Homem de 84 anos doa rim a vizinha de 72 anos em puro gesto de bondade

O que ela não contava era que a ajuda chegasse tão rápido e, ainda por cima, de tão perto, incluindo mesmo da sua própria rua, pelo seu vizinho Frank Dewhurst, um idoso de 84 anos.

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Linda Nall é uma senhora de 72 anos que sofre de problema de rins há bastante anos. Contudo, nos últimos tempos, a sua situação agravou-se e acabou por precisar mesmo de um transplante de rim.

Perante a enorme dificuldade em encontrar um dador compatível e a urgência em tratar da situação, a mulher acabou mesmo por colocar uma placa no seu jardim com uma mensagem escrita que dizia:

“EU SOU DO TIPO O E PRECISO DE UM TRANSPLANTE DE RIM. POR FAVOR ME AJUDE.”

O que ela não contava era que a ajuda chegasse tão rápido e, ainda por cima, de tão perto, incluindo mesmo da sua própria rua, pelo seu vizinho Frank Dewhurst, um idoso de 84 anos.

Ao ver a placa no jardim de Linda, Frank não conseguiu ficar indiferente e, após conversar com a sua esposa sobre o assunto, este decidiu avançar com a decisão de ajudar a sua vizinha e doar-lhe um rim.

“Quando ele me disse que queria me dar o rim, fiquei chocada”, disse Linda ao HuffPost UK. “É uma coisa incrível que ele fez por mim e eu sou muito grata.”

Apesar de haver a ideia generalizada de que pessoas idosas não podem ser doadoras devido à sua idade avançada, isso na realidade não corresponde à verdade, já que os doadores são avaliados com base na sua própria saúde e na adequação do rim para o destinatário pretendido. Por isso, Frank teve de passar por uma série de exames antes de ser aceite como doador de Linda. Contudo, o procedimento seguinte foi tão simples que apenas 48 horas após a cirurgia, este já estava de volta ao exercício e às atividades normais.

Segundo Hassan Ibrahim, chefe de doenças renais no Hospital Metodista de Houston, onde foi realizado o transplante, “Em média, mais de 60% dos rins de doadores vivos duram mais de 10 anos, em comparação com 46% dos doadores mortos”. “É por isso que encorajamos os pacientes a encontrar um doador vivo cuja chance de nunca ter problemas renais após o transplante exceda 99%”, continuou.

Depois da cirurgia, Nall disse que mal podia esperar para passar mais tempo com a família e com os amigos e socializar mais. “Eu vivi muito tempo não sendo capaz de comer o que eu quero comer e fazer o que eu quero fazer”, disse ela. “Vou aproveitar ao máximo o generoso presente de Frank e viver a vida ao máximo. Eu mal posso esperar.”

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Via Sábias Palavras

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