Vaga-lumes entram para a lista de espécies em extinção, revela estudo

Vaga-lumes entram para a lista de espécies em extinção, revela estudo

Os vagalumes são insetos conhecidos por emitir luz através de reações químicas internas em um processo chamado de bioluminescência, com o intuito de atrair parceiros e se reproduzir. O ritual é um dos mais belos espetáculos da natureza e já virou atração turística em países como Japão, China e Malásia. Entretanto, esses espetáculo podem estar ameaçados. De acordo com um estudo recente, essas magníficas espécies de insetos estão sob risco de extinção.

Não há como medir o tamanho das populações de todas as espécies de vaga-lumes pelo mundo, porém algumas bastante estudadas, como o vaga-lume europeu comum (Lampyris noctiluca), vêm diminuindo mais a cada ano, fato que colocou especialistas em estado de alerta.

A preocupação com essa espécie de insetos não é de hoje. Estudos anteriores já haviam sinalizado esse cenário, com até 41% de espécies de insetos enfrentando sérios riscos de extinção. O novo estudo, entretanto, focou especialmente nas ameaças a diferentes espécies de vaga-lumes – algo inédito até então.

Segundo o estudo, o risco de extinção dos bichos se deve, principalmente, a três fatores:

– Perda de habitat: Algumas espécies de vaga-lumes precisam de condições específicas para completar seus ciclos de vida. Pteroptyx tener, uma espécie de vaga-lume encontrada na Malásia, por exemplo, está sob sério risco porque é adaptada ao manguezal do país. Nas últimas décadas, os mangues malasianos vêm sendo substituídos por plantações de óleo de palma.

– Poluição luminosa: As luzes artificiais afetam os ritmos de diversos animais (incluindo os próprios humanos), mas elas são especialmente danosas para os vaga-lumes, que utilizam suas próprias luzes para atrair parceiros. Em um mundo onde pelo menos 23% da superfície é constantemente iluminada, esse processo fica mais difícil para os animais.

– Inseticidas: Grande parte dos vaga-lumes passa por estágios larvais, em que ficam enterrados ou debaixo da água por até dois anos enquanto se desenvolvem. É justamente nesse período que os insetos estão mais vulneráveis a inseticidas como neonicotinóides ou organofosfato – que são usados para matar pestes, mas que podem acabar afetando também insetos benéficos, incluindo os vaga-lumes.

Para lidar com o problema, os cientistas e ativistas vêm pensando em estratégias para preservar esses insetos tão únicos.

“Nosso objetivo é disponibilizar esse conhecimento para donos de terras, para quem cria políticas públicas e para fãs de vaga-lume em todo o mundo”, diz Sonny Wong, da Sociedade Natural da Malásia e coautor do novo artigo. “Queremos manter os vaga-lumes iluminando nossas noites por muito, muito tempo”.

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Redação Conti outra. Com informações de Super Abril

“Desafio da rasteira, moda entre os adolescentes, pode ser fatal”

“Desafio da rasteira, moda entre os adolescentes, pode ser fatal”

Vem pipocando na internet nos últimos dias um número incontável de vídeos retratando um novo desafio chamado ‘quebra crânio’, que parece ter virado moda entre os adolescentes. A ‘brincadeira’, entretanto, não tem nada de inofensivo. Especialistas alertam que a prática pode causar lesões irreversíveis e até levar a óbito, como o foi o caso da menina Emanuela Medeiros, que sofreu traumatismo craniano depois de ser submetida ao desafio.

Um desses vídeos que circulam na web foi gravado há pouco mais de uma semana em um colégio de Caracas, na Venezuela, e rapidamente viralizou nas redes sociais. Nas imagens, um menino é derrubado e bate violentamente com a cabeça no chão. Em outro vídeo chocante, aparentemente gravado no Brasil, a pessoa que cai fica desacordada. Há ainda um terceiro que mostra um adolescente supostamente fraturando o braço quando cai, enquanto alguns de seus colegas riem.

O ortopedista pediátrico Nei Botter Montenegro, do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital das Clínicas da FMUSP, e vice-presidente do Departamento de Ortopedia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SP-SP), explica que há uma defesa instintiva do corpo que, quando uma pessoa cai de costas, ela tentar colocar as mãos no solo. “Nesse caso, uma das consequências é, justamente cair com a palma da mão no chão, ou seja, cair sobre as mãos, e sofrer uma fratura no punho, principalmente na região próxima à placa de crescimento. Dependendo do caso, essa fratura pode necessitar de tratamento cirúrgico”.

