A jovem Alissa Veiga, filha mais nova de Tom Veiga, usou as redes sociais para fazer um dos mais tristes desabafos sobre o falecimento do pai.
O ator, que dava vida ao icônico personagem Louro José no programa Mais Você, da Rede Globo, foi encontrado sem vida em seu apartamento no domingo (1) após sofrer um AVC.
Com comovente honestidade, Alissa expressou sua dor no que ela considera “o pior dia da minha vida”.
“Eu não sei o que eu faço. É uma dor inexplicável”, escreveu a menina, sendo apoiada por muitos dos seus amigos.
Alissa revelou ainda que seu pai faleceu exatamente no dia em que ela estava completando 15 anos. “Eu só queria ter recebido um feliz aniversário dele”, publicou na web.
Desejamos que Alissa, assim como os demais familiares e amigos de Tom Veiga, encontrem força e sabedoria para superar este momento tão difícil.
No último dia 23 de outubro de 2020 estreiou na plataforma de streaming “Netflix” a minissérie de 7 episódios: “O Gambito da Rainha”. Nem preciso falar que a série já está no TOP 10 da plataforma, né.
A série é uma adaptação do romance homônimo de Walter Tevis, lançado em 1983. O Livro ainda não está disponível com tradução para o português.
Categorizada como drama, a minissérie foi desenvolvida por Scott Frank e Allan Scott.
Abaixo, separei 6 aspectos relevantes para publicar para vocês aqui na CONTI outra. Enquanto eu os listei, preocupei-me em não oferecer nenhum spoiler que pudesse atrapalhar a sua experiência (e aviso sobre o tópico que realmente possui spolers). Contudo, se você quiser ver a série sem absolutamente nenhuma influência conceitual, sugero que guarde o texto e o leia depois que assistir tudinho.
1- Qual a temática?
A história se passa nos anos 1950 quando a menina de 9 anos, Beth Harmon, interpretada por Isla Johnson na infância e por Anya Taylor-Joy da adolescência, torna-se órfã e é dirigida a um orfanato em Kentucky, no sudoeste dos EUA . Dentro a instituição acompanhamos a luta pela adaptação da criança, seu luto, construção de pequenos vínculos, introdução ao vício em tranquilizantes, com pílulas que eram fornecidas pela própria instituição e, o mais marcante na vida da protagonista: a descoberta do xadrez em um dia qualquer, quando levava os apagadores para bater o pó no porão do orfanato.
Em suma, vemos uma história de amadurecimento e acompanhamos aspectos que mostram o preço da sua genialidade, segundo a própria descrição oficial da série. Dentro do enredo acompanhamos questões sociais relevantes ligadas a institucionalização de crianças e da própria medicação fornecida pelo estado, mencionada há pouco.
Acompanhamos ainda, ao fundo, questões políticas da época, quando ainda “reinava” a Guerra Fria. Vemos questões sociais, como o racismo (apresentadas sutilmente pela colega de quarto de Beth, Jolene (Moses Ingram), que deixa todo mundo com gostinho de quero mais toda vez que aparece), e a história da pequena Elisabeth que, gradativamente, ganha espaço em um mundo considerado masculino, como é o caso do xadrez, trabalhando também questões ligadas ao lugar da mulher na sociedade. Isso, não podemos nos esquecer, mesclando de forma ímpar aspectos do mundo real e imaginário da protagonista.
2- A série conseguiu 100% de aprovação e recebeu o seu certificado Fresh no Rotten Tomatoes.
Para quem não sabe, o Rotten Tomatoes é um site americado que reúne críticas de cinema e televisão. Logo, é também um local de referência para que consultemos as críticas de quem já vi uma série e/ou filme e a avaliou previamente.
O bacana em “O Gambito da Rainha” foi que ela recebeu rapidamente um número elevada de classificações positivas e, em poucos dias, já tinha 100% de aprovação e já está cotada por quem entende da coisa como a possível melhor minissérie de 2020.
3- A série foi idealizada para ser um filme e ter Heath Ledger ao lado de Ellen Page
Algumas coisas demoram, passam por grandes mudanças e percalços, mas parece que tem que acontecer. Pois foi exatamente isso que ocorreu com o Gambito da Rainha que, idealizada inicialmente para ser um filme, há cerca de 30 anos nasceu na mente de seu co-criador Allan Scott, quando o mesmo adquiriu seus direitos de produção. Alla Scott trabalhou com 5 diretores diferentes, inclusive, no final dessa saga, com Heath Ledger que, além da direção também deveria estrelar ao lado de Ellen Page, que era a protagonista escalada para o longa que nunca aconteceu porque Ledger faleceu em 2008 quando o projeto parou. Em 2018, o projeto foi retomado e virou uma minissérie. E o resultado é o que temos agora. Era um tesouro maturando o seu momento.
4- O desenvolvimento da série
A trama cativa e emociona do início ao fim. Não há como não nos sensibilizarmos com o abandono que a pequena Beth vivia tanto antes quando após a sua institucionalização. A minissérie possui arcos que permitem que nos mantenhamos entretidos, envolvidos e fascinados com seus aspectos emocionais. O enredo apresenta diversos flashies da patologia de sua mãe biológica e, posteriormente, da mãe adotiva que fazem com que quase sintamos em nossa própria pele a dor de quem utiliza-se de álcool e medicações para sobreviver a uma vida infeliz. Somos colocados frente a frente com a sensação de invencibilidade e posterior apatia e falta de sentido que andam juntos com a dependência química.
Somos ainda, arrebatados, pelo sucesso gradativo de meteórico da protagonistas e com a emoção de cada partida que acontece nos locais mais variados, seja em um ginásio de escola, em um hotel de Luxo em Paris ou mesmo cercada pela polícia secreta em Berlim.
Ah, e é importante ressaltar, as jogadas que aparecem no filme são todas reais e “O Gambito da Rainha” é o nome da jogada que se tornará marcante na ascenção profissional de Beth Harmon como enxadrista profissional, por isso ganhou até lugar como nome da série que nos chama a atenção logo de cara.
5- A estética da série
As tonalidades utilizadas, os cenários minuciosamente escolhidos para retratar com excelência os ambientes das décadas de 50 e 60, a fotografia minuciosa. Vemos claramente como a industrialização acontecia fortemente, o papel da mulher na sociedade em casa e esperando o marido voltar, as cenas de sua mãe adotiva passando aspirador na casa e assim por diante. Tudo, na mais perfeita ambientação.
6- A psicologia por trás da série (esse tópico possui spoilers)
A série trabalha o abandono nas mais diversas formas. Vemos o luto concreto da perda da mãe, que dá inicio ao enredo de forma mais clara, quando Beth é institucionalizada. Segue-se daí o luto por toda uma vida pregressa e a adaptação a vida de vínculos superficiais de uma instituição. Vemos como Beth sobrevive utilizando-se de uma vida isolada, vemos a fuga pela medicação e, posteriormente, na obsessão pelo xadrez que é apresentado por um dos seus maiores amigos, um zelador chamado Shaibel (Bill Camp) que certamente a amava, mas que não conseguia demonstrar o seu afeto porque era calado um tanto antissocial.
Tudo isso fez com que Beth criasse uma couraça emocional que, para um observador mais leigo na compreensão da psicologia humana, poderia parecer uma postura arrogante, mas que na verdade nada mais era do que um escudo emocional que permitia que sobrevivesse e seguisse, ora com distanciamento emocional, ora entorpecida por tranquilizantes e pelo álcool. Vencer, certamente, era um momento de energia e desafio intelectual, mas também era um momento de provar para si mesma que ela tinha valor.
No meio dos enxadristas Beth também encontrou um ambiente em que sua genialidade- fato que também afasta uma pessoa dentre as outras- encontrasse pessoas semelhantes e que, através do jogo, podiam se comunicar de forma mais igual. Afinal, lá ela era ela mesma. Lá ela era compreendida e adorada e, ao contrário de uma vida de abandono, lá ela era amada e admirada. No figurino da Sra Harmon, que comentaremos no item abaixo, nós também vemos como ela cresce em sua independência como pessoa.
Durante a sua entrada na instituição é tirada dela a roupa com o nome bordado pela mãe, uma cena cruel em que a diretora da instituição lhe fornece uma vestimenta cinza e sem vida e diz que sua roupa atual será queimada. Tudo isso numa possível metáfora de que toda e qualquer individualidade seria também queimada com a entrada na instituição.
Na instituição Beth não podia opinar sobre o que vestia. Logo que foi adotada, sua mae adotiva comprou roupas novas para ela, mas ela também não pode escolher. Eram roupas fora de moda e provenientes de uma promoção. Essa compra, entretanto, refletiu significativamente sobre a maneira como suas novas colegas de escola a viam e gerou cenas de humilhação e rejeição. Nesse momento, Beth percebeu-se “inadequada” e não incluída.
Entretando, assim que ela conseguiu dinheiro após conquistar os primeiros prêmios, ela pode comprar as roupas que queria.
Assim, o uso das roupas, desde que ela pode fazer a primeira escolha do que vestir até, posteriormente, quando tornou-se praticamente um ícone fashion, mostra como Beth crescia como mulher.
Na metáfora das roupas percebemos que, quanto mais bela e independente ela se sentisse por dentro, mais incríveis e elegantes se tornassem também as suas roupas. Nesse ponto, claro, também aparece um ponto de dependência da protagonista quando ela disse que não tinha dinheiro para um torneio porque tinha comprado vestidos demais, mas mesmo assim esse aspecto não invalida a sua construção emocional que segue em um contínuo positivo, apesar de suas quedas.
A série mostra que uma mulher inteligente também pode ser feminina e glamorosa, quebrando o esteriótico da nerd desajeitada e mal vestida. Beth mostra que pode ser independente em uma sociedade e em um segmento profissional machista e mesmo assim vencer e ser feliz.
Beth segue apesar de seus traumas e da dependência química mostrando que é possível sobreviver a ambas as coisas.
Em outros momentos ela mostra que existe amor, mesmo sem palavras claras e grandes demonstrações, como acontece com seu amor pelo zelador, que foi um amor que aconteceu através das entrelinhas e de um tabuleiro.
Ela mostra, ainda, que ser humano é ser falho, apesar de sua genialidade.
E nós assistimos a tudo isso orgulhosos dela.
Depois desses pontos, há como não adorar “O Gambito da Rainha”?
Espero que vejam, revejam e indiquem essa experiência.
Quem não se lembra com carinho da comédia romântica “De repente 30” ? Um filme que já tem 16 anos e se tornou um clássico, em grande parte graças à atuação extraordinária de Jennifer Garner como Jenna adulta e de Mark Ruffalo como Matt.
Mas quem também fezz bonito no filme foi a atriz Christa B. Allen, que interpretou a versão adolescente da protagonista. A atriz, que hoje tem 28 anos, quase a mesma idade da versão adulta de sua mais icônica personagem, tem feito bastante sucesso no Tik Tok reproduzindo cenas do filme que a fez mundialmente famosa.
Sua mais recente aparição na rede social chinesa levou os fãs à loucura. Ela aproveitou o Halloween para se vestir como a Jenna Adulta do filme. O visual ficou perfeito e os seus seguidores não se cansam de dizer que ela está ainda mais parecida com Jennifer Garner do que quando atuou na comédia romântica.
Christa B. Allen e Jennifer Garner são realmente bastante parecidas. Veja e compare:
Como se não bastasse usar o figurino da personagem, ela ainda fez questão de gravar um video dançando Thriller, o sucesso de Michael Jackson que embalou uma das cenas mais memoráveis de ‘De Repente 30’. Foi a cereja do bolo para o fãs.
Assista a esse momento icônico:
Já há quem a considere a vencedora do melhor traje de Hollywood este ano. Eu não ouso discordar!
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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Reprodução/Tik Tok e cenas de “De Repente 30”.
Crescemos ouvindo que não devemos ferir os outros e que precisamos ser pessoas boas. No entanto, também nos ensinam a pensar em nós mesmos, a nos resguardáramos do que machuca. Por essa razão, por esse temor de que nos tornemos egoístas, muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos, enquanto cuidamos tão somente da forma como nos comportamos com as pessoas.
Mas e nós nessa história? Nossos sentimentos, nossos sonhos, nossas metas e planos? E quando é o outro que não se comporta bem conosco? Ficamos tão preocupados na forma como tratamos as pessoas, que acabamos negligenciando o autocuidado, o autoconhecimento, o amor próprio. Sim, é imprescindível nos colocarmos no lugar do outro, porém, é essencial que o outro também se coloque no nosso lugar. Ninguém consegue caminhar tranquilo com o próprio peso e o peso do outro sobre si.
Analise se a pessoa realmente merece ser poupada da verdade. Às vezes, algumas pessoas não têm condições de ficar sabendo de alguma coisa ruim que esteja ocorrendo, por conta de sua saúde, ou, por exemplo, pela idade avançada. Porém, em condições normais, todo mundo tem o direito à verdade, porque senão uma das partes carregará sozinha toda preocupação, todo nervosismo, sem dividir. E isso adoece, pois ninguém é uma máquina, ninguém tem o poder de resolver tudo sozinho.
Poupar-se é a ordem do dia, em todas as situações. A verdade é que você não precisa ficar ouvindo desaforo nessa vida. Você não merece conviver com quem machuca, com quem fere e só pensa no próprio umbigo. Você não é obrigado a passar por humilhação alguma, para ficar chorando e molhando o travesseiro até que adormeça. Você tem que saber o que merece e o que não aceita. Deixe bem claro quais são os limites de sua dignidade. Para todos, todos os dias.
Seja compreensivo, mas não condescendente. Seja sincero, mas não ofensivo. Seja gentil, mas não falso. Seja assertivo, mas não agressivo. Seja bom, mas não um banana. Coloque-se no lugar do outro, mas, sobretudo, coloque o outro no lugar dele. Não se despedace para ficar poupando todo mundo. Tem gente que não merece.
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Imagem de capa meramente ilustrativa: cena da série “O Gambito da Rainha”
O termo húbris é um conceito grego que significa “excesso,” que traduzimos como tudo aquilo que passa da medida, como arrogância exagerada ou insolência em demasia, que na mitologia grega eram atitudes consideradas afrontosas contra os deuses e acabavam em punição.
Assim, para os antigos gregos os portadores de húbris que tinham uma posição de poder e agiam com descaso com os deuses e com os outros eram castigados e podiam ter um fim trágico. Na civilização romana a húbris era vista como “petulância” de homens que sucumbiam ao um desfecho desonroso.
Hoje, a húbris é conhecida pela síndrome da presunção, uma patologia pouca discutida. Porém, um texto publicado pelo médico David Owen juntamente com o psiquiatra Jonathan Davidson, defendeu a existência da doença de húbris, ocasionada pelo o exercício do poder.
Segundo os autores, portadores da Síndrome de Húbris apresentam uma desordem psíquica, onde se destacam os transtornos de personalidade narcísica, antissocial e histriônica, que tratam seus semelhantes com desprezo e vêem o mundo como um lugar de autoglorificação.
Aliás, os doentes de húbris falam como se fossem “semideuses,” que estão revelando uma verdade absoluta. Mas, de fato, são homens e mulheres impulsivos e imprudentes devido aos seus arroubos autoritários e desequilíbrio emocional.
Essa síndrome não está relacionada exclusivamente aos cargos políticos, entretanto, se manifesta no comportamento de diretores, gerentes, chefes, líderes religiosos, etc, que se acham melhores e superiores de que seus colaboradores.
Para Owen e Davidson, os doentes de húbris perdem o equilíbrio moral e mental, pois são sujeitos que falam de si mesmo de modo majestático. Por esse motivo, eles acreditam que não podem ser responsabilizados por um tribunal mundano e acham que só devem ser julgados por Deus.
O filósofo Bertrand Russell identificou esse processo como “a intoxicação pelo poder.” Também era um fenômeno que atingia cidadãos comuns que serviam os narcisistas malignos, como Hitler, Mussolini e Stalin, que aniquilavam corpos e mentes que ousassem discordar deles.
Portanto, estamos assistindo no século 21, a ascensão de líderes que antes de chegar ao poder vendiam a imagem de “pessoas de bem,” mas agora que são autoridades se importam somente com o seu bel-prazer, mostrando que estão intoxicadas pelo poder.
Enfim, que essa síndrome sirva de lição para formar líderes capazes de pensar e agir com a razão, bom senso e empatia, lembrando que os deuses se irritavam com a presunção dos homens, contudo, na sua expressão “antropopática,” o Deus bíblico é ainda mais implacável contra a crueldade e a injustiça dos homens.
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Imagem de capa: Adolf Hitler (1989-1945) sendo recebido por apoiadores em Nuremberg. em 1933. Foto: Hulton Archive/Getty Images
Após determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), medicamentos à base de Cannabidiol (CBD) e Tetraidrocanabinol (THC), substâncias provenientes da planta Cannabis sativa, devem ser incluídos na lista de fármacos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o UOL, o tribunal negou o recurso que a União ajuizou contra a mesma determinação em sentença da Justiça Federal (1ª instância) de fevereiro de 2019. A decisão determina ainda que a União deve incorporar ao SUS de outros medicamentos à base de CBD ou THC que venham a ser registrados.
O TRF-1 também manteve as decisões de 1ª instância em outras duas ações movidas pelo MPF na Justiça Federal em Eunápolis, cidade no sul baiano, que estabelecem que a União deve garantir o tratamento com base nestes fármacos para dois pacientes.
Um dos pacientes de Eunápolis é portador de epilepsia refratária de difícil controle. A outra paciente tem Transtorno do Espectro Autista com apresentação de crises convulsivas.
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Redação Conti Outra, com informações de A Tarde UOL.
Foto destacada: Reprodução/Youtube.
A Netflix recentemente adicionou ao seu catálogo mais uma produção original, desta vez um filme de terror sobrenatural chamado ‘O que Ficou para Trás’ (His Home). O longa estreou sem muito alarde, mas definitivamente conquistou a crítica, tendo recebido 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes (com base em 50 reviews).
O filme, que é dirigido pela diretora estreante Remi Weekes e estrelado pelos atores Wunmi Mosaku e Sope Dirisu, conta a história de um jovem casal que foge da guerra do Sudão e vai morar no Reino Unido. Lá eles se mudam para um sobrado cercado de vizinhos nada amigáveis. Para piorar, eles logo percebem que algo sinistro se esconde nas paredes da casa, transformando o início de um sonho em um verdadeiro pesadelo.
Entre os críticos especializafos há um consenso geral de que o longa “apresenta sustos genuínos e traz uma visão aterrorizante sobre a experiência de refugiados”.
De acordo com a Vanity Fair, “Esse filme é assustador, cheio de sustos e uma atmosfera realmente sinistra.”
Já o Decider disse que “‘O que Ficou para Trás’ é fascinante, angustiante e inteligente, conceitualizado e dirigido com habilidade astuta. É facilmente um dos melhores filmes de terror do ano.”
Para o IndieWire, “Esse filme é uma história de fantasmas urgente e arrepiante sobre o que significa começar de novo em uma casa que pode não querer que você more nela.”.
Segundo o The Vulture, “‘O que Ficou para Trás’ é lindamente construído e seus sustos são monstruosamente eficazes, mas suas imagens aterrorizantes do mundo real permanecem sem solução, seus espectros não vencidos. O filme deixa feridas que não cicatrizam.”.
Já RogerEbert ressalta que “O nível de intensidade nas cenas tensas é impressionante. É tão assustador que, em determinado momento, eu estava assistindo o filme através dos meus dedos.”
‘O que Ficou para Trás’ já está disponível na Netflix. Confira o trailer:
Ana Maria Braga voltou ao comando do Mais Você nesta segunda-feira (02), mesmo bastante abalada com o falecimento de Tom Veiga, que por 20 anos dividiu a apresentação do matinal com ela. O programa foi uma homenagem ao ator e ao inesquecível personagem Louro José.
Com lágrimas nos olhos, Abna Maria falou sobre o falecimento do ator de 47 anos, que teve um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, provocado por um aneurisma.
“Hoje eu não estou perdendo só o Tom, eu estou perdendo ‘o’ Tom, um grande amigo, né? Um menino que a gente nunca discutiu, nunca brigou. E com ele foi junto o meu filho, que eu sempre considerei assim o Louro e o Tom”, disse a apresentadora.
“Eu fiquei pensando como eu ia conseguir chegar aqui e falar bom dia para vocês, porque dói muito. Assim como uma mãe perde um filho, um companheiro, porque filho da gente é um companheiro que você viu nascer e ele era isso”, continuou Ana.
“Por mais que minha produção e a direção da casa estivesse preocupada comigo hoje, aqui, eu não poderia deixar de estar aqui, moída por dentro, e deixar todos os que amam o Louro sem essa última homenagem”.
A apresentadora também falou sobre a relação de afeto que Tom Veiga tinha com todos os seus colegas. “Todos adoravam o Tom”, afirmou.
Ao longo de todo o programa, foram exibidas imeagens de bastidores relembrando a trajetória do ator que deu vida ao carismáticos personagem. Também foram ao ar alguns vídeos da equipe falando mais sobre o convívio com Tom. Ana Maria ressaltou que , em 21 anos de trabalho juntos, eles nunca se desentenderam. “A gente era confidente um do outro, contava coisas que a gente não contava com ninguém”, revelou.
Apesar de chorar, Ana Maria disse que o intuito não era transformar o programa em um momento triste e que o choro era de alegria por ter conhecido e convivido com Tom.
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Redação Conti Outra, com informações do G1.
Foto: Reprodução/TV Globo.
A televisão brasileira contabiliza hoje mais uma perda irreparável. Tom Veiga, que era mais conhecido por interpretar o personagem Louro José no programa matinal Mais Você, foi encontrado sem vida em sua casa na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, neste domingo (1º). Até o fechamento desta matéria, a causa do óbito ainda não tinha sido divulgada.
O personagem interpretado pelo ator de 47 anos ganhou a simpatia do público quando ainda dividia tela com Ana Maria Braga na Record, no extinto programa “Note e Anote”. Suas tiradas de humor e sua divertida relação com a apresentadora fizeram do Louro José um verdadeiro fenômeno de popularidade.
Em depoimento para o site Memória Globo, Tom Veiga falou com carinho sobre o papagaio:
“O Louro José é encrenqueiro, rabugento, chavequeiro, galanteador, mas é muito divertido, inteligente. Às vezes, quando eu revejo um programa, eu me pego dando risada. Eu dou risada com o Louro. O legal na personalidade dele é que cresceu, mas continua uma grande criança”.
Embora Veiga seja quem deu voz e personalidade ao boneco mais famoso da TV brasileira, quem o idealizou foi Ana Maria Braga, no ano de 1996, ainda no “Note e Anote”. Sua ideia era criar um personagem que cativasse as crianças.
“Precisava ser um bicho que falasse, que interagisse comigo, mas não podia ser cachorro, porque cachorro não fala, passarinho não fala. E, por eliminação, decidimos pelo papagaio. Eu tenho um em casa chamado Louro José. Ele fala e assobia o hino nacional”, lembrou Ana Maria em depoimento ao Memória Globo.
“E eu disse: ‘Vamos pôr o Louro’. Fiz um primeiro rascunho do desenho e pedi para uma pessoa que desenvolvia bonecos fazê-lo. Ele nasceu todo mambembe. Depois a gente foi ajeitando, mudando a espuma, até que ele virou global – aí ficou um astro, lindo. É um filho mesmo.”
Muitas pessoas foram testadas para manipular o papagaio, mas quem ficou com o personagem foi Tom Veiga, que na época era assistente de estúdio do “Note e Anote”. Certa vez, no entanto, pegou o fantoche para brincar com os colegas. Foi quando Ana Maria o viu e convidou para interpretar o Louro ao vivo no dia seguinte.
“Eu estava brincando com o boneco na produção, tirando sarro do pessoal que trabalhava com a gente, e ela [Ana Maria Braga] viu e gostou. Ela falou: ‘Amanhã você entra no ar como Louro José, tá?”, afirmou Veiga em um documentário feito em 2014 pelo Memória Globo.
Em março de 2017, Ana Maria Braga fez uma emocionante homenagem ao personagem, que fazia aniversário. “Meu papagaio mais amado, meu filho. Obrigada pela companhia, parceria, lealdade. A gente nunca discutiu, nunca brigou, a gente nunca ficou sem se falar por nenhuma razão. É uma das relações mais fantásticas da minha vida. Ele é irmão do meu papagaio que está lá na fazenda, que também é Louro José. É meu filho de penas”.
Muitas coisas que nos acontecem são provocadas pelas nossas atitudes, pelas nossas omissões, pelo que dissemos ou deixamos de dizer. Mesmo assim, nem tudo a gente merece, não. Tem um monte de lixo que vem na nossa direção por conta de pessoas intrometidas e maldosas. Às vezes, a gente se ferra sem ter feito nada.
Existe uma tendência, entre as pessoas, de ficar tentando se colocar como o estopim de qualquer acontecimento, como o causador de tudo, o que pode ser perigoso. É por esse caminho, por exemplo, que as vítimas muitas vezes acabam sendo questionadas e vistas como alguém que abriu a guarda e facilitou aos outros a atitude que lhe fizeram. E isso provoca julgamentos: quem foi traído não dava atenção ao companheiro, quem foi assediado se comportava indecorosamente, e por aí vai.
É cruel demais atribuir a quem sofreu um baque o papel de culpado. Vítima é vítima. Ou quem é assaltado tem culpa por andar em lugares ermos, por não prestar atenção à sua volta, por colocar a carteira no bolso de trás? Ou quem foi agredido contribuiu por não saber lutar? Ou quem é enganado se comportou como um bobo? Logicamente, existe quem se vitimiza, quem dissimula, para conseguir o que quer, mas aí se trata de desvios de caráter, o que não está sendo discutido aqui.
É preciso ficar claro que podemos levar uma porrada da vida sem ter contribuído para isso. Podemos ter que enfrentar tempestades que não foram por nós semeadas. Tem gente que usa máscaras e vive através de encenações teatrais. Tem gente que adora puxar tapete. Tem gente que abusa da bondade alheia. Tem gente que abusa da ajuda, da solidariedade do outro. Tem gente que abusa sexualmente. Outros abusam emocionalmente. E, em nenhum desses casos, as vítimas têm culpa.
Como se vê, muito daquilo que nos acontece é causado por nós mesmos, mas nem tudo. Algumas tempestades vêm de quem está ao nosso lado. Ter esse discernimento será providencial para que possamos viver melhor. Selecione bem as sementes que plantará e as companhias que terá. É isso.
Depois que os cães entram em nossas vidas eles se tornam aquela companhia que garante nossa felicidade. Eles nos dão o amor que às vezes não encontramos em um ser humano. Suas personalidades particulares, seus latidos e até a maneira como pedem comida nos inspiram a continuar com eles.
Um deles é Eddie, um lindo cachorrinho que sempre se preocupa com seus donos e é capaz de tudo para não deixá-los preocupados.
Apesar de ser um cachorrinho e talvez não ter desenvolvido a sua inteligência ao máximo, é notável que ele pensa em tudo antes de agir. Um exemplo disso foi quando ele acidentalmente derramou comida no chão, o que o deixou bastante preocupado.
The Dodo
Por estar sozinho, sem ninguém para ajudá-lo, não viu opção melhor do que colocar uma toalha em cima da comida para que ninguém mais visse. Com o nariz empurrava tudo até esconder o último grão de ração, não queria que ninguém soubesse o que aconteceu.
Ninguém se incomodou com o acidente de Eddie, são coisas que acontecem. Mas o ocorrido fez com que seus donos vissem que ele se preocupa com os sentimentos dos outros e que a empatia é sua melhor qualidade.
The Dodo
“Ele usou a toalha que eu tinha deixado e empurrou com o nariz o suficiente para ‘esconder’ a ração. Ele deixou a maior parte coberta pela toalha, mas acabou comendo os pedaços de comida que não estavam cobertos”, conta a dona de Eddie, Taylor Fox disse ao The Dodo.
Ele é um cão muito meigo e desde a sua chegada tem conseguido conquistar o amor e o apreço de todos os que vivem com ele. Sua família o adora desde o primeiro dia e valoriza muito sua preocupação para que todos estejam bem.
Embora seus métodos nem sempre sejam corretos, ele se esforça para resolver problemas e isso já fala muito sobre ele.
Mas não importa porque assim são os cães, individuais e cheios daqueles detalhes que amamos e nos fazem felizes. Esperançosamente, com o tempo, Eddie aprenderá muito mais sobre como cuidar dessas situações.
Ele é realmente um excelente cachorrinho e merece todo o amor que sua família possa lhe dar!
Nove voos – três de cargas comerciais e seis fretados – foram contratados pelo governo de São Paulo, por meio do Instituto Butantan, para trazer da China 6 milhões de doses prontas da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus. O carregamento também trará insumos para a formulação e envase de outras 40 milhões de doses no Brasil.
Informações divulgadas pela revista Época dão conta de que o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, solicitou urgência à Embaixada da China no Brasil: “Nossa prioridade absoluta é que essa matéria-prima chegue ao Brasil o quanto antes para que a vacina comece a ser produzida. Pedimos ajuda à Embaixada da China no Brasil e pedimos urgência na análise. Agora estamos aguardando a resposta”.
A previsão anterior do governador João Doria (PSDB) era de que as primeiras doses chegariam ao Brasil até a próxima segunda-feira (2). A nova previsão atende à necessidade autorização de exportação pelo governo chinês.
As vacinas prontas e a matéria-prima para formulação das novas doses precisam ser transportadas e refrigeradas entre 2 e 8 graus – temperatura em que é mantida a vacina da gripe, por exemplo. O insumo líquido vem armazenado em bolsas de 200 litros e será transportado nas aeronaves em contêineres.
Segundo Dimas Covas, uma das vantagens da CoronaVac em relação à logística é que não precisa ser congelada. “Há vacinas que precisam ser congeladas a 70 graus. Em um país tropical e de dimensões continentais como o Brasil, não é qualquer vacina que dá para ser distribuída”, ressaltou.
Tanto as vacinas quanto a matéria-prima para formulação das novas doses devem ser transportadas e refrigeradas entre 2 e 8 graus. O insumo líquido vem armazenado em bolsas de 200 litros e será transportado nas aeronaves em contêineres.
O mundo foi pego de surpresa neste sábado (31) com o anúncio do falecimento de um dos maiores ícones do cinema, o ator escocês Sean Connery, que ficou mundialmente conhecido como o primeiro James Bond das telonas, em 1962.
De acordo com os familiares do ator, ele faleceu nas Bahamas, enquanto dormia. Seu filho Jason Connery disse que o pais não estava bem há algum tempo. Além do filho, Sean Connery deixa a esposa, a atriz Micheline Roquebrune, e o neto, Dashiell.
Dotado de um extraordinário talento, que inclusive lhe rendeu um Oscar em 1988 pelo filme “Os Intocáveis”, Connery foi uma verdadeira inspiração para muitos atores que vieram depois dele. Daniel Craig, que atualmente assume o posto de James Bond nos cinemas, Hugh Jackman e Arnold Schwarzenegger foram apenas alguns dos famosos que usaram as redes sociais para prestar homenagens ao ator.
Confira as homenagens nas redes sociais:
Daniel Craig, ator
“Sean Connery morreu aos 90 anos. Ele foi o primeiro ator a interpretar James Bond nos cinemas, em ‘Dr. No’, em 1962. E anunciou estas palavras inesquecíveis: ‘Meu nome é Bond… James Bond’. Ele era e pode ser sempre lembrado como o James Bond original. Descanse em paz.”
Arnold Schwarzenegger, ator e ex-governador da Califórnia
“Sean Connery era uma lenda, um dos melhores atores de todos os tempos. Ele proporcionou entretenimento sem fim para nós e inspiração para mim. Não estou só falando porque ele foi um fisiculturista que se classificou para o Mister Universo! Ele era um ícone. Meus pensamentos estão com a família dele.”
Sean Connery was a legend, one of the greatest actors of all time. He provided endless entertainment for all of us & inspiration for me. I’m not just saying that because he was a bodybuilder who placed in the Mr. Universe contest! He was an icon. My thoughts are with his family.
Michael G. Wilson e Barbara Broccoli, produtores da franquia 007
“Estamos devastados com a notícia do falecimento do sr. Sean Connery. Ele foi e sempre será lembrado como o James Bond original, cuja entrada memorável na história do cinema começou quando ele anunciou aquelas palavras inesquecíveis, ‘Meu nome é Bond, James Bond’. Ele revolucionou o mundo com seu retrato corajoso e espirituoso do agente secreto sexy e carismático. Ele é, sem dúvida, o grande responsável pelo sucesso da série de filmes e seremos eternamente gratos a ele.”
Sir Sean Connery has died at the age of 90. He was the first actor to play James Bond on the big screen in Dr. No in 1962, From Russia With Love, Goldfinger, Thunderball, You Only Live Twice and Diamonds Are Forever followed. pic.twitter.com/VaFPHCM5Ou
O aquário Linnanmaki Sea Life, na capital da Finlândia, Helsinque, é um espaço onde espécies marinhas, no geral, convivem em harmonia, permitindo que seus visitantes tenham a sensação de estarem fazendo um tour pelo fundo do mar. Mas é claro que existe uma exceção. O peixe garoupa Mikko, que tem um histórico de fazer inveja aos mais perigosos bandidos, precisa ficar isolado dos outros animais. O motivo? Ele simplesmente comeu todos os seus colegas de aquário.
Desde que passou a viver no local, em 2007, Mikko foi trocado de espaço ao menos três vezes, justamente por conta desse seu apetite irrefreável. Ele chegou a engolir um peixe-leão-vermelho venenoso. Como ninguém foi capaz de conter a fome do peixe de 15 quilos, não restou outra alternativa a não ser o isolamento.
Apesar da fama de “mau elemento”, o garoupa Mikko ganhou a simpatia dos visitantes do aquário e foi considerado pelo Sea Life o “peixe mais famoso da Finlândia”. Ele reinava absoluto em seu aquário privativo, podendo desfrutar da companhia dos muitos fãs humanos que o visitavam todos os dias. Até que um dia a pandemia de coronavírus obrigou o aquário a fechar as portas para o visitantes e a estrela do show finalmente conheceu a solidão.
“Quando tivemos que fechar devido à Covid-19, os funcionários perceberam claramente que Mikko parecia mais apático por não haver visitantes”, disse uma representante da atração, conforme noticiado pelo Daily Star. E acrescentou: “Ele estava mais quieto e distante do que o normal em seu tanque.”
Percebendo que Mikko amargava a mais triste solidão, o Sea Life resolveu agir. E foi justamente no aniversário de 16 anos de sua chegada ao aquário que o peixe comilão viu sua história mudar. Ele foi presenteado com um apetitoso bolo de salmão e velas para que ele começasse a se alegrar. Além disso, ele passou a receber regulares escovações de seu corpo e ganhou uma televisão, instalada próximo ao seu tanque, para que não se sinta tão só.
Será que depois de conhecer de perto a solidão, o garoupa Mikko aprendeu a lição? Achamos muito difícil.
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Redação CONTI outra. Com informações de Toluna