O reforço chegou! Médicos cubanos se dizem prontos e felizes para atuar contra o coronavírus

O reforço chegou! Médicos cubanos se dizem prontos e felizes para atuar contra o coronavírus

“Somos 2.000 cubanos, vamos para qualquer parte de Brasil. Indiscutivelmente vamos ajudar a evitar a doença e a controlar os focos”, diz o médico Yubeidy Mora Venero, de 36 anos, que passou um ano e meio atuando no município de Mata Grande, no sertão alagoano e hoje vende frango assado com a esposa aos finais de semana para sobreviver.

Yubeidy foi um dos muitos médicos cubanos que permaneceram no Brasil após o fim do acordo dos governos do Brasil e de Cuba e hoje se mostram empolgados com a possibilidade de retomar as atividades durante o período de emergência causado pelo coronavírus.

A empolgação dos médicos cubanos se justifica na afirmação do secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, de que estes profissionais que trabalhavam no programa Mais Médicos serão chamados para ajudar no controle da pandemia. O secretário disse ainda que o chamado se estenderá para estudantes de medicina a partir do sexto ano e médicos aposentados.

De acordo com Gabbardo, a medida visa ajudar a repor parte da mão de obra perdida durante o trabalho, já que os médicos também ficam doentes.

Yubeidy Mora Venero ressalta que os cubanos que vieram para o Brasil sempre atuaram na atenção primária, o que poderá ajudar na luta contra o coronavírus. “Tenho 12 anos trabalhando nesse espaço que se fundamenta na epidemiologia, na prevenção — que é o principal tratamento que temos para muitas doenças, principalmente para o covid-19”, afirma.

O médico ainda conta que tem experiência em casos de epidemias, e que estava na Venezuela quando surgiu o vírus H1N1. “As cidades pequenas do Brasil têm uma falta crônica de atenção médica. Com o controle da diabetes já vai ajudando a combater o coronavírus.

“Mais do que contente com a chance, estamos necessitados, desempregados. O que ganhou hoje só dá para pagar a comida e a casa, além dos meus estudos para o Revalida.”, finaliza o médico.

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Redação CONTI outra. Com informações de Uol
Imagem de capa: A médica cubana Damisleydis Sande, Arquivo Pessoal

Chef fecha restaurantes premiados e passa a servir comida a pessoas necessitadas durante pandemia

Chef fecha restaurantes premiados e passa a servir comida a pessoas necessitadas durante pandemia

Por anos, o chef José Andrés e sua instituição de caridade são elogiados por alimentar as pessoas mais vulneráveis do mundo – e agora ele está transformando seus próprios restaurantes 5 estrelas em cozinhas que oferecem comida para famílias que podem estar tendo problemas para sobreviver durante o surto de COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Embora Andrés tenha anunciado que esses restaurantes serão fechados ao público em geral até novo aviso, o chef disse que oito de seus badalados restaurantes de Washington DC e Nova York ainda serviriam comida gourmet a famílias desempregadas e trabalhadores em dificuldades.

Os funcionários da cozinha de sopa estão pedindo 7 dólares por refeição, mas “quem não puder pagar, também será bem-vindo”, acrescentou Andrés em comunicado.
As cozinhas improvisadas começaram ontem a servir refeições para viagem, entre o meio-dia e as 17h. Além disso, todos os seus funcionários estão tendo uma folga remunerada nas duas primeiras semanas.

A instituição de caridade de Andrés, World Central Kitchen, também serve refeições para as pessoas afetadas pelo coronavírus, incluindo os passageiros e funcionários dos navios de cruzeiro em quarentena a bordo do Grand Princess.

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Redação CONTI outra. Com informações de goodnewsnetwork

Mercadinho passa a distribuir pães a famílias necessitadas durante quarentena do Coronavírus

Mercadinho passa a distribuir pães a famílias necessitadas durante quarentena do Coronavírus

Vem de Osasco, mais especificamente do Jardim Elvira, um dos mais bonitos exemplos de solidariedade que o Brasil vêm testemunhando nesses dias de quarentena contra o coronavírus. Lá, um mercadinho está distribuindo pães gratuitamente a pessoas necessitadas. O anúncio da ação solidária foi feito através das redes sociais e rapidamente viralizou.

O post feito pelo dono do estabelecimento dizia: “Eu sei que não é muita coisa, mas você aí, família que o único almoço do seu filho era na escola e esses dias não haverá aula devido ao coronavírus, pode passar aqui no mercadinho e pegar seu pão de cada dia, não irei te cobrar nada”.

