Chuva de estrelas cadentes e outros fenômenos vão abrilhantar as noites de julho, programe-se!

Chuva de estrelas cadentes e outros fenômenos vão abrilhantar as noites de julho, programe-se!

Se você é do time dos que compreendem e apreciam a beleza e o magnetismo das noites estreladas, precisa saber que o mês de julho, que acaba de se iniciar, promete vários espetáculos noturnos verdadeiramente deslumbrantes que você não pode perder.

Acontece perto do dia 28 de julho um dos fenômenos mais aguardados pelos amantes da astronomia, a chuva de meteoros Delta Aquarídeos do Sul.

O fenômeno será visível em todo o mundo, desde que o céu esteja limpo. Os meteoros em aquário poderão ser observados a partir das 9 da noite, mas o pico será a partir da 1 da madrugada, no horário de Brasília.

Vale ressaltar que o fenômeno poderá ser melhor apreciado em locais de céu bem escuro, longe das luzes da cidade. Outra dica importante é olhar para o leste.

Apesar de os meteoros se originarem da constelação de Aquário, eles poderão ser vistos por todo o céu. Esses meteoros são detritos deixados pelo cometa 96P/Machholz.

Mais fenômenos no céu em Julho

Dia 5: Eclipse Lunar Penumbral

A Lua atravessará a região menos escura da sombra que a Terra projeta no espaço.O fenômeno será visível no Brasil e acontecerá das 00h07 às 02h52, com pico às 01h29 da madrugada.

Dia 14: Noite de Júpiter

Nesta data, o maior planeta do Sistema Solar atinge sua oposição, termo astronômico que significa que Júpiter ficará oposto ao Sol na esfera celeste. Trata-se da melhor posição para observação, com o planeta mais alto no céu e também visível durante mais tempo. Para identificá-lo é bem fácil, ele poderá ser visto na direção da constelação de Sagitário, brilhando mais que qualquer outra estrela.

Dia 20: O Senhor dos Anéis

Ao lado de Júpiter está Saturno, que também atinge a oposição este mês. Um pequeno telescópio irá mostrar seus delicados anéis e algumas de suas maiores luas, como Titã. Um espetáculo magnífico!

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Redação CONTI outra. Com informações de Galileu  e  Só Notícia Boa

Photo by Dino Reichmuth on Unsplash

Honda doa moto a enfermeira que atravessou enchente de bicicleta para chegar no trabalho

Honda doa moto a enfermeira que atravessou enchente de bicicleta para chegar no trabalho

A dedicada enfermeira Mary Luz Salazar ficou mundialmente conhecida depois que viralizou na internet uma imagem em que ela aparece atravessando uma enchente com sua bicicleta para chegar no trabalho a tempo. A foto, captada na Bolívia, rodou o mundo e fez muito gente entender os verdadeiros significados das palavras, vocação e dedicação.

Por seu compromisso e sua dedicação, a enfermeira recebeu muitos elogios e parabenizações nas redes sociais, deu entrevistas e até apareceu na televisão. Mas não foi só isso, porque agora a Honda, uma das mais importantes fabricantes de automóveis e motocicletas no mundo, resolveu presentar a enfermeira com uma motocicleta.

Mary Luz Salazar representa milhares de profissionais de saúde que saem de suas casas diariamente para cumprir seu ofício, sem nem mesmo saber se voltarão. Eles estão na “linha de frente” do combate, se expondo ao risco em prol do bem-estar do próximo. Ser enfermeiro é como ser um “anjo com estetoscópio”.

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Sua odisseia para chegar ao trabalho em meio à enchente é só um exemplo da garra e da coragem destes profissionais da saúde que se doam todos os dias em nome da vocação de cuidar. Os presentes que ela ganhou, portanto, são um merecido reconhecimento pelo seu esforço, além de uma maneira que os cidadãos da Bolívia encontraram de homenagear a todos os profissionais da saúde. Mary é um símbolo de tudo o que uma sociedade deveria ser.

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“Sou grata a Deus, a todos os funcionários e o proprietário da empresa que me deu a moto”, disse a jovem à mídia local.

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Redação CONTI outra. Com informações de upsocl

Síndrome da criança tirana: a preocupação dos pais e professores

Síndrome da criança tirana: a preocupação dos pais e professores

Para termos clareza do perfil de uma criança tirana, precisamos compreender que uma criança é um ser que ainda não chegou à fase da puberdade. No sentido mais amplo envolve todas as idades da infância: desde um recém-nascido até à pré-adolescência.

No Brasil um menino ou menina é considerado como criança até seus 12 anos, a partir dessa idade já é um adolescente. O desenvolvimento de uma criança implica uma série de aprendizagens, que serão vitais para a sua formação e depois na fase adulta.

Porém, a criança tirana não se tornou um ser social, que deveria aprender a lidar com os primeiros sentimentos e emoções, a fim de se relacionar com o mundo e se socializar com os outros. O que ela faz é o inverso: inicia cedo com as birras, possui uma tendência ao egoísmo exagerado, uma agressividade visível e nenhum autocontrole.

Desse modo, a criança tirana quer dominar tudo ao seu redor e não respeita os seus pais, familiares e professores. Aliás, quando contrariada têm ataques de fúria em público: dá empurrões, bate nos coleguinhas, diz palavrões e ameaça os progenitores, ou seja, é um ser que tem baixa tolerância às frustrações.

