Filhos invadem cerimônia de casamento do pai para cobrar pensão alimentícia

Filhos invadem cerimônia de casamento do pai para cobrar pensão alimentícia

Uma cerimônia de casamento em Pasco, no Peru, teve um desfecho inesperado. Acontece que os filhos do noivo decidiram invadir a celebração para cobrar pensão alimentícia. As imagens foram parar nas redes sociais e rapidamente viralizaram, somando mais de 20 mil reações, mais de 5 mil compartilhamentos e mais de 1,9 mil comentários.

Segundo informações da Ozono Televisión, a filha mais velha e outros quatro irmãos foram à cerimônia de casamento do pai, Adrián Chamorro, e o acusaram de não pagar o benefício devido. Revoltada, a filha mais velha chegou a dar um banho de tinta preta.

Nas imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver o homem sujo de tinta e ainda um embate dele com sua filha. Ao La Opinión, a jovem disse que só queria que o pai cuidasse de seus irmãos. De acordo com ela, seu pai sempre diz que não tem dinheiro para alimentar as crianças, no entanto não economizou para se casar novamente.

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A jovem relatou ainda que é a única responsável por cuidar dos irmãos desde que a mãe deles faleceu, há cinco anos, e Adrián abandonou a família. Indignada com o novo enlace matrimonial do pai, ela não se conteve e lhe deu um banho de tinta preta.

A grande maioria dos internautas que reagiram à publicação não poupou críticas ao pai por se recusar a prover o sustento de seus filhos, especialmente depois de terem perdido a mãe. Muitos disseram que o homem precisa rever seus comportamentos e ter mais amor e senso paterno. Outros pediram a Deus para que abençoe essas crianças que estão sozinhas no mundo.

Alguns defenderam que a atitude do homem não está correta, tampouco a de seus filhos, pois poderiam ter procurado o pai em outro momento para discutir a questão. Segundo os internautas, aquele não era o local e o momento apropriados para essa conversa, porque se tratava de um momento importante, que envolvia outras pessoas que nada tinham a ver com seus problemas familiares.

E você, o que acha da atitude dos filhos? Deixe sua opinião nos comentários!

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Redação Conti Outra, com informações de Melhor com Saúde.
Fotos: Reprodução/Facebook.

Funcionário ouve de chefe que ele é ‘substituível’ e decide se vingar arruinando a empresa

Funcionário ouve de chefe que ele é ‘substituível’ e decide se vingar arruinando a empresa

Um dos truques mais antigos do tóxico jogo de poder que muitas vezes se estabelece entre patrão e funcionário em pequenas, médias ou grandes empresas é o uso da frase, “você é substituível”. Nem mesmo funcionários com desempenhos exemplares no trabalho escapam de ouvir essa infâmia. Na maioria das vezes, trata-se de uma tentativa de fazer com que os funcionários não se deem o devido valor e aceitem qualquer coisa que seus empregadores quiserem oferecer.

No entanto, como bem explicou na rede social Reddit um internauta que se identifica como anon-cant-quit, a tática nem sempre funciona. Usando o conhecimento de negócios de sua esposa e contando com ajuda externa, ele conseguiu escapar com sucesso de seu emprego tóxico e provar que, na verdade, a empresa é que era substituível.

Confira abaixo o relato desta saborosa história de vingança.

“Trabalhei em uma empresa por pouco menos de 5 anos. Antes de eu ser admitido, a compania já existia há 10 anos, mas foi enquanto eu estava lá que as coisas começaram a prosperar e ela se tornou a fornecedora número um na região. Era uma pequena empresa de cerca de 15 funcionários.

Eu amava meu trabalho, minha equipe e os clientes para os quais prestávamos serviços. Os feedbacks que recebia do proprietário da empresa eram sempre os melhores possíveis, sem recomendações de melhorias. Eu era excepcional no meu trabalho em todos os sentidos. Lidava com RH/folha de pagamento, atendimento ao cliente, marketing, gerenciamento de funcionários, horários, treinamento de funcionários e muitas outras coisas nesta empresa. Além disso, estava sempre disposto a cobrir férias de meus companheiros de equipe.

No final do verão passado, o dono da empresa ofereceu um bônus aos funcionários, e o meu, embora fosse maior do que nos anos anteriores, era consideravelmente menor do que o recebido por meus companheiros de equipe. Perguntei ao proprietário: “Os bônus estão relacionados ao desempenho? Se sim, o que eu poderia ter feito para ganhar mais?”

O proprietário então respondeu: “Os bônus não estão relacionados ao desempenho, você é apenas mais substituível do que os outros”.

“Ah, tudo bem”, eu respondi, e continuei a pensar na atitude do meu chefe. Em seguida, fui almoçar e aproveitei para ligar para minha esposa com o intuito de me aconselhar. Eu já sabia o que fazer, mas não queria tomar uma decisão precipitada.

Minha esposa é muito inteligente e, embora não seja uma adivinha, tem a capacidade de prever várias respostas e todos os resultados potenciais. Ela é experiente em negócios, pois está há 21 na equipe executiva de uma grande empresa, ao mesmo tempo em que atua em vários conselhos comunitários e conselhos consultivos de negócios.

Decidimos juntos seguir com o plano de tirar nossas férias já programadas e usar esse tempo livre para acalmar a mente, relaxar e também determinar o melhor curso de ação para mim.