O comerciante Tete Matheus ainda disse: “Na vida somos um pelo outro e dessa vida nada se leva. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Deus abençoe sua família”, completou.

O anúncio do comerciante comoveu muito internautas e somou mais de 2,2 mil reações e quase 4 mil compartilhamentos no Facebook até a noite desta terça-feira (17).
De acordo com o último boletim diário da Prefeitura, emitido na noite desta terça-feira (17), Osasco já registrou 46 casos suspeitos do novo coronavírus e ainda não há nenhum confirmado. As aulas na rede municipal estão sendo suspensas gradualmente e, a partir de segunda-feira (23), serão totalmente interrompidas, inclusive nas creches, por tempo indeterminado. Diversos eventos foram cancelados no município, entre outras ações.

Que o exemplo deste comerciante toque muitos outros corações e que a solidariedade se multiplique!

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Redação CONTI outra. Com informações de Visão

Bombeiros do RJ e SP iniciam rondas nas praias com alertas para evitar aglomerações.

Bombeiros do RJ e SP iniciam rondas nas praias com alertas para evitar aglomerações.

No Rio de Janeiro, com um alto-falante instalado em um carro, um bombeiro repetia a seguinte mensagem:
“A Defesa Civil Estadual pede à população que evite aglomerações nas praias. Por favor, para a sua segurança de seus vizinhos, amigos e familiares, volte para casa”.

“O momento é de conscientização. Faça a sua parte a ajude a prevenir e a controlar o coronavírus. Você sempre conta com os bombeiros. Podemos contar com você?”, emendou.

O carro parou em praias como a do Recreio, na Zona Oeste, e Vermelha, na Zona Sul. A Praça Cardeal Arcoverde, um dos acessos do metrô para a Praia de Copacabana, também foi um ponto.

“As pessoas precisam se conscientizar. É questão de segurança de todos. Dos vizinhos, da família, dos amigos. Vamos fazer nossa parte e ajudar a prevenir e controlar o coronavírus”, disse o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do CBMERJ, coronel Roberto Robadey.

Cerca de 150 viaturas foram mobilizadas para a ação. O planejamento prevê extensão dessa cobertura de alerta por outros municípios fluminenses.
Nos vídeos gravados pelos bombeiros, é possível ver poucos banhistas nas praias — ninguém foi retirado da areia.

No litoral paulista, Guarujá, uma ação semelhante ocorreu. Um carro de som passava pelas praias e pedia que os banhistas voltassem para suas casas. A ação foi tomada pela prefeitura da cidade e visa conter o avanço da infecção pelo novo coronavírus na Baixada Santista. Segundo o último balanço das secretarias de saúde, as nove cidades da Baixada Santista acompanham 95 casos suspeitos da doença.

A ação faz parte de uma campanha de conscientização da administração municipal, junto com a Defesa Civil e Secretaria Municipal de Saúde, para alertar a população que, mesmo após as orientações do Governo de Estado de São Paulo de evitar aglomerações, continua indo às praias.

O carro de som passou por diversas praias da cidade emitindo a mensagem: “Senhores, senhoras e banhistas, evitem aglomerações nas praias, por favor. Para sua segurança, dos seus vizinhos, amigos e familiares, volte para casa. O momento é de conscientização. Faça a sua parte e ajude a prevenir e controlar o coronavírus. Você sempre conta com o Corpo de Bombeiros e as autoridades locais, queremos contar com você.”

De acordo com o prefeito da cidade, a ação ocorrerá duas vezes por dia nas principais praias do Guarujá, com acompanhamento da Guarda Civil Municipal, Defesa Civil e equipes da Secretaria de Saúde do município.

 

Com informações de G1

Um vírus invisível causando estrago e ainda tem gente que se acha grande coisa

Um vírus invisível causando estrago e ainda tem gente que se acha grande coisa

O ano de 2020 mal iniciou e já temos a pandemia do Coronavírus, o Covid-19. Após ter explodido na China e se espalhado pela Europa, tendo na Itália alcançado níveis calamitosos, a pandemia mundial chega ao Brasil. Apesar de inevitável, somente agora as pessoas parecem estar se dando conta de seu perigo real. Mas nem todas.

A questão é se antecipar ao problema, focando as causas, para que as consequências se minimizem. Se comer queijo provoca enxaqueca, não coma o queijo. Tem gente que prefere comer queijo, acordar com dor de cabeça e tomar remédio. Em vez da causa, fica combatendo a consequência. Poxa, mirar a causa é bem mais eficaz. No entanto, parece ser uma tendência do ser humano querer lidar sempre com as consequências, deixando as causas livres, leves e soltas.

