Advogada que foi presa após ataques racistas e homofóbicos em padaria se diz vítima

Advogada que foi presa após ataques racistas e homofóbicos em padaria se diz vítima

Na última sexta-feira (20), a advogada Lidiane Biezok, de 45 anos, foi presa em flagrante, segundo informações da Secretaria de Segurança, indiciada por lesão corporal, injúria e homofobia. Ela agrediu uma pessoa em um ataque homofóbico em uma padaria tradicional da Pompeia, na zona oeste de São Paulo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o incidente, quando a mulher faz ofensas, dá tapas e arremessa objetos no funcionário da padaria Dona Deôla. A advogada também foi acusada de declarações transfóbicas e racistas pelos envolvidos.

Veja as imagens do incindente.

De acordo com a assessoria de imprensa da padaria Dona Deôla, o caso teve início quando a Lidiane chegou ao local, aparentemente alterada, e destratou funcionários, além de jogar objetos no chão.

Dois outros clientes da padaria, Kleiton e Boni – que é visto no vídeo tendo os cabelos puxados -, tentaram inbterver à favor dos funcionários da padaria e acabaram tambpem sendo atacados por Lidiane.

Ainda segundo a assessoria, o gerente acionou a polícia, que chegou minutos depois ao local, encaminhando os envolvidos à delegacia, onde boletins de ocorrência foram registrados por funcionários e pela dupla que foi vítima do ataque homofóbico.

A coordenadora de marketing da Dona Deôla, Carolina Mirandez, disse que Lidiane era uma cliente que costumava criar problemas no local.

“É muito comum que ela venha aqui. Ela fica e consome, mas reclama da comida. Sempre foi grosseira, mas nunca teve um problema tão grande. Ela estava exaltada, reclamando da comida e destratando funcionários. Ela disse que, se a comida não estivesse boa, ia arremessar. O supervisor tentou acalmar. O atendente nosso percebeu que ela estava se exaltando contra o supervisor, que é um senhor, e pediu para ela falar baixo. Ela virou e falou ‘sai, seu viado’ e uma série de palavrões. Então os clientes se levantaram e começaram a filmar”, contou Carolina.

Em entrevista ao UOL, Lidiane Biezok se diz vítima na situação e que tem sido ameaçada na internet. Ela afirmou que possui transtorno bipolar e reclamou da padaria onde tudo aconteceu, ameaçando processar o estabelecimento.

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Redação Conti Outra, comk informações de UOL.
Fotos: Reprodução/Youtube.

Artista coloca pessoas de pinturas clássicas em situações cotidianas do mundo atual.

Artista coloca pessoas de pinturas clássicas em situações cotidianas do mundo atual.

Alexey Kondakov é um artista ucraniano que insere pessoas da pintura clássica no mundo moderno e seus cenários. Ele coloca figuras clássicas em metrôs, mercados, carros e muitos outros lugares habituais para nós, mas bastante incomuns para pinturas seminuas.

Seu trabalho cria um contraste interessante entre a delicada e expressiva arte renascentista e os cenários às vezes enfadonhos e tediosos da vida cotidiana.

Alexey começou este projeto em 2015 e o nomeou “The Daily Life of Gods” (“O Cotidiano dos Deuses”, em tradução livre). A maioria das fotos foi tirada em Kiev, capital da Ucrânia e a maioria das pinturas clássicas são tiradas do período renascentista. O artista usa o Photoshop para criar essas edições surreais, e devemos dizer que são bastante impressionantes.

Quando Alexey coloca os personagens das pinturas em nossa vida diária, eles parecem perder sua epopeia, elegância e beleza. Aparentemente, o contexto realmente importa neste caso.

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alksko.com

Alexey tem 140 mil seguidores em sua conta do Instagram e as pessoas parecem amar o que ele faz. As imagens que ele cria são bastante cômicas por conta do contraste criado nos cenários em que ele coloca as pessoas. Elas parecem estar fora do lugar, perdidas ou confusas. A combinação da vida moderna com pinturas clássicas é bastante hilária e na maioria das vezes identificável.

Em entrevista para o Bored Panda, Alexey conta sobre o que o inspira e leva a criar arte: “Tudo ao meu redor me inspira a criar arte. Se você for atencioso o suficiente consigo mesmo e com o que o cerca, um dia poderá sentir o desejo de compartilhar suas observações.”

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O artista conta como começou a criar essas edições únicas: “Fiquei entediado no trabalho, então, quando tive a ideia de colocar arte antiga em paisagens modernas, decidi criá-la para me divertir e compartilhar nas redes sociais”. Alexey captura ele mesmo as fotos que usa, com seu telefone celular. Ele tenta capturar lugares inesperados para tornar as edições mais interessantes.

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“Todas as partes da criação são minhas favoritas, mas existem outras partes menos atraentes do processo. O trabalho de um artista inclui muitas tarefas operacionais.”, conta o artista.

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“Gosto de ouvir, coletar e tentar misturar música. Basicamente, este projeto ocupa a maior parte do meu tempo, mas vou administrar isso e passar algum tempo em algo diferente, como filmar ou esculpir”, compartilhou Alexey quando questionado sobre seus hobbies.

Alexey conta mais sobre o processo e quanto tempo leva para criar essas edições: “O processo é bastante aleatório, às vezes você encontra a obra de arte antiga certa e vê como é possível transformá-la em uma situação moderna. E, ao mesmo tempo, Posso tirar fotos de lugares de que gosto e imaginar o que pode acontecer lá. A pintura clássica se funde facilmente com o ambiente moderno. A ideia principal é fazer com que pareça real, mas estranha. É difícil contar o tempo total porque às vezes uma ideia aguarda a possibilidade de produzi-lo, assim como histórias sobre a vida noturna só podem ser feitas se eu for a uma boate. Às vezes, posso passar alguns dias apenas cavando obras de arte antigas. Mas, se tenho todas as peças do quebra-cabeça, leva cerca de 2 -3 horas para fazer o Photoshop.”

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Se você gostou do trabalho desse artista super criativo, acesse suas redes sociais para conferir outras de suas obras: Instagram | alksko.com |

 

Com informações de Bored Panda

Ator Felipe Simas ajuda menino autista durante crise e mãe faz agradecimento

Ator Felipe Simas ajuda menino autista durante crise e mãe faz agradecimento

O ator Felipe Simas, conhecido das novelas da Globo, chamou a atenção da mídia recentemente por outro motivo. Ele foi protagonista de uma atitude nobre que fez uma mãe usar as redes sociais para postar um emocionado agradecimento.

Em um grupo no Facebook para mães de crianças autistas, Fabiana Braga fez o relato que emocionou os internautas. Segundo ela, Felipe Simas ajudou seu marido durante uma crise do filho.

“Hoje foi um dia de consulta com o dr. Caio Abujadi, chegamos um pouco antes do horário marcado. Meu filho, Arthur, de 9 anos, que tem autismo, não conseguiu esperar no carro, meu esposo resolveu se aventurar saindo com ele. Estava tudo bem com ele,mas de repente, por algo que não conseguimos identificar, ele entrou em comportamento, uma crise forte onde se encontrava totalmente desorganizado e com autoagressão”, descreveu Fabiana.

“De repente um jovem rapaz ofereceu ajuda, até então não tínhamos percebido de quem se tratava, ficou o tempo todo do nosso lado, nos ajudando, com um gesto de carinho deu um brinquedo para o Arthur”, relatou a mãe.

“Gostaria de deixar aqui o meu sincero agradecimento a ele, o ator Felipe Sang Simas e outras duas senhoras que também com seu apoio nos ajudou. E são por esses gestos que levantamos a cabeça e seguimos em frente, que Deus abençoe vocês sempre, com carinho dos pais do Arthur”, concluiu.

O relato de Fabiana fez bastante sucesso no Facebook, recebendo milhares de curtidas e quase mil compartilhamento.

Em conversa com a Revista Quem, Ana Sang, mãe de Felipe Simas, comentou a atitude do filho. “Confesso que fiquei muito orgulhosa e não esperava nada diferente dele! Foi uma ação totalmente instintiva. Olhar o próximo com empatia e amor”, afirmou a mãe coruja.

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Redação Conti Outra, com informações de Revista Quem.
Foto: Reprodução.

Casal devolve moedas no valor de R$80 mil que haviam sido esquecidas na casa que compraram

Casal devolve moedas no valor de R$80 mil que haviam sido esquecidas na casa que compraram

Quando um casal da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, vendeu a sua residência a outro casal, acharam que tinham levado de lá tudo o que era mais importante para eles. Ledo engano!

Eles se lembraram de providenciar a reforma da casa antes de entregá-la aos novos donos, deixaram toda a papelada em ordem e retiram seus pertences da casa em que haviam passado os últimos 32 anos. Mas se esquecarm de um pequeno detalhe…

Poucos dias depois que a venda foi finalizada, James e Clarrisa Munford, os novos moradores da casa, descobriram um verdadeiro tesouro que os antigos proprietários haviam escondido e esquecido lá – 50 moedas de ouro e prata.

Legalmente, as moedas – avaliadas em US $ 15.000 (cerca de 80 mil reais)- agora eram propriedade dos Munfords, e eles tinham o direito de vendê-las discretamente e embolsar os lucros.

No entanto, os Munfords, donos da Clarrisa’s Kitchen and Catering, em Columbia, optaram por entrar em contato com os vendedores e devolver as moedas, que haviam sido deixadas dentro de uma gaveta embutida na casa.

“Há um velho ditado: ‘Você colhe o que planta’”, disse o proprietário original, que estava surpreso. “Minha esposa e eu gastamos muito tempo e esforço para garantir que deixássemos nossa casa em excelentes condições para os Munfords, e uma boa ação certamente foi retribuída por outra!”

Os vendedores da casa preferem permanecer anônimos, mas disseram que gostariam de compartilhar essa história para levar esperança e inspiração a outras pessoas durante esses tempos difíceis e conflitantes.

“Agora é um bom momento para fazer uma pausa e refletir sobre como nos tratamos. Se houvesse mais pessoas como os Munfords, este mundo seria um lugar muito melhor.” ele disse.

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Redação Conti Outra, com informações de Good News Network.

Mãe supera preconceitos criando uma nova linha de bonecos para meninos

Mãe supera preconceitos criando uma nova linha de bonecos para meninos

Há várias décadas, a sociedade definia quais eram as brincadeiras “apropriadas” para meninos e meninas. Eles tinham que usar cores escuras, geralmente derivadas do azul, e brincar com caminhões ou ferramentas de construção. As meninas, por outro lado, deveriam vestir-se com fitas cor-de-rosa e praticar suas habilidades maternais brincando com bonecas. À medida que avançamos no século 21, essas tendências começaram a se tornar cada vez mais uma coisa do passado. Hoje em dia, os pais de primeira viagem já não concordam tanto que se trate de estruturas rígidas: ao contrário, optam por deixar todas as portas abertas, quando se trata de criar seus filhos.

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É por isso que muitas empresas e fabricantes de brinquedos começaram a acompanhar os novos tempos. Um bom exemplo disso é a startup “bonecas para meninos” criada por Laurel Wider, psiquiatra e mãe de um menino de 4 anos.

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Ao ouvir um dia que seu filho repetia que “crianças não choram”, Laurel decidiu inventar uma forma de ensiná-lo a deixar para trás aqueles estereótipos sobre meninos e meninas.

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A solução foi criar a linha de “Wonder Crew”, que na prática são uma linha de bonecos que bem poderiam estar sendo embaladas nos braços de uma menina, mas em vez disso se vestem como super-heróis e ensinam aos meninos os valores mais importantes da vida, como amor, carinho e amizade.

“Os meninos crescem em torno de mensagens culturais de que sentimentos e conexões emocionais os enfraquecem. Comecei a lutar contra isso. Quero redefinir para eles o que significa ser forte. Meu filho foi a inspiração por trás do Wonder Crew. Ser mãe e vê-lo crescer me fez perceber como os meninos são suscetíveis às mensagens de seu ambiente. Nosso lema é “vá onde quiser, seja quem quiser” e nosso objetivo é inspirar as crianças.”, disse Laurel Wider.

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A julgar pelo quão felizes os meninos parecem com seus bonecos nas fotos, presumimos que Laurel descobriu algo importante.

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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: @wondercrewtoys

Padre tem crise de riso em missa on-line e vídeo viraliza

Padre tem crise de riso em missa on-line e vídeo viraliza

A internet têm se divertido muito – com todo o respeito! – com um vídeo que viralizou nas redes sociais recentemente. Nas imagens em questão, um padre celebra uma missa no Pará, quando tem uma crise riso.

O protagonista deste icônico vídeo é o padre Fabrício Rodrigues, da Paróquia São Félix Valois, em Marabá, sudeste do Pará. Ele não conseguiu segurar o riso durante a cebração e a situação foi transmitida on-line para os fiéis.

O riso se deu porque, em dado momento, o músico que acompanhava a celebração religiosa arrebentou a corda do violão.

A igreja fica localizada no Núcleo da Marabá Pioneira. O religioso é conhecido na localidade pelo bom humor e possui muitos seguidores nas redes sociais, onde brinca e conversa com os fiéis católicos.

Veja o vídeo e tente não rir.

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Redação Conti Outra, com infromações de G1.
Foto destacada: Reprodução/Youtube.

Curso gratuito sobre Falácias Lógicas e Sofismas: a “lógica” por trás de quem propaga falas absurdas

Curso gratuito sobre Falácias Lógicas e Sofismas: a “lógica” por trás de quem propaga falas absurdas

Eu trabalho diariamente com sites e redes sociais e uma das coisas que mais me deixa chocada na minha rotina, principalmente nos últimos anos, é o aumento exponencial da propagação das fake news baseadas no negacionismo, no obscurantimo e em infinitas teorias da conspiração, que são informações entendidas como verdadeiras apesar de não apresentarem nenhuma comprovação científica.

Eu já discuti esse tema com o pessoal da Uol, quando falamos da desconfiança generalizada da população com relação aos políticos e da confiança quase cega que era atribuída às mensagens que vinham de amigos e conhecidos pelo “what´s app, uma das ferramentas que atualmente é a mais utilizada para manipulação de massa no mundo.

Também é de conhecimento popular que quanto mais se repete uma mentira, ou se nega uma verdade, mais a nossa própria verdade entra em cheque. É como se nosso cérebro começasse a nos dizer: “Se a pessoa acredita tanto naquilo, talvez seja verdade.”

É claro que o questionamento constante de nossas próprias verdades é algo valioso e saudável, pois isso permite que conheçamos e reavaliemos novas perspectivas. Entretanto, há pessoas que dedicam suas vidas a manipular o pensamento de quem as ouve através da propagação de falácias e sofismas, que são maneiras de induzir outras pessoas a acreditar em ideias que não são verdadeiras.

E é através da compreensão dessas formas de manipulação que poderemos entender melhor o que faz com que nosso político de estimação, vizinho, tio, professor ou amigo, independentemente de seu nível de escolaridade, acredite e esbraveje inverdades aos quatro cantos do mundo e ainda coloque em cheque fatos que deveriam ser inquestionáveis, tais como a existência do Holocausto, do racismo ou mesmo sobre o formato de nosso planeta.

Ou seja, conhecendo a forma como nosso cérebro funciona, é possível confundir nosso raciocínio falando de casos isolados como se eles pudessem ser generalizados, induzir uma conclusão falsa a partir de afirmativas verdadeiras ou mesmo desacreditar uma pessoa que fala sobre um determinado assunto usando argumentos que não têm nenhuma relação com o assunto que está sendo discutido, mas apenas a desacreditam publicamente . Isso é comum quando questionam a fé religiosa da pessoa ou sua origem de um determinado país. Atos que objetivam tornar a pessoa “não confiável” aos olhos de terceiros.

Assim, abaixo, reproduzirei o curso Falácias Lógicas e Sofismas. O material, publicado na UNIRIO pela professora Cristina Bicharra, ainda pode ser encontrado para download completo no site da instituição clicando aqui.

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Essas casinhas, lindas por fora e por dentro, custam menos de 8 mil reais.

Essas casinhas, lindas por fora e por dentro, custam menos de 8 mil reais.

Você gostaria de morar em uma casa pequena, bonita e barata? Essas casas são a solução. A empresa americana Arched Cabins projetou casas que são eficientes, duráveis, atraentes e fáceis de construir.

contioutra.com - Essas casinhas, lindas por fora e por dentro, custam menos de 8 mil reais.

Essas estruturas podem ser usadas como casas, oficinas, escritórios, abrigos de animais, galpões e muito mais. O desenho dessas casas permite que sejam adaptadas da forma preferida de cada pessoa.

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As casas são lindas, práticas e parecem celeiros que você provavelmente viu no cinema apenas em um tamanho pequeno. Os materiais tornam-nos impermeáveis, elegantes e adaptáveis ​​a qualquer finalidade.

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A Arched Cabins oferece um kit de construção com os materiais necessários de acordo com as medidas desejadas. Até agora, este kit só pode ser entregue nos Estados Unidos, mas olhando as pequenas casas você pode ter uma ideia e construir a sua própria.

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Redação Conti Outra, com infromações de Nation.
Fotos: Reprodução.

Vovô pede um celular com teclas de presente de Natal. Seu filho faleceu e ele quer ligar para a nora

Vovô pede um celular com teclas de presente de Natal. Seu filho faleceu e ele quer ligar para a nora

Com o passar do tempo, a tecnologia continua a se desenvolver, tornando as pessoas cada vez mais dependentes dela para suas rotinas diárias. Embora esse desenvolvimento sirva para facilitar a vida de muitos, há uma geração que está ficando para trás, sem conseguir se adaptar.

Numa situação desta natureza encontra-se Altamir Soares de Oliveira, um idoso de 77 anos, que pediu um celular como presente de Natal para conseguir se comunicar diariamente com a nora. Depois que seu filho adotivo faleceu recentemente, a nora é sua única família.

contioutra.com - Vovô pede um celular com teclas de presente de Natal. Seu filho faleceu e ele quer ligar para a nora

“Pedi o celular, porque era com isso que eu queria falar com ela todos os dias. Ela é a única filha que tenho”, disse Altamir ao Campo Grande News.

No entanto, ele não tem em mente um telefone moderno, como os que são mais vendidos hoje. Altamir quer um daqueles celulares antigos de alguns anos atrás. “(Um) modelo antigo de telefone celular com teclado numérico”, explicou o vovô.

contioutra.com - Vovô pede um celular com teclas de presente de Natal. Seu filho faleceu e ele quer ligar para a nora

Altamir pediu este presente em lágrimas, depois que o desespero e a solidão o dominaram. O idoso que mora em um asilo no sul do Brasil, voltou a experimentar a paternidade quando o músico Mário Júnior o adotou como pai, ao saber que ele estava sozinho.

Infelizmente, Mario Júnior, que o visitava duas vezes por semana no asilo, faleceu recentemente em um acidente. Conhecido como Juninho da Fonseca, foi diretor do Coral Guarani e violinista, mas Altamir lembra dele como seu filho, que o visitava com frequência.

contioutra.com - Vovô pede um celular com teclas de presente de Natal. Seu filho faleceu e ele quer ligar para a nora

Mario Júnior tinha o hábito de visitar todos os idosos do asilo. Ele levava música para entretê-los. Por isso a notícia dos seu falecimnento deixou todos chocados, principalmente Altamir.

“Eu tinha sentido algo. Eu tinha sonhado com ele naquela noite, sinhei que estávamos cantando. Penso nele todos os dias, peço ao padre que reze por ele. Sonho que ele está falando comigo ”, disse Altamir.

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Agora, este pai de coração partido tem apenas um desejo: falar com a nora ao telefone. Isso acalmaria seu coração partido.

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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Reprodução/Marcos Maluf.

Câmera de segurança registra início da confusão antes da morte de João Alberto

Câmera de segurança registra início da confusão antes da morte de João Alberto

Foram divulgadas neste sábado (21) novas imagens das câmeras de segurança de uma unidade do Carrefour de Porto Alegre que mostram por outro ângulo o início da confusão que culminou no assassinato brutal de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, por dois seguranças na noite de quinta-feira (19). (Vídeo no final da matéria)

Nas imagens que foram obtidas neste sábado (21) pelo programa “Fantástico”, da Rede Globo, é possível ver João Alberto sendo acompanhado pelo segurança de dentro do supermercado para o estacionamento. Não é possível ouvir o que eles falam. João Alberto dá um soco em um dos seguranças.

Ao Jornal Nacional, o pai de João Alberto, João Batista Rodrigues Freitas, disse: “Mesmo que fosse um soco, acho que isso não é motivo para tirar a vida de uma pessoa”. Ele classificou de “agressão covarde” e um “ato de racismo” o assassinato do filho.

O vídeo mostra, em ângulo diferente das imagens divulgadas na sexta-feira, o início das agressões e a imobilização de João Alberto, que duraram mais de cinco minutos, mesmo com pedidos de ajuda.

João Alberto fazia compras com a esposa no supermercado quando teria ocorrido um desentendimento com uma funcionária do local.

Ela chamou os seguranças, que leva ram João Alberto para o estacionamento, onde ocorreram as agressões.

ATENÇÃO: Aas imagens a seguir não são recomendadas para pessoas sensíveis.

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Redação Conti Outra, com informações de G1.
Foto destacada: Reprodução/Youtube.

Recepcionista demitida por se recusar a tirar tranças afro receberá indenização de R$ 30 mil

Recepcionista demitida por se recusar a tirar tranças afro receberá indenização de R$ 30 mil

Karina Carla, de 35 anos, trabalhava como recepcionista em uma clínica médica na cidade de Nova Lima, Minas Gerais. Em abril, ela voltou das férias usando tranças afro. O novo visual não agradou a clínica. Uma coordenadora lhe disse que suas tranças não se enquadravam no padrão estético de “boa imagem institucional” que a empresa exigia.

Devido à recusa em remover as tranças à pedido da gestão da clínica, Karina foi demitida sem justa causa. Meses depois, a ex-funcionária ganhou na Justiça o direito de ser indenizada por danos morais no valor de R$ 30 mil.

No processo, Karina relatou que sua ex-chefe, ao notar as tranças, tirou uma foto dela para a avaliação de uma consultora de imagem que prestava serviços para o local. Em ligação telefônica, a consultora, com o conhecimento da empregadora, teria constrangido Karina e dito para ela retirar as tranças.

Consta no processo a transcrição da conversa entre Karina e a consultora.

“Não dá para você trabalhar com ele, fica muito informal mesmo, sabe, tem até uns penteados, alguns cortes de cabelo que, de fato, são dress code de empresa muito casual, muito informal, [e] não se enquadra tipo em banco, clínica médica, essas coisas”, disse a consultora, que ainda afirmou que mandaria outra profissional até a clínica no dia seguinte “pra poder ensinar a fazer uns coques, algumas coisas pro dia a dia.”

Entrevistada pelo UOL, Karina disse que se manteve firme na decisão de não tirar as tranças, mesmo com medo de ser demitida.

“Não vou negar que tive medo, pois precisava daquele emprego e estava sendo pressionada pela dona da clínica e sua consultora de imagem”, disse ela, que também defendeu as tranças como algo que faz parte de quem ela é.

“A trança, além de me ajudar na transição capilar, faz parte da minha identidade e cultura.”

A Sentença

Em sua sentença, o juiz Henrique Macedo comentou a força simbólica dos cabelos para a identidade negra e para os povos de origem africana. E, a partir disso, concluiu não ser válida a alegação de que o uso das tranças seria incompatível com a formalidade do ambiente de trabalho.

“O tratamento dado ao tema pela empregadora parte de um raciocínio reducionista e que carrega uma visão muito distorcida da nossa sociedade, tão plural quanto complexa em sua identidade. A conduta da primeira reclamada (coordenadora da clínica), assim, contribuiu para um processo de silenciamento e invisibilidade dos signos que se articulam em torno da afirmação da pessoa negra, com o qual o Poder Judiciário, cujo papel contramajoritário desafia uma resposta firme em busca da concretização dos direitos fundamentais em sua conformação mais ampla, não pode compactuar”, escreveu o magistrado.

O juiz ainda falou sobre a dificuldade em combater o racismo institucional, embora seja uma prática comum. Escreveu:

“A reclamada (coordenadora) negou a conduta preconceituosa, afirmou em diversas passagens da defesa o seu bom relacionamento com a autora (ex-funcionária), tendo, inclusive, apresentado várias postagens em redes sociais que explicitariam a excelente convivência, mas, quando afrontada pela identidade visual da trabalhadora, que decidiu valer-se de um recurso estético que reforçava sua identidade negra, a empregadora entendeu que a imagem da demandante não mais se adequava ao ambiente organizacional e dispensou-a”.

O que diz a clínica médica

A clínica médica alegou que a demissão de Karina foi resultado da queda drástica de movimento provocada pela pandemia da covid-19. Além disso, afirmou que a recepcionista sempre foi valorizada e elogiada. A empresa também destacou que não foi determinado que Karina alisasse os cabelos. Já a consultora de imagem ressaltou que não houve tratamento discriminatório, apenas a solicitação de que fosse feito um penteado formal.

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Redação Conti Outra, com informações de Diário do Nordeste e UOL.
Foto destacada: Arquivo Pessoal.