Durante as férias, discutimos vários cenários, os possíveis resultados, nos aconselhamos com um consultor de negócios e um advogado. Com todos os conselhos que recebi, determinei que, ao retornar das férias, renunciaria ao meu cargo com um aviso prévio de duas semanas. No entanto, fui imediatamente dispensado das minhas funções quando comuniquei meu desligamento. É claro que minha esposa e eu já tínhamos previsto esse acesso de fúria do meu patrão,

Ao longo das semanas seguintes, criei e abri uma empresa que oferece serviços semelhantes aos que meu antigo emprego colocava no mercado. No entanto, ofereci opções mais personalizáveis, com atendimento e resultados de maior qualidade. Eu sabia que nossos clientes haviam proposto essas opções várias vezes no meu antigo local de trabalho, mas nunca recebi luz verde para implementar as mudanças, pois meu chefe julgava como estúpida qualquer ideia que não fosse dele.

Também mantive comunicação frequente com algumas pessoas da minha antiga equipe. Ele não me relatavam o que acontecia lá, e eu nunca fiz questão de perguntar; no entanto, eles desabafavam comigo de vez em quando. Eu sabia que o serviço, a qualidade e o ambiente de trabalho em geral sofreram muito desde a minha saída. Os clientes deles já davam sinais de insatisfação.

Soube que duas pessoas em período integral e uma em meio período foram contratadas para preencher minhas funções na antiga empresa. Além disso, uma parte de minhas responsabilidades, como RH e folha de pagamento, foram preenchidas por empresas externas.

Rapidamente construí o meu negócio e em 3 meses consegui contratar vários dos meus antigos colegas de trabalho. Eles já começaram a trabalhar logo que foram admitidos, sem necessidade de treinamento, pois eu cuidadosamente escolhi os melhores da equipe. Na empresa concorrente, agora desfalcada, a qualidade dos serviços continuou caindo, até deixar de ser a fornecedora número um de serviços exclusivos na região para não ser mais nada.

O proprietário da outra empresa – meu antigo chefe – agora está à procura de um emprego remunerado. Eu sei disso porque no fim de semana ele se candidatou a um cargo na empresa da minha esposa. Acho que ele deveria ser chamado para uma entrevista, mas quando chegar lá, surpresa! Eu sou o entrevistador e tudo o que digo é: “Quão substituível eu sou agora?” Minha esposa, com razão, disse: “Não”.

Moral da história: não diga aos seus funcionários que eles são substituíveis, pois eles podem criar um negócio concorrente que é melhor que o seu, enquanto pega seus melhores funcionários e seus clientes, o que o deixará sem nada e o fará ter que começar tudo de novo, procurando um emprego de carteira assinada.

Parece que a empresa era substituível, não eu.”

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Redação Conti Outra, com informações de Reddit.
Imagem de capa: Reprodução.

Médicos dizem sofrer pressão dos planos de saúde para prejudicar pacientes

Médicos dizem sofrer pressão dos planos de saúde para prejudicar pacientes

A Associação Médica Brasileira (AMB) divulgou nesta quinta-feira (31/3) os resultados de um levantamento, realizado em conjunto com a Associação Paulista de Medicina (APM) entre o dia 25 de fevereiro e o dia 9 de março deste ano. Dentre os 3.043 médicos entrevistados, pelo menos metade deles relatou já ter sofrido pressão dos planos de saúde para prejudicar os pacientes.

De acordo com o levantamento, 53% dos médicos ouvidos já sofreram tentativas ou interferências para alterar os tratamentos que prescreveram aos pacientes. Destes, 40,9% disseram que a situação acontece às vezes. Já para 12,2% dos profissionais ouvidos, a situação é frequente.

Ainda segundo a AMB, 51,8% dos médicos relataram dificuldades para internar pacientes, sendo que 6,7% afirmaram que a situação ocorre com frequência. Além disso, mais da metade dos médicos relatou sofrer ou já ter sofrido pressão para antecipar a alta de pacientes. Desse total, 13,6% garatiram que a situação é frequente.

O estudo também quis saber sobre a relação dos reajustes de mensalidade e o abandono de tratamentos. Um total de 88,3% dos médicos disseram que pacientes já largaram tratamentos devido a reajustes dos planos.

O levantamento também apurou qual é a percepção dos médicos sobre os projetos que tramitam no Congresso para alterar a Lei dos Planos de Saúde, que está em vigor desde 1998. Questionados à respeito dos projetos que apontam para atendimentos segmentados, com coberturas de alguns tratamentos e de outros não, 77,1% atribuem notas negativas. Para 79,9%, podem surgir reflexos negativos às propostas de segmentar planos por tipos de procedimentos e outras diferenciações que terão reflexos para a saúde dos pacientes.

Dos profissionais ouvidos pelo levantamento, 59,2% são homens e 40,8% mulheres. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

O que diz a Abramge

Por meio de uma nota, a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) declarou que defende a autonomia dos médicos no diagnóstico e no tratamento de enfermidades, o que é um princípio basilar da medicina. “Essa autonomia, no entanto, não afasta a importância do desenvolvimento e aprimoramento das práticas médicas e dos protocolos clínicos, que servem como referência tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes. Quando construídos com critérios técnicos e embasamento científico, os protocolos asseguram a qualidade e a uniformidade do cuidado assistencial, melhorando desfechos clínicos e ampliando a eficiência do sistema como um todo”, esclareceu.

O que diz a FenaSaúde

Também em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) alegou que as pontuações da pesquisa da ABM “não condizem com as condutas seguidas por suas associadas, que hoje atendem a cerca de 30% dos beneficiários de planos médico-hospitalares do mercado”. “As associadas à FenaSaúde têm como conduta cumprir rigorosamente todas as leis, normas e regulamentações que lhe são impostas pelos órgãos competentes, assim como respeitar o ato médico, as diretrizes e os procedimentos necessários para a integridade de um sistema que atende com excelência a 49 milhões de usuários”, avaliou.

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Redação Conti Outra, com informações de Correio Braziliense.
Crédito da foto de capa: Edvaldo Rodrigues/DP/D.A Press.

