendo com pessoas que juram de pé junto que o caos em torno do coronavírus é resultante da intenção da Globo e da Folha de São Paulo de promover a desmoralização do presidente.

Observação 3: dizer que estou amando a quarentena porque odeio trabalhar não será um argumento válido, haja vista eu ser integrante da equipe técnica do Centro de Referência de Assistência Social, portanto, um profissional considerado essencial pelo decreto do presidente que, desta forma, segue trabalhando.

Observação 4: hoje o Beppe Sala, prefeito de Milão, cedeu e disse que a estratégia de ser contrário ao isolamento “foi um erro”. Um mês atrás o mesmo estava lançando a campanha “Milão não para”. Naquela data a Itália contabilizava um total de 12 mortes; nas últimas 24 horas foram mais de 919.

Observação 5: aceitarmos a inevitabilidade do isolamento nos dará tempo e energias para que possamos vislumbrar formas de reduzir os danos causados pelo mesmo. Ideias que visem garantir os mínimos sociais para que cada pessoa possa passar por este momento da melhor forma possível é um bom começo.

Kopenhagen dará ovos de Páscoa para quem doar sangue em São Paulo

Kopenhagen dará ovos de Páscoa para quem doar sangue em São Paulo

É muito raro encontrarmos alguém que não seja apaixonado por chocolate mesmo frente a época conturbada que estamos enfrentando.

No Brasil, uma marca de chocolates bastante conceituada resolveu fazer a sua parte e usar de suas doçuras para estimular as pessoas a doarem sangue, assim como para adoçar um pouquinho a vida de quem está na linha de frente contra a pandemia pela qual estamos passando.

Assim, a Kopenhagen, lançou a campanha #AdoceAVidaDeAlguém . O objetivo dela é distribuir 2000 ovos de chocolate para as pessoas que fizerem doação de sangue no Banco Paulista de Sangue, hemocentro localizado na cidade de São Paulo, de 30 de março a 12 de abril. VEJAM QUE AINDA DÁ TEMPO! 

“Por conta da pandemia de covid-19 os estoques estão cada vez mais baixos, atingindo níveis alarmantes. As pessoas dispostas a sair do isolamento para doar sangue merecem toda a nossa gratidão”, diz a empresa por meio de nota.

A empresa ainda destinará 7000 produtos aos médicos e enfermeiros do Incor e do Einstein M’Boi Mirim.

Realmente é a hora de cada um fazer a sua parte. Obrigada Kopenhagen por cuidar de quem cuida da gente com esse doce agrado!

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Com informações de Exame

180 HQs clássicas estão liberadas na BANCA DA MÔNICA.

180 HQs clássicas estão liberadas na BANCA DA MÔNICA.

O Maurício de Souza realmente vem se destacando com uma pessoa antenada e motivada a reconhecer as pessoas de forma humana e nobre.

Nós já publicamos um texto em que ele tratou de temas como como ansiedade, luto, tristeza e medo, criou um personagem autista para que as crianças pudesses entender melhor o quadro, falou de epilepsia. Depois vimos como ele reconheceu o trabalho das cientistas que mapearam o coronavírus, entre tantos outros exemplos louváveis.

Recentemente até banho no Cascão ele deu para passar noções de higiene nessa nossa época tão conturbada.

Agora, temos mais uma boa notícia, estão liberados gratuitamente os acessos para os aplicativos  iOS e Android  da Banca da Mônica. Lá nós podemos encontrar 188 quadrinhos dos tão adorados personagens criados por Mauricio de Sousa desde os anos 50. É muita coisa! <3

 

Baixem o aplicativo BANCA DA MÔNICA, divirtam-se e avisem os amigos. Afinal, quase todo mundo tem alguma criança para entreter em casa nessa quarentena!

O material está disponível aqui.

Fragmento do livro “O capitão e o Marinheiro”, de Alessandro Frezza, que fala sobre quarentena

Fragmento do livro “O capitão e o Marinheiro”, de Alessandro Frezza, que fala sobre quarentena

– Capitão, o menino está preocupado e muito inquieto devido à quarentena que o porto nos impôs.

– O que te inquieta, menino? Não tens comida suficiente? Não dormes o suficiente?

– Não é isso, Capitão. É que não suporto não poder ir à terra e abraçar minha família.

– E se te deixassem sair do navio e estivesses contaminado, suportarias a culpa de infectar alguém que não tem condições de aguentar a doença?

