Subway doa 25 mil sanduíches a profissionais da saúde que estão atuando contra coronavírus

Subway doa 25 mil sanduíches a profissionais da saúde que estão atuando contra coronavírus

Se o mundo precisa de histórias inspiradoras para fortalecer nossas esperanças em dias melhores, aqui vai uma boa: A famosa rede de lanchonetes Subway anunciou, na tarde da última terça-feira, 24, que fará a generosa doação de sanduíches e outros alimentos para os profissionais que têm tido um dos mais importantes papéis nessa crise causada pela pandemia do novo coronavírus, aqueles que trabalham na área da saúde, tratando as pessoas infectadas e colocando em risco a sua saúde e a de seus familiares. Até o momento, 106 franquias em todo o país já fizeram a doação de mais de 25 mil sanduíches.

As doações seguem acontecendo, mesmo perante à crise econômica que já se anuncia. Com a quarentena, muitas unidades do Subway foram fechadas, em acordo com determinações dos estados e municípios onde se encontram.

As unidades da rede que ainda estão funcionando durante a quarentena operam em horários especiais, com novas orientações de higiene e priorizam entregas por delivery.

“Mais do que nunca, devemos atuar de forma colaborativa e apoiamos a iniciativa dos franqueados em ajudar o próximo e evitar o desperdício”, afirmou Gabriel Ferrari, gerente de marketing da Subway no Brasil.

Que este ato de generosidade inspire muitas outras pessoas e empresas a olharem para o próximo com carinho. O mundo precisa de amor!

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Redação CONTI outra. Com informações de Uol

Antes de todo recomeço existe a necessidade do ponto final

Antes de todo recomeço existe a necessidade do ponto final

Recomeçar. Está aí um verbo que me encanta. Não pela palavra em si, mas por tudo o que ela representa. A coragem da mudança, a esperança diante do novo e a capacidade de resiliência tornam a vida mais leve.

Não é porque a palavra “recomeçar” é bonita que sua aplicabilidade é fácil. Na verdade recomeçar é difícil demais porque envolve coragem, determinação e altas doses de inteligência emocional.

Os dias ficam maiores, o medo em ficar sozinho nos tortura e o arrependimento de que “deveríamos ter tentado mais” coloca nossa sanidade mental em xeque. Porém, apesar de tudo isso, a liberdade e a paz que os recomeços trazem faz toda e qualquer atitude valer a pena.

Diariamente vejo pessoas promovendo os recomeços como condição de felicidade e, sinceramente, acredito que sejam mesmo. O problema é que muitos querem recomeçar sem colocar um ponto final às coisas que lhes fazem mal e tentam, a todo custo, manter as situações como elas estão para não sentirem a dor da mudança.

Sejamos realistas: sem disposição, atitude e objetividade plano nenhum dará certo. Você não será capaz de viver um relacionamento sadio e duradouro se sua vida está desorganizada financeiramente e emocionalmente. Você não terá o emprego dos sonhos se dedica dezoito horas do seu dia trabalhando com o que não gosta. Você não será capaz de comprar o que deseja se gasta mais do que ganha mensalmente. É preciso entender que, antes de querer uma nova história, você precisa ser capaz de abandonar a antiga.
Para ser merecedor de um verdadeiro recomeço você precisar ser forte o suficiente para colocar um ponto final em tudo o que te distancia da sua essência (e isso engloba relacionamentos, profissão e sonhos).

Não deveria ser difícil colocar um ponto final em situações desgastantes, mas o motivo pelo qual isso se torna uma tarefa de gigantes é um só: as pessoas se acomodaram (e se acostumaram) com as situações abusivas e acreditam que viver do jeito que vivem é normal.

Infelizmente a covardia rouba a possibilidade de felicidade das pessoas, já que muitas não aceitam o fato das coisas não estarem bem e procuram convencer a mente de que viver assim é “normal”. Muitas pessoas acreditam que insistir nas histórias é bonito e usam como lema de vida o “é melhor se contentar com o que tenho do que arriscar algo que pode não dar certo”.