Mariana Nunes critica ‘apagamento’ em divulgação de ‘Alemão 2’ e distribuidora se desculpa

Mariana Nunes critica ‘apagamento’ em divulgação de ‘Alemão 2’ e distribuidora se desculpa

Na última quarta-feira, 30, a Manequim Filmes, distribuidora do filme “Alemão 2”, divulgou um pedido público de desculpas aos atores Mariana Nunes e Dan Ferreira, que não foram citados no texto da carta enviada ao elenco, junto com um kit de brinde de divulgação do longa-metragem.

contioutra.com - Mariana Nunes critica ‘apagamento’ em divulgação de 'Alemão 2' e distribuidora se desculpa

O pedido de desculpas é uma resposta à repercussão das críticas feitas por Mariana em um vídeo postado em seu Instagram. A atriz chamou a situação de “apagamento”.

O kit de divulgação enviado aos atores continha uma caixa com um headphone e um flyer do filme “Alemão 2”. Logo que começou a ler o texto, Mariana se assustou ao notar que seu nome não tinha sido citado ao lado dos nomes dos outros atores da produção.

“No filme ‘Alemão 2’ dou vida à personagem que tem o mesmo nome que eu, Mariana. Nós duas temos a mesma cor também. A Mariana do filme é uma moradora do Complexo do Alemão e tem um filho com um antigo traficante que saiu do morro. Ela não é do movimento. Ela é uma mãe solo, que atualmente vende quentinhas pra sustentar seu filho e é impossibilitada de viver plenamente seus afetos por conta de seu passado. Pra mim, a Mariana representa as pessoas que deveriam ser as verdadeiras protagonistas dessa história, mas que na verdade são apagadas. São apagadas pelo tempo, apagadas quando se tornam apenas estatísticas, apagadas literalmente pelos tiros da polícia que chegam antes mesmo de qualquer explicação ou entendimento. O filme tenta não ser assim, mas a vida é. Essas pessoas são os moradores das favelas que vivem espremidos entre a polícia e o tráfico”, disse a atriz em sua publicação.

“Hoje mais cedo recebi um mimo com um flyer contendo o release do filme. No texto do release não tem meu nome. Quem viu o ‘Alemão 1’ sabe quem é a Mariana na trama. Ela é o único personagem que está nos dois filmes. Ela é uma mulher em fuga pela sobrevivência, fugindo do apagamento. E é sobre apagamento esse texto. O apagamento das Marianas que representam tanta coisa que não queremos ver, coisas que ‘não vendem’. Mas é isso. Meu trabalho tá no filme e a Mariana segue viva. PS. Meu riso no final do vídeo é de nervoso”, finalizou Mariana Nunes.

Abaixo voê confere na íntegra o texto do pedido de desculpas divulgado pela Manequim Filmes.

“Pedido público de desculpas

Mariana Nunes e Dan Ferreira, pedimos desculpas por não termos incluído o nome de vocês no corpo do texto que foi enviado junto com um brinde a profissionais do meio cinematográfico, como forma de agradecimento ao apoio no lançamento de ‘Alemão 2’. O nome de vocês, assim como o nome de grande parte desse grande elenco, esteve em todos os materiais oficiais do filme, inclusive no topo dessa carta, que reproduz o cartaz do filme. Não existe justificativa para não ter estado no corpo do texto. Foi um erro grave e estamos tomando providências para que isso não ocorra novamente.

‘Alemão 2’ é a continuação do filme ‘Alemão’, uma obra de ação que acompanha a operação da Unidade de Polícia Pacificadora no Complexo do Alemão em 2010. Este novo filme se passa quase uma década após o primeiro e evidencia um projeto fracassado. Seguimos vivendo o horror da população moradora de favelas – e principalmente de jovens pretos – sendo assassinada pela polícia, com números absurdos, em especial no Rio de Janeiro.

A personagem Mariana, brilhantemente interpretada por Mariana Nunes, é o elo entre os dois filmes. Uma moradora do Complexo, sobrevivente do primeiro filme e que tenta criar seu filho em um território constantemente violentado por uma polícia e um Estado que atua de forma racista em ações que colocam em risco a vida da população que ali vive.

Dan Ferreira interpreta com garra Bento, um policial que possui um relacionamento com Mariana e vive um conflito entre o amor e a tensão provocada pela invasão. Ele humaniza personagens que estão massacrados pela violência, expondo os dramas de homens e mulheres policiais, presos em armadilhas institucionais criadas pelo próprio Estado.

Nós, da Manequim, fazemos questão de investir também em filmes que abordam questões fundamentais para o Brasil de hoje. No caso de ‘Alemão 2’, abraçamos a crítica contra o racismo como parte da campanha de divulgação do filme, esperando que a força do audiovisual seja capaz de fazer pensar e colaborar para dar visibilidade para a causa.

Manequim Filmes”.

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Redação Conti Outra, com informações de Catraca Livre.
Capa: Reprodução/Instagram.

Artista reimagina personagens de desenhos animados como se fossem pessoas reais

Artista reimagina personagens de desenhos animados como se fossem pessoas reais

Quando assistimos a alguma animação, é natural aceitar as proporções caricaturais dos personagens sem problemas, afinal, estamos bastante acostumados com esse tipo de traço.

Mas e se, como em um feitiço, eles se tornassem reais, de carne e osso? O artista Hidreley Diao aceitou o desafio de usar inteligência artificial para dar rostos mais realistas a muitos dos mais amados personagens infantis, e o resultado é impressionante!