– Não me perdoaria nunca, mas para mim inventaram essa peste.

– Pode ser, mas e se não foi inventada?

– Entendo o que queres dizer, mas me sinto privado da minha liberdade, Capitão, me privaram de algo.

– E tu te privas ainda mais de algo.

– Está de brincadeira, comigo?

– De forma alguma. Se te privas de algo sem responder de maneira adequada, terás perdido.

– Então quer dizer, segundo me dizes, que se me tiram algo, para vencer eu devo privar-me de mais alguma coisa por mim mesmo?

– Exatamente. Eu fiz quarentena há 7 anos.

– E o que foi que tiveste de te privar?

– Eu tinha que esperar mais de 20 dias dentro do barco. Havia meses em que eu ansiava por chegar ao porto e desfrutar da primavera em terra. Houve uma epidemia. No Porto Abril nos proibiram de descer. Os primeiras dias foram duros. Me sentia como vocês. Logo comecei a confrontar aquelas imposições utilizando a lógica. Sabia que depois de 21 dias deste comportamento se cria um hábito, e em vez de me lamentar e criar hábitos desastrosos, comecei a comportar-me de maneira diferente de todos os demais. Comecei com o alimento. Me impus comer a metade do quanto comia habitualmente. Depois comecei a selecionar os alimentos de mais fácil digestão, para não sobrecarregar o corpo. Passei a me nutrir de alimentos que, por tradição histórica, haviam mantido o homem com saúde.

O passo seguinte foi unir a isso uma depuração de pensamentos pouco saudáveis e ter cada vez mais pensamentos elevados e nobres. Me impus ler ao menos uma página a cada dia de um argumento que não conhecia. Me impus fazer exercícios sobre a ponte do barco. Um velho hindu me havia dito anos antes, que o corpo se potencializava ao reter o alento. Me impus fazer profundas respirações completas a cada manhã. Creio que meus pulmões nunca haviam chegado a tamanha capacidade e força. A parte da tarde era a hora das orações, a hora de agradecer a uma entidade qualquer por não me haver dado, como destino, privações graves durante toda minha vida.

O hindu me havia aconselhado também a criar o hábito de imaginar a luz entrando em mim e me tornando mais forte. Podia funcionar também para as pessoas queridas que estavam distantes e, assim, integrei também esta prática na minha rotina diária dentro do barco.
Em vez de pensar em tudo que não podia fazer, pensava no que faria uma vez chegado à terra firme. Visualizava as cenas de cada dia, as vivia intensamente e gozava da espera. Tudo o que podemos obter em seguida não é interessante. Nunca. A espera serve para sublimar o desejo e torná-lo mais poderoso. Eu me privei de alimentos suculentos, de garrafas de rum e outras delícias. Me havia privado de jogar baralho, de dormir muito, de praticar o ócio, de pensar apenas no que me privaram.

– Como acabou, Capitão?

– Eu adquiri todos aqueles hábitos novos. Me deixaram baixar do barco muito tempo depois do previsto.

– Privaram vocês da primavera, então?

– Sim, naquele ano me privaram da primavera, e de muitas coisas mais, mas eu, mesmo assim, floresci, levei a primavera dentro de mim, e ninguém nunca mais pode tirá-la de mim.

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Nota da página: Há poucos minutos recebemos informação de que o texto é uma falsa atribuição ao Livro Vermelho de Jung. Sentimos pelo inconveniente e já corrigimos.

Inspirada pela Coreia do Sul, Florianópolis fará testes em massa para frear coronavírus

Inspirada pela Coreia do Sul, Florianópolis fará testes em massa para frear coronavírus

Diante da crise causada pelo alastramento do coronavírus pelo país, a cidade de Florianópolis (SC) decidiu promover testes em larga escala para frear o avanço do contágio da Covid-19. As informações são da Folha de São Paulo.

A medida segue o bem sucedido plano de ação adotado na Coreia do Sul, país que conseguiu barrar o avanço do coronavírus sem impor duras restrições às atividades comerciais e à circulação de pessoas.

Segundo o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), a ação não se baseia apenas nos resultados da Coreia do Sul, mas também na literatura científica sobre o tema.

Ainda de acordo com ele, as compras de cerca de 200 mil testes devem ser finalizadas, possivelmente, na próxima segunda-feira (30), com entrega até o dia 6 de abril. O valor pode superar R$ 15 milhões.