Pois bem, no caso do vírus Covid-19, temos que evitar multidões, aglomerações, ficar em casa sempre que pudermos. Não dar as mãos, nem beijar no rosto. Lavar bem as mãos. É urgente evitar as consequências de um vírus espalhado, porque daí fica tudo bem mais difícil. Além disso, temos que parar de fazer estoque de comida feito doidos, não vivemos sozinhos numa ilha. É muito egoísmo pensar só em você mesmo numa situação como essa.

Aliás, egoísmo piora tudo. Portanto, mesmo que não seja grupo de risco, você ainda pode transportar o vírus até esses grupos. Não seja transporte de sofrimento e de morte. Pense nos outros. Pensemos uns nos outros. Donos de supermercados deveriam, por exemplo, limitar a quantidade de produtos que cada pessoa pode comprar. Provavelmente, algumas normativas de como o comércio e os locais coletivos deverão funcionar já devem estar sendo preparadas, para que não haja excessos nocivos a todos.

Nem deveria, na verdade, ser necessário tomar medidas de contenção de compras de comida, luvas e máscaras, entre outros, mas, infelizmente, tem um bando de gente que só pensa no próprio umbigo e fica estocando tudo. Senso de coletividade manda lembranças. Nesse salve-se quem puder, ninguém se salva. A gente teme o vírus, mas acaba temendo também a falta de empatia de muitas pessoas.

Gente fazendo o que quer, ignorando toda e qualquer recomendação. Gente indo à praia, a shows, a festas, a eventos. Gente estocando comida, materiais, insumos enfim. Gente que não é grupo de risco ignorando que pode levar o vírus por aí. Gente que não enxerga o funcionário como uma pessoa. Gente que acha se tratar de conspirações ideológicas e políticas. Gente que não liga para toda essa gente à sua volta. Pior que o vírus.

Na verdade, se as pessoas não se conscientizarem e não se decidirem por sair de casa somente o estritamente necessário, não vai ter leito para todo mundo. Não vai ter tubo de oxigênio para todo mundo. Colaboração e consciência. Recolher-se. Quanto antes a gente se afastar, mais rápido voltaremos a nos abraçar. Ou isso, ou alguns abraços nunca mais serão dados. Quando tudo passar, a gente se reúne, faz churras e se abraça de novo.

Situações como essa, em que todo mundo se encontra com medo, vulnerável, onde ninguém está totalmente a salvo, são difíceis, o tempo parece engatinhar. Que, ao menos, tiremos lições disso tudo. Um vírus invisível a olho nu causando um estrago mundial e ainda tem gente que se acha grande coisa. Somos insignificantes perante a grandeza do universo. Na dor, ninguém é melhor do que ninguém. O que nos iguala é o amor. Aprendam.

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Artigo Publicado originalmente em Prof Marcel Camargo
Photo by Mario Purisic on Unsplash

Minha oração diante da pandemia do coronavírus

Minha oração diante da pandemia do coronavírus

“E as pessoas ficaram em casa. E leram livros, ouviram, descansaram, se exercitaram, fizeram arte, jogaram jogos, aprenderam novas maneiras de existirem e ficaram paradas.

E então ouviram mais profundamente. Alguns meditavam, outros rezavam, já outros dançavam. Alguns encontraram as suas próprias sombras. E o povo começou a pensar de maneira diferente.

O povo foi curado. E, na ausência de pessoas vivendo na ignorância, perigosas, com a mente e o coração fechados, a Terra começou a se curar.

E, quando o perigo passou, as pessoas se uniram novamente, sofreram com as suas perdas, fizeram novas escolhas, sonharam novas imagens e criaram novas maneiras de se viver e curar a terra completamente, como haviam sido curadas.”

Kitty O Meara

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Li essa mensagem no facebook e me senti completamente tocado por ela. Essas palavras são uma verdadeira oração, incentivando ao autoconhecimento e à movimentação para os processos de cura coletiva.

O mundo inteiro está adoecido, e isso começou muito antes do coronavírus. Penso que esse adoecimento vem de longa data e tem origem na ignorância do ser humano em achar que suas ações não geram consequências. A destruição dos recursos naturais, poluição, fome, guerras, concentração de renda etc. são apenas algumas das ações humanas que promovem transtornos, doenças e mortes.

A pandemia do coronavírus pode ser analisada de n formas diferentes. Quero, a partir desse lindo texto compartilhado, levantar as reflexões que venho fazendo nesse período de agravo e calamidade pública no Brasil.