Antes de se acomodar em alguma situação, entenda que ofensas diárias não são normais. Traição não é algo que “todo mundo faz” e que o tempo não fará seu parceiro mudar de atitudes. Você precisa ser capaz de ver além do muro do comodismo e finalizar tudo o que destrói sua autoestima. Simples assim!

É bom ressaltar que, enquanto você adiar tomar atitudes necessárias, a conta das consequências sempre virá. Você precisa ser capaz de mais, de ir além, de acreditar que merece mais do que essa vida “morna” que você aceita viver.

O fim de um relacionamento não é o fim da vida. O emprego que te faz infeliz não é a sua única forma de sobrevivência e a sua vida financeira atual não será assim eternamente. Você tem o poder de mudar o curso da vida apenas tomando as decisões certas.

Portanto, quando a covardia quiser fazer morada, pare, respire e pergunte a si mesmo: qual é o meu limite? Quando você for capaz de responder a essa pergunta, você será capaz de ser verdadeiramente livre.

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Rita Lee fará live no Instagram contando historinha para ninar crianças em quarentena

Rita Lee fará live no Instagram contando historinha para ninar crianças em quarentena

A cantora Rita Lee está afastada dos palcos desde 2012. Ela hoje vive reclusa em sua casa em São Paulo, onde se dedica à pintura, ao cuidado com as suas plantas e seus muitos bichos de estimação. Seus fãs, no entanto, podem matar a saudade do seu bom-humor e da sua genialidade através dos seus muitos discos lançados, dos seus livros publicados, ou então dos seus posts nas redes sociais. Sim, a eterna rainha do rock brasileiro tem um perfil no Instagram! No @litaree_real, ela posta fotos da sua casa, dos seus bichos, do seu dia a dia, além de textos inspirados e manifestações artísticas das mais inventivas.

A última novidade da cantora em seu instagram foi o anúncio de uma live que ela fará em seu perfil nesta quinta-feira, 26, às 21 horas, em que se dedicará a contar uma historinha para ninar as crianças que estão em casa em quarentena.

contioutra.com - Rita Lee fará live no Instagram contando historinha para ninar crianças em quarentena

O anúncio foi feito através de um post em sua conta, publicado na tarde desta quarta-feira. “Atenção, criançada! Vovó Ritinha conta uma historinha para dormir: Dr. Alex”, diz o post no instagram de Rita.

Dr. Alex é o nome de uma série de livros infantis lançados pela cantora. Os livros narram a saga de um cientista que se transforma em ratinho e passa a defender o meio ambiente.

A coleção de livros foi lançada originalmente em 1986 e 1992 e relançada no final do ano passado pela editora Globinho, com texto revisado pela própria Rita.

Sobre como surgiu a ideia de lançar os livros, Rita Lee contou ao site Publishnews: “Uma vez adotei um ratinho lindo. Papo vai, papo vem, ele me contou toda a sua história. E me disse que já havia sido gente! E mais: que se transformou em rato para defender os bichos e a natureza. Gostei tanto que decidi contar as aventuras dele”.

Paralelamente à sua carreira como artista multifacetada, Rita Lee sempre esteve ligada ao ativismo em defesa dos animais, sendo inclusive uma grande apoiadora dos projetos desenvolvidos pela ativista Luisa Mell.

Com o Brasil em quarentena, 97 tartarugas-de-pente nascem em praias vazias de Pernambuco

Com o Brasil em quarentena, 97 tartarugas-de-pente nascem em praias vazias de Pernambuco

O Brasil, assim como diversas nações ao redor do globo, está vivendo uma quarentena para tentar frear a disseminação do contágio do novo coronavírus. Com isso, ruas, parques e praias estão praticamente desertos, e o que já se vê é a natureza aos poucos restabelecendo seu equilíbrio e se impondo, linda e exuberante, como nunca deveria ter deixado de ser.

Em Pernambuco, mas especificamente na cidade de Paulista, 97 tartaruguinhas nasceram na praia e tomaram seu rumo a caminho do mar. O anúncio foi feito pela prefeitura da cidade e fez muito gente ver beleza em dias em que a tristeza e a desesperança insistem em tomar o protagonismo.

