8 frases incríveis de Bob Dylan para explodir seu cérebro

8 frases incríveis de Bob Dylan para explodir seu cérebro

A única pessoa do mundo que foi premiada com um Oscar, um Grammy, o Globo
de Ouro, o pulitzer e o Nobel, Bob Dylan é considerado por muitos, e por mim, o
compositor mais importante dos tempos modernos. E por mais que receber
alguns desses prêmios não queira dizer muita coisa, ser a única pessoa do
mundo a receber todos eles tem lá sua importância.

Mas, independentemente disso, muito antes de receber essa coleção de prêmios,
Bob Dylan já impactava a vida de milhões de pessoas com as suas músicas e a
mensagem que ele passava pelas suas letras.

Quase nada que Bob Dylan diz é preto no branco ou tem uma interpretação
exatamente definida. Ele sempre fez questão de não explicar o significado das
letras para a imprensa e, quando possível, confundir ainda mais.

Mas já vamos entender isso melhor com oito frase geniais que vão: ou mudar a
sua vida, ou explodir a sua cabeça ou… se você tiver sorte, os dois.

1. Não existe sucesso como fracasso e o fracasso não é sucesso de forma
alguma.

Hoje em dia uma das dicas mais propagadas , seja por escritores,
empreendedores ou qualquer um que tenha alcançado o sucesso é que ninguém
chega lá sem fracassar várias e várias vezes, mas nessa frase Bob Dylan nos
lembra do que a maioria se esquece de dizer: fracassar em si não é sucesso de
forma alguma. Só quando aprendemos com o fracasso é que seguimos em
direção ao sucesso.

A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar
resultados diferentes , mas tem mais: essa frase do Bob Dylan vai alem, vivemos
numa sociedade que valoriza o fracasso, onde ter sucesso é condenável.
Independentemente da forma como esse sucesso se manifesta, as pessoas têm
vergonha de mostrar o que alcançaram, se orgulham de ter pouco dinheiro,
poucas conquistas, etc, e a população no geral apoia esse comportamento.
Vamos pensar naquele caso clássico de um cara que adora uma banda
desconhecida e, quando ela estoura e fica famosa, ele para de ouvir porque a
banda virou “modinha”. A banda só era boa enquanto era fracassada, assim
que alcançou o sucesso, perdeu o seu valor. Então fracassando você é
considerado bom, mas sabemos que o fracasso não é sucesso, é simplesmente
fracasso, por mais glamourizado que seja.

2. Aquele que não está se ocupando em nascer, está se ocupando em morrer

Essa é sem dúvida uma das frases mais famosas de Bob Dylan. Ao primeiro
olhar muitos interpretam o que parece óbvio, mas que mesmo assim surpreende
que a partir do momento em que nascemos estamos começando a morrer, o que
não parece muito bom, principalmente considerando o medo de morte que isso
traz à tona e que muita gente compartilha. Mas, e se na verdade ela tiver um
significado muito mais engrandecedor?

No momento em que paramos de nos reinventar, ou seja, renascer, começamos a
morrer. Não é da morte que devemos ter medo, é do comodismo, da
estagnação. Não podemos ficar parados, devemos estar sempre nos ocupando
em nascer de novo, mudar, evoluir, crescer ou então estaremos nos ocupando
em morrer.

3. Você não precisa de um meteorologista para saber para que lado o vento sopra

Você não precisa de ninguém para te dizer o óbvio ou o que você pode
descobrir por si mesmo. Ainda assim muitas pessoas buscam nos outros uma
forma de aprovação e esperam que os outros os apontem as direções e
decidam os caminhos que elas podem e devem decidir sozinhas.

E essa frase tem uma relação direta com uma das músicas mais famosas de
Bob Dylan, Blowin in the Wind, que foi o primeiro grande sucesso logo no
começo da sua carreira, trazendo uma explosão repentina de fama quando
começaram a vê-lo como um novo profeta, um porta-voz da sua geração.

Em Blowin in the Wind ele faz vários questionamentos sobre a condição humana
e diz que as respostas estão soprando no vento, mas ele sempre recusou os
títulos de profeta, d e porta-voz da suia geração. Então, quando ele diz que você
não precisa de um meteorologista para saber para que lado o vento sopra, ele
diz que você tem que achar as respostas soprando no vento por conta própria e
não esperar que ele ou qualquer outro grupo místico, como vemos muito hoje em
dia, tragam as respostas para você.

4. Roube um pouco e eles te jogam na cadeia, roube muito e eles te fazem rei

Não é exatamente isso que temos vividos agora, ou melhor, que temos vividos
desde sempre? essa frase atemporal de Bob Dylan é simples e crua: ou você
rouba o suficiente para mandar em quem vai te julgar, ou você paga pelos seus
crimes.

Temos quase um réu julgado em segunda instância da Lava Jato sendo solto por
semana, pelo simples fato que eles reinam sobre quem determina as suas
próprias sentenças. É a forma como a sociedade opera e ainda que a palavra
rei seja usada no sentido figurado, podemos transferir essa mesma máxima
para o poder do estado e para cada vez que temos que pagar impostos.

5. Eu era tão mais velho antes, eu sou mais jovem agora

A frase é de cara totalmente contraditória e a ideia é justamente essa. Bob Dylan
se deu conta que não envelheceu com o tempo, mas sim, rejuvenesceu,
deixando para trás velhas ideias e absorvendo, cultivando e desenvolvendo
ideias novas.

Podemos quebrar o feitiço do tempo vivendo assim, sem ficarmos presos no
passado, sem nos apegarmos a ideias que já são ultrapassadas por orgulho,
aceitando que as derrotas não são nada além de aprendizados.

Vivemos uma constante mudança, não somos o que éramos ontem e muito
menos o que éramos ano passado, mas não somos necessariamente mais
velhos. Se simplesmente levarmos em conta que com o tempo deixamos o que
era antigo para trás e nos abrimos para o novo, podemos ficar cada vez mais
jovens.

6. Para viver fora da lei você deve ser honesto

Aqui podemos entender que Bob Dylan fez um trocadilho com viver fora da lei no
sentido jurídico e no sentido social. Quando tantas coisas que discordamos são
impostas como leis pela sociedade, só alguém muito desonesto, com seus
próprios princípios consegue viver bem com isso. Só alguém muito hipócrita
engole todas as convenções e age de acordo com que os outros esperam, e
mesmo assim isso representa a grande maioria das pessoas. São
extremamente raras as que têm coragem de ser honestas o suficiente para viver
fora da lei e desafiar o meio em que vive, ir além das fronteiras do que é
aceitável e quebrar barreiras que até então impedem o crescimento. São esses
foras da lei honestos que impulsionam o mundo para frente

7. Atrás de qualquer coisa bonita existe algum tipo de dor

Eu me lembro da primeira vez em que ouvi essa frase, eu pensei que ela não
podia estar certa, que era pessimista demais, mas aí eu comecei a pensar, e
quanto mais eu pensava, mais verdadeira a frase parecia. Eu não conseguia
encontrar nenhuma exceção, então eu entendi que o pessimismo de Bob Dylan
tava certo, realmente atrás de qualquer coisa bonita existe algum tipo de dor.