Por esse motivo, que a síndrome da criança tirana também é classificada de síndrome do “pequeno grande autoritário” e síndrome do “imperador.” E no livro de Javier Urra, ele denomina de “O Pequeno Ditador Cresceu”, que são crianças com mais direitos do que deveres e que tendem a viver em uma sociedade onde tudo gira à sua volta.

Esse comportamento infantil impera em nossa sociedade de consumo, que estimula todos os desejos, vontades e instintos da criança. Em outras palavras, é uma educação permissiva que se distanciou totalmente dos padrões das gerações anteriores, em que os pais e professores eram figuras respeitadas e admiradas.

Entretanto, essa síndrome não é uma predisposição genética e nem uma psicopatia. Na verdade, é uma disfunção educativa que permitiu que a criança se tornasse uma pessoa teimosa e egoísta, que não desenvolveu o seu Ego (princípio da realidade) para ajustar o seu Id (princípio do prazer) ao ambiente em que vive.

Para corrigir isso, os pais devem agir como adultos que não alimentam o sentimento de culpa, que os impulsiona a fazer concessões além do necessário na educação dos seus filhos. É função deles ensinar às suas crianças, que elas não podem fazer ou ter tudo o querem, mas precisam enfrentar as frustrações e os problemas da vida.

Nesse contexto, a comunidade escolar funciona como o Superego, um lugar que a criança vai encontrar resistência a sua tirania, como um mecanismo de alerta sobre o que é ou não moralmente aceito. Assim, a escola deve disciplinar o aluno tirano, o que é uma tarefa árdua para os professores que necessitam do apoio dos pais.

Enfim, a criança tirana não pode ser vista com preocupação pelos pais e professores, porque temos a educação socioemocional que ajuda a mudar o coração e a mente desse pequeno ditador, para não se transformar em um adulto difícil, pois a “educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”, afirmou Aristóteles.

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Jackson César Buonocore é Sociólogo e Psicanalista

Foto de mohamed Abdelgaffar no Pexels

Disk divórcio: A forma mais rápida e eficaz de se divorciar durante a pandemia

Disk divórcio: A forma mais rápida e eficaz de se divorciar durante a pandemia

O isolamento social, medida imposta em boa parte do mundo desde que o novo coronavírus se tornou uma grave ameaça, tem proporcionado uma oportunidade única para que todos nós façamos uma autoanálise e localizemos coisas ou situações em nossas vidas que já “não servem mais”, seja um antigo hábito que agora sabemos que tem nos feito mal, um móvel desnecessário na casa, o excesso de roupas que nunca são usadas, ou mesmo um relacionamento amoroso que já não funciona tão bem.

Na Espanha, os casais que chegaram à conclusão de que precisam seguir caminhos separados podem contar com uma inimaginável facilidade. Foi posto em circulação no país após a quarentena um curioso veículo que promove divórcios rápidos, em menos de 24 horas.

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Embora esteja em operação há mais de um ano, o veículo apelidado de “divorcionete” está obtendo grande sucesso após o confinamento devido ao considerável número de pedidos de divórcio que surgiram neste período.

A divorsionete é personalizada com uma decoração divertida que em nada lembra os lugares burocráticos e sem atrativos onde costumam ser feitos os divórcios tradicionais, e ainda conta com um alto-falante, que possibilita que uma gravação ofereça em alto e bom som pelas ruas da cidade o seu serviço de divórcio sério, eficaz e de baixo custo, que promete terminar casamentos em no máximo 24 horas.

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“Com a ‘divorcionete’, possibilitamos, democratizamos e normalizamos o divórcio. O que seria frívolo é propor que um casamento seja mantido quando não for viável. O divórcio não é um capricho, é uma necessidade”, disse Alberto García, chefe da empresa responsável pelo serviço, depois das críticas que recebeu por terminar superficialmente um casamento.

Ao contrário do que se pode imaginar, o divórcio promovido pela divorcionete não é um espetáculo, em que as pessoas dão fim ao seu casamento em cima do veículo. Trata-se apenas de uma separação rápida, sem tanta papelada se houver um acordo mútuo entre as partes envolvidas.

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Em relação aos preços, se o acordo for mútuo, é de 150 euros por cônjuge , ou seja, pouco menos de 900 reais. Se não houver tal acordo, o valor imediatamente aumenta para 1500 euros,o equivalente a quase 9 mil reais. E a única razão que Garcia dá para justificar os preços baixos é que eles “cobram menos, mas tem um grande volume de clientes”.
Alguém ficou com vontade de chamar o “divorciado” agora?

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Redação Conti outra. Com informações de upsocl

Ilustradora mostra como é a vida de donos de gatos e prova como esses bichinhos são maravilhosos

Ilustradora mostra como é a vida de donos de gatos e prova como esses bichinhos são maravilhosos

A companhia felina é muito querida pelos seres humanos, há quem os ame, mas também há quem não os entenda. Geralmente aqueles que nunca conviveram com um gatinho acabam tendo ideias precipitadas desses bichanos que acabam sendo interpretados como egoístas, “gatos são egoístas, gatos não se apegam nem se importam com seus donos, gatos são traiçoeiros”, e assim por diante. Mas sabemos que nada disso é verdade. Eles não são de modo algum essas coisas. Por contrario, são animais de estimação muito amorosos e extremamente amigáveis! E só é possível entender quando convivemos com eles.

E é exatamente essa relação amorosa e amigável entre humanos e gatinhos que a artista Margherita Grasso nos mostra em suas ilustrações. Ela é ilustradora e designer gráfica atualmente vivendo e trabalhando em Milão, na Itália. Ela retrata o cotidiano de forma super colorida e humorada, onde os detalhes e a sensibilidade fazem diferença. E assim, ela usa suas habilidades para nos mostrar as verdadeiras cores dos gatos em convivência com os seres humanos.

Os cochilos, as brincadeiras e as curiosidades dos gatinhos são cenas únicas e muito engraçadas. Se eles estão cochilando junto com as crianças, brincando com fitas cassete antigas, fazendo companhia ao seu dono amoroso que está ouvindo música, desfrutando de viagens em família ou simplesmente brincando com outros felinos. Todas as ilustrações de Grasso são tão fofas e verdadeiras que nos fazem abrir um sorriso imediatamente. Confira!

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Para mais ilustrações, confira o Instagram da Artista.
Com informações de Catioro Reflexivo

Você não é obrigado a adotar um animal!

Você não é obrigado a adotar um animal!

Você não é obrigado a adotar um animal de estimação.
Na verdade, você não é obrigado a nada!
Mas, se escolher fazer isso, dê o seu melhor.

Aquela vida indefesa é de sua inteira responsabilidade.
Cabe a você proporcionar alimentação de qualidade, amor, conforto, zelar pela sua saúde até o fim da matéria (vida terrena).

Se não estiver disposto a se doar, exercitar a paciência, respeitar os limites, não adote!
Adoção vai muito além de fotos e videos bonitinhos em redes sociais.
Tem a sujeira, a choradeira a noite até se adaptar, a requisição constante de atenção, fios, cabos e sandálias comidas, despesas…
E educar requer paciência, vontade e leva tempo.

Lembre-se: você não é obrigado a adotar um animal!

Mas, se optar pela adoção, vai ter ao seu lado companheiros leais; que sentem sua falta e festejam seu retorno após 10 minutos como se você tivesse feito uma longa viagem; que te amam mesmo nos dias em que nem você está se suportando, te aceitam como você é.

Você vai ter uma companhia, receber beijos exagerados, ser respeitado.
Vai entender o que é o amor!

Então, se você está se sentindo carente e quer uma companhia temporária, não use um animal indefeso para satisfazer seu ego. Faça outra escolha (e podemos falar sobre isso futuramente).

Mas, se quer adotar por amor, pese os prós e contras e sinta no seu coração se é a escolha certa.
Para nossa família, foi a melhor escolha.

Pense nisso!

Namastê!
Muito obrigada

Eu não aguento mais relações efêmeras

Eu não aguento mais relações efêmeras

E quem é que aguenta, sô menino e sá menina?

Falam pra gente parar de sentir as coisas. Eu recuso. É bom ser inteira. Ainda sofro com fins de relacionamentos: amizades, amores, morte de familiares. Como dizia Saramago:

“sou de carne e sangro todo dia”. Falam também que os evoluídos são os desapegados. Sei… Não acredito mesmo nisso. Pra mim evoluído é quem desperta e dá amor, doa-se em profundidade, importa-se e faz o bem que conhece, independente de para quem seja direcionado. Se houver reciprocidade, melhor ainda, mas sou do time dos que acha que o bem que se faz não é perdido na vida, não se dissipa aleatoriamente, mesmo se foi para alguém que não mereceu ou não retribuiu. Coisas da vida.

Dizem pra gente sentir menos, pois esse é o caminho seguro. Eu definitivamente recuso, e já até escrevi sobre isso antes aqui. Alguns sentem e demonstram mais que outros, são mais permeáveis, abaláveis, também costumam doar ao outro como poucos o fazem, doam amor, afeto, tempo, dinheiro, tudo enfim. O fato é que nem todas as pessoas são assim, reconhecem quem o é ou conseguem retribuir. Envolver-se pela metade, fazer joguinhos emocionais, encher-se de subterfúgios para esconder dos outros o que quer e frear os sentimentos parecem mesmo não sair de moda. Até aqui não senti a mínima vontade de fazer girar essa roda de fugacidade. Pra quê? Pra não ser fria. Considero isso um atraso para os afetos. Apesar das desilusões já terem feito pensar que não sentir coisas para não sofrer depois seria melhor, recuei logo depois. É muito triste ser frio e não sentir. A vida fica pequena. Quando estamos frios e apáticos não sentimos dor, porém também não sentimos as alegrias e os prazeres da vida. Eu não quero perder a capacidade de encantar-me com a vida, de sonhar com ela, de ver as cores de um rosto cheio de esperança ou amor. Deus me livre de não sentir! Quero sentir bem muito ainda.

Nesses dias de quarentena, muitos são os que estão contando sobre pessoas do passado que voltaram a entrar em contato após muito tempo de distância. Confusão danada tem dado isso. As razões podem ser inúmeras, entretanto como nós humanos gostamos de fantasiar, pode haver um romantismo de pensar que o outro fez isso porque finalmente descobriu um sentimento de amor que estava perdido. Será? Talvez seja a mesma ilusão que leva a pensar que após a pandemia as pessoas se tornarão moralmente melhores, afetivamente mais disponíveis, mais humanas ou coisas do tipo. A realidade tem mostrado que não é bem assim. No início do isolamento social uma multidão correu aos supermercados para estocar papel higiênico, comida e álcool 70, sem pensar minimamente nas necessidades do coletivo. Ao final de tudo isso não estaremos melhores, ou estaremos se quisermos – e não por isso.