Veja Abaixo o resultado do trabalho esmerado de Hidreley Diao:

1 – Carl Fredricksen

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2 – Príncipe Eric

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3 – Moana

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4 – Olívia Palito

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5 – Lady Tremaine

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6 – Príncipe Hans

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7 – Ariel

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8 – Moe

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9 – Kristoff

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10 – Tinkerbell

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11 – Pocahontas

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12 – Jasmine

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13 – Ned Flanders

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14 – Milhouse

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15 – Aladdin

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16 – Anna

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17 – Elsa

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18 – Isabela Madrigal

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19 – Rapunzel

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20 – Peter Pan

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21 – John Smith

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22 – Branca de Neve

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Destaques Psicologias do Brasil, com informações de Tudo Interessante.
Fotos:

‘Devo ter dado uma cochilada’, diz motorista de aplicativo que levava Rodrigo Mussi

‘Devo ter dado uma cochilada’, diz motorista de aplicativo que levava Rodrigo Mussi
Foto: Reprodução/Globo

Na madrugada desta quinta-feira (31), ocorreu um acidente envolvendo o ex participante do Big Brother Brasil 2022, Rodrigo Mussi. O brother estava no carro de um motorista de aplicativo, que teria cochilado ao volante antes de bater na traseira de um caminhão de soja na Marginal Pinheiros, em São Paulo.

contioutra.com - 'Devo ter dado uma cochilada', diz motorista de aplicativo que levava Rodrigo Mussi
Foto: Reprodução/Redes Sociais

“Só vi o airbag na minha cara, provavelmente devo ter dado uma cochilada, sono, alguma coisa, e infelizmente teve esse acidente”, disse o motorista à TV Globo. Além disso, ele relatou à polícia sobre o sono no trânsito.

Kaique Reis, que trabalha com aplicativos de transporte privado, deixou claro que usava cinto de segurança no momento do acidente. Ele não se feriu, mas seu passageiro, que estaria sem cinto, teria sido arremessado para a frente do veículo, sofrendo diversas faturas pelo corpo, incluindo traumatismo craniano.

Reis afirma que chegou a pedir para que Rodrigo colocasse o cinto, mas completou dizendo que não tem condições de ficar controlando o uso do mecanismo de segurança ao longo da viagem.

contioutra.com - 'Devo ter dado uma cochilada', diz motorista de aplicativo que levava Rodrigo Mussi
Foto: Reprodução/Globo

De acordo com a Polícia, depois do acidente, Kaique realizou o teste do bafômetro, no qual não foi constatada a ingestão de bebida alcoólica.

O ex-brother, entretanto, passou por uma cirurgia múltipla, na perna direita e na cabeça, na noite desta quinta (31) no Hospital das Clínicas, na Zona Oeste da capital paulista.

Rodrigo Mussi tem 36 anos, é natural de São José dos Campos, interior de São Paulo, e é formado em administração.

Com informações de G1

Após transformação no visual, morador de rua resolve mudar de vida: ‘Cansei da humilhação’

Após transformação no visual, morador de rua resolve mudar de vida: ‘Cansei da humilhação’

Às vezes, tudo o que alguém precisa para para sair de uma situação ruim é um amigo que o incentive e que o faça enxergar a própria potencialiadade. Um bom exemplo disso é a história de Bruno Henrique Cassimiro Ramos, de 33 anos, que vive nas ruas de Votorantim (SP). Foi depois de uma transformação no visual, promovida pelo cabelereiro Leandro Matias, que Bruno finalmente deu o primeiro passo rumo a uma mudança radical em sua vida.

O cabelereiro contou ao g1 sobre o dia em que avistou Bruno pedindo ajuda em um semáforo e resolveu oferecer seu auxílio.

“Estava passando próximo de um banco da cidade e vi um moço no semáforo. Logo eu pensei em como poderia ajudá-lo. Chamei o homem e dei meu cartão do salão, disse para ele me procurar que eu mudaria o visual dele”, relata.

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Segundo Leandro, o homem não o procurou naquela semana. Alguns dias depois, Bruno foi visto novamente no semáforo. Foi então que o cabelereiro resolveu ir até o local onde ele ficava, em uma casa abandonada.

“Na quinta-feira (24) de manhã, eu fui lá e o trouxe até o salão. Dei uma toalha e um sabonete para ele e falei ‘vai lá e toma o banho da sua vida’. Depois, ele colocou um roupão meu e almoçou. Depois, fiz luzes no cabelo dele, cortei, fiz uma esfoliação no rosto dele, e também fizemos a sobrancelha. Na hora, ele ficou em choque, não acreditava que era ele”.

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Leandro tirou fotos do antes e depois da transformação de Bruno e fez um post nas redes sociais. As imagens rapidamente atraíram muitos comentários e compartilhamentos. Os internautas se diziam impressionados com a mudança no visual do rapaz e se puseram à disposição para também ajudá-lo.

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Comovida com a história, uma dentista contactou o cabeleireiro e oferecer um tratamento dentário a Bruno. O rapaz também ganhou roupas e ajuda de pessoas que o encontram na rua.

Bruno contou sua história de vida ao g1 . Ele diz que nasceu em Minas Gerais e, aos cinco anos, foi abandonado pela mãe. A partir daí, morou com a irmã e, depois, ficou um tempo com o pai e até chegou a ir para um orfanato. Hoje, a irmã e o pai moram na Itália. O rapaz ainda detalhou sua trajetória até chegar no interior de São Paulo.

“Tenho 33 anos e já fui para clínicas de reabilitação duas vezes em Araçatuba (SP). Lá eu comecei a trabalhar como técnico de iluminação, algo que eu tinha aprendido com meu irmão. Nesse tempo, eu fiquei com uma pessoa, estava bem, trabalhando, e, em 2019, fui fazer um trabalho na Ilha Comprida (SP). Foi quando descobri uma traição. Fiquei mal e decidi que iria embora para o interior. Não conhecia ninguém”.

