Angelina Jolie mostra cicatrizes de mastectomia preventiva para alertar mulheres sobre câncer de mama

Angelina Jolie mostra cicatrizes de mastectomia preventiva para alertar mulheres sobre câncer de mama

Quando uma celebridade resolve falar de saúde sem maquiagem no discurso, o assunto costuma ganhar um alcance que campanhas oficiais demoram anos para construir.

É nessa linha que Angelina Jolie aparece na capa da primeira edição francesa da Time, expondo as cicatrizes da mastectomia preventiva feita em 2013 e puxando a conversa para o que realmente importa: rastreamento, informação clara e prevenção do câncer de mama.

Na entrevista, Jolie diz que mostrar as marcas não foi um gesto “de impacto” por si só, mas uma forma direta de incentivar mulheres a se cuidarem e buscarem acompanhamento médico.

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Ela contou que essas cicatrizes são algo que a conecta a pessoas próximas: “Eu compartilho essas cicatrizes com muitas mulheres que amo. E fico sempre emocionada quando vejo outras mulheres compartilhando as delas”, afirmou.

A atriz também explicou que quis se juntar a outras mulheres nessa conversa, com a revista francesa abrindo espaço para orientações sobre saúde das mamas e prevenção.

O tema também está presente no trabalho mais recente da artista. Jolie protagoniza o filme “Coutures”, dirigido por Alice Winocour, que trata de câncer de mama — e essa escolha dialoga com um ponto sensível da vida dela.

A mãe da atriz, Marcheline Bertrand, morreu após enfrentar câncer de ovário e de mama, algo que Jolie já mencionou outras vezes como parte do que moldou sua relação com o assunto.

Durante a conversa, a atriz preferiu uma fala pé no chão, mas com tom de incentivo, destacando que coragem pode ser compartilhada. “A vida é mais forte. A coragem se compartilha”, declarou.

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O debate sobre prevenção, aliás, já tinha ganhado escala mundial quando Jolie publicou, em 2013, um artigo no The New York Times contando que havia feito uma dupla mastectomia preventiva.

O reflexo foi rápido: na França, houve crescimento de 20% nos exames de rastreamento; nos Estados Unidos, os números subiram 64% nas duas primeiras semanas, movimento que ficou conhecido como “Efeito Angelina”.

A decisão dela, na época, veio de avaliações médicas e de um fator genético: Jolie explicou que tinha 87% de risco de desenvolver câncer de mama e 50% de risco de câncer de ovário por causa de uma mutação.

Com esses dados em mãos, optou pela cirurgia preventiva e transformou um assunto técnico em conversa pública — agora retomada com a exposição das cicatrizes na Time francesa.

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De volta ao catálogo da Netflix: Filme impactante estrelado por Viola Davis vai te levar às lágrimas

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Tem filme que te pega menos pela história “cheia de reviravoltas” e mais pelo clima: aquele ar abafado de sala fechada, gente esperando, ego batendo de frente com dinheiro, e uma sensação de que algo vai explodir a qualquer momento.

A Voz Suprema do Blues funciona exatamente assim — e é por isso que ele gruda no peito. A trama se passa praticamente inteira durante uma sessão de gravação em Chicago, em 1927, onde cada atraso, cada exigência e cada fala atravessada vira munição.

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Viola Davis entra em cena como Ma Rainey, cantora lendária contratada por produtores brancos para registrar suas músicas em disco.

Só que ela não chega “para colaborar”: chega para mandar. Ma faz questão de controlar o que é dela — desde a forma como a música será gravada até as condições do estúdio — e esse embate com empresários e produtores revela, com muita clareza, como o talento negro era explorado na indústria da época.

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O roteiro é baseado na peça de August Wilson e mantém aquele tom de teatro que dá gosto: diálogos longos, cheios de subtexto e farpas bem colocadas.

Enquanto Ma segura o ambiente pela garganta, a banda espera num cômodo apertado e vai se desfiando em conversa: tem sonho, ressentimento, fé, estratégia de sobrevivência e vaidade — tudo misturado. Aí surge o motