Após doação milionária, Magazine Luiza dobra auxílio-creche de funcionários fora do home office

Após doação milionária, Magazine Luiza dobra auxílio-creche de funcionários fora do home office

Nesses tempos de combate ao coronavírus, muito se fala sobre a situação das pessoas que não podem ficar em casa durante a quarentena porque estão ocupando seus postos de trabalho em serviços essenciais ou em setores que não paralisaram seus serviços. Esses profissionais merecem todo o suporte e o reconhecimento que seus empregadores puderem oferecer. E, neste sentido, uma empresa que tem dado um ótimo exemplo é a Magazine Luiza. A rede de lojas anunciou recentemente que irá dobrar o valor do chamado “cheque-mãe”, o auxílio-creche da empresa, para cerca de 5.500 funcionárias que não estão trabalhando em casa, no home office.

De acordo com a empresa, que é administrada pelas famílias Garcia e Trajano, a decisão visa ajudar as funcionárias que não puderem ficar em casa. Segundo avaliação da empresa, essas profissionais já estão enfrentando dificuldade devido ao fechamento das escolas e creches por conta da pandemia de coronavírus, por isso a ajuda se faz ainda mais necessária.

O valor do benefício saltará dos atuais R$ 250 para R$ 500. O objetivo da proposta é permitir que as profissionais consigam contratar alguém para cuidar dos filhos no período em que estão trabalhando, uma vez que as crianças não estão indo para a escola.

Esta não é a primeira vez que a Magazine Luiza dá bom exemplo quando o assunto pe solidariedade. No dia 27 de abril, a empresa anunciou a generosa doação de R$ 10 milhões para ajudar no combate à Covid-19. O dinheiro será usado para comprar equipamentos (como respiradores artificiais, leitos, colchões) e outros itens para o tratamento das vítimas da doença.

Além disso, a rede de lojas presidida por Luiza Trajano também doou, até o momento, 4 mil colchões e travesseiros para os governos estaduais do Pará e da Bahia. As doações foram realizadas para equipar abrigos que acolhem pessoas em situação de rua e para outras populações socialmente vulneráveis que estejam com sintomas do vírus.

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Redação CONTI outra. Com informações de Ric Mais

Papa Francisco realiza Via Crucis acompanhado pelos “soldados da saúde” e por detentos.

Papa Francisco realiza Via Crucis acompanhado pelos “soldados da saúde” e por detentos.

Na noite de ontem, 10 de abril de 2010, iluminado por tochas, o Papo Francisco celebrou a Via Crucis na Praça de São Pedro, em Roma. Centenas de milhões de pessoas acompanharam esse momento de suas casas.  A cerimônia da Via Cucis relembra os passos de Jesus a caminho da crucificação.

A Sexta-feira da Paixão, então, é claramente uma data de extremo valor para os 1.3 bilhão de católicos do mundo, ainda mais quando, mediante uma doença inesperada, sentem seus futuros de maneira mais incerta.

As imagens capturadas de um Papa numa praça vazia tem se tornado algo não tão raro, mas ontem, em um dia mais do que especial, estavam com ele cinco detentos de uma prisão de Pádua, cinco médicos e enfermeiros do Vaticano além de um policial e o capelão do presídio.

Como podem ver abaixo, há imagens que falam mais do que palavras, mas o Papa Francisco ainda vai além  valorizando os soldados, que hoje são os profissionais da saúde, e dando representatividade aos detentos, pessoas que estão pagando por seus erros, mas que merecem uma segunda chance. Afinal, amor é humildade e reconhecimento, mas também é perdão.

“Os médicos, enfermeiros, enfermeiras, irmãs, padres” que morreram combatendo a pandemia de coronavírus “morreram no front como soldados que deram suas vidas por amor”, disse  o papa Francisco à televisão Rai1, antes da cerimônia.

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Esse ano as coisas estão sendo diferentes e o Papa Francisco mostra-nos que precisamos nos adaptar a essa nova realidade. Ele dá o exemplo.

No Brasil já vimos padres fazendo missas com fotos de profissionais da saúde. Também há sacerdotes realizando lives. Em Acapulco, padres têm dado bênçãos de helicópteros ou tomam a confissão dos fiéis de seus carros. São muitos exemplos de criatividade, mas que contém um objetivo comum: dar alento e fé aos que precisam.

“Sinto-me próximo do povo de Deus, especialmente daqueles que mais sofrem, das vítimas da pandemia, da dor do mundo”, acrescentou o papa argentino. Mas ele também disse contemplar “a esperança, que não tira a dor, mas não decepciona”.

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Redação CONTI outra. Com informações de Isto é e O Tempo

Cervos aproveitam a quarentena e dominam bairro na Inglaterra.

Cervos aproveitam a quarentena e dominam bairro na Inglaterra.

Um grupo de cervos tomou conta de um bairro na zona leste de Londres. Com o confinamento obrigatório dos humanos, os animais não se sentiram ameaçados em passear pela cidade, agora eles se recusam a sair de lá. Acredita-se que os veados tenham saído do Parque Dagnam, que fica próximo ao bairro, e é separado por uma estrada.

Estima-se que esses cervos (ou ‘veados’) habitem a região há mais de 1.000 anos, mas raramente se aventuram pelos bairros da cidade, preferindo ambientes mais calmos e sem ameaças, como o Parque Dagnam. O que os moradores do bairro vizinho não esperavam, era que esses animais se sentissem a vontade para visitar a região urbana.

Agora, as pessoas de Harold Hill, que não podiam sair de casa, já não podem por mais um motivo: a infestação de veados. Aproveitando as ruas vazias, os cervos tomaram conta de tudo, e podem atacar aqueles que quiserem tirá-los de seu domínio.

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Dean Zetter, de 50 anos, foi pego de surpresa quando viu 20 cervos sentados na grama. “Fiquei surpreso pois foi a primeira vez que eu vi esses animais. Mas agora já os vi duas vezes. Aparentemente eles são bem comuns”, disse o homem impressionado.

Logo os moradores da região cobrarão medidas do governo para a retirada dos animais, que representam perigo e os impedem de sair de casa para realizar as tarefas essenciais para sobreviver à quarentena.

Com informações de Ovelhas Voadoras

Pit Bull e pássaro se tornam melhores amigos após o confinamento. Confira o vídeo!