Mas foi só depois de rever essa frase mil vezes que eu me dei conta que sim, ela
é a mais pura verdade, mas não é necessariamente pessimista. É só a verdade
sobre de onde nascem as coisas mais bonitas do mundo, sobre o fato de que o
sofrimento, mesmo que inevitável, não determina o resultado. Do sofrimento
mais horrível pode nascer a vitória mais deliciosa, a arte mais maravilhosa e,
como exemplo, temos a própria música de onde essa frase foi retirada: Not Dark
Yet.

8. Não critique o que você não consegue entender

A definição perfeita de um hater, aquele que critica o que não consegue
entender, todo mundo lida com gente assim. Só que mesmo que o termo seja
novo, esse tipo de pessoas sempre existiu e Bob Dylan lidou com eles a vida
inteira. Sempre foi questionado pelo seu sucesso, pelas suas letras, pelas suas
habilidade vocais, pela sua constante mudança de estilo musical , mas deixou
essa resposta simples e direta: Não critique aquilo que você não consegue
entender.

Isso é uma coisa que devemos levar para a vida toda. Sempre que somos
confrontados com algo desconhecido, novo, que desafia os nossos
conhecimentos, nos vemos cara a cara com a nossa própria ignorância e isso
pode ser doloroso, então a nossa tendência é atacar, mas podemos ser
maiores do que isso, principalmente nos tempos de extremismos que vivemos
hoje. Se não entendemos o discurso que vem do outro lado, tudo bem, não
precisamos conhecer tudo, podemos assumir a própria ignorância ao invés de
criticar o desconhecido, essa é a única forma de aprender.

E por mais que tenhamos chegados ao fim, nada começa nem termina quando
se trata de Bob Dylan, então eu vou finalizar com uma frase do próprio, que nos
mostra que provavelmente não ouvimos e nunca ouviremos nem metade do que
ele realmente teria a nos dizer:

“E se meus sonhos e pensamentos pudessem ser vistos, eles provavelmente
colocariam a minha cabeça em uma guilhotina”

Mas, sorte a nossa que o que ele pode nos mostrar sem perder a cabeça, nós já
temos o suficiente para uma vida de aprendizado.

Assista ao vídeo e se inscreva no canal Epifania Experiência

 

Via Pensar Contemporâneo

Inveja: tendência a perceber com desprazer o bem dos outros

Inveja: tendência a perceber com desprazer o bem dos outros

Voltando ao tempo dos gregos antigos, inúmeros filósofos têm contemplado a natureza da inveja, ou o que Immanuel Kant descreveu como a “tendência a perceber com desprazer o bem dos outros”. (Immanuel Kant)

Aqueles que escreveram sobre a inveja, seja Aristóteles, Tomás de Aquino, Adam Smith, Schopenhauer ou Nietzsche, chegaram a uma conclusão semelhante – a inveja é um estado de espírito destrutivo e doente que prejudica não apenas o invejoso, mas aqueles a quem inveja. direcionado para a sociedade como um todo.

Mas hoje o vício pessoal da inveja foi transformado em virtude pelos políticos. Ao manipular a tendência humana à inveja, os políticos tropeçaram em um meio muito eficaz de ganhar poder e controle sobre populações desprevenidas. Neste artigo, examinaremos esse fenômeno enquanto analisamos a natureza da inveja em geral, como as tentativas de impor a uniformidade só exacerbam ironicamente a inveja e como os aflitos de inveja devem, para seu próprio bem-estar, se livrar dela .

A inveja é uma emoção dirigida, em outras palavras, pressupõe a coexistência de duas ou mais pessoas – o invejoso que experimenta a emoção e o invejado que é o alvo da emoção. Uma boa definição de inveja é encontrado no dicionário alemão do século de Grimm:

“A inveja expressa aquele estado de espírito vingativo e interiormente atormentador, o desprazer com que se percebe a prosperidade e as vantagens dos outros, inveja-os dessas coisas e, além disso, deseja que alguém seja capaz de destruir ou possuir a si mesmo.” (Grimm’s German Dictionary )

Um equívoco comum é confundir inveja com indignação. Na obra Retórica de Aristóteles, ele enfatiza a diferença entre os dois conceitos que escrevem:

“A pessoa indignada sente raiva da prosperidade daqueles que não a merecem e da inveja de todos.” (Retórica, Aristóteles)

Ou como ele coloca de maneira mais simples:

“A indignação é sentida no bem-estar das pessoas más, enquanto a inveja é da felicidade das boas.” (Retórica, Aristóteles)

Em contraste com a inveja, a indignação não é vice-versa, pois está enraizada em um desejo de justiça. A inveja, por outro lado, como observou Schopenhauer, está enraizada na

“A inevitável comparação entre a nossa própria situação e a dos outros” (Ensaios e Aforismos, Arthur Schopenhauer)

Quando comparado a outros desperta a consciência de nossas inferioridades – seja em termos de riqueza, posses, características mentais ou físicas – isso pode gerar inveja se acreditarmos que o que nos falta em comparação a outros explica nossa relativa infelicidade.

Indivíduos tomados pela inveja vêem aqueles superiores a eles como inimigos. Em vez de se concentrar em melhorar a si mesmos, os invejosos acreditam que seu caminho para a felicidade está ligado ao destino daqueles que invejam. Em outras palavras, eles acreditam que de alguma forma a felicidade deles será aumentada se eles puderem puxar os outros para baixo.

O desejo de ver outros derrubados não alimenta uma sociedade próspera, mas impede o progresso social. Aqueles que são devorados pela inveja provavelmente não se tornarão os grandes inventores, artistas, escritores, empreendedores ou cientistas que ajudam a promover uma sociedade. Pelo contrário, eles desprezam indivíduos de grande talento, pois sua existência apenas torna mais óbvias as inferioridades da inveja.

A natureza destrutiva da inveja tem feito o uso de instituições e práticas para inibir seu impacto extremamente comum ao longo da história. Como Helmut Schoeck afirma em seu livro Envy: A Theory of Social Behavior

“… nenhuma sociedade pode existir na qual a inveja é elevada ao status de uma virtude normativa … Mesmo a superstição de sociedades simples, vê a inveja como uma doença, o homem invejoso como perigosamente doente – um câncer do qual o indivíduo e o grupo deve ser protegido – mas nunca como um caso normal de comportamento e empreendimento humano. Em nenhum lugar, com pouquíssimas exceções, encontramos a crença de que a sociedade deve se adaptar ao homem invejoso, mas sempre deve procurar proteger-se contra ele. ”(Inveja: Uma Teoria do Comportamento Social, Helmut Schoeck)

Mas, desconcertantemente, uma perversão perigosa parece estar ocorrendo no mundo moderno. Em vez de confiar em práticas e instituições para inibir os efeitos da inveja, Gonzalo Fernández de la Mora, em seu livro Igualitarian Envy, adverte que as sociedades ocidentais estão sendo moldadas por políticos que estão alimentando as chamas da inveja com o propósito de ganhar poder e controle. .

