Leopardo que parecia extinto desde os anos 80 é visto novamente em Taiwan

Leopardo que parecia extinto desde os anos 80 é visto novamente em Taiwan

A natureza, como a força vital que é, nunca se cansa de tentar reestabelecer seu equilíbrio, mesmo que as ações nocivas do homem insistam em dificultar as coisas. Um dos mais recentes “milagres” da natureza é o celebrado reaparecimento de um ser vivo que parecia não habitar mais este planeta, o leopardo nebuloso de Formosa, visto pela última vez antes disso nos anos 1980. A natureza nunca se dá por vencida!

A espécie é conhecida por ser bastante ágil e vigilante, evitando tentativas humanas de capturá-lo. Originário da ilha de Taiwan, o Leopardo Nebuloso de Formosa foi sendo vítima de caça e destruição do seu habitat natural. Na década de 90, foram analisadas 16 mil imagens de animais carnívoros de Taiwan, mas o leopardo não estava entre eles. Posteriormente, de 2001 a 2013, uma equipe de zoologistas taiwaneses e norte-americanos inspecionou a região, mas não conseguiu avistar o animal. Após a expedição, o animal foi declarado extinto.

No entanto, a natureza tem diferentes maneiras de nos surpreender, e o leopardo nebuloso de Formosa ressurgiu diante de várias testemunhas no município de Daren, Estado de Taitung, em taiwan, depois de 36 anos.

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Illustration of Formosan clouded leopard by Joseph Wolf circa 1862. (Wikimedia Commons)

De acordo com o “Taiwan News”, as testemunhas teriam avistado o animal no sudeste do território. Um guarda florestal afirma ter visto o grande felino subindo uma árvore e perseguindo cabras numa encosta; já outro garante que o avistou junto a um conjunto de motocicletas.

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Taxidermy of a Formosan Clouded Leopard. (Image from digitalarchives.tw)

Sem certeza absoluta se os animal vistos era mesmo o leopardo dado como extinto, os responsáveis locais formaram grupos de trabalho para tentar encontrar o felino. Entretanto, por precaução, toda a caça foi proibida no local.

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Redação CONTI outra. Com informações de O Eco e Nit

Imagem de capa: Wikimedia Commons

Este fotógrafo representa animais de fazenda de uma forma única. Eles são lindos!

Este fotógrafo representa animais de fazenda de uma forma única. Eles são lindos!

O fotógrafo Rob MacInnis conseguiu transformar animais de fazenda em lindos modelos de retrato majestosos. Todos os seres possuem essa beleza, tudo depende do nosso olhar.

Tudo começou quando Rob voltou de uma longa jornada pela América do Sul. Tirar fotos em lugares que sofriam com a extrema pobreza o fez repensar o papel da fotografia em sua vida e sociedade: “Tive dificuldade em lidar com meu relacionamento com a fotografia após esta viagem”, disse Rob ao Bored Panda.

“Eu senti irresponsabilidade ao ignorar os aspectos exploradores da fotografia, especialmente ao fazer obras de arte em uma posição tão privilegiada. Descobri que fotografar animais me permitiu criticar a mim e ao campo fotográfico”.

MacInnis relata que trabalhar com animais não era muito diferente de trabalhar com pessoas. “Você está invadindo o espaço deles, por isso precisa estabelecer alguns limites e desenvolver confiança”, disse ele. “Às vezes isso é fácil e outras vezes impossível”.

“Conheci muitos agricultores pacientes, prestativos e confiantes e fizemos o que pudemos com o que tínhamos. O que eu tinha era uma quantidade decente de tempo, o que era bastante necessário. Às vezes, apenas para obter o click no momento certo, eu teria que esperar uma hora apenas para os animais se acalmarem e começarem a confiar em mim”.

Esses animais de fazenda são considerados por muitos de nós como seres banais. Como são criados para nossa sobrevivência (generalizando), acabamos não despertando o olhar carinhoso sobre essas espécies que possuem sim sua beleza e peculiaridade. O que nos falta é um pouco mais de cuidado e delicadeza ao olhar para esses bichinhos… Tudo está nos detalhes e é isso que esse incrível fotógrafo nos mostra. Confira!

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Para mais fotos, siga o fotógrafo Rob MacInnis no Instagram.
Com informações de BoredPanda

Família amorosa cria mercadinho em casa para que avó com Alzheimer possa fazer compras durante a quarentena.

Família amorosa cria mercadinho em casa para que avó com Alzheimer possa fazer compras durante a quarentena.

Nós já sabemos que uma mudança de rotina é algo muito difícil para pessoas idosas. Diariamente ouvimos exemplos de famílias que estão tendo dificuldades para convencer seus membros mais idosos de que eles não podem sair durante a quarentena.

Agora, imaginem quando estamos falando de uma pessoa idosa e que também tem Alzheimer.

Pois essa é a história, também contada no UPSOCL, fala sobre uma senhorinha que, apesar da doença, nunca se esquece de fazer suas compras.

Sabendo disso, Jason Van Genderen, decidiu criar um mercadinho em casa para que sua mãe de 87 anos pudesse continuar fazendo algo de que se lembra e que é tão importante para ela.

“Estamos em isolamento há quatro semanas e a rotina de minha mãe foi interrompida. Tentar entender o que está acontecendo seria destruí-la, pois uma das coisas com as quais ela se apega durante a semana é o ato de fazer compras. Não podemos levá-la ao supermercado, então pensamos em abrir uma loja em casa. ”

-Jason Van Genderen

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Facebook / Jason Van Genderen

E o capricho na empreitada não foi pouco! Vejam abaixo com a família toda se uniu para reproduzir um lindo e colorido mercadinho.

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Facebook / Jason Van Genderen

A vovó, munida de sua lista de compras, foi ao mercadinho feliz da vida.

“Eu queria ir às compras há muito tempo”, disse ela

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Facebook / Jason Van Genderen

O confinamento é algo muito complexo para todos nós, mas sempre podemos criar alternativas criativas para seguir em frente.

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Também é importante que falemos com os idosos e que não deixemos que eles esqueçam que são muito importante para nós.

Sem dúvida, a doença de Alzheimer é uma doença difícil de lidar, mas, embora saibamos que nossos entes queridos perdem muitas de suas memórias, o mesmo não acontece com as sensações e eles simplesmente sabem quando estão recebendo carinho, amor e atenção.

Confiram o vídeo! É adorável!

E você, o que pode fazer de diferente pelas pessoas que ama?

Cães abandonados e com fome se alinham para esperar uma refeição no dispensador de alimentos

Cães abandonados e com fome se alinham para esperar uma refeição no dispensador de alimentos

Sabendo que o número de animais abandonado no mundo é alarmante, muitos países, incluindo o Brasil, implementaram estratégias para melhorar a qualidade de vida desses animais.

Mas hoje queremos mostrar um exemplo desse tipo de iniciativa foi publicado recentemente pelo site zoorprendente:

Na delegacia de polícia de Monterrey, localizada na região de Ancash, os integrantes da Polícia Nacional do Peru colocaram dois contêineres com ração balanceada para cães do lado de fora da delegacia.

Mas, recentemente, uma cena chamou a atenção: uma fila de cães aguardando sua vez de comer!

VEJAM COMO ELES SÃO EDUCADOS!

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“A polícia de Monterrey (Huaraz) decidiu colocar comida para animais abandonados. Os animais ficam na fila para comer ”!

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É claro que essa imagem caiu na rede e agora os internautas não apenas reconheceram e elogiaram o nobre trabalho dos funcionários, mas também solicitaram que o número de contêineres fosse aumentado para atender a um número maior e animais que precisavam.

Os contêineres são feitos de maneira artesanal com o uso de tubos de PVC e outros materiais reciclados. A ação maravilhosa tem uma grande contribuição para manter a cidade mais limpa, porque cães e gatos também não rasgam sacos de lixo em busca de  alimentos.

Agora, temos que concordar que esses cãezinhos peruanos arrasaram no quesito educação e cordialidade, né! Penso que eles entendem muito mais de civilidade do que nós!

Confira as mais belas imagens do pôr do sol de São Paulo no dia 14 de abril

Confira as mais belas imagens do pôr do sol de São Paulo no dia 14 de abril

No final da tarde do ultimo dia 14 de abril de 2020 as redes sociais e os corações paulistanos foram invadidos por belíssimas imagens do por do sol.

O fenômeno aconteceu quando os raios solares refletiram na base das nuvens e geraram a coloração que vimos. Essa reflexão é chamada de Dispersão de Rayleigh.

Em tempos de pandemia e incertezas é impossível negar que um espetáculo natural como esse, assim como dito na frase de Josie Conti, combina com a esperança de um novo amanhã.

Nossos mais sinceros parabéns aos artistas que captaram essas imagens. Seu trabalho fez a diferença nessa quarentena.

Confiram:

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Vista do pôr do sol da Vila Guilherme, na Zona Norte de São Paulo — Foto: Felipe Lopes/Arquivo pessoal
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Pôr do sol na Zona Oeste de São Paulo — Foto: Cíntia Acayaba/G1
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Pôr do sol na Zona Oeste de São Paulo — Foto: Cíntia Acayaba/G1
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Pôr do sol visto do bairro de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, durante quarentena — Foto: Fábio Tito/G1
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Pôr do sol visto do bairro de Pinheiros, Zona Oeste de São Paulo, durante quarentena — Foto: Fábio Tito/G1
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Pôr do Sol surpreendeu moradores do Parque Novo Oratório, em Santo André — Foto: Glaucia Reis/Arquivo Pessoal
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Pôr do sol registrado em São Paulo nesta terça-feira (14) — Foto: Marcelo Gentil/Arquivo Pessoal
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Moradores de São Paulo correram para a janela de suas casas para registrar o pôr do sol nesta terça-feira (14) — Foto: Guto Klecz/Arquivo Pessoal
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Vista de apartamento na Bela Vista, região central de São Paulo, nesta terça-feira (14) — Foto: Bárbara Muniz Vieira/G1
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Pôr do sol encantou moradores de Cotia e imagens são compartilhadas pelas redes sociais durante quarentena de coronavírus — Foto: Daiane Conte/Arquivo Pessoal
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Pôr do sol também foi registrado em Utinga, em Santo André, durante quarentena de coronavírus — Foto: Edimara Souza/Arquivo Pessoal
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Pôr do sol registrado na Parada Inglesa, Zona Norte de São Paulo — Foto: Márcio Rodrigues/G1
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Em Santo André/Fotografia de Rivaldo Gomes- Folhapress
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Bairro da Casa Verde- Fotografia de Livia Marra- Folhapress
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Em Santo André/Fotografia de Rivaldo Gomes- Folhapress

Todas imagens reprodução:  G1 e Folha.

Todos os anos a Primavera vem

Todos os anos a Primavera vem

A Paineira que vejo da minha janela e que fotografo da minha calçada
se mostra ainda frondosa nas extremidades, florida
num rosa vivaz e com algumas folhas verdes

Assim como suas raízes continuam
firmes na terra, plantadas ao solo

No entanto,
tendo sofrido com a seca
no Verão
E por estar no Outono, essa transição entre a estação do calor e a do frio
Se adapta

Já perde algumas flores, aos poucos ficarão todas murchas e secas e irão cair

É necessário, pois assim terá mais energia para sobreviver ao Inverno
até mesmo às mais baixas temperaturas que possam ocasionar geada ou neve

E quando então tudo outra vez passar, estará forte
Poderá outra vez florir
Dar continuidade ao ciclo da vida, primaverar

Pois assim tu, eu , nós estamos com os pés bem firmes no chão que nos dão sustentação como raízes de uma árvore

E com a copa, a cabeça, nossa mente, em rosa amor e verde esperança

E embora o corpo dê alguns sinais de cansaço, sabemos que a base firme e a mente sábia nos sustentarão

Sim, mesmo que caiam as flores e as folhas …

Mesmo que fiquemos prostrados, tristes como uma paineira contra o céu cinza apenas com seus galhos desnudos a suportar o frio

Então quando tudo passar, irá outra vez ter flores
Iremos outra vez brotar, ter folhas verdes e florescer

Porque todos anos ela sempre vem,
todos os anos a Primavera vem.

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Apontamentos, Caderno de Março 2020

Vovó em isolamento implora a vizinhos pela janela, “Preciso de mais cerveja”; pedido viraliza e ela recebe 150 latinhas

Vovó em isolamento implora a vizinhos pela janela, “Preciso de mais cerveja”; pedido viraliza e ela recebe 150 latinhas

A Coors Light, famosa marca de cervejas norte-americana, entregou 150 latinhas da bebida a uma vovó de 93 anos depois de ela ter viralizado na internet com uma foto em que segura uma plaquinha na janela, implorando à filha e aos vizinhos: “Preciso de mais cerveja!”.

A vovó da foto é Olive Veronesi, moradora da cidade de Seminole, no estado da Pensilvânia (EUA). No clique que a fez famosa, ela aparece sentada em sua janela segurando a famigerada plaquinha e dando uma dica sutil sobre a marca de sua preferência ao segurar com a outra mão uma latinha de Coors Light.

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A marca viu o post, que rapidamente viralizou na internet, e enviou 150 latinhas de cerveja para a vovó da Pensilvânia. A generosidade da marca fez com que a idosa fizesse uma nova foto, exibindo seus “recebidos” e levando outra plaquinha, com a seguinte mensagem: “Conseguiu mais cerveja”.

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Nas imagens tiradas no ato da entrega, Veronesi abre uma latinha na varanda e, com puro deleite, exclama: “Isso é muito bom”.

A uma emissora de TV local, a vovó disse: “Eu estava nas minhas últimas 12 latas. Eu tomo uma cerveja toda noite, sabe. Cerveja tem vitaminas, é bom para a saúde, desde que não exagere.”

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A foto que primeiro viralizou foi tirada por um parente durante o período de isolamento social devido à pandemia de coronavírus. A imagem teve cerca de 46.000 compartilhamentos e alcançou 25.000 curtidas. Também foram publicados 2.800 comentários. Um autêntico sucesso, não mesmo?

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A Pensilvânia é um dos estados mais atingidos pelo coronavírus nos Estados Unidos, com 22.833 casos confirmados e 507 óbitos.

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Redação CONTI outra. Com informações de dailymail e CBS Pittsburgh

Jovem funcionária de mercado usa seu salário para pagar compra de idosa que levou dinheiro faltando

Jovem funcionária de mercado usa seu salário para pagar compra de idosa que levou dinheiro faltando

Uma jovem funcionária de um supermercado nos Estados Unidos vem sendo bastante elogiada por deixar seu coração falar mais alto e ajudar uma senhora idosa que estava prestes a voltar para casa sem levar parte da compra que havia planejado.

A idosa, que se chama Layne McKeel, não conseguiu sair muito de casa desde o início da pandemia de coronavírus. Ela havia acabado de receber o pagamento de sua aposentadoria na semana passada, quando decidiu ir buscar comida e suprimentos no supermercado Fresh n ‘Low, na cidade de Georgetown, do estado do Tennessee (EUA).

A caixa do supermercado, que curiosamente tem nome de estrela de cinema, Elizabeth Taylor, tinha acabado de informar à idosa o valor final da sua compra, $ 173 – pouco mais de R$ 893,00 atualmente – , quando percebeu que a cliente começou a ficar angustiada. A idosa tinha percebido que lhe faltaria $ 33 para pagar a compra.

Depois de explicar seu dilema a Elizabeth, a idosa estava prestes a colocar alguns de seus itens de volta na prateleira, quando a jovem simplesmente se ofereceu para pagar por toda a sua compras.

“Eram todos itens essenciais, então eu disse que ela não me devia nada, que eu cuidaria de tudo pra ela”, contou Elizabeth a uma emissora de TV local.

Quando questionada sobre o que a inspirou a mostrar tanta gentileza em relação a uma estranha, Elizabeth simplesmente disse: “Atendemos muitas pessoas mais velhas e todas elas estão tentando comprar mantimentos. Em muitos lugares, as prateleiras estão ficando vazias e isso entristece os idosos. Eu apenas tento ajudar quando posso.”

A cliente, por sua vez, ficou tão tocada com gesto nobre da jovem que a chamou inúmeras vezes de “anjo” e “luz do dia”.

Sim, mesmo os menores gestos de solidariedade podem ser de fundamental ajuda para alguém necessitado. Seja bom e seja gentil, como a jovem Elizabeth Tay

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Redação CONTI outra. Com informações de goodnewsnetwork

Giethoorn: Conheça a vila holandesa sem ruas que parece cenário de contos de fadas

Giethoorn: Conheça a vila holandesa sem ruas que parece cenário de contos de fadas

A vila Giethoorn é um lindo cenário para aqueles que já desejaram viver seu próprio conto de fadas. Também conhecida como “Veneza da Holanda”, esta vila mágica fundada por volta de 1230 é um lugar que parece ter vindo dos nossos sonhos.

Não possui estradas nem transporte moderno, apenas canais e mais de 170 pontes também. Os turistas são orientados a deixar seus carros fora da vila e fazer o seu passeio a pé ou de barco (geralmente por barcos que possuem motores silenciosos). Então você provavelmente pode imaginar como a vila é pacífica, quando não é inundada por turistas, é claro… É como algo saído de um livro de histórias.

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O local é genuinamente encantador, e possui em torno de 2.600 habitantes que vivem em pequenas ilhas particulares dispostas no vilarejo. Giethoorn foi fundada por um grupo de fugitivos vindos da região do Mediterrâneo, que se estabeleceram ali e começaram a explorar a terra. O vilarejo só foi se tornar um ponto conhecido em 1958, quando um famoso cineasta holandês usou o local como cenário de um filme.

Além de possuir lindos museus, a Vila possui uma atração aos finais de semana, na qual uma embarcação em forma de plataforma leva a banda local do vilarejo pelos canais enquanto os integrantes tocam para os habitantes e visitantes. Para os que desejam conhecer esta via encantadora, é possível contratar guias especializados e alugar embarcações a motor, remo e até mesmo as do tipo gôndola, que se movem com a ajuda de varas que são usadas para empurrar o barco pelo leito do canal.

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Muitas das residências que existem hoje em Giethoorn são antigas casas rurais do século 18. As adoráveis propriedades exibem jardins bem cuidados e muitas contam com telhados feitos de palha. Durante o inverno, Giethoorn se torna um popular destino para os que adoram patinar no gelo, que se divertem sobre as águas congeladas dos canais.

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Confira mais imagens desse local fascinante!

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Com informações de BoredPanda e MegaCurioso

Menina é fotografada vestindo seu uniforme para participar de aulas virtuais.

Menina é fotografada vestindo seu uniforme para participar de aulas virtuais.

As escolas foram algumas das primeiras instituições a paralisar suas atividades presenciais por conta da quarentena.

Logo em seguida, para que o ensino continuasse, inúmeras instituições adotaram o EAD (Educação à distância) e passaram a ministrar as aulas pela internet.

Nas redes sociais, muitos pais compartilharam imagens de seus filhos participando das aulas virtuais.

Nossa atenção, entretanto, foi especialmente desviada, quando vimos uma matéria publicada em UPSOCL, que trazia a imagem de uma garotinha peruana que decidiu que deveria usar seu uniforme formalmente também em casa.

contioutra.com - Menina é fotografada vestindo seu uniforme para participar de aulas virtuais.
Twitter @roscuarzo

Na foto, você pode ver a menina muito atenta à pessoa que dá as aulas. Ela também usa seu adorável uniforme e ela tem os cabelos amarrados com esmero.

No Peru, as aulas presenciais estão planejadas para serem retomadas no próximo dia 4 de maio, conforme estimado pelo governo.

Refugiados sírios doam marmitas para idosos durante a pandemia em São Paulo

Refugiados sírios doam marmitas para idosos durante a pandemia em São Paulo

Por ONU Brasil

O casal Talal e Ghazal Al-Tinawi, refugiados vindos da Síria com seus filhos, sentiu no bolso a redução dos pedidos de delivery de comida árabe por conta da pandemia da COVID-19 em São Paulo, estado com mais casos da doença no Brasil. Mesmo assim, eles encontraram uma alternativa humana de contribuir para mitigar a transmissão do novo coronavírus.

“Chegamos no Brasil há sete anos e somos muito gratos ao povo brasileiro, que nos recebeu de braços abertos e nos apoiou sempre que precisávamos. Agora, chegou nosso momento de retribuir com o que temos de melhor: nossa comida árabe para quem mais precisa, as pessoas idosas”, disse Talal, engenheiro mecânico de formação.

O casal Talal e Ghazal Al-Tinawi, refugiados vindos da Síria com seus filhos, sentiu no bolso a redução dos pedidos de delivery de comida árabe por conta da pandemia da COVID-19 em São Paulo, estado com mais casos da doença no Brasil. Mesmo assim, eles encontraram uma alternativa humana de contribuir para mitigar a transmissão do novo coronavírus.

“Chegamos no Brasil há sete anos e somos muito gratos ao povo brasileiro, que nos recebeu de braços abertos e nos apoiou sempre que precisávamos. Agora, chegou nosso momento de retribuir com o que temos de melhor: nossa comida árabe para quem mais precisa, as pessoas idosas”, disse Talal, engenheiro mecânico de formação.

O casal se empenhou para ampliar a produção para que 300 marmitas fossem entregues para idosos, um dos grupos mais vulneráveis à epidemia da COVID-19. Atendendo a uma das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) – pessoas com mais de 60 anos devem permanecer em casa – as refeições estão sendo entregue na casa de cada um.

“Já passamos por uma situação similar, quando não podíamos sair de nossas casas por conta da guerra na Síria. A vida de nossa família estava em risco e só partimos porque não tínhamos outra escolha. Sabendo dessas dificuldades, fizemos um anúncio em nossas redes sociais sobre a doação e inúmeros pedidos começaram a chegar”, afirma Ghazal, que trabalha ao lado do marido na cozinha, atentos à higiene necessária.

A realidade da família refugiada síria como empreendedora de gastronomia é comum a muitos outros refugiados que buscam recomeçar suas vidas no Brasil por meio da produção de alimentos tradicionais. Talal e Ghazal estão numa página na internet lançada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), listando alguns empreendimentos promovidos por refugiados no Brasil.

Ação conjunta – A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional para as Migrações (OIM), em parceria com demais agências da ONU e parceiros da sociedade civil, estão produzindo panfletos, vídeos e diversas ações informativas com orientações de prevenção em diferentes idiomas para orientar refugiados e migrantes no Brasil.

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Na capa: O casal de refugiados sírios Ghazal e Talal prepara marmitas que serão doados para idosos de São Paulo. Foto: Riad Al-Tinawi

‘É por amor’, diz técnico em enfermagem que ganha R$ 80 por plantão de 12 horas

‘É por amor’, diz técnico em enfermagem que ganha R$ 80 por plantão de 12 horas

Joseildo da Silva Batista, tem 33 anos, é técnico de enfermagem e trabalha trabalha na linha de frente de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) em Campina Grande, na Paraíba.

Atualmente ele recebe R$ 80 por cada plantão de 12 horas, faz cerca de 13 plantões mensais e, no final do mês, após os descontos, ganha um total de R$ 946 líquidos. Em dias normais Joseildo realiza outros trabalho para complementar a renda, mas com a pandemia, seu serviço, hoje, se restringe aos plantões.

Como paga pensão e ajuda nas despesas da casa, Joseildo não tinha condições de alugar um quarto para ficar e, por medo de contaminar a mãe de 74 anos com o coronavírus, passou a dormir no terraço da casa.

“Quando soube que poderia transmitir para ela, pensei: ‘para onde eu vou?’ Com o salário que a gente ganha, não dá para alugar um quartinho. Eu não quero, casa, hotel, só quero um quarto para poder ficar tranquilo e exercer minha profissão sem medo de machucar a minha mãe, meu bem maior”, disse Joseildo para o G1.

A realidade do técnico de enfermagem não é um caso isolado, pois, além dos salários baixos, longas jornadas de trabalho, e falta de equipamentos de proteção, a classe profissional é a que mais tem contato com pacientes com Covid-19.

O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), segundo o G1, já contabiliza 17 mortes de profissionais de enfermagem no Brasil que tiveram suspeita ou confirmação de Covid-19.

Joseildo, entretanto, foi exceção em um aspecto de sua vida. Após publicar sua história em redes sociais, uma empresa de vaquinha online viu o pedido e o divulgou. O resultado foram doações num montante de 34 mil reais. Mas Joseildo teve uma resposta surpreendente com relação ao dinheiro:

“Eu não quero para mim. Tirando o dinheiro para alugar um quartinho, vou fazer doações na minha cidade, porque tem muita gente precisando, e as pessoas vão passar por dificuldades. Já que estou sendo agraciado, tenho que agraciar mais pessoas. Recebo praticamente menos do que o salário mínimo. Não digo que é constrangedor porque não trabalho pelo dinheiro. É por amor. Mas a gente está na linha de frente o ano todo, estamos lidando com a vida e a morte das pessoas. Os governantes poderiam olhar para nós com um olhar diferente.”, referindo-se as dificuldades de ser um profissional da saúde.

Ah, e a questão de dormir na varanda também teve uma resposta pois a secretaria de saúde de Campina Grande, nesta sexta (10), disponibilizou hospedagem para profissionais de saúde que precisem ficar isolados de familiares em um hotel da cidade.

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Imagem de capa: Arquivo pessoal

Professor caminha 8 km todos os dias para levar alimentos a crianças fora da escola que dependiam da merenda

Professor caminha 8 km todos os dias para levar alimentos a crianças fora da escola que dependiam da merenda

O professor assistente Zane Powles, que trabalha na escola Western Primary, na cidade de Grimsby, na Inglaterra, carrega enormes sacolas cheias de merenda escolar para alimentar 100 alunos todos os dias.

Powles usa seu horário de almoço para verificar o bem-estar das crianças que visita. Ele coloca o almoço na porta, toca a campainha e depois espera na calçada ou no jardim até que as merendas sejam recolhidas pelas crianças ou por algum dos seus familiares.

“Estou fazendo isso para que as crianças e seus pais não precisem sair para pegar suas refeições. Caso contrário, eles passariam por outras pessoas na rua. Ao fazer isso, estou garantindo que eles recebam pelo menos uma boa refeição por dia”,contou o dedicado professor ao The Independent.

Outros funcionários da escola estão entregando comida de carro para quem mora mais longe da escola.

“É um grande esforço de equipe, com certeza. Pode parecer que estou fazendo o trabalho de burro de carga, mas realmente não sou só eu, os outros professores também dirigem para entregar refeições às crianças que moram mais longe. Preparamos e embalamos os almoços todos os dias “, disse Powles.

Este professor com certeza honra a profissão e faz da sua profissão uma missão de vida.

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Redação CONTI outra. Com informações de sunnyskyz
Imagem de capa: Zane Powles / Credit:Jon Corken/Grimsby Live

Arco-íris bicolor aparece durante pôr do sol em praia australiana

Arco-íris bicolor aparece durante pôr do sol em praia australiana

Não existe pessoa que fique indiferente ao espetáculo visual que é o surgimento de um arco- íris. E aqui na CONTI outra não é diferente.

Essa semana nós já havíamos publicado as imagens do chamado arco-iris horizontal que surgiu sobre o Lago Sammamish, em Washington, nos Estados Unidos.

Desta vez quem teve a sorte- e a competência- de fotografar um novo fenômeno foi o fotógrafo David Gray.

A imagem foi captada durante o pôr do sol da última sexta-feira, 10 de abril de 2010, e teve como cenário a bela Praia Narrawallee em Mollymook, Nova Gales do Sul.

Por conta do horário sobressaíram-se os tons vermelho e o amarelo gerando uma experiência visual bicolor.

Confiram a imagem e maravilhem-se. Vale a pena!

contioutra.com - Arco-íris bicolor aparece durante pôr do sol em praia australiana
Foto: David Gray/AFP

 

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