Pit Bull e pássaro se tornam melhores amigos após o confinamento. Confira o vídeo!

Detectado em dezembro do ano passado em Wuhan, na China, o Covid-19 obrigou grande parte da população mundial a se isolar em casa, sendo um esforço para impedir a propagação do vírus e o colapso dos sistemas de saúde.

E ficar trancado em casa 24 horas por dia, 7 dias por semana, pode transformar qualquer um. O isolamento, o tédio e o estresse dessa situação causaram as mais diversas reações das pessoas e de seus animais de estimação, que viram como suas vidas mudaram de um minuto para o outro.

A quarentena causou mudanças loucas em todas as nossas vidas, a convivência com os que moram conosco passou a ser o maior desafio. Este vídeo fofo compartilhado por um usuário da plataforma Reddit mostra que os animais também precisaram equilibrar suas energias e fazer uns esforço para se darem bem.

Nas imagens, você pode ver um adorável cachorro Pit Bull sentado assistindo televisão como se fosse humano, até que o pássaro de estimação da casa interrompe sua sessão de TV para pousar em seu focinho.

Em outras situações, o cachorro se incomodaria com o passarinho, mas como já estavam constantemente juntos, acabaram se tornando amigos.

O cãozinho nem pisca enquanto o pássaro esta lá. O animal olha para o pássaro enquanto ele se ajusta e até se inclina sobre o nariz de seu improvável novo amigo.

O vídeo dessa improvável amizade se tornou viral em minutos. De todo o planeta, milhares de internautas aplaudiram a paciência do cachorro e ficaram emocionados com a relação de respeito entre esses animais.

Com informações de UPSOCL

7 motivos incríveis para ver “Nada Ortodoxa”, minissérie baseada em fatos reais

7 motivos incríveis para ver “Nada Ortodoxa”, minissérie baseada em fatos reais

Após inúmeras dicas de amigos, ontem, finalmente, resolvi assistir “Nada Ortodoxa”, uma minissérie recentemente lançada na Netflix e, não por acaso, fiquei apaixonada pela trama e história de libertação da personagem.

Como disse a editora Mônica Santos, para Veja São Paulo:

“Nada Ortodoxa é uma série curtinha, com apenas quatro episódios, que dá para assistir em pouco mais de três horas. Miúda, com traços delicados, mas gigante na capacidade de envolver e conduzir o espectador pelo drama de sua personagem, a atriz israelense Shira Haas interpreta Esther Shapiro. Ela é uma garota judia de 19 anos, recém-casada, que decide fugir do marido e da comunidade ultraortodoxa de Williamsburg, no bairro do Brooklyn, em Nova York. Seu destino é Berlim, onde desembarca com a roupa do corpo e alguns trocados.

Já deu para ativar a curiosidade, né? Então, abaixo, seguem 7 motivos para assisti-la:

1- A história é baseada nas memórias reais de Deborah Feldman, e ilustra os obstáculos de uma jovem que enfrenta frente às tradições opressivas da religião em que ela nasceu. O fatos de falarmos em “termos reais” sempre nos empresta uma sensibilidade mais apurada com relação a trama. É como se sentíssemos que qualquer um de nós poderia passar por aquilo, uma vez que, como bem mostra a personagem principal, a única coisa que ela fez para estar inserida naquele meio foi ter nascido.

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2- A história é curtinha: são só 4 episódios. Isso faz com que a pessoa que assiste não se desgaste em uma espera infinita por novas temporadas. Isso também permite que a pessoa possa maratonar tudo em um mesmo dia e já compreender toda a história com começo, meio e fim. Eu gosto disso. E você?

3- A história nos faz pensar no peso que carregamos através de gerações.  A luta de Esty, a protagonista interpretada por Shira Haas, mostra como a falta de escolhas pode cercear toda uma vida. É muito difícil para qualquer pessoa poder mudar, caso não conheça nenhuma outra possibilidade. Imagine uma pessoa que nasce dentro de uma comunidade ultraortodoxa então?  Esty só tinha tido acesso a cultura dela, mas ela se sentia mal, ela sentia que aquilo era errado e abusivo. Ver como Esty vai percebendo tudo isso enquanto amadurece é algo triste, mas também belíssimo e emocionante.

4- A série fala também sobre como, dentro de uma comunidade ultraortodoxa, estão preservados hábitos que hoje podem ser vistos como extremamente machistas. Espera-se, na família de Esty que ela, como dito na série, ajude a repor as vidas perdidas durante o holocausto. Isso seria nobre, mas apenas se fosse uma escolha. Como disse  Leonardo Granadillo: “…a série faz lembrar alguns aspectos de  The Handmaid’s Tale (série distópica que também indico) por mostrar como a religião, ainda hoje, mantém uma série de ritos e “tradições” que relegam as mulheres ao papel de mães e esposas submissas.” Lembrando, é claro, que a frase anterior não se refere a todas as religiões, mas sim àquelas que mantém essas características.

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5- A série mostra o poder dos exemplos positivos e poderia até mesmo ilustrar o Mito da Caverna–  Esty é filha de uma mulher que abandonou a comunidade e que era estigmatizada por ela. Esty também rejeitava essa mãe pelo abandono. Entretanto, a trama mostra como apenas o tempo e maturidade podem permitir que entendamos a escolhas de alguém. Apenas através do “abandono” a mãe de Esty pode libertá-la. É preciso conhecer o mundo que existe lá fora. A mãe de Esty, no decorrer da série, ainda mostra a filha que seu “abandono” também não foi exatamente como a filha foi induzida a acreditar.

6- Em dados técnicos, a série obteve  8.3 / 10 na IMDb, apenas 0,2 pontos abaixo do Inacreditável (mais uma série super indicável que também está na Netflix), o que é um bom sinal, pois mostra que o pessoal está gostando muito.

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7- “Nada ortodoxa” permite que vistamos a pela de sua personagem, que sintamos sua dor, experienciemos com ela a primeira vez de muitas coisas. Esty encontra o prazer e a vida assim como nós, ao vê-la, também reencontramos o prazer de usufruirmos de nossa liberdade e de termos nascido em condições melhores para poder fazer escolhas.   Através de seu corpo franzino, Esty, por quem nós facilmente nos apaixonamos, mostra como o nosso real poder está muito além das aparências.

