Mãe vegana pede indenização a babá por servir nuggets de frango para seus filhos

Mãe vegana pede indenização a babá por servir nuggets de frango para seus filhos

Cuidar dos filhos de outras pessoas não é uma tarefa fácil, é preciso conhecer muito bem o estilo de vida que elas levam para não falhar. Por outro lado, os pais também têm que se responsabilizar por passar todas as informações necessárias para aqueles irão passar um tempo com aqueles que são o seu bem mais precioso, caso contrário, pode haver consequências desagradáveis.

No Reino Unido, uma família que contratou uma babá para cuidar de seus filhos acabou tendo uma grande dor de cabeça. Acontece que a babá em questão, uma garota de 19 anos que se dedica à profissão desde os 17, não esperava que dar alguns nuggets de frango para os filhos do casal fosse se transformar em um grande problema.

De acordo com a jovem babá, a mãe não a informou sobre o estilo de alimentação da família. Além disso, as crianças são extremamente bem comportadas, por isso a babá decidiu dar-lhes alguns nuggets de frango como recompensa.

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A babá não tinha nada a esconder, e a mãe viu os pequeninos comendo seus nuggets alegremente. Isso gerou uma briga terrível. A mãe imediatamente tirou a comida das mãos dos filhos e começou a gritar alguns palavrões para a babá.

“A mãe das crianças chegou em casa mais cedo e viu os filhos comendo nuggets de frango. Ela literalmente arrancou a comida das mãos deles e começou a gritar comigo, dizendo que eu sou horrível por deixar seus filhos comerem cadáveres. Ela também gritou com seus filhos por estarem comendo carne.”, disse a babá para o Miorror UK.

Como se isso não bastasse, a mãe expulsou a jovem de casa sem pagar o tempo trabalhado e, em seguida, enviou uma mensagem de texto pedindo uma indenização de $ 300 por cada filho. Embora estivessem muito felizes comendo, a mãe garantiu que isso lhes causou danos emocionais.

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Felizmente, a babá comentou que seu pai e irmão são advogados, então ela se recusa a pagar o dinheiro e não tem medo de ir ao tribunal.

Além disso, ela nunca teve problemas com a dieta da família desde que seja informada disso, por isso garante que não é sua culpa.

O que para ela foi um prêmio por bom comportamento se transformou em uma terrível provação que terminou sem seu pagamento e talvez com um processo.

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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Reprodução.

Como é ser mulher de carne e osso

Como é ser mulher de carne e osso

Você nasce menina, bebê do gênero feminino. Logo nos primeiros segundos, uma enxurrada de roupas cor de rosa e lacinhos cobrem seu corpo que ainda nem se mexe direito. Com poucos dias, alguém faz uns furos que machucam suas orelhas e coloca um par de brincos que inflamam, coçam e te dão os primeiros indícios de que sua aparência conta mais do que deveria.

Você aprende a caminhar, aprende a rebolar ainda criança, aprende que menina não pode sentar de perna aberta. Aprende a falar e aprende que menina não fala palavrão, que tem que ser delicada e fofa em qualquer ocasião.

Você cresce, vai para a escola e percebe que as “do seu gênero” não se misturam com o gênero dos meninos. Enquanto vocês jogam vôlei e fazem ginástica artística, eles são incentivados no futebol e nas artes marciais (leia-se violência self defense). Eles parecem mais fortes fisicamente, são debochados, andam largados, e você se vê diante de protocolos para algo simples como frequentar as aulas do primário.

No ginásio, seu corpo muda e seu coração bate diferente. Um dia você nem percebe e se apaixona, e pensa em alguém que provavelmente nem sabe o nome e provavelmente nunca saberá.

Conforme seu corpo muda, você precisa prestar mais atenção em como se veste e se comporta. Na rua os homens te olham com tanto fervor que você tropeça sem saber o motivo. Eles assobiam, te elogiam, te desejam. E você estava só indo comprar pão.

A escola acaba, você acha que sabe o que é amor, beija uma boca aqui e outra ali. Você quer um beijo quente e apaixonado e recebe um combo de mãos que passeiam pelo seu corpo sem você ter dado permissão.

Alguém te pede em namoro e você diz sim esperando flores, chocolates e frases bonitas de filmes e séries que você cresceu vendo no repeat. Os príncipes das telinhas caem na sua vida real e você cai na real de que tem algo errado quando te convidam pra um filme em casa e, ao invés de pipoca e refrigerante abraçadinhos, você encontra um pacote de camisinha e um óleo de amêndoas na mesa central. Nem pronta você está, mas nem sempre você consegue dizer isso. O que vão falar de você, afinal?

Então, vão falar. Vão falar que você é fácil por se entregar de cara ou vão falar que você é frígida porque saiu correndo. No jogo das fofocas, você perde. Na verdade, você nem joga, você é somente o peão.