De acordo com o especialista, nos casos em que a pessoa não consegue fazer esse amortecimento com as mãos, a queda sobre as costas ou com a cabeça pode gerar um trauma na coluna ou no crânio. “Apesar de a altura não ser grande, a queda pode levar a uma fratura na coluna, principalmente lombar ou torácica. Se a força for maior, pode resultar em um trauma de crânio, com consequências mais imprevisíveis, ou, ainda, um trauma na coluna cervical, que seria, evidentemente, pior”, afirmou. “A prevenção quanto a isso é informar crianças e adolescentes sobre os riscos de lesões graves, pedindo para que eles não participem dessas brincadeiras”, finalizou.

Para a psicóloga e terapeuta de família Mara Lúcia Rossato, é importante conversar com os adolescentes sobre os perigos da atitude, além de estimular neles a capacidade de empatia, ou seja, de conseguir se colocar no lugar do outro ainda nos primeiros anos de vida. Isso porque este ensinamento inclui a noção de respeito pelo corpo e espaço do outro, dentro de um contexto no qual a integridade física é fundamental.

Marcelo Porto, diretor da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, afirma que a brincadeira pode causar fraturas no braço, no antebraço, nas mãos e no punho, que podem ser leves ou causar um comprometimento para a vida futura se o osso da base do polegar se romper, por exemplo. Os casos mais graves são fratura de crânio, que podem causar hemorragias e levar a óbito, cegueira e fratura da cervical, que pode deixar a pessoa tetraplégica ou ser fatal.

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Redação CONTi outra. Com informações de Portal Raízes

“O Pequeno Príncipe” ganha sua primeira versão em Braille

“O Pequeno Príncipe” ganha sua primeira versão em Braille

O clássico juvenil foi lançado em 1943 e agora, após mais de 70 anos de seu lançamento, o famoso livro “O Pequeno Príncipe” ganhou sua primeira versão em braile.

O responsável pela transcrição foi o artista Claude Garrandes, que é cego e com o apoio da Fundação da Juventude Antoine de Saint-Exupéry permitiu a todos ter a chance de ler esse livro cativante.

“O Pequeno Príncipe” faz parte da infância de muitas crianças e, portanto sua versão para deficientes visuais é mais um passo para a inclusão!

De todas as obras literárias no mundo, apenas 5% (em países desenvolvidos) são transcritas para braile, sendo nos países subdesenvolvidos apenas 1%. Essa informação vem da União Mundial de Cegos (WBU) que representa cerca de 253 milhões de pessoas com deficiência visual em mais de 190 países.

O braille permite que pessoas cegas sejam alfabetizadas e se tornem mais independentes e autônomas. A leitura com os dedos possibilita ler embalagens dos mais diversos produtos, como também placas e botões de elevadores, lhes proporcionando também mais segurança e conforto.

Composto por 63 sinais, o braille é gravado em relevo em duas filas verticais, com 3 pontos cada uma. Lê-se pelas pontas dos dedos da esquerda para a direita.

Segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem mais de 6,5 milhões de deficientes visuais no Brasil, sendo 582 mil cegos e 6 milhões com visão parcial.

 

Com informações de Ideias Nutritivas

O seu amor tem que ser também o seu melhor amigo

O seu amor tem que ser também o seu melhor amigo

As pessoas querem amar, aguardam o amor de suas vidas, o amor que acompanhará o seu coração. Mas amar não é tudo, amar é o princípio. Não basta encontrar o amor, temos que fazer o amor dar certo. Regar, cuidar, importar-se, reciprocidade: sem isso, sentimento bom não fica.

As pessoas acabam perdendo-se entre si, perdendo umas às outras, sem perceber, aos poucos, gradativamente. Não é de repente que o amor nasce ou morre, a gente vai perdendo as pessoas nos detalhes, no que falta, no que deixa de ser, no que se distrai onde não podia, onde nunca deveria.

As pessoas deixam de perguntar, de olhar nos olhos, de dar as mãos. Deixam de deitar juntinho, abraçadinho, de dormir de conchinha. Deixam de rir das bobagens, deixam de rir de si mesmas. Deixam de mandar mensagens, de deixar bilhetinhos, de lembrar os momentos, de relembrar as lutas.

Muitos casais permitem que a loucura do mundo lá fora entre em seus lares, em suas vidas íntimas. Muitos casais levam para suas casas toda frustração e toda raiva que não tem nada a ver com quem espera o seu retorno. Muitos casais se distraem demais, não percebendo o corte de cabelo, a unha pintada, o elogio descompromissado, o beijo roubado, a dança da valsa.

E vão se afastando. E vão se anulando e praguejando e xingando e se lamentando. E vão criticando, menosprezando, diminuindo, sendo irônicos. Tratamento que não se faz, não se faz com quem ama, não se faz com ninguém. E cresce o abismo afetivo, distanciando os pares a uma distância perigosa, letal.

Casais que se destratam, que se maltratam. Casais que se ignoram, que mal se cumprimentam. Casais que se separam, mesmo juntos, numa solidão acompanhada que corrói mais a alma do que a solidão por si só. Ruim não é estar sozinho, mas sim acompanhado e, mesmo assim, sentir-se sozinho. Ruim não é amar, é não se dispor a amar, não querer nem aprender a amar.

Tesão não basta, atração não basta, amor sem tempero não basta. O seu amor tem que ser também o seu melhor amigo. O sex0 um dia acaba, a beleza vai embora e o que restarão serão as conversas, a cumplicidade, a lealdade, o comprometimento.

Amor bom é amor amigo, porque os laços afetivos que a amizade constrói resistem à passagem do tempo, à velhice, à doença, enfim, a tudo o que a vida traz, na tempestade e na bonança. E é assim que o amor fica.
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Imagem: Imagem: AstroStar/shutterstock
Texto publicado originalmente em Prof Marcel Camargo

Aos amores parceiros: do litrão no bar até a viagem dos sonhos

Aos amores parceiros: do litrão no bar até a viagem dos sonhos

Você pode procurar ou esperar o amor acontecer na sua vida, mas não importa como ele chegue, se não for parceiro, mas parceiro mesmo, do tipo que encara os perrengues até os planos que fizeram juntos se realizarem, então nem adianta pensar muito: amor não é.

Às vezes a gente confunde amores com relacionamentos passagens. Relacionamentos passagens nos pegam de jeito, sacodem a nossa rotina e tudo mais, mas na hora do vamos ver, na hora do preciso de você comigo, bom, sabemos o que acontencem com eles. Daí você termina se culpando, ouvindo playlists melancólicas e achando que perdeu o amor da sua vida. Você ganhou é uma oportunidade de encontrar algum amor que valha a pena nesse mundo doído que vivemos.

Eu estou te contando isso com conhecimento de causa e coração. Amor parceiro, esse é o pote de ouro nada impossível de esbarrar. Porque ele fica sem problema. Ele fica porque quer e não pra jogar na sua cara depois. Ele não é romântico, mas recíproco na sua essência e atitude. Amores parceiros encaram o podrão na madrugada, tomam litrão no bar da esquina ou preferem comprar no mercado que sai mais barato. É o amor que curte com você até se cair uma chuva daquelas e ele atravessar a cidade pra te ver sem nem saber como vai voltar pra casa depois. É o amor que, além de sonhar e planejar com você, também corre atrás pra fazer acontecer ou pelo menos tentar realizar cada uma dessas loucuras e viagens que se conversa depois do sex0 ou quando vê algo na rua que faz lembrar você.

Amores parceiros não temem a verdade. Afinal, por que mentir? Por que esconder pensamentos se os sentimentos são tão gentis e sincronizados? Não faz sentido, né? Amores parceiros passam treze horas com você no hospital se for preciso. E sem reclamar ou te culpar por estar doente ou com algum outro problema. Amores parceiros incentivam, torcem, admiram e são os primeiros a te parabenizar quando você conquista uma vitória. E se for uma derrota, o ombro deles é o primeiro e o último a sair do seu lado.

Amores parceiros são uma realidade que poucas pessoas acreditam hoje em dia, mas eu te garanto, eles existem. Reescrevendo e acrescentando o que escrevi acima, sei disso por conhecimento de disposição e gratidão. Amores parceiros duram. Eles podem até ter um fim. Mas até o fim deles é diferente porque acaba sem mágoa e solidão. Acaba porque teve o seu tempo e as pessoas são livres pra percorrerem caminhos opostos. Amores parceiros não acabam na mentira, no uso do outro.

É justamente por todas esses motivos explícitos acima que amores parceiros sentam na calçada pra dividir o litrão e sorrirem em conjunto e harmonia com o futuro. E mesmo que os planos desandem e o mundo deles fique apertadinho de vez em quando, tá tudo bem. Por quê? Porque segurar na mão do outro e publicar fotos nas redes sociais não é satisfazer aparências, mas para compartilhar que dá muito certo quando a gente ama o outro por quem ele é, esteja ele longe ou perto da gente.

Aos amores parceiros, sempre. Saúde!