Este é um fenômeno relativamente recente, que remonta ao final do século 19 e ao surgimento das tecnologias de comunicação de massa. Antes do surgimento dessas tecnologias, a inveja era direcionada, quase exclusivamente, para os membros da própria comunidade. Alguém que vive na Europa no século 17, por exemplo, dificilmente invejaria as riquezas de um imperador de uma terra distante, como condição para o surgimento da inveja a observação da felicidade de outra. No entanto, a ascensão da mídia de massa mudou essa situação. Agora podemos observar intimamente a vida de pessoas com quem não temos contato pessoal e, assim, fazer julgamentos sobre sua felicidade. de La Mora explica o significado desta situação, afirmando:

“As pessoas contemporâneas estão sujeitas a um fornecimento maciço de informações através da mídia de massa; consequentemente, as pessoas podem ter opiniões sobre a felicidade daqueles que nunca conheceram ou grupos de pessoas às quais não pertencem; e, como resultado desses sentimentos, eles podem invejar. Essa possibilidade torna-se uma probabilidade se, como é habitual nos meios de comunicação, a informação é distribuída já “focalizada” por uma seleção parcial, uma edição intencional, mistificadora ou simplesmente um preconceito que, no nosso caso, é direcionado para ressaltar as diferenças. entre os indivíduos. . . Ninguém inveja esta ou aquela pessoa, mas uma abstração, como “os ricos” ou “os elitistas”. ”(Gonzalo Fernández de la Mora, Inveja Igualitária)

Ao promover e apelar para essa inveja, os demagogos podem desencadear conflitos e tornar potenciais vítimas fora de todos nós – pois quem não se achará inferior a um grupo idealizado de pessoas. Mas aqueles que invejam dessa forma coletiva, e especialmente aqueles que a promovem, nunca admitirão seus verdadeiros motivos, ao contrário do que afirma La Mora em uma passagem extremamente relevante para os dias modernos:

“Um disfarce contemporâneo da inveja coletiva é o que é chamado de“ justiça social ”. Como essa argumentação ideológica… é executada? Estabelece-se um postulado fundamental de que, quanto mais justa a sociedade, mais iguais seus membros são em oportunidades, posição e riqueza; e imediatamente fica estabelecido que o partido lutará sem descanso para alcançar tal “justiça”. ”(Gonzalo Fernández de la Mora, Egalitarian Envy)

Mas a justiça social, ou a tentativa de nos tornar mais iguais usando a força do Estado, não trará uma sociedade menos propensa à inveja. De fato, à medida que essa uniformidade antinatural é imposta a uma sociedade, novas fontes de inveja surgirão e serão muito mais perniciosas. Por exemplo, se de alguma forma todos fossem feitos iguais em termos de riqueza material, isso não livraria o mundo da inveja. Pelo contrário, isso só significaria que aqueles propensos à inveja iriam direcionar sua atenção para outras formas de desigualdade, como as desigualdades nas características físicas e mentais. Schopenhauer alertou sobre esse tipo de inveja, escrevendo que a inveja

“Dirigido contra as qualidades pessoais é o mais insaciável e venenoso, porque o invejoso fica sem esperança; é também o tipo mais baixo de inveja, pois odeia o que deveria amar e respeitar. ”(Arthur Schopenhauer)

Além de trazer à tona formas mais perigosas de inveja, as sociedades que são vítimas do apelo demagógico por mais igualdade, ironicamente, vêem o crescimento da forma mais insidiosa de desigualdade possível – uma vasta desigualdade de poder entre a elite dominante e o resto da população. Para cumprir sua promessa de trazer cada vez mais justiça ao mundo e cada vez mais igualdade, os governos devem ter poderes imensos para refazer a sociedade.

Mas com tudo isso dito, podemos escolher não sermos vítimas desse estratagema político. Em vez de ver nossas inadequações como razões para derrubar os outros, podemos escolher reações mais construtivas, como emulação e auto-aperfeiçoamento. A emulação ocorre quando o reconhecimento de suas inferioridades os leva a ver o superior não como inimigos, mas exemplos para aprender e figuras de motivação. Em vez do desejo de nivelar tudo, a emulação leva a pessoa a elevar-se ao nível dos melhores, ou mesmo a superar aqueles que uma vez procuraram. Kierkegaard observou que “a inveja é uma admiração oculta” e, portanto, a emulação pode ser vista como a reação positiva ao que leva os indivíduos mais fracos à inveja.

Reagir às inferioridades da pessoa com o desejo de melhorar a si mesmo não é apenas bom para o indivíduo, mas para a sociedade como um todo. Isso significa que mais pessoas se concentrarão na criação do novo e do melhor, em vez de na destruição de outros. Mas, por outro lado, se a nossa sociedade continua a percorrer um caminho conduzido pela inveja que alimenta a retórica dos demagogos, chegaremos a um ponto, segundo Nietzsche, em que as pessoas ficarão tão ressentidas com outras que até mesmo o feliz entre nós começará a questionar se tem direito a sua felicidade:

Todas essas pessoas ressentidas são fisiologicamente distorcidas e alimentam o verme da inveja em seu intimo, em muitos casos não se contentando apenas em deturpar a imagem do seu invejado, mas planejando derrubá-lo e destitui-lo da posição vista e entendida como superior. Como disse Nietzsche: “É uma pena ser feliz! Há muita miséria!” (Sobre a Genealogia da Moralidade, Nietzsche)

Esse artigo foi transcrito e traduzido por Pensar Contemporâneo, a partir do vídeo (Em Inglês) The Psychology of Envy and Social Justice.

Vivemos uma epidemia da solidão fruto do narcisismo – Luiz Felipe Pondé

Vivemos uma epidemia da solidão fruto do narcisismo – Luiz Felipe Pondé

A era tecnológica tornou ainda mais complexas as discussões sobre a forma de se relacionar do ser humano. Com a internet, ter contato dá menos trabalho, a distância não parece intransponível, e é possível até mesmo o cultivo de laços com pessoas que nem sequer conhecemos pessoalmente. Mas até que ponto o contato propiciado pela tecnologia supre, de fato, as necessidades afetivas do homem? Qual é a medida para não se deixar adoecer pelas relações estabelecidas on-line?

O questionamento – comum, considerando o aprofundamento de contradições nas relações sociais da atualidade – é um dos pontos tocados pelo filósofo Luiz Felipe Pondé em entrevista à Deutsche Welle Brasil. Sem fazer ataques ferrenhos à interação das pessoas nas redes sociais, Pondé reflete sobre o sentimento generalizado de solidão da sociedade contemporânea, e critica a dificuldade encontrada pelos jovens em desenvolver a generosidade e realizar concessões ao se relacionar.

Luiz Felipe Pondé e psicanalista, filósofo, Ph.D em Epistemologia pela Universidade de Tel Aviv, e trabalha hoje como professor na Pontifícia Universidade de São Paulo e na Fundação Armando Álvares Penteado. O pensador brasileiro escreve semanalmente para a Folha de S.Paulo e já publicou diversas obras, como O homem insuficiente, Crítica e profecia, Conhecimento na Desgraça e Ensaios de filosofia da religião.

Ser solteiro ou, como diz o termo vigente, ser single está na moda? Por quê?

Toda hora inventam uma modinha para dar um nome a um comportamento. Por exemplo, à dificuldade de partilhar a vida com uma pessoa, agora se dá o nome de single; não é mais solteiro ou sozinho, é single. E tem tanta gente single no mundo hoje porque as pessoas estão exigentes demais, insatisfeitas, e porque a vida sozinho é mais possível, mais barata. Para viver com uma pessoa, você tem de fazer concessões, precisa ser corajoso, tem de investir na pessoa com todos os riscos que o “investimento” traz. A vida single está na moda porque há um ônus enorme na vida partilhada.