A eclosão dos ovos e o contato das tartarugas-de-pente com a água foram acompanhados por técnicos do Núcleo de Sustentabilidade Urbana do município, que monitora as tartarugas desde 2019.

O maravilhoso fenômeno do nascimento das tartaruguinhas não pôde ser acompanhado pela população, que têm sido orientada pelo Ministério da Saúde a ficar em casa, mas o momento foi registrado em fotos que vêm circulando nas redes sociais desde que foram divulgadas.

O trabalho do Núcleo de Sustentabilidade Urbana de Paulista já tornou possível que quase três centenas de bichinhos tenham nascido sãos e salvos neste ano.

“Ao todo, 291 tartarugas marinhas nasceram no litoral do Paulista em 2020, sendo 87 tartarugas-verdes e 204 tartarugas-de-pente. Desta vez, devido as medidas preventivas contra o novo coronavírus, a população não pôde acompanhar de perto o nascimento”, afirmou Herbert Andrade, gestor Ambiental do Paulista.

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Redação CONTI outra. Com informações de Notícias Uol
Imagem de capa: Divulgação Prefeitura do Paulista- Pe

Noivos cancelam casamento presencial e fazem cerimônia ao vivo nas redes sociais

Noivos cancelam casamento presencial e fazem cerimônia ao vivo nas redes sociais

A partir das medidas de prevenção e com os milhares de casos suspeitos de coronavírus no Brasil, um casal de noivos que iria realizar uma festa de casamento em São Roque (SP) precisou adiar o tão esperado dia do “sim” perante ao público e improvisar um casamento virtual. A festa contaria com mais de 300 pessoas, portanto seria um local perigoso e muito vulnerável para a propagação do Covid-19.

Os noivos Letícia Gandara e Davi Lima, ambos de 23 anos, optaram por manter os convidados em suas casas em vez de partirem para a festa, que seria realizada no último sábado (21). Porém, para não deixar de comemorar a união, o casal fez uma pequena e improvisada cerimônia que foi transmitida ao vivo nas redes sociais.

Como decoração do grande dia: um aparador coberto com uma toalha branca, que ganhou castiçais e algumas flores. A cerimônia ocorreu na sala da casa do noivo. “Decidimos adiar a festa e fazer uma cerimônia para os nossos pais, as testemunhas do civil e um pastor”, contou a noiva sobre a festa improvisada.

Assim, apesar do cancelamento que foi feito de última hora, os cerca de 40 padrinhos e outros convidados puderam conferir a transmissão ao vivo via Facebook. “Foi muito difícil e doloroso. A gente tentou ao máximo não cancelar a festa, mas foi uma medida de proteção necessária com os convidados”, disse a noiva.

Letícia conta que sentiu dificuldade até mesmo na hora de encontrar um vestido mais simples para ser usado na festa improvisada, já que os comércios estão fechados na cidade. “Tive que entrar em contato com uma loja de uma pessoa conhecida, que estava fechada. Entenderam a situação e abriram só para eu comprar o vestido”.

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Sala foi adaptada para que casal se casasse durante pandemia — Foto: Arquivo pessoal
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Apenas os pais dos noivos prestigiaram a festa em casa — Foto: Arquivo pessoal
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Troca de alianças feita em casa teve a presença dos pais do casal e pastor — Foto: Arquivo pessoal

Assim como muitos de nós, o casal de pombinhos tem esperança que, em outubro deste ano, a pandemia já tenha passado e, com isso, consiga finalmente fazer a festa “presencial” para todos os convidados e não perder o valor já investido nos itens do casamento. “A gente pensa: por que isso está acontecendo comigo? Foi muito difícil de aceitar, só que a situação saiu do controle”, relatou a jovem.

Além da festa, assim como pede a tradição, Davi e Letícia embarcariam em uma viagem de lua de mel para a Europa, que também precisou ser cancelada. Agora, os dois trabalham para conseguir remarcar o passeio também para o fim do ano.

