Greta Thunberg é nomeada ‘pessoa do ano’ pela revista ‘Time’

Greta Thunberg é nomeada ‘pessoa do ano’ pela revista ‘Time’

A prestigiada revista “Time” escolhe a cada ano as personalidades que mais se destacaram, com o objetivo de definir a “Pessoa do Ano”, uma clássica tradição do mundo midiático. Funciona como uma premiação anual, que destaca a vida e carreira do vencedor. Este ano, o título foi o “ícone de uma geração”.

A TIME escolheu a jovem ativista sueca, Greta Thunberg, como Pessoa do Ano, afinal a garota se tornou um ícone de uma geração. A jovem se tornou conhecida em meados de 2018, por protestar fora do parlamento sueco em busca de políticas que abordassem as mudanças climáticas.

Posteriormente, a garota criou as ‘sextas-feiras para o futuro’, onde reunia milhões de pessoas, geralmente estudantes que seguiam seus passos cada vez mais.

Sua maneira direta e vigorosa a transformou em uma líder da geração, um ícone que estará presente com as transformações climáticas que virão.

No início de 2019, a revista TIME já a nomeou como “líder da próxima geração”, antecipando o fato de que ela pudesse ser reconhecida como Pessoa do Ano.

Sua ascensão foi exponencial e sua voz é ouvida cada vez mais fortemente. Seus discursos se aprofundam nos ouvintes e é por isso que geralmente é atração principal de eventos e atividades ambientais.

“Thunberg aborda os problemas do mundo com muita maturidade, mesmo sendo bem jovem. Ela prefere calça de moletom e sapatos de velcro e compartilha pulseiras combinando com a irmã de 14 anos. Ela gosta de cavalos e sente falta de seus dois cães, Moses e Roxy, que estão em Estocolmo.”, a TIME destaca em sua publicação.

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O jovem de 16 anos competiu com outros candidatos globais. A lista foi composta também pelos manifestantes de Donald Trump, Nancy Pelosi e Hong Kong.

É uma notícia agradável que a preocupação com o meio ambiente, refletida em Greta, esteja se tornando assunto mundial e sendo tema de diversas discussões.

Ford cria casas de cachorro que eliminam ruídos de fogos de artifício

Ford cria casas de cachorro que eliminam ruídos de fogos de artifício

Os animais de estimação sofrem muito com o barulho dos fogos de artifício, especialmente durante as festividades de fim de ano. Mas eles podem em breve encontrar um abrigo à prova de som. A montadora Ford usou a tecnologia de eliminação de ruído encontrada em carros e fones de ouvido para projetar canis silenciosos.

Com a chegada das festas, é normal que mais de uma pessoa use ou jogue fogos de artifício, que, apesar de bonitos, podem até ser fatais para nossos animais de estimação e também poluem o meio ambiente. Infelizmente, muitos cães fogem, são atropelados ou são vítima de ataques cardíacos por medo do barulho. Seus ouvidos são muito mais sensíveis do que os nossos, e os fogos de artifício podem produzir altos níveis de estresse, medo e ansiedade.

A casa ou abrigo isolante continua sendo um conceito no momento, no entanto, se conseguir superar os estágios finais do projeto, poderá se tornar uma adição espetacular para milhares de famílias com cães afetados por fogos de artifício.

Embora muitos países já tenham proibido seu uso, ainda existem lugares onde os fogos de artifício com estampido são comumente usados. Por isso, a casa apresentada pela montadora é uma boa idéia para oferecer conforto aos nossos pets nesse momento tão difícil pára eles.

A casa está equipada com microfones que detectam o som de incêndios e transmitem frequências opostas aos alto-falantes embutidos para reduzir ruídos altos e evitar as vibrações produzidas pelo ruído.

“Muitos animais têm medo de fogos de artifício e, em comparação com as pessoas, os cães podem ouvir coisas quatro vezes mais distantes e em uma faixa muito maior de frequências. Preparar-se antes da queima de fogos é a chave, e parte disso é identificar um lugar onde seus animais de estimação se sintam seguros e felizes”. , disse a montadora.

Confiram o vídeo:

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Redação CONTI outra. Com informações de Nation

Primeira heroína adolescente transexual é publicada em HQ’s da Marvel.

Primeira heroína adolescente transexual é publicada em HQ’s da Marvel.