Penso que não é fechando nossos corações e mentes que estaremos contribuindo para a melhora coletiva. Claro que a quarentena sugerida é fundamental para que esse vírus não se alastre ainda com mais força. Não tenho a menor objeção a isso, muito pelo contrário, é uma medida necessária nesse momento.

Porém, o que estou dizendo é que nesse período, o ideal é que, além de tomar os cuidados higiênicos necessários, é bom que busquemos a serenidade, respirar com profundidade, ler bons livros, ouvir pessoas sábias que têm muito a nos ensinar, alimentar nossa mente com boas reflexões, ouvir músicas bonitas, cantar, dançar, se exercitar. Podemos fazer tudo isso dentro de casa sabia?

Buscando essas pequenas atitudes saudáveis, estaremos promovendo nossa própria cura, para que depois que esse vendaval passar nós estejamos mais íntegros, mais experientes, mais amorosos e retomemos à normalidade com um grau de consciência maior.

Não estou dizendo que a terra vai se transformar num mar de rosas. Não tenho essa ilusão! Mas eu garanto que não sairemos desse transtorno do mesmo jeito. Muitas nações têm dado verdadeiras lições de solidariedade e espírito de coletividade.

Se soubermos olhar por esse ponto de vista e aguçarmos nossa percepção, conseguiremos ver que há muita coisa boa e bonita acontecendo, apesar de haver tantas pessoas doentes e algumas estejam até morrendo por conta do coronavírus.

Concluo esse breve texto deixando a sugestão de você ler essa pequena oração em diversos momentos. São palavras sábias e que têm um poder de elevar nossa vibração, nossos sentimentos e nos encher de esperança para juntos cooperarmos no processo de transformação desse período de caos em um novo período com mais consciência e amor…

Photo by Allef Vinicius on Unsplash

Pixar explora a vida pós-morte em Soul. Confira o trailer agora mesmo.

Pixar explora a vida pós-morte em Soul. Confira o trailer agora mesmo.

Foi divulgado o trailer de Soul, nova animação da Pixar em parceria com a Disney que estreiará em 25 de junho.

Com dublagem original nas vozes de Jamie Foxx e Tina Fey, o longa tem como protagonista o músico de jazz Joe Gardner, que, após falecer, desperta em espírito em sua nova vida pós-morte. Entretanto, ele não gosta nada de como as coisas ficaram e resolve rever o seu destino.

Assista abaixo ao trailer de Soul.

Redação CONTI outra. Com informações de rollingstone.

Chinesa de 103 anos é pessoa mais velha a se curar do Covid-19

Chinesa de 103 anos é pessoa mais velha a se curar do Covid-19

A esta altura, já sabemos que as pessoas com mais de 65 anos de idade e aquelas que sofrem com doenças crônicas são as que correm mais risco de manifestar sintomas graves da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. E é justamente por isso que a história de cura da chinesa Zhang Guangfen chamou tanta atenção da mídia. Ela tem 103 anos de idade e é vítima de uma doença crônica.

A chinesa, que se tornou a pessoa mais velha a se recuperar do novo coronavírus, recebeu o diagnóstico no Hospital Liyuan, na Faculdade de Medicina Tongji, em Wuhan – cidade na China que é epicentro da pandemia, em 1º de março. O mais espantoso é que a recuperação da idosa se deu após apenas seis dias de tratamento.

Segundo o médico que a atendeu, Zeng Yulan tinha um quadro de bronquite crônica leve, mas isso não prejudicou seu estado de saúde.

O jornal britânico The Independent, que foi quem primeiro noticiou a história de Zeng Yulan, publicou também um vídeo que mostra a mulher sendo escoltada para fora do hospital rumo a uma ambulância após receber alta no último dia 10.

O exemplo desta mulher com certeza representa uma esperança a muitas pessoas no mundo.

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Imagem de capa: JEROME FAVRE – EFE/EPA – 12.03.2020

Redação CONTI outra. Com informações de R7

Burger King vai destinar parte da receita para o SUS

Burger King vai destinar parte da receita para o SUS

A pandemia de coronavírus têm causado tensão, medo e ansiedade por quase todas as partes do mundo. Mas também têm feito florescer novamente em muitas pessoas um espírito solidário que talvez estivesse adormecido nesses tempos de tanto individualismo, Esse senso de comunidade já se percebe, inclusive, em muitas grandes companhias, que têm se mexido para dar sua contribuição para o bem coletivo. Um bom exemplo disso é a gigante Burger King Brasil, que tomou a iniciativa de doar ao Sistema Único de Saúde (SUS) parte de toda a receita líquida de qualquer sanduíche vendido até o final do mês de março. A novidade foi destaque na revista Exame.