Vovôs e vovós de Vovôs e vovós de asilo se unem a abrigo de animais para cuidarem uns dos outros se unem a abrigo de animais para cuidarem uns dos outros

Vovôs e vovós de Vovôs e vovós de asilo se unem a abrigo de animais para cuidarem uns dos outros se unem a abrigo de animais para cuidarem uns dos outros

Infelizmente, a maioria de nós conhece casos de idosos que foram parar em casas de repouso por negligência da família e acabaram por desenvolver distúrbios, como depressão, ansiedade e estresse. E a mesma situação acontece com os animais.

Com o intuito de tentar amenizar o problema, o abrigo de animais Pima County Animal Care Center, no Arizona, e o Catalina Springs, casa de repouso especializada em idosos com problemas de memória, estabeleceram uma parceria especial: unir animais e idosos carentes de atenção e afeto.

Vovôs e vovós oferecem carinho e cuidados para os gatinhos, deixando-os mais saudáveis, e em troca, a atividade melhora a condição mental dos idosos por meio do estímulo e conexão com os felinos.

“O desejo de dar e receber amor permanece. Os gatinhos lhes deram a oportunidade de alimentar essa condição humana, que está em cada um dos residentes”, disse um organizador.

Não é uma ideia fabulosa? É com certeza um bom exemplo, a ser copiado em todas as partes.

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Redação CONTI outra. Com informações de Tribuna de Jundiaí e Vírgula.

Bióloga brasileira recebe homenagem e vira personagem da Turma da Mônica

Bióloga brasileira recebe homenagem e vira personagem da Turma da Mônica

Neiva Guedes, que é bióloga e professora universitária, acaba de ser homenageada com uma personagem da Turma da Mônica inspirada nela. A homenagem ocorreu nessa terça-feira (11), data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência.

A personagem inspirada em Neiva integra o projeto Donas da Rua da Ciência, criado com o objetivo de resgatar a trajetória de pesquisadoras e cientistas que marcaram a humanidade com suas ações.

De acordo com a bióloga, a Mauricio de Sousa Produções entrou em con com ela no início da semana pedindo autorização para usar seu nome e sua imagem. “Só vi a publicação no momento em que postaram. Não tinha visto nada antes e me senti muito honrada e feliz com o reconhecimento do nosso trabalho”, afirmou Neiva ao G1.

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Neiva conta que a maior alegria é atingir a um público diferente do qual ela está acostumada. “São pessoas que normalmente não atingimos, como as crianças e os jovens. E é partir deles que podemos descobrir grandes talentos, assim como ocorre no esporte, por exemplo”, comentou.

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Professora universitária, com doutorado e trabalho voltado ao Instituto Arara Azul, no qual ela é presidente, Guedes revela que a intenção é continuar a divulgar o trabalho dos profissionais da área. “Tem muita gente fazendo excelentes trabalhos nesta área, principalmente, aqui em Mato Grosso do Sul, estado que falo aonde quer que eu vá. Adoro divulgar Mato Grosso do Sul, estado que eu amo e possui uma imensa riqueza”, disse.

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Redação CONTi outra. Com informações de G1

Casco gigante de tartaruga pré-histórica foi encontrado na América do Sul.

Casco gigante de tartaruga pré-histórica foi encontrado na América do Sul.

Os paleontologistas da Universidade de Zurique relataram que estão estudando os restos de uma espécie de tartaruga recém-descoberta que teria mais de três metros de comprimento e pesaria mais de uma tonelada.

A chamada Stypendemys Geographicus agora é considerada a maior tartaruga de todos os tempos e viveu em uma área pantanosa da agora selva colombiana há mais de 10 milhões de anos.

Os pesquisadores dizem que a descoberta dos restos de várias tartarugas gigantes no Brasil, Venezuela e Colômbia ajudou a dar uma melhor imagem e informação dos répteis maciços.

Essa espécie espetacular tinha uma concha espinhosa de mais de 2,5 metros, que possivelmente era usada para lutar e defender contra outros animais pré-históricos, além de desafiar e possivelmente matar outros machos da mesma espécie para acasalar.

Esse animal pode pesar mais de uma tonelada e sua concha grande é quase duas vezes maior que a da tartaruga de couro, a maior que existe hoje.

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“O animal -agora extinto- é a maior tartaruga terrestre de todos os tempos. Os restos mortais incluem a maior concha de tartaruga completa já identificada”, disse o principal autor do estudo, Edwin Cadena.

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“É o dobro do tamanho da maior tartaruga de hoje, a tartaruga marinha Dermochelys Coriacea“, acrescentou.

Esse enorme réptil viveu na América do Sul em uma área que seria como um “mundo perdido” de estranhas criaturas grandes, incluindo enormes ratos e jacarés.