Talvez esses “sumidos” estejam apenas procurando o conforto do passado, afinal, a realidade cruel para a qual não queremos olhar é que quem vive durante uma pandemia corre risco iminente de morte. Vocês já pararam para pensar como está a cabeça dos idosos após ouvirem diariamente que eles são as maiores vítimas da COVID-19? Parece fatalista, contudo apegar-se a um passado mais confortável é um movimento até compreensível. Ariano Suassuna disse em um texto que talvez ele fosse otimista, pois tentava ver o lado bom das coisas e das pessoas, embora admitisse que fosse por bobagem ou covardia. Talvez eu seja como ele e tenda a pensar que essas pessoas que agora reapareceram não sejam tão maldosas ou sacanas como estão sendo julgadas. Vejo que pode ser um movimento geral de medo da solidão. O medo nos leva à culpa e agimos movidos por ela. Há muita gente nesse momento com receio de perder quem ama, e isso é diferente de redescobrir sentimentos de amor perdidos nos ares do tempo.

Há quem diga que doenças graves levam pessoas a repensarem suas vidas e condutas, então como consequência disso elas mudam. Isso não é uma verdade absoluta (alias, nada é, eu sempre digo). Tenho um amigo cuja chefe era muito carrasca e cruel. Ela precisou passar por uma cirurgia grande, com estômago aberto, da qual todos achavam que ela não escaparia, pelos riscos que envolvia e pelas comorbidades que ela já tinha, diabetes, pressão alta, essas coisas. Ela pediu perdão ao meu amigo por tudo o que havia feito e dito, e reconheceu que tinha agido mal com ele. Meu amigo ficou todo comovido com isso, lembro. Ela sobreviveu à cirurgia e recuperou-se. Depois, continuou com o mesmo comportamento de antes, implacável e desrespeitosa. Resultado: ela não mudou, só estava com medo. À beira da morte a culpa costuma bater e mover atitudes. É bom identificar isso para não romantizar demais.

Claro que há os safados, sempre há. Há quem não quer nada duradouro com ninguém, está cheio de traumas de experiências vividas e nem desconfia disso, costuma ter relações apenas utilitárias, tá doido para transar e o momento de pandemia nada interfere nisso. Aí cabe a gente fazer a triagem, vivendo essa casualidade se quisermos, e não se iludir esperando compromisso se o outro não quer. O radar que detecta reciprocidade parece que tem estado desligado, quando deveria estar ativo a todo vapor. Infelizmente a recíproca nas relações nem sempre é algo motivado, pois a medida da dedicação que damos não significa necessariamente a medida que recebemos. Não há motivos aparentes, sentimentos não se comunicam às vezes, seres não se encaixam e isso é simples realidade. Há os que não desconfiam que são difíceis, que oprimem os parceiros, que destratam fingindo brincar, que são tóxicos e agressivos. Há ainda os vários casos de casais que se amam e buscam cultivar a reciprocidade, não conseguem todavia. Há muito adulto imaturo, desequilibrado e traumatizado no mundo. Isso deve influenciar, então talvez muitos não se doem por incompetência para isso. Ouvi nessa semana a linda música “Diga que me ama ou vá embora”, da banda “A cor da terra” ( ouça nas redes sociais Facebook e Instagram  ), e a letra encaixou-se como uma luva em tudo isso que estava pensando. Versos cirúrgicos, principalmente quando diz “ Se não sabe ao certo o que você procura, eu não tenho resposta pra lhe oferecer”.

Tenho admiração pela modernidade das relações da geração millennials. Esses jovens de vinte e poucos anos vivem o momento e não se apressam em nomear suas orientações afetivas, comportamentais e sexuais. São menos metódicos e mais sagazes, percebem sinais mais rápidos que nós, e parecem menos tolerantes a sinais de narcisismo, agressividade ou machismo, por exemplo. Que bom. Esses são traços que afastam qualquer um, se evidentes. Quem saca um pouco melhor o outro no início dos contatos evita aprofundar relações que causarão sofrimento e desequilíbrio à vida. Tudo parte daquilo que é muito central nas nossas vidas. Não aceitar o que é demais para si, pois do contrário a infelicidade é certa, e nada vale a violência de uma vida infeliz. Sejamos leves e felizes, sozinhos ou acompanhados.

Algumas pessoas têm medo de amar. Elas guardam conflitos internos que nada têm a ver conosco e fica enrolando para assumir o que quer. Melhor mandar a pessoa ir resolver isso e se quiser um dia voltar e ainda estivermos disponíveis, quem sabe? Só rola se for pra ser e só dura o tempo que tiver de durar. O que o outro faz não é do meu controle, mas o que o que eu faço sim. Independente das questões que fazem o outro ser distante, egoísta, não assumir a relação ou assumir e deixar o outro infeliz, avaliar o seguinte: como eu me sinto em relação a isso? Como me sinto em relação a como o outro me trata, se vai ou se permanece? Como estão minhas emoções e os sinais do meu corpo? Estou chorando muito? Tenho calado por medo da agressividade alheia? Estou dormindo mal? Era feliz e agora ando triste? Estava equilibrada e desequilibrei-me pelo outro? É preciso cuidado. O corpo é o lado de fora dos sentimentos.