“Não vai ser um teste em toda população. Padronizamos critérios para estabelecer os casos suspeitos. Todos os suspeitos serão testados e, quando confirmados, serão isolados e vamos refazer o roteiro dele na última semana e todos que tiveram contato serão testados também”, explicou Loureiro à Folha de São Paulo.

“Estimamos que, se testarmos 20% da população [de 1 milhão de habitantes das quatro cidades], 5% serão isolados. Conseguimos operacionalizar isso e liberar o restante para suas atividades, com todos os cuidados necessários”, calcula o prefeito.

Na Coreia do Sul, mais de 270 mil pessoas já foram testadas para o coronavírus. Aqueles com resultado positivo ficam em isolamento. O país tem conseguido detectar a maioria dos infectados e, assim, essas pessoas permanecem isoladas, sem disseminar o vírus.

Até o momento, a Coreia do Sul tem registro de 9.137 casos confirmados e 126 falecimentos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O número de falecimentos é considerado baixo, quando comparado com países como a Itália, com mais de 7.000 falecidos. No Brasil, já se somam 77 falecidos pela covid-19.

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Redação CONTI outra. Com informações de Folha- Uol
Photo by Mika Baumeister on Unsplash

Pastor que se referiu ao coronavírus como histeria falece da doença nos EUA

Pastor que se referiu ao coronavírus como histeria falece da doença nos EUA

Faleceu na última quarta-feira, 25, vítima de covid-19, o pastor e músico norte-americano Landon Spradlin, de 66 anos. Ele chamou atenção da mídia poucos dias antes de manifestar os primeiros sintomas da doença ao se referir ao coronavírus como “histeria coletiva”. Ele chegou, inclusive, a compartilhar fake news sobre o assunto.

O pastor minimizava a letalidade da doença causada pelo novo vírus, dizendo que a covid-19 não era tão perigosa quanto vem sendo noticiada pela mídia. Ainda de acordo com Spradin, os veículos de imprensa usavam a doença para atacar o presidente Donald Trump.
De acordo com informações da ABC, Landon Spradin teve um mal estar no último dia 17, enquanto voltava para a casa, após uma missão ao lado da mulher, Jean. O pastor foi encaminhado para o hospital Atrium Cabarrus, em Concord, onde foi diagnosticado com pneumonia nos dois pulmões. Posteriormente, ele foi submetido ao teste do novo coronavírus, que deu positivo.

O quadro clínico de Spradlin piorou no dia seguinte e ele foi sedado e colocado em um respirador. Ao longo da sua internação, o pastor teve de ser submetido à hemodiálise. No entanto não resistiu aos sintomas. Landon Spradin foi a décima vítima fatal da covid-19 na Virgínia.

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Redação CONTI outra. Com informações de Isto é

Depois do início da quarentena os coelhos voltam para os parques e jardins em Milão.

Depois do início da quarentena os coelhos voltam para os parques e jardins em Milão.

Em todas as partes da Itália, depois da quarentena e da pausa do fluxo de pessoas, um fenômeno curioso passou a ocorrer: os animais e a natureza em geral parecem recuperar rapidamente seus espaços, aqueles que havíamos ocupado com nossa densidade populacional.

As cidades que antes eram cheias de turistas e pessoas de todo o mundo, agora são vazias, portanto possuem ambientes calmos para a vida dos animais. Golfinhos ressurgiram perto do porto de Cagliari, as águas de Veneza ficaram límpidas pela primeira vez em muitos anos por causa do colapso do tráfego marítimo, e na cidade Sabrina Baronio, em Milão, os coelhos voltaram aos parques e canteiros para pastar serenamente.

Os coelhos sempre estiveram presentes, mas viviam escondidos e só saíam ao entardecer ou bem cedo de manhã. Atualmente, estão aproveitando a ausência das pessoas e ocupando o espaço com muita tranquilidade.

Por ser primavera -sua estação de reprodução- os coelhos estão mais ativos do que nunca. Além disso, como o fluxo de pessoas foi interrompido a grama está crescendo em maior velocidade, então o alimento dos bichinhos está abundante. No meio do clima de medo e tristeza em que temos vivido, as imagens destes animais felizes é uma corrente de ar fresco.

contioutra.com - Depois do início da quarentena os coelhos voltam para os parques e jardins em Milão.

contioutra.com - Depois do início da quarentena os coelhos voltam para os parques e jardins em Milão.