 

Com informações de G1

‘Cuidamos dos outros, mas ninguém cuida de nós?’, desabafam enfermeiras na linha de frente contra coronavírus

‘Cuidamos dos outros, mas ninguém cuida de nós?’, desabafam enfermeiras na linha de frente contra coronavírus

A história da enfermeira Amanda provavelmente é parecida com a de muitos profissionais de saúde que têm atuado na linha de frente no combate à pandemia de COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus. Esses corajosos guerreiros se ae expõe ao risco todos os dias para salvar vidas, mas não se sentem protegidos ou valorizados tanto quanto deveriam.

Amanda conta que trabalha em um hospital privado em São Paulo, mas teve que ir para casa e ficar em Isolamento completo, longe da família, quando os sintomas da doença começaram a aparecer. Segundo ela, seu paciente tinha tosse, desconforto respiratório e febre e estava sem máscara de proteção porque ainda não tinha sido identificado como um paciente suspeito de covid-19.

Ela própria também estava sem máscara, porque havia sido orientada pela instituição em que trabalha a não usar o material de proteção “para não assustar os pacientes”.

“Depois disso, pensei: ‘Vou voltar para casa? Tenho uma filhinha pequena. […]Mas disseram que eu poderia continuar trabalhando.” , relata a enfermeira, que foi afastada uma semana depois.

Patrícia, enfermeira do mesmo hospital em que Patricia trabalha, também está em casa. Assim como a colega, ela também estava sem máscara alguma fazendo as notificações dos casos suspeitos de coronavírus e também teve que ficar em isolamento após manifestar sintomas de COVID-19.

Patricia revela sua indignação por ter provavelmente contraído o vírus “sem ter tido a chance de prevenção”. Ela também destaca que um profissional de saúde que fica afastado atrapalha todo o serviço de saúde, porque deixa de atender muitas pessoas e porque outros profissionais que estiveram em contato com ele também têm de se afastar.

“Eu não fico indignada por estar doente, fico mais indignada por não poder estar trabalhando e ajudando outras pessoas”, afirma.

Outra profissional que faz seu desabafo é Débora, também enfermeira, casada, mãe de uma filha pequena e responsável por uma mãe idosa. “Temos uma vida, uma família, não estamos ali como robôs para cuidar das pessoas.”

Seu isolamento da família se deu a porque ela teve contato com pacientes com suspeita de coronavírus durante o processo de triagem, quando ela usava máscara cirúrgica.

“Estamos ali para cuidar dos outros, mas ninguém está cuidando de nós.” Ela confidencia que a falta de equipamentos de proteção “é triste e revoltante, mas o sentimento de desvalorização é maior”. “É como se você fosse só um número ali.”

No Brasil, há aproximadamente 2,2 milhões de profissionais de enfermagem, entre técnicos, auxiliares, enfermeiros e obstetrizes, de acordo com dados do Cofen (Conselho Federal de Enfermagem). A grande maioria é de mulheres.

Não é só no Brasil que profissionais da saúde são expostos ao risco devido à escassez de materiais de proteção no combate ao coronavírus. Profissionais da China, da Europa e dos Estados Unidos sofrem do mesmo problema.

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Redação CONTI outra. Com informações de G1

Photo by cottonbro from Pexels

Jaguar, Land Rover e Rolls-Royce fabricarão 20.000 respiradores artificiais para combater o coronavírus

Jaguar, Land Rover e Rolls-Royce fabricarão 20.000 respiradores artificiais para combater o coronavírus

Devido à grande demanda de respiradores artificiais para tratar pacientes infectados com COVID-19, o governo britânico pediu a várias empresas, incluindo fabricantes de automóveis, para começar a produzir essas máquinas.

Até agora, três das maiores empresas do Reino Unido, Jaguar, Land Rover e Rolls-Royce , além da Vauxhall , aderiram à iniciativa para ajudar milhares de pessoas.

Segundo o jornal britânico The Guardian , o governo do Reino Unido enviou às empresas o design do equipamento a ser produzido, com o objetivo de fabricar 20.000 dispositivos mecânicos.

A Vauxhall, que faz parte do grupo francês PSA, contribuirá com peças fabricadas em impressoras 3D e na parte de montagem dos dispositivos.

Outras grandes empresas, por sua vez, afirmaram que estavam prontas para começar a operar e auxiliar na produção dos respiradores.