Você começa a trabalhar e seu chefe te usa como exemplo logo no primeiro dia e na primeira reunião. Ele te puxa pela mão, você assustada o acompanha e, sem nem se defender, escuta “Vejam essa menina com cabelo de empregada doméstica, vocês acham que dá para ela trabalhar com o cabelo solto?”. Nauseada, você fica com as bochechinhas rosadas diante de toda a empresa e, no dia seguinte, coloca um formol no seu cabelo para ele ficar escorrido e você nunca mais precisar passar vergonha por ser quem é.

Mas você continua passando. Seu novo namorado fica sozinho com você em casa, rasga seu shorts com a tesoura dizendo que é um desejo antigo e, meses depois num jantar qualquer, comenta sem perceber que odiava aquele shorts curto demais e que “ainda bem que acabou com ele”. Seu shorts favorito.

Você se muda de país e pensa que as coisas serão diferentes e vê homens falando línguas que você não conhece e salivando quando ouvem que você é brasileira. Os olhos deles faíscam e você se sente um pedaço de bife pendurado na geladeira do açougue.

Você volta. Você vira líder, você sobe uns degraus profissionais, assume um cargo de gestão e quem sabe agora as coisas não mudam e algum respeito aparece. Seu chefe, nordestino crente do coronelismo, resolve que o melhor horário para conversar sobre a estratégia da empresa é a noite, depois do expediente, quando você está finalizando as últimas tarefas do dia vendo o pôr do sol naquele paraíso banhado pelo mar. Ele entra na sua sala bêbado, tranca a porta dizendo que quer privacidade para tratar de certos assuntos e você finge que escuta enquanto procura qualquer objeto na mesa que te ajude a se proteger. Quando a cena se repete e você pede demissão, ouve da boca dele que “achou que havia contratado uma leoa e você nunca tinha passado de uma gatinha”.

Você tenta fugir dos abusos, mas eles são estruturais e vão estar sempre com você. Quando visita sua família, seu pai manda você lavar a louça enquanto bebe cerveja e vê futebol rindo com o seu irmão. Quando vai ao banco, não pode sonhar usar um decote em um dia quente porque seus peitos vão chamar a atenção. Quando se despede de um casamento abusivo, é chamada de louca e convidada a procurar um psiquiatra.

Ser mulher de carne e osso é isso. É lidar com quedas e rasteiras diariamente. É gritar quando não aguentar mais. É estudar até varar a noite. É se reinventar e ser dona de si. É ser independente, dona do próprio carro e da própria vida. É dar as costas. É suar frio. É sentir medo no ponto de ônibus. É ter você a camisinha na carteira. É ouvir que um bom casamento resolve sua vida e decidir casar consigo mesma e com seus próprios sonhos. É ser princesa nas redes sociais e guerrilheira nas batalhas diárias contra o machismo e o preconceito. É dar seu jeito. É arrumar a casa. É talvez ter um par, talvez largar um par, talvez se reconectar consigo, talvez ter a sorte do amor verdadeiro.

É dizer “chega” todos os dias, mesmo que te odeiem, mesmo que você chore, mesmo que doa para caralho. Porque a mulher luta todos os dias pelo direito de viver com respeito e de ser, pensar, se vestir e se comportar como bem entender. Doa a quem doer.

“Pai do Ano”: Ele foi buscar a filha na creche e levou a menina errada para casa.

“Pai do Ano”: Ele foi buscar a filha na creche e levou a menina errada para casa.

Um caso curioso ocorreu recentemente em Barcelona, na Espanha. Uma menininha chamada Amélia iria rever o pai depois de dois anos de ausência. Ele iria buscá-la na creche e eles poderiam se reconectar como pai e filha. Mas as coisas não correram como o planejado.

Acontece que o “pai do ano”, como vêm sido chamado de maneira irônica, pegou a garota errada na creche e causou um grande problema. A polícia até o levou sob custódia, libertando-o rapidamente depois de perceber que era tudo um mal-entendido. A menina estava muito agasalhada por causa do frio e usando uma máscara de proteção contra o coronavírus. Além disso, o nome dela também é Amélia. As coincidências foram muitas.

Juan Manuel não via a filha há dois anos devido a problemas com a ex-companheira. Quando ele chegou ao jardim de infância, ele perguntou por sua filha Amelia, e eles a entregaram a Amelia errada.

Seu nome era o mesmo e ela também tinha 4 anos. Juan percebeu que ela estava um pouco mudada, mas com todas as roupas e a máscara, era impossível para ele notar as mudanças. Em sua defesa, o homem disse: “É que as crianças mudam muito.”

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Sem perceber o erro, o pai a levou para casa, fizeram um piquenique e até brincaram juntos. Nada estranho. Na verdade, a menina nunca desconfiou da situação, em sua inocência de criança.

Tudo estava indo bem até que ele recebeu um telefonema da polícia. Os pais da “Amelia errada” estavam procurando por ela como loucos. Ninguém sabia onde ela estava e a angústia os invadiu. Felizmente, a confusão foi resolvida sem problemas.

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Esse foi o momento de “festa”, quando a família da menina desaparecida soube que tudo havia sido um grande engano e ela estava fora de perigo.

Juan Manuel voltou à escola com sua “filha errada”, para devolvê-la e trocá-la pela verdadeira. Apesar de ser um mal-entendido, a polícia local mantém o fato sob observação, para afastar qualquer outra teoria.

Por enquanto, a história de Juan Manuel é a de um pai um tanto confuso.

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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Reprodução.

Uma bebê nasceu “grávida” na Colômbia. Entenda o caso!

Uma bebê nasceu “grávida” na Colômbia. Entenda o caso!

Uma bebê nascida em Baranquilla, na Colômbia, veio ao mundo com uma condição muito rara conhecida como “feto no feto”. Estima-se que essa condição ocorra em cerca de um em cada 500 mil nascimentos.

O obstetra Miguel Parra-Saavedra, especialista em gravidez de alto risco, foi quem supervisionou o nascimento da pequena Itzmara em Barranquilla. Ele explicou que o caso dela é incomum se comparado aos últimos casos, ocorridos na Índia, na Indonésia e em Cingapura, pois os médicos identificaram claramente o feto dentro do bebê ainda durante a gravidez.

O médico atendeu a gestante, Monica Vega, 33, pela primeira vez quando ela estava na 35ª semana de gravidez, cinco semanas antes do parto. O diágnóstico do obstetra anterior era de que o bebê tinha um cisto no fígado. Mas, usando um Doppler colorido e imagens de ultrassom 3D/4D, Parra-Saavedra conseguiu ver que o espaço cheio de fluido, na verdade, continha um bebê minúsculo, sustentado por um cordão umbilical separado que extraia sangue, e conectado ao intestino do gêmeo maior. “Eu contei para a mãe e ela disse: ‘O quê? Não, doutor, isso é impossível’ Mas eu expliquei passo a passo, e ela entendeu”, disse ele, em entrevista ao The New York Times.

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Quando a gravidez entrou na 37ª semana, a bebê Itzmara já pesava cerca de três quilos, então e os médicos optaram por realizar o parto cesariana, porque temiam que a gêmea interna esmagasse seus órgãos abdominais. No dia seguinte ao nascimento, eles removeram o gêmeo fetal por cirurgia laparoscópica. O feto tinha cerca de cinco centímetros de comprimento, cabeça e membros rudimentares, mas não tinha cérebro e coração, conta o médico.

De acordo com o obstetra, às vezes, esses fetos são diagnosticados erroneamente como teratoma, um tumor que pode conter ossos, tecido muscular e cabelo. Uma comparação de DNA está sendo realizada, mas o especialista disse não ter dúvidas de que os dois bebês eram gêmeos idênticos do mesmo óvulo. Itzamara está bem. “Ela tem uma pequena cicatriz em seu abdômen, mas é um bebê normal agora, exceto que o mundo inteiro está falando sobre ela”, finalizou o obstetra.

Como o feto menor se alimentava de sua irmã, ele é chamado de heterópago ou gêmeo parasita. Alguns gêmeos heterópagos nascem unidos a seus irmãos saudáveis, enquanto alguns crescem parcialmente dentro e parcialmente fora do corpo de seus gêmeos. Acredita-se que a condição aconteça logo após o 17º dia de gestação, quando o embrião se achata como um disco e se dobra sobre si mesmo para formar o feto alongado. Os médicos acreditam que, em casos extremamente raros, os embriões gêmeos se dividem apenas parcialmente e o maior envolve o menor.

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Redação Conti Outra, com informações de Crescer.
Fotos: Reprodução/The New York Times.

4 motivos deliciosamente instigantes para ver a Maldição da Mansão Bly

4 motivos deliciosamente instigantes para ver a Maldição da Mansão Bly

Quem acompanha a programação da Netflix certamente já se deparou com um dos maiores sucessos que eles lançaram nos últimos anos: “A Maldição da Residência Hill”. Eu não sei como está na casa de vocês, mas aqui na minha, a série que entrou na plataforma em 2018, ainda continua em destaque na minha tela inicial. Assim, devido a imensa receptividade do público, uma segunda série foi solicitada pela Netflix para Mike Flanagan, o cineasta responsável pela “Mansão Hill”. Eis então que, recentemente, o público foi presenteado com “A Maldição da Mansão Bly”.

As séries, embora possuam algumas similaridades, não são uma sequência! Uma das coisas que mais chama a atenção entre elas, na verdade, é a manutenção de boa parte do elenco.

A lista que trago abaixo visa explorar alguns dos motivos que me mantiveram alerta e atenta a série do começo ao fim. Eu não falarei do enredo em si, pois não acho justo correr o risco de postar qualquer tipo de spoiler sobre uma série de suspense.

Vamos, então, aos motivos!

1- A história possui uma trama bem amarrada e um drama familiar que nos envolve

Eu, confesso, dificilmente sou amarrada por suspenses (embora eu os adore). Digo isso porque ora os acho previsíveis demais, ora muito violentos. A Maldição da Mansão Bly, entretanto, parece trazer a  fórmula perfeita entre suspense e drama. Há beleza e, acredite, até poesia na história que dá vida a trama. Ah, e você ficará apaixonado (a) pelos pensonagens!

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2- Existe ambivalência em diversos personagens

Considero cansativos os personagens que sempre são bons ou maus. A Maldição da Mansão Bly também possui esse perfil em algumas atuações, entretanto, a série vai além e enriquece as vidas descritas fazendo com que nos questionemos sobre o rumo que cada personagem terá. Você verá que, durante os 9 episódios da série, serão inúmeros os momentos em que você ficará com “a pulga atrás da orelha”, incomodado e inquieto com a maneira com tudo é conduzido. Isso é uma delícia!

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3- A série é mais amarrada na história do que em cenas assustadoras.

Na Maldição da Mansão Bly cada segundo quer dizer alguma coisa. Ela é rica porque não é só uma “história de fantasmas”  uma vez que os personagens, vivos ou mortos, têm um sentido muito rico no enredo todo. Ela conta muito e nos sensibiliza sem precisar de excesso de escuridão ou grandes sustos.

4- Ela é mais do que um suspense e do que uma história de terror

É impossível não amar seus personagens (já disse isso antes e repito aqui) e a maneira como suas histórias vão sendo amarradas até a conclusão que mostra que “A Maldição da Mansão Hill” é muito mais do que um suspense ou mesmo uma história de terror. Entretanto, para comprovar o que eu acabei de dizer, você precisar assisti-la.

Que tal começar ainda hoje?

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Imagens: reprodução/divulgação

Escola faz apelo aos pais: Parem de jogar alunos atrasados por cima dos portões!

Escola faz apelo aos pais: Parem de jogar alunos atrasados por cima dos portões!

Pais e mães de crianças ou adolescentes em idade escolar já estão acostumados a receber as mais diversas orientações dos responsáveis pela administração da escola do filho, desde “ajudem os alunos com o dever de casa” a “Lavem bem e escovem os cabelos dos pequenos para evitar que peguem piolho”. Mas, com certeza, esta escola na cidade francesa de Avignon conseguiu dar a orientação mais inusitada de todas aos pais de seus alunos.

Através de cartazes, pregados nos muros da instituição desde setembro, a escola pede que os pais parem de jogar os estudantes por cima dos portões de entrada após o horário de início das aulas, quando os acessos são fechados.

A história parece absurda, mas não tem nada de exagero. “Os pais que chegam depois do sinal literalmente jogam os filhos”, afirmou a diretora do estabelecimento, Sanaa Meziane, em entrevista ao jornal La Provence.

Como alternativa à prática de “arremessar” os filhos por cima dos portões, a escola lembra que as entradas são liberadas novamente às 10h e às 15h (horário local).

Segundo a publicação, não há registros de alunos feridos com a iniciativa, restritos a iniciativas isoladas. Mas, por garantia, a escola decidiu se antecipar e alertar para os riscos.

“Não aconteceu tantas vezes, mas por menos que fosse, preferimos tomar uma iniciativa”, disse Meziane.

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Redação Conti Outra, com informações de UOL.
Foto destacada: Reprodução/La Provence.

Mulher que encontrou cãozinho desaparecido recusa carro como recompensa: ‘Não seria justo’

Mulher que encontrou cãozinho desaparecido recusa carro como recompensa: ‘Não seria justo’

Se você tem um cãozinho em casa e o ama como ele merece ser amado, sabe que se um dia ele simplesmente desaparecesse, você não mediria esforços para encontrá-lo. Pois não foi diferente com uma família de Taubaté, no interior de São Paulo, que por uma semana se angustiou sem saber por onde anadava o seu amiguinho de quatro patas. No desespero para descobrir o seu paradeiro, eles chegaram a oferecer o carro da família, um Passat, ano 1984, avaliado em R$ 3 mil, como recompensa para quem encontrasse Benji, o cãozinho da raça chihuahua.

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Benji é um cão de 4 anos muito amado por sua família. Ele desapareceu no último dia 7, por volta do meio-dia, quando a família saiu para ir ao supermercado. Cerca de meia hora depois, o cachorro, que usava uma coleira, já não estava mais no quintal da residência.

O desaparecimento de Benji mobilizou uma verdadeira força-tarefa para encontrá-lo. Muitos cartazes foram espalhados pela cidade e uma campanha foi criada nas redes sociais em busca do animal. O caso virou notícia em diversos sites na internet, muito por conta da recompensa oferecida pela família a quem encontrasse o chihuahua.

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Felizmente, a agonia da família teve fim no sábado, quando surgiu a notícia de que o Benji estava bem e em uma casa no mesmo bairro, Chácara Silvestre.

“Pela manhã, fui espalhar mais cartazes do Benji no bairro e uma mulher me chamou. Ela disse que havia um cachorro bem parecido no quintal da casa do seu inquilino. Chegamos lá e era ele”, conta o pintor Emerson Albissu da Silva ao UOL.

De acordo com Emerson, a pessoa que estava com Benji disse ter encontrado o animal na rua. Com Benji de volta em casa, Era chegado o momento de cumprir a promessa e entregar o veículo da família como recompensa à pessoa que encontrou o cãozinho. No entanto, Emerson conta que a mulher não aceitou o veículo.

“Eu já tinha separado a documentação para entregar o carro, mas a mulher disse que não seria justo aceitá-lo e eu ter que pagar pelo resgate do cachorro que é meu. Combinamos de depois fazer um churrasco para comemorar a volta do Benji para casa”, conta.

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Ainda segundo Emerson, agora a família redobrou os cuidados com Benji e o cãozinho fica apenas dentro de casa para evitar que ele suma novamente.

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Redação Conti Outra, com informações de UOL.
Fotos: Arquivo pessoal.

A catarse: cada um faz do seu jeito e com os meios que possui!

A catarse: cada um faz do seu jeito e com os meios que possui!

A catarse é a palavra que resume o que precisamos para expurgar a tragédia que vivemos no país, que tem mais de 162 mil mortes por Covid-19 e a ameaça de segunda onda do vírus. Porém, a doença é tratada como uma “gripezinha” e sua vacina com desprezo. Além disso, temos um Estado que não se empenha em conter as queimadas na Amazônia, e por essa razão é visto no mundo como pária ambiental.

O termo catarse vem do grego, “kátharsis”, que significa purificar. A sua utilização está ligada ao estado de purificação do espírito humano, que ocorre pela superação de um trauma individual ou por uma experiência coletiva de expulsão do mal-estar social, que atinge a sociedade.

O filósofo Aristóteles, um dos maiores pensadores da Grécia antiga, postulou que a catarse é um mecanismo que provoca uma descarga emocional e liberta o corpo e alma da origem do mal, pois ela se constitui na depuração e no livramento das imperfeições, que coloca para fora aquilo que é anormal à natureza humana.

Sigmund Freud, transformou a catarse em um método psicoterapêutico, que afasta o sujeito do sofrimento psíquico e dos afetos doentios, com o propósito de curar seus traumas reprimidos no inconsciente. Em outras palavras, é a abertura de janelas para oxigenar a mente e limpar o corpo em relação alguma situação opressora, que reside há anos dentro de nós.

A catarse foi retratada por Aristóteles em sua obra “Arte Poética” e ganhou raízes na psicanálise. Ela também é repleta de metáforas e significações, que são usadas na medicina, na educação, no cinema, no teatro, na arte, na música e na religião, que servem não apenas de purificação, mas como um modo de libertar as amarras em nossas vidas.

No âmbito da medicina, a catarse é a evacuação através do vômito, fezes, suor, urina e sangramento de tudo aquilo que faz mal para o indivíduo. Na educação, ela surge a partir do momento em que o aluno percebe que a realidade do mundo pode ser questionada e transformada, e no cinema provoca descargas de emoções ao ver um bom filme.

Aliás, a liberação de emoções acontece quando assistimos uma excelente peça teatral ou um show musical de boa qualidade, bem como ela se revela diante da beleza de uma obra arte e na religião se manifesta na verdadeira comunhão com Deus, tudo isso renova em nós o sentido da vida e a paz interior.

Portanto, a catarse cada um faz do seu jeito e com os meios que possui, que serve para aliviar as tensões diárias, revigorar a nossa esperança e projetar um futuro melhor, sem os gravíssimos problemas, políticos, sociais, econômicos, ambientais e de emergência sanitária que assolam atualmente o nosso país.

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Jackson César Buonocore é Sociólogo e Psicanalista

Photo by Ümit Yıldırım on Unsplash

Mulher-Maravilha brasileira vai virar série em live-action! Quem poderia interpretar a heroína?

Mulher-Maravilha brasileira vai virar série em live-action! Quem poderia interpretar a heroína?

Se já estávamos achando maravilhoso o anúncio da DC de que a nova Mulher-Maravilha dos quadrinhos, Yara Flor, é brasileira e originária dos povos da Amazônia, não sabemos nem o que pensar sobre a novidade relacionada à personagem. De acordo com o Deadline, Yara Flor serpá a protagonista de uma série em live-action!

A série, chamada Wonder Girl, será produzida pela Berlanti Productions, com Daily Rodriguez como showrunner. A produção irá acompanhar a origem da personagem, atuando como Moça-Maravilha antes de assumir o manto da Diana Prince – como acontece na saga Future State. Yara Flor será a primeira super-heroína latina como protagonista de um live-action. Não é incrúvel?

A julgar pela história de origem da personagem, é possivel supor que a produção se passará no Brasil, explorando o que já foi mostrado do passado da personagem nos quadrinhos.

Alpém disso, Wonder Girl também deverá integrar o universo compartilhado de séries da DC na CW, com Batwoman, Raio Negro, The Flash, Legends of Tomorrow, Supergirl e Superman & Lois.

Joelle Jones, que foi quem criou esta versão da personagem, produziu uma arte conceitual para a versão mais jovem da heroína. Confira abaixo a ilustração:

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Quem poderia interpretar Yara Flor?

Com a notícia sobre o live-action já movimentando os fãs da DC, muito tem se especulado sobre quem poderia interpretar a heroína nas telinhas. Ainda não há nenhuma informação à respeito, mas nós decidimos levantar possíveis atrizes que poderiam ficar à cargo da personagem.

Um dos primeiros nomes que vieram à mente de muitas pessoas foi o de Suyane Moreira. A atriz e modelo, que mora em Juazeiro do Norte, no Ceará, e é neta de índios, foi a inspiração para a criação dos traços de Yara Flor. A informação foi confirmada pela própria Joelle Jones quando questionada por um fã sobre a semelhança da persoangem com a atriz braisileira.

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“Isso é tão legal! Eu realmente a usei como ponto de referência quando desenhei a Yara!”, explicou a quadrinista ao fã.

Apesar de Suyane ser um pouco mais velha do que a Wonder-Girl, com 38 anos, enquanto a personagem deve ter por volta de vinte e poucos, ninguém duvida que ela ficaria incrível no personagem. Veja abaixo uma ilustração feita por um fã, imaginando Suyane na pele de Yara Flor.

A personagem foi inspirada em Suyane, mas muita gente também a achou parecida com outra brasileira, a top-model Adriana Lima.

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Adriana não tem experiência como atriz e talvez não se encaixe tão perfeitamente no biotipo da pesonagem, que é originária de uma comunidade indígena da Amazônia, ainda assim tem gente que aposta nela como protagonista de Wonder Girl.

E você, quem escalaria para dar vida à Mulher-Maravilha brasileira?

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Redação Conti Outra, com informações de Legião do Heróis.
Imagens da montagem de capa: Reprodução Instagram.

Carol Dartora faz história como a primeira mulher negra eleita para cargo público em Curitiba

Carol Dartora faz história como a primeira mulher negra eleita para cargo público em Curitiba

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE, 56,6% é o percentual de pessoas que se declaram negras no Brasil. Elas são, portanto, a maioria da população. Ainda assim, essa é a primeira vez que uma mulher negra se elege para um cargo público em Curitiba.

A professora Carol Dartora foi a terceira candidata mais votada para a Câmara dos Vereadores de Curitiba nas eleições deste domingo (15) e garantiu um lugar no Legislativo a partir de fevereiro. A vitória dela é histórica e representativa de um país que está abrindo os olhos para a importância da representatividade feminina e negra em todos os setores da sociedade.

Carol, que é historiadora formada pelo UFPR em 2008, há bastante tempo defende as bandeiras do movimento negro e do feminismo. Depois que começou a dar aulas na Rede Pública do Paraná, passou também a militar na APP-Sindicato, que representa os professores e trabalhadores de ensino do Estado. Hoje é diretora licenciada de Mulheres, Trabalhadoras e Direitos LGBTI.

Angariando mais de oito mil votos, Carol se tornou a primeira negra a se eleger para qualquer cargo público em mais de 300 anos de Curitiba – nunca houve vereadoras ou deputadas negras na cidade.

Em entrevista ao site Plural, ela disse que pretende guiar seu mandato pela questão racial. E, claro, também por suas outras bandeiras, como os direitos das mulheres e a defesa da Educação Pública.

“Acho uma pena quando um negro se elege e não se diz representante da pauta racial. Eu não posso deixar de ver o mundo pelo que eu sou, uma mulher negra e trabalhadora”, afirma. Segundo ela, Curitiba tem de parar de tornar invisíveis seus negros. “Não podemos continuar com esse discurso de cidade europeia, há uma imensa população negra aqui”, diz ela.

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Redação Conti Outra, com informações do site Plural.
Foto destacada: Reprodução/Facebook.