A maioria dos restos foi encontrada em um ‘cemitério de animais’ conhecido como “La Venta”, no deserto de Tatacoa, na Colômbia.

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La Venta

Uma das teorias que explicariam o grande tamanho desses répteis é que eles não tinham predadores, já que os animais carnívoros ainda não haviam chegado na região, eles simplesmente existiam e evoluíam.

Sem animais para ameaçá-los, essas tartarugas poderiam comer tudo o que quisessem e viver centenas de anos durante os quais continuariam a crescer.

Embora essa espécie tenha sido descoberta em 1976, na ausência de restos completos, ela interrompeu as pesquisas sobre sua anatomia e características físicas.

Daí a importância desta última descoberta na Colômbia: agora os cientistas podem determinar exatamente todos os detalhes sobre esta espécie fascinante.

Com informações de UPSOCL

Com 91anos ele se tornou exemplo para todos os que frequentam a academia!

Com 91anos ele se tornou exemplo para todos os que frequentam a academia!

Depois que se viu lutando para realizar tarefas domésticas simples, Lloyd Black decidiu ingressar na academia Anytime Fitness em Semmes, Alabama, no ano passado. Seu objetivo era fortalecer alguns de seus músculos e ajudar com as dores em seu corpo.

Ao decorrer de um ano, Black se tornou assíduo na academia, três vezes por semana. Apesar de chamar muita atenção com suas roupas, ele diz que prefere usar macacão e camisa durante os treinos, porque são quentes e confortáveis. Ele também diz ter “problemas para manter as calças levantadas”, então o macacão realmente é uma boa opção.

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Quando Black se juntou à Anytime Fitness, a gerente da academia, Ashley Seaman, contou que ele não conseguia ficar 10 minutos na esteira sem se cansar, mas agora Black pode facilmente passar meia hora caminhando antes de seguir sua rotina de exercícios.

Lloyd também se dispõe a ajudar outros idosos novos na academia a aprenderem a usar as máquinas de levantamento de peso.

“Ele é apenas uma alma amigável”, disse Seaman ao HOJE . “É fofo, porque ele vai para os outros ‘tênis de prata’ – os membros idosos – e ele mostra como usar as máquinas”.
Como um meio de elogiar Black por seu progresso, Seaman recentemente nomeou Black o “Membro do mês”.

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“Senhor Black se tornou parte de nossa família Anytime há um ano e não vimos nada além de motivação e inspiração dele desde que ele começou ”, escreveu a academia no Facebook . “Ele diz que tem 91 anos e se gaba de quanto o exercício físico o ajudou em suas rotinas diárias.

“Ver alguém como ele inspira outras pessoas a seguirem em frente e incorporar a aptidão em sua vida”, acrescentaram. “Vê-lo na academia, três vezes por semana, exercitando-se com seu macacão ilumina nossos dias e esperamos tê-lo por muitos mais anos!”

As fotos de Black na academia foram compartilhadas milhares de vezes nas mídias sociais, com os internautas elogiando Black por ser um modelo tão positivo.

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“Ele diz que, mesmo antes de seus pés baterem no chão, ele faz sua bicicleta (exercícios) na cama e isso os ajuda a se levantar e fazer as coisas pela manhã”, disse Seaman ao HOJE. A gerente também destaca que a idade é apenas um número e ser mais velho não é uma desculpa para parar de se exercitar. Nunca é tarde demais para se cuidar!

Com informações de Good News Network

Diamante Bruto e 6 outros grandes filmes sobre jogo

Diamante Bruto e 6 outros grandes filmes sobre jogo

2019 foi um grande ano para Adam Sandler. Depois de se ter destacado ao lado de Jennifer Aniston no filme da Netflix Murder Mystery, o actor norte-americano figurou em Diamante Bruto, um dos melhores filmes do ano passado. Deixando para trás seus habituais papéis cómicos, Sandler foi capaz de se reinventar no clássico instantâneo realizado pelos conceituados irmãos Safdie.

Diamante Bruto é um filme excitante em todos os aspectos, mas acaba por fazer parte de uma das mais antigas tradições do cinema: filmes acerca de jogo. Em Diamante Bruto, Sandler faz o papel de Howard Ratner, um homem que faz uma série de apostas de alta parada que colocam toda sua vida em suspenso. É um grande filme para todos aqueles que adoram tensão e stress na tela de cinema, mas não é o primeiro a utilizar o poder do mundo do jogo a dinheiro para deixar suas personagens numa situação complicada. Antes de Diamante Bruto se estrear nos Estados Unidos em 2019, outros 6 filmes mudaram para sempre a forma como os espectadores entendiam o mundo das apostas, do poker, ou dos jogos de casino.