As empresas automotivas podem estar aptas a se concentrar em equipamentos médicos, pois muitas já têm capacidade de produção disponível para expansão futura.

No entanto, David Bailey, professor de economia empresarial da Universidade de Birmingham, disse que pode levar algum tempo para as montadoras montarem equipamentos médicos. Uma contribuição imediata que as empresas automotivas podem dar é ajudar em termos de pessoal, componentes e oferta de suprimentos.

É o momento de nos unirmos por um único propósito: sairmos bem desta crise. Que bom que algumas grandes empresas vêm fazendo a sua parte. Quem tem mais, naturalmente, contribui mais.

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Redação CONTI outra. Com informações de Nation

Sobre o dia 24/03/2020

Sobre o dia 24/03/2020

Eu vou interromper sim as minhas publicações para falar disso. Se vão todos debandar, eu sinceramente não ligo mais.

Há muitas vidas em jogo para qualquer pessoa minimamente esclarecida de equilíbrio e empatia ficar calada e sem se posicionar. O pronunciamento  pelo “presidente” no último dia 24-03-2020 é mais um infeliz e criminoso marco histórico não só do Brasil, mas do mundo.

É lamentável constatar que poder o dado para pessoas assim, totalmente desprovidas de qualquer sensibilidade, seja real. Até mesmo os governantes eleitos com o seu apoio estão incrédulos com a política sendo feita num momento absolutamente indefensável para discussão de bandeiras e partidos.

A sociopatia do Messias dá medo, assim como das pessoas que conscientemente ainda tentam argumentar em sua defesa. O mal que tanto criticamos em outras partes do mundo, está plantado dentro das casas de muitas pessoas. Terror é o mínimo que esse cidadão pratica.

O seu abuso e manipulação emocional não possuem um limite, mesmo com todas as barreiras e tabus da sociedade hipócrita brasileira. Eu temo pelo amanhã, pelas pessoas que eu amo e pelo todo também. Até pelos idiotas. Até pelos que usam constantemente esse véu de absurdos, achando tudo normal ou tradicional. Conceitos estão sendo usados como ferramentas de genocídio.

O conservadorismo parece não ter fim e muito menos uma cura. São tempos difíceis para ser humano. Eu fico pensando no que eu diria sendo pai, e tenho pesadelos só de pensar em ter que explicar o quanto o mundo caminha para um abismo.

Eu choro às vezes de madrugada e até acordo falando sozinho sobre isso. É assustador.

Para quem sofre de depressão, anda muito complicado enxergar cores em palavras e atitudes cada vez mais cinzentas.

Eu até sinto raiva às vezes. E eu me culpo por ter esse sentimento tão ruim dentro de mim. Mas é que tá foda. Tá foda demais. É por essas e outras que eu não acredito em mais nada além das nossas escolhas.

Nenhuma entidade benevolente deveria ver o outro sofrer e nada fazer. Em troca de quê? Aprendizado? Não. Ver o sofrimento alheio e cruzar os braços e olhar para o lado é puramente conivência. Talvez os deuses realmente sejam astronautas de uma outra galáxia.

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Imagem de Daniel Reche por Pixabay

Depois de passar por quarentena, cidade na China tem recorde de pedidos de divórcio

Depois de passar por quarentena, cidade na China tem recorde de pedidos de divórcio

Psicólogos, terapeutas de casais, especialistas em relacionamentos amorosos e palpiteiros de plantão costumam recomendar aos casais que cada um tenha seu próprio espaço, de modo que a individualidade seja respeitada e a convivência entre essas duas pessoas seja mais fácil e mais prazerosa. Mas o que acontece quando um casal é obrigado a ficar confinado em casa 24 horas por dia, sem poder colocar os pés na rua, por um período considerável de tempo? Bem, não temos exatamente uma resposta para essa questão, afinal cada caso é um caso, mas a experiência vivida em uma cidade na China pode nos dar um bom indicativo do que é mais provável que aconteça nessa situação.