Em fevereiro de 2020, um mês antes do início da pandemia de Covid-19 no Brasil, ele chegou a Sorocaba. Por não conhecer ninguém na cidade, acabou ficando nas ruas. E um dos seus seus maiores problemas havia voltado: a droga. Ele diz que, durante a pandemia, não recebeu muita ajuda.

“Nessa época, eu estava descrente da vida, não queria saber de nada. Quando o Leandro me encontrou, era o que eu estava precisando. A gente cansa da humilhação. Aquele não era o meu verdadeiro eu, então aceitei a mudança”.

Questionado sobre a reação ao se olhar no espelho pela primeira vez após a mudança do visual, Bruno esbanjou alegria. “Me senti outra pessoa, foi muita alegria. Me fez lembrar do passado. O que eu tenho mais saudade é do meu trabalho, é o que eu faço desde os meus dez anos”.

contioutra.com - Após transformação no visual, morador de rua resolve mudar de vida: 'Cansei da humilhação'

Bruno diz estar aproveitando a oportunidade para mudar o rumo de sua vida: “não quero ser mais aquele homem, quero mudar”, afirma.

A repercussão foi tanta que a irmã de Bruno entrou em contato com Leandro através da postagem e está conversando com a família para tentar levá-lo até a Itália.

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Redalçao Conti Outra, com informações de G1.
Fotos: Arquivo Pessoal.

Principais mentiras contadas no ambiente de trabalho e suas principais consequências.

Principais mentiras contadas no ambiente de trabalho e suas principais consequências.

Imagem de capa Pixabay

É muito comum ver pessoas dizendo que mentem durante uma entrevista de emprego, mas o que ninguém conta são as consequências dessas mentiras. Geralmente durante a entrevista de trabalho o candidato procura impressionar o entrevistador e usar as chamadas “mentirinhas” e isso pode se tornar um grande problema.

Para ofertar seu trabalho em algumas empresas usar estratégias é sempre uma boa solução, mas quando o assunto é dizer que possui habilidades que não tem, geralmente esse fato pode trazer sérios problemas para desempenhar as tarefas do dia a dia corporativo.

Apesar de ser mais comum a mentira vir por parte do candidato ao empregado, segundo a pesquisa realizada pela Betway, site de jogos de cassino online, em alguns casos o empregador também utiliza as inverdades no seu cotidiano, como por exemplo dizer que o material entregue pelo funcionário ficou “ótimo”.

Em uma pesquisa divertida, a Betway, definiu as principais mentiras no ambiente de trabalho com curiosidades das mentiras contadas em processos seletivos, justificativas de falta desastrosas, referências profissionais e pessoais falsas e muito mais!

As principais mentiras na hora do processo seletivo

Dizem que um bom processo seletivo é capaz de demonstrar as habilidades, aptidões e até as preferências de uma pessoa e assim direcioná-la a vaga que melhor se adapta. Talvez o fato da necessidade em alcançar a vaga desejada possa ser a principal causa de inverdades durante a seleção.

É no processo seletivo que o profissional responsável utiliza técnicas para identificar o perfil do candidato e realiza testes de raciocínio lógico, conhecimentos gerais e muitos outros durante a entrevista. Para avaliar é necessário mais do que um simples bate papo, pois durante o processo é possível identificar algumas possíveis mentiras contadas durante a seleção.

Existem diversas formas para identificar se o candidato está mentindo, seja pela postura, comportamento e uma infinidade de técnicas usadas por psicólogos e profissionais da área.
Vamos entender as top cinco principais mentiras contadas no processo seletivo.

● Exagerar: Geralmente para se promover ou destacar o candidato costuma aumentar o nível de suas habilidades, essa inverdade pode ter o difícil desconforto na hora de cumprir, já que a habilidade foi projetada em um exagero;
● Habilidades inexistentes: Dizer que possui determinada habilidade também é uma das principais mentiras contadas em entrevistas de trabalho;
● Acrescentar cursos que não possui: o que de fato futuramente pode ser um grande desconforto para empregado e empregador, visto que ao ser solicitado o conhecimento o funcionário não será capaz de realizar ou ao menos terá dificuldade em fazê-lo;
● Omitir: A omissão de algo só ressalta algo em oculto o qual o candidato não quer que seja de conhecimento do contratante, e em alguns casos também poderá gerar certo desconforto em situações futuras;
● Mentir conhecimento em determinada língua: Já imaginou a tremenda “saia justa” em ser convocado a participar de uma reunião onde você alegou ter conhecimento de determinada língua e não entender absolutamente nada? Então, imagina o quanto seria mais fácil dizer a verdade.

Esses são alguns dos exemplos de consequências que podem vir de uma entrevista baseada em mentiras e meias verdades. O fato é que com o tempo aquela omissão que a pessoa acha inocente pode lhe trazer sérios problemas.

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Imagem Pixabay

Mentiras esfarrapadas no ambiente de trabalho

No dia primeiro de Abril de cada ano é comemorado o dia internacional da mentira, mas a verdade é que ele não é o único dia em que as pessoas pregam verdadeiras peças com base em inverdades.

O tradicionalmente conhecido dia da mentira ganhou espaço no cotidiano de quem lida com pessoas no ambiente de trabalho, líderes de equipe e profissionais se deparam todos os dias com as famosas mentiras disfarçadas por desculpas e essa realidade cada vez mais comum é algo preocupante.

As principais mentiras no ambiente de trabalho vão desde um simples estou acabando o trabalho, quando ainda nem começou e vai até um estou passando mal, quando na verdade quer apenas se esquivar da responsabilidade do dia de trabalho ou até mesmo disfarçar outro compromisso.

Portanto, embora muitas pessoas utilizem a mentira como uma ferramenta para alcançar suas ambições e objetivos, a mentira tem consequências desastrosas no ambiente de trabalho e podem levar a demissões e muitas outras situações constrangedoras para empregado e empregador.