Detalhes sobre a destinação da receita ainda serão discutidos com as autoridades responsáveis, e o Burger King Brasil ainda não informou qual percentual será doado. A estimativa, porém, é de que ao menos 1 milhão de reais seja destinado ao SUS.

A companhia também anunciou que está adotando medidas de prevenção contra o Covid-19. Um comitê foi criado para reduzir os riscos e reforçar a rotina de higiene dos funcionários, em especial os que trabalham nos restaurantes.

Segundo a empresa, os processos de higiene nas cozinhas também estão sendo reforçados. O intervalo de tempo recomendado para que os funcionários lavem as mãos foi reduzido de 60 para 30 minutos, incluindo a disponibilidade de álcool gel na parte interna das lojas.

À revista Exame, a Burger King Brasil lembrou que está disponível em aplicativos de entregas e ressaltou que se preocupa com a saúde dos clientes e funcionários. As operações seguem normalmente e não há previsão de fechamento das mais de 900 lojas no Brasil.

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Redação CONTI outra. Com informações de Isto é.

Alunos do curso de Farmácia produzem álcool gel para distribuição gratuita

Alunos do curso de Farmácia produzem álcool gel para distribuição gratuita

A pandemia do novo coronavírus vêm mexendo com a rotina da maioria das pessoas e exigindo que todos dêem mais atenção à higiene básica, no intuito de prevenir o contágio do Covid-19. É nesse cenário que um item por vezes esquecido na hora de fazer as compras mensais, virou novamente um produto de alta procura, à ponto de praticamente sumir das prateleiras de farmácias e supermercados. Sim, estamos falando do álcool em gel, tão importante no momento de higienizar as mãos. A esta altura, muita gente já não consegue adquirir o produto, e foi justamente pensando nisso que um grupo de alunos do 10º semestre do curso de Farmácia da Unef tomou a iniciativa de produzir álcool em gel e distribuir gratuitamente.

Quem explica a importância da iniciativa é a professora Fernanda Pinheiro, que é coordenadora do curso de Farmácia.

“Existe uma preocupação mundial em torno do Coronavírus. Só a nível de explanação, o Coronavírus pertence a uma família de vírus que causa infecções respiratórias leves ou moderadas. A maior preocupação, hoje, é a taxa de infecção. A produção do álcool gel é uma medida preventiva. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, é uma das formas de prevenção, além do processo de lavagem das mãos”, disse.

Fernanda Pinheiro também explicou o processo de produção do produto, que vêm sendo distribuído gratuitamente. “É algo que produzimos na faculdade, com a professora Letícia, do estágio de Manipulação, que acompanha os alunos do último ano do curso de Farmácia. Eles produzem para uso interno, aqui na UNEF. O álcool tem uma composição de carbopol, que é um agente gelificante, trietanolamina e a glicerina, que são agentes humectantes, além do álcool 70, que é recomendado pela OMS”, afirmou.

A distribuição do álcool gel, segundo a coordenadora, se dá em vários pontos da faculdade, e qualquer pessoa pode fazer uso. “Na verdade, existe distribuição em todo território da faculdade. Temos na área de coordenações, corredores, biblioteca, e qualquer pessoa que quiser pode ter acesso”, lembrou.

A reação das pessoas envolvidas no ambiente acadêmico foi muito positiva, conta a professora. Ela ainda alertou para os cuidados que as pessoas devem acerca do novo Coronavírus.

“É uma fórmula que foi colocada em prática para a prevenção do Coronavírus. Vale lembrar que essas pessoas precisam estar com as mãos limpas, evitar contato com pessoas que estão espirrando ou tossindo. É preciso cobrir a boca e o nariz ao espirrar, evitar aglomerações. São prevenções a nível mundial”, completou.

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Redação CONTI outra. Com informações de Acorda Cidade

Professora mostra importância de lavar as mãos a partir de experiência com detergente. Veja o vídeo!

Professora mostra importância de lavar as mãos a partir de experiência com detergente. Veja o vídeo!

O experimento realizado pela professora de pré-escola Amanda Lorenzo é a prova concreta de que a educação é muito importante no cotidiano das crianças, seja em tempos de epidemia ou não.

Amanda deixou seus alunos sem palavras após uma brilhante experiência que os ajudou a entender a importância da lavagem das mãos para lidar com o surto de COVID-19. A jovem professora, com apenas 23 anos, queria explicar como os germes funcionavam e a importância de uma boa higiene para enfrentá-los.

