Após a pandemia, os cinemas drive-in são a nova sensação! Um passatempo seguro.

Foi nos anos 50 e 60 que esses cinemas ao ar livre alcançaram sua popularidade máxima e hoje, por conta dessa pandemia, eles estão recuperando seus melhores momentos.

Ana Carolina Conti Cenciani

Quando você pensa em cinemas drive-in ou “autocines”, o que geralmente acontece é que você viaja no tempo, aos filmes antigos típicos em que você assiste aquelas cenas românticas em cinemas com letreiros retrôs e carros coloridos. Nas décadas de 50 e 60 existiam milhares de autocines nos Estados Unidos, mas hoje existem apenas 305 em todo o país.

No entanto, a pandemia de coronavírus deu a esses negócios outra chance. Enquanto seus outros concorrentes, como teatros e cinemas tradicionais, foram fechados, devido ao COVID-19, os drive-in continuaram abertos, com um crescimento significativo nas vendas. O que lembra seus anos de auge e sucesso.

“As vendas da semana passada foram parecidas com o que costumamos ver em julho e agosto, quando as crianças não vão à escola. Foi um pouco louco aqui! (…) Com escolas e negócios fechados, temos muitas pessoas procurando algo para fazer, e o Rodeo Drive-In parecia se encaixar muito bem”, relata Jack Ondracek, proprietário do Rodeo Drive-In em Washington.

Obviamente, foi apenas nas primeiras semanas da quarentena que esses cinemas de veículos estavam abertos, mais tarde foi imposto o fechamento de todos os negócios não essenciais. E, apesar de muitos empresários que administram esse setor ficarem felizes por seus negócios terem a chance de permanecerem abertos, concordaram com o fechamento e com a priorização da saúde de todos.

Diferentes drive-in em todo o mundo viram um aumento nas vendas variando de 50% a 60%. E isso ocorre porque esse hobby é visto como seguro, porque as pessoas saem de casa juntas, andam juntas de carro e assistem ao filme juntas no veículo, sem entrar em contato com outras possíveis fontes de contágio.

Além disso, entre as medidas tomadas estavam o isolamento de todos os lugares do estacionamento, para que os carros pudessem ser acomodados a, pelo menos, três metros de distância. Há também a medida de aceitar apenas compras feitas on-line, para evitar os riscos de ter a bilheteria instalada. Não esquecendo que os pedidos de comida on-line foram permitidos e que os lanches eram entregues diretamente nos carros.

Com informações de UPSOCL

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Ana Carolina Conti Cenciani
Ana, 19 anos, estudante de Artes Visuais na UNESP de Bauru. Trago aqui notícias que são boas de se ler.