O indesejável

O indesejável

Ela escrevia no computador quando sentiu uma brisa suspeita nas costas. Olhou pra trás e constatou que o sopro vinha do movimento das asas de um morcego.

A criatura horrenda deu várias rasantes pelo quarto, quebrou-lhe alguns objetos e sobrevoou assustadoramente sua cabeça. O que fazer? A raquete de tênis no armário – lembrou. Resolveria o problema, mas ela não era dada a brutalidades. Para evitar o confronto, buscou um esconderijo até que o visitante incômodo se retirasse.

A um certo momento, ficou claro que a espera seria inútil. Cego que era, ele não encontraria a saída sozinho. Resignada, ela retomou suas atividades, medindo de longe os deslocamentos do intruso, dividindo seu espaço, resiliente, com aquela companhia funesta.

Aproveitou para especular na Internet sobre temperamento e hábitos do animal. O conhecimento, por mínimo e pontual que seja, emancipa. E descobriu que o invasor era herbívoro e se alimentava de frutos de árvores, não de sangue. E lá estava ele, exaurido, inerte, encostado à parede.

Ela respirou fundo e se aproximou. Sua aparência era sinistra, sem dúvida. Sem nenhuma beleza, claro. Mas aquela fealdade estática lhe parecia quase inofensiva. Seu destino, ali, era a fome e o definhamento.

Acolher um morcego entre aquelas paredes era para ela uma espécie de rendição. Para o próprio, seria uma forma não violenta de extermínio. A verdade depende mesmo dos olhos, do prisma, do momento de quem vê.

Era certo, o estranho não pretendia atacá-la. Não havia nele agressividade. Ao contrário, ele parecia frágil e desinteressado de tudo, sequer a enxergava.

Nenhum temor a movia mais. Ela, que talvez tivesse deixado aberta a janela, que fora a primeira a perceber o estranho em casa, era tomada agora por um sentido de responsabilidade.

Ele perambularia por ali até morrer, mas, até esse momento, sua presença adoeceria o ambiente e as pessoas. Era preciso mandá-lo embora.

Com essa convicção, ela promoveu a reviravolta. Curvou-se diante do morcego e o tocou, corajosa e delicadamente, com as pontas dos dedos. Ele aderiu, sem resistir, à sua pele, como se intuísse o que se planejava para ele. Ela se levantou e deu um jeito de posicioná-lo no parapeito da janela, que fechou por dentro. E declarando cumprida a desagradável missão, foi dormir.

No dia seguinte, constatou aliviada que ele havia desaparecido. Seu coração se aqueceu à ideia de que havia encontrado o rumo certo, o caminho de sua existência. Àquela hora, esperou, ele já deveria estar em seu local de pertencimento. E sentiu que uma transformação definitiva se operava dentro dela.

Ao abandonar o medo e possibilitar por sua própria conta e risco aquela partida, ela fez da visita indesejável um encontro decisivo para sua alma. O breve hóspede lhe servira de improvável mestre, inusitado profeta, e ela quis prestar-lhe uma homenagem, encontrar uma forma de chamá-lo dentro de si.

Como designar o feio e aterrorizante ao primeiro momento, certamente deletério na convivência, incapaz de enxergar o outro, frio, indiferente, pacífico – um tanto pusilânime – e à espera de uma mão decidida que o afaste?

Ela encontrou o nome. Em seu íntimo, ele seria batizado com o carinhoso nome de Desamor.

Alain Delon inicia despedida para eutanásia e faz emocionante agradecimento aos fãs

Alain Delon inicia despedida para eutanásia e faz emocionante agradecimento aos fãs

O ator e empresário franco-suíço Alain Delon, de 86 anos, vem sendo assunto muito comentado nas mídias depois que seu filho revelou que o pai havia pedido ajuda para realizar o procedimento da eutanásia.

Delon sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) em 2019 e já havia mencionado a possibilidade de recorrer à eutanásia. Agora, o artista tornou o assunto ainda mais discutido.

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Foto: Le Segretain

Em seu perfil do Instagram, a equipe do ator publicou um texto emocionante que agradece os fãs de Delon, como uma despedida de um dos maiores atores e galãs da história do cinema.

“Eu gostaria de agradecer a todos os que me acompanharam ao longo dos anos e me deram grande apoio. Espero que os futuros atores possam encontrar em mim um exemplo não só no campo do trabalho, mas na vida cotidiana entre vitórias e derrotas. Obrigado, Alain Delon”, diz o post.

Aposentado desde 2017, Alain Delon chegou a comentar em uma entrevista à TV5 Monde, em 2021, sobre a possibilidade de a pessoa escolher o momento de sua morte. “Sou a favor. Em primeiro lugar, porque vivo na Suíça, onde a eutanásia é possível. Também considero a coisa mais lógica e natural. A partir de certa idade, de determinado momento, temos o direito de partir com calma, sem passar por hospitais, injeções, ou coisas do tipo”.

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Foto: Christophe Simon / AFP

Já em uma entrevista mais recente, o filho de Delon, Anthony, trouxe o assunto à tona novamente e disse que o pai pediu que ele o ajudasse com o procedimento de eutanásia em um futuro próximo.

Mais tarde, segundo informações do site Le Point, o filho teria prometido ao ator acompanhá-lo até o fim, seguindo as instruções dadas para o momento de finalizar tudo. Também de acordo com o filho, sua mãe, a atriz Nathalie Delon, também cogitou a eutanásia enquanto sofria com um câncer no pâncreas, do qual morreu em janeiro de 2021. “Felizmente, não recorremos a isso [eutanásia]. Digo felizmente porque tudo estava pronto, tínhamos até uma pessoa [para realizá-la]”, disse Anthony.