Mas como você explica isso a um grupo de estudantes entre 3 e 4 anos?
Ela encheu um prato com água, adicionou pimenta e pediu a uma de suas alunas para mergulhar o dedo no “vírus” (prato com pimenta) ao tirar o dedo da água, a criança podia ver que alguns grãos de pimenta haviam aderido ao dedo.

Em seguida, a professora pediu que a aluna repetisse a mesma ação, mas agora no prato com sabão e em seguida no “vírus”, uma grande surpresa veio aos alunos quando viram como a pimenta se afastava rapidamente, evitando o contato com o sabão.

“Eu gostaria que todos pudessem ver como realmente estavam surpresos que o ‘vírus’ (pimenta) estivesse fugindo do sabão! Tão divertido e tão informativo! ” – Escreveu Amanda em seu Instagram.

“O resto do dia, depois de ir ao banheiro, depois de voltarmos do almoço, antes de almoçar, depois de irmos ao playground, eles disseram: ‘Temos que lavar as mãos!’ Foi constante pelo resto do dia.” – contou Amanda Lorenzo.

Amanda encontrou esse experimento no Tik Tok e achou que seria uma boa ideia fazer isso com a turma e compartilhá-lo nas redes deles para inspirar outras educadoras ou mães, mas ela não esperava que em apenas seis dias o vídeo tivesse mais de 489.000 visualizações.

“Me deparei com esse vídeo e vi que era super simples. Era apenas pimenta, água e sabão. Eu tenho água e sabão na minha sala de aula, então trouxe apenas pimenta de casa e fiz no dia seguinte.”

Amanda, como milhares de professores, é fascinada por atividades práticas, pois sente que as informações fornecidas de maneira mais divertida são rapidamente incorporadas às mentes das crianças.

Mas Lorenzo não é a única que procurou maneiras engenhosas de ensinar aos pequenos a importância da lavagem das mãos.
Shauna Woods, de 29 anos, também tem sua própria tática para evitar más condições de higiene, ela possui um carimbo personalizado que diz ‘Sra. Woods’, aquele que ele costuma usar para marcar seus livros.

Mas após o surto de Coronavírus, ela começou a marcar as costas das mãos de cada um de seus alunos na Hallsville School. Então, se no final do dia o selo estiver completamente apagado, eles ganham um prêmio.

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A iniciativa desta professora também foi aclamada nas redes sociais e sua publicação foi cheia de mensagens de apoio e mais de 51.000 pessoas gostaram dela.

Esperamos que essas ideias criativas sejam repetidas em casa, para facilitar o trabalho de todas as mães que precisam ensinar seus filhos a lavarem as mãos diariamente e com mais frequência a partir de agora.

 

Com informações de UPSOCL

Após voltar de retiro espiritual no deserto, Jared Leto se choca com a pandemia do coronavírus

Após voltar de retiro espiritual no deserto, Jared Leto se choca com a pandemia do coronavírus

As notícias do novo vírus Covid-19 são pauta principal em todos os jornais do mundo, a pandemia gerou paralisação mundial e parte da população já vem tomando atos preventivos. Porém, o ator, diretor e cantor Jared Leto descobriu hoje (17/03/2020) o surto do coronavírus.

Após ficar um período completamente desconectado das notícias do mundo. O ator e músico da banda 30 Seconds to Mars usou suas redes sociais para explicar que ficou 12 dias no deserto para um período de meditação. E ficou surpreso com as notícias da doença ao deixar o local e voltar a ter contato com o resto do mundo.

“Doze dias atrás eu iniciei uma meditação silenciosa no deserto. Estávamos totalmente isolados. Sem telefone, sem comunicação, etc. Não tínhamos ideia do que estava acontecendo fora das instalações.
Saímos ontem para um mundo completamente diferente. Um mundo que mudou para sempre. Surpreendente – para dizer o mínimo
Estou recebendo mensagens de amigos e familiares ao redor do mundo e me atualizando sobre o que está acontecendo. Espero que vocês estejam bem. Envio energia positiva para todos. Fiquem em casa, se mantenham seguros”, escreveu o cantor.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em

Em Hollywood, diversos filmes que estavam programados para serem lançados apenas em 2021 tiveram suas filmagens pausadas por tempo indeterminado. Enquanto isso, astros como Tom Hanks e Rita Wilson, que foram os primeiros a anunciarem que contraíram os vírus seguem fazendo campanha nas redes sociais para que as pessoas não deixem suas casas.