“As crianças que estão passando por transição precisam saber que não estão sozinhas e que existem pessoas lutando por elas”, diz a nova heroína trans do MCU.

O mundo dos super-heróis está mudando, eles não são mais apenas homens e mulheres com macacões justos sobrevoando as cidades. Agora eles têm o compromisso com a sociedade de criar um mundo melhor, no qual todos possam viver em paz.

A Disney sabe disso e é por isso que foi decidido incluir uma super-heroína transexual no Universo Cinematográfico da Marvel.

Falcon e Luke Cage são exemplos de personagens que sofreram preconceitos étnicos, porém, agora já fazem parte da cultura das histórias em quadrinhos e superaram suas dificuldades.

Porém, não podemos esquecer que existem sérios problemas de preconceito com identidades de gênero que ainda não foram resolvidos e é para isso que essa nova heroína chega, para representar essa comunidade.

Sob o pseudônimo de “Mighty Rebekah”, um jovem transexual de Nova Jersey salvará o mundo enquanto uma ativista da vida real luta pela aprovação do projeto de lei 1335.

Seu nome verdadeiro é Rebekah Bruesehoff e ela é uma ativista que luta para conseguir os seus direitos. A super-heroína é inspirada nela e tem um lindo objetivo para passar com sua HQ.

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Por enquanto, essa heroína fará parte do ‘Hero’s Project’ da Disney, portanto, espera-se que ela tenha sua série e faça parte do MCU em breve.

Enquanto isso, você pode ler os quadrinhos de graça no site oficial da Marvel, sua missão não é ganhar dinheiro, mas deixar uma mensagem de que qualquer pessoa pode salvar o mundo. Embora já existam personagens claramente bissexuais como Valkiria e Capitão Marvel, é preciso ainda mais.

Em um mundo tão diverso, todos merecemos algum espaço, o suficiente para nos sentirmos parte da sociedade, como pessoas normais.

Mais e mais espaços estão se abrindo para que todos possam conhecer a comunidade LGBTQ+ e o que é melhor, para que aqueles que se identificam saibam que existem mais pessoas como elas no mundo.

 

Com informações de UPSOCL

As mutações e as turbulências na adolescência: isso é normal?

As mutações e as turbulências na adolescência: isso é normal?

A adolescência é uma fase de transformações, que marca a transição da infância para a idade adulta, um período que começa aos 12 e termina aos 20 anos, mas o término às vezes é incerto. O termo “adolescente” foi criado pelo psiquiatra Granville Stanley Hall, em 1898.

O conceito de adolescência surgiu há cerca de 70 anos, contudo, até o século 19, a sociedade não concebia essa etapa transitória da vida humana. É foi nessa época, que os indivíduos deixavam de ser crianças entre 10 e 14 anos e passavam à vida adulta.

Hoje, a adolescência pode ser entendida como um processo de mutação histórica, social e biológica, que exerce uma função importante de mudanças no corpo e no cérebro, responsável pelo jeito de pensar, sentir e agir, no humor e nas reações emocionais dos púberes, diante nas novas situações, que geram incertezas.

Essas transformações na adolescência provocam conflitos internos e externos, onde os púberes estão envoltos em uma “montanha-russa” emocional, mental e física, em razão da turbulência hormonal. Todavia, é uma temporada desafiadora e prazerosa, que precisa ser vivida na plenitude juvenil.

Por causa disso que na adolescência tudo parece “o fim do mundo”, mas é só o começo, que estimula os meninos e as meninas a participar de diversas atividades que tenham os mesmos ritmos, expressões, gostos, roupas estilos, etc., a fim de estabelecer uma assimilação menos conflitante e mais amistosa.

Além da rebelião dos hormônios, os púberes têm um intenso entusiasmo socioemocional de pertencer algumas “tribos”, para construção de sua identidade grupal. É como disse o Içami Tiba: “A adolescência é um segundo parto: nascer da família para andar sozinho na sociedade.”

Nesse contexto, a impulsividade na adolescência pode conduzir a comportamentos ilegais ou antissociais, como adição a drogas e a compulsão por comer, jogar e usar a internet. No entanto, esses impulsos são imprudentes, não resolvem os conflitos e trazem prejuízos ao crescimento dos meninos e das meninas.

A psicanálise estudou a infância e à adolescência em todas as fases do seu desenvolvimento psicossexual. E identificou no desenrolar do Complexo de Édipo, que os meninos tomam o pai como modelo e as meninas percebem na mãe o seu exemplo. Freud afirmou que é dramático para os adolescentes se libertarem dos seus progenitores, principalmente, se os filhos e as filhas são tratados com amor pelos pais.

Assim, os adolescentes tentam livrar-se dos seus progenitores de forma rebelde e rude. Porém, a separação em relação a família irá ocorrer cedo ou tarde, o que inclui descobrir que para se envolver, amorosamente, com outras pessoas terão que perder um pouco do afeto dos pais.

Na família, os púberes tendem a se revoltar contra as normas definidas pelos pais, mesmo assim, mantêm com eles uma relação de dependência ou submissão. Daí surge os momentos de melancolia ou desilusão, que os levam a ficar sozinhos em seus quartos, buscando aliviar o sentimento de impotência.

Entretanto, nas famílias em que existe respeito, confiança e diálogo os meninos e as meninas são mais tranquilos, porque o amor entre pais e filhos é à base da autoestima na vida adulta, sendo a maneira mais construtiva dos adolescentes superar as crises de “aborrecência”, como alguns chamam.

Enfim, todos nós já passamos por essas – mutações e turbulências –, que são perfeitamente normais, na adolescência. E, portanto, devemos compreender os nossos jovens de hoje, que precisam trilhar o seu próprio caminho, contando afetuosamente com apoio familiar.

Foto de Trinity Kubassek no Pexels

Se você sempre colocar os outros em primeiro lugar, ensinará a eles que você vem em segundo

Se você sempre colocar os outros em primeiro lugar, ensinará a eles que você vem em segundo

A gente se culpa muito e acaba carregando peso demais aqui dentro. Os dias são corridos e sobra pouco tempo para fazer algo além daquilo a que somos obrigados. Falta tempo, inclusive, para pensar no outro. Talvez, por isso, um dos melhores favores que podemos fazer a nós mesmos é não nos culparmos além da conta, além do que realmente deve ser refletido e mudado.

Hoje, há um egoísmo tão grande permeando os relacionamentos, os ambientes de trabalho, as redes sociais, as opiniões e comportamentos das pessoas, que chegamos a nos sentir mal quando tomamos decisões que nos colocam em primeiro lugar. Até que ponto pensar em si mesmo é egoísmo? Ponderar o que se trata de egocentrismo e o que vem a ser instinto de sobrevivência é preciso, ou jamais conseguiremos alimentar a nossa tão carente autoestima.

Na verdade, um pouco de egoísmo é saudável, ou nunca nos reabasteceremos emocionalmente. Existirão momentos que nos obrigarão a ser quem diz não, quem é antipático, quem diz o que vai doer. Se a gente sempre poupar o outro, em detrimento de nosso bem estar, adoeceremos em pouco tempo. É preciso colocar limites, para que o outro se limite, para que o outro se enxergue e não ultrapasse os contornos de nossa dignidade. Como dizem, se você se colocar sempre em segundo lugar, todo mundo vai aprender que você vem em segundo.

Logicamente, não poderemos somente pensar em nós mesmos, o tempo todo, uma vez que não vivemos isolados feito ilhas, porém, o nosso eu não pode ser negligenciado continuamente para que sejam supridas tão somente as necessidades dos outros. Ajudar faz bem, fazer caridade traz conforto, ser solidário acrescenta humanidade às pessoas, mas isso não quer dizer que devemos nos esquecer de nós mesmos nesse caminho. Aliás, se não estivermos bem por dentro, não conseguiremos ajudar ninguém lá fora.

Coloque-se em primeiro plano, sempre que o seu coração der sinais, sempre que sua alma estiver cansada, sempre que perceber o quanto suas forças estão se esvaindo. Em certos momentos, precisaremos nos esquecer do que gostamos, para ajudar quem amamos, para solidarizar com a dor alheia, para nos sentirmos bem. No entanto, a vida pede calma e saber se reguardar na hora certa nos evitará cair de exaustão. Seja altruísta, mas não a ponto de perder-se de si mesmo, afinal, você é a pessoa mais importante de sua vida. Sem você, nada mais terá sentido.

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Photo by Elijah O’Donnell from Pexels

“Me lembrei da separação dos meus pais e do alívio que senti quando decidiram”, conta Denise Fraga.

“Me lembrei da separação dos meus pais e do alívio que senti quando decidiram”, conta Denise Fraga.

Denise Fraga é conhecida atriz dos palcos de teatro, do cinema e da televisão, tendo colecionado inúmeros sucessos de público e de crítica em todas essas manifestações artísticas, a exemplo do quadro “Retrato Falado”, que fez mais leve o domingo à noite de muita gente; do filme “O Auto da Compadecida”, em que interpreta uma esposa infiel, mas apaixonada pelo marido, e da sua peça em cartaz “Eu de Você”, um monólogo em que costura diversas histórias de diferentes pessoas para mostrar que estamos todos mais conectados do que imaginamos. O que talvez nem todos saibam (infelizmente), é que Denise também assina há alguns anos uma coluna na Revista Crescer, em que compartilha com os seus leitores deliciosas crônicas sobre a maternidade.

Em uma de suas últimas crônicas, a atriz rememora um episódio marcante em sua infância, a separação dos seus pais. “(meus pais) Foram casados por dezessete anos. Minha mãe mantinha o casamento em nosso nome, sem nem sequer nos perguntar se não queríamos nos aventurar com ela naquela empreitada. Mas eles brigavam, e não era nada bom. Nos reunimos na sala e eles nos anunciaram. Fiquei triste, mas me lembro bem como me senti mais leve.”

Sobre o que mudou a partir da saída do pai de casa, Denise contou: “Ganhei um pai que jamais tive enquanto morava conosco, simplesmente porque ele agora se sentia obrigado a me levar para passear de 15 em 15 dias. Passei a conviver com um homem que não conhecia e que tentava ser o melhor que podia ser nesses fins de semana. Benesses de arriscar-se na dor.”

Denise ainda opinou sobre a reação das crianças diante da separação dos pais: “É evidente que os pequenos sofrem com a separação. Por melhor que seja, toda separação dói.

Separar sem filhos já é doído, quando envolve os olhinhos perguntadores dos pequenos, então, é dilacerante. Mas arrisco dizer que, na maioria das vezes, mais para nós do que para eles. Em situações como essas, sinto que as crianças são capazes de nos dar lições diárias de raciocínio lógico, pureza e maleabilidade e que acabam percebendo, muito antes de nós, as vantagens da vida nova.”

“Nunca vi uma estatística, mas acredito que, hoje, numa classe escolar de crianças de 10 anos, seja grande o percentual de pais separados e de pequenos que exibam suas duas casas, suas duas mães, seus dois pais, suas quatro mães ou quatro pais, com uma leveza espantosa. São novas famílias de um mundo complexo. Se eles aprendem conosco o que é complexo, resta-nos tentar aprender com eles o que é puro e maleável para, quem sabe, aproveitar a riqueza de toda essa complexidade.” , finaliza Denise Fraga.

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Imagem reprodução  Youtube

Redação CONTI outra. Com informações de Crescer

Construtor desmonta Fusca e cria adoráveis motocicletas

Construtor desmonta Fusca e cria adoráveis motocicletas

O Fusca é um dos carros mais memoráveis da história dos automóveis. Praticamente qualquer um poderia reconhecê-lo na rua sem erro, principalmente se ele estiver em suas vibrantes cores originais: laranja, verde, azul ou amarelo.

Infelizmente, a Volkswagen anunciou que está se despedindo do Fusca este ano, após mais de 80 anos de produção. No entanto, isso não impede as pessoas de celebrar o lendário Volkswagen Fusca. Brent Walter, um fabricante e construtor de várias coisas, criou uma homenagem ao carro clássico, pegando os lados icônicos das rodas e reutilizando-os para criar seu design pessoal de uma motocicleta.

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Walter foi inspirado a criar o Volkspod, como ele batizou a sua criação, para testar suas habilidades e ter um troféu interessante para shows de carros: “Eu queria uma scooter para levar aos shows da VW. Esses para-lamas foram deixados na construção do meu carro. Eu também queria praticar a soldagem de painéis de chapas finas.”

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Walter documenta a criação do Volkspod desde o primeiro dia em seu Instagram. Numerosas publicações fornecem uma descrição detalhada de como as motocicletas foram construídas para todas as cabeças de condução.

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As scooters Volkspods usam molduras personalizadas com motores Volkswagen integrados e cobertas pelo pára-choque clássico tipo 1. É equipado com um guidão de bicicleta retrô, um assento e luzes dianteiras e traseiras. Walter criou duas variantes clássicas: verde bétula e azul pastel.

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“O original (verde) tem um motor de 79cc e é mais bonito do que prático”, explicou Walter. “O segundo (azul) tem mais distância ao solo e um motor de 212cc. É mais prático andar na estrada. ”

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Embora o Volkswagen Fusca Type 1 seja um carro antigo, é surpreendentemente fácil encontrar peças para ele. “Parece haver muitos pára-lamas antigos do Fusca nas reuniões de intercâmbio”, explicou Walter.

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O Volkswagen foi originalmente construído como o “carro da cidade”.. Era para ser um carro barato e prático para as novas estradas que estavam surgindo na Alemanha. O carro foi projetado pela primeira vez no início e meados da década de 1930 e estava disponível em 1938, mas não foi um sucesso comercial até o final da década de 1940.

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O Fusca agora está saindo de cena, mas deixa um legado incrível. E ainda continuará inspirando novas criações, como estas charmosas motocicletas. Um clássico, afinal, nunca deixa de existir, apenas de recicla.

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Redação CONTI outra. Com informações de Nation

Fotógrafo transforma fotos de pessoas no metrô em pinturas do século 16

Fotógrafo transforma fotos de pessoas no metrô em pinturas do século 16

O metrô é o lugar em que encontramos todo tipo de gente, com os mais diversos estilos de roupas e uma infinidade de expressões faciais que você nunca imaginou esbarrar. Inspirado nisso, um fotógrafo mostrou como estes rostos podem ser parecidos com aqueles encontrados em pinturas do século 16.

Matt Crabtree é o fotógrafo fez essa brincadeira. Com seu celular, ele capturava imagens dos passageiros do metrô sem que eles percebessem e depois as transformava em antigos retratos. As imagens ganharam o nome de 16th Century Tube Passengers, (algo como “Passageiros do Metrô do Século 16“) e recebem apenas uma leve edição feita com o próprio smartphone de Matt.

O resultado é sensacional! Confira:

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Com informações de Hypeness

O homem que largou seu emprego no Google para criar ONG que já limpou mais de 90 rios na Índia

O homem que largou seu emprego no Google para criar ONG que já limpou mais de 90 rios na Índia

Quem nunca pensou em largar o emprego para atuar com mais propósito na vida que mande o primeiro “Ele é maluco?“! O indiano Arun Krishnamurthy parou de ficar imaginando como seria pedir demissão para, de fato, fazer acontecer – e até agora é zero arrependimentos.

Ele largou seu emprego (bem remunerado!) no Google para fundar a Environmentalist Foundation of India (EFI), uma ONG que atua para limpar corpos de água doce – como rios, lagos e lagoas – no território indiano.

Criado em 2007, com a ajuda de voluntários, o movimento já recuperou mais de 90 corpos de água doce em 14 Estados do país, despertando a atenção de governos locais e iniciativa privada, que passaram a patrocinar a EFI.

Mas, para além de limpar o que já está sujo, a ONG de Krishnamurthy atua para conscientizar as comunidades, a fim de que novos cursos d’água não sejam contaminados. Entre outras iniciativas, ele promove ‘Cyclakes’, passeios ciclísticos por lagos do entorno das comunidades onde está presente para mostrar, ao vivo e em cores, para crianças, adultos e idosos a importância de se preservar os recursos hídricos do planeta.

Com apenas 5 anos de projeto, o indiano chegou a ganhar um dos maiores prêmios do mundo para empreendedorismo socioambiental: o Rolex Awards for Enterprise, que reconhece indivíduos com projetos inovadores que melhoram a vida no planeta, expandem conhecimento, propõem soluções para grandes desafios e ajudam a preservar o patrimônio natural e/ou cultural para as gerações futuras… Tudo ao mesmo tempo!

 

Com informações de The Greenest Post

A dor de se sentir invisível

A dor de se sentir invisível

A invisibilidade consta como elemento de desejo na lista de superpoderes. Quem nunca desejou ter uma capa de invisibilidade igual à do Harry Potter, ou “ser uma mosquinha”, para passar despercebido e poder estar em algum lugar específico para poder ver e ouvir sem ser visto ou ouvido?

Esse desejo de não ser identificado está associado às situações das quais por alguma razão somos ou fomos excluídos por não pertencimento ou não aceitação daquele grupo ora reunido; essa exclusão desperta dentro de nós, além da curiosidade natural, uma vontade de possuir o poder de resistir à situação da margem, de não obedecer a placa de “proibido entrar”, de se rebelar contra a barreira do não pertencimento.

No entanto, há um outro tipo de invisibilidade que contraria toda possibilidade de alcançar algum poder: ser ou estar invisível aos olhos do outro, mesmo estando de corpo e alma presentes, ao vivo, a cores, em 3 D, com direito a cheiros e odores. Esse tipo de invisibilidade fere a gente num lugar fundo da alma, porque é uma mensagem direta do outro para nós, por meio da qual deixa explícito que, por opção ou falta de capacidade, não tem olhos para nos ver, olhar e, muito menos, enxergar.

E, verdade seja dita, cada um de nós já esteve dos dois lados dessa cena. Basta parar pra pensar um instantinho em quantas vezes, engolidos pelas nossas urgências negligenciamos os outros ao nosso redor. Quantas vezes até identificamos que aquela colega que senta na mesa ali adiante tem andado mais calada ou com os olhos vermelhos e, dizemos para nós mesmos que não é ético perscrutar os sentimentos alheios porque não queremos ser invasivos, quando na verdade o que nos impede de tentar furar a bolha – a nossa e a do outro – é um fervoroso instinto de autopreservação, uma mania adquirida de não prestar atenção em nada que não nos seja útil imediatamente, ou pior: o hábito de achar que a dor do outro não é da nossa conta.

O fato é que estamos cercados de seres invisíveis e que certamente somos invisíveis para muitos daqueles que compartilham conosco o nosso dia-a-dia, o nosso ambiente de trabalho, o nosso lugar de estudo, a nossa roda de amigos, a nossa casa e, até a nossa própria cama.

Sentir-se invisível é uma das dores mais cruéis a que um ser humano pode ser submetido, porque tira dele a possibilidade de ser real; é como se ele não existisse; ou pior, como se ele existir fosse tão inconveniente, que a melhor forma de lidar com ele é fingir que ele não existe.

Ainda pior que ser invisível, ou sentir-se invisível, é tornar-se visível ao outro apenas em situações em que o simples fato de você existir torna-se um transtorno ao equilíbrio do entorno. É ver a mulher ou o homem que segue pelas ruas arrastando uma carroça, só na hora em que a sua existência atrapalha o tráfego. É notar aquela pessoa gorda sentada na lanchonete e pensar que ela não deveria estar ali comendo aquele sanduíche gigante e imediatamente julgá-la com a autoridade de um juiz: “Tá vendo! Por isso que é gorda!”. É perceber o quanto se é hipócrita quando se autoproclama livre de qualquer preconceito de gênero, até descobrir que a mãe ou o pai, depois de tantos anos descobriu que está apaixonado por alguém do mesmo sexo. É esconder sua postura machista atrás de frases como: “Mas será que ela não foi assediada porque se insinuou”?

Quando a invisibilidade é rompida por meio de uma visibilidade que marginaliza, fica escancarada a nossa falta de jeito para lidar com tudo o que não nos é familiar, confortável, ou parecido conosco. O diferente ainda nos assusta tanto porque ainda estamos enraizados em crenças de uma sociedade pasteurizada, onde é obrigação de todos submeter-se à linha de produção dos padrões para poder caber bem direitinho nas caixinhas que lhe são destinadas.

É urgente tomarmos ciência de que essa nossa cegueira voluntária e seletiva constitui o elemento base para que se instale no nosso mundo uma cultura tácita de exclusão, abandono e violência. Enquanto continuarmos a cruzar os braços diante da falta de equidade em todos os níveis da esfera humana, não só seremos coniventes com a manutenção dos invisíveis, como corremos o sério risco de, num futuro breve, sequer sermos capazes de sermos visíveis a nós mesmos.

Imagem de capa: Fotolia

Anjo de quatro patas: Cadelinha Golden Retriever salva bebê coala que se perdeu da mãe

Anjo de quatro patas: Cadelinha Golden Retriever salva bebê coala que se perdeu da mãe

Quem já teve um Golden Retriever em casa, sabe que eles são cães extremamente dóceis, muito calmos e bastante inteligentes. Verdadeiros anjinhos de quatro patas. E recentemente uma cadelinha dessa raça conseguiu surpreender seus donos unindo todos esses talentos para realizar uma boa ação. Ela chegou em casa acompanhada de um pequeno filhote de coala, que havia se perdido da mãe num parque botânico da Austrália.

A nossa heroína, que é conhecida como Aisha, adormeceu ao lado do bebê coala durante uma noite fria, aconchegando-o entre os seus espessos e confortáveis pelos cor-de-ouro.

Kerry McKinnon, a dona de Aisha, conta que o bebê coala provavelmente se perdeu da sua mãe e acabou indo parar na varanda de sua casa, perto das casinhas dos cachorros, onde deu de cara com os pelos super-confortáveis e quentes de Asha, numa noite de temperaturas que chegavam a 5ºC.

“Era bem cedo de manhã quando o meu marido gritou para eu dar uma olhada em algo“, disse Kerry, ao News.com.au. “Eu não sabia do que ele estava a falar no começo, mas então eu vi um pequeno coala bebê aconchegado em cima de Asha.”

“Eu acabei rindo. A pobre Asha não sabia o que pensar, ela apenas ficava olhando para mim com um olhar tão confuso. Ela parecia um pouco culpada quando eu saí para ver o que estava a acontecer. A sua expressão era hilária.“, continuou a dizer. “Ela continuava a olhar para o coala, mas não estava a tentar tirá-lo de cima ou algo assim. Ela estava feliz em deixá-lo aconchegar-se nela.”

Foi graças à acolhida de Aisha que o pequeno coala não padeceu de frio naquela noite congelante ou mesmo não foi ameaçada por nenhum predador próximo, como uma raposa.

Aisha e o bebê coala se conhecem há pouco tempo, mas já desenvolveram uma forte ligação. Há relatos, inclusive, de que tem sido difícil tirar o coala das costas da cachorra.

“Acho que os cães têm esse instinto protetor. O coala não queria deixar as costas de Asha.

Quando tirámos o coala para envolvê-lo num cobertor, ele assobiou para mim.“, contou Kerry. “Eu acho que ele teria ficado feliz em ter dormido lá o dia todo. Foi realmente uma coisa incrível de ver e tão exclusivamente australiano. ”

De acordo com Kerry, o filhote se encontra perfeitamente saudável e bem alimentando, já tendo sido inclusive examinador por um médico veterinário. Em seguida, foi entregue a um cuidador local para ser inserido de volta à vida selvagem.

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Redação CONTI outra. Com informações de Portal do Animal

É aprovado na Câmara projeto que prevê prisão e multa para pais que não vacinarem os filhos

É aprovado na Câmara projeto que prevê prisão e multa para pais que não vacinarem os filhos
Dia D de mobilização da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo.

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 04, o Projeto de Lei 3.842/2019, que prevê pena de detenção de um mês a um ano para aqueles que deixarem de vacinar criança ou adolescente.

A lei estipula incluir no Código Penal o crime de “omissão e oposição à vacinação” e, além da pena de detenção, aquele que descumprir a norma também deverá pagar multa.

Repressão às fake news

A pena também abrange quem divulgar, propagar ou disseminar, por qualquer meio, as notícias falsas sobre as vacinas componentes de programas públicos de imunização.

O deputado Pedro Westphalen apresentou a proposta substituindo o texto original, redigido pela deputada Alice Portugal, e outro projeto que tramita que conjunto. O projeto seguirá para o Plenário após ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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Redação CONTI outra. Com informações de Jornal de Brasília

Menino de 5 anos leva amiguinhos da escola à sua audiência de adoção

Menino de 5 anos leva amiguinhos da escola à sua audiência de adoção

No último dia 5, o condado de Kent, no estado norte-americano do Michican celebrou a 23º edição do Dia Anual de Adoção. Nele, quase 40 crianças foram adotadas, mas um em especial chamou a atenção de todos. Michael Orlando Clark Jr., um garotinho de cinco anos, estava tão orgulhoso por estar entrando em uma família, que decidiu levar toda a sua turma do jardim de infância para acompanhar esse momento.