A vida vai mostrando por quem devemos lutar e de quem devemos desistir

A vida vai mostrando por quem devemos lutar e de quem devemos desistir

Eu não vou mentir que consiga lidar sem problemas com as perdas pelo caminho. Acontece que, às vezes, a gente perde porque foi burro. Eu já me arrependi por perceber que algumas pessoas se distanciaram de minha vida por descuido e negligência afetiva de minha parte. Mas já era tarde demais e ficou a sensação de frustração e também de culpa.

Por outro lado, eu mesmo tomei a iniciativa de me afastar de alguns indivíduos e não me arrependo. Fiquei mais leve e mais feliz longe deles. E deve ter muita gente sorrindo melhor longe de mim. Ainda bem. Deve ser um porre agradar todo mundo. Cansa demais vestir máscaras para conseguir a atenção dos outros, ninguém merece. Eu não mereço.

Tem gente que vai embora porque se muda e a distância impede que continue na mesma vibração nossa. E tem momentos em que a vida leva embora da terra quem caminhava com a gente. Aí não tem o que fazer, aí não é culpa de ninguém. Aí a gente terá que enfrentar a dor e lutar contra a saudade, reaprendendo a sobreviver e a viver faltando um pedaço.

E foram justamente as perdas pela morte que me abriram os olhos para a importância do hoje, do agora, do cuidar de quem te cuida. A vida está muito corrida e as atribulações nos desgastam emocionalmente. Confesso que chego, muitas vezes, em casa de cara amarrada, sem vontade de conversar com ninguém. Eu sei que isso é errado, eu sei que pode doer em quem me espera, mas a dureza do corpo parece contaminar o coração da gente. Mas não deve, não pode, não deixe. Eu estou trabalhando isso.

Vou assim aprendendo que esse cansaço todo me alerta para que eu não procure ainda mais motivos para tirar a minha paz. Ou seja, o tempo que me resta longe das responsabilidades pesadas não pode ser gasto perto de pessoas tóxicas, chatas, negativas, turbulentas. E assim é que eu consigo desistir mais facilmente de quem não me acrescenta nada de bom.

A vida me ensina tanto e, nem que precise me fazer doer, nunca deixa de mostrar o melhor a se fazer. Cada tombo, cada lágrima, a cada porrada que levo, eu me torno mais gente. Lógico que, de início, eu me revolto, eu me sinto injustiçado e a pior das criaturas, porém, no devido tempo, eu retomo minha fé e entendo o que eu devo aprender.

Isso na maioria das vezes, porque tem muita dor que eu acho que não entenderei é nunca. Porque sou, como todos vocês, um ser em construção, inacabado, imperfeito. E, como eu já disse, ainda bem.

Photo by taylor hernandez on Unsplash

Texto publicado originalmente em Prof Marcel Camargo

Primeiro medicamento eficaz conta o Alzheimer pode ser aprovado já no ano que vem

Primeiro medicamento eficaz conta o Alzheimer pode ser aprovado já no ano que vem

Surge no horizonte uma esperança para as muitas pessoas que convivem com o Alzheimer ou que tem familiares com a doença. A FDA – agência reguladora americana – irá iniciar as análises de um medicamento chamado aducanumabe, desenvolvido pela pela empresa de biotecnologia americana Biogen, em parceria com a japonesa Eisai, que é anunciado como o primeiro remédio capaz de retardar o Alzhei­mer. A aprovação do medicamento pode sair em breve!

O aducanumabe se mostrou capaz de reduzir o declínio neurológico, melhorando em especial a memória, o sentido de orientação e a linguagem dos voluntários portadores da doença.

Além disso, também foram registrados benefícios nas atividades diárias, incluindo administração de finanças pessoais, realização de tarefas domésticas como limpar, fazer compras e lavar roupa.

A terapia, que consiste em uma infusão mensal, foi desenvolvida para pacientes nos estágios iniciais de Alzhei­mer. A conclusão da análise do órgão regulatório está prevista para o início de 2021.

De acordo com um relatório publicado recentemente pela FDA, a Biogen apresentou evidências “excepcionalmente persuasivas” de que seu medicamento experimental é eficaz, o que aumenta as possibilidades de uma aprovação rápida.

Um painel de especialistas, entretanto, fez recomendações para que a FDA não aprovasse o medicamento, alegando falta de estudos que comprovem sua eficácia. A possibilidade de negativa deflagrou rápida reação de grupos de pacientes que temem atrasos.

Todavia, o novo remédio pertence a uma das novas e promissoras classes de substância, chamada de anticorpo monoclonal, que imita o funcionamento das células de defesa do organismo humano.

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Redação Conti Outra, com informações do Guia da Farmácia.
Foto destacada: Reprodução.

Girafa órfã se aconchega no ombro de um de seus tratadores após perder sua família.

Girafa órfã se aconchega no ombro de um de seus tratadores após perder sua família.