Má Sorte (2003)

Realizado por Wayne Kramer e protagonizado pelo sempre excelente William H. Macy, Má Sorte é um filme acerca de… sorte. Na história, Macy é um homem conhecido por trazer má sorte a todos aqueles que jogam no casino. Por esse motivo, ele é contratado por vários estabelecimentos em Las Vegas para se aproximar dos jogadores e fazer com que estes percam dinheiro. No entanto, a vida de Macy está prestes a mudar. De repente, o homem que era o amuleto de má sorte dos casinos começa a fazer com que os jogadores ganhem dinheiro e acaba por se tornar numa espécie de amuleto dos jogadores. É um filme dramático mas com um lado cómico muito forte e uma premissa fascinante.

Nascido Para Ganhar (2003)

Com Tobey Maguire no papel principal, este filme conta a história de um cavalo de corridas e de seu treinador. Baseia-se no mundo das apostas em corridas de cavalo e sua acção decorre no período pós-Depressão económica dos Estados Unidos. Foi realizado por Gary Ross, que mais tarde seria responsável pela direcção de Os Jogos da Fome, e incluiu outras grandes estrelas em seu elenco, como o notável Jeff Bridges.

Rounders – A Vida é um Jogo (1998)

Um dos mais famosos filmes de jogo de sempre, este clássico de 1998 conta com Matt Damon e fala acerca de um grupo de jovens matemáticos que consegue “roubar” milhões a casinos em Las Vegas através de uma estratégia infalível de contagem de cartas. Eventualmente, as vidas dos jovens matemáticos (protagonizados por Matt Damon e Edward Norton) são viradas do avesso quando seu esquema é descoberto e relações pessoais se começam a deteriorar. É uma das melhores recomendações de nossa lista e o filme mais famoso da carreira do realizador norte-americano John Dahl.

O Aventureiro de Cincinnati (1965)

Os mais novos não se lembrarão certamente deste clássico do cinema a preto-e-branco, que continua a ser um dos mais famosos filmes acerca de poker. Muitos antes dos brasileiros sequer imaginarem que poderiam vir a jogar em sites de poker online em Portugal e noutros países do mundo, O Aventureiro de Cincinnati foi a introdução fascinante de muitos fãs ao famoso jogo de cartas. Conta a história de um jogador que arrisca bem mais do que apenas dinheiro numa partida de alta parada, e não podia ter um elenco mais sensacional. Afinal, é protagonizado pelos lendários Steve McQueen e Ann-Margret, uma das duplas mais celebradas da Era Dourada de Hollywood.

007: Casino Royale (2006)

Haveria melhor maneira de introduzir o galã australiano Daniel Craig no papel de agente James Bond? 007: Casino Royale não é apenas um filme sobre poker, mas as suas melhores cenas são aquelas em que o protagonista se senta frente a frente com o vilão (Mads Mikkelsen) na mesa de jogo. De uma maneira geral, este é um clássico filme da saga 007, repleto de acção, fatos bem engomados, e momentos de cortar a respiração. Mas este título destaca-se dos restantes filmes de James Bond graças a suas tensas cenas de poker.

Casino (1995)

Se já teve oportunidade ver O Irlandês, o mais recente filme de Martin Scorsese, não pode mesmo perder Casino. Casino é provavelmente o mais conceituado filme na nossa lista, até porque envolve uma ímpar lista de actores. Robert De Niro e Sharon Stone são os protagonistas, mas Scorsese também contou com o apoio de nomes como Joe Pesci, James Woods, ou Kevin Pollak. Casino é o filme ideal para todos aqueles que estejam interessados em saber mais acerca de como um casino é gerido e de quais são os problemas que afectam os seus donos. Tudo isso, claro, com um twist que já estamos habituados a associar aos filmes de Scorsese. Isto porque De Niro e os restantes personagens acabam envolvidos num terrível drama que inclui problemas com a Máfia e amizades destruídas.

A vida começa quando você destranca o coração

A vida começa quando você destranca o coração

E começa mesmo. Precisa vontade, coragem, autoamor e acima de tudo: resiliência.

É cruel deixar estar a vida. Lidar com ela apenas quando é de interesse dos nossos sentimentos, sejam eles bons ou ruins. Sinceramente, não dá pra viver desse jeito. Eu não consigo. Eu luto diariamente para não ser assim.

