O inverno tem sido bastante rogoroso nos últimos dias, e com isso, quem mais sofre são aqueles que, por quaisquer circunstâncias, vivem em situação de rua e ficam expostos às baixas temperaturas.
Nesta situação encontram-se muitas pessoas e também muitos animais que vagam pelas ruas dos grandes centros urbanos à procura de um abrigo nestes dias mais frios.
Um triste exemplo disso é um caso de um cachorro sem raça definida quefoi abandonado na cidade de Praia Grande (SP). O animal comoveu a web ao ser filmado lamentando o abandono com uivos de sofrimento.
O cão foi abandonado no sábado (24), na avenida Castelo Branco, bairro Vila Tupi, em frente a uma famosa imobiliária da cidade. Após o abandono, o animal passou a noite inteira no mesmo local no qual o deixaram, uivando e lamentando a falta de seus donos.
Uma protetora de animais local se sensibilizou com a causa, e resgatou o animal para um lar temporário. Ela segue na intenção de doá-lo para alguém que o ame de verdade. O cachorro é castrado e aparenta boa saúde.
Faleceu nesta terça-feira (27), aos 101 anos, o ator e dublador Orlando Drummond, que ficou bastante conhecido por interpretar o Seu Peru na “Escolinha do Professor Raimundo” e por dar voz a inúmeros personagens animados inesquecíveis, como o cão Scooby-Doo, o marinheiro Popeye, o vilão Vingador, de Caverna do Dragão; e o carismático alienígena Alf, o ETeimoso.
O ator faleceu em sua casa no Rio de Janeiro, em decorrência de falência múltipla dos órgãos, informou a Rede Globo. De abril a junho deste ano, o ator esteve internado no hospital Quinta D’Or, na zona norte do Rio de Janeiro, para tratar um quadro grave de infecção urinária.
A jornalista Marina Andrade, sobrinha-neta do ator, lamentou a perda do familiar. “Valeu cada segundo, da minha infância ao último papo nos 100 anos. Tio Orlando forjou o meu humor. Descansa depois de muita luta. Mandem muito amor para Glória, minha tia-avó e esposa de Drummond, filhos Orlandinho e Lenita e os tantos netos e bisnetos”, disse no Twitter.
Em junho, Orlando Drummond foi homenageado pelos netos nas redes sociais para celebrar o Dia do Dublador. Com fotos ao lado do ator, eles compartilharam declarações à carreira e a Orlando.
“Quem vê de fora até pensa que o Dia do Dublador é quase um Natal aqui em casa, né? A gente não chega a tanto, mas é sempre um momento bacana para homenagear meu avô, meus irmãos, Alexandre e Eduardo Drummond, e meus colegas profissionais”, escreveu Felipe Drummond.
Em maio, o neto afirmou que a saúde do dublador era de “altos e baixos’ pela idade dele. “Muita gente perguntando sobre o vovô. É um processo de altos e baixos. O vovô já tem mais de 100 anos.
Obrigado pelo carinho de todos vocês”, agradeceu Felipe, na ocasião.
Orlando Drummond deixa a esposa, Glória Drummond, com quem era casado desde 1951, 2 filhos, 5 netos e 3 bisnetos.
Aos 91 anos, na manhã desta terça-feira (27), o filósofo José Arthur Giannotti faleceu em São Paulo, a causa da morte não foi divulgada.
José Arthur Giannotti era professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), e era conhecido como um dos maiores nomes da filosofia brasileira.
Giannotti se dedicou ao estudo de autores como Karl Marx, Martin Heidegger e Ludwig Wittgenstein.
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
O filósofo escreveu uma série de livros, estando entre eles “Origens da dialética do trabalho: estudo sobre a lógica do jovem Marx”, tese de livre-docência defendida em 1966 e publicada em 1985; e “Trabalho e reflexão: ensaios para uma dialética da sociabilidade”, de 1983.
Ainda no ano passado aos seus 90 anos, lançou “Heidegger/Wittgenstein: confrontos”. Em entrevista à revista Época, ele disse que se tratava de seu “melhor livro”. A obra investiga o pensamento do alemão Martin Heidegger (1889-1976) e do austríaco Ludwig Wittgenstein (1889-1951).
