Dayane Mello, de 31 anos é finalista da versão italiana do Big Brother, chamado Gran Fratello VIP, e, na tarde desta quarta-feira (4), teve que acompanhar o velório de seu irmão mais novo através de uma chamada de vídeo com a família.
Dayanne Mello
Seu irmão, Lucas Mello morreu aos 26 anos, em um acidente de carro na noite da última terça-feira (2). Lucas estava sozinho em seu veículo e colidiu com um caminhão, entre as cidades de Lontras e Rio do Sul, no interior de Santa Catarina. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.
Dentro da casa, a modelo e os outros Brothers fizeram uma homenagem a Lucas, soltando uma lanterna chinesa ao ar livre. Além disso, fãs de todo o mundo enviaram flores para o velório de seu irmão como uma forma de carinho.
Participantes do reality prestam homenagem à Lucas
Na manhã de quarta-feira (4), a modelo pôde ter contato através de uma ligação com seu pai e seu outro irmão. Sua decisão foi de seguir com o programa, já que o último desejo de Lucas foi que ela fosse campeã do reality. Sua assessoria também informa que não haveria como Dayane voltar para o Brasil, em decorrência da situação da pandemia de Covid-19.
Lucas Mello e Dayane Mello / Arquivo pessoal
“Queríamos agradecer a todos pelo amor e apoio que estão demonstrando a Dayane e sua família”, escreveram os administradores das redes sociais da modelo em seu Instagram. Na publicação, inúmeros internautas mandaram mensagens de força e carinho para Dayane e sua família.
Cinco membros de uma família em Táchira, na Venezuela, faleceram de Covid-1p depois que a mãe escondeu por dias que tinha testado positivo para a doença. As informações são do jornal local La Nación.
Depois de fazer um teste rápido em um Centro de Diagnóstico Abrangente e testar positivo, Veronica Garcia ficou em silêncio, embora tenha se isolado em casa. Posteriormente, foi realizada uma PCR e deu positivo. Foi então que ela iniciou tratamento com médico particular, mas não contou ao marido, José Antonio, 33; nem a seus filhos, Nicol, 17; e os gêmeos Jhoneider Stiven e Jhoneiker Enmanuel, ambos com quatro anos. Ela apenas disse a eles que era “uma gripe muito forte” .
Foi no dia 27 de dezembro, dia em que José Antonio compareceu a uma festa de família, quando Verónica decidiu lhe contar que estava infectada. “Ele estava bebendo quando recebeu a ligação da esposa, em que dizia para voltar para a casa e não dividir nada com ninguém, porque ela tinha covid”, relata Mariela García, irmã de José.
Ao saber do diagnóstico da esposa, o marido e os filhos fizeram o teste, mas testaram negativo para a doença. Mesmo assim, todos se isolaram em sua residência, em Palmira, município de Guásimos, Venezuela, pensando que estavam com uma gripe forte.
No entanto, Verónica piorou e foi hospitalizada. “Ele ficou muito preocupado quando soube de seu estado”, relata a irmã de Jose, Mariela. “Falei muito com ele. Eu disse a ele para ter muita fé em Deus, que ele era um jovem. Que se cuidava e também era assintomático, sem complicações. Lembro que ele me disse que tinha tosse, de noite e de manhã, as crianças também, mas elas insistiam que era por causa do frio da madrugada e parte da manhã”.
Algum tempo depois, a saúde de José também ficou debilitada e ele teve que ser hospitalizado. “Na radiografia de tórax que fizeram ao meu irmão, os pulmões saíram todos pretos. O médico se assustou, perguntou se ele era fumante, ele disse que não. O médico sabia que ele estava doente e não havia recebido o tratamento adequado”, disse Mariela.
Enquanto os pais estavam no hospital, as crianças ficaram na casa de uma amiga da família. Mas a jovem Nicol começou a apresentar os sintomas da covid, como tosse e dificuldade para respirar.
Veronica faleceu em 18 de janeiro e o marido morreu um dia depois. No momento em que a família ainda estava em luto, o quadro de Nicol se complicou e no caminho para o posto de saúde, ela acabou falecendo.