E se algumas pessoas têm medo de amar, outras não estão prontas para receber amor. Foram tão feridas e feriram tanto que só sabem ferir. Vivem na procura, ou se estão juntas a alguém vivem no limite, bombas-relógio a apontar as faltas do mundo e do outro. São inconstantes e desequilibram-se até em situações públicas. Em verdade, não percebem a facilidade que têm para apontar incoerências alheias, mas não enxergam as próprias. Estranham a paz, embora reclamem-na dia e noite. Contraditório? Não. Simplesmente humano. Medo? Imaturidade? Insegurança? Trauma? Não interessa.

Se algum tipo de relação iniciou, mesmo sem definição, talvez seja a hora de perguntar: Você vivia bem e ficou mal? Você era leve e ficou pesada? Afastou-se de pessoas que amava e sente saudades delas? Descompensou-se emocional e financeiramente a reboque do outro? Voltou a ter doenças do passado? A forma de tratar do outro te deixa mal, triste ou acuada? Você passou a viver com medo? Passou a se sentir insegura e desvalorizada depois de críticas cotidianas e agressões veladas? Sente que está invisível na relação e nada do que faça ou dê será visto pelo outro? Se a resposta a todas essas perguntas levarem ao mal estar e à infelicidade, é hora de parar, não vale insistir. Ninguém precisa disso. Ninguém merece isso. Se alguém sente que não está sendo correspondido como julga merecer e a dor prevalecer, talvez esteja vivendo uma relação indigna ou abusiva. Há uma delicada balança imaginária que ajuda a perceber se uma relação é equilibrada. O que damos deve estar próximo do que recebemos. Relações não costumam durar se esta balança vive desregulada.

Mas há um amor muito caro que costumamos esquecer, verdadeiro crime, o caduco amor próprio. Não existe isso de alguém não viver sem alguém. A gente não vive sem a gente, isso sim. Um erro comum das pessoas é acreditar que existe alguém que trará a felicidade. Isso simplesmente não existe! Cada um é o responsável por sua própria felicidade. Quando a pessoa busca se conhecer e evoluir, se aceitar e se amar, consegue ser feliz sozinha. Assim vai ser capaz de aceitar, respeitar e amar o outro como ele é, se valer a pena e houver reciprocidade, pra compartilhar momentos felizes e tristes, não esquecendo do afeto e construindo sonhos juntos.

Imagino casamento enquanto desafio, como diversos outros na vida. Se é bom ou ruim depende de como cada um é, do que cada um quer para sua vida e como aceita e trata o outro. Eu não casei e sou feliz assim. Quero casar, mas não tenho pressa – aliás, não tenho pressa para nada na vida. A lentidão é uma boa companheira. Acho que minha vida é bonita, sou feliz na maior parte do tempo, sei do que sou e mereço, mas mantenho os pés firmes no chão e a mente atenta para o que vem a mim, mulher livre e possivelmente bem resolvida numa sociedade que tenta conter os espíritos femininos independentes. Já tentei me “encaixar” por um tempo, hoje sigo na minha essência. Tudo o que vivi valeu, e como valeu! Não seria o que sou sem os aprendizados que todas as pessoas que cruzaram meu caminho trouxeram, amizades e amores, para o bem e para o mal. Amei e fui amada, cuidei e fui cuidada, machuquei e fui machucada, aqui faço a mea-culpa necessária. O que mais importa é que tudo mudou minha forma de ver a mim e de me ver no mundo. Agradeço por isso. Eu escolhi ser feliz. Pode não parecer, mas isso pode ser uma resolução. No meu caso foi. Minha vida tem muito sentido para mim. É imperfeita, claro, mas definitivamente bela. Como aquele jardim botânico no fulgor da primavera.

Quanto aos “contatinhos” que reapareceram, quem sabe algum não fique depois disso tudo? Pessoas podem surpreender. Nunca saberemos ao certo os que nos acompanharão por mais tempo na vida. Expectativas são criações nossas, nada vem do outro. Há uma história de que Rita Lee e Elis Regina não se davam muito bem. Sempre que encontravam-se nos festivais de música não se falavam. Quando Rita Lee foi presa em 1976, acusada de porte de maconha (fato que ela nega até hoje), estava grávida. Quem foi a primeira e a única pessoa a ir visita-la na cadeia? Elis Regina. Qual é o nome da filha de Elis? Maria Rita. Era assim que Elis tratava a Rita. Elis, conta Rita, usou de todo o seu prestígio para entrar na delegacia e exigir que Rita Lee fosse trazida até ela, pois não a deixaram entrar na carceragem, por ela estar com seu filho mais velho, João Marcelo. Ameaçou chamar toda a imprensa caso a cantora não fosse solta. Rita Lee se diz agradecida até hoje à atitude da colega, que a amparou inclusive depois que ela deixou a cadeia, sem dinheiro e trabalho. Depois disso elas se tornaram grandes amigas. Rita contou que as duas nunca tinham tido contato antes disso. As pessoas que a gente espera ter por perto quando precisar podem não aparecer. A vida é um grande sertão cheio de veredas e mistérios, já disse o romancista. Só que o contrário também pode acontecer, pessoas podem surpreender de forma positiva.

Marido projeta uma cadeira de rodas off-road para sua esposa andar por onde quiser. Amor aventureiro!

Marido projeta uma cadeira de rodas off-road para sua esposa andar por onde quiser. Amor aventureiro!