Com informações de R7

Givaldo Alves pede desculpas por ter exposto intimidade de mulher

Givaldo Alves pede desculpas por ter exposto intimidade de mulher

O morador de rua Givaldo Alves de Souza, que foi flagrado mantendo relações íntimas com a mulher de um personal trainer em Planaltina, no Distrito Federal, pediu desculpas publicamente por ter exposto a intimidade dela em entrevistas concedidas na semana passada.

Entrevistado pelo youtuber Ricardo Caiafa nesta terça-feira (29), o homem de 48 anos se disse envergonhado pela situação. “Gostaria de pedir desculpas primeiramente a ela, às meninas da minha família, a minha mãe e todas vocês [mulheres]”, disse. “Essa infelicidade que eu tive ao descrever a situação sem mudar nada, é uma coisa muito feia”, comentou.

Givaldo ainda chorou ao falar sobre a filha, de 28 anos, e alegou que não tem o hábito de falar sobre assuntos íntimos. “Não sou o tipo de homem de abrir fatos íntimos para ninguém, nem para amigos. Fui infeliz ao relatar um fato que eu poderia ter ponderado, não soube conciliar as coisas do jeito correto”.

O R7 entrevistou a advogada Maíra Recchia, especialista em gênero, que fez duras críticas à espetacularização do caso. Ela explicou que, segundo o artigo 139 do Código Penal, mesmo quando o que está em questão é um fato, a exposição da intimidade pode ser caracterizada como difamação.

“O que me chama muita atenção é o espetáculo que [essa história] se transformou, que é uma situação triste de uma mulher que está tendo sua vida e sua intimidade exposta em uma sociedade que ainda é socialmente e culturalmente machista, em que o suposto agressor – ainda acho que vai haver investigações – é alçado ao herói do ano, e ela tem a intimidade completamente violada e achincalhada”.

O relatório médico psiquiátrico sobre a mulher aponta a “hipótese diagnóstica de transtorno afetivo bipolar em fase maníaca psicótica”. Segundo o relatório, ela foi encaminhada até o pronto atendimento do Hospital Regional de Planaltina no dia 10 de março “devido às alterações de comportamento descritas e por ter se envolvido em relação íntima com pessoa em situação de rua motivada pelo quadro delirante”.

Consta ainda no laudo médico do hospital psiquiátrico da UnB (Universidade de Brasília) que “a paciente não é capaz de responder por si, tampouco de exercer vários atos da vida civil, em especial o de assinar documentos e procurações, assim como o de celebrar contratos ou contratar serviços de qualquer natureza”.

O pai da mulher, na qualidade de representante legal dela, registrou uma ocorrência de difamação contra Gilvaldo Alves de Souza e solicitou que a Polícia Civil tomasse as providências legais cabíveis.

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Redação Conti Outra, com informações de R7.
Foto destacada: YOUTUBE/REPRODUÇÃO.

Riem de mim porque dirijo o menor carro do mundo, mas eu rio por último no posto de gasolina!

Riem de mim porque dirijo o menor carro do mundo, mas eu rio por último no posto de gasolina!

Alex Orchin, de 31 anos, é visto diariamente pela vila de Wivelsfield, em Sussex, na Inglaterra, dirigindo seu peculiar Peel P50 azul. O entusiasta de carros de 1,75m chega a parecer gigante dentro do veículo, que tem apenas 134 cm de comprimento, 98 cm de largura e 100 cm de altura.

Outro detalhe fascinante sobre o carro de Alex é que o tanque de gasolina é de apenas 5 litros. Segundo o britânico, cerca de £ 7 (R$ 44,00 em valores atuais) já são o suficiente para sair do posto de gasolina com o tanque cheio.

O excêntrico Alex é um ávido colecionador de automóveis que adora dirigir seu minúsculo triciclo. O carro de um lugar é incapaz de comportar uma mochila ou uma mala; além disso, força o condutor a permenecer com os joelhos em ambos os lados do volante.

Ao New York Post, Alex contou que tem interesse em carros antigos, vintage e incomuns desde criança. “Ninguém da minha família gostava disso – era uma obsessão aleatória!”, disse.

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“Eu costumava ser motorista de carros antigos e tive um Modelo T 1914 e um Morris Minor 1968 também. Fiquei fixado nessa ideia de ter um P50 só porque era tão pequeno, mas quando vi que um original que custava £ 100.000 (R$ 628.000), meio que o sonho acabou.”, conta o britânico.

Cerca de quatro anos atrás, ele comprou um modelo dos mais novos, que anteriormente pertencia a uma pessoa da Ilha de Man.

“O carro sempre chama a atenção, e isso me impressiona porque para mim é apenas um carro pequeno. Todos que o veem pessoalmente dizem, ‘É muito menor do que eu pensava'”, diz Alex.

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“Posso colocar uma sacola de compras no lado esquerdo do carro pelo freio de mão, mas nada além disso”

Seu carro, um P50, foi feito pela primeira vez na Ilha de Man na década de 1960 e em 2010 foi nomeado no livro Guinness World Records como o menor carro de produção já construído.

O veículo foi construído em 2017, mas é baseado no design original dos primeiros modelos de produção na década de 1960. O minimotor permite a Alex viagens confortáveis ​​de ida e volta para sua casa.

Alex disse: “Já tive muitos carros e nenhum deles recebeu tanta atenção quanto este.

“Normalmente, se eu paro em um Morris Minor, são pessoas e entusiastas de carros que querem vir conversar comigo.”

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Redação Conti Outra, com informações de New York Post.
Fotos: James Linsell-Clark/SWNS.

Estudo identifica características de pessoas chatas; será que você é uma delas?

Estudo identifica características de pessoas chatas; será que você é uma delas?