Quem é sozinho acaba cada vez mais solitário?

Quanto mais sozinha, mais viciada na solidão a pessoa fica. E aí é mais difícil fazer concessões. Não estou falando só de amor romântico, mas de amizade, de vínculos. Hoje se tem todo um equipamento urbano pra viver sozinho. A pessoa pode falar com amigos que estão longe – ou mesmo que não existem – pode comprar comida sozinha, pode ter um cachorro, para brincar de parceria com ele. O cachorro tem sempre amor incondicional, por isso é mais fácil do que gente.

Então viver sozinho é um caminho sem volta?

Quando alguém fica sozinho, não precisa se submeter às vontades, taras, desejos e dificuldades do outro. À medida que você vai ficando sozinho porque está bom, uma hora tenta ficar com alguém e não consegue. Está acostumado.

Mas há quem queira encontrar alguém e não consegue.

Não consegue porque ninguém quer mais saber de ninguém. Os jovens estão cada vez mais narcisistas. Quando uma pessoa fala que quer alguém, ela quer alguém pra preencher o vazio que sente. Mas esse alguém não é real, que vem com os problemas de alguém real.

E mais: as pessoas estão cansadas do cotidiano. Elas têm de trabalhar muito, têm que investir muito na carreira. Às vezes, é mais seguro investir na carreira e na grana do que numa parceria. Os mais jovens têm cada vez mais medo da vida, e ficam cada vez mais cansados. Porque viver com medo cansa.

Você sente uma inquietação na sociedade para mudar isso?

Existe, sim, a inquietação. Mas acho que isso é fruto da estrutura capitalista. O capitalismo – e não sou marxista -, mas, analisando o contexto histórico, o capitalismo produz pessoas sozinhas e produtivas. Claro que eles continuam fazendo propaganda para família porque família consome. É uma contradição. Porque ao mesmo tempo que o capitalismo gera como efeito colateral o narcisismo, a solidão, o egoísmo, essa autonomia do ser single produz sofrimento.

As mídias sociais têm alguma responsabilidade nesse cenário?

Elas não criaram isso, mas têm responsabilidade no sentido de que são uma mensagem de solidão. Como o conceito da Teoria da Comunicação, de que o meio é a mensagem. As mídias sociais são uma mensagem no seguinte sentido: você pode ter vínculos com as pessoas desde que não sejam “sujos”. “Sujos” no sentido de que sejam reais. É mais ou menos como você ter uma vida mergulhada no álcool-gel. As mídias sociais são uma ferramenta da solidão. Claro que ela também faz você encontrar pessoas, fazer networking, mas observo que as pessoas mais jovens – dou aula e trabalho com jovens – têm cada vez mais uma alienação da vida real.

Nós estaríamos mais felizes hoje se vivêssemos mais o afeto em relações duradouras?

A vida afetiva faz parte da experiência humana ancestral. Na hora em que você não tem vida afetiva, isso causa sofrimento. Mas quando uma pessoa opta por ter uma vida afetiva porque está infeliz não dá certo. Não vai adiantar fazer uma fórmula: você está infeliz porque está sozinho. Procura um parceiro que você vai ser feliz. Não vai funcionar. Você vai procurar um parceiro porque quer que ele te faça feliz.

O que falta para revertermos esse cenário?

Não é só uma coisa que falta, mas uma seguramente é a generosidade. Ninguém é mais generoso, todo mundo só quer ser feliz. Uma vida afetiva pode deixar a pessoa mais equilibrada, com capacidade melhor de convívio, menos egoísta, mais tolerante.

Mas então você defende que as pessoas são mais felizes com alguém?

Eu acredito que tem pessoas que vivem bem sozinhas. E são mais felizes assim. Assim como acho que tem pessoas que são mais felizes não tendo filhos. A questão é outra. A questão é que existe hoje uma epidemia de solidão por fruto de narcisismo, egoísmo, falta de generosidade, entropia afetiva. Sempre existiram pessoas que viviam melhor sozinhas, mas é a minoria.

Via Pensar Contemporâneo

Vacina contra o câncer poderá ser testada em humanos

Vacina contra o câncer poderá ser testada em humanos

Uma vacina para tentar prevenir ou retardar o câncer em cães poderá ser testada em pessoas, de acordo com pesquisadores.

Os cientistas estão se preparando para testar uma droga que espera treinar o sistema imunológico para reconhecer e atacar uma parte específica das células cancerígenas.

Eles escolheram uma parte das células cancerígenas às quais as células do sistema imunológico – as células brancas do sangue – normalmente se ligam, e que acreditam ser comuns a vários tipos de câncer.

Ensinar o corpo a atacar isso sempre que achar que poderia significar que os corpos dos cães têm uma linha de defesa muito precoce contra tumores.

E como o câncer em cães se desenvolve de maneira semelhante aos humanos e pode ser desencadeado por fatores ambientais semelhantes, o jab pode um dia ser dado às pessoas.

Pesquisadores da Universidade Estadual do Arizona e da Universidade Estadual do Colorado testarão sua vacina em 800 cães para ver se há alguma chance de sucesso.

Os resultados possíveis são que menos cães têm câncer, a doença leva mais tempo para se desenvolver ou a vacina não funciona.

Falando sobre os resultados, o Dr. Doug Thamm disse à CNN : ‘Um é que há menos câncer nos cães que recebem a vacina. Isso seria uma grande vitória.

***

Redação CONTI outra. Com informações de dailymail

Imagem reprodução CNN

Mulher africana dança de alegria e gratidão ao ganhar primeiro par de sapatos

Mulher africana dança de alegria e gratidão ao ganhar primeiro par de sapatos

Você já se sentiu grato hoje por todos os mínimos confortos de que pode desfrutar no seu dia a dia? A cama confortável, o chuveiro com água quente para tomar banho, a comida na mesa e uma infinidade de outros pequenos privilégios podem ter se incorporado tanto à nossa rotina que os encaramos com naturalidade, mas para muitas pessoas ao redor do mundo, essas são experiências às quais nunca terão acesso.

A turista Laura Grier estava recentemente explorando o Parque Nacional Bwindi, em Uganda, na África, quando viu uma cena que a deixou tocada: uma mulher local andando descalça pelas ruas de terra quente e infestadas de doenças do mercado.

Antes de chegar a Uganda, Laura ouvira falar do nível de pobreza em que vivem as pessoas da aldeia. Muitas delas lutam simplesmente para encontrar água limpa para beber ou comida para dar aos filhos. Itens como roupas e jóias são difíceis de encontrar, e mulheres como a que Laura viu nunca tinham possuído um par de sapatos antes.

Laura então disse a seu motorista para parar o carro e pediu que ele desse à mulher um par de tênis que ela trouxe especificamente para dar a alguém necessitado. David, o motorista, ajudou a mulher a colocar os sapatos, enquanto a alegria dela crescia. Quando se viu com um tênis nos pés pela primeira vez, a mulher abriu um imenso sorriso e acenou para Laura, que tinha ficado dentro do carro.

“Quando vi a mulher na beira da estrada descalça, pedi ao motorista que parasse. A mulher estava descalça e nunca possuíra sapatos antes ”, disse Grier. No segundo em que o motorista terminou de amarrar os cadarços do primeira par de tênis que ela calçava, a mulher se sentiu tão bem que não pôde deixar de começar a dançar de alegria.

contioutra.com - Mulher africana dança de alegria e gratidão ao ganhar primeiro par de sapatos

O momento em que a mulher africana dança de alegria foi registrado em vídeo e compartilhado nas redes sociais. É claro que este sincero e comovente registro viralizou rapidamente. Todos que vêem as imagens não podem deixar de sentir um pouco da alegria.

Esta mulher que não tem quase nada, foi capaz de ser tão grata ao ter acesso ao um mínimo conforto, que não se conteve e pôs-se a dançar. E isso não poderia deixar de ser uma lição a todos nós que vivemos rodeados de privilégios e mesmo assim nos deixamos tornar pessoas amargas e mal agradecidas.

Que esta história te traga alegria, como um par de tênis pôde alegrar certa vez uma mulher africana.

Ela é tão grata que é um grande lembrete para todos nós sermos gratos pelo que temos.


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Redação CONTI outra. Com informações de inspiremore

Imagens Rumble– reprodução

Homem de 84 anos doa rim a vizinha de 72 anos em puro gesto de bondade

Homem de 84 anos doa rim a vizinha de 72 anos em puro gesto de bondade

Linda Nall é uma senhora de 72 anos que sofre de problema de rins há bastante anos. Contudo, nos últimos tempos, a sua situação agravou-se e acabou por precisar mesmo de um transplante de rim.

Perante a enorme dificuldade em encontrar um dador compatível e a urgência em tratar da situação, a mulher acabou mesmo por colocar uma placa no seu jardim com uma mensagem escrita que dizia:

“EU SOU DO TIPO O E PRECISO DE UM TRANSPLANTE DE RIM. POR FAVOR ME AJUDE.”

O que ela não contava era que a ajuda chegasse tão rápido e, ainda por cima, de tão perto, incluindo mesmo da sua própria rua, pelo seu vizinho Frank Dewhurst, um idoso de 84 anos.

Ao ver a placa no jardim de Linda, Frank não conseguiu ficar indiferente e, após conversar com a sua esposa sobre o assunto, este decidiu avançar com a decisão de ajudar a sua vizinha e doar-lhe um rim.

“Quando ele me disse que queria me dar o rim, fiquei chocada”, disse Linda ao HuffPost UK. “É uma coisa incrível que ele fez por mim e eu sou muito grata.”

contioutra.com - Homem de 84 anos doa rim a vizinha de 72 anos em puro gesto de bondade

Apesar de haver a ideia generalizada de que pessoas idosas não podem ser doadoras devido à sua idade avançada, isso na realidade não corresponde à verdade, já que os doadores são avaliados com base na sua própria saúde e na adequação do rim para o destinatário pretendido. Por isso, Frank teve de passar por uma série de exames antes de ser aceite como doador de Linda. Contudo, o procedimento seguinte foi tão simples que apenas 48 horas após a cirurgia, este já estava de volta ao exercício e às atividades normais.

Segundo Hassan Ibrahim, chefe de doenças renais no Hospital Metodista de Houston, onde foi realizado o transplante, “Em média, mais de 60% dos rins de doadores vivos duram mais de 10 anos, em comparação com 46% dos doadores mortos”. “É por isso que encorajamos os pacientes a encontrar um doador vivo cuja chance de nunca ter problemas renais após o transplante exceda 99%”, continuou.

Depois da cirurgia, Nall disse que mal podia esperar para passar mais tempo com a família e com os amigos e socializar mais. “Eu vivi muito tempo não sendo capaz de comer o que eu quero comer e fazer o que eu quero fazer”, disse ela. “Vou aproveitar ao máximo o generoso presente de Frank e viver a vida ao máximo. Eu mal posso esperar.”

***

Via Sábias Palavras

Às vezes dizemos estar cansados, quando na verdade nos sentimos tristes

Às vezes dizemos estar cansados, quando na verdade nos sentimos tristes

Às vezes nos sentimos desafinados, envoltos em um cinza e branco diários, vazios e sem sentido. Quando nos perguntam o que está errado, dizemos que estamos cansados, apenas isso e nada mais. No entanto, sob esse esgotamento sem forma ou razão esconde a tristeza, aquele amigo pálido que é instalado sem permissão na mente e no coração para inocular a apatia e a recordação.

Vamos enfrentá-lo, todos nós já experimentamos essa mesma situação em algum momento. Quando a fadiga é acrescentada àquela emoção pegajosa, lânguida e profunda como é tristeza, não hesitamos em ir ao “Dr. Google” em busca de um possível diagnóstico. Instantaneamente aparecem termos como “depressão”, “anemia”, “hipotireoidismo”, etc.

Quando a tristeza se instala em nós, nós imediatamente a concebemos como algo errado, como algo patológico, do qual somos instantaneamente liberados como se alguém estivesse sacudindo poeira ou sujeira das roupas. Não gostamos disso e queremos nos defender dele sem parar para sequer entender sua anatomia, mergulhar em seus cantos e recantos melancólicos para adquirir uma aprendizagem muito mais profunda de nós mesmos.

Na verdade, às vezes esquecemos que a tristeza não é um transtorno, que a tristeza e a depressão não são as mesmas. Enquanto essa emoção não se estender ao longo do tempo e não interferir continuamente no nosso modo de vida, temos uma boa oportunidade, por mais paradoxal que seja, de avançar e crescer como pessoas.

Estamos sempre cansados, mas sob esse cansaço pode haver algo mais

Às vezes passamos momentos assim, aqueles em que nos sentimos cansados ​​e levantamos da mesma maneira. Podemos ir ao médico e, ainda assim, as análises nos dirão que não há desequilíbrio hormonal, deficiência de ferro ou qualquer outra patologia de origem orgânica. É muito possível que o profissional de saúde nos diga que pode ser a mudança de estação, uma pequena distimia típica do outono ou da primavera. Algo muito leve e que pode ser resolvido com um tratamento farmacológico pontual e limitado no tempo.

Agora, há estados emocionais que não requerem a ajuda da farmacopeia para serem resolvidos. No entanto, ao experimentar seu impacto psicossomático em nosso corpo, é normal que nos assustemos e cometamos o erro de tratar o sintoma sem primeiro abordar o foco do problema: a tristeza.

Por que nos sentimos cansados ​​quando estamos tristes?

Os mecanismos cerebrais que governam nossos estados emocionais são bem diferentes um do outro. Enquanto alegria ou efusão originam toda uma série de conexões e hiperatividade em nossas células e regiões cerebrais, a tristeza é muito mais austera e prefere economizar em recursos. No entanto, faz isso para um propósito muito específico. Vamos vê-los em detalhes.

A tristeza gerou em nosso corpo uma diminuição muito notável na energia. Além disso, sentimos a necessidade de evitar relacionamentos sociais, ficamos desconfortáveis, o som pode até doer, o rumor do nosso ambiente nos incomoda e preferimos o canto da solidão.

– É interessante saber também que a estrutura que assume controle em nosso cérebro é a amígdala, mas tenha cuidado, apenas uma parte dela, especificamente, a parte direita.