Capturada pelo fotógrafo Ari Vitale no Quênia, a imagem retrata delicadamente a dura realidade das girafas reticuladas na África: devido ao desmatamento e à caça furtiva, o número de indivíduos dessa espécie caiu 40% desde o final de os anos 80.

Embora a consciência de cuidar do meio ambiente e dos seres vivos já esteja cada vez mais difundida pelo planeta, ainda temos que sofrer com a presença de caçadores e indústrias que atacam o meio ambiente, destroem habitats e sacrificam espécies para atingir seus objetivos e fins extrativistas.

Por esta razão, muitas espécies de animais estão tendo sua sobrevivência ameaçada neste planeta e há cada vez menos espaços onde podem transitar e habitar com segurança.
Na África, especificamente no santuário natural Sarara Camp, localizado na fronteira norte do Quênia, o fotógrafo americano Ami Vitale retratou um momento que poderia ser descrito como terno e triste ao mesmo tempo.

A imagem, publicada no Instagram da National Geographic – onde Vitale é fotógrafo colaborador – mostra uma girafa reticulada (ou girafa somaliana) recebendo um abraço e carinho de Lekupania, um dos zeladores do santuário. Enquanto isso, o animal “envolve” o homem com seu pescoço comprido, como se ele precisasse do abraço.

contioutra.com - Girafa órfã se aconchega no ombro de um de seus tratadores após perder sua família.
Ami Vitale

A publicação também explica que esta girafa, órfã de pai e mãe devido ao extermínio, foi reabilitada e voltou ao seu habitat natural, como vários de seus colegas no passado. No entanto, agora as girafas reticuladas estão passando por um momento difícil, que muitos denominaram de “extinção silenciosa”.

A população de girafas na África está sofrendo um declínio progressivo ao longo do tempo: relatos dizem que nos últimos 40 anos, o número de girafas caiu 40%, de 155.000 no final dos anos 1980 para menos de 10.000 hoje em dia. Como mencionamos no início, as principais causas desse declínio são a perda de seu habitat natural, fragmentação e caça furtiva.

contioutra.com - Girafa órfã se aconchega no ombro de um de seus tratadores após perder sua família.
Fight of two giraffes. Africa. Kenya. Samburu national park.

Essa situação ocorre muito longe daqui, em outro continente até, mas na América Latina também estamos experimentando esses extermínios de nossas espécies endêmicas: felinos, pássaros e uma longa lista de animais que veem seu mundo cada vez menor.

E embora esta matéria não vá fazer com que haja menos caçadores ilegais no mundo, ou impedir que as indústrias parem de desmatar, temos o interesse em dizer que estamos cientes do assunto e que nossa missão é estender a informação a todos vocês. A mudança é agora!

Com informações de UPSOCL

Pesquisa atesta que vacina contra câncer é eficaz em 100% dos testes

Pesquisa atesta que vacina contra câncer é eficaz em 100% dos testes
Leucemia infantil cada vez mais perto da cura

Pesquisadores do Harvard’s Wyss Institute são os responsáveis por um novo tratamento contra o câncer que une a efetividade da quimioterapia, sem no entanto danificar as células saudáveis do corpo, e a eficácia de longo prazo da imunoterapia. A vacina contra o câncer baseada em biomaterial foi apresentada em um estudo publicado na Nature Communications.

De acordo com a publicação, 100% dos voluntários com câncer de mama triplo-negativo que receberam a vacina em laboratório sobreviveram. “Esse tipo de câncer não estimula respostas fortes do sistema imunológico, e as imunoterapias existentes não conseguiram tratá-lo”, explica o coautor do artigo, Hua Wang.

A partir do novo tratamento desenvolvido pelos cientistas, a quimioterapia produz um grande número de fragmentos de células cancerosas mortas que o sistema imunológico pode usar para gerar uma resposta específica para aquele caso. Os pesquisadores ainda adicionaram à vacina fitas de DNA sintético que melhoram ainda mais a resposta imunológica e impedem que células cancerosas de se escondam do tratamento.

“Um dos fatores limitantes críticos no desenvolvimento de vacinas contra o câncer é a seleção de antígenos associados ao tumor, porque atualmente temos apenas uma biblioteca muito pequena de antígenos conhecidos para algumas linhas de células tumorais específicas”, afirma outro pesquisador envolvido no estudo, Alex Najibi.

Os cientistas ainda estão explorando a combinação de quimioterapia com vacinas contra o câncer e tem a expectativa de melhorar sua eficácia antitumoral para outros tumores de difícil tratamento. Os responsáveis pela vacina também esperam que mais estudos permitam compreender e otimizar o sistema, de maneira que possa ser testado em pacientes humanos.

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Redação Conti Outra, com informações de Olhar Digital.
Foto destacada: Reprodução.

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