Passar dia após dia amargurado, assustado e paralisado pelo passado é uma das coisas mais injustas que já atravessei na vida. Mas fazer o quê? Passar a chave no coração e achar que estarei protegido de tudo e todos a partir disso? Loucura minha. Já ouvi tanto por aí que a vida é um fôlego, um respiro e uma fragilidade incontrolável, e é verdade. Há muito pouco a ser feito sobre isso. Só sei que o meu coração não pode pagar o preço dos tombos, decepções e sofrimentos vividos por mim. Resiliência é nadar contra essa estúpida tempestade de pessoas sem caráter e de situações absurdas e continuar nadando.

O meu coração não deixou de temer pelo pior e nem de achar que tudo será melhor daqui pro futuro por causa do ponto de vista que tenho atualmente. Mas é diferente quando você deixa de cruzar os braços e ficar o tempo inteiro tenso, esperando sempre tragédias no lugar de possíveis e merecidos acolhimentos.

Autoamor começa dentro pra fora. Talvez o meu coração não esteja escancarado como antes, mas trancado ele não está. Enferrujado muito menos. Esse dissabor eu não quero. A minha vida acabou de começar. Ou recomeçar. Depende de quem vê.

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Aves de Rapina, Arlequina e sua Emancipação Nada Fabulosa

Aves de Rapina, Arlequina e sua Emancipação Nada Fabulosa

Ontem fui assistir ao filme “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”. Achei interessante terem abordado no título a emancipação da protagonista, algo que efetivamente não acontece no filme.

Ao sentar na poltrona do cinema, fiquei imaginando qual seria o novo viés da personagem que se comportou até então como o Coringa, carregando consigo os mesmos trejeitos e ideias mirabolantes.

Logo nas primeiras cenas Arlequina parece estar arrasada com o fim de seu relacionamento com o palhaço vilão. A personagem que se comportou no cinema como uma espécie de psicopata até então, de repetente, com a direção de Cathy Yan passa a ter rompantes de sensibilidade. Não são poucas as cenas nas quais ela parece achar importante ter por perto pessoas que se importem com ela.

Yan nitidamente tenta humanizar Arlequina, mas seu comportamento confuso, ora parecendo infantil e ingênua, ora perversa e egoísta confunde o público tão heterogêneo quanto o humor dela. Homens, mulheres e adolescentes estavam na sala, esperando algo que efetivamente não aconteceu: a transformação de uma personagem, que em suma começa e termina o filme como a velha Arlequina, ainda tremendamente repleta da essência do Coringa.

Antes de se relacionar com o seu “pudinzinho”, Arlequina é a Dra. Harleen Frances Quinzel, uma psiquiatra renomada que por amor deixa tudo para trás. O interessante é que mesmo saindo de perto do ex a antiga “Dra. Harleen” não dá as caras. A direção tenta justificar essa ausência conferindo à personagem pitadas de um entendimento psicológico raso e superficial que não se encaixa em nada com a personalidade de alguém que um dia foi uma grande psiquiatra.

Arlequina frequenta os mesmos lugares aos quais ia com o “pudinzinho”, vivendo em um tipo de negação e para se convencer de que a relação realmente acabou explode a fábrica química onde se conheceram. Arlequina rompeu com o Coringa ou tentou chamar a atenção dele como uma criança que faz birra?
Assim como um discípulo sem mestre a protagonista gira em círculos sem conseguir se encontrar, dando shows de insensatez embalados por lutas purpurinadas. O filme esbanja cenas de luta e violência, especialmente contra homens, como se a diretora tivesse em seu íntimo a conturbada ideia de trazer para as telas um pouco da personagem Beatrix Kiddo, de Kill Bill, essa sim verdadeiramente emancipada, no entanto o roteiro pouco trabalhado vai cansando o público a cada novo golpe.

Outras mulheres – a policial, a cantora e a caçadora – se unem à Arlequina para, dentre outras coisas, garantir a segurança da menina que sem querer roubou um diamante criptografado. Nesse interim a direção aposta em cenas nas quais Arlequina dança vestida como Marilyn Monroe cantando uma paródia de “Diamonds Are A Girl’s Best Friend”. Depois de tudo isso a cabeça do público já está a girar e talvez por isso tenham esquecido de tapar diversos furos do roteiro que incluem superpoderes que aparecem do nada, como no caso da cantora. A narrativa então é rapidamente resumida, como se não tivessem tido tempo de contar o que precisaria ser contado e o filme termina deixando na boca um gosto nada doce.

Na tela Arlequina luta para aceitar o fim, mas acaba perdendo a luta contra si mesma. Apesar de mais humanizada que nos últimos filmes, a personagem ainda parece, e muito, a sombra do Coringa. Infelizmente Yan perdeu a mão ao traçar o perfil psicológico da vilã, atirando com purpurina para todos os lados, tornando difícil para a protagonista cativar até mesmo os mais entusiasmados.