Em vídeo, Regina Casé mostra tristeza do filho com racismo depois de morte em supermercado

Em vídeo, Regina Casé mostra tristeza do filho com racismo depois de morte em supermercado

A atriz e apresentadora Regina Casé postou em seu perfil no Instagram um vídeo que mostra a indignação do filho caçula, Roque, 7 anos, com o racismo, após a morte de João Alberto Silveira Freitas em uma loja do Carrefour em Porto Alegre (RS). (Vídeo no final da matéria)

Ela contou que, certo dia, se surprendeu ao dar bom dia ao menino de 8 anos. Roque, na ocasião, lhe contou que teve uma aula sobre a escravidão e chorou. “Antes era escravidão, hoje é racismo”, diz o menino nas imagens feitas pela mãe.

Regina fez elogios à escola particular do menino, com maioria de alunos branca, por ter abordado o tema, mas apontou: “O Roque é preto. Então, isso bateu nele de uma forma muito diferente em relação aos outros”.

Ela também contou que evita que o filho veja as cenas como a morte do trabalhador negro George Floyd, nos Estados Unidos. No entanto, percebeu, no papo com o filho, que “ninguém mais aguenta assistir a barbaridades” como a que aconteceu no supermercado brasileiro. E chorou com o menino.

“Ele me conscientizou mais. Isso não aconteceu só ali. Isso está acontecendo em milhões de outros lugares do Brasil”, disse.

A apresentadora revelou ainda que ela e o filho firmaram o compromisso de mudar essa situação.

Veja abaixo o vídeo postado por Regina Casé.

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Redação Conti Outra, com informações de TV e Famosos.
Foto: Reprodução/Instagram.

Patricia Poeta é criticada após cometário sobre protestos antirracistas

Patricia Poeta é criticada após cometário sobre protestos antirracistas

A apresentadora e jornalista Patricia Poeta foi bastante criticada na internet após um comentário seu no programa “É De Casa”, da rede Globo, na manhã deste sábado (21).

Tratando sobre os protestos que estão ocorrendo em todo o país, nas lojas da rede Carrefour, em resposta à morte de um homem negro, de 40 anos, espancado em uma dessas lojas em Porto Alegre, a apresentadora afirmou que houve intolerância nas manifestações e chamou os manifestantes de “vândalos”.

“A gente quer união e paz. Tenho falado muito com as pessoas do sul. Houve protestos democráticos. Os protestos são muito bem-vindos. Acho isso realmente lindo. A gente não pode deixar vândalos se infiltrarem nesses protestos dignos e esvaziarem a causa”, afirmou a apresentadora.

“Soube que as pessoas que estavam democraticamente protestando acabaram saindo porque vândalos se infiltraram e começaram a atirar pedras em policiais negros. Isso acaba esvaziando o que era a causa”, completou.

“A gente tem que mostrar, denunciar, acompanhar, mas não deixar que isso vire uma guerra. Aí estamos aumentando a intolerância. A gente quer inclusão”, concluiu Patrícia.

No mesmo programa, a médica e vencedora do Big Brother Brasil 2020, Thelma Assis, lamentou a morte de João Alberto. “Eu estou muito feliz de estar aqui, mas, ao mesmo tempo, triste por vem mais um cidadão negro assassinado. E bem na véspera do Dia da Consciência Negra! A gente não aguenta mais esse tipo de notícia”, lamentou.

As declarações de Patricia Poeta foram bastante criticadas nas redes sociais. “Patrícia Poeta, chame de vândalos os moradores da Pamplona que tacaram ovos e garrafas de vinho pra cima da gente, enquanto nosso protesto era contra uma sociedade racista que eles e gente como você, mantêm”, escreveu Roger Cipó.

“Um lado tá matando e o outro tem q ir lá falar com o coleguinha ‘pfv não mate mais minha raça’”, comentou uma internauta, relembrando que os protestos estão sendo motivados pela morte de um homem, João Alberto Silveira Freitas, mostrando o quanto é difícil exigir manifestações pacíficas enquanto assassinatos estão ocorrendo.

Veja outros comentários:

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Redação Conti Outra, com informações de Folha Go. e Revista Fórum.
Foto: Reprodução.

Para ter o que comer, população carente cava e recupera 1,2 mil caixas de frango descartadas por órgão sanitário

Para ter o que comer, população carente cava e recupera 1,2 mil caixas de frango descartadas por órgão sanitário

Uma cena triste ganhou o mundo nesta semana, moradores da cidade de Porto Iguaçu, na Argentina, desenterrando frangos que foram descartados em um terreno pelo órgão sanitário do país, na terça-feira (17), para terem o que comer. O episódio foi visto por muitos como o mais duro retrato da pobreza extrema em que muitas pessoas ainda vivem ao redor do mundo.