Com informações de Pequenas Coisas

Após doação de 1 milhão para o SUS, Xuxa doará 300 mil sabonetes para comunidades

Após doação de 1 milhão para o SUS, Xuxa doará 300 mil sabonetes para comunidades

Xuxa Meneghel está em quarentena, como se recomenda fazer, dada a situação da pandemia do novo coronavírus, mas ela não descansa! Depois de anunciar uma generosa doação de R$ 1 milhão para ajudar o SUS (Sistema Único de Saúde) no combate ao COVID-19, ela anunciou mais uma doação.

A eterna Rainha dos Baixinhos estabeleceu uma parceria com uma marca de cosméticos e irá doar 300 mil sabonetes para comunidades carentes de São Paulo e Rio de Janeiro, justamente os lugares onde se concentram as pessoas mais vulneráveis diante da disseminação da doença.

O intuito da apresentadora é tornar possível que essas pessoas tenham acesso a um dos produtos de higiene que mais tem sido eficaz contra a propagação do novo vírus, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

É preciso sempre aplaudir as boas ações. Quanto mais gente se comprometer em ajudar, mais chances teremos de sair dessa crise com o menor número possível de danos. Que a boa ação de Xuxa vire semente!

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Redação CONTI outra. Com informações de Isto é.

Vovó de 90 anos sobrevive ao coronavírus e se torna símbolo de esperança

Vovó de 90 anos sobrevive ao coronavírus e se torna símbolo de esperança

A mais poderosa arma contra todos os males é a esperança! Ela nos conforta, nos mantêm em pé e nos dá forças para seguir em frente. Então trazemos para você uma notícia que vai te fazer enxergar a luz que brilha no fim do túnel. Uma idosa de 90 anos sobreviveu ao coronavírus e hoje é a mais perfeita representação da resistência frente a um mal que, à primeira vista, parece invencível.

Seu nome é Geneva Wood. Ela mora em Washington, nos Estados Unidos, e contraiu o novo vírus em um asilo, onde outras 35 pessoas faleceram vítimas da doença. Ela precisou ser internada no início deste mês e fez uma promessa para a filha: “Eu vou lutar pela minha família e deixar todos orgulhosos”, disse a idosa.”

A doença quase vitimou a idosa fatalmente, porque o vírus atacou seus pulmões, causando uma grave pneumonia. Mas o inimigo não contava com a força e a resistência desta guerreira, que não estava disposta a perder a batalha. Na semana passada, contrariando tudo o que poderia ser previsto, Geneva apresentou uma ótima melhora.

“Todos ficaram surpresos porque ela estava realmente muito mal. Ninguém achava que ela iria sobreviver”. Neste final de semana, a idosa foi novamente testada para o coronavírus e, adivinhe… o resultado deu negativo!

“Depois que ela foi internada ela pediu sopa de batata todos os dias para o jantar. Hoje brincamos que foi essa refeição que ajudou na recuperação dela”, contou a neta Kate Neidigh.

A neta de Geneva acredita que a recuperação da avó possa servir como um exemplo e uma fonte de esperança para outras pessoas que contraíram o Covid-19. “Existe sim um chance de escapar. Contrair o vírus não é necessariamente uma sentença de morte aos mais velhos”, encerrou.

Com certeza Genevea já encheu oss corações de muita gente.

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Redação CONTI outra. Com informações de SBT.

Aproveite o confinamento para perceber quem realmente faz falta na sua vida

Aproveite o confinamento para perceber quem realmente faz falta na sua vida

Hoje, em meio à pandemia da Covid 19, no Brasil, há uma luta entre defensores do isolamento completo e defensores do isolamento parcial. O motivo é sempre o dinheiro, a sobrevivência sem salários, com dados, estatísticas e artigos sustentando ambos os casos. E a gente fica aqui tentando tecer uma opinião, mas o medo nubla tudo. Medo de ficar sem dinheiro. Medo da morte.

Por enquanto, estamos em isolamento, a não ser os serviços essenciais. Vamos, por ora, tentar nos acalmar e tirar um proveito desse confinamento forçado. Nada é por acaso, tudo pode ensinar e servir como reflexão, ajudando-nos a tomar novos rumos na vida lá fora e aqui dentro de nós. Aproveitemos esse momento, em que ficamos em casa, para pensar e repensar, para tentar sair disso tudo melhores como pessoas, mais humanos e seguros.