– Esta pequena região do cérebro é o que nos induz a essa sensação de retraímento, de inatividade, de fadiga física … Toda essa descida de energia tem em si um objetivo: favorecer a introspecção.

Da mesma forma, estados de tristeza reduzem nossa capacidade de atenção em todos os estímulos externos que nos cercam. Isto é assim por uma razão mais que óbvia: o cérebro tenta nos dizer que é hora de parar e pensar, refletir sobre certos aspectos de nossa vida.

Coisas que devemos aprender sobre esses estados ocasionais associados à tristeza

A tristeza ocasional, que nos abraça por alguns dias e nos faz sentir cansados, arrependidos e desconectados da nossa realidade é algo que não podemos ignorar. Tratar os sintomas, resolver nosso cansaço com vitaminas ou nossa dor de cabeça com analgésicos é inútil se não chegarmos à raiz real do problema.

Em caso de não fazê-lo, em caso de não pararmos e nos atentarmos ao que é que nos perturba, nos incomoda ou nos preocupa, é possível que esta bola cresça e a tristeza se torne mais extensa. Portanto, pode ser útil refletir sobre uma série de dimensões sobre essa emoção que, sem dúvida, esclarecerão alguns pequenos detalhes.

Três “virtudes” sobre a tristeza que devemos entender

– A tristeza é um aviso. Apontamos antes, a perda de energia, estar cansado e com falta de recursos mentais para desenvolver no dia a dia são apenas sintomas de um problema óbvio que devemos resolver.

– A tristeza como resultado do desapego. Às vezes, nosso próprio cérebro já está nos alertando de algo que nossa mente consciente não termina de assumir: “é hora de deixar esse relacionamento”, “esse objetivo que você tem em mente não vai se cumprir”, “você não está feliz nesse trabalho” e etc.

– Tristeza como instinto de conservação. Este fato é curioso e devemos lembrar: às vezes a tristeza nos convida a “hibernar” para desligar temporariamente da nossa realidade para conservar os recursos … É uma ocorrência comum quando, por exemplo, nós sofremos uma decepção, lá onde sempre refletem saudável alguns dias em estreita recordação, a fim de salvaguardar a nossa auto-estima, a nossa integridade …

Para concluir, como podemos ver, há momentos em nossa vida onde a fadiga tem pouco físico e sim muito emocional. Longe de ver a tristeza como desordem a ser tratada, devemos vê-la como uma voz interna a ser ouvida, como uma emoção valiosa e útil, essencial para o crescimento do ser humano.

Artigo de Valeria Sabater traduzido por A Soma de Todos os Afetos

Artista reimagina Keanu Reeves como 9 príncipes da Disney

Artista reimagina Keanu Reeves como 9 príncipes da Disney

Você provavelmente já foi tentado em clicar em matérias que destacam o trabalho de artistas que resolveram reimaginar as princesas Disney como mulheres de carne e osso, ou como celebridades, ou ainda com aparência de mulheres reais. Mas desta vez a internet foi longe demais!

O escritor e ilustrador Crystal Ro, que mora em Los Angeles, teve a melhor ideia, recriar os príncipes da Disney usando o rostinho ilustre de um milhão de dólares do mais novo queridinho da internet, crush de dez entre dez mulheres, coqueluche dos sites de entretenimento, Keanu Reeves. E o resultado da imaginação do artista é tudo o que você precisa ver hoje.

Keanu como Aladdin

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Keanu como Fera, de “A Bela e a Fera”

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Keanu como o príncipe Naveen, de “A Princesa e o sapo”

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Keanu como o príncipe Eric, de “A pequena sereia”

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Keanu como o príncipe de “Branca de Neve e os sete anões”

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Keanu como o príncipe encantado da “Cinderela”

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Keanu como o príncipe Phillip, da “Bela Adormecida”

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Keanu como Li Shang, de “Mulan”

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Keanu como John Smith, de “Pocahontas”

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Não sei vocês, mas em algumas ilustrações achei o Keanu a cara do Murilo Benício. Enfim, voltamos em breve com mais informações sobre Keanu Reeves e o seu fã-clube cada mais numeroso.

Redação CONTI outra. Com informações de Bored Panda

Beber uns copos ajuda-te a falar outros idiomas com mais fluência

Beber uns copos ajuda-te a falar outros idiomas com mais fluência

Um novo estudo publicado no Journal of Psychopharmacology, conduzido por pesquisadores da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, disse que a capacidade de falar outras línguas melhora após ter consumido uma dose baixa de álcool.

SABEMOS QUE O CONSUMO DE ÁLCOOL AFETA AS FUNÇÕES COGNITIVAS E MOTORAS.

Entre elas, “funções executivas”, que incluem a capacidade de lembrar, prestar atenção e inibir comportamentos inadequados, são particularmente sensíveis aos seus efeitos.

Dado que as funções executivas são importantes quando se fala uma segunda língua (não nativa), o consumo excessivo de álcool pode impedir que consigamos comunicar correctamente. No entanto, como o álcool aumenta a autoconfiança e reduz a ansiedade social, o efeito seria diferente.

SEGUNDO ALGUNS PESQUISADORES, TODA A ACTIVIDADE SOCIAL É MELHOR DEPOIS DE INGERIR ÁLCOOL.

Para testar essa ideia, que tem sido popularmente aceite, mas sem uma base científica, os pesquisadores chamaram um grupo de 50 alemães que aprenderam recentemente a falar, ler e escrever em holandês.

Alguns receberam uma bebida que continha um pouco de álcool (em quantidades variadas, dependendo do peso da pessoa) e outros não. Depois disso, os participantes tiveram que conversar em holandês com holandeses que não sabiam quem tinha bebido e quem não tinha. No final da actividade, eles tiveram que avaliar o desempenho dos participantes de acordo com uma série de categorias.

ENTRE OS RESULTADOS, A MAIOR PONTUAÇÃO FOI NA CATEGORIA DE PRONÚNCIA.

Dr. Inge Kersbergen comentou: “O nosso estudo mostra que o consumo de álcool tem efeitos positivos entre aqueles que aprenderam recentemente esta nova língua, então evidentemente apoio a ideia de que nos ajuda-nos a falar outro idioma com mais fluência.”

Outro dos pesquisadores, Dr. Fritz Renner, acrescentou: “É importante notar que os participantes deste estudo consumiram uma baixa dose de álcool. Níveis mais altos de consumo podem não ter efeitos benéficos, pelo contrário.”

Apesar dessas primeiras conclusões, eles dizem que devemos ser cautelosos com a implicação desses resultados, até que eles possam analisar em detalhes os fatores que influenciaram o resultado.

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Via Mulher Contemporânea

Vantagens de ser mãe a partir dos anos 40

Vantagens de ser mãe a partir dos anos 40

Até alguns anos atrás, falar sobre as vantagens de ser mãe depois dos 40 anos parecia loucura. Complicações durante o parto, risco para a vida da mãe e até possibilidades de aborto foram apenas alguns dos problemas mais conhecidos. Hoje em dia, as previsões são bem mais positivas.

Estudos recentes demonstraram que, com revisões mensais e cuidados adequados, não deve haver problemas. Muitos mitos foram descartados graças aos avanços da medicina e uma maior divulgação dos estudos pré-natais. Assim, muitas mães puderam ver seus sonhos se tornarem realidade.