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Acompanhe a autora Vanelli Doratioto em sua página Alcova Moderna.

Algumas pessoas simplesmente ficam na gente, para sempre

Algumas pessoas simplesmente ficam na gente, para sempre

Ao longo do tempo, iremos nos decepcionar com muita gente, inclusive com quem é bem próximo de nós, no entanto, teremos encontros inesquecíveis com pessoas especiais, que trarão mais do que amizade, mais do que amor, fazendo com que nos tornemos melhores e bem mais felizes. Pode ser um amigo de cerveja, um colega de trabalho, um professor, o chefe, o parceiro de vida; certo é que algumas pessoas ficam na gente, para sempre.

Muitas vezes, a ajuda de que precisamos vem de quem menos esperávamos, de alguém por quem nem sentíamos muita simpatia, devido a essa nossa mania de julgar antecipadamente os outros, mesmo desconhecendo as suas histórias ou as lutas que elas travam diariamente. Somos, então, surpreendidos por uma generosidade que nos salva e nos conforta, no momento certo. Trata-se daquelas surpresas mágicas que a vida nos proporciona, a fim de nos resguardar da apatia e da descrença no ser humano.

Por outro lado, também somos surpreendidos na contramão de nossas certezas, quando recebemos o pior de alguém a quem muito considerávamos, em quem confiávamos, alguém que tínhamos como amigo verdadeiro. E então nos decepcionaremos de forma dolorida, conhecendo a ingratidão de perto, para que entendamos que nossos julgamentos nem sempre estarão corretos, que nem sempre acertaremos, que somos falhos – também haverá quem receberá de nós o nosso pior.

Mas os verdadeiros anjos que aparecerem em nossa jornada, muitas vezes sem pedir licença, compensarão toda tristeza que alguns indivíduos nos causarão, porque trarão alento, verdades, conforto, acolhimento e amor de fato. Eles nos aconselharão da melhor maneira, apoiarão nossos devaneios, sorrirão de longe ao nos ver, silenciarão junto à nossa dor, abraçando nossos sonhos, torcendo, sendo alguém de verdade, que se importa, com quem sabemos que poderemos contar.

Nem todos ficarão por perto o tempo todo, nem todos viverão o suficiente para assistir às nossas conquistas. Alguns passarão rapidamente por nós, outros andarão conosco ao longo de toda a nossa jornada, muitos farão parte de etapas específicas de nossas vidas. Nada disso importa, porque não será a presença constante nem a duração do encontro o que levaremos conosco, mas sim o tanto que essas pessoas fizeram de bom por nós. E, por mais que o tempo passe, que a distância afaste ou a morte intervenha, algumas pessoas simplesmente ficam na gente, eternamente.

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Ensaio deslumbrante de irmãs albinas mostra que a beleza existe nas mais diversas formas

Ensaio deslumbrante de irmãs albinas mostra que a beleza existe nas mais diversas formas

No Cazaquistão, uma modelo de 14 anos vêm quebrando padrões e mostrando que há beleza na diferença. Seu nome é Asel Kalaganova, ela nasceu albina e maravilhosa.

Asel tem uma irmã de apenas dois anos, Kamila Kalaganova, também albina. Juntas elas estrelaram um ensaio fotográfico arrasador que ganhou as redes sociais e tem rodado o mundo.

“Pessoas ficam muito surpresas ao saberem que nós somos albinas. Muita gente sequer faz ideia do que é albinismo”, afirmou Asel ao jornal britânico The Daily Mail.

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O albinismo é categorizado como uma desordem genética em que a pessoa não produz melanina, pigmento que dá cor à pele.Assim, a pele e os pelos da pessoa albina não possuem pigmentação, sendo extremamente claros.
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“Quando eu dei a luz ao meu mais velho, a genética não era um dos nossos maiores conhecimentos. Agora entendemos melhor. [Quando ela nasceu] os médicos ficaram chocados, e eu comecei a acreditar que ela fosse russa. Depois, comecei a ler sobre o assunto e descobri que minhas filhas são albinas”, afirmou a mãe de Asel e Kamila em entrevista ao site Bored Panda.

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Varia entre 1 para cada 3 mil e 1 para 20 mil pessoas a prevalência de albinismo. Mesmo sendo uma condição rara, o albinismo não é um limite para a sua beleza, que ganha cada vez mais espaço nas passarelas – bem distante dos padrões (excludentes) tradicionais de beleza.

 

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Redação CONTI outra. Com informações de hypeness

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