Um vídeo feito pelo canal de televisão local WZZM13, mostra todas as crianças animadas com o momento em que a juíza Patrícia Gardner, Michael e o casal Andrea Melvin e David Eaton, batem o martelo oficializando a adoção do menino. Elas tinham em mãos plaquinhas com corações coloridos e gritavam euforicamente.

Em um momento especial da audiência, as crianças puderam dizer algumas palavras de incentivo ao amigo. “Michela é meu melhor amigo”, lembrou o pequeno Steven. “Eu sou a Lily e eu amo o Michael”, disse outra.

“A jornada dessas crianças é muitas vezes bem longa e no caminho elas veem milagres e muitas mudanças. Esses pequenos e as famílias ainda conseguem encontrar um incrível apoio da comunidade, como vimos na audiência de adoção de Michael”, disse Patrícia, em entrevista à emissora.

Os pais de Michael, Andrea Melvin e David Eaton, estavam emocionados com toda aquela demonstração de carinho por seu filho. “Ele nos traz muita alegria, é cheio de energia e de amor”. E com o microfone da WZZM 13 em mãos, Michael mostrou o quanto estava agradecido por tudo o que estava acontecendo a ele naquele dia. “Eu amo meu pai. Amo muito”, expressou o menino, levando o pai às lagrimas.

Com informações de Gazeta do Povo

11 filmes imperdíveis para você ver na Netflix

11 filmes imperdíveis para você ver na Netflix

São 11 produções cinematográficas se destacam pela sua qualidade técnica e pelo potencial de te manter grudado no sofá, sem querer sair de casa. Confira:

Passageiros

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Dois passageiros acordam 90 anos antes do tempo programado durante uma viagem de rotina no espaço devido a um mau funcionamento de suas cabines. Sozinhos, Jim e Aurora começam a estreitar o seu relacionamento. Entretanto, a paz é ameaçada quando eles descobrem que a nave está correndo um sério risco e que eles são os únicos capazes de salvar os mais de cinco mil colegas em sono profundo.

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

contioutra.com - 11 filmes imperdíveis para você ver na Netflix

Cinebiografia de Ted Bundy, serial killer que usava o charme para atrair as suas vítimas. Quem protagoniza o filme é o ator Zac Efron, em uma elogiada atuação.

Manchester à beira-mar

contioutra.com - 11 filmes imperdíveis para você ver na Netflix

Esta produção foi premiada com o Oscar de melhor roteiro original e rendeu a Casey Affleck o Oscar de melhor ator. Na história, Lee Chandler é forçado a retornar para sua cidade natal com o objetivo de tomar conta de seu sobrinho adolescente após o pai do rapaz, seu irmão, falecer precocemente. Este retorno ficará ainda mais complicado quando Lee precisar enfrentar as razões que o fizeram ir embora e deixar sua família para trás, anos antes.

Corra!

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Neste filme vencedor do Oscar de melhor roteiro original, Chris (Daniel Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada caucasiana Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador.

O Zoológico de Varsóvia

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Quando a Polônia é invadida pela Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial, os coordenadores de um zoológico em Varsóvia fazem tudo o que podem para ajudar as vítimas da perseguição nazista.

Negação

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Este é um filme baseado em fatos reais. Na trama, o historiador David Irving precisa provar perante a lei que o Holocausto realmente aconteceu, quando outra especialista, Deborah Lipstadt, nega a tragédia.

Scarface

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Neste clássico de 1984, o protagonista, interpretado por Al Pacino, se torna o chefe do tráfico em Miami, nos Estados Unidos. Junto com seus seguidores, ele terá de enfrentar a polícia, outras gangues e problemas dentro de seu próprio “império”.

Dragão Vermelho

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Antecedendo os acontecimentos de Silêncio dos Inocentes, o ex-agente do FBI Will Graham decide voltar ao trabalho após quase ser morto por Hannibal Lecter. O motivo? Capturar um serial killer conhecido como “Fada do Dente”.

Dois Papas

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Este filme dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles conta o que aconteceu nos bastidores do Vaticano em um de seus períodos mais conturbados: da renúncia do Papa Bento XVI à posse do Papa Francisco.

A Chegada

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Vencedor do Oscar de melhor edição de som de 2017 e indicado à estatueta de melhor filme, esta película conta a história da linguísta Louise Banks, que tem a difícil missão de se comunicar com uma espécie extraterrestre.

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Redação CONTI outra. Com informações de Galileu

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