Portanto, é essencial pensar sobre as muitas vantagens de ter um bebê depois dos 40 anos. Tanto fisicamente quanto mentalmente, as mudanças que ocorrem com a chegada de um bebê são muito mais benéficas do que você imagina.

Vantagens da maturidade em nível fisiológico sendo uma mãe de 40 anos

Melhorar as habilidades mentais

A acuidade mental é maior e está associada à resolução de problemas e melhora das habilidades verbais. Segundo estudos publicados no Journal of American Geriatrics Society, isso seria devido aos hormônios envolvidos na gravidez.

. A progesterona é responsável pelo desenvolvimento do tecido cerebral.
. O estrogênio é uma influência muito benéfica na estrutura do cérebro.

Dieta e vida saudável

Conforme você ganha idade, você tende a cuidar mais da comida. Há mais consciência sobre a qualidade dos alimentos, os benefícios de uma dieta saudável e, claro, o interesse em como os alimentos podem afetar o feto e o próprio corpo aumenta.

Vantagens da maturidade mental

Estabilidade trabalhista e econômica

A partir dos 40 anos, o emprego e a estabilidade econômica estão geralmente disponíveis. Existe a tranquilidade de poder manter o bebê ou futuros bebês sabendo que eles não perderão nada. Objetivos de trabalho já foram alcançados e a chegada de uma criança provavelmente não influenciará negativamente as ambições pessoais.

Equilíbrio mental e emocional

Está mais preparado para enfrentar a gravidez e a vida da nova mãe. A maturidade permite adaptar-se às mudanças com maior facilidade. Além disso, a sabedoria da idade dá muita segurança. A experiência que já teve com outras situações permite que a mãe não se sobrecarregue com nada e encontre uma maneira de resolver conflitos.

As crianças não são culpadas

Muitas jovens mães acabam culpando seus filhos. Eles olham para trás e acreditam que perderam grandes oportunidades para viver a juventude e que é culpa dos filhos. Esta situação é egoísta e injusta é sentida por muitas mulheres.

Uma das vantagens de retardar a maternidade é que elimina o risco de sofrer essas frustrações. Quando uma mulher com mais de 40 anos decide ser mãe, é porque sente que já viveu as coisas que queria viver e que quer dar outro passo em sua vida.

Você está plenamente ciente da decisão tomada

Se você tem um parceiro ou não, a escolha foi planejada. Todos os prós e contras foram levados em conta e você sabe o que quer.

A mãe está ciente de como a gravidez afetará todas as áreas de sua vida e se sente preparada para enfrentá-los. É raro que o bebê tenha sido o resultado de uma decisão rápida e pouca reflexão. Não há as mesmas inseguranças e dúvidas que podem surgir em idades mais jovens.

Para levar em conta se você vai ser mãe depois dos 40 anos

Se você decidiu se tornar mãe depois dos 40 anos, será essencial consultar o ginecologista e o clínico geral. Tenha em mente que nessa idade, as instalações para engravidar são maiores. Não será impossível, mas não deve ser descartado o recurso a outros métodos, como a reprodução assistida.

Uma vez que a gravidez está em andamento, será muito importante fazer check-ups a cada mês, além de manter um estilo de vida saudável.

Tradução A Soma de Todos os Afetos. Fonte indicada: Eresmamá

Quer saber quem são seus verdadeiros amigos? Fique doente.

Quer saber quem são seus verdadeiros amigos? Fique doente.

Uma das melhores coisas de nossas vidas são as amizades que pontuam a nossa jornada, tornando-a mais prazerosa e leve, principalmente nos momentos em que precisamos de alguém ali ao lado, quando escurece de repente dentro de nós. Infelizmente, quando mais precisarmos, parece que menos amigos aparecerão ou terão disposição para ouvir pacientemente o que temos para dizer, compartilhar. A não ser que façamos uma festa.

Na verdade, muitas pessoas estão à procura de oportunidades que lhes favoreçam, que lhes tragam benesses, conforto, retornos majoritariamente financeiros e/ou materiais. Aproximam-se, assim, de quem possa lhes oferecer algum benefício que usufruirão em causa própria, baseando-se tão somente em suas intenções, quem nem sempre são as melhores. Difícil, nesse contexto, haver alguém que nutra relacionamentos que não lhes possam servir como degrau social ou fonte de renda e de status.

Muitas pessoas passarão pelas nossas vidas, desde a infância, porque nunca é tarde para encontrarmos alguém que possa compartilhar uma amizade sincera. Não conseguimos explicar bem o que nos faz gostar tanto de algumas pessoas, a ponto de nos sentirmos bem ao seu lado e confortáveis para contar-lhes nossos sonhos, medos, nossos tesouros. Parece que tem gente que conhecemos há anos, embora tenhamos iniciado a amizade recentemente; é como se tivéssemos encontrado um irmão perdido por aí, tamanha a sensação de proximidade imediata.

Da mesma forma, algumas pessoas fazem parte de nosso círculo de amigos ou de trabalho por muito tempo, sem que consigamos ir além das meras formalidades de convivência. No entanto, nem todos serão amigos de fato, ainda que confiemos plenamente neles, mesmo que depositemos a maior confiança em suas mãos, porque algumas pessoas simplesmente não sabem o valor dos sentimentos alheios, nem dos próprios. Algumas pessoas simplesmente desconhecem a força de um compromisso com o outro que não envolva nada além de afetividade.

Não podemos nos iludir, achando que todos aqueles que sorriem ao nosso lado, em comemorações regadas a cerveja, também ficarão conosco quando nada tivermos a oferecer, quando precisarmos de um ombro amigo que nos console, ouvindo-nos nos momentos de nossas atribulações, caso contrário, a decepção nos machucará ainda mais. No entanto, sempre haverá alguém, muitas vezes quem menos esperávamos, que nos estenderá as mãos com verdade e amor. Sempre haverá alguém que não desiste da gente. Daquelas surpresas mágicas com que a vida nos abençoa, a fim de que não desistamos de prosseguir, incansavelmente.

Prof. Marcel Camargo

Cientistas criam tipo sanguíneo universal que pode salvar a vida de milhares de pessoas

Cientistas criam tipo sanguíneo universal que pode salvar a vida de milhares de pessoas

Três quartos da população mundial tem uma de quatro diferentes tipos de sangue: A, B, AB e O. Os primeiros três tipos de sangue têm diferentes estirpes de antigénios e anticorpos na superfície das suas células do sangue que causam diferentes reações imunológicas .

Como certos tipos de células sanguíneas do tipo A provocam respostas imunitárias contra as células sanguíneas do tipo B, não foi possível misturar estes tipos sanguíneos durante operações ou tratamentos.

Por outro lado, o tipo sanguíneo O é considerado um tipo “universal” porque contém apenas antígenos neutros que podem interagir com segurança com os antígenos de outros tipos de sangue.

Agora, em um estudo inovador da Universidade da Colúmbia Britânica, pesquisadores dizem que conseguiram identificar uma enzima bacteriana que pode neutralizar antígenos e tornar suas respostas imunológicas inofensivas.