Temos, por exemplo, uma ótima oportunidade de nos reencontrarmos com as pessoas que dividem o nosso teto. Sim, reencontrar, porque a correria louca do cotidiano nos distancia de lugares, de sentimentos e de pessoas, principalmente daquelas que deveríamos manter bem junto de nosso coração. Conversem bastante, relembrem o passado, façam coisas juntos, na cozinha, na sala, no quintal. Reúnam-se, olhando-se nos olhos.

Da mesma forma, é momento de reencontrarmos a nós mesmos. É momento de autoanálise. Aproveite o confinamento para refletir sobre os rumos que você está dando para a sua vida. Analise se o que você vinha priorizando era o que realmente importa. Ponha as suas emoções em ordem. Aproxime-se de seus queridos que dividem os cômodos e o alimento em seu lar. Aproxime-se de si mesmo. Aproxime-se de seu coração.

E, sobretudo, aproveite o confinamento para perceber quem realmente faz falta em sua vida. Se a ausência de certas pessoas lhe fizer bem, continue longe delas, mesmo quando a pandemia acabar. Só volte aos lugares e para as pessoas que fizeram falta. Não volte aos mesmos erros. Siga mais forte, mais feliz, mais gente de verdade. Assim seja.

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Publicado originalmente em Prof Marcel Camargo

Photo by Bruno Nascimento on Unsplash

Socorro (SP) desinfeta ruas da cidade com cal e água para frear contágio de coronavírus

Socorro (SP) desinfeta ruas da cidade com cal e água para frear contágio de coronavírus

A cidade de Socorro, no interior de São Paulo, deu início nesta semana a uma limpeza semanal das ruas mais movimentadas da cidade com uma mistura de cal virgem e água.

De acordo com a administração do município, a medida visa combater a pandemia da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, e seguirá até que a situação seja normalizada.

Atualmente, a cidade registra sete casos suspeitos da doença. Cinco deles estão sendo tratados no hospital da cidade e um deles, uma mulher de 38 anos, está sendo tratada em São Paulo (capital), sua cidade de origem.

Muitos moradores da cidade elogiaram a medida, como a dona de casa Maria Souza, que integra o grupo de risco da doença devido à idade – ela tem 65 anos – e por ser diabética e hipertensa: “Mesmo que a gente não esteja saindo de casa, isso dá mais segurança pra população. Quer dizer que estamos ainda mais protegidos.”

Segundo a prefeitura, as limpezas não têm um dia específico para ocorrer e estão sendo realizadas na região central da cidade, por volta das 6h.

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Redação CONTI outra. Com informações de G1

Socorro (SP) desinfeta ruas da cidade com cal e água para conter pandemia — Foto: Acervo/Prefeitura Municipal da Estância de Socorro

São disponibilizados passeios virtuais pelas atrações da Disney. Confira!

São disponibilizados passeios virtuais pelas atrações da Disney. Confira!

O coronavírus colocou todos em xeque. Todos os infectados no mundo e a morte de milhares de pessoas nos levaram a tomar medidas extremas para impedir o contágio e não continuar perdendo vidas como consequência da pandemia.

Entre essas medidas, as pessoas foram orientadas a evitar todos os tipos de exposição e aglomerações, o que levou ao fechamento de muitos lugares que convocam um grande número de pessoas. A Disney, sem dúvida, se encaixa nesse grupo e em 12 de março eles fecharam suas portas sem tempo definido para reabertura.

O distanciamento social é crucial no momento e é importante respeitá-lo; portanto, existem várias alternativas para matar o tédio em casa e não se trata apenas de assistir a filmes e séries. A viagem virtual é uma excelente opção.

No YouTube, foram publicadas centenas de imagens em 360 graus , onde é possível visitar e apreciar as atrações e os diferentes brinquedos gigantes que existem nos parques da Disney.

Aposto que você nunca imaginou que um dia escalaria a Montanha Splash e sairia totalmente seco, não é mesmo?

Talvez você sinta um medo terrível, mesmo estando enrolado em seu cobertor. A The Twilight Zone Tower of Terror fica cada vez mais assustadora!

Agora, estar montado numa lagarta gigante e passar por um mundo um pouco mais surreal com Alice no País das Maravilhas parece perfeito!

Andar na montanha russa mais cara do mundo, o Expedition Everest, nunca foi tão barato.

Ir à Terra do Nunca com Peter Pan será a única maneira de escapar do coronavírus… e do tédio!


Se sua quarentena já estava começando a ficar monótona, experimente estes e muitos outros vídeos on-line das atrações da Disney. É super divertido!