Logo depois, Jhoneider e Jhoneiker também começam a apresentar os sintomas e foram internados no Hospital Central de San Cristóbal. “O laudo médico indicou que ambos tinham broncopneumonia”, explica Mariela. Nesse mesmo dia, os dois irmãos morreram. “É importante que todas as pessoas estejam vigilantes. Os membros das famílias têm que tomar cuidado para não dar beijos e abraços dentro de casa. Sem beijos, sem nada. Ao apresentar sintomas, procure atendimento médico urgente, aplique o tratamento médico a tempo. Não deixe os dias passarem”, diz.
Nesta quinta-feira (04), a farmacêutica Merck, responsável pela fabricação da ivermectina, divulgou um comunicado em que afirma não haver evidências sobre a eficácia do medicamento contra a Covid-19.
A Merck diz ainda que cientistas seguem examinando as descobertas de todos os estudos disponíveis e emergentes sobre o efeito da remédio contra a Covid-19, entretanto, até o momento, não há nenhuma base científica que indique efeitos positivos em pacientes com a doença.
A ivermectina é um remédio usado no tratamento de vários tipos de infestações por parasitas, como piolhos, sarna, oncocercose, estrongiloidíase, tricuríase, ascaridíase e filaríase linfática.
Confira, abaixo, o trecho do comunicado da Merck referente à relação entre o vermífugo e tratamentos contra a Covid-19:
A Merck (NYSE: MRK), conhecida como MSD fora dos Estados Unidos e Canadá, afirma hoje sua posição em relação ao uso de ivermectina durante a pandemia de Covid-19. Os cientistas da empresa continuam a examinar cuidadosamente as descobertas de todos os estudos disponíveis e emergentes de ivermectina para o tratamento de Covid-19 para evidências de eficácia e segurança. É importante observar que, até o momento, nossa análise identificou:
– Nenhuma base científica para um efeito terapêutico potencial contra Covid-19 de estudos pré-clínicos;
– Nenhuma evidência significativa para atividade clínica ou eficácia clínica em pacientes com doença Covid-19, e;
– A preocupante falta de dados de segurança na maioria dos estudos.
Não acreditamos que os dados disponíveis suportem a segurança e eficácia da ivermectina além das doses e populações indicadas nas informações de prescrição aprovadas pela agência reguladora.
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Redação Conti Ouutra, com informações de CNN.
Foto destacada: Divulgação/Prefeitura de Itajaí.
A doação de órgãos é uma prática maravilhosa que permite que aqueles que precisam tenham outra chance na vida. A história de Grant e seu sobrinho Brooks é bastante particular, já que o acontecimento conseguiu salvar não apenas uma vida, mas duas.
Matt e Andrea Campbell são os pais do pequeno Brooks e viram seu mundo desmoronar quando souberam que seu filho precisava de um doador urgente, mas nenhum deles era compatível. Tendo apenas algumas horas para encontrar um órgão, a vida do menino de apenas um ano estava na corda bamba. Foram muitas tentativas para encontrar um doador compatível, mas todas falhas.
O pesadelo da família de Ohio, nos Estados Unidos, começou no dia 6 de novembro, quando perceberam que os olhos de Brooks estavam completamente amarelos. Assim que o pediatra o examinou, não demorou um minuto para levá-lo ao pronto-socorro.
No dia seguinte, ele foi levado de ambulância para outro hospital por insuficiência hepática aguda. A criança foi atendida por um médico que deixou claro aos pais que não havia tempo a perder para encontrar um órgão. Matt e Andrea fizeram os testes mas infelizmente foram rejeitados , naquele momento as possibilidades estavam se esgotando.
Matt e Andrea // Reprodução de Today
Com Brooks tentando sobreviver à insuficiência hepática, os pais avisaram a família, amigos, colegas de trabalho, quase todos que conheciam, para que pudessem salvar o menino. No momento em que eles pareciam jogar a toalha, a decisão do irmão mais novo de Matt, Grant Campbell, mudaria tudo.
Grant estava passando por um dos piores momentos de sua vida. Ele havia se mudado para o Texas para iniciar um negócio que falhou miseravelmente, ele terminou seu relacionamento com sua namorada e caiu em uma depressão terrível, da qual não conseguia encontrar uma saída.
“Eu me sentia um inútil como homem e me sentia sozinho, sem amor, porque não estava falando com ninguém sobre isso. Eu simplesmente entrei em isolamento. E então, no final de janeiro, comecei a ter pensamentos suicidas e pensei em tirar minha própria vida.”, conta Grant Campbell ao Today.
Grant e Brooks / Imagem de Today
Mas, o telefonema de seu irmão mais velho mudaria sua vida. Ele viajou do Texas para o hospital em que estavam um dia antes de ser notificado de que Brooks seria operado.
Durante a noite, Grant disse a Matt como seu ano tinha sido difícil e confessou que estava prestes a acabar com sua vida, que não encontrava um propósito para viver e é por isso que se sentiu perdido. Seu irmão o olhou nos olhos, pegou sua mão e disse: “Aqui está o seu propósito.”.
Grant e Brooks / Imagem de Today
Grant sentiu que seu irmão lhe confiou a responsabilidade de salvar seu filho. Horas depois, após o teste de compatibilidade, ele já estava em uma maca, prestes a salvar a vida de seu sobrinho.
Após a cirurgia, Grant viu algo que mudou sua vida. Ele e seu sobrinho compartilhavam a mesma cicatriz e sua mente havia encontrado paz. Ele percebeu que se dez meses atrás tivesse tomado a decisão de acabar com sua própria vida, ele não estaria lá para salvar a de Brooks. A partir daquele momento ele ficou eternamente grato.
Grant e Brooks / Imagem de Today
Atualmente, Grant vai visitar seu sobrinho Brooks sempre que pode. Matt e Andrea estão profundamente felizes e esperam vê-los crescer juntos, porque eles compartilham muito mais do que uma cicatriz.
Umberto Quintino Diaco, um idoso de 75 anos que vivia em situação de rua, foi encontrado sem vida em Milão, no norte da Itália. Ele tinha 100 mil euros em uma conta bancária (o equivalente a R$ 643 mil atualmente). Além disso, o idoso possuía 19 mil euros em títulos acionários.
O homem foi encontrado morto na última quinta-feira (28), em uma cabana improvisada com papelão na estação ferroviária de Porta Garibaldi, na capital da Lombardia.
A perícia apurou que o homem faleceu em decorrência do frio e de patologias pré-existentes.
Os investigadores descobriram, no entanto, que o idoso possui um patrimônio incompatível com a condição em que ele vivia.
Também se descobriu que Diaco recebia uma aposentadoria no valor de 750 euros em Munique, na Alemanha, e possuía uma casa na região da Calábria e dois furgões com apólices de seguro pagas.
No corpo do homem, os policiais encontraram 1.235 euros em espécie. Em entrevista ao jornal Corriere della Sera, a irmã mais velha de Diaco, Chiarina, contou que ele havia fugido de casa quando tinha 17 anos. “Procuramos por ele, que nunca se deixou encontrar”, disse.
Caso Diaco não tenha deixado herdeiros, a irmã ficará com seus bens.
A mulher descobriu recentemente que Diaco trabalhou no setor de construção civil na Alemanha e teria passado também pela Suíça.
“Entendi que ele havia escolhido aquela vida, mas nunca deixamos de procurá-lo”, disse Chiarina.
Assim como os cães podem ser os melhores amigos das pessoas, muitos dos peludos também podem surpreender com talentos ocultos. Eles não são apenas excelentes companheiros em casa, mas alguns também podem ser especialistas em outras áreas.
É o caso de Hunter, um cão do Reino Unido que já ganhou mais de $17.800 (£ 13.000) vendendo pinturas que ele mesmo faz. É um artista muito valorizado, pois desde que iniciou o seu empreendimento, em 2017, só cresceu no meio artístico.
@shiba.art.online / Instagram
O pequeno Shiba Inu de 8 anos se tornou um especialista em trabalhos abstratos, se ninguém dissesse que o autor é um cachorro, as obras pareceriam pinturas de museu.
Tudo isso em um esforço de equipe, onde a dona do peludo Denise Lo, de 37 anos, deixa o artista fazer seu trabalho e depois publica online a um custo em torno de 64 dólares por tela.
@shiba.art.online / Instagram
“Hunter sempre foi inteligente e curioso; Ele está sempre tentando aprender novos truques, então pensamos em pintar. Precisávamos de alguma arte nova para nossas paredes, então pensei em deixar Hunter fazer algumas pinturas”, conta Denise.
@shiba.art.online / Instagram
“A primeira vez que tentamos, ficamos surpresos com a qualidade da pintura. Ele realmente parecia desfrutar de fazê-lo, de modo que manteve indo”, acrescentou.