Os muitos vídeos e fotos que circulam pelas redes nos últimos dias mostram famílias que passam fome na cidade cavando para pegar as 1,2 mil caixas de carnes que tinham sido apreendidas pela Marinha argentina. Entre as pessoas que cavam, há crianças, mulheres e idosos.

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Famílias cavaram para pegar mais de mil caixas de frango que foram enterradas, em Porto Iguaçu — Foto: Movimento Ativo Social e Político Iguaçu/Divulgação

De acordo com o representante do Movimento Ativo Social e Político Iguaçu (MAS), Claudio Altamirano, as imagens retratam a crise econômica que os moradores enfrentam.

“Toda essa situação complexa, socioeconômica, faz com que Porto Iguaçu esteja afundada na miséria, na pobreza e na fome. Essas imagens são o reflexo fiel, a realidade de como estamos hoje em Porto Iguaçu. A fome bate forte nas portas e também esvazia os potes das famílias. Eles tiveram que desenterrar frango para poder comer.”

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Crianças, idosos e adultos desenterraram frangos descartados para levar para casa, em Porto Iguaçu — Foto: Movimento Ativo Social e Político Iguaçu/Divulgação

Porto Iguaçu tem cerca de 105 mil habitantes e liga o país, pela Ponte Tancredo Neves, a Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, que tem mais de 250 mil moradores. Porto Iguaçu depende do turismo economicamente, mas as fronteiras estão fechadas desde março.

Segundo a Prefeitura de Porto Iguaçu, as carnes tinham ficado mais de 24 horas sem refrigeração e estavam impróprias para consumo, por isso, foram descartadas pelo Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Alimentar (Senasa).

Para Claudio Altamirano, as imagens mostram a transformação do que ocorreu em Porto Iguaçu. Dependente do turismo, o município abriga as Cataratas, como Foz do Iguaçu. Devido à pandemia, o Parque Nacional Iguazú está recebendo apenas visitantes da Província de Misiones, na Argentina. O funcionamento do parque tem ocorrido nos fins de semana, com 500 ingressos no sábado e 500 no domingo.

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Cidade argentina faz fronteira com o Brasil e abriga as Cataratas do Iguaçu — Foto: Elcio Horiuchi/Arte G1

Antes da pandemia, a visitação média diária era de 4 mil pessoas no parque, em Porto Iguaçu.

“Essa é a verdadeira imagem de Porto Iguaçu, não a imagem da maravilha natural, das Cataratas, de milhões de turistas, de todo glamour, de filmes famosos, dinheiro, ouro, perfume. Essa não é a realidade daqui”, disse.

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Caminhão com caixas de frango fez o descarte em um terreno vazio, em Porto Iguaçu — Foto: Movimento Ativo Social e Político Iguaçu/Divulgação

Claudio explicou ainda que durante a pandemia as organizações sociais têm ajudado as famílias da periferia da cidade.

Eles mantêm quatro centros comunitários para atender moradores com serviços de assistência social. A alimentação é preparada nas cozinhas dos centros com doações e alimentos comprados com fundos das próprias organizações, conforme Altamirano.

“Temos merenda, damos três copos de leite três vezes por semana. Fazemos um trabalho social de acompanhamento das crianças, que não podem ir à escola porque não há escola. Por causa da pandemia, há nove meses não há escola aqui, então há crianças que estão atrasadas nas tarefas.”

Protesto

Grupos de organizações sociais de Porto Iguaçu fizeram um protesto, na quinta-feira (19), cobrando medidas de assistência social do poder público aos moradores que foram flagrados desenterrando os frangos.

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Manifestantes de organizações sociais protestaram pela falta de assistência social, em Porto Iguaçu — Foto: Movimento Ativo Social e Político Iguaçu/Divulgação

Segundo o representante do Movimento Ativo Social e Político Iguaçu, as carnes descartadas poderiam ter sido direcionadas para abrigos de bairros da periferia assim que foram apreendidas, para serem consumidas pelas famílias que passam fome.

“Nós, das organizações sociais, estamos questionando se esses alimentos, em vez de serem enterrados, poderiam ter sido direcionados para cozinhas comunitárias dos bairros, onde há muitas crianças, famílias, mulheres e idosos com fome, em Porto Iguaçu.”

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Redação Conti Outra, com informações de G1.
Fotos: Reprodução/Movimento Ativo Social e Político Iguaçu/Divulgação.

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