 

 

Com informações de UPSOCL

Menina de 10 anos com coronavírus relata: “Fiquei doente como nunca antes”

Menina de 10 anos com coronavírus relata: “Fiquei doente como nunca antes”

Com a honestidade e a pureza de uma criança de 10 anos e a lucidez de alguém maduro para a idade, a menina Maya Amaral, que foi infectada pelo novo coronavírus, fez um importante e esclarecedor relato sobre tudo o que aconteceu desde que sentiu os primeiros sintomas da covid-19.

“Nesta última semana, fiquei muito doente, como nunca fiquei antes. Eu estou infectada com a covid-19 e minha família também.”, inicia a estudante.

Ela detalha o aparecimento dos primeiros sintomas: “Quando comecei a ficar doente na terça (dia 10 de março), eu só estava com dor de garganta e febre baixa, fui melhorando e na quinta-feira fui para escola. Na sexta-feira, meus pais me contaram que meu avô, que é médico, achava que estávamos com covid-19.”

A pequena também fala sobre o que soube da possibilidade de estar com covid-19: “Eu fiquei um pouco assustada e triste porque queria muito brincar com meus amigos na escola, mas, para prevenir e não infectar meus colegas, não fui para a escola.”

Maya ainda contou que a segunda pessoa da família a manifestar os sintomas da doença foi sua irmã caçula: “No sábado, minha irmã mais nova (Laura, de 10 meses) ficou muito doente, coitada! A febre dela alcançou 42ºC! Meu avô mandou minha mãe levar minha irmãzinha para o hospital e eu fiquei com meu pai. Lá, ela fez alguns exames, como por exemplo o do coronavírus e ela foi internada durante o fim de semana. Todos os resultados de exames da minha irmã deram negativos, menos o do coronavírus que deu ‘indetectável’.

A Laurinha voltou pra casa na segunda-feira.”, relata a menina.

Depois que a irmã sentiu-se mal, a própria estudante voltou a manifestar os sintomas da covid-19: “Uns dias depois, eu comecei a ficar com falta de ar e tontura, então minha mãe me levou para o hospital. Lá, fiz vários exames: de sangue, de narina e um raio X. Como já achavam que estávamos com coronavírus, todos os exames foram feitos na sala de isolamento. Foi legal fazer o raio X. Depois dos exames, o médico me mandou para casa, estava muito tarde.”

E então os sintomas da doença começaram a piorar: “Como ainda estava com muita falta de ar, o meu avô pediu para a minha mãe alugar um cilindro de oxigênio que parece um botijão de gás. Mesmo fazendo inalação com o inalador e com o oxigênio, eu comecei a me sentir pior.

Então, dois dias depois, voltamos para o hospital. Eu estava com muita dor no peito, dificuldade para respirar e também estava muito cansada. Quando chegamos ao hospital, a minha médica me examinou e disse que eu teria de ser internada na UTI. A médica do hospital é minha endocrinologista (Maya é acompanhada porque tem síndrome de Turner, uma condição genética que afeta o crescimento. Segundo os médicos disseram à mãe, a síndrome não influenciou no quadro da covid-19), se chama Laura, igual minha irmãzinha, eu adoro ela! Tive de fazer vários exames de novo. Um exame foi bem legal porque parecia que eu estava numa nave espacial.”, conta a garota.

Maya também relatou sua chegada à UTI: “Não podia sair da sala nem para fazer xixi. Fiquei triste porque não queria ter de dormir no hospital. Tive de fazer um exame para ver se meu coração estava bem, e ele estava. No dia seguinte, minha mãe ficou muito nervosa porque meu pai estava muito doente e ela não podia sair do hospital (o pai, o artista plástico Joaquim de Almeida, de 38 anos, é ex-atleta profissional). O médico viu que eu estava um pouco melhor e me deixou ir para o quarto. Lá, eu fiquei mais um tempo.

“Quando finalmente fomos para casa, não pude dar abraço no meu pai porque não sabíamos se ele estava com uma bactéria. Assim que chegamos em casa, ele foi para o hospital. Viram que ele estava com pneumonia bacteriana porque a covid o deixou muito fraquinho. Desde que chegamos em casa, minha mãe tem cuidado de todos nós. Ainda não estou 100% nem meu pai e a Laurinha. Mas daqui a pouquinhos estaremos todos bem.” (Depoimento a Cristiane Barbieri)

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Redação CONTI outra. Com informações de Isto é Dinheiro

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