As pinturas também sofrem variações de acordo com o dia e humor de Hunter. “Ele pode ser bastante criativo com suas pinceladas dependendo de seu humor. Vemos muitos toques e marcas de verificação com os pinceis mais pesadas e depois alguns loops e movimentos com os pinceis mais leves”, conta Denise.
@shiba.art.online / Instagram
“Ele pinta quando quer, nunca o forçamos. Quando postamos fotos dele pela primeira vez no Facebook e no Reddit e essa imagem se tornou viral, muitas pessoas nos pediram para abrir uma página no Etsy para comprar suas pinturas”, completou ela, explicando como o hobby de seu animal de estimação se tornou um negócio lucrativo.
A pandemia do novo coronavírus, ainda em curso, já fez centenas de milhares de vítimas no Brasil, escancarou a desigualdade social que assola o nosso país, expôs as deficiências na saúde pública, afetou a economia, e continua a jogar luz sobre as consequências desastrosas de problemas antigos, mas para os quais só abrimos os olhos recentemente: o negacionismo e a desinformação, que se alastram entre os brasileiros com impressionantes velocidade e potência nos últimos tempos.
Mesmo que as vacinas contra a Covid-19 tenham nos feito enxergar uma luz no fim do túnel, ainda estamos vivendo a pandemia e ainda contabilizamos perdas. Talvez ainda não seja possível dimensionar a totalidade dos estragos que nos serão legados da maior crise de saúde que já vimos, porém já é possível ter uma ideia de quais são as questões às quais devemos concentrar maiores esforços e atenções daqui em diante. Neste sentido, vale destacar a dificílima situação que envolve os muitos estudantes que passaram quase um ano fora das salas de aula devido à pandemia, e que retornam agora às aulas presenciais. Os governos de pelo menos 10 Estados marcaram a volta às aulas em fevereiro enquanto o de outros seis, incluindo o DF, para março.
Para muitos, ainda é cedo para abolir de vez as aulas online, considerando que as aglomerações ainda trazem risco de contágio para professores e alunos. Já para outros, não dá mais para manter os alunos longe da escola. É o caso da pediatra Ana Escobar, que apoia o retorno imediato das escolas. “Manter as escolas fechadas não está protegendo a maioria das crianças da pandemia e ainda as expõe a uma série de outros riscos como desnutrição, violência e déficit de aprendizado. Já ficamos um ano sem escola, mais um é inaceitável. Principalmente se a gente pensar nas crianças vulneráveis, porque em casa não tem estrutura pra aprender, os pais não conseguem ajudar, não tem com quem deixar, como alimentar, a escola tem que estar lá, não dá mais para esperar”, disse a profissional ao El País.
A pediatra ainda diz que estudou os protocolos de segurança estabelecidos pelo Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo contra a pandemia para a volta às aulas e concluiu que as medidas são suficientes para garantir um retorno seguro. “Pelo que a gente viu, tanto as escolas particulares como públicas fizeram adaptações importantes e estão se preparando para fazer uma volta às aulas segura”, diz. Segundo ela, nas escolas públicas funcionários, professores e alunos vão receber equipamentos de proteção pessoal como máscaras e kit de higienização das mãos, e está sendo tomado um cuidado maior para equipar banheiros com papel e sabão. “As salas também estarão com as janelas abertas e com a capacidade de alunos reduzida, será possível manter o distanciamento social. Com isso temos a maior segurança possível para as crianças, funcionários e famílias”.
“As escolas que já reabriram ao redor do mundo não causaram uma explosão no número de casos, não foi constada essa relação de causa e efeito em lugar nenhum”, diz a pediatra. Ela afirma que estatisticamente é possível afirmar que a transmissibilidade do novo coronavírus é menor entre crianças e que a quantidade de casos que evoluem para estágios graves da doença são raros nessa população.
O infectologista Marcelo Otsuka, vice-presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo, concorda que não dá mais para esperar. “Como sociedade é prioridade voltarmos nossos esforços para que as crianças voltem às escolas”, afirma Otsuka. O médico apoia o retorno pois, segundo ele, já foi possível constatar que a doença em crianças e adolescentes não costuma manifestar-se de forma violenta e causar complicações. “No geral, nessas faixas etárias o vírus não é muito diferente de vários outros que não fecham escolas”, afirma.
Ele diz, no entanto, que diversos fatores devem ser observados para que o retorno seja feito em segurança. “As crianças transmitem, então algo que os pais devem considerar antes de mandar para a aula é se essa criança convive com algum idoso ou pessoa dos grupos de risco. Se sim e se for possível, talvez seja melhor esperar mais um pouco”, diz. Otsuka também cobra rigor na aplicação de medidas de segurança contra a covid-19 como barreiras físicas entre os alunos, equipamentos de proteção pessoal para todos, uso de máscaras obrigatório, sabão, água e álcool em gel disponível nas escolas, entre outras coisas.
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Redação Conti Outra, com informações de El País.
Foto destacada: Reprodução.
Muitas palavras e frases são usadas sem que se preste atenção ao seu significado: são ditas de forma mecânica, despojadas do seu real sentido.
A expressão “eu te amo” tem que ser utilizada com a plena consciência de seu significado: implica um sentimento e um compromisso muito sérios.
O sentimento “embutido” na expressão “eu te amo” indica que a existência do parceiro é muito relevante, pois provoca a sensação de aconchego.
Se a existência do parceiro em nossa vida é uma variável tão relevante, o usual é que se trate de consolidar o elo através de um compromisso.
Muitas pessoas atribuem um poder quase mágico às palavras: sentem-se apaziguadas e aconchegadas apenas por ouvir a expressão “eu te amo”.
Não deixa de ser curiosa a relação das pessoas com as palavras: afinal de contas, elas são apenas o veículo que “transporta” um significado.
No caso da expressão “eu te amo”, muito mais relevante que as palavras são os gestos de quem as pronuncia: quando não há concordância, valem as ações.
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Fonte: – Considerações feitas pelo Dr. Flávio em abr/2011 (Twitter): https://bit.ly/2NjllUP; …; https://bit.ly/2N5oirJ
– Livro relacionado: “Para ser feliz no amor – Os vínculos afetivos hoje”
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Abaixo, a publicação oficial:
Muitas palavras e frases são usadas sem que se preste atenção ao seu significado: são ditas de forma mecânica,…
O mundo online é uma tendência que cresceu com força nos últimos anos. Hoje, se pode fazer quase tudo através do computador; desde trabalho até carreiras profissionais desde nossas próprias casas.
Mas, nem tudo é estudo ou trabalho em nossas vidas. Também existem outras atividades que crescem notavelmente para fazer pela internet como: ioga, dança ou jogar.
Jogos online: o novo mundo
Muitos são aqueles que pensam que os jogos não são tão bons, e a verdade, que qualquer coisa em excesso não é boa. Mas, os jogos não são só divertimento ou ganhar dinheiro, em caso dos jogos de cassino. Também inclui o desenvolvimento das habilidades dos jogadores, a criatividade, a memória, os idiomas e o trabalho pessoal.
Jogos de cassino:
Os típicos jogos de cassino estão disponíveis na maioria dos sítios online e são iguais aos tradicionais. Mas, nunca tiveram uma boa reputação, o qual é um erro, já que tem muitas vantagens.
Os especialistas afirmam que os jogos de casas de apostas são uma questão de matemática, estatística, lógica e probabilidade; porém não é tão fácil ganhar sem um bom trabalho de análise e conhecimentos básicos. Os jogadores precisam de métodos e estratégias para ter maiores possibilidades de ganhar; e também é necessário ter tolerância à frustração para não perder o entusiasmo, sobretudo em jogadores iniciantes.
A superação:
Muitas vezes, os jogos são um incentivo para o desenvolvimento de novas habilidades. Já que por um lado, os jogos são fontes de prazer e divertimento. Mas também, os jogos são sinônimos de superação, de desafios, de alcançar objetivos, ao mesmo tempo que nos divertimos.
Nesse sentido, o mundo lúdico proporciona um contexto estimulador para as atividades mentais e uma liberdade que promove a imaginação e amplia as capacidades individuais.
A maioria das pessoas não sabem os benefícios dos jogos online por não ter uma boa reputação. Mas a verdade são muitas as vantagens destes jogos.
Algumas vantagens dos jogos online são:
Melhora a capacidade de resposta: agiliza a capacidade de lidar com imprevistos, tomar decisões e resolver problemas em um tempo determinado.
Criatividade: estimula a imaginação, ajuda a prestar atenção, a concentração, e a ter boa memória.
Melhora produtividade: os jogos geram análise e estratégia para tomar decisões e ganhar confiança em si mesmo.
Espaço de aprendizagem: os jogos favorecem o conhecimento cognitivo com fins específicos.
Línguas: muitos jogos tem palavras em outros idiomas, porém para saber jogar bem o jogador precisa saber a linguagem dos jogos.
Também há outros benefícios do mundo online, como a flexibilidade de poder escolher o lugar e os horários de jogo, já que só precisa de acesso a internet.
Desse modo, podemos ver que os jogos precisam de tempo de aprendizagem, de constância e perseverança para alcançar a superação de cada indivíduo. É importante aprender a ganhar e perder. E com isso, alcançar uma estabilidade emocional na hora do jogo, já que muitas vezes pode ser decepcionante não ganhar. O importante é incorporar conhecimentos para ser melhor.
Faleceu nesta quinta-feira (4) em São Paulo, aos 82 anos, Regina Modesti Hang. Ela é mãe do empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas varejistas Havan.
Em 31 de dezembro, Regina deu entrada no hospital Sancta Maggiore, da rede Prevent Sênior, na Zona Sul da capital paulista, depois ser diagnosticada com Covid-19. Seu falecimentro foi anunciado através de uma nota divulgada pela empresa.
“É com profunda tristeza que a Havan comunica o falecimento de Regina Modesti Hang, 82 anos, mãe de Luciano Hang. Ela ficará marcada por sua simplicidade e generosidade, na memória e no coração dos que passaram por sua vida. Dona Regina sempre esteve ao lado do filho, presente nas inaugurações e nos momentos mais importantes destes quase 35 anos de história de Havan. Era nossa ‘cliente número 1’, a primeira a comprar em cada filial inaugurada pelo Brasil”, disse a nota.
O empresário Luciano Hang, que também passou por internação após testar positivo para Covid-19, usou as redes sociais para falar sobre a morte da mãe.
“A dor de perder uma mãe é inexplicável, é um buraco enorme que se abre no peito, mas logo será preenchido por saudades e boas lembranças dos momentos únicos que compartilhamos juntos”, disse o empresário.
“Minha mãe, como todas as mães, são anjos da guarda que Deus escolhe para enviar a Terra e cuidar de nós. Hoje, ela volta para os braços de seu Criador para descansar em paz”, completou.
Em 20 de janeiro, quando teve alta da internação por Covid-19, Luciano Hang fez uma live de dentro do hospital da Prevent Senior e relatou que a mãe chegou a ter 95% do pulmão comprometido por causa do coronavírus, mas que ela vinha se recuperando.
“Desde o dia 31 de dezembro estou com a minha mãe no hospital. Ela chegou a ficar com 95% do pulmão comprometido. A minha mulher também testou positivo e eu, dez dias atrás, também resolvi fazer o teste e descobri que estava assintomático. […] Apesar de estar assintomático, eu fiz o teste e tinha a presença do vírus no pulmão. Resolvi ficar no hospital para fazer o tratamento que eu acredito, preventivo e precoce”, disse Hang em 20 de janeiro.
Regina Modesti Hang deixa dois filhos, João Luiz e Luciano, noras, netos e bisnetos. A celebração de despedida será reservada apenas aos familiares, segundo o comunicado da Havan.
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Redação Conti Outra, com informações de G1.
Foto destacada: Acervo Pessoal.
O que mais me perturba no bullying é o seu processo cruel de isolamento.
Qualquer um tem o direito de não gostar de alguém, desde que guarde a opinião para si. Mas não é o que acontece: há a intenção de convencer que um colega não merece estar ali, para diminuir a concorrência.
Como se fosse um enviado do inferno, a liderança do mal condena o desafeto ao exílio da roda de conversas.
A estratégia é sempre a mesma: desmontar a reputação, apagar a razoabilidade dos posicionamentos, tirar o respeito, não deixar ninguém ajudar.
Começa uma campanha lenta de difamação, com o objetivo de anular o poder de argumentação e de defesa do outro, para que ninguém mais acredite em suas palavras.
A sequência dos fatos nunca muda. É uma evolução sutil do defeito ao preconceito.