Curiosamente, os pesquisadores descobriram as bactérias dentro do nosso próprio micróbio intestinal. Ao misturar as bactérias com uma amostra de sangue tipo A, as bactérias removeram as células de seus antígenos agressivos e a converteram em uma amostra de sangue tipo O universal.

“A transfusão de sangue é uma parte indispensável do sistema de saúde, uma vez que salva milhares de vidas anualmente”, escreve Peter Rahfeld em pesquisa de pós-doutorado na universidade. “O sangue utilizado deve ser cuidadosamente combinado, uma vez que a transfusão com tipos sanguíneos incomparáveis ​​pode levar a conseqüências fatais”.

Os pesquisadores agora esperam poder desenvolver rapidamente o procedimento para que os médicos possam ter acesso virtualmente ilimitado ao sangue em todo o mundo.

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Destaques Psicologias do Brasil. Com informações de: Nation.
Imagens: Reprodução/Nation.

Jovem reconstruindo sua vida recebe orientação e amizade do policial que o prendeu

Jovem reconstruindo sua vida recebe orientação e amizade do policial que o prendeu

Rameil tinha apenas 17 anos quando foi surpreendido com a morte de seu pai em 2013. Estimulado pela dor, o adolescente problemático tentou roubar um restaurante sob a mira de uma arma. Ele foi preso, condenado por assalto à mão armada e condenado a 11 anos de prisão.

O vice-chefe de polícia Brian Nugent foi o oficial que prendeu Rameil- mas mesmo depois de ajudar a colocar o jovem atrás das grades, a mãe de Rameil permaneceu em contato com o policial para convencê-lo de que seu filho não era apenas mais um criminoso.

Rameil foi libertado da prisão antes de cumprir toda a pena devido ao seu bom comportamento, e ele então estabeleceu que não iria repetir os erros do seu passado – mas também sabia que precisaria de um mentor se quisesse ter sucesso na sua nova jornada.
Como se o destino assim quisesse, Rameil estava trabalhando em uma loja na cidade de Avon, no estado americano de Indiana, quando um rosto conhecido adentrou a loja. E adivinhe quem era essa pessoa. Acertou quem pensou no policial Brian Nugent.

Foi aí que Rameil resolveu não deixar passar a oportunidade e perguntou ao policial se ele poderia cumprir o papel de ser seu mentor – e a conversa acabou florescendo em uma forte conexão entre estas duas pessoas de realidades tão distintas.

“Ele me tratou com compaixão e compreensão, e nunca me tratou com superioridade. Até hoje, ele ainda me ajuda a construir meus valores e minha auto-estima ”, disse Rameil à CBS News . “Com ele ao meu lado, posso fazer qualquer coisa.”

Desta história é possível tirar dois ensinamentos: o primeiro é que às vezes precisamos pedir ajuda. Quando dividimos nossos problemas com alguém, tudo fica muito mais fácil. O segundo é que todos merecem uma segunda chance. Cometer erros aos longo do percurso, afinal, é natural. A grandeza está em seguir em frente tentando achar o caminho correto.

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Redação CONTI outra. Com informações de goodnewsnetwork

Menino costura lindos laços para ajudar cães e gatos abandonados a serem adotados

Menino costura lindos laços para ajudar cães e gatos abandonados a serem adotados

Estamos todos familiarizados com os desafios que os animais de abrigo enfrentam para encontrar um lar definitivo. Para alguns deles, a espera é insuportavelmente longa, enquanto outros nunca conseguem encontrar um família amorosa que os acolha. Diante da situação, algumas pessoas conseguem encontrar maneiras bastante criativas para tentar ajudar estes animais abandonados a serem notados e, eventualmente, adotados.

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Nem todos os heróis usam capas, alguns deles usam laços! Tudo o que precisamos neste mundo é de bondade e compaixão, mesmo que seja nas pequenas coisas. E quando os jovens dão o exemplo e investem seu tempo e talento para tornar o mundo um lugar melhor, você pode dizer o que quiser, mas a fé nos millennials é restaurada ali mesmo.

Darius Brown, um jovem de 12 anos, morador de New Jersey, tomou uma iniciativa para ajudar nossos amigos peludos a serem adotados muito mais rápido. Ele cria gravatas artesanais para cães e gatos e os doa para abrigos de animais para atrair a atenção de futuros adotadores.

Darius Brown tem uma história de vida inspiradora. Aos 2 anos de idade, um diagnóstico indicou que ele tinha um atraso nas habilidades motoras. Mas nenhum desafio o impediu de se estabelecer e atingir seu objetivo. Com 8 anos, ele começou a ajudar a sua irmã mais velha a cortar tecidos para confeccionar tiaras; atividade que o ajudou a desenvolver suas habilidades motoras. E foi aí que seu incrível talento foi revelado e ele não pensou duas vezes em usar as habilidades e a criatividade para mudanças positivas no mundo.

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Com apenas 11 anos de idade, Darius Brown fundou uma empresa de alta costura, a Beaux & Paws, especializada em gravatas-borboleta exclusivas e elegantes para as pessoas e seus familiares peludos. Um jovem CEO parece saber mais sobre as formas corretas de administrar um negócio melhor do que muitos dos empresários de hoje quando se trata de retribuir. Darius doou inúmeros laços com abrigos de animais e centros de adoção nos EUA e no Reino Unido. E seus esforços são apoiados por mais de 43 mil seguidores no Instagram.

Um apaixonado defensor dos animais, Darius se inspirou para ajudar os animais depois das consequências devastadoras do furacão Harvey e do furacão Irma em 2017. Muitos animais de estimação que ficaram sem casas foram transferidos para diferentes abrigos em todo o país, e devido à falta de adotantes, muitos acabaram submetidos à eutanásia.

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Darius estava determinado a ajudar a resgatar gatos e cachorros para atrair os olhares de possíveis cuidadores. E foi exatamente isso o que ele fez. Seus acessórios sofisticados transformaram milhares de moradores de abrigos em animais fofos e elegantes, prontos para ir para casa a qualquer momento.

Quando você olha para o currículo de Brown, é difícil acreditar que ele tem apenas 12 anos. Sua história tem sido destacada em muitas publicações e programas de TV. Em 2018, o ex-presidente Barack Obama homenageou Darius com uma carta de reconhecimento na qual ele elogiou o jovem altruísta pelo compromisso com o serviço comunitário: “Desde fundar (a empresa) Beaux e Paws, até melhorar as vidas daqueles que estão seu redor, está claro que você está fazendo sua parte por olhar para os seus concidadãos. E acredito que você tenha um tremendo orgulho em tudo que realizou. Enquanto você permanecer engajado no mundo ao seu redor, continue procurando maneiras de ajudar os outros e nunca desista de si mesmo, estou confiante de que nosso futuro será brilhante ”.

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Por seus esforços e conquistas, Darius Brown já recebeu diversos prêmios. A irmã dele, Dazhai, lançou recentemente uma campanha de arrecadação de fundos, convidando as pessoas a se unirem a Darius em sua missão.

“Ele me motiva e me inspira todos os dias. Ele é um jovem incrível e eu farei tudo o que puder para ajudá-lo em sua jornada. Estou apoiando ele em sua causa 100% e espero que você se junte a mim. Nenhuma doação é muito pequena ”, diz Dazhai, de 21 anos.

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Destaques Psicologias do Brasil. Com informações de: Bored Panda.

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