Na cidade de Xi’am, de 12 milhões de habitantes, capital da província de Shaanxi, região central da China, a quarentena por conta da pandemia de COVID-19 já acabou, mas seus reflexos ainda são sentidos na sua população. Por lá, foi registrado um recorde de no número de pedidos de divórcio nas últimas semanas. A informação é do jornal chinês em língua inglesa The Global Times.

De acordo reportagem da BBC News Brasil, em alguns distritos, todos os horários disponíveis para tratar do tema nos escritórios locais do governo estão tomados por semanas. Cartórios municipais de outras províncias, como Sichuan, também registraram uma procura acima da média por formulários de divórcio.

À BBC, a professora GE, de 29 anos, disse não estar surpresa com a notícia: “É muito tempo junto. Eu tenho visto cada vez mais histórias sobre separações. Muitas piadas também. Mas o problema parece sério”.

A professora, que não é casada, disse ainda que pode imaginar o estresse da convivência forçada neste momento de muito estresse econômico e perguntas sobre o futuro.

“Grandes episódios como este fazem as pessoas pensar mais nas suas vidas e o que realmente interessa”, afirmou à BBC News Brasil a escritora Lijia Zhang, autora de “A Garota da Fábrica de Mísseis: Memórias de uma Operária na Nova China”. “É verdade também que os casamentos que sobreviveram à quarentena devem seguir mais fortes!”, complementa.

Cabe ressaltar que esse recorde de pedidos de divórcio na cidade chinesa se explica pelo fato de que os cartórios estiveram fechados durante cerca de um mês, o que cria uma demanda reprimida. Além disso, casais chineses já vinham se divorciando em um ritmo mais acelerado nos últimos anos.

No ano de 2016, o número de casais que se divorciou na China chegou a 4,2 milhões, um aumento considerável em relação ao ano de 1985, quando a taxa não passava de 485 mil.
De qualquer forma, fica uma dica aos casais confinados neste período de extrema tensão: mesmo estando sob o mesmo teto, vocês não precisam passar o dia fazendo as mesmas coisas. Enquanto um lê um livro, o outro vê televisão, por exemplo. Respeitar a individualidade da parceira ou do parceiro pode oxigenar seu relacionamento, ainda que vivamos dias tão turbulentos.

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Redação Conti outra. Com informações de Folha/Uol
Imagem de Free-Photos por Pixabay

Padre italiano falece de Covid-19 ao ceder respirador a paciente mais jovem

Padre italiano falece de Covid-19 ao ceder respirador a paciente mais jovem

Faleceu nesta terça-feira (24), em Bérgamo, no norte da Itália, o padre italiano Giuseppe Berardelli, de 72 anos. Mesmo integrando o grupo de risco da COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, ele se recusou a usar um respirador, comprado para ele pelos integrantes da sua paróquia. O sacerdote decidiu oferecer o equipamento pára um paciente mais novo do que ele. Sua gesto de caridade e abnegação comoveu a todos.

Barardelli faleceu em Bergamo, mas era padre de uma igreja de outra cidade, Casnigo. Seu enterro foi sem velório devido à complicada situação da Itália diante da pandemia. Ainda assim, os moradores de Casnigo se puseram a aplaudir em suas janelas, em gesto de respeito e admiração, ao saber do falecimento do pároco.

Registros dão conta de que aos menos tenham falecido por Covid-19 na Itália. O Papa Francisco chegou a liderar uma oração pelos médicos e padres que foram vitimados pela doença. O pontífice os agradeceu “pelo seu exemplo heróico ao servir aqueles que estão doentes”.

Jamais será esquecida a atitude nobre do padre Giuseppe Berardelli, assim como dos muitos que vêm se doando ao próximo neste momento em que o mundo pede amor, união e caridade.

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Redação CONTI outra. Com informações de G1

Fotos emocionantes mostram como as pessoas visitam seus parentes sem prejudicá-los

Fotos emocionantes mostram como as pessoas visitam seus parentes sem prejudicá-los

Nos tempos de surto do coronavírus é importante evitar o contato físico e para evitar infectar entes queridos, alguns optam por vê-los através das janelas! As fotos são emocionantes, confira!

