Que tipo de relacionamento você tem atraído para a sua vida?

Que tipo de relacionamento você tem atraído para a sua vida?

Já notou como é curioso o caminho que tomamos para lidar com nossas fragilidades emocionais? Atacamos ou fugimos. Raramente enfrentamos a dor de frente, nos responsabilizamos por nossas escolhas ou assumimos os próprios erros e o motivo não é difícil de entender: é mais fácil tentar convencer o cérebro que somos vítimas das situações, do que aceitar que as coisas que atraímos para as nossas vidas são resultados das nossas escolhas pessoais.

Antes de continuarmos vamos deixar claro que não estou me referindo à agressões, abusos ou qualquer outro crime que faça o parceiro refém da relação, até porque nesses casos é claro que o outro não tem culpa e é vítima de situações perigosas e degradantes. Estou apenas falando do poder de escolha que temos na vida. Ficou claro? Ótimo, então vamos continuar.

Vamos aos fatos que comprovem que o poder da escolha está nas nossas mãos (mesmo que de forma inconsciente). Quando um relacionamento acaba, por exemplo, procuramos motivos que nos convençam de que o erro foi do outro. Procuramos justificativas, culpamos o outro por tudo e nos colocamos no papel de vítima para que o cérebro emita a seguinte mensagem “você fez de tudo e a culpa não é sua”.

Não são raras as vezes em que as pessoas me procuraram reclamando que “a história se repetiu”, “que foram traídas novamente”, “ele sumiu como todos os outros fizeram” e assim por diante. Antes de culpar o outro pela traição, pelo sumiço ou pela falta de respeito, vamos analisar racionalmente: que tipo de relacionamento você tem atraído para sua vida? Que sinais você emite durante o relacionamento que atrai pessoas sem caráter, sem moral e sem sensibilidade? A que tipo de pessoas você destina seus melhores sentimentos?

Sejamos realistas: o outro trair é uma falta de caráter dele. Você “fingir” que não sabe para não perdê-lo é reflexo de um comportamento carente seu. O outro sumir do nada revela que ele perdeu o interesse ou que nunca esteve a fim de um compromisso sério (o que, aliás, é um direito dele). Você sofrer porque planejou um casamento na praia e o nome dos filhos que teriam é uma falta de noção sua, porque, provavelmente, ele sempre tenha dado sinais de que não queria um compromisso sério com você.

O que quero que fique claro é que você não tem culpa dos erros do outro, mas tem o poder de escolha para não aceitar viver mais isso.

Se você se respeita e se ama do jeito que é, tenha certeza que irá atrair alguém que também te ame e te respeite da mesma forma. Se você reclama do seu peso frequentemente, não sabe receber elogios ou denigre a sua imagem constantemente, irá encontrar alguém que valide tudo o que você afirma. Afinal, você atrai o que acredita.
Por isso, quando digo que você precisa desenvolver inteligência emocional e amor próprio não falo porque é moda. Falo porque se você não desenvolver essas habilidades (sim, são desenvolvidas) você sempre irá atrair o mesmo tipo de relacionamento abusivo para a sua vida.

Há pessoas e pessoas e o poder de escolher quem você quer que entre e faça morada na sua vida está nas suas mãos. Você tem o poder de escolher se quer alguém fiel, sendo fiel e não aceitando ser traída. Você tem o poder de escolher um companheiro de vida, sendo companheira e ficando atenta se as atitudes são recíprocas. De forma resumida: ofereça ao outro aquilo que você quer receber.

Agora que você entendeu isso, é hora de esquecer o passado e começar novas histórias com uma nova versão sua. O que passou, passou. Serviu de experiência, aprendizagem e amadurecimento. Agora, foque no melhor. Foque em ser um bom profissional, em ter um relacionamento verdadeiro e em ser feliz. Afinal, isso só depende de você.

***
Photo by Clem Onojeghuo on Unsplash

Influencers em crise: Por que continuamos dando palco para tanta gente irresponsável?

Influencers em crise: Por que continuamos dando palco para tanta gente irresponsável?

O mundo vive nos últimos meses uma crise de saúde sem precedentes devido à pandemia de coronavírus, que só no Brasil já tem a assustadora marca de um milhão de casos confirmados e 468.881 vítimas fatais. A crise afeta também a vida de milhares de pessoas que perderam seus empregos ou viram seus pequenos negócios irem à falência e hoje lotam filas para sacar um auxílio emergencial que nem de longe cobre despesas básicas de uma família de classe média baixa no país. Entretanto, neste cenário que inspira inúmeras preocupações, ainda há quem esteja vivendo uma realidade paralela, ignorando o caos e abraçando a ignorância e a futilidade como se fossem estas as únicas alternativas. É o caso de muitos dos chamados “influencers digitais”, que seguem sua rotina de expôr marcas e vender a ilusão de um estilo de vida à la Kardashians em um país com mais de 13 milhões de pessoas vivendo na linha de extrema pobreza, de acordo com o IBGE.

Desde o início da pandemia, são raros os dias em que um influencer não vira manchete nos portais de notícia e trending Topic no Twitter devido a alguma conduta equivocada – para dizer o mínimo. Na última sexta-feira (19), a socialite e blogueira Fabianne Fonseca, mais conhecida como Fabi Raíssa, causou furor na internet ao ostentar sua luxuosa festa de aniversário em Brasília, onde os convidados eram recepcionados na porta por um grupo de enfermeiros, que lhes impunham testes de Covid-19 como condição para entrar. “Aqui só entra Covid Free”, disse uma das convidadas em um vídeo que foi imensamente compartilhado nas redes sociais. E este é só o último caso notório. Antes dela, passaram pela “roda do cancelamento” Gabriela Pugliesi – pelos menos umas três vezes – , e mais recentemente a ex-BBB Rafa Kalimann, com seu arraiá junino em meio à pandemia. O que está em discussão neste texto não é a validade da prática bastante questionável e cada vez mais recorrente de cancelamentos na internet, mas sim as perguntas que pairam no ar após esses episódios: o que foi que deu errado para que pessoas com tão ponto conteúdo substancioso ganhassem tamanha notoriedade? Por que, mesmo depois de inúmeras provas de que exercem o pior tipo de influência possível para jovens que se pretendem politizados, essas pessoas continuam arrebanhando seguidores e fazendo da ignorância e do desrespeito uma ostentosa bandeira?

A resposta a esses questionamentos talvez seja tão simples quanto ultrajante: mesmo que estejamos acompanhando o desabrochar de importantes revoluções comportamentais, como a popularização das pautas feministas e o avanço sobre as discussões raciais, toda sociedade ainda precisa do seu bobo da corte. Assim como o clã Kardashian choca e fascina os Estados com as suas extravagâncias e excentricidades proporcionadas por uma fortuna incalculável, muitos dos influencers brasileiros cumprem com louvor o seu papel de expôr a nossa face mais ridícula. O mesmo seguidor que cancela é aquele que clica avidamente na manchete que anuncia o novo deslize da Pugliesi. Há um deleite coletivo no acompanhar dos deslizes dessas pessoas. É quando o seguidor inconscientemente se vinga daquela pessoa que dedica seus dias a lhe esfregar na cara um estilo de vida que ele tanto despreza quanto deseja. É um jogo cruel, do qual boa parte dos influencers aceitam fazer parte por saberem dos benefícios – e eles não são poucos. A parcela bovarista dos seus seguidores insiste em acreditar que uma marca de maquiagem, ou um perfume, ou um tênis caríssimo vai fazê-lo mais próximo de seu ídolo. Vem daí o benefício que faz valer o risco iminente de cancelamento a cada post, a cada storie, a cada tuíte. Quem, afinal, é o bobo?

Nos últimos meses, uma série de artigos insistem em predizer o fim da era dos digital influencers. Esse pensamento talvez seja resultado dos últimos acontecimentos e das conhecidas consequências financeiras para os personagens envolvidos. A já citada Gabriela Pugliesi perdeu a parceria de 17 marcas após a sua comemoração em casa durante a quarentena. Entretanto, é bem possível que não esteja sendo considerado nesta conclusão precipitada o talento inequívoco das redes sociais de fazerem surgir um novo ídolo a cada post no instagram ou a cada videozinho divertido no Tik Tok. A internet é uma fonte inesgotável de personagens cativantes prontos a se tornarem potenciais vendedores de produtos que você PRECISA ter em casa. Além do mais, uma carta aberta de desculpas e alguns dias fora de circulação nas redes sociais já costumam ser o suficiente para que os “cancelados” voltem a fascinar plateias com sua empolgante rotina de pilates e cuidados com a pele. Bem-vindos ao nada novo-normal, meninas!

Cão salva vida de beija-flor e em agradecimento o pássaro se recusa a abandoná-lo; assista.

Cão salva vida de beija-flor e em agradecimento o pássaro se recusa a abandoná-lo; assista.

Muitas vezes nós humanos, subestimamos os sentimentos dos outros animais, mas cenas como esta estão aqui para nos provar o contrário e mostrar que os bichinhos são muito evoluídos e em alguns casos, até mais que os seres humanos.

Este cachorrinho, chamado Rex, foi adotado e agora tem uma família, ele sabe muito bem ser gentil e solidário com quem precisa. Ao ver um beija-flor caído no pátio de sua casa em Whittier, na Califórnia, o cão sabia que precisava ajudá-lo. O dono do cão, Ed Gernon, havia visto o pássaro, mas pensou que ele já havia partido.

Rex insistiu muito e fez com que Ed desse uma atenção maior ao passarinho, assim o humano percebeu que o lindo beija-flor ainda possuía chances de viver. Então, Ed o levou para dentro de casa para melhores cuidados. O beija-flor ganhou até um nome: Hummer, que depois de um tempo, se recuperou. Na tentativa de incentivar Hummer, Ed até mesmo o ensinou a voar usando um secador de cabelo.

Mesmo depois de totalmente curado e com toda a liberdade proporcionada, Hummer se recusou a sair de perto do cão Rex, eles se tornaram melhores amigos. O pássaro é muito grato pelo cão por ter salvado a sua vida e faz questão de demonstrar isso o tempo todo. A cumplicidade dos dois, apesar de incomum, é comovente.

Confira o vídeo dessa amizade improvável:

 

Com informações de Amo Meu Pet

Adolescentes australianos filmam encontro com tubarão durante mergulho; assista.

Adolescentes australianos filmam encontro com tubarão durante mergulho; assista.

Aconteceu em uma tarde de Nova Gales do Sul, na Austrália. Os irmãos da família Henley estavam mergulhando em Bully Beach, no sul de Sydney até que se depararam com algo aterrorizante: um tubarão.

“Foi tudo muito assustador e, quando o vi pela 1ª vez, não pensei que fosse real”, diz Baxter Henley. Baxter e sua irmã, Taia, foram os primeiros a ver o tubarão. O irmão, Jobi, e o pai, Scott, estavam mergulhando perto deles.

Scott conta que ouviu um grito “de gelar o sangue” então precisou verificar o que estava acontecendo. “Tentei acalmá-los e impedi-los de entrar em pânico, ao mesmo tempo em que bolava um plano para voltar à terra firme, pois estávamos a 150 metros da costa”, diz Scott.

O irmão Jobi conta que não havia visto o tubarão, mas entrou em ação para salvar sua família. O plano deu certo e os irmãos conseguiram se salvar deste momento aterrorizante.
Os tubarões não são comuns na região, mas este registrou o 3º aparecimento atípico do animal em um período de 24h.

A calma e estratégia da família foram elogiadas pelas autoridades. “Deve ter sido uma experiência apavorante, mas eles fizeram um ótimo trabalho ao ficar de olho no tubarão”, diz o salva-vidas Anthony Turner.

“É uma história para eles contarem a seus filhos quando ficarem mais velhos”, acrescenta.
Baxter conta que ficou muito assustado e que a experiência o abalou um pouco, mas deixou claro que o oceano faz parte de sua vida e da vida de sua família.

A seguir, a reportagem da BBC News que mostra os registros feitos pelos irmãos muito corajosos!

Com informações de BBC News

“Não basta não ser racista, devemos ser antirracista”

“Não basta não ser racista, devemos ser antirracista”

A morte brutal de um homem negro, asfixiado durante abordagem policial em Minneapolis, nos Estados Unidos, desencadeou protestos nas ruas em alguns países e no Brasil, o que nos faz invocar a declaração de Angela Davis, professora e filósofa estadunidense: “Não basta não ser racista, devemos ser antirracista.”

A brutalidade contra os negros em nosso país é cotidiana, como os casos recentes de um adolescente, de 14 anos, que foi vítima durante uma operação desastrada da polícia do Rio de Janeiro e de uma criança de 5 anos, que morreu após cair de um prédio de luxo no Recife, o menino estava sob responsabilidade da patroa de sua mãe, que passeava com o cachorro dos patrões.

Essa ideologia racista deseja a desumanização da população negra, o que se constitui na desvalorização do corpo e da imagem dos negros, que geram sofrimentos que prejudicam a saúde física e mental das pessoas negras. Assim, o racismo produz sequelas, que afetam toda a sociedade.

No entanto, ocorre no Brasil a negação do processo violento que foi a escravidão, que deturpa a história e coloca os negros em posição de inferioridade, como sujeitos não merecedores dos mesmos direitos econômicos, sociais e políticos dos brancos. Ademais, os jovens negros são tratados como bandidos pela polícia.

Por isso, devemos combater o racismo estrutural, que está presente de forma velada e simbólica na sociedade brasileira, atingindo incontáveis vítimas com seu preconceito e violência, que causam danos morais, financeiros e psicológicos, o que impede que haja a ascensão social dos negros na mesma proporção que os brancos.

Desse modo, a democracia racial é uma invenção, que foi mitificada pelo livro Casa Grande e Senzala, do sociólogo Gilberto Freyre, que expõe uma improvável relação cordial entre negros e brancos. Freyre omitiu em sua narrativa, que a coexistência dos senhores e seus escravos advém do medo e das relações sexuais forçadas com as escravas, que para não sofrerem mais castigos se submetiam aos estupros.

Nesse contexto, o racismo é uma ferida aberta, que se nega em cicatrizar, já que existem criaturas que se acham maiores e melhores do que os outros por conta de sua ideologia, de sua cor da pele, de seu poder aquisitivo e de sua classe social. Isso se combate com ações antirracistas de abordagem humanista, paritária, igualitária e constitucional e com sua aplicação em todas as políticas públicas.

Portanto, é dificílimo afirmar que temos uma democracia racial, que é o estado de plena igualdade independentemente de raça, cor ou etnia das pessoas, pois não estamos falando apenas de possibilidade de participação política, mas de igualdade de direitos, igualdade social e igualdade econômica, que são garantidas na Constituição Federal de 1988.

Afinal, essa coisa de supremacia branca não passa de uma ideia imbecil e criminosa, porque ninguém é superior a ninguém, somos todos seres humanos, que estamos tentando sobreviver em um mundo acuado por uma pandemia de um vírus letal – que não está nem aí – com a cor da pele e do status quo de suas vítimas.

***

Jackson César Buonocore é Sociólogo e Psicanalista

Foi lindo quando ela percebeu que era completa sozinha

Foi lindo quando ela percebeu que era completa sozinha

Ela, desde pequena, costumava se apegar às pessoas, dando muita importância a tê-las por perto. Seus pais costumavam compará-la com as amiguinhas, dizendo que ela deveria ser mais estudiosa como a fulana, mais extrovertida como a beltrana. Então, ela foi achando que precisava dos outros para ser melhor, como se ela mesma fosse incompleta sozinha.

E assim continuou na adolescência, sendo a boazinha do grupo, aquela que tudo suporta, nada pede. Nada é. Sempre à margem das colegas, ficava ali ao lado meio despercebida, coadjuvante, olhando sem ser observada, sem ter voz alguma. Ela tinha vontade de falar umas verdades, de se revoltar e falar alto, mas não poderia lidar com a possibilidade de ver alguém com raiva dela ou magoada com ela. Ela precisava dos outros, ela não era completa sozinha.

Na faculdade, mais do mesmo. Classe imensa, sentou-se perto dos que pareciam menos populares e fortes, sentou-se perto de quem ela achava ser como ela: incompleto. Afundava a cabeça nos livros, pois não se permitia ir às festinhas, paquerar descaradamente, flertar com o gatinho da Engenharia. E permanecia ao lado das pessoas, coadjuvante, quieta. Incompleta.

Os professores talvez nem se lembrarão dela, quieta e estática no fundo da sala. Ela não podia levantar a mão e expressar tudo o que sabia perante os alunos. Eles iriam rir, caçoar, afastar-se dela. Isso ela não suportaria, porque ela não era completa sozinha.

Em seu primeiro emprego, obtido graças às suas notas altíssimas e não em razão da entrevista, onde se saiu mal, obviamente, permaneceu à margem, no canto. Terminava tarefas e cumpria metas como ninguém, mas nunca se colocava nas reuniões, engolia suas ideias, afinal, e se fosse passar vergonha? E se os colegas de trabalho ficassem com inveja e passassem a odiá-la? Ela precisava deles, porque não era completa sozinha.

E, então, um moço se interessou por ela, via aplicativo de celular, porque por ali ela conseguia se expressar com mais facilidade. Ali ninguém a encarava. E se encontraram e ele a encantou. Ela calada, ele falando e contando de si. Ela ouvindo, poucas palavras e sorrisos discretos. Deram-se as mãos, beijaram-se. Foram ao cinema, a bares, ele sendo bem mais do que ela, ele tomando as decisões, direcionando, agendando, liderando. Ela coadjuvante, ela consentindo, engolindo, permitindo. Ela não viveria sem ele, ela não era completa sozinha.

Mas ela deu muito espaço, ela se anulou por completo, e ele tomou conta de tudo, dos espaços, das imposições, das restrições. Ela já não tinha rede social, amigas, mal ia à casa dos pais. Nem sozinha saía. Ainda que ele não estivesse presente, ali ele permanecia dentro dela. Ele pôde começar a invadir cada pedaço da dignidade dela, e começaram as agressões. Primeiro os gritos, depois um empurrão, depois um tapa.

A dor física, então, como que acordou toda a dor emocional que ela guardara dentro de si. As lágrimas em profusão limparam seus olhos da escuridão em que ela se enfiara e lhe gritaram toda a miséria que ela vinha aceitando por medo de ser incompleta. Após mergulhar na dor da solidão acompanhada, ela acordou para si e, trêmula, fez as malas e partiu. Ao sair pela porta, ergueu a cabeça e começou a enxergar um mundo ali à sua frente, um mundo que a esperava de braços abertos.

Foi preciso que o sofrimento não mais lhe coubesse, para ela ter a ousadia de pensar em si mesma. Aos poucos, com a ajuda da terapia, ela começou a protagonizar a própria vida. Dizia o que sentia, como se sentia, o que queria e o que não queria. As pessoas a enxergavam como alguém que existe, que pensa, que sente. Como alguém que não se permitiria ser pisada. Demorou, mas foi lindo. Foi lindo quando ela teve a certeza de que ela era completa sozinha. E nunca mais ela deixou de tentar ser feliz, sendo feliz.

***

Texto publicado originalmente em Prof Marcel Camargo

Divirta-se de forma inteligente jogando vídeo poker e ganhando dinheiro

Divirta-se de forma inteligente jogando vídeo poker e ganhando dinheiro

 

Evolução através do tempo

As primeiras máquinas de poker eram parecidas com o caça-níqueis, com a diferença de que ao invés de figuras, haviam cartas de baralho. Naquele tempo precisava exclusivamente do fator sorte para formar uma boa mão de poker.

Mais adiante, no ano de 1901, Charles Fey criou uma máquina de poker onde os jogadores poderiam atuar ativamente até um certo limite para formar uma combinação. Isto aconteceu devido a introdução do draw.

A função draw se consiste em deixar que o jogador fique com uma carta escolhida ou mais, separando estas das outras indesejadas. Para trocar as cartas inconvenientes, o jogador gira os tambores da máquina novamente afim de tentar fazer uma combinação melhor.

A inovação posterior foi a inclusão da eletricidade e a partir deste advento as máquinas de poker começaram a se chamar vídeo poker. As primeiras maquinas eletrônicas de pôquer surgiram em 1970, mas somente em 1980 foram produzidas em massa e distribuídas nos cassinos norte-americanos pela International Game Technology.

O que fez a máquina vídeo poker se popularizar?

A oportunidade de se divertir investindo pouco nas apostas, como uma moeda por exemplo, tornou este jogo de cassino online acessível a todas as camadas sociais.
Encontrar máquinas não só em cassinos, mas em toda sorte de lugares públicos, como bares, aeroportos, cafés, clubes e etc. Várias possibilidades de combinações que admitem o direito de receber prêmios. Écran de funcionalidade draw. Telas táteis.
Nas máquinas se pode jogar sem blefes e sem pressão dos outros jogadores, o que faz o momento ser emocionalmente mais tranquilo.

O poker e o vídeo poker no mundo atual

Na era em que vivemos, temos praticamente o mundo na palma da mão, por isso a qualquer hora ou lugar você pode jogar poker ao vivo, online poker, vídeo poker e outros jogos de cassino, bastando para isso um dispositivo como por exemplo smartphone, computador ou tablete conectado à internet.

Essa é a era dos cassinos online onde você pode se entreter com os jogos de cassino que sempre quis. Isso tudo disponível vinte e quatro horas por dia, nos sete dias da semana.

Com todo este conforto de poder jogar aonde e quando quiser, no pacote dos novos tempos veio ainda mais coisas legais em relação ao vídeo poker online. Este jogo evoluiu ainda mais no sentido de adicionar novas funcionalidades, jogos diferenciados e diversas possibilidades de apostas, aumentando significante a oportunidade de ganhar dinheiro.

Para quem sonha alto, existe também o vídeo poker progressivo. Isto significa que as apostas se acumulam como numa Mega-sena gerando assim um super prêmio para o sortudo (e astuto) que vencer. Lembrando que para ser bem-sucedido é preciso estar bem familiarizado com as regras e maneiras de atuar no jogo de pôquer, bem como utilizar de estratégias afim de garantir o sucesso nas jogadas.

Preparação para jogar o vídeo poker

Imaginamos que você já esteja com curiosidade de experimentar este jogo que além de divertir também serve como terapia por fazer o jogador desenvolver-se nas áreas de inteligência emocional, tomadas de decisão e raciocínio lógico.

Primeiramente você precisa escolher um bom cassino online, ou seja, que tenha um bom design, regras claras, comunicação fluente e forma de depósito de apostas e recebimento dos lucros de forma conveniente para você.

Para sentir mais segurança, antes de investir em apostas, recomendamos a você experimentar o vídeo poker gratuito. É possível até ganhar dinheiro nesta modalidade se você escolher um cassino online que lhe dê como presente um bônus de boas-vindas sem depósito.

Consciente de tudo isso, é hora de aplicar seu conhecimento e se divertir.

Uma pequena amostra sobre o que se deve saber na prática do poker e vídeo poker. Aprenda o que significa Royal Straight, Flush, Straight Flush, Four of a Kind, Full House, Flush Straight, Three of a Kind, Dois Pares e Nada.
Jogue no tempo estipulado. Relaxe, concentre e divirta-se!

***
Photo by Michał Parzuchowski on Unsplash

Pastor alemão foi demitido da polícia por ser muito carinhoso. Ele prefere brincar!

Pastor alemão foi demitido da polícia por ser muito carinhoso. Ele prefere brincar!

O caminho de um cão para se tornar um policial também tem suas diretrizes bem estabelecidas. Mas, algumas vezes, os cãezinhos que são criados para tal acabam não seguindo os padrões de um bom cão policial. Foi o que aconteceu com Ozzie, um filhote de cachorro que foi demitido por ser excessivamente afetuoso. Embora à distância vejamos um sério e poderoso pastor alemão, de perto ele é puro amor.

Isso não acontece apenas com os cães policiais. Diversas raças como rottweilers e pit bulls, que são vistas como “agressivas”, ás vezes possuem mais capacidade de amar do que intimidar.

Ozzie é nativo de Queensland, na Austrália e foi treinado pela polícia desta cidade desde seu nascimento, mas quanto mais eles lhe davam instruções, mais ele deixava claro que não era coisa dele. Ele não gostava de perseguir os criminosos, se divertia muito mais quando caçava pássaros.

Incrivelmente, depois de deixar a polícia, foi exatamente nisso que ele conseguiu um emprego. Ele agora está perseguindo pássaros no aeroporto de Brisbane, na Austrália, uma tarefa que pode parecer boba, mas é fundamental. Um exemplo disso é visto no filme “Sully: Um feito no Hudson”, estrelado por Tom Hanks. Um caso da vida real em que um bando de pássaros causou uma falha no motor de um avião.

Ozzie mora com seu treinador Jackson Ring, que habilmente conseguiu trazer o melhor do peludo.

“Ozzie não tinha as características necessárias de um cão policial, mas ele é perfeito para o seu trabalho atual, que é introduzir um predador no ambiente do aeroporto. Sua prioridade na vida é sua bolinha bola e nada mais importa. No entanto, seu amor pelas bolinhas é perfeito para nós. Ozzie é capaz de correr para todos os lados em busca do brinquedo, espantando assim os pássaros”, conta o treinador.

contioutra.com - Pastor alemão foi demitido da polícia por ser muito carinhoso. Ele prefere brincar!

Embora ele não seja um oficial, ele continua a salvar vidas! Uma figura!

 

Com informações de UPSOCL

Kristen Stewart interpretará a princesa Diana em filme que será rodado em 2021

Kristen Stewart interpretará a princesa Diana em filme que será rodado em 2021

A atriz Kristen Stewart, de 30 anos, que ficou mundialmente conhecida ao interpretar Bella Swan nos filmes da saga Crepúsculo, tem um enorme desafio pela frente. Ela foi escolhida pelo diretor chileno Pablo Larraín para interpretar ninguém menos que a princesa Diana, uma das personalidades mais emblemáticas dos anos 90, em um filme que será rodado em 2021.

O filme foi intitulado ‘Spencer’, em homenagem ao sobrenome de solteira de Diana, e a trama se passará nos anos 1990, com foco no divórcio de Diana e Charles, fato que abalou as estruturas da realeza na época. Eles romperam em 1992 e se divorciaram quatro anos depois.

Ao Deadline, Pablo Larraín falou sobre o episódio da vida de Diana no qual o filme se baseará: “Quando alguém decide não ser rainha e diz: Prefiro ir e ser eu mesma, é uma grande decisão, um conto de fadas às avessas”.

“Como e por que você decide fazer isso? É uma grande história universal que pode atingir milhões e milhões de pessoas, e é isso que queremos fazer. Queremos fazer um filme amplo, que se conecte com um público mundial interessado em uma vida tão fascinante”, acrescentou o diretor.

O diretor também comentou a escolha de Kristen Stewart para o papel. “Para fazer esse filme bem, precisamos de algo muito importante no cinema, que é um mistério. Kristen pode ser muitas coisas, e ela pode ser muito misteriosa e muito frágil e, finalmente, muito forte também, e é disso que precisamos. A combinação desses elementos me fez pensar nela”, afirmou o diretor.

Larraín ainda disse que é muito bonito ver como Stewart está se aproximando da personagem. “Eu acho que ela fará algo impressionante e intrigante ao mesmo tempo. Ela é uma força da natureza”, completou.

*** Com informações de Uol e Terra

Milhões de vidas foram salvas pelo isolamento social, concluem cientistas: ‘Uma das maiores realizações da humanidade’

Milhões de vidas foram salvas pelo isolamento social, concluem cientistas: ‘Uma das maiores realizações da humanidade’

Nesta semana, cientistas do Imperial College de Londres e da Universidade da Califórnia-Berkeley publicaram estudos sobre o impacto de medidas emergenciais de saúde em 17 países diferentes.

Embora as equipes usassem métodos diferentes de cálculo para suas pesquisas, ambas chegaram a conclusões semelhantes: milhões de vidas foram salvas graças a intervenções em larga escala durante a pandemia.

Segundo o estudo do Imperial, os bloqueios europeus ajudaram a evitar mais de 3,1 milhões de óbitos. O estudo de Berkeley – que examinou as taxas de infecção e medidas de bloqueio na China, Coréia do Sul, Itália, Irã, França e EUA – descobriu que as intervenções locais e nacionais impediram mais de 530 milhões de casos. Ambos os estudos foram publicados na Nature .

Além disso, a continuação dessas políticas além do período de estudo provavelmente evitou muitos milhões a mais de infecções, diz Solomon Hsiang, diretor do Laboratório de Políticas Globais de Berkeley e principal autor do estudo de Berkeley.

“Os últimos meses foram extraordinariamente difíceis, mas através de nossos sacrifícios individuais, pessoas de todos os lugares contribuíram para uma das maiores realizações coletivas da humanidade”, disse Hsiang. “Eu não acho que nenhum esforço humano tenha salvado tantas vidas em um período tão curto de tempo. Houve enormes custos pessoais para ficar em casa e cancelar eventos, mas os dados mostram que a cada dia fazia uma diferença profunda. Usando a ciência e cooperando, mudamos o curso da história.”

O estudo de Berkeley avaliou 1.717 políticas implementadas nos 6 países durante o período que se estendeu desde o surgimento do vírus em janeiro até abril. A análise foi realizada por Hsiang e uma equipe multidisciplinar internacional no Laboratório de Políticas Globais, todos trabalhando sob restrições de abrigo no local.

Reconhecendo o desafio histórico e o potencial impacto da pandemia, “todos da nossa equipe abandonaram tudo o que estavam fazendo para trabalhar nisso o tempo todo”, disse Hsiang.

Hoje, os casos globais estão se aproximando de 7 milhões – mas a pesquisa da UC Berkeley sugere que os números teriam sido muito maiores sem intervenções políticas.

“Muitos já sofreram perdas trágicas. E, no entanto, o período de abril a maio teria sido ainda mais devastador se não tivéssemos feito nada, com um preço que provavelmente não podemos imaginar ”, disse Hsiang. “É como se o teto estivesse prestes a cair, mas nós o seguramos antes de esmagar todos. Foi difícil e cansativo, e ainda estamos aguentando. Mas, ao nos unirmos, fizemos algo como sociedade que ninguém poderia ter feito sozinho e que nunca havia sido feito antes. ”

Enquanto isso, em Londres, a equipe Imperial examinou as taxas de mortalidade por COVID-19 em uma dúzia de países europeus depois que várias ordens de permanência em casa, restrições sociais e paralisações foram implementadas em março.

Medir a eficácia dessas intervenções é importante por seus impactos econômicos e sociais, e pode indicar quais cursos de ação são necessários no futuro para manter o controle. Estimar o número de reprodução – o número médio de casos que uma pessoa infectada provavelmente causará enquanto estiver infecciosa – é uma medida particularmente útil.
“Usando um modelo baseado em dados do número de óbitos em 11 países europeus, é claro para nós que intervenções não farmacêuticas – como bloqueio e fechamento de escolas, salvaram cerca de 3,1 milhões de vidas nesses países”, disse o Dr. Seth Flaxman, autor do estudo do Departamento de Matemática do Imperial College London. “Nosso modelo sugere que as medidas adotadas nesses países em março de 2020 foram bem-sucedidas no controle da pandemia, diminuindo o número de reprodução e reduzindo significativamente o número de pessoas que teriam sido infectadas pelo vírus SARS-CoV-2”.

Além disso, a equipe calculou que o número de reprodução caiu para menos de um como resultado das intervenções, diminuindo em média 82%, embora os valores variem de país para país.

“Esses dados sugerem que, sem nenhuma intervenção, como bloqueio e fechamento de escolas, poderia haver muito mais óbitos por COVID-19”, disse o Dr. Samir Bhatt, autor do estudo do Centro MRC para Análise Global de Doenças Infecciosas no Imperial College London .

“A taxa de transmissão caiu de altos níveis para aqueles sob controle em todos os países europeus que estudamos. Nossa análise também sugere muito mais infecções nesses países europeus do que o estimado anteriormente. Agora, deve-se considerar cuidadosamente as medidas contínuas necessárias para manter a transmissão do SARS-CoV-2 sob controle. ”

***
Redação CONTI outra. Com informações de goodnewsnetwork

Um grupo de mulheres africanas se uniu para combater os caçadores de animais na África

Um grupo de mulheres africanas se uniu para combater os caçadores de animais na África

Há um conflito no continente africano, mas não ouvimos muito sobre o trabalho árduo realizado nas linhas de frente. No centro do conflito? Chifres de rinoceronte. Eles são muito procurados no mercado negro, valem mais que ouro, e as pessoas vão fazer o que for preciso para roubá-los. Na África do Sul, onde estão cerca de 80 por cento da população mundial de rinocerontes, 1.028 foram caçados em 2017, o equivalente a quase três rinocerontes capturados todos os dias, de acordo com estatísticas oficiais do Departamento de Assuntos Ambientais da África do Sul. Felizmente, esses números caíram em comparação com 2016, e isso se deve em parte às patrulhas das Black Mambas, uma unidade anti-caça furtiva essencialmente feminina, sediada na Reserva Natural Balule, no Parque Nacional Greater Kruger, da África do Sul. Seu mantra: se não pararmos os caçadores, quem o fará?

contioutra.com - Um grupo de mulheres africanas se uniu para combater os caçadores de animais na África

“Quero proteger a natureza e garantir que meus filhos e as gerações futuras possam ver rinocerontes e toda a vida selvagem na vida real, não apenas em imagens nos livros”, diz Collet Ngobeni, 33 anos, membro das Black Mambas .

Ngobeni é uma das 33 mulheres (e dois homens) que lutam contra a destruição da população de rinocerontes no Kruger Park, que já foi considerado foco de caça furtiva. Ao contrário da maioria das unidades de combate à caça furtiva, é composta quase exclusivamente por mulheres, e os membros vão à luta de “mãos limpas”. As unidades de combate à caça furtiva geralmente são compostas por militares que vão até os caçadores furtivos usando helicópteros e todo o aparato militar. Mas as Black Mambas acreditam que a batalha não precisa ser travada por esses meios. Elas são os olhos e os ouvidos da terra. Seu objetivo não é criar mais conflitos, é apenas salvar os rinocerontes.

contioutra.com - Um grupo de mulheres africanas se uniu para combater os caçadores de animais na África

A unidade passa grande parte do dia caminhando no campo. Eles procuram caçadores ilegais em patrulhas de vigilância diárias, coletam informações, removem armadilhas destinadas a capturar animais selvagens e rastreiam cozinhas de carne silvestre e acampamentos de caçadores. Se ficarem cara a cara com um caçador furtivo, eles são equipados com walkie-talkies para pedir apoio. Atravessar as planícies da reserva durante oito horas por dia no calor intenso não é uma tarefa fácil. E caçadores não são a única ameaça, também há elefantes, búfalos e leões a caminho.

contioutra.com - Um grupo de mulheres africanas se uniu para combater os caçadores de animais na África

“O maior desafio é treinar e trabalhar no mato com animais perigosos”, diz Ngobeni. “Mas o que mais gosto no meu trabalho é estar na natureza e ver animais”, animais que ela espera que estejam disponíveis para que as próximas gerações os conheçam.

As Black Mambas são modelos para essa geração, em grande parte graças ao programa Black Mambas Bush Babies. Ao trabalhar com crianças entre 12 e 15 anos, os Black Mambos ensinam-lhes os diferentes comportamentos da vida selvagem, ensinam como proteger os animais e ainda lhes dão uma profunda compreensão de ecologia e conservação do meio-ambiente.

Durante as férias escolares, as crianças são levadas para a reserva para ver os animais sobre os quais estão aprendendo. Ver elefantes através dos arbustos ou hipopótamos em uma poça de água lhes dá uma conexão mais profunda com os animais que eles conheceram nas aulas. O Bush Babies tem sido tão bem-sucedido desde o seu lançamento em 2015 que já foi introduzido em dez escolas no Parque Nacional Greater Kruger.

As Black Mambas, muitas dos quais são mães e pilares de suas família, tornaram-se heroínas em suas comunidades. Em uma indústria notoriamente dominada por homens, em uma parte do país onde muitas vezes se espera que as mulheres fiquem em casa, elas estão provando que não precisa ser assim. “Ser mulher Black Mamba é como ser uma rainha da selva”, diz Leithah Mkhabela, 25 anos. Mostrar esse exemplo às meninas é tão importante para a unidade quanto proteger a vida selvagem e educar as comunidades sobre conservação.

contioutra.com - Um grupo de mulheres africanas se uniu para combater os caçadores de animais na África

“Ser uma Black Mamba dá poder a você”, diz Mkhabela. “Através de nosso trabalho duro, confiança e todas as nossas conquistas, fizemos pessoas de todo o mundo nos aceitarem”.

Como o trabalho em si, a jornada para chegarem onde estão hoje foi desafiadora. Quando as mulheres começaram o trabalho em 2013, muitos dos homens de suas comunidades riram delas. Mas sua taxa de sucesso acalmou os incrédulos (a caça furtiva e a captura de animais no Grande Kruger caíram mais de 70%), e a unidade está prosperando. “Quero ver as Black Mambas crescerem para que haja muito mais mulheres trabalhando aqui, em todo o país e no mundo”, diz Ngobeni.

***

Redação CONTI outra. Com informações de Nation

Professora adapta seu carro a uma sala de aula móvel para ajudar cada um de seus alunos.

Professora adapta seu carro a uma sala de aula móvel para ajudar cada um de seus alunos.

A atual pandemia que afeta a população mundial forçou uma mudança na maneira de realizar várias atividades diárias, dentre elas estava o sistema de educação. Além de ter que se adaptar à modalidade online, vários professores precisaram contatar seus alunos que não têm recursos suficientes para acessar a tecnologia.

Essa professora foi uma delas. Seu nome é Nay e ela é uma professora mexicana que decidiu inovar e transformar seu automóvel em uma ‘sala de aula móvel’, colocando duas cadeiras e uma escrivaninha na caçamba de sua caminhonete. Assim, ela visita seus alunos de casa em casa para explicar-lhes o conteúdo.

A imagem da professora ensinando uma de suas alunas em uma sala de aula móvel, com a qual ela anda pelas ruas de Apaseo el Grande, em Guanajuato, no México, viralizou principalmente no Twitter.

Depois que as escolas fecharam devido à emergência de saúde por coronavírus, Nay decidiu adaptar a parte da caçamba de sua caminhonete. Mesmo saindo de casa, a professora segue todas as orientações para evitar o contágio, esterilizando tudo com álcool, utilizando sempre máscara e atendendo um aluno por vez. A ação foi necessária para os estudantes que não tinham acesso à internet.

A professora recebeu vários comentários de carinho e elogios por sua ação dos usuários. E ela merece toda palavra de admiração. Um exemplo de dedicação durante um momento tão difícil!

Com informações de UPSOCL

‘Destacamento Blood’, um filme que incomoda ao cutucar as feridas abertas do racismo

‘Destacamento Blood’, um filme que incomoda ao cutucar as feridas abertas do racismo

No último dia 12 de junho, a Netflix adicionou ao seu catálogo o aguardado novo filme de Spike Lee, “Destacamento Blood”. Diretor de muitas obras inesquecíveis do cinema, Lee volta a abordar o racismo entranhado nas estruturas do seu país com uma história que relembra um episódio ainda recente e doloroso da história, a Guerra do Vietnã, em que muitos soldados afro-americanos foram postos na linha de frente para lutar por um objetivo que nunca foi deles e por uma nação que nunca os tratou com o devido respeito.

A trama narra a história de quatro veteranos de guerra que retornam ao Vietnã para procurar um tesouro enterrado. Trazendo de volta às telas o olhar apurado, a linguagem inconfundível e o apuro técnico característicos das obras do diretor, Destacamento Blood quer nos tirar da zona de conforto e nos fazer encarar a realidade sem romantismos. Para Lee, uma guerra nunca termina. Assim como a Guerra do Vietnã ainda pulsa na memória daqueles que viveram seus horrores e nos reflexos sentidos na vida dos descendentes desses soldados, o racismo ainda faz as pessoas irem às ruas com cartazes de protestos, mais de 50 anos depois das revoltas de 1968, quando Martin Luther King teve trajetória de lutas abreviada em um crime político.

Destacamento Blood é um filme inesquecível. Vai ser difícil tirar da mente a fúria e a dor de Paul, personagem do brilhante Delroy Lindo, ao olhar para a câmera e dizer de quem é a culpa pela sua aparente loucura. As atitudes do personagem espelham uma sociedade doente que sempre o explorou e o tratou como descartável. Paul, portanto, é o resultado do racismo que continua fazendo vítimas nos Estados Unidos e para além de suas tão bem protegidas fronteiras.

Spike Lee, que já tinha incomodado as platéias com “Faça a Coisa Certa”, de 1989, considerada uma das obras mais importantes do cinema, só foi ganhar uma estatueta do Oscar no ano passado, pelo roteiro de ‘Infiltrado na Klan’. Portanto, ‘Destacamento Blood’ oferece à Academia a chance de reparar um erro brutal. Spike Lee é das vozes mais proeminentes dessa geração do cinema e merece ser reconhecido como tal. Sua genialidade continua a nos incomodar com questões que a sociedade costuma minimizar ou tratar com a superficialidade que cai tão bem aos discursos nas redes sociais.

Confira o Trailer:

Bombril anuncia que deixará de comercializar produto acusado de racismo nas redes sociais

Bombril anuncia que deixará de comercializar produto acusado de racismo nas redes sociais

A Bombril decidiu retirar do catálogo a sua esponja de aço inox que leva o nome de ‘Krespinha’. A atitude vêm como resposta à polêmica levantada nas redes sociais desde que o produto foi acusado de propagar o racismo. Os internautas alegam que o nome do produto faz alusão ao cabelo crespo e ainda compartilharam uma imagem que fazia propaganda do produto em 1950, à época do seu lançamento no mercado, que trazia a ilustração de uma pessoa negra com cabelos crespos.

O caso gerou grande repercussão e a hashtag #BombrilRacista foi um dos assuntos mais comentados do Twitter hoje pela manhã. Muitas pessoas se posicionaram sobre o assunto. Uma delas foi a jornalista Luciana Barreto, âncora da CNN, que usou seu espaço na bancada para comentar o caso. Luciana, que é negra, criticou o racismo estrutural existente no país.

 

Ver essa foto no Instagram

 

COMUNICADO: A Bombril decidiu que vai retirar, a partir de hoje, a marca Krespinha do seu portfólio de produtos. Diferentemente do que foi divulgado nas redes sociais e mídia em geral, não se tratava de lançamento ou reposicionamento de produto. A marca estava no portfólio há quase 70 anos, sem nenhuma publicidade nos últimos anos, fato que não diminui nossa responsabilidade. Mesmo sem intenção em ferir ou atingir qualquer pessoa, pedimos sinceras desculpas a toda a sociedade. Cada vez mais, em todo o mundo, as pessoas corretamente cobram das empresas e das instituições o respeito e a valorização da diversidade. Não há mais espaço para manifestações de preconceitos, sejam elas explícitas ou implícitas. A Bombril compartilha desses valores. Em função disso, vamos imediatamente rever toda a comunicação da Companhia, além de identificar ações que possam gerar ainda mais compromisso com a diversidade.

Uma publicação compartilhada por Bombril (@bombriloficial) em

“Posso dizer que qualquer pessoa, branca ou negra, sabe que chamar o cabelo de meninas negras na escola de Bombril era muito comum como ofensa. Então, meninas negras ressignificaram a palavra; passou a ser cabelo crespo”, relembrou a jornalista.

“Agora as pessoas voltam a ser ofendidas por ter seus próprios cabelos, que são da sua natureza, com uma forma de pejorativa de ser chamado. Isso faz parte do racismo estrutural. (…)Crianças não podem mais conviver com o racismo estrutural, porque entra no psicológico, que entra no que a gente chama de auto-ódio. Odiar seu próprio corpo, odiar sua própria cor, odiar seu próprio cabelo. E isso está no mercado de trabalho, no que você é aceito, como você é aceito ou não”, pontuou Luciana.

Frente à polêmica, a empresa esclareceu que, diferente do que vêm sendo propagado nas redes sociais, o produto não havia sido relançado em 2020, mas nunca tinha saído de circulação. “Não se tratava de lançamento ou reposicionamento de produto. A marca estava no portfólio há quase 70 anos, sem nenhuma publicidade nos últimos anos, fato que não diminui nossa responsabilidade”, diz o comunicado.

A Bombril ainda garantiu que vai retirar o produto de circulação. “A Bombril decidiu que vai retirar, a partir de hoje, a marca Krespinha do seu portfólio de produtos…Não há mais espaço para manifestações de preconceitos, sejam elas explícitas ou implícitas. A Bombril compartilha desses valores”, afirmou a empresa, que ainda prometeu “rever toda a comunicação da companhia”.

 

Ver essa foto no Instagram

 

COMUNICADO: A Bombril decidiu que vai retirar, a partir de hoje, a marca Krespinha do seu portfólio de produtos. Diferentemente do que foi divulgado nas redes sociais e mídia em geral, não se tratava de lançamento ou reposicionamento de produto. A marca estava no portfólio há quase 70 anos, sem nenhuma publicidade nos últimos anos, fato que não diminui nossa responsabilidade. Mesmo sem intenção em ferir ou atingir qualquer pessoa, pedimos sinceras desculpas a toda a sociedade. Cada vez mais, em todo o mundo, as pessoas corretamente cobram das empresas e das instituições o respeito e a valorização da diversidade. Não há mais espaço para manifestações de preconceitos, sejam elas explícitas ou implícitas. A Bombril compartilha desses valores. Em função disso, vamos imediatamente rever toda a comunicação da Companhia, além de identificar ações que possam gerar ainda mais compromisso com a diversidade.

Uma publicação compartilhada por Bombril (@bombriloficial) em

***

Redação CONTI outra. Com informações de TV Famosos e Terra

INDICADOS