 

Com informações de G1

“Rezem pelos idosos que enfrentam a Covid-19 em solidão e medo”, disse o papa hoje pela manhã

“Rezem pelos idosos que enfrentam a Covid-19 em solidão e medo”, disse o papa hoje pela manhã

A preocupação com o Papa com a situação atual tem sido diária e explicita. Depois de percorrer as ruas próximas ao Vaticano em oração, hoje, 17 de março,  antes da Missa, ele  pediu orações pelos idosos que enfrentam a Covid-19 em solidão e medo:

“Gostaria que hoje rezássemos pelos idosos que sofrem este momento de modo particular, com uma solidão interna muito grande e, às vezes, com muito medo. Peçamos ao Senhor que esteja próximo dos nossos e nossas avós, de todos os idosos, e lhes dê a força. Eles nos deram a sabedoria, a vida, a história. Nós também nos tornamos próximos deles com a oração”.

A “doença” do rancor e da falta de perdão
Na homilia, o Papa refletiu sobre o Evangelho de São Mateus 18,21-35, em que Jesus responde ao apóstolo Pedro sobre quantas vezes é preciso perdoar: “setenta vezes sete”, expressão idiomática para dizer “sempre”.

“Sempre se deve perdoar. E não é fácil perdoar. Porque o nosso coração egoísta é sempre apegado ao ódio, às vinganças, aos rancores. Há famílias destruídas pelos ódios familiares que passam de geração em geração. Irmãos que, diante do caixão de um dos pais, não se cumprimentam porque mantêm rancores antigos. Parece que apegar-se ao ódio é mais forte que apegar-se ao amor, e isto é o tesouro, digamos assim, do diabo. Ele sempre espreita entre os nossos rancores, entre os nossos ódios, e os faz crescer, os mantém ali para destruir. Destrói tudo.

Deus não veio para condenar, mas para perdoar. Este Deus que é capaz de fazer festa por um pecador que se aproxima, e esquece tudo. Quando Deus perdoa, Ele esquece todo o mal que fizemos. Essa é a ‘doença de Deus’: Ele não tem memória, é capaz de perder a memória nestes casos. Deus perde a memória das histórias feias de tantos pecadores, dos nossos pecados. Ele nos perdoa e vamos adiante. Ele apenas nos pede: ‘Faça o mesmo: aprenda a perdoar’, a não continuar carregando essa cruz infecunda do ódio, do rancor, do ‘você vai me pagar’. Essa palavra não é nem cristã nem humana.

A generosidade de Jesus nos ensina que, para entrar no céu, precisamos perdoar. Ele nos diz: ‘Você vai à Missa?’ – ‘Sim’ – ‘Quando você vai à missa, se você se lembrar que o seu irmão tem algo contra você, primeiro não venha a mim com o amor por mim numa mão e o ódio ao seu irmão na outra’. Coerência de amor. Perdoar. Perdoar de coração.

Que o Senhor nos ajude a entender isto e a abaixar a cabeça, a não ser soberbos, a ser magnânimos no perdão. Ao menos a perdoar ‘por interesse’. Como? Sim: perdoar porque, se eu não perdoo, não serei perdoado. Pelo menos isso. Mas sempre o perdão”.

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Com informações de Aletéia

Cientistas brasileiros já trabalham numa candidata à vacina contra novo coronavírus

Cientistas brasileiros já trabalham numa candidata à vacina contra novo coronavírus

Editorias: Ciências da Saúde Jornal da Usp

Por Elton Alisson /Agência FAPESP

Pesquisadores do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) estão desenvolvendo uma vacina contra o coronavírus da síndrome respiratória aguda grave, o Sars-CoV-2.

Por meio de uma estratégia diferente das adotadas por indústrias farmacêuticas e grupos de pesquisa em diversos países, os cientistas brasileiros esperam acelerar o desenvolvimento e conseguir chegar, nos próximos meses, a uma candidata a vacina contra o novo coronavírus que possa ser testada em animais.

“Acreditamos que a estratégia que estamos empregando para participar desse esforço mundial para desenvolver uma candidata à vacina contra a covid-19 é muito promissora e poderá induzir uma resposta imunológica melhor do que a de outras propostas que têm surgido, baseadas fundamentalmente em vacinas de mRNA”, disse à Agência Fapesp Jorge Kalil, diretor do Laboratório de Imunologia do Incor e coordenador do projeto, apoiado pela Fapesp.

Utilizada no desenvolvimento da primeira vacina experimental contra o Sars-CoV-2, anunciada no fim de fevereiro nos Estados Unidos, a plataforma tecnológica de mRNA se baseia na inserção na vacina de moléculas sintéticas de RNA mensageiro (mRNA) – que contêm as instruções para produção de alguma proteína reconhecível pelo sistema imunológico.