Zack e Cambry são dois jovens aventureiros e apaixonados. O relacionamento desses dois parece ser muito verdadeiro, onde a dedicação de um com o outro está sempre presente. Exemplo disso foi quando Cambry, fisicamente paralisada, recebeu de seu amado um dos melhores presentes que ele podia lhe dar: Zack projetou uma nova cadeira de rodas, que Cambry poderia usar para se locomover onde quisesse.

Zack, sendo um cara que se destaca por sua criatividade e habilidades na construção de diferentes objetos, queria fazer para sua amada uma cadeira de rodas perfeita . Assim, unindo duas bicicletas com um assento no centro, conseguindo fazer uma cadeira de rodas off-road, que seria útil para qualquer momento.

E funcionou, e até muito melhor do que ele esperava. Cambry desde o dia que ganhou a nova cadeira começou a experimentar uma liberdade que ela não tinha antes. Agora ela poderia se locomover sem a ajuda de outra pessoa e também podia passar por diferentes tipos de paisagens, independentemente da dificuldade e do tipo de terreno.

Obstáculos que antes pareciam impossíveis, agora são fáceis para Cambry os atravessar sem muito esforço. Não esquecendo que, depois de avançar quilômetros em sua nova cadeira de rodas, seus ombros não doíam mais como antes. Porque com esta invenção do marido, o único esforço que ela faz é mover a mão e os dedos para usar os controles.

O casal estadunidense fez sucesso com a história da nova cadeira de rodas, que ambos nomearam de “Rig”. O sucesso da invenção de Zack foi tão grande que agora, com base no design original, estão desenvolvendo várias dessas cadeiras elétricas aprimoradas para venda.

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A chamada Rig, possui um alcance de 16 e 32 quilômetros com uma bateria e 40 e 56 quilômetros com duas baterias, além de uma velocidade máxima de até 19 quilômetros por hora, ela é silenciosa e seu sistema de montagem na estrutura traseira fazem dela uma cadeira de rodas ideal para todos os tipos de passeios.

Essa invenção promete causar um grande impacto positivo para pessoas com mobilidade reduzida ou deficiências físicas, como é o caso da Cambry. A Rig, além de ser rápida e leve, tem grande autonomia e custa US $ 3.750, não sendo tão cara quanto se poderia pensar.

Coisas assim acontecem quando a criatividade é combinada com o amor. Muito legal!

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Com informações de UPSOCL

Homem compra todo o algodão doce de velhinho que trabalhava no meio da chuva

Homem compra todo o algodão doce de velhinho que trabalhava no meio da chuva

A pandemia de coronavírus obrigou boa parte do mundo a fechar seus comércios, numa tentativa de fazer as pessoas respeitarem o isolamento social, necessário para impedir a propagação do vírus. Infelizmente, nem todos podem ficar em casa. Muitas pessoas perderam seus empregos e, na ânsia de aquirirem o sustento para suas famílias em meio à crise, são obrigados a ir às ruas para tentarem fazer algum dinheiro.

Esse provavelmente é o caso de um idoso que foi visto nas ruas de Villahermosa, no México, vendendo algodão doce em meio a uma chuva torrencial. Com a chuva ficando cada vez mais forte, ele procurou abrigo em uma banca, porém sem perder a esperança de que alguém viesse ao seu encontro para comprar o seu produto.

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Acontece que aquele não era um dia bom para o comércio, afinal, além da quarentena de coronavírus, a chuva impedia que as pessoas estivessem na rua normalmente, como provavelmente o fariam em um dia de sol.

Felizmente, um desconhecido de bom coração notou o esforço do idoso para tentar adquirir o seu sustento, ficou comovido com a cena e deixou seu coração falar mais alto. Ele parou a caminhonete que dirigia rumo a sua casa, desceu em meio à chuva sem proteção e simplesmente comprou todo o algodão doce vendido pelo velhinho. Tudo para que pelo menos naquele dia ele pudesse voltar logo para casa para cuidar da gripe e do resfriado.

contioutra.com - Homem compra todo o algodão doce de velhinho que trabalhava no meio da chuva

A cena foi observada pela lente da câmera de alguém e postada nas redes sociais, onde foi compartilhada tantas vezes que esse herói sem capa não passou despercebido. Quando perguntado sobre o motivo da sua boa ação, ele disse que era para ensinar à filha que sempre devemos ajudar alguém que precisa.O homem também contou no Twitter que ele ainda ajudou a distribuir comida para os diaristas que estão passando por dificuldades durante a pandemia.

Este homem com certeza deixou um exemplo de gentileza e caridade não somente para a sua filha, mas também para todos nós. Que esta história nos ensine a não hesitar em ajudar alguém. O mundo carece de bondade e gentileza!

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Redação CONTI outra. Com informações de upsocl
Imagens: Twitter / El tio Tony

Cãozinho herói quebra a porta de casa e salva duas mulheres de violência doméstica

Cãozinho herói quebra a porta de casa e salva duas mulheres de violência doméstica

O isolamento social, necessário neste momento para conter o avanço do novo coronavírus, têm sido bastante difícil para a maioria das pessoas, mas pode ser ainda mais complicado para alguém que convive com a violência doméstica, afinal essas pessoas se viram, de repente, confinadas com seus agressores. Por isso, mesmo que à distância, é importante estar atento ao que acontece na casa vizinha. É nosso dever como cidadãos, parte de uma comunidade, alertar as autoridades quando notamos algo suspeito. A omissão nesses casos, muitas vezes pode ser fatal.