Primeiro, o agressor psicológico diz que a pessoa não fala nada com nada, é inoportuna e insistente, retirando o contexto de seus depoimentos, fazendo piadas, debochando do jeito de falar, de se vestir e de se comportar. Em seguida, alega que a pessoa é muito esquisita, estabelecendo uma diferença duvidosa no grupo. Depois, insinua que o caso é mais grave do que parecia, que ela é louca, que tem algum transtorno, já formando uma opinião coletiva de que se trata de uma ameaça para o bem-estar da rotina.
Os estágios das ofensas são esses:
1. chata
2. esquisita,
3. louca.
O golpe fatal vem ao mudar o discurso da aversão para a pena – a compaixão é a última fase: ela precisa de amparo médico, mantenha-se longe de suas crises para não se machucar.
Se a pessoa é reconhecida como doida, não pode nem mais ser julgada. Ela se torna imputável e morta socialmente para os demais.
A violência psicológica é tão danosa quanto a violência física, com a diferença de induzir que a própria vítima tome a iniciativa de se machucar. Apresenta-se uma desmoralização da sanidade, para calar a divergência ou oposição. Tudo é erro, tudo é falha pessoal. Ela nem pode mais se expressar livremente, vive pedindo desculpas para tentar reaver a sua importância.
A imolação chega a doer: ela não cometeu nada de grave para gerar tamanha súplica. Mas, como a turma tem idêntica visão dela, passa até se considerar desequilibrada.
Se eu adaptasse o conto “Patinho Feio” do dinamarquês Hans Christian Andersen para os tempos atuais de BBB, chamaria a fábula de “Patinho Louco”. É aquele ser carinhoso e preocupado com que os seus amigos pensam, que é taxado de “sem noção”, para que ele caia fora e sobre mais espaço no lago.
No fim da história, descobre-se que todos os patinhos eram abusadores, menos o patinho feio, um cisne da verdade.
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Imagem: reprodução.
Abaixo, segue a publicação original:
PATINHO LOUCO: AS ETAPAS DO BULLYING
Fabrício Carpinejar
O que mais me perturba no bullying é o seu processo cruel de…
“No Big Brother Brasil, as atitudes da participante Karol Conka tem sido um dos assuntos mais comentados no Twitter. Nos últimos dias, ela tem agido para isolar seu principal desafeto, o Lucas Penteado. Esse post não é um julgamento, mas sim um convite a reflexão. Também não é um ataque contra os pais que já agiram assim com os filhos, mas sim uma oportunidade de rever conceitos.
No vídeo, Karol diz que, na infância, sua mãe a “ensinava” com o isolamento: “É bom para o Lucas a gente ignorar ele. Minha mãe me ignorava por horas, passava um dia sem falar comigo”.
Essa é uma oportunidade para mostrar, na prática, como a violência emocional é passada de geração em geração, e como acabamos perpetuando atitudes abusivas na educação.
A criança errou? Então precisa ser castigada, ignorada e pagar pelo que fez para aprender?
A questão é que nenhuma criança erra para atacar os pais. Esse é, na verdade, o caminho natural do aprendizado humano. Antes de aprender a andar, você caiu várias vezes.
Os erros são grandes oportunidades de aprendizado, e não motivos para castigos. Tem coisa pior que ser desprezado? Imagine como se sente uma criança desprezada?
O desprezo gera medo, desconforto, sensação de abandono e desamor. E mais tarde quando crescemos, reproduzimos a mesma dinâmica com as pessoas que nos relacionamos. É o conhecido: “Não fez o que eu queria? Não me obedeceu cegamente? Então vou te castigar com o meu desprezo!”
Somos uma geração que pouco aprendeu sobre equilíbrio e educação emocional. Pessoas feridas, magoadas, ressentidas que ferem, magoam e ressentem outras pessoas. Só sabe amar quem foi amado. Quem foi maltratado, não aprendeu a amar, aprendeu a se defender.
Para bem educar precisamos primeiro aprender a analisar e amadurecer nossas atitudes, e assim não perpetuarmos nossos traumas, principalmente nas pessoas que mais amamos.
E como dizia Paulo Freire ‘Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.’”
Nemonte Nenquimo é uma equatoriana de 35 anos que faz parte do grupo indígena Waorani, que conquistou reconhecimento internacional por sua luta contra o Estado equatoriano para proteger sua comunidade e a natureza da extração de petróleo na Amazônia equatoriana.