Foto: Reprodução/Cebrap/Youtube
O Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) confirmou a morte do estudioso e publicou um comunicado oficial lamentando o falecimento do filósofo.
“É com imensa tristeza que o Cebrap recebe a notícia do falecimento de um de seus fundadores, o prof. José Arthur Giannotti. Aos familiares e amigos que tiveram o privilégio de conviver com Giannotti, um dos maiores intelectuais brasileiros, nossas sinceras condolências”, dizia a nota.
Na manhã do último dia 21, trabalhadores encontraram um cachorro preso em um buraco num canteiro de obras no bairro Morada do Verde, em Batatais, cidade com pouco mais de 60 mil habitantes na região metropolitana de Ribeirão Preto (SP). O animal tinha caído no buraco em pé, mas ficou com as quatro patas enterradas, o que o impediu de sair. (Vídeo ao final da matéria)
O cachorro, sem raça definida e de aproximadamente três anos, gania e uivava muito, o que felizmente chamou a atenção dos trabalhadores, que tentaram retirar o cachorro com cordas, mas a terra que prendia as patas do animal estava muito compactada.
Os operários então acionaram uma equipe dos bombeiros civis da cidade, que fizeram o resgate do animal usando uma retroescavadeira emprestada da prefeitura do município.
O animal foi resgatado sem ferimentos visíveis e encaminhado para a ONG Novo Caminho. É provável que ele tenha sofrido algum tipo de traumatismo na coluna vertebral, mas o desconforto observado também pode ser devido ao frio intenso da madrugada.
Os bombeiros relataram que o cachorro estava com dificuldade para movimentar as patas traseiras no momento do resgate. Por isso, ele está sendo observado por voluntários e profissionais do abrigo.
Segundo Silvia Faraco, médica veterinária da ONG, o cachorro estava com sinais de dor na coluna no momento em que foi admitido, provocada provavelmente por causa da posição em que ficou enquanto estava preso no buraco. Ele está sendo medicado com analgésicos.
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Redação Conti Outra, com informações de Cães Online.
Fotos: Bombeiros Civis Voluntários Batatais SP.
Em uma entrevista coletiva neste domingo (25), o neurocirurgião Daniel França, marido da deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), expôs seu ponto de vista em relação ao possível atentado sofrido pela parlamentar.
O neurocirurgião negou a possibilidade de que ele tenha qualquer relação com a violência contra a deputada. “Eu jamais agredi ninguém, eu não tenho motivo pra fazer isso, eu jamais faria isso”, afirmou.
França ainda explicou o motivo pelo qual não percebeu nenhum barulho na noite do dia 17 de julho, um domingo. “Eu ronco muito e por essa razão eu durmo em outro cômodo. Eu não ouvi nada, estava em outro quarto que não é colado.”
Joice diz que não se lembra o que ocorreu naquela noite e não descarta nenhuma possibilidade, inclusive a de ter sido vítima de um acidente, mas considera “ridícula” a hipótese de ter sofrido uma agressão do marido. “Ele é um lorde. Mais fácil ele tomar uma sova minha do que ele levantar a mão para mim”, disse a parlamentar.
Na madrugada do domingo (17), Joice Hasselmann afirmou ter tomado um remédio para dormir – Stilnox, medicação que diz estar acostumada a usar. Seu marido, segundo ela, também costuma tomar uma medicação para insônia.
O médico acredita que não houve briga no local. “Não há nenhum sinal de luta corporal. Ou ela caiu ou teve a consciência retirada e foi agredida.”
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Redação Conti Outra, com informações de R7.
Fotos: Reprodução.
No ano de 2011, num sábado dia 23 de julho, Amy Winehouse morreu aos seus 27 anos, após não conseguir superar sua dependência de álcool e outras drogas ilícitas. Amy foi uma artista única, que transformou o mundo musical.
Agora em 2021, após 10 anos de sua morte, Janis Winehouse-Collins, a mãe de Amy, lançou um novo documentário sobre a vida da estrela. A produção conta com imagens exclusivas, nunca antes publicadas e entrevistas com amigos e familiares mais próximos da cantora.
Reclaiming Amy (“Recuperando Amy”, em tradução literal) é um documentário que busca mostrar diferentes lados da artista, além de relatos dos pais, que sofreram com o tratamento da imprensa durante os momentos de crise de Amy Winehouse.
Mitch e Janis, pais de Amy Winehouse, falaram com a BBC no Jazz Café, em Londres, onde a cantora se apresentou — Foto: BBC
“O que estamos tentando conseguir é uma imagem mais completa de Amy”, explica Mitch Winehouse, o pai da cantora. Para isso, o filme mostra imagens e depoimentos inéditos da artista.
Amy Winehouse alcançou rapidamente a fama — Foto: BBC
Amy Winehouse alcançou o auge de sua carreira após seu segundo álbum, chamado ‘Back to Black’ (2006). O álbum recebeu inúmeros prêmios, incluindo cinco Grammy’s, cerimônia a qual Amy não pôde comparecer porque os Estados Unidos não permitiram sua entrada devido ao seu histórico de uso de drogas.
O tão aclamado álbum, além de mostrar impecavelmente todo o talento da artista, também reflete seus problemas pessoais. Na canção ‘Rehab’, por exemplo, ela aponta uma relutância em ir a um centro de reabilitação.
Amy, como muitos outros artistas da época, foi alvo cobiçado pelos paparazzi e a imprensa não a deixava em paz, documentando e expondo seus excessos em bares e palcos.
“Eles a chamavam de bêbada, de drogada, viciada em drogas”, contou Mitch à BBC, observando que isso era normal há 10 ou 12 anos. “Não acho que eles poderiam se safar hoje. Acho que há mais compreensão com as questões de saúde mental agora do que antes.”, explicou.
Mitch afirma que a imprensa ainda critica a maneira como ele conduziu a vida profissional e pessoal de Amy — Foto: PA Media via BBC
O filme conta também com entrevistas com amigas próximas de Amy, que contaram uma série de detalhes sobre a vida da artista. Catriona Gourlay, uma das entrevistadas, revela pela primeira vez que ela e Amy tiveram um relacionamento romântico.
Outra entrevistada, Naomi Parry, contou que Amy queria ser mãe, fato que é confirmado por uma sequência da cantora no documentário onde ela timidamente menciona: “Em 10 anos, eu gostaria de ter um casal de filhos”.
O documentário não deixa de lado os momentos sombrios da cantora, mas tanto Mitch quanto Janis tentam explicar as dificuldades que uma família pode enfrentar quando um ente querido sofre com a doença do alcoolismo e da toxicomania.
“Erros foram cometidos quando Amy estava doente”, diz Janis “Só em retrospecto agora percebo o quão pouco entendíamos a situação.”
Já Mitch compartilha uma opinião diferente: “Não existe uma maneira boa ou ruim de lidar com isso (o vício)”, diz ele, acrescentando que as únicas pessoas que conseguem entender isso são aquelas que lidam com o problema na família.
“Como uma família, quebramos nossas cabeças, quantas vezes tivemos intervenções familiares? Perdi a conta. Quantas vezes eu a levei para a reabilitação e ela foi embora no dia seguinte?”, completou.
Janis e Mitch mencionam que todo dia 23 de julho, familiares e amigos se reúnem no cemitério e fazem um almoço em comemoração a Amy.
“Nos primeiros 10 minutos começamos a chorar e depois disso acabamos explodindo de rir de uma nova anedota de Amy”, contou Mitch.
Janis comenta a fala de Mitch, rindo da situação: “Minha piada é: ‘Agora eu sei onde ela está'”.
As estações chuvosas e quentes estão se tornando cada vez mais irregulares. O aquecimento global enlouqueceu o clima e levou a secas severas em muitas partes do globo. Em Dubai, um dos Emirados Árabes Unidos, os verões costumam ser longos e muito quentes, mas também áridos e nublados. Já os invernos são bastante secos, com pouca chuva, o que pode, sem dúvida, ser um problema.
Agora, para combater as altas temperaturas, de até 50ºC, eles “semearam” suas nuvens e fizeram chover artificialmente. A iniciativa têm sido alvo de lgumas críticas, dizem inclusive que os rensponsáveis estão “brincando de Deus”.
Apesar de ser uma medida de combate às temperaturas extremas, tem gerado muitas críticas. Especialmente porque o clima é geralmente associado a um assunto “divino”.
“Verdadeiramente os ricos do mundo…” escreveu um usuário da Internet.
Conforme noticiado pelo Khaleej Times , há chuvas geradas em diversos locais, além da previsão para os próximos dias.
Para combater esse clima desfavorável, para a agricultura e outras áreas, eles têm usado a tecnologia.
As autoridades dos Emirados Árabes Unidos financiaram um projeto de “semear” nuvens por meio de drones. Foram gastos mais de 10 milhões de euros para desenvolver nove projetos diferentes, todos no âmbito de combate à falta de chuva.
A nova medida foi liderada e executada pela Universidade de Reading, que está por trás da criação dos drones.
Este sistema atua atacando as nuvens com cargas elétricas, carregando-as com gotículas de água e tornando-as mais propensas a cair e permanecer devido ao seu tamanho.
“Estamos tentando fazer com que as gotículas dentro das nuvens sejam grandes o suficiente para que, quando caiam da nuvem, sobrevivam à superfície.”, explicou Keri Nicoll, pesquisadora do projeto.
Não utiliza produtos químicos ou outros poluentes, por isso a medida ganhou adeptos. Da mesma forma, tem gerado críticas, por “brincar de Deus”.
Hoje, Dubai experimenta temperaturas em torno de 41ºC, sem uma gota de chuva. No entanto, veio a chuva repentina e os especialistas em meteorologia a associaram à formação de nuvens.
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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Foto: Reprodução.
Madri pretende combater a ilha de calor de sua cidade envolvendo-a com um mar de verde. O projeto de floresta urbana envolverá o plantio de quase meio milhão de árvores em um perímetro de 75 km ao redor da cidade. Quando as árvores atingirem a maturidade, devem absorver cerca de 175.000 toneladas de CO2 por ano.
Pinheiro negro, faia, zimbro espanhol e várias espécies de carvalho podem ser encontrados no meio árido da Espanha, onde fica a capital espanhola, e são essas árvores nativas que requerem pouca água ou condições de solo especializadas que irão constituir a nova floresta.
“O que queremos fazer é melhorar a qualidade do ar em toda a cidade, combater o efeito ‘ilha de calor’ que está acontecendo dentro da cidade, absorver as emissões de gases de efeito estufa geradas pela cidade e conectar todas as massas florestais existentes que já existem na cidade ”, disse Mariano Fuentes ao Euronews .
Como conselheiro do meio ambiente e desenvolvimento urbano de Madrid, Fuentes explicou que, para as cidades que expelem três quartos de todo o CO2 causado pelo homem, que tendem a absorver muito mais calor e ar pobre do que o campo circundante, métodos de combate às alterações climáticas e à degradação ambiental geral precisa ser variado.
“Tem que ser uma estratégia global”, acrescentou Fuentes. “Não se trata apenas de carros, mas também de uma estratégia de pedestres, a criação de corredores ambientais em todos os bairros … e acima de tudo … para envolver os cidadãos nesta nova cultura verde, é essencial para cada cidade enfrentar o futuro próximo da melhor maneira condições.”
Especialistas garantiram aos repórteres que “não é um parque”, mas certamente para os madrilenos amantes da natureza, será um lugar de descanso, sombra e habitat de pássaros que trabalhará dia e noite para absorver o excesso de calor e limpar o ar do megafone europeu -cidade.
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Redação Conti Outra, com informações de Good News Network.
Foto destacada: Gran Via em Madrid de Felipe Gabaldón, licença CC.
Ao contrário de muitos de seres humanos, quando os gansos escolhem um parceiro, é para a vida toda. Um bom exemplo disso é o caso de um ganso canadense chamado Arnold, que se feriu e acabou no hospital. Quando se deu conta do sumiço dele, sua companheira marchou até a soleira, exigindo direitos de visitação.
O par de gansos selvagens são residentes de longa data em uma lagoa perto do Cape Wildlife Center (CWC) em Barnstable, Massachusetts.
Embora bem conhecidos da tripulação da instalação, os habitantes das aves geralmente recusam a interação humana, preferindo ficar em sua própria companhia. Quando a tripulação percebeu que Arnold estava mancando e ferido, eles intervieram.
Depois de uma perseguição literal que acabou em sua captura, um exame revelou que o ganso ferido tinha duas fraturas expostas em um de seus pés, provavelmente causadas por um predador subaquático. Com a teia e a pele removidas, deixando os ossos expostos, uma operação para reparar o dano era necessária.
No dia seguinte, enquanto preparavam Arnold para a cirurgia, os membros da equipe ouviram uma batida leve e inexplicável na porta.
“Viramos para ver que seu companheiro tinha cambaleado até a varanda e estava tentando invadir nossa clínica”, postou Cape Wildlife Centre em sua página no Facebook . “Ela o localizou de alguma forma e estava agitada por não poder entrar.”
Depois de rastreá-lo, a robusta esposa de Arnold ficou de guarda durante todo o procedimento, recusando-se a sair de seu ponto de vista próximo às portas.
No pós-operatório, após o procedimento bem-sucedido, Arnold foi colocado bem perto de sua esposa agradecida. A ordem natural foi logo restaurada quando ela rapidamente se acomodou para atender às necessidades de seu marido ainda vacilante.
“Seu companheiro imediatamente se acalmou e começou a tratá-lo pela porta”, escreveu CWC. “Ambos pareciam muito mais à vontade na presença um do outro.”
Embora leve algumas semanas para que Arnold se recupere, espera-se que ele se recupere totalmente. Quando ele for considerado bom, a equipe o levará de volta à selva, e então ele e sua companheira podem voltar ao trabalho de viver suas buzinas felizes para sempre.
A sociedade está aos poucos questionando vários dos estereótipos com os quais passamos muito tempo convivendo, especialmente em relação à pressão estética sobre as mulheres. Em vez de tentarem à tudo custo retardar os sinais da idade para parecerem mais jovens, muitas mulheres já começam a enxergar a beleza possível em cada idade.
Um bom exemplo disso é a atriz hollywoodiana Andie MacDowell, que recentemente atraiu todos os olhares no Festival de Cannes ao surgir belíssima exibindo seus cabelos grisalhos.
Aos 63 anos, a atriz que nos conquistou ao fazer par com Hugh Grant em Quatro Casamentos e um Funeral, de 1994, “libertou” seus cabelos grisalhos, e com isso teve que enfrentar as próprias inseguranças, como relatou na última edição da revista Vogue.
“Aos 40 anos, meu cabelo grisalho começou a crescer e cada vez que meus filhos me viam, eles me garantiam que eu estava linda. Amarrava o cabelo com um laço e parecia duas latas de sal e pimenta, preto e prata. Gosto de me comparar a George Clooney porque, por que não? Há muito tempo penso que já era hora de eu, pessoalmente, fazer essa transição, porque senti que era condizente para minha personalidade e com quem eu sou. Durante o confinamento, tive muito tempo livre e fiquei obcecada por Jack Martin, que penteava o cabelo de Jane Fonda. Eu compartilhei aquelas fotos de Jane com muitas pessoas e pensei, ‘Ei, eu quero fazer isso.’
Porém, para a atriz não foi tão fácil e antes de tomar a decisão, ela buscou várias referências de mulheres de cabelos grisalhos para se inspirar. Apesar de não encontrar muitas celebridades com esse estilo, ela foi guiada por várias mulheres nas redes sociais que empoderaram outras com seus cabelos grisalhos.
“Eu estava olhando para mulheres reais que estavam mudando para cabelos grisalhos, assim como mulheres mais jovens na casa dos cinquenta anos que estavam indo naturalmente. Dava para ver o antes e o depois e gosto do depois”, disse a atriz sobre esse processo.
Porém, uma vez tomada a decisão, se deparou com opiniões que se opunham, de certa forma, ao que ela procurava. Por exemplo, seu empresário avisou que “não era a hora” , mas Andie não cedeu e disse “Acho que você está errado, serei mais poderosa se aceitar onde estou agora”.
Seu cabelo grisalho é poderoso!
“Acho que a idade do meu rosto não combinava mais com o meu cabelo. De alguma forma, eu sinto que pareço mais jovem agora porque pareço mais natural. Não é como se eu estivesse tentando esconder algo. Acho que é um movimento, uma demonstração de poder, e era isso que dizia aos meus assessores. É exatamente o que preciso fazer agora”, concluiu para a Vogue.
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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Getty Images
Estamos vivendo em uma sociedade que já não conhece mais os seus valores. Hoje colocamos o “ter” antes do “ser”, de modo que muitos conduzem suas vidas mirando o único objetivo de acumular bens materiais, como se nisso consistisse a fórmula da felicidade.
E nessa engrenagem que não pára nunca, dedicamos cada vez mais tempo para o trabalho, e acabamos nos esquecendo de algo muito simpples: a felicidade é feita de momentos, portanto é preciso viver com intensidade cada experiência prazerosa. E se engana quem pensa que só é possível encontrar essa alegria genuína em viagens, passeios caros ou qualquer outra experiência que o dinheiro pode comprar. Às vezes um simples passeio no parque com os amigos mais queridos já é o suficiente para plantar um sorriso no seu rosto.
Se você precisa de um lembrete disso, basta dar uma olhada neste lindo cachorrinho. Um homem chamado Steven Ortiz estava nas ruas quando viu algo que o comoveu.
Chovia muito forte e quase todos ali presentes procuravam apenas um teto para se abrigar. A excessão era um cão boxeador que saiu correndo pelas ruas para curtir o que mais gosta no mundo: a água da chuva.
“Se todos os humanos tivessem essa inocência, o mundo seria outro”, comentou um usuário nas redes sociais.
O cão pulava de um lado para outro e parecia extremamente feliz. É evidente que se deliciava ao desfrutar da água que caía sobre ele. E a diversão ficou maior ainda quando ele se pôs debaixo de uma queda d’agua para tomar uma ducha bem forte.
O cachorrinho boxeador estava tentando morder o ar como se fosse pegar a água. O vídeo dura apenas 36 segundos, mas foi o suficiente para lembrar como é lindo tocar na chuva, algo que muitos de nós podemos esquecer com o passar dos anos.
Steven decidiu compartilhar o vídeo nas redes sociais junto com uma reflexão sobre como os animais são especiais e o quanto eles merecem receber amor e bom tratamento.
“E pensar que ainda são tratados como se não tivessem sentimentos. Eles são seres puramente emocionais, ainda mais do que nós”, disse Steven.
Não demorou muito para que sua postagem viralizasse e muitos agradecessem a ela por capturar aquele lindo momento. Ao brincar na chuva, a alegria daquele cachorrinho é uma verdadeira fonte de inspiração. Em tempos tão difíceis, devemos sempre dedicar alguns segundos para apreciar os pequenos milagres da vida.
Ai Weiwei, de 63 anos, é um artista e dissidente chinês que criou uma reprodução de uma árvore tropical brasileira de 32 metros. O artista construiu a obra na Cidade do Porto, em Portugal, e a inaugurou nesta quinta-feira (22).
Weiwei contou que espera que sua obra de arte gere conscientização sobre as consequências devastadoras do desmatamento.
Foto: REUTERS/Violeta Santos Moura
O artesão esteve no Brasil há quatro anos, e passou a investigar as ameaças pelas quais as florestas passam. Sua curiosidade sobre o assunto aflorou-se quando ele se deparou com um pequi-vinagreiro, árvore ancestral ameaçada do gênero Caryocar, em Trancoso, na Bahia.
A curiosidade de Ai fez com que ele tivesse uma ideia: ele queria reproduzir aquela árvore de 32 metros de altura. Com suas medidas exatas, mas, em ferro.
Foto: REUTERS/Violeta Santos Moura
Assim, uma equipe moldou o espécime usando andaimes e enviou o molde à China. Lá, o molde foi fundido e enviado a Portugal, onde Ai vive atualmente. Depois disso, a obra foi montada e exibida pela primeira vez.
“As pessoas devem olhar para esses trabalhos e pensar no que podemos perder no futuro”, disse o artista. “É um alerta do que perderemos se não agirmos”, completou.
Foto: REUTERS/Violeta Santos Moura
O desmatamento da Amazônia brasileira vem crescendo a cada dia e a obra de Weiwei possui um significado importante, que nos faz refletir o caminho que estamos tomando.
“O Brasil tem uma política clara que sacrifica seus melhores recursos: sua floresta tropical, sua natureza”, disse Ai Weiwei. “E não são apenas os melhores recursos do Brasil… são os melhores recursos do planeta”, finalizou.
Embora as avós sejam um importante referencial de afeto para muitos de nós, não é dever delas cuidar dos netos. Entretanto, nem todos entendem isso. Muitos acham que, por estarem em casa, as avós não têm nada melhor para fazer do que assumir os cuidados dos netinhos.
Às vezes isso causa problemas dentro da família, pois enquanto algumas avós toleram ter que trabalhar como cuidadoras depois de já terem criado seus filhos, outras simplesmente deixam claro que não é seu dever, por mais que amem os netos.
É o caso de Josefa Feitosa, mais conhecida como “Jô”, que é uma avó diferente das outras. Ela trabalhou por muito tempo no sistema prisional brasileiro e quando finalmente se aposentou, tudo que ela não queria era ter que criar mais filhos.
Naquela época, ela tinha seus três filhos e um neto, de quem eles pediram que ela cuidasse ocasionalmente, então a certa altura ela disse não e decidiu deixar sua casa para trás. Ele vendeu todos os seus bens, casa, móveis e roupas, para fazer o que sempre quis.
Ele começou a viajar, primeiro por algumas regiões do Brasil e depois rompeu as fronteiras e saiu explorando o mundo.
À princípio, uma de suas filhas, Lilith Feitosa, estranhou a atitude da mãe, pois achava que eram os filhos que deveriam sair para explorar o mundo. Mas com o tempo, ela foi entendendo que sua mãe não era como as outras, ela queria sair e explorar e embarcar nessa grande aventura.
Josefa disse ao G1 que é uma mãe orgulhosa e dedicada, mas garante que as avós não são feitas para cuidar dos netos. Ela considera que nem sempre a casa da avó deve ter as portas abertas para os filhos e netos, pois elas também merecem privacidade.
Por isso, prefere conhecer o mundo, se encher de experiências enriquecedoras. É assim que, através do Instagram, ela compartilha todas as suas aventuras, tendo a intenção de se tornar uma fonte de inspiração para os idosos que têm medo de viajar. Ela costuma ser mochileira em muitas ocasiões, não se trata de luxos, porém, cada experiência parece enriquecedora.
Ela trabalhou por anos e criou sua família com muito amor, então ela quer poder aproveitar sua velhice vivendo belas experiências.
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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Instagram / joviajando
Essa gata foi extremamente esperta e companheira de sua humana quando um incêndio começou em sua casa. A felina, chamada Lyosha viu o fogo começar e tentou acordar sua dona, Dina Nikolayevna de 79 anos, coçando suas bochechas usando suas patas.
Dina não despertou apenas com as patinhas, então Lyosha teve que tomar medidas drásticas. Assim, a bichana mordeu o pescoço da humana e começou a miar o mais alto que podia.
Foto: Reprodução Instagram
A técnica deu certo e Dina despertou, até que viu o que estava acontecendo. A senhora imediatamente pediu ajuda aos vizinhos, que chamaram o corpo de bombeiros local.
Quando chegaram, os bombeiros conseguiram apagar as chamas rapidamente, em seu apartamento na idade de Chelyabinsk, na Rússia.
Foto: Reprodução Instagram
Os profissionais, entretanto, acreditam que Dina provavelmente morreria de envenenamento por monóxido de carbono. Felizmente, ela tinha Lyosha para alarmá-la sobre o perigo.
Foto: Reprodução Instagram
O incêndio provavelmente foi provocado por um curto-circuito e destruiu quase totalmente o apartamento da mulher. A gatinha ficou coberta de cinzas e sujeira, mas sem nenhum arranhão!
Foto: Reprodução Instagram
Mas, essa não foi a única situação de companheirismo entre essas duas. A Sra. Nikolayevna está com problemas auditivos e não escuta quando seu telefone começa a tocar. Sabendo disso, a gatinha pula ao redor do dispositivo até que ela o atenda.
Dina também contou que quando a peluda pula no corredor, significa que alguém está na porta e a vovó precisa olhar pelo olho mágico. Elas são a dupla perfeita!