A história que vamos te contar hoje nos mostra que agir certo na hora certa pode ser a melhor escolha. Neste caso, foi preciso que o exemplo viesse de quem menos se espera, um cãozinho chamado Camie. Agindo obviamente por um apurado instinto de proteção, como é característico dos cães, ele quebrou uma porta de vidro para entrar em uma casa e impedir que duas mulheres fossem vítima de violência doméstica. Sua atitude não só impediu o ato como fez muitas pessoas abrirem os olhos para o drama vivido pelas pessoas que convivem com um agressor em casa.

A história veio a público através de um post feito por um autor anônimo na página Love What Matters e rapidamente viralizou, comovendo internautas de todo o mundo. Confira os detalhes desta história impressionante:

“Minha amiga tinha um namorado violento. Nós duas sabíamos quem ele era de verdade, mas é claro que sendo sua namorada, ela se negou a enxergar isso por bastante tempo. Quando ela não conseguiu mais negar a realidade, tentou terminar o relacionamento, o que ele obviamente não recebeu bem. Enquanto a agredia, ela conseguiu escapar e tentou se proteger na minha casa, que claramente não é o lugar mais seguro; ele então a seguiu, bateu no vidro da porta francesa e abriu a tranca por dentro.

Nós simplesmente não conseguimos enfrentá-lo e ele rapidamente conseguiu nos imobilizar. Ele nos disse o que faria com nós duas (eu nunca repetiria aqui) e eu estava praticamente resignada, deprimida demais para lutar e salvar nós duas… Foi então que Camie, meu cachorro, quebrou a porta francesa e entrou na sala.

Agora, Camie é um cão doce, amoroso e até um tanto ingênuo. Ele era o cão mais gentil possível com todas as crianças da vizinhança e nunca rosnava, mas quando Camie atacou esse homem, ele virou um animal diferente. Seus olhos pareciam selvagens, ele estava machucado com todos os cortes recebidos ao bater contra o vidro e, em um piscar de olhos, ele partiu para cima desse homem e continuou a rosnar.

contioutra.com - Cãozinho herói quebra a porta de casa e salva duas mulheres de violência doméstica

“O som do rosnado de Camie felizmente alertou meu pai, que estava voltando para casa; ele trazia a sua própria proteção para casos assim, por isso conseguiu deixar o namorado da minha amiga sem reação, e chamou a polícia.Por fim, o agressor foi preso. Os relatórios foram arquivados e logo depois ocorreu um julgamento, em que verificou-se que não era nem a primeira vez que esse homem tinha cometido violência contra uma mulher indefesa.

[…] Os cães costumam ser chamados de melhores amigos do homem, mas às vezes são mais do que apenas amigos. – eles são nossos heróis.”

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Redação CONTI outra. Com informações de Histórias com Valor

Mel Lisboa se desculpa após expor bronca em professora da filha

Mel Lisboa se desculpa após expor bronca em professora da filha

A atriz Mel Lisboa se envolveu em uma polêmica na última quarta-feira (1), ao expôr em seu perfil no Instagram o print de uma conversa que teve com a professora da filha, Clarice, em um grupo de Whatsapp. No print, a atriz questiona a professora por se referir somente às mães no cuidado com a vida escolar dos filhos, sem incluir os pais.

“Bom dia, mamães! Por gentileza, peçam às meninas que já deixem os cards na página 189 destacados antes da aula”, escreveu a professora. “Por que só as mamães? Papais também não podem ajudar?”, quis saber Mel.

Quando a professora disse que só se referiu às ‘mamães’ porque quem costuma falar com ela no grupo são elas e não os pais, a atriz respondeu: “Mas o pai da Clarisse está no grupo, portanto seria interessante que você não se restringisse a se comunicar apenas com as mães, como se essas tarefas fossem uma obrigação apenas nossa. Acho que nós, como mulheres, deveríamos não continuar reproduzindo machismos que tanto afetam a sociedade como um todo. Só isso”, rebateu Mel a protagonista da série “Coisa Mais Linda”, da Netflix.

Foi aí que a professora se desculpou, dizendo que não tinha tido essa intenção e reescreveu o texto, desta vez incluindo pais e responsáveis pelas alunas. Mel então disse que não era nada pessoal, mas que estava exausta desse tipo de atitude. “Só estou cansada de ver esse tipo de coisa acontecer sistematicamente. Estamos em 2020, não deveria ser assim”, declarou a atriz.

Após o post, muitas pessoas criticaram o fato de Mel Lisboa ter exposto a conversa e o nome da professora em seu perfil no Instagram, e o nome da atriz foi parar na lista de assuntos mais comentados do Twitter.

Depois da polêmica, Mel apagou o post e pediu desculpas. “Exclui o post polêmico. Entendi que deveria ter me dirigido a ela no privado. Concordo. Pedi desculpas, tanto no grupo, quanto no privado. Vivendo e aprendendo”, disse.

contioutra.com - Mel Lisboa se desculpa após expor bronca em professora da filha

contioutra.com - Mel Lisboa se desculpa após expor bronca em professora da filha

 

Mel Lisboa é casada há 12 anos com Felipe Roseno. Eles são pais de Bernardo, de 10 anos, e Clarice, de 7.