Em todo o Brasil, os casos de contágio pelo COVID-19 já ultrapassaram de 2.000. Assim, as medidas para impedir que o vírus se espalhe se tornam ainda mais importantes e devem ser seguidas. É de extrema seriedade manter distância de pessoas que se incluem nos grupos de risco: como idosos ou doentes, e assim evitar a propagação e não contaminá-las.

Nesse cenário, muitas famílias foram divididas e as pessoas não puderam mais ver ou estar próximas uma das outras. Mas sempre tem aqueles que dão um jeitinho.

Mesmo essas pessoas estando erradas por saírem de casa, foram alguns casos específicos nos quais as visitas foram necessárias nesse momento complicado. Como exemplo alguns vovôs e vovós que estão em asilos ou então que moram sozinhos.

Confira:

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É importante ressaltar que mesmo as fotos sendo emocionantes, a prioridade é ficar em casa e evitar a propagação do vírus! Se a saída foi necessária é de extrema importância a higienização das mãos e do corpo antes e depois. Estamos juntos nessa!

Com informações de UPSOCL

ONG desenvolve pias para ajudar moradores de rua a lavarem as mãos.

ONG desenvolve pias para ajudar moradores de rua a lavarem as mãos.

Enquanto a maioria das pessoas está atendendo às orientações para ficar em casa em meio ao surto do coronavírus, há pessoas que necessitam sair para ajudar o restante da população. Isso inclui o pessoal da segurança pública, profissionais da saúde e muitos outros.

Porém há um grupo de pessoas que cai no esquecimento quando nos referimos a esse surto e que também sofrem as consequências do vírus: a comunidade de moradores de rua.

Ao pensar nisso, o artista vencedor do Grammy, Lecrae, juntou-se à Loved Beyond Walls para fazer a diferença no centro de Atlanta, o princípio era montar e distribuir pela cidade estações de higienização para os sem-teto.

A missão da ONG Love Beyond Walls é “restaurar a dignidade dos sem-teto e dos pobres, fornecendo serviços de voz, visibilidade, abrigo, comunidade e serviços de limpeza e apoio para alcançar a auto-suficiência”. Lecrae diz conhecer Terence Lester, diretor executivo do Love Beyond Walls, há anos.

Assim, Lester e Lecrae se comunicaram nesse momento tão necessário a fim de discutir ideias sobre como ajudar as pessoas desabrigadas.
“Quando a pandemia ocorreu, pensei: ‘O que a comunidade de moradores de rua está fazendo com esses avisos?’”, contou Lecrae ao Canal 2.

Terrance disse a Lecrae que queria colocar pias portáteis pela cidade. Ele tinha uma pia e queria mais 10. Lecrae então completou dizendo que queria 15.
A partir das 10 horas da quinta-feira (19/03), eles se reuniram para montar as pias e depois colocá-las no centro da cidade.

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“Passamos bastante tempo colocando-as em torno do Hurt Park”, conta o artista, deixando claro que os moradores de rua também queriam receber comida. Sanduíches, bebidas e “um gazilhão de cheeseburgers” foram entregues às pessoas da região.

As estações portáteis de lavagem das mãos contêm 5 galões de água e um dispensador de sabão cheio de sabão conectado a elas. Os dispensadores de sabão e a água podem ser recarregados e as estações podem ser realocadas posteriormente.

Além de fornecer as ferramentas para higienização, Lecrae disse que também forneceu informações que algumas pessoas estavam interessadas em aprender.

Ele disse que a maioria das pessoas na área de Hurt Park tinha uma ideia do que estava acontecendo, principalmente porque as lojas já estavam fechadas, mas muitas delas estavam fazendo perguntas sobre os detalhes.

Lecrae, de 40 anos, é natural de Houston, Texas, mas depois de anos em Atlanta, vê-o como um lugar onde é fácil causar impacto.
“É uma cidade importante e, em uma cidade grande assim as notícias possuem impacto. O amor é abundante, mas os problemas também são intensos”, disse Lecrae. “A cidade me mostrou muito amor, então eu queria ter certeza de mostrá-lo de volta.”.