Abaixo, o trailler:

Nota da página: é importante que tenhamos clareza que a série, mesmo que baseada em uma história real, reproduz um caso de uma comunidade ultraortodoxa e não representa a realidade da grande maioria das outras comunidades judaicas que existem pelo mundo.

Imagens reprodução/divulgação

10 frases comentadas de”Anne with an E” para acalentar nossos corações em época de coronavírus

10 frases comentadas de”Anne with an E” para acalentar nossos corações em época de coronavírus

A série canadense “Anne with an E” foi lançada em 2017 e, desde então, arrebatou muitos corações, uma vez que possui a capacidade de nos inspirar através de cenas e frases profundamente relevantes e emocionalmente significativas.

Disponível na Netflix e baseada no livro de 1908 Anne de Green Gables, de Lucy Maud Montgomery, ela apresenta seus personagens principais com grande doçura, tendo como destaque a órfã “Anne”, uma menina ruiva e sonhadora que adora inventar histórias para fazer a vida ficar mais bonita.

Se por um lado Anne possui uma história de vida triste e sofrida, ela sobrevive utilizando-se de mecanismos muito criativos para seu enfrentamento e superação.  Ela chama a nossa atenção pela profunda empatia.

No geral, todos os personagens da série se importam com o que os outros sentem e, talvez, esse seja um dos pontos fortes da série, uma vez que vemos como eles tratam dos problemas com um olhar amoroso e afetivo: ver as escolhas feitas pelo coração é algo que acarinha nossa vida.

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Não é de hoje que vemos pelas internet algumas de suas frases sendo partilhadas. E, a partir daí, nós da CONTI outra, repensamos o seu significado e selecionamos algumas delas para o momento atual.

A partir disso, com todas as licenças poéticas, colocamos abaixo XX frases que Anne poderia nos dizer para acalentar nossos corações em época de coronavírus.

1- “Às vezes, é preciso deixar as pessoas amarem você.”

É nos momentos mais difíceis que percebemos com mais clareza a importância de quem realmente importa em nossa vida. Às vezes pecamos pela ausência ou falta de proximidade afetiva, mesmo estando perto.  Na rotina, nos esquecemos de abraçar e destinar nosso olhar mais brilhante para quem mais merece. Ela quis muito uma família e sabe o valor disso. Os tempos atuais, repletos de incerteza, também nos fazem pensar nisso.

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2- “As pessoas enxergam o que desejam, independente da verdade.”

As pessoas tendem a olhar para a vida a partir do filtro promovido pelas lentes de suas experiências prévias. Às vezes nós queremos que alguém querido pense como nós, mas não conseguimos ver que a pessoa, naquele momento, pensa como ela é capaz. O olhar afetivo é aquele que ajuda o outro a evoluir, que acolhe, que ensina e que é tolerante. Antes de rompermos contato ou nos enfurecermos- principalmente quando o olhar é político ou religioso-, que tal escutar mais e tentar compreender o motivo de tantas diferenças na forma de pensar?

3- “A vida é curta demais para ser gasta fomentando animosidade ou remoendo erros.”

O que passou passou, que sirva de lição! Se alguém nos fez mal, que tenhamos uma distância segura dessa pessoa se for o caso, mas que antes entendamos o que aconteceu para evitar a repetição dessas situações até mesmo com outras pessoas. Vingança não leva a lugar nenhum e nos prende ao passado e a sentimentos ruins. Todos os sentimentos são normais, até o ódio. Não há problema nenhum se, em algum momento, nós tivermos sentimentos ruins. O que muda é o tempo que gastamos com cada um desses sentimentos. Anne preferia seguir alicençada no amor e na esperança. E você?

4- “Se a rosa não fosse bela, ninguém iria parar para cheirá-la.”

Anne, nessa frase, incentiva que cultivemos nossa beleza. Ela quer que nos sintamos bonitos e atraentes para o mundo, para nós mesmos, para a vida. Como estamos cuidando de nós mesmos nesses tempos de quarentena? Estamos tirando os pijama? Estamos cuidando de nossos corpos e de nossa alma? Por que não usar aquele tempo livre para tomar um banho delicioso, perfumar-se e abrir um livro?

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5- “Acredito que há sempre algo bom para aprender nas situações. Mesmo as ruins. Eu acho que constrói caráter.”

Nós não temos absolutamente nenhum controle sobre as coisas que acontecem no mundo. Nós gostamos de achar que temos mas, na verdade, nós não temos. Sempre pode acontecer uma catástrofe natural, alguém pode ficar doente, a nossa vida pode sair dos trilhos muito rapidamente. Os tempos atuais são a prova disso. O nosso controle, entretanto, está muito relacionado a como nós lidamos com o que já aconteceu tanto para tentar previnir problemas futuros quando para ressignificar prioridades e expectativas. A dor costuma ser parceira das pessoas mais sábias, como disse Anne, ela é capaz de “construir” caráter.

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6- “A vida tinha tantas cores através dos olhos dela. Isso coloriu o meu mundo para sempre.”

Ver beleza é algo que também pode ser aprendido. Veja como algumas pessoas focam suas falas na tragédia enquanto outras conseguem focar no que pode acontecer de bom a partir dela. Somos seres criativos e devemos sonhar com alternativas mais belas e nobres para o que nos chega de forma dura e rude. Anne, como boa sonhadora, sabia disso.

7- “Coisas quebradas tem uma certa beleza triste. Depois de anos de histórias e triunfos e tragédias infundidas nelas, elas podem ser muito mais românticas do que coisas novas que não tiveram aventuras.”

“Há beleza nas cicatrizes porque elas são a prova de que sobrevivemos” também é uma frase que transmite essa ideia.

No Japão, país de sabedoria milenar, existe uma arte que consiste em colar vasos quebrados com ouro e laca, pois eles têm a compreensão que o objeto quebrado passa a ter mais valor e beleza.

Os países que sobreviveram as guerras também saíram mais amadurecidos. Não será diferente conosco. Como disse o próprio Papa Francisco recentemente “Preparem-se para tempos Melhores”.

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8- “Jornalismo de verdade deve defender aqueles que não possuem voz, não calá-los ainda mais.”

A terceira temporada de Anne foi marcante pelo exemplo de luta política dos jovens da escola que, bravamente, desafiaram o “velho pensamento” da cidade para poder seu direito a livre expressão e aos direitos das mulheres.