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Imagens: Mel Lisboa Reprodução/Instagram

Redação CONTI outra. Com informações de Revista Quem

Vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Oxford será distribuída ainda neste ano, confirma diretora de farmacêutica

Vacina contra Covid-19 desenvolvida pela Oxford será distribuída ainda neste ano, confirma diretora de farmacêutica

Segundo Maria Augusta Bernardini, que é diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca, uma potencial vacina contra a Covid-19 será distribuída ainda em 2020. A farmacêutica é responsável pelo desenvolvimento da imunização, em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A conformação foi feita nesta segunda-feira (29), em uma conversa transmitida ao vivo pela internet, com o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan. Na ocasião, Bernardini disse o seguinte: “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”.

De acordo com a diretora-médica, os voluntários precisam ser acompanhados por um ano, entretanto há a possibilidade de que a vacina seja distribuída à população antes desse período. Ela diz ainda que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos.

“Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou Bernardini.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a realizar testes com a imunização desenvolvida pela Universidade de Oxford, e um dos motivos, segundo Maria Augusta Bernardini, é o fato de a pandemia de coronavírus ter números crescentes no país.

O Brasil é um grande foco de crescimento, de óbitos, o que nos coloca como ambiente propício para demonstrar o potencial efeito de uma vacina. Para isso precisamos ter o vírus circulante na população e esse é o cenário que estamos vivendo”.

Ainda segundo a diretora-médica da Astrazeneca, a atuação de pesquisadores brasileiros em Oxford fortaleceu a imagem a reputação científica do Brasil, além de facilitar, trazer com agilidade o estudo em termos de execução”.

O Brasil é o primeiro país fora do Reino Unido a realizar testes com a imunização desenvolvida pela Universidade de Oxford, e um dos motivos, segundo Maria Augusta Bernardini, é o fato de a pandemia de coronavírus ter números crescentes no país.

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Conti Outra. Com informações de R7 

Imagem de pearson0612 por Pixabay

Com voos cancelados, homem navega sozinho por 85 dias entre Portugal e Argentina para rever os pais.

Com voos cancelados, homem navega sozinho por 85 dias entre Portugal e Argentina para rever os pais.

O nome desse corajoso filho é Juan Manuel Ballestero, um navegador argentino que declarou “missão cumprida” após, há pouco menos de três meses seguir em direção a Argentina, com um único objetivo em mente: voltar para ver seus pais idosos em meio à pandemia. Os voos estavam todos cancelados, então Juan achou outra alternativa, que coincidiu com o que ele faz de melhor!

Com seus 47 anos, o navegador passou 85 dias em um veleiro e assim chegou ao Mar Del Prata, sua cidade natal, em um dia de tempestade na última semana. Ao chegar no país, Juan fez um um teste de Covid-19, sendo o resultado negativo. Então, ele desembarcou em terra firme para ver seus pais, Nilda e Carlos, de 82 e 90 anos, respectivamente. “Consegui, consegui, consegui!”, exala Juan ao jornal Agence France-Presse.

“Consegui o que estive tentando nos últimos três meses”, afirma o homem que pretendia chegar à Argentina no último 15 de maio para a comemoração de 90 anos do seu pai.

Ballestero, mora na Espanha e estava na Ilha portuguesa de Porto Santo quando os bloqueios na Espanha e na Argentina entraram em vigor. Com a notícia, ele abasteceu seu veleiro com comida e partiu de Porto Santo, que ainda não havia sido fortemente afetado pela pandemia, rumo a Argentina.

Durante a travessia “escutava que morriam pessoas todos os dias, milhares”, e “estava em meio à natureza, vendo o mundo continuar, com golfinhos e baleias… e a humanidade passando por esse momento tão difícil”, reflete.

contioutra.com - Com voos cancelados, homem navega sozinho por 85 dias entre Portugal e Argentina para rever os pais.
Juan conversando com o pai após aportar no Mar del Plata — Foto: DIEGO IZQUIERDO / TELAM / AFP

Durante um período de 54 dias Juan não teve sinal e não pôde dar notícias à família. Mas seus pais contam que sabiam que seu filho chegaria são e salvo. “Sabíamos que ele iria chegar, não tínhamos dúvida”, enfatiza seu pai, Carlos. Muita coragem a deste homem! Agora, ele pode comemorar com sua família.

 

Com informações de G1

MEC oferecerá internet gratuita para alunos em situação de vulnerabilidade

MEC oferecerá internet gratuita para alunos em situação de vulnerabilidade

Para além da crise na Saúde e na Economia, a pandemia de coronavírus afetou diretamente a Educação no país. Com aulas suspensas, muitos alunos enfrentam inúmeras dificuldades para conseguir acompanhar as aulas online, seja pela falta de familiaridade deles e de alguns professores com as plataformas digitais, ou mesmo pela falta de acesso à internet em casa.

Entretanto, um anúncio feito pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira (1°) indica um caminho para tentar reduzir as dificuldades daqueles que enxergam na educação um meio para transformar a própria realidade social. O ministério irá oferecer internet gratuita para alunos de universidades e institutos federais em situação de vulnerabilidade, para que possam acessar as aulas remotas enquanto durar a pandemia.

A medida visa atender inicialmente 400 mil estudantes e, depois, chegar a 1 milhão. A iniciativa é uma parceRia do MEC com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC). O custo total do projeto não foi informado.

Como informa o secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, 40% destes estudantes em situação de vulnerabilidade moram no nordeste do país.

Segundo Vogel, não se trata de internet liberada e gratuita: as universidades e institutos federais deverão definir os sites e sistemas nos quais os estudantes terão acesso gratuito.

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Redação CONTI outra. Com informações de G1

Photo by bennett tobias on Unsplash

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