Em uma entrevista feita pelo WSB-TV, o artista deu algumas dicas para os jovens: “Existem três maneiras de ajudar quando surgem grandes problemas na sociedade. Uma é a publicidade: tornar sua voz conhecida e se manifestar seja nas mídias sociais ou não. A segunda são as políticas – garantir que você esteja informado e envolvido em leis que nos beneficiem. A terceira é a produtividade – garantir que você seja produtivo e, para alguns de nós, agora, isso significa ficar em casa”, disse Lecrae. O cantor também acrescentou que precisamos que todos participem e disse que vê isso como uma oportunidade para desacelerarmos.

Com informações de WSB-TV

Cinco pacientes com coronavírus alcançam a cura no Espírito Santo

Cinco pacientes com coronavírus alcançam a cura no Espírito Santo

Os últimos dias não têm sido fáceis. Desde que o surto do novo coronavírus se alastrou pelo Brasil, muitos estão vivendo reféns do medo e da ansiedade. Neste momento é preciso prestar atenção às boas notícias para conseguir enxergar a luz que brilha no fim do túnel. Com o objetivo de renovar a sua esperança, trazemos para você a melhor notícia do início desta semana: no Espírito Santo, cinco pacientes com coronavírus alcançaram a cura.

A boa notícia foi divulgada através do boletim da Secretaria de Saúde do Espírito Santo. Todos os cinco pacientes curados constam no levantamento divulgado neste domingo pelo Ministério da Saúde, que registra 26 casos no Espírito Santo.

Dos 21 pacientes ainda infectados, 15 se encontram em isolamento residencial e seis estão internados.

O Espírito Santo soma 974 casos suspeitos. Na tentativa de evitar o avanço da doença no Estado, o governador Renato Casagrande (PSB) pediu a ida do Exército e do Corpo de Bombeiros às ruas.

A partir deste domingo, 200 homens estão nas principais vias do estado para evitar a circulação de pessoas.

E seguiremos divulgando as boas notícias em tempos tão turbulentos, afinal, é da esperança que surge a força para encarar os maiores desafios.

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Redação CONTI outra. Com informações de O POVO

Imagem de Orna Wachman por Pixabay

Quando essa tempestade passar

Quando essa tempestade passar

Quando essa tempestade passar, a gente vai ficar mais forte por dentro. Não vai ser qualquer coisa que nos abalará mais. Saberemos o tanto que somos fortes, resilientes, e tudo parecerá menos difícil.

Quando essa tempestade passar, a gente vai dar abraços apertados e beijos demorados naqueles que amamos. A saudade toda que se acumulou pela distância vai sumir, porque todo mundo vai se reencontrar e contar histórias, compartilhar sentimentos. A gente vai ficar junto de novo.

Quando essa tempestade passar, a gente vai valorizar cada amanhecer, cada respirar sem medo, sem máscara, sem perigo de adoecer. A gente vai ver o mundo com olhos mais leves, como se pela primeira vez conseguíssemos enxergar a vida lá fora. Tudo vai ser mais colorido, mais perfumado, mais encantador.

Quando essa tempestade passar, a gente vai ter aprendido a cuidar do outro. A gente vai ter a certeza de que cuidar de si mesmo não basta, porque o que nos rodeia, de bom e de ruim, pode nos alcançar. A gente vai tomar mais cuidado com nossas vidas, mas também com as vidas vizinhas, porque encaramos a dor do recolhimento.

Quando essa tempestade passar, a gente vai chorar de felicidade, porque a gente vai ter tanta felicidade aqui dentro, que ela terá que transbordar por todos os poros. A gente vai ser tão grato, mas tão grato, pela família, pela saúde, pela comida, pela casa, pelos médicos, bombeiros, enfermeiros, farmacêuticos, pelos caridosos, solidários, pela nossa vida, pela vida de todo mundo, que o coração da gente parecerá explodir dentro do peito..

Quando essa tempestade passar, a gente vai entender muita coisa, vai compreender mais os outros, o que não é da gente, porque estaremos ávidos por interagir, por ver as pessoas, falar com as pessoas, tocá-las, senti-las, amá-las. Acredite, vai passar. E vai ser lindo.

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*texto escrito em 21/03/2020, no auge da pandemia do Covid 19
Publicado originalmente em Prof Marcel Camargo

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