O ímpeto da jovem a levou a liderar o processo judicial para suspender a exploração de petróleo que ameaçava sua comunidade e os direitos das nacionalidades indígenas em seu país.
Com a vitória da ação, milhares de pessoas de grupos ambientalistas e pró-indígenas comemoraram essa importante conquista que marca um antes e um depois na extração de petróleo na Amazônia.
O esforço de Nemonte a levou a ser reconhecida pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo e pela BBC em sua lista de 2020 que comemora as 100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo.
Além disso, Nemonte foi um dos vencedores do prêmio Goldman 2020, que é considerado o maior reconhecimento ambiental do mundo.
Diante disso, em entrevista ao Mongabay, Nemonte comentou “Representei milhões de indígenas que lutam pela natureza. Se eles me reconhecem, estão nos reconhecendo a todos”.
A luta incansável de Nemonte faz jus ao seu nome, que em sua língua nativa significa ‘estrela’ já que, como ela comentou na entrevista, seu nome foi dado a ela pela tia de seu pai que, ao vê-la ainda bebê, disse que ela era “Como uma estrela e que iria levar para o mundi a sua sabedoria e sua cultura”.
Isso é precisamente o que Nemonte conseguiu e continua com sua luta fervorosa para ter um futuro melhor para sua comunidade e para inspirar outras pessoas a cuidar e defender a natureza e os povos indígenas.
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Redação Conti Outra, com informações de Nation.
Fotos: Reprodução.
Muitos filmes e séries de televisão retrataram histórias de personagens que, de certa forma, vivem uma experiência de “viajam no tempo” depois de terem estado em coma, ou até mesmo congelados. A questão é, na vida real, existem casos de pessoas que passaram anos em coma e encontraram um outro mundo bastante diferente daquele que conheciam. Joseph Flavill, é um jovem que pode dizer que viveu algo semelhante, depois de ficar por inconsciente por 11 meses, ele se assutou com a nova realidade.
Flavill, de 19 anos, estava saindo de sua casa, localizada na cidade de Tutbury, Inglaterra, em 1º de março de 2020. O jovem atravessou a rua quando um carro imprudente não o viu e o atropelou, deixando-o em coma instantaneamente. O motorista ligou para o 911 e ele foi transferido para o Hospital Geral de Leicester, onde esteve até agora.
Joseph demorou 11 meses para acordar. Quando ele deu os primeiros sinais de que podia falar, pediu para ver os pais, foi então que os médicos tiveram que explicar tudo para ele.
Como Joseph entrou em coma antes da pandemia, ele não se lembra de ter ouvido falar do COVID-19. Quando os médicos começaram a falar com ele sobre um vírus, parecia que ele havia acordado em um filme de terror. Já fazia muito mais sentido ver por que absolutamente todo mundo no hospital estava usando máscaras. O mais incrível seria se lhe contassem que ele também havia contraído o vírus.
Sim, ele teve Covid-19 por duas vezes! O jovem foi infectado no mesmo hospital uma vez em coma e depois de acordar. Contar para ele que ele tinha COVID-19 foi complicado, pois ele não fazia ideia da gravidade do vírus. Felizmente, o rapaz encarou tudo com maturidade e até aprendeu a conversar com a sua família por videochamadas.
Aos poucos, Joseph, carinhosamente chamado de Joe, recuperou os movimentos dos braços e das mãos, da cabeça e das pernas. Os médicos esperam que ele possa levar uma vida normal daqui a algum tempo.
Joe sempre foi fanático por esportes. Um de seus sonhos antes de entrar em coma era poder viajar pelo mundo e fazer diversas atividades nos países que visitar. Para encorajá-lo, sua família criou uma página no Facebook chamada “Joe’s Journey” onde cerca de 100 pessoas vão de bicicleta a diferentes lugares em homenagem ao jovem. Até agora, eles têm quase 13.000 km em apenas 20 dias.
Embora Joseph ainda não tenha enfrentado o mundo e as ruas de uma sociedade em uma pandemia, ele já conseguiu ter uma ideia do que se passa. Ele tem fé em sua recuperação e acredita que seus sonhos foram apenas adiados, mas não cancelados.
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Redação Conti Outra, com informações de UPSOCL.
Fotos: Média BPM.