A ideia é que o sistema imunológico reconheça essas proteínas artificiais para posteriormente identificar e combater o coronavírus real. Já a plataforma que será utilizada pelos pesquisadores do Incor é fundamentada no uso de partículas semelhantes a vírus (VLPs, na sigla em inglês de virus like particles).

Estruturas multiproteicas, as VLPs possuem características semelhantes às de um vírus e, por isso, são facilmente reconhecidas pelas células do sistema imune. Porém, não têm material genético do vírus, o que impossibilita a replicação. Por isso, são seguras para o desenvolvimento de vacinas.

“Em geral, as vacinas tradicionais, baseadas em vírus atenuados ou inativados, como a do influenza [causador da gripe], têm demonstrado excelente imunogenicidade, e o conhecimento das características delas serve de parâmetro para o desenvolvimento bem-sucedido de novas plataformas vacinais”, afirmou Gustavo Cabral, pesquisador responsável pelo projeto.

“Mas, neste momento, em que estamos lidando com um vírus pouco conhecido, por questões de segurança é preciso evitar inserir material genético no corpo humano para evitar eventos adversos, como multiplicação viral e possivelmente reversão genética da virulência. Por isso, as formas alternativas para o desenvolvimento da vacina anticovid-19 devem priorizar, além da eficiência, a segurança”, ressaltou Cabral.

A fim de permitir que sejam reconhecidas pelo sistema imunológico e gerem uma resposta contra o coronavírus, as VLPs são inoculadas juntamente com antígenos – substâncias que, ao serem introduzidas no corpo humano fazem com que o sistema imune produza anticorpos.

Dessa forma, é possível unir as características de adjuvante dos VLPs com a especificidade do antígeno. Além disso, as VLPs, por serem componentes biológicos naturais e seguros, são facilmente degradadas, explicou Cabral.

“Com essa estratégia é possível direcionar o sistema imunológico para reconhecer as VLPs conjugadas a antígenos como uma ameaça e desencadear a resposta imune de forma eficaz e segura”, disse.

Plataforma de antígenos

O pesquisador fez nos últimos cinco anos pós-doutorados nas universidades de Oxford, na Inglaterra, e de Berna, na Suíça, onde desenvolveu candidatas a vacinas utilizando VLPs contra doenças, como a causada pelo vírus zika.

Por meio de um projeto apoiado pela Fapesp, Cabral retornou ao Brasil onde iniciou, no Laboratório de Imunologia do Incor, no começo de fevereiro, um estudo voltado a desenvolver vacinas contra Streptococcus pyogenes – causador da febre reumática e da cardiopatia reumática crônica – e chikungunya utilizando VLPs.

Com a pandemia da covid-19, o projeto foi redirecionado para desenvolver uma vacina contra o novo coronavírus.
“O objetivo é desenvolver uma plataforma de entrega de antígenos para células do sistema imune de forma extremamente fácil e rápida e que possa servir para desenvolver vacina não só contra a covid-19, mas também para outras doenças emergentes”, ressaltou Cabral.

Os antígenos do novo coronavírus estão sendo produzidos a partir da identificação de regiões da estrutura do vírus que interagem com as células e permitem a entrada dele, as chamadas proteínas spike.

Essas proteínas, que são protuberâncias pontiagudas ao redor do envelope viral, resultam no formato de coroa, que conferiu o nome corona a esse grupo de vírus.

Após a identificação dessas proteínas spike, são extraídos fragmentos delas que são conjugadas às VLPs.

Por meio de testes com o plasma sanguíneo de pacientes infectados pelo novo coronavírus é possível verificar quais fragmentos induzem uma resposta protetora e, dessa forma, servem como potenciais candidatos a antígenos.

“Já estamos sintetizando esses antígenos e vamos testá-los em soro de pacientes infectados”, afirmou Cabral.

Após a realização dos testes em camundongos e comprovada a eficácia da vacina, os pesquisadores pretendem estabelecer colaborações com outras instituições de pesquisa para acelerar o desenvolvimento.

“Após comprovarmos que a vacina neutraliza o vírus, vamos procurar associações no Brasil e no exterior para encurtarmos o caminho e desenvolver o mais rápido possível uma candidata à vacina contra a covid-19”, disse Kalil.

O pesquisador é coordenador do Instituto de Investigação em Imunologia, sediado no Incor – um dos INCTs apoiados pela Fapesp no Estado de São Paulo.

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