Cachorrinho deita-se a contemplar a chuva a cair em pleno temporal e acaba por viralizar nas redes sociais

Cachorrinho deita-se a contemplar a chuva a cair em pleno temporal e acaba por viralizar nas redes sociais

Enquanto muitos odeiam a chuva, há também vários que a esperam ansiosamente. E cuidado que não só os humanos, mas também os animais … embora certamente eles sejam apenas aqueles que têm uma casa e uma família que os abrigue, porque os que vivem na rua acabam molhados e a tentar resistir ao frio.

O dono deste cachorrinho nunca imaginou que este amava a chuva, mas quando finalmente choveu, ficou mais do que claro.

O cão pediu para sair e em vez de brincar e enlouquecer como muitos fariam, ele se colocou sob um teto para observar como as gotas caíam no chão. Mas ele não ficou observando em nenhuma posição típica, ele se inclinou para trás e até cruzou as pernas, ficando totalmente relaxado.

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Vendo aquela cena engraçada – um cachorrinho contemplando a chuva – o seu dono imediatamente pegou no seu telefone e registou o que estava a acontecer, tornando o seu animal de estimação famoso por ter aquele comportamento estranho e curioso.

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Assim que o vídeo foi postado nas redes sociais, ele recebeu muitas reações e comentários sobre a atitude do cachorro e já foi compartilhado mais de 122 mil vezes.

Traduzido e adaptado pela equipa de Sábias Palavras

Fonte original: Upsocl

Não desperdice seu tempo, seu dinheiro, seu amor

Não desperdice seu tempo, seu dinheiro, seu amor

Tempo é artigo de luxo, item de colecionador. Estamos cada vez mais atarefados e assoberbados, lotados de compromissos que não têm nada a ver com lazer. Reuniões com gente que não é amiga, encontros com gente que não gosta da gente, atendimento de pessoas que nem olham na nossa cara, sempre com prazos gritando às nossas portas. Ou seja: não desperdice o que lhe resta, sem ser compromisso, com o que não traz retorno prazeroso.

Não desperdice seu tempo. É muito triste olhar para trás e perceber que gastamos energia com coisas inúteis, com gente sem graça, em ambientes sem afeto, sem sorrisos, sem calor humano. Aproveitar o ócio, o não ter nada para fazer, é uma das melhores coisas que podemos fazer para colocar a cabeça, o corpo e os sentimentos em ordem. Não se culpe por não se obrigar a sair, a jantar fora, a passear, toda vez que tiver tempo livre, afinal, é terapêutico poder assistir a um seriado sem se preocupar com a vida lá fora.

Não desperdice seu dinheiro. É preciso ter em mente que as pessoas, no geral, aumentaram o seu tempo de vida. Lá na frente, na velhice, provavelmente precisaremos de medicações, de planos médicos, de complementações à aposentadoria que mingua, ou seja, poupar é preciso, para que nossa dignidade nos acompanhe até a nossa partida. Não se trata de se tornar um usurário, privando-se de todo e de qualquer gasto com futilidades, mas de conseguir deixar de gastar dinheiro com qualquer desejo que se tiver.

Não desperdice afeto, amor. Não desperdice sentimentos com qualquer um, nem se doe além da conta com quem não retorna. Não compartilhe o seu melhor com quem faz mau uso de tudo o que toca. Não dispa a alma para quem desdenha de seu corpo, de seu jeito, de quem você é. Não se dedique a quem é ingrato, a quem não sabe agradecer, a quem quer sempre mais e mais, sem se importar com você. Não dê ouvidos a quem usa suas qualidades contra você, transformando-as em defeitos.

Erraremos, escolheremos equivocadamente, teremos decepções, muitas de nossas expectativas serão quebradas. Será tudo lição, tudo aprendizado. Caberá a nós aprender com cada dor, levantando-nos mais fortes e seguros, para que possamos aproveitar o melhor que a vida nos oferecer de forma completa, intensa, amorosa. Nos lugares certos, com as pessoas certas, com os sorrisos que forem sinceros. E sem desperdício. Economizar energia enriquece a alma. E isso é muito.

Photo by Radomir Jordanovic from Pexels

Não podemos nos tornar adultos demais

Não podemos nos tornar adultos demais

Não, nós não podemos nos tornar adultos demais
Não podemos abafar a nossa essência, que é a pureza de coração
Precisamos nos lembrar, sempre, da nossa criança
Ela ainda vive em nosso interior, basta olharmos para dentro
E reavivar a espontaneidade, a ingenuidade e a leveza que ela nos trás

Se formos puramente adultos, não seremos felizes
Se nos tornarmos tão somente pessoas responsáveis, corretas e sérias
Sufocaremos a alegria de viver
E a coisa toda não terá mais graça alguma

Não podemos, definitivamente, ficar restritos aos “valores do mundo”
Precisamos dar espaço, também, aos “valores da alma”
Que estão intimamente ligados à nossa criança
Pura, saudável, brincalhona
E, sobretudo, confiante no processo da vida

Ela não se preocupa com o que aconteceu
Nem com o que está por vir
Ela não fica pensando no que falta, nos perigos e nas mazelas do mundo
Nem com o que os outros vão pensar
Ela só quer aproveitar o momento ao máximo
E realmente se divertir

Já os adultos que esqueceram da sua criança são muito chatos
Sem graça, metódicos, temerosos, materialistas e, muitas vezes, maliciosos
Vivem correndo atrás de convenções sociais e culturais
Que nem sequer entendem, ou questionam
Eles não tem tempo para curtir e para saborear a vida

Para sobrevivermos dignamente nesse mundão de Deus
Precisamos manter, minimanente que seja, a expressão natural dos sentimentos
A comunicação expontânea, a livre manifestação
Precisamos, periodicamente, faxina o nosso coração
Esvaziá-lo de todos os lixos emocionais acumulados
Mandar embora as mágoas, as frustrações, as tristezas, as “adultices”
Para sobrar lugar para a simplicidade,
Para podemos voltar a brincar
E para termos uma emoção saudável, autêntica e leve
Deixando a nossa alma se manifestar
Em toda a sua grandeza
Em toda a sua pureza
E em toda a sua luz!

***

Redação CONTI outra. Com informações de Pexels

‘Klaus’: a melhor animação de Natal que você vai ver em 2019

‘Klaus’: a melhor animação de Natal que você vai ver em 2019

Dezembro chegou e é hora de entra na vibe natalina! Os filmes de natal já estão sendo destacados nas plataformas de streaming e muitos lançamentos apareceram para que possamos comemorar o natal da melhor maneira possível: assistindo um bom filme com toda a família! Esse é o caso da primeira animação original da Netflix, “Klaus” que entrou no catálogo no dia 8 de novembro.

A animação é dirigida pelo espanhol Sergio Pablos, criador da franquia ‘Meu Malvado Favorito’ e animador de produções da Disney no período de 1990 à 2000. ‘Klaus’, porém, está longe de ser uma das clássicas e tradicionais animações. Mesmo tendo um visual que remete às animações dos anos 1990, em sua trama, o filme aposta no novo, arriscando uma reinterpretação do mito do Papai Noel com uma cara mais “realista”, sem deixar a magia do natal de lado.

O filme conta a história de Jesper (Jason Schwartzman), filho mimado e preguiçoso do dono de uma empresa de correios que é mandado por seu pai para ser carteiro em Smeerensburg, uma remota ilha no Círculo Ártico, para dar-lhe mais responsabilidade.

Porém, chegando lá, Jesper encontra uma vila cinza e cheia de ódio, onde duas famílias rivais, os Krum e os Ellingboe, brigam durante séculos. Por conta disso, ninguém tem o menor interesse em mandar cartas. Prestes a desistir da profissão, ele encontra apoio na professora Alva (Rashida Jones) e no misterioso carpinteiro Klaus (J.K. Simmons), que vive sozinho em sua casa repleta de brinquedos feitos a mão.

Klaus é uma das boas surpresa do Natal de 2019. É um filme que diverte e emociona trazendo algo diferenciado, que foge dos clichês de filmes natalinos. A animação não subestima a inteligência das crianças e entretem os adultos. Perfeito para ver com a família reunida.

 

Com informações de HuffPostBrasil e AdoroCinema

Bebê albino é chamado de filho de Sugar Daddy e mãe decide promover conscientização sobre o albinismo

Bebê albino é chamado de filho de Sugar Daddy e mãe decide promover conscientização sobre o albinismo

Rockwell é um bebê que nasceu com albinismo, condição genética que interfere na pigmentação da pele, do cabelo e dos olhos. Depois que sua mãe postou nas redes sociais algumas fotos do filho, as pessoas começaram a fazer memes com sua imagem devido aos seus cabelos brancos.

Um dos memes mais compartilhados mostra uma foto de Rockwell junto de uma legenda que diz: “Quando se engravida de um Sugar Daddy”. O termo sugar daddy é usado para se referir a um homem mais velho que se relaciona com uma mulher mais jovem, oferecendo-lhe carros, viagens e outros luxos.

De acordo com informações do Metro, a mãe Patricia Williams ficou a princípio chocada com os comentários e até enviou mensagens criticando a ação das pessoas e pedindo que retirassem o meme do ar. Patricia, no entanto, não conseguiu impedir a propagação do meme.

Bastante incomodada com a situação, a mãe decidiu usar a “fama” do filho na internet para ajudar na conscientização sobre o albinismo. Patricia tem mais um filho com albinismo: Redd, de 7 anos. Segundo a mãe, quando Redd começou a frequentar a escola era sempre ridicularizado, devido a sua aparência.

Patricia conta que quando teve a conformação de que seu filho é albino ela ficou um pouco chocada. Sua principal preocupação era com o futuro do pequeno. Ela se perguntava se ele teria problemas com o sol ou mesmo se ficaria cego. Com o tempo, a mãe foi aprendendo a lidar com a condição de Redd, que lhe preparou para cuidar de Rockwell também.

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‘Nunca esperei que as fotos do meu filho se tornassem virais nas redes sociais. Depois que comecei a ganhar mais e mais seguidores, comecei a fazer muitas perguntas e percebi que o albinismo ainda é muito desconhecido para as pessoas”, disse Patricia ao Metro.

Ainda de acordo com a mãe, um dos mitos com relação ao albinismo que mais a incomoda é de relacioná-lo a uma doença mental. “Isso não tem nada a ver com o albinismo”, afirma.

Redação CONTI outra. Com informações de Revista Crescer.

Bebê albino é ridicularizado nas redes sociais (Foto: Reprodução: MDWfeatures / Patricia Williams)

Durma lagarta e acorde borboleta

Durma lagarta e acorde borboleta

Já notou que depois de algum tempo, de uma certa bagagem de vida e de muito amadurecimento emocional poucas coisas nos abalam? Enxergamos a vida diferente, conseguimos diferenciar o bem do mal e ficamos mais perceptíveis aos sinais. Mas, a verdade é que até chegar nesse nível foram muitas quedas e muitas feridas.

Vamos fazer uma comparação simples entre os ciclos que uma lagarta enfrenta até virar borboleta com a nossa vida. A transformação da borboleta acontece em quatro fases: o ovo, a larva, a pupa e o estágio adulto. Apenas após um ano de evolução é que a lagarta vira borboleta. Ela precisa estar adulta para se livrar do casulo e voar.

Assim somos nós! Não nascemos prontos para voar. Precisamos vivenciar algumas situações e aprender com elas para que nossas “asas” se desenvolvam. É preciso que haja paciência, sabedoria e amadurecimento emocional para que possamos ser verdadeiramente livres.

Inteligência emocional não é adquirida de forma rápida e objetiva. Engana-se quem acredita que a adquirimos da noite para o dia. Há tantas quedas no caminho da vida e tantas dificuldades que, até conseguirmos viver em paz com a nossa mente e os nossos valores, muitas feridas são abertas e muitos traumas superados. Mas, conseguimos! E quando isso acontece é libertador.

Ser seguro de si e maduro emocionalmente é um caminho sem volta. O que antes nos tirava o sono, hoje não faz nem cócegas. O que antes sugava nossa energia hoje nem nos abala. O que antes nos trazia incômodo hoje nem faz diferença.

A sociedade cobra um corpo perfeito, uma profissão de destaque e um comportamento impecável que nos distancia da nossa verdadeira essência. A cobrança é tanta que, muitas vezes, nos perdemos em quem somos, no que acreditamos e o que queremos para nossa vida e vivemos a mercê das opiniões e dos julgamentos alheios.

Quando percebemos passaram-se anos de infelicidade e de negação. Quer um conselho? Não permita que isso aconteça! Essas tentativas de denegrir sua imagem e provar que seu corpo e sua personalidade são imperfeitos foram criadas por uma sociedade que não conhece a sua história.

Não se sinta humilhado por pensar diferente dos demais. Não se sinta angustiado por não corresponder aos padrões impostos. Não se torture pelo que os outros pensam de você. Se foi preciso ser lagarta até aqui está na hora de virar borboleta e voar.

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Photo by Wesley Carvalho from Pexels

Arroz com ovo está entre os 30 melhores pratos em ranking da América Latina

Arroz com ovo está entre os 30 melhores pratos em ranking da América Latina

Um prato simples, mas amado por muitos, o bom e velho arroz com ovo é uma ótima pedida quando quando você está com preguiça de cozinhar algo mais elaborado, ou quando a geladeira está pobre de ingredientes. Ele serve a mesa do rico e do pobre e já é um clássico na alimentação do brasileiro. A novidade é que agora ele alcançou um status inimaginável.

O portal especializado em alimentação, TasteAtlas, colocou o nosso arroz com ovo na posição 30 do ranking dos 100 melhores pratos da América Latina. E o mais surpreendente é que este prato simples de origem chilena ficou à frente de favoritos óbvios como os tacos e os nachos mexicanos, e o vatapá e Feijoada brasileiros.

E, para aqueles que questionam os méritos do arroz com com ovo, o TasteAtlas deu a melhor resposta: “Este prato humilde era conhecido anteriormente como ‘comida ruim’, mas hoje é apreciado por pessoas de todas as classes socioeconômicas”.

O arroz com ovo é originário do Chile, mas também é bastante popular em outros países da da América do Sul, como Argentina, Caribe, e Brasil, é claro. Aqui se serve também com feijão e é igualmente delicioso.

Resta dizer que, da próxima vez que alguém torcer o nariz para o seu digno e delicioso prato de arroz com ovo, você pode dizer que está se deliciando com um dos 30 melhores pratos da América Latina.

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Redação CONTI outra. Com informações de upsocl

Imagem de Angelo Rosa por Pixabay

Síndrome da impostora

Síndrome da impostora

Você já se sentiu menos do que é? Você já pensou que tudo que conseguiu conquistar até agora foi por pura sorte e não pelo seu mérito, esforço e dedicação? Você tem medo de expor suas ideias, por falta de acreditar em suas capacidades? Você sempre acha que não vale tanto quanto aqueles que a admiram afirmam que você vale? Se você respondeu “sim” a algumas destas perguntas, ou pensou em outras similares para as quais também responderia “sim”, isso que você sente e que te joga para baixo tem nome: Síndrome da impostora.

Esta Síndrome pode acometer tanto mulheres quanto homens, mas é infinitamente mais comum no universo feminino. Uma pesquisa feita pela Hewlett Packard, a HP – Empresa especializada em eletroeletrônicos – por meio de uma pesquisa interna, constatou que os homens se arriscam a preencher uma vaga quando seus currículos atingem 60% dos requisitos exigidos para a mesma; já as mulheres, só se candidatam quando entendem que suas qualificações beiram os 100%. E este é apenas um recorte, baseado na análise dos fatos em torno das questões profissionais.

Desde muito pequenas, as meninas são expostas a níveis de exigência mais altos, em uma diversidade maior de setores. As dinâmicas familiares ainda funcionam em torno de uma crença de que os meninos podem e devem ser criados com mais liberdade, mais soltos e menos cerceados por regras e limites sociais. É muito comum, mesmo hoje em dia, que apenas as meninas sejam incluídas nas tarefas domésticas, por exemplo; ou que mantenham suas coisas, seus quartos, seus brinquedos e materiais escolares sempre organizados; ou ainda, que observem com muito cuidado a adequação de seus comportamentos em público. Este descompasso entre a educação de meninos e meninas, traz para as garotas um peso muito maior nas costas; peso este que, mais tarde, pode se converter em posturas muito rígidas e perfeccionistas ou, ao contrário, gerar tanta insegurança que as meninas crescem acreditando que por mais que se esforcem, nunca atenderam o padrão exigido; e assim, acabem por nem se arriscar em inúmeras situações por puro medo de fracassar.

Há casos de meninas que são tão dedicadas aos estudos, tão exigentes com suas performances acadêmicas que acabam por não desenvolver recursos sociais; terminam os estudos com pouquíssimas ferramentas adaptativas para lidar com críticas, elogios, interação com o outro e, até mesmo capacidade de analisar-se enquanto ser humano social. No outro extremo, há aquelas que, por não conseguirem se destacar positivamente nos estudos, acabam virando a “popular” da classe, ou a “engraçada”, a “descolada”, aquela que tem mais “jeito de menino” e, por isso carrega um fardo enorme vida afora de ser sempre a que anima a festa, ri das próprias desgraças e nunca fica triste ou desanimada.

No aspecto familiar, mesmo que estejamos vivendo os tempos do EMPODERAMENTO FEMININO, ainda é a mulher que carrega nas costas a maior parte das responsabilidades com a organização da casa, a administração da família e a criação dos filhos; além de ser parte fundamental na composição da renda familiar para garantir o sustento de todos. E, não podemos deixar de considerar as “mães solo” desde o início do projeto de ter um filho, ou as que se tornaram solo, com a saída do companheiro ou companheira da relação.

Essa sobrecarga de expectativas ainda vem acompanhada de uma crença cruel e antiga de que: “mulher é mais forte”; “mulher é guerreira”; “mulher dá conta de tudo, com um sorriso nos lábios”; rotulam-nos como se fôssemos deusas, quando temos todo o direito do mundo de sermos humanas, seres em conflito eterno, cheias de virtudes, falhas, defeitos, coragens, medos, racionalidade e emoção.

Precisamos começar a rejeitar essa capinha fake de super-heroína, porque ela é mais um instrumento de opressão do que de poder. Precisamos iniciar um processo de auto amor e auto acolhimento, para sermos capazes de enxergar o quanto demos duro para chegar até aqui. O quanto tivemos de abrir mão de confortos e lugares estáveis, para nos arriscarmos para fora da bolha de “mulherzinha” onde nos colaram durante séculos de supremacia masculina. Precisamos valorizar cada passo do nosso caminho, porque não foi sorte, não foi estar no lugar certo e na hora certa, foi mérito mesmo! Mérito que alcançamos com o suor do nosso corpo e o perfume da nossa alma linda e feminina!

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Texto inspirado no Podcast “Elas com Elas – Rádio Bandnews FM. Organizado e apresentado por Gabriela Mayer e com a participação das convidadas Elisangela Ferreira da Silva, Camila Fremder e Natália Leão.

Imagem de capa meramente ilustrativa: cena do filme “O Diabo Veste Prada”

A generosidade é uma das mais belas virtudes do ser humano

A generosidade é uma das mais belas virtudes do ser humano
Papa Francisco

Hoje, há muita dificuldade em ver o outro como alguém confiável, uma vez que a competitividade adentrou todos os setores de nossas vidas. A concorrência estende-se do mercado de trabalho até as relações interpessoais, prejudicando as interações humanas e o afeto que deveria estar ali contido.

Numa sociedade que alimenta a supervalorização do status, atrelado ao que se compra e se tem, em detrimento do que se é, os sentimentos acabam ficando de lado, uma vez que não mais importam. Há um jogo de interesses em que o outro se torna interessante, à medida que é capaz de atender aos quesitos materiais que predominam na sociedade. A beleza virou cartão de visita, o poder de compra virou qualidade indispensável, a popularidade social e a virtual viraram sinônimos de sucesso.

Nesse contexto, importa mais o que se tem a oferecer em termos de conforto material do que o que se tem a oferecer em termos de afeto verdadeiro. Mentiras convenientes são mais valorizadas do que verdades desagradáveis. O eu é dominante na forma como se vive, ou seja, o que o outro sente parece pouco relevante e isso acaba prejudicando os relacionamentos entre as pessoas, tornando-nos cada vez mais frios e distantes uns dos outros, embora tão perto.

Eis um dos motivos de as pessoas terem medo de compartilhar conhecimento, de dividir o que sabem, de demonstrar sentimentos, uma vez que aquilo tudo pode vir a ser usado da pior forma possível por quem recebeu. O outro pode puxar o tapete, revelar segredos, roubar um namorado, difamar, distorcer, trair. O outro pode ser quem mente, quem usa, quem pouco se importa com os sentimentos alheios.

Ainda assim, apesar da necessidade de cautela, olhar o outro em suas necessidades e ajudá-lo, contribuindo para que ele cresça e melhore, nunca será em vão. O bem que fizermos sempre ficará na gente, ou seja, o que o outro resolver fazer com aquilo não será da nossa conta. Se o outro usar de nossa solicitude de uma forma improvável e traiçoeira, o erro será dele, ficará nele, não na gente.

Não é à toa que sou fã de pessoas que dividem o pão, o amor, o conhecimento. Que ajudam os colegas de trabalho, os amigos, os desconhecidos. Que transmitem o que sabem, sem medo da competitividade. A generosidade é uma das mais belas virtudes do ser humano.

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Texto publicado originalmente em Prof Marcel Camargo

Jovem que fez ‘perna caseira’ com R$ 40 ganha prótese original

Jovem que fez ‘perna caseira’ com R$ 40 ganha prótese original

Um jovem do Pará viajou mais de 2,5 mil quilômetros até o interior de São Paulo para receber uma prótese da perna esquerda de presente.

Um empresário de Sorocaba (SP) se comoveu com a história de Marcos de Oliveira Moraes, de 23 anos, depois de ver um vídeo na internet em que ele conta que fez uma “perna caseira”. Nas imagens o rapaz explica que usou cano de PVC e banco de bicicleta e gastou R$ 40.

O jovem, que era estudante de gestão ambiental, conta que chegou a comprar uma prótese no valor de R$ 5 mil em Boa Vista (RO). Mas o molde deu problema e a empresa se recusou a prestar assistência, segundo ele.

Marcos diz que viu quando a prótese foi feita e aproveitou o conhecimento adquirido para construir seu próprio modelo com materiais reutilizáveis.

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Jovem veio do Pará para ganhar prótese de empresário de Sorocaba (SP) — Foto: Marília Moraes/G1

O vídeo feito por uma amiga em que mostra ele contando sobre a prótese foi parar nas redes sociais e viralizou em poucos dias. Em apenas uma das postagens feita em uma página do Facebook, o vídeo tinha mais de 100 mil visualizações em poucos dias.

“Me surpreendi com a repercussão. Uma amiga postou o vídeo, eu nem sabia. Estou usando essa prótese caseira há três semanas e fiquei surpreso quando me chamaram para vir até Sorocaba”, diz Marcos na loja.

De acordo com o empresário Nelson Nolé, o jovem precisou ir até Sorocaba para fazer o molde. Nos próximos dias, Marcos vai receber a prótese e passar por um período de adaptação.

O responsável pela empresa reforçou que, mesmo com a distância, vai prestar toda assistência necessária para que o Marcos tenha uma boa qualidade de vida com a prótese.

 

Com informações de G1

Personagens do filme E.T se reúnem em emocionante comercial de Natal; assista!

Personagens do filme E.T se reúnem em emocionante comercial de Natal; assista!

É impossível pensar em cinema e infância sem lembrar do clássico oitentista ‘ET: O Extraterrestre’, do diretor Steven Spielberg. O filme marcou muitas gerações desde o seu lançamento, em 1982, e chega em 2019 mais aclamado do que nunca. Isso porque um comercial de TV trouxe os inesquecíveis personagens do filme de volta e com isso gerou imensa comoção entre crianças, jovens e adultos. Teve adulto se acabando de chorar!

Quem teve a ideia de promover o reencontro entre Elliot e seu melhor amigo do outro mundo foi a empresa de telecomunicações americana Xfinity, que queria causar impacto com o seu comercial de fim de ano. Nem precisa dizer que a empresa atingiu seu objetivo com êxito, não é mesmo?

No filme de 1982, os dois melhores amigos se separam no final quando o E.T. precisa retornar para seu planeta de origem. Já no comercial, eles se reúnem após 37 anos longe e E.T. conhece os filhos e esposa de Elliot, mais uma vez interpretado pelo ator Henry Thomas. Depois da emoção inicial, os humanos mostram para o alienígena todas as inovações tecnológicas da Terra desde sua última passagem por aqui.

O comercial ainda reproduz a recria a famosa cena da bicicleta do filme original, desta vez com os filhos de Elliot.

Diante disso tudo, só resta dizer te aconselhar a dar o play no vídeo e se emocionar!

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Redação CONTI outra. Com informações de Exitoína

Ela abandonou o seu emprego para pintar as ondas do mar.

Ela abandonou o seu emprego para pintar as ondas do mar.

Não é preciso muita análise para perceber que o talento dessa mulher é extraordinário. Com muita precisão, seus desenhos são hiper-realistas, cheio de cores e com ondas que transcendem a tela.

Para isso, ela teve que tomar uma decisão que mudaria sua vida, deixou seu emprego diário e correu o risco de não ter um salário fixo.

“No começo, eu estava com muito medo, era uma mudança à qual não estava acostumada, mas para avançar como artista tive que deixar algo para trás.” Foi assim que a incomparável artista, Bethany Moffat teve coragem e desistiu de seu emprego para viver de sua arte.

Seis meses foram necessários para Bethany completar sua primeira pintura, que recebeu o nome de “Fazendo ondas”, dedicada ao seu fascínio pelo oceano. Isso porque ela morava perto do mar e sempre teve medo das águas profundas, mas também possuía admiração e curiosidade por essa imensidão azul.

 

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“O tempo que levei pode parecer muito, mas quando você olha atentamente todos os detalhes entende que é necessário.”, de acordo com Moffat, sua pintura era um processo meticuloso, algo mais do que apenas o mar.

“Crescendo junto ao mar, senti tanto medo das águas profundas quanto admirei a beleza de sua criação. Existe um poder curativo no ar salgado do oceano. Eu sempre serei fascinada por como o mar pode ser tão assustador e tumultuado, mas lindo ao mesmo tempo.” -Bethany Moffat

Cada pincelada era um pedaço de sua vida que se refletia no trabalho, nas lembranças e nos anseios de uma jovem que ama a brisa do mar.

É por isso que ela deu à obra esse tom profundo, juntamente com as sombras realistas que foram feitas com lápis. É o resultado de muito esforço, concentrado no que ela queria representar.

 

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Imagens @beth.moffat

Gato que tinha duas casas, dois nomes e duas donas é desmascarado

Gato que tinha duas casas, dois nomes e duas donas é desmascarado

Pixi é um lindo gato de pelagem cinza que chegou ainda filhote à casa de Mary Lore Barra, no México. Mas Pixi também atende por Huarache quando está na sua segunda casa, sendo mimado pela sua segunda dona. Esta é uma impressionante história sobre um felino que é mestre na arte da enganação.

O felino foi acolhido por Mary há cerca de dois anos, quando ainda era um doce filhotinho lutando para sobreviver. Como amante dos animais, ela o adotou e lhe deu tudo o que um gato poderia querer: conforto, comida e carinho.

Mas Pixi não demorou a revelar sua natureza aventureira. Logo ele começou a pôr as garrinhas de fora, indo e vindo da casa de Mary quando bem entendesse. E foi justamente após uma dessas viagens que começaram as suspeitas sobre a vida dupla do bichano.

Pixi voltou com uma coleira que Mary nunca tinha visto, além de estar visivelmente mais gordo. Então ela se decidiu a desmascarar o gato falsário e armou um plano.

Mary escreveu um pequeno bilhete na coleira do gato. “Meu nome é Pixi, o gato. Eu acho que tenho duas casas haha”

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E assim o gato saiu pelo seu passeio costumeiro carregando o bilhete da sua dona número 1, sem saber que a casa para ele começava a cair.

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Quando ele voltou, tinha um segundo bilhete. “Aqui ele se chama Huarache. Parece mesmo que ele tem duas casas haha. Saudações!”

Apesar de desmascarado, pouca coisa mudou na vida de Pixi, como contou Mary para uma matéria do site The Dodo, em 24 de outubro. “Eu disse a ele: ‘Conheço seu segredo'”, afirmou ela.

As duas famílias agora compartilham mensagens e avisam quando levam Pixi/Huarache para o veterinário. E provavelmente diminuíram a quantidade de comida para o bichano.

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Redação CONTI outra.Com informações de R7

Walt Disney World: um sonho para viajar com a família

Walt Disney World: um sonho para viajar com a família

Não há pessoa que não queira voltar a se sentir criança, e em Walt DisneyWorld isso é possível. Viajar com a família e fazer realidade o sonho de todos será uma experiência inesquecível. Mas para isso acontecer, é necessário se organizar e checar vôos, hospedagem, ticket e também o transporte para se locomover por lá.

Os parques da Walt Disney World são muito atraentes, pois há muitas atividades para fazer neles, além da possibilidade de conhecer as personagens que foram responsáveis por muitas alegrias na infância dos adultos e são ainda na vida das crianças. Por isso, é muito importante adquirir o ticket correspondente a cada parque que quiser visitar com suficiente antecedência, para não perder tempo no destino.

A alegria de poder fazer essa viagem com os filhos se traduz na adrenalina para poder organizar essa viagem. São muitos detalhes para prestar atenção, porque Walt Disney World oferece muita coisa e é necessário escolher, dependendo da quantidade de dias e da idade das crianças.

Magic Kingdom Park, Epcot, Animal Kingdom e Hollywood Studios são os parques para visitar, curtir e se divertir. É necessário ganhar tempo e procurar o ticket para cada um deles, mas planejando muito bem quando você vai viajar e por quantos dias, para tirar proveito de cada instante nesse destino.

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Dicas para curtir a viagem para Walt Disney World

Não há nada melhor do que viajar com tudo muito bem organizado, para que nenhum imprevisto possa estragar a viagem. Não esqueça:

• Tentar evitar viajar durante a temporada alta = em Disney, a temporada alta está dividida por períodos: de março até abril, o verão (de maio até inicio de agosto), Semana Santa, Páscoa, Natal e o Réveillon. Durante esses períodos os parques se enchem de visitantes do mundo todo e, por isso, as filas para tudo são imensas e a espera para curtir as atrações é enorme!
• Aplicativo “M y Disney Experience” = ter esse aplicativo no celular antes da viagem, para poder usar os Fast Pass já no destino. Isso é fundamental, mais ainda se a viagem é feita com crianças pequenas, porque o Fast Pass é um sistema gratuito da Disney que indica a demora em cada atração, para poder agendar um turno e só ficar 5 minutos na fila.
• Levar água na mochila = com crianças mais ainda! O ideal é levar algumas garrafinhas na mochila, que poderão encher com água nos bebedouros que há no parque e que são gratuitos.

Os parques são:

• Visitar o Magic Kingdom Park = nesse parque fica o famoso castelo de Cinderela. Se a viagem for por poucos dias ou se você só pode visitar um único parque com os seus filhos, deve escolher este parque. Acontece que aqui estão todos os personagens de Disney e as crianças irão amar esse contato. Além disso, todas as noites há um show de 20 minutos de fogos de artifício e um desfile das personagens.
• Disney’s Animal Kingdom = neste parque os animais são os protagonistas. Há muitos jogos para todas as idades, além da famosa árvore da vida. Todos irão se sentir como em um safári na África.
• Epcot = neste parque há dois sectores bem diferentes: uma parte é futurista, com atrações 3D e muita tecnologia; a outra possui pavilhões reproduzindo a cultura, gastronomia e arquitetura de vários países. Este parque não é aconselhável para menores de 8 anos, por possuir poucos jogos para eles.
• Disney’s Hollywood Studios = este parque permite que todos se sintam dentro de filmes de Hollywood, como Avatar ou Star Wars. Há dois jogos muito disputados: o elevador do terror em queda livre e a montanha russa dentro da guitarra de Aerosmith!

INDICADOS