Um novo estudo da Universidade de Essex, na Inglaterra, se debruçou sobre um tema bastante inusitado: a chatice. Através de cinco experimentos com mais de 500 voluntários, os pesquisadores se empenharam em descobrir como a chatice é vista e como ela pode impactar a percepção das pessoas.

“A ironia é que estudar sobre chatice é, na verdade, muito interessante e tem grande impacto na realidade das pessoas”, disse, por meio de um comunicado, o professor de psicologia e autor da pesquisa, Wijnand Van Tilburg.

De acordo com o estudo publicado no periódico Personality and Social Psychology Bulletin, os empregos considerados mais chatos são: analistas de dados, contadores, faxineiros e banqueiros. Além disso, pessoas religiosas ou cujos hobbies incluem assistir televisão, observar pássaros ou fumar também são vistas como chatas.

Outra descoberta interessante do estudo é que pessoas chatas tendem a evitar grandes metrópoles e buscam cidades pequenas ou vilas para morar.

Segundo a pesquisa, pessoas com características percebidas como chatas acabam sendo evitados por causa do preconceito – muitas, inclusive, afirmam que passariam tempo com os considerados chatos se recebessem pelo menos 35 euros (cerca de R$180) por dia como recompensa.

“Este artigo mostra quão importantes são os estereótipos”, explica Tilburg. “Percepções podem mudar, [mas o que o estudo mostra] é que as pessoas não se dão o trabalho de conhecer aqueles com empregos e hobbies ‘chatos’, optando por evitá-los.”

A pesquisa também aponta que pessoas tidas como chatas também são vistas como frias e com menos competência, o que faz com que elas corram um maior risco de desenvolverem problemas de saúde mental e vícios.

“Eles não têm a chance de provar que as pessoas estão erradas e quebrar esses estereótipos negativos. O próprio fato de as pessoas optarem por evitá-los pode levar ao ostracismo social e aumentar a solidão, tendo um impacto muito negativo em suas vidas”, avalia Tilburg.

Mesmo com a percepção negativa, algumas funções vistas chatas são de grande importância para o funcionamento da sociedade atual – de faxineiros a bancários. “Foi interessante para mim ver que o estudo mostrou que pessoas chatas não eram vistas como competentes”, disse o psicólogo. “Eu teria pensado que os contadores seriam vistos como chatos, mas eficazes”.

Os cinco emprego mais chatos, segundo o estudo:

1º – Analista de dados
2º – Contador
3º – Tributário/Corretor de Seguro
4º – Faxineiro
5º – Bancário

Os cinco hobbies mais chatos:

1º – Dormir
2º – Religião
3º – Assistir TV
4º – Observação de animais
5º – Matemática

Os cinco empregos mais interessantes:

1º – Ator
2º – Cientista
3º – Jornalista
4º – Profissional da Saúde
5º – Professor

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Redação Conti Outra, com informações da Revista Galileu.
Foto destacada: Reprodução.

Mãe de bebezinha com marca de nascença rara no rosto mostra à filha que ela é linda

Mãe de bebezinha com marca de nascença rara no rosto mostra à filha que ela é linda

Uma simpática bebezinha chamada Winry tem atraído bastante atenção devido a uma marca de nascença no rosto. Segundo a mãe da menina, Nicole Hall, a marca é uma condição rara chamada Nevos Melanocítico Congênito, ou NMC.

“Quando eles me mostraram pela primeira vez, pensei que fosse um hematoma”, contou Nicole Hall em entrevista concedida ao Good Morning America. Algum tempo depois, a mãe da menina de 13 meses descobriu que não se tratava de um machucado, mas, sim, de uma mancha rara.

De acordo com o relatório da Organização Nacional para Doenças Raras do Dr. Harper Price, do Phoenix Children’s Hospital, e da Dra. Heather Etchevers, da Marseille Medical Genetics, o NMC pode ser marrom-claro com manchas pretas, podendo se apresentar de várias maneiras, como no rosto ou qualquer parte do corpo.

Nicole disse que tem utilizado o alcance das redes sociais para promover uma maior conscientização sobre o NMC e ajudar outras pessoas a entenderem que ser “diferente” é seu superpoder.

“Para muitas pessoas, é a primeira vez que elas veem uma marca de nascença como a da minha filha e é por isso que gosto de compartilhar”, explicou a mãe. “É uma boa conversa para os pais terem com seus filhos e verem que as crianças têm diferenças, ou para aqueles pais que têm um filho que se parece com Winry ou tem qualquer tipo de marca de nascença para ver seu filho representado”, continuou.

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O diagnóstico da pequena Winry pode colocá-la em maior risco de desenvolver melanoma, como informa o Hospital Infantil da Filadélfia. No entanto, Niocole disse que se preocupa menos com o risco de câncer do que com a frequência de bullying que sua filha pode sofrer à medida que for crescendo.

“Sua saúde e felicidade são nossa principal prioridade. Temos que monitorá-la com protetor solar. Sou cuidadosa com chapéus e esse tipo de coisa. Eu sei que nossa consulta regular de dermatologia provavelmente será nossa melhor amiga enquanto ela se desenvolve.”

Nicole ainda falou sobre a personalidade de Winry. “Ela apenas irradia alegria. Ela está quase sempre rindo ou gritando. Ela é simplesmente o bebê mais feliz que eu já vi”, declarou. “Ela fala muito. Teremos muito trabalho”, disse brincando.

Nicole finalizou a entrevista revelando que conversa com outras famílias que estão passando pelo mesmo e que algumas delas são do Brasil. “Conversamos com várias pessoas do Brasil com marcas de nascença. Uma delas tem uma que é quase idêntica a Winry e foi muito divertido falar com ela porque ela tem quase a minha idade.”

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Redação Conti Outra, com informações de R7.
Fotos: Reprodução/Instagram.

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