A pandemia  está recuperando em nós a capacidade de valorizar a mídia e a ciência. Os últimos anos foram marcados por muitas “Fake News” e isso fez com que acreditássemos menos no que ouvíamos. Mas o tempo também separa o joio do trigo e, agora, estamos sendo capazes de separar quem é a imprensa séria dos canais de pura manipulação. A ciência estava sendo sucateada, mas o vírus que nos ameaça também nos lembrou que o trabalho dos pesquisadores deve ser constante. O resultado do que fazem pode salvar milhões de vidas.  A mídia séria precisa ser valorizada porque ela também é uma ferramenta que dá voz ao povo. Anne sabia disso.

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9- “Não há um caminho certo na arte ou na vida. Às vezes, não há nenhum caminho e você deve demolir paredes e esculpir o seu caminho através das madeiras para chegar onde precisa.”

Essa frase mostra como temos muito mais opções do que julgamos ter. A vida é feita de escolhas e cada um, respeitando os limites da sociedade e do espaço do outro, deve traçar seu próprio caminho. Às vezes ainda não há uma resposta, às vezes o caminho ainda nem foi trilhado, mas isso não quer dizer que ele não exista.

10- “Pra você, construirei um castelo, cada tijolo será forjado no meu coração, com o fogo do meu amor transcendente.”

Ah, o amor. É que ele nos motiva, que nos levanta quando caímos, que nos faz querer continuar mesmo nos momentos mais difíceis.

A economia terá danos graves, poderá faltar dinheiro e até alimento para muita gente, mas se nos unirmos no amor poderemos sair mais fortes. Cada um pode fazer a sua parte. Quem tem pouco ajuda com pouco (e nem precisam ser coisas materiais), quem tem muito deve ajudar com muito. É hora de nos unirmos em forças para a preservação da vida. Todo mundo importa! Anne tinha seus pais adotivos idosos e sabia bem disso.  Não há justiça no mundo que vemos lá fora, mas com as vozes certas em coro, podemos mover montanhas.

Muito amor para vocês!

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Imagens: reprodução/divulgação “Ane with an E

O gato some, o dono sai a procura, ele acha o gato, volta com o gato, mas depois o gato volta por conta.

O gato some, o dono sai a procura, ele acha o gato, volta com o gato, mas depois o gato volta por conta.

Os animaizinhos fazem parte de nossa família e são destino certo de grande parcela de nosso afeto. Afinal, eles estão sempre por perto, são carinhosos e muito parceiros.

Quando, entretanto, um de nossos bichinhos some é como se uma parte do nosso feito tivesse sido arrancada. Ficamos desesperados e fazemos de tudo para reencontrá-lo.

Abaixo, consta uma histórinha muito peculiar publicada pelo site Ovelhas Voadoras.

Segundo publicado, um senhor russo chamado Stanislav Zak perdeu o seu gatinho. Após inúmeras buscas ele o encontrou e, feliz, o trouxe para casa.

Mas, o que parecia o final feliz tornou-se quase uma aventura quando algo muito estranho aconteceu: o seu gatinho, dias depois, voltou para casa. Ou seja, ele tinha trazido para casa um gatinho que era igual ao seu, mas não era o seu. Eles eram idênticos.

A história teria sido publicada pelo própria Stanislav Zak em um grupo de amantes de gatos chamado Purrtacular. Veja abaixo o print:

contioutra.com - O gato some, o dono sai a procura, ele acha o gato, volta com o gato, mas depois o gato volta por conta.

Bom, se a história é verdadeira ou não ninguém sabe exatamente, mas que ela é, no mínimo uma fofura nós temos que concordar, né.

Agora Stanislav Zak tem amor em dobro!

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Alguns estão dizendo que como essa foto já foi publicada no Reddit, então a história é fake. Mas ela foi publicada há 13 dias, então ela pode ter sido publicada primeiro pelo homem, depois no Reddit. Ou pode ser fake, como apontaram. Fica o registro.

TEM GENTE QUE NÃO SABE AMAR.

TEM GENTE QUE NÃO SABE AMAR.

Diariamente recebemos uma enxurrada de mensagens, imagens, charges, vídeos, conteúdos infinitos de WhatsApp. Frente a eles, primeiro ficamos chocados. Em paralelo, somos testemunhas das reações de nossos amigos e conhecidos que ficam indignados e, até mesmo desesperados, com o teor do que é transmitido e, quase que imediatamente, replicado.

“Como é possível? Isso é inaceitável! “Ele” não se importa com a vida dos outros?” – estas são apenas algumas das frases que vociferamos ou, no mínimo, pensamos.

Nesse contexto vemos políticos usando doenças para se promoverem, ouvimos chefes de Estado ignorando fatos científicos, ou comprovadamente graves, posto que já foram vivenciados em outras partes do mundo. Ficamos boquiabertos com o negacionismo da Ciência em pleno ano de 2020. Deparamo-nos, ainda, com pessoas que conhecemos e que estão cegas e inacessíveis. Ouvimos saírem de suas bocas argumentos que não foram pensados por elas, apenas repetidos sem qualquer tipo de reflexão. Parece-nos até que essas pessoas, que julgávamos conhecer, se transformaram em réplicas ambulantes de ideias formuladas por mentes mal intencionadas. E ficamos sem entender. Tentamos, mas não entendemos.

O que acontece, todavia, é mais simples do que parece. A resposta é simples, difícil mesmo é nós nos conformarmos com ela.

TEM GENTE QUE NÃO SABE AMAR.

Pessoas que não sabem amar são muito mais comuns do que, à primeira vista, podemos imaginar. Mas elas passam a ser detectáveis quando passamos um tempo maior com elas ou mesmo quando as observamos com olhos um tantinho mais atentos. O fato é que a natureza original de cada um de nós sempre aparece; às vezes demoramos um pouco para perceber, mas ela aparece.

Não sabe amar aquele que é incapaz de se colocar no lugar do outro. Pode ser, inclusive, que a pessoa sequer perceba sua incapacidade. E, é bem provável, em verdade, que caso se desse conta de seu olhar autocentrado, tampouco se importasse com as consequências que seus atos podem acarretar à vida de terceiros.

Não sabe amar aquele que permanece focado apenas em seus próprios interesses, e talvez, até em suas próprias dores, mas que se torna indiferente às necessidades do entorno.

Entretanto, não se enganem. Embora essas pessoas não saibam amar, isso não significa que elas não sejam inteligentes e que, valendo-se do seu intelecto, elas não sejam capazes de mimetizar comportamentos sociais que seriam aqueles que a sociedade espera delas. Uns são mais espertos que outros e interpretam o papel politicamente correto, apenas para caber nas expectativas do outro e, com isso, ganharem sua confiança: fingem ser bons pais, bons cidadãos, bons filhos e filhas.

A verdade, entretanto, é que tudo não passa de uma bem arquitetada encenação. Basta um pouquinho a mais de convivência para percebermos que tudo aquilo que, à princípio parecia de verdade, era apenas mais uma tentativa de se enquadrar socialmente, mais uma aposta em um novo projeto – que, às vezes, somos nós mesmos, os manipulados emocionalmente. Quem não sabe amar reproduz ao longo da vida ciclos infinitos de fracassos, que culminam em uma vida sem valor afetivo e desprovida de humanidade.

Estamos falando de pessoas que, seja por trauma de infância, abandono, carência, abusos, de alguma forma não aprenderam a amar e, por isso, não são capazes de fazê-lo. Ou, em uma situação diametralmente oposta, são pessoas que nunca receberam limites; não sabem o valor de nada; não suportam qualquer tipo de frustração, por terem sido criados em redomas de proteção exagerada, o que também não deixa de ser um tipo de negligência amorosa.

Costumam ser pessoas com humores e estimas bastante frágeis, uma vez que foram criadas sem alicerces que permitissem entender realmente seus próprios sentimentos. Quem dirá o sentimento dos outros então?

Essa falta de bases, mais tarde, faz com que esses indivíduos tentem preencher um vazio imenso que carregam dentro de si com outras coisas: poder, dinheiro, conquistas; coisas, enfim. Na falta da inteligência emocional, usam como recurso a objetificação da vida e das relações, para não entrar em contato com o que poderiam vir a sentir.

Pessoas assim também costumam sentir atração por pessoas afetivas e mais estruturadas, em busca daquilo que não são capazes de conquistar. Mas depois, com o passar do tempo, é possível observar que o que parecia ser atração se transforma em inveja e ressentimento. Afinal, não dá para “encostar” no outro e roubar dele a sua humanidade. E aí, essas “almas desalmadas” e vazias, recorrem aos mecanismos primitivos que têm e passam a sentir ódio daqueles que possuem o que eles não são capazes de ter. Isso te lembra alguém?

E sabe o que eles fazem? Eles destroem, sabotam, tratam o outro e seus interesses com palavras pejorativas, retiram do outro o que poderia lhe causar alento. São, literalmente, perversos; mesmo que nem se deem conta disso. Afinal, não há amor, mas ainda assim existe um certo prazer em tirar do outro o que ele ama e valoriza.

Então, na possibilidade de se deparar com esse tipo de pessoas, sejam elas figuras públicas, pais, irmãos, namorados, vizinhos ou colegas de academia, convém conhecê-las melhor, antes de incluí-las em nosso convívio mais próximo. O tempo mostrará quem de fato são, uma vez que seu comportamento é sempre o mesmo, mudam apenas as vítimas.

E é por isso que temos de aprender a reconhecer esse tipo de gente. E compreender que não nos cabe a tarefa de ensiná-las a amar. Isso seria um erro porque, provavelmente, nossa missão não daria em nada. Reconhecer este comportamento abusivo nos dá a noção clara do seu vazio afetivo. Só assim é que conseguiremos nos afastar ou, se o afastamento não for possível, pelo menos nos defender melhor de todo o mal que elas podem nos fazer.

É, pessoal, tem gente que não sabe amar. Essa é a resposta para o caos em que vivemos. É simples, não é? Aceitemos que o estrago feito por pessoas sem capacidade de sentir empatia, muitas vezes nem é pessoal. O difícil ainda é lidar com isso, e sair inteiro.

Para se redimir por ter ajudado a destruir o ecossistema, ex-carvoeiro planta 187 milhões de árvores

Para se redimir por ter ajudado a destruir o ecossistema, ex-carvoeiro planta 187 milhões de árvores

A cordilheira dos Apalaches são um conjunto de montanhas localizadas na porção leste da América do Norte, com extensão aproximada de 2.400 km e altitude média de 1000 metros. Atualmente, a cordilheira é mais conhecida como “país do carvão”, devido à intensa e nociva prática de extração de minério no local. Mas os Montes Apalaches também possuem uma das florestas mais ricas e com maior biodiversidade do mundo.

Além das montanhas com populações ricas de mexilhões de água doce, a cordilheira ainda tem um corredor para aves migratórias e diversas espécies de salamandras. Ficam lá, dois dos maiores parques ecológicos dos Estados Unidos, o Shenandoah e o Great Smoky Mountains, ambos no território do Tenesse.

No entanto, a cordilheira também tem um sombrio histórico de décadas de práticas tóxicas de mineração de carvão, como remoção de montanhas, explosões e escavações de túneis, que causaram danos quase irreparáveis aos ecossistemas locais, deixando centenas de colinas áridas e carecas.

Essas situações marcaram a vida e a carreira de Patrick Angel, que trabalhou por anos como regulador na indústria do carvão. Em 2003, entretanto, ele resolveu pôr fim a esse ciclo e não só deixou o emprego como também passou a trabalhar para desfazer todo o mal que causou ao ecossistema.

Agora com 70 anos, Angel tornou-se criador de ovelhas, pai de cinco filhos e líder de uma intensa campanha para devolver o verde para o “país do carvão”. Criada pelo ex-carvoeiro no ano de 2002, a “Iniciativa Regional de Reflorestamento dos Apalaches” já foi responsável por plantar 187 milhões de árvores em mais de 275.000 acres de antigas minas de carvão.

Além disso, a iniciativa ainda oferece a mineradores desempregados a chance de se redimir com o meio ambiente pelos danos muitos danos ecológicos que eles ajudaram a causar.
Mas a missão de reflorestamento de Angel não foi nada fácil, afinal o plantio de árvores é muito menos lucrativo que a mineração – e igualmente trabalhoso.

“Por que alguém que já ganhou US $ 60.000 ou mesmo US $ 100.000 por ano se esforçaria ainda mais em um emprego que paga uma fração desse salário e sem segurança no emprego?” perguntou um morador do Kentucky, ex-contratado pelo programa de empregos criado pela iniciativa de Angel, o Green Forests Work .

Como as regulamentações de carvão da era Obama tornaram quase ilegal fechar uma mina sem reflorestar a área, o lento trabalho de reflorestamento continua sem a ajuda de grandes grupos ambientalistas ou grandes financiamentos.

Em vez disso, o trabalho está sendo continuado pelo suor da população das montanhas da Virgínia Ocidental e Kentucky, que entendem a beleza e a importância de suas florestas.

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Redação CONTI outra. Com informações de https://www.goodnewsnetwork.org/
Photo by Appalachian Regional Reforestation Initiative

Após a pandemia, os cinemas drive-in são a nova sensação! Um passatempo seguro.

Após a pandemia, os cinemas drive-in são a nova sensação! Um passatempo seguro.

Quando você pensa em cinemas drive-in ou “autocines”, o que geralmente acontece é que você viaja no tempo, aos filmes antigos típicos em que você assiste aquelas cenas românticas em cinemas com letreiros retrôs e carros coloridos. Nas décadas de 50 e 60 existiam milhares de autocines nos Estados Unidos, mas hoje existem apenas 305 em todo o país.

No entanto, a pandemia de coronavírus deu a esses negócios outra chance. Enquanto seus outros concorrentes, como teatros e cinemas tradicionais, foram fechados, devido ao COVID-19, os drive-in continuaram abertos, com um crescimento significativo nas vendas. O que lembra seus anos de auge e sucesso.

“As vendas da semana passada foram parecidas com o que costumamos ver em julho e agosto, quando as crianças não vão à escola. Foi um pouco louco aqui! (…) Com escolas e negócios fechados, temos muitas pessoas procurando algo para fazer, e o Rodeo Drive-In parecia se encaixar muito bem”, relata Jack Ondracek, proprietário do Rodeo Drive-In em Washington.

Obviamente, foi apenas nas primeiras semanas da quarentena que esses cinemas de veículos estavam abertos, mais tarde foi imposto o fechamento de todos os negócios não essenciais. E, apesar de muitos empresários que administram esse setor ficarem felizes por seus negócios terem a chance de permanecerem abertos, concordaram com o fechamento e com a priorização da saúde de todos.

Diferentes drive-in em todo o mundo viram um aumento nas vendas variando de 50% a 60%. E isso ocorre porque esse hobby é visto como seguro, porque as pessoas saem de casa juntas, andam juntas de carro e assistem ao filme juntas no veículo, sem entrar em contato com outras possíveis fontes de contágio.

Além disso, entre as medidas tomadas estavam o isolamento de todos os lugares do estacionamento, para que os carros pudessem ser acomodados a, pelo menos, três metros de distância. Há também a medida de aceitar apenas compras feitas on-line, para evitar os riscos de ter a bilheteria instalada. Não esquecendo que os pedidos de comida on-line foram permitidos e que os lanches eram entregues diretamente nos carros.

Com informações de UPSOCL

Comunidade de mulheres trans cria cantina comunitária para alimentar pessoas necessitadas durante pandemia

Comunidade de mulheres trans cria cantina comunitária para alimentar pessoas necessitadas durante pandemia

Membros da comunidade de mulheres transexuais e transgêneros da cidade de Toluca, no México, abriram uma cantina comunitária para oferecer alimento a pessoas em situação de vulnerabilidade diante da crise instaurada pela pandemia de COVID-19.

A ideia é apoiar a todos que precisam, mas principalmente os mais marginalizados, que são as pessoas em situação de rua e aqueles que vivem de profissões que não são bem aceitas pela sociedade.

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Tanya Vega, fundadora da comunidade Las Famosas de Toluca, explica que a cantina também é aberta a vítimas de violência, maiores de 50 anos ou qualquer pessoa que tenha perdido o emprego devido à contingência da saúde.

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Vega conta que a comunidade está coletando os alimentos para preparar as refeições que serão doadas nos semáforos das cidade de Toluca, Metepec e Lerma.
“As refeições serão doadas sem nenhum custo, porque sabemos que esses setores são muito vulneráveis”, afirmou ela.

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A ativista contou ainda que até agora a única ajuda que receberam é de associações civis e vizinhos que aderiram à campanha. A campanha busca obter apoio dos governos estadual e federal para expandir a ajuda da sala de jantar, mas até agora eles não receberam uma resposta.

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Redação CONTI outra. Com informações de Nation e elsoldetoluca

Sandra Bullock faz doação de 6 mil máscaras para profissionais de saúde em Los Angeles

Sandra Bullock faz doação de 6 mil máscaras para profissionais de saúde em Los Angeles
LONDON, ENGLAND - JUNE 13: Sandra Bullock attends the 'Ocean's 8' UK Premiere held at Cineworld Leicester Square on June 13, 2018 in London, England. (Photo by Mike Marsland/Mike Marsland/WireImage)

A atriz Sandra Bullock, estrela de inúmeras produções de sucesso no cinema, não arrasa somente nas telonas. Ela também faz bonito quando o assunto é solidariedade. A mais recente prova disso é que ela, seus dois filhos e seu namorado Bryan Randall fizeram a doação de 6 mil máscaras N95 para profissionais de saúde em Los Angeles.

A doação foi anunciada pelo namorado da atriz através de um post no seu perfil no Instagram. Na legenda, Bryan Randall disse: “As crianças queriam dar máscaras. 6 mil delas foram para os guerreiros nas linhas de frente no centro de LA. […]Obrigado, Olivia, do #adventistwhitememorial. Obrigado, Ricardo, do #childrenshospitallosangeles… O bilhete de Louis e Laila não poderia ter dito melhor”, escreveu, mostrando uma etiqueta de “Thank you” escrita pelas crianças.

Esta não é a primeira vez que atriz hollywoodiana se envolve em ações solidárias. Em 2011, Bullock doou US $ 1 milhão (cerca de R$ 1,6 milhão na época ) para a Cruz Vermelha americana com o intuito de ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami ocorridos no Japão naquele ano. Além disso, a protagonista de “Miss Simpatia” também chamou a atenção da imprensa ao doar cerca de R$ 15 mil a um senhor 86 anos que sofria com problemas financeiros. Além da doação, ela deixou uma mensagem encorajadora ao idoso: “Tudo vai ficar bem”.

A atriz está fazendo sua parte para ajudar os profissionais de saúde a receber equipamentos de proteção individual enquanto combatem a pandemia de coronavírus.

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Redação CONTI outra. Com informações de Revista Monet

HOJE A SEXTA-FEIRA FOI SANTA DENTRO DE MIM

HOJE A SEXTA-FEIRA FOI SANTA DENTRO DE MIM

Antes de mais nada preciso dizer que este texto é uma reflexão pessoal acerca deste dia, a sexta-feira-santa. Não tenho nenhuma pretensão de convencer quem quer que seja do que eu penso e, menos ainda, tenho intenção de desrespeitar qualquer crença.

Eu nasci em uma família católica. Minha avó materna, vovó Nenê, que morava conosco, era especialmente praticante: rezava o terço todos os dias, lia a Bíblia e praticava de verdade os ensinamentos de Jesus. Foi a Vovó Nenê que me ensinou a oração do anjo da guarda, o pai nosso, a ave maria, o salve rainha, o credo e mais um tanto de pequenas preces a serem ditas antes de dormir, ao acordar, antes de sair de casa… Íamos à missa todos os domingos. Fui batizada, fiz a primeira comunhão, não fui crismada e não sei exatamente o porquê. Por uma questão de não arranjar um mal estar com a minha família e com a família do pai dos meus filhos, que á época também era católica, casamos na igreja e batizamos nossos filhos, Pedro e Sofia. Pedro fez primeira comunhão porque quis. Sofia não fez porque não quis.

Quando eu tinha 14 anos, passei por acaso em frente à Federação Espírita de São Paulo e, movida pela curiosidade e pela beleza de um enorme quadro que ilustrava Jesus irradiando luz de suas mãos, entrei. Perguntei a um senhor que usava um crachá se ali era uma igreja. Ele me explicou que era uma casa de oração, cristã, mas não uma igreja. Eu perguntei por que ali não havia nenhuma cruz, já que era uma casa de oração cristã – e eu confesso que nunca gostei das cruzes; em especial daquelas com uma estátua de Jesus pregada nelas com os pés, mãos, joelhos e tórax vertendo sangue. O senhor me explicou que a doutrina que regia aquela casa de oração, preferia lembrar de Jesus vivo e, não, morto. Achei aquilo tão bonito que perguntei o que deveria fazer para começar a frequentar o lugar. O senhor me deu um folhetinho com os horários de atividades da casa.

Fui a uma reunião, onde leram uns trechos do Evangelho Segundo o Espiritismo, depois a gente podia receber um passe, se quisesse. Eu quis. Fiquei encantada com a simplicidade de tudo, a música suave ao fundo, a mansidão de todas as pessoas que ali trabalhavam, sempre sorrindo com os olhos. Nada de sermão, nada de pecado, nada de penitência, nada de Deus castiga. Deixei de ser católica e virei espírita. Comprei meu primeiro Evangelho Segundo o Espiritismo depois de mais ou menos um mês da minha primeira experiência ali; em uma semana já tinha lido inteiro; comprei o Livro dos Médiuns e O Livro dos Espíritos. Li os dois. Fiz o curso de Juventude Espírita e estudei as obras de Kardec. A descoberta do espiritismo mudou minha relação com o sagrado e com Deus. Alguns anos depois, há exatos 5 anos deixei de frequentar as casas espíritas porque tendo ido com mais frequência e começado a fazer parte dos trabalhos de uma delas, percebi que a maioria das pessoas tem um compromisso muito raso com a principal força da doutrina, que é a reforma íntima: algo como ter um comportamento crístico verdadeiro! Eu mesma, não me sentia capaz de tanto. Como exemplo posso citar a minha capacidade seletiva de perdoar; alguns eu consigo perdoar, outros, não. Ao mesmo tempo, comecei a perceber que havia muita contradição entre o que se professava e o que era evidenciado nos comportamentos. Aos poucos fui deixando de frequentar a casa espírita. Há exatos três anos perdi para o câncer, um menino doce e querido, que eu amava como filho. Nesse dia, algo dentro de mim se rompeu. Minha relação com a espiritualidade foi novamente ressignificada; eu simplesmente não creio na existência de uma divindade. Percebi que a minha crença estava mais pautada no medo e na ideia de recompensa do que em algo que fizesse sentido realmente, que transcendesse. Passei a refletir muito sobre expressões como “foi a vontade de deus”; “se deus quiser”; “deus dá, deus tira”; “está nas mãos de deus”; “é o castigo de deus”, e por aí vai…

Hoje, minha espiritualidade está alicerçada na minha experiência com o que não é tangível, principalmente o amor, a compaixão, a tolerância, a capacidade de sentir a dor do outro, o entendimento de que enquanto teimarmos em acreditar que “eu” é mais importante que “nós”, não haverá paz, equilíbrio ou equidade neste mundo.

Tento, todos os dias me conectar com a energia humana e de todos os seres vivos do planeta, procuro melhorar minhas intenções e meus pensamentos, livrei-me do hábito de reclamar (foi muito difícil, mas é libertador!), venho mudando meus hábitos de consumo, tenho sido incrivelmente mais feliz com menos, faço questão de ser grata, de pedir perdão quando não ajo corretamente e de mudar o comportamento que me fez pedir perdão.

Tenho procurado olhar para o outro além do que parece ser, tenho tentado não julgar (isso é terrivelmente difícil!!!), tenho vigiado meus pensamentos, para que aqueles que são ruins não cheguem a virar sentimentos e, assim, não se transformem em ação. Compreendi que ser manso não significa ser submisso ou alienado. E, sobretudo, tenho sido extremamente rígida comigo mesma para que eu honre com minhas atitudes tudo aquilo que eu propago como imagino ser um comportamento ético e moral.

De acordo com as religiões cristãs, hoje foi o dia em que Jesus foi torturado e morto, brutalmente. Eu tenho uma lembrança melancólica desse dia na infância, porque costumava passar na televisão a história da condenação, crucificação, morte e ressurreição de Jesus. Era para mim o filme mais violento do universo. O pior de tudo é que eu tenho absoluta certeza de que se alguém como Jesus nascesse hoje e tentasse dizer ao mundo tudo o que ele disse, há 100% de chance de que ele teria um final igualmente violento. Para começar, seria chamado de comunista, esquerdopata, maluco. Jesus era a pura encarnação da falta de preconceito; não rejeitava ninguém, não importa o tamanho do erro que tivesse cometido. Foi o homem mais incrível que já pisou nesse planeta, o mais doce, forte, corajoso, gentil e livre. Tenho profunda admiração pela mensagem de Jesus ao mundo. Ao contrário do deus da bíblia, que pune, testa a fé, premia ou castiga, Jesus é aquele que traz nas mãos a única cura possível: O AMOR.

Com absoluta certeza haverá quem diga: “Quanta contradição! Se diz ateia, mas acredita em Jesus?”. Explico: Jesus, para mim foi um menino nascido como cada um de nós, filho de Maria e de José, humilde, pobre, dotado de inteligência emocional inalcançável para qualquer um de nós. Para mim, Jesus é luz no fim do túnel, é minha esperança na bondade do ser humano, na nossa capacidade de transformar comportamentos egoísta.

Jesus, meu lindo, querido e muito amado amigo, onde quer que você esteja, saiba que dói em mim a dor que o fizeram padecer e que você pode sempre contar comigo, assim como eu conto com você, para lembrar de que sou tão falha e que tenho a cada segundo do dia a obrigação de tentar ser um cadinho melhor.

O silêncio em doses: uma forma de manipulação

O silêncio em doses: uma forma de manipulação

O silêncio em doses pode ser uma forma, como muitas outras, de agressão passiva. Ela se define como um controle calculado da comunicação na qual o silêncio desempenha um papel fundamental e tem como objetivo controlar e enfraquecer a outra pessoa ou a sua posição. Nem sempre se manipula através das palavras. A manipulação também ocorre por meio dos silêncios. Essa última estratégia é muito prejudicial por utilizar uma máscara mais camaleônica.

É chamada de silêncio em doses porque não é constante, como acontece quando alguém o ignora ou para de falar com você. Nesse tipo de manipulação, mistura-se o encontro com o desencontro, a expressão e a falta dela. Tudo isso acontece de maneira arbitrária. É o manipulador que decide o ritmo da comunicação na busca do seu interesse para quem o outro é apenas um instrumento.

Como o silêncio é uma forma de expressão que se mostra muito ambígua, o mais comum é que a vítima se sinta bastante confusa ou angustiada. Ela não sabe o que pensar e gasta muito tempo, além de energia emocional, tentando adivinhar o que cada silêncio quer dizer. Ela se sente insegura e hesita antes de dar qualquer passo. Muitas vezes, acaba pensando que é ela quem tem um problema, ou que não sabe interpretar ou dá uma importância exagerada aos silêncios.

Como o silêncio em doses se manifesta?

O silêncio em doses se manifesta de muitas maneiras. Uma bastante comum acontece quando o manipulador tenta fazer você falar primeiro sobre tudo. Não é uma cortesia. A pessoa deixa você falar para sondar sua vida, para obter informações sobre você e estudar a situação. Por outro lado, cuidado, nem todo mundo que deixa você falar primeiro está te manipulando. Para se caracterizar como manipulação, é preciso que esse comportamento seja frequente ou constante, intencionado, e que não seja correspondido. Essa pessoa vai falar pouco sobre si mesma ou o fará sendo evasiva.

Outra forma por meio da qual o silêncio em doses se apresenta é quando alguém quebra a comunicação subitamente e, em seguida, a retoma inesperadamente também. Quando ela para de responder ligações ou mensagens sem dar nenhuma explicação. Depois de um tempo, a pessoa aparece como se nada tivesse acontecido. E se você perguntar quais os motivos do distanciamento, a pessoa dirá que não aconteceu nada, que foi uma impressão equivocada sua.

Do mesmo modo, o silêncio em doses aparece quando se impõe uma espécie de censura sobre certos temas, sem explicação. Quando você tenta conversar sobre isso, a pessoa simplesmente foge do assunto ou se nega a dar detalhes. Isso, com certeza, se aplica a assuntos importantes para ambas as partes. O ruim não é uma pessoa não querer falar sobre alguma coisa em particular, mas o fato de ser sistemática e não dar nenhuma explicação sobre sua atitude, sabendo que esta afeta a outra pessoa.

Finalmente, outra forma bastante comum de silêncio em doses é não falar alguma coisa porque, supostamente, não saber seria melhor para o outro. Essa estratégia se aplica a assuntos que dizem respeito exatamente a esse alguém de quem se está ocultando a informação.


A palavra é poder e o silêncio também

O que distingue um silêncio manipulador de um silêncio espontâneo é o propósito. Quem recorre a essa estratégia de se esconder na ausência de palavras a utiliza com o objetivo de controlar o outro. A pessoa sabe que provoca uma incerteza, que projeta insegurança, e é exatamente isso que ela busca. Ao se esconder no silêncio, a pessoa deixa o outro sem ferramentas para agir em igualdade de condições.

Não se deve confundir o silêncio manipulador com a timidez. Nem todo mundo tem facilidade para se comunicar espontaneamente. Há pessoas que precisam de tempo e compreensão para expressar o que pensam e sentem. Elas não falam por causa da timidez ou falta de confiança. No entanto, seu objetivo não é controlar as outras pessoas, mas se proteger.

O silêncio em doses se diferencia pelo efeito que provoca na outra pessoa. É alternado com uma comunicação aparentemente “normal”. É uma ausência de palavras que dá a sensação de estar escondendo alguma coisa. Como é sutil, essa estratégia dificilmente pode ser confrontada, sob pena de quem a confronta ser acusado de paranoico ou fantasioso. Contudo, por mais sutil que seja, provoca muito dano em um relacionamento e, especialmente, na pessoa que é objeto dessa prática.

Esse tipo de silêncio pode ser extremamente agressivo principalmente porque mergulha a comunicação em um terreno lamacento. Os mal-entendidos e as suposições viram rotineiros. E o abuso como tal dificilmente aparece claramente, exceto por seus efeitos. Se o outro, depois de você ter mostrado sua atitude, não parar de usar essa prática tão tóxica, não resta outra saída senão uma negação direta e explícita, além, é claro, do afastamento.

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__Texto publicado originalmente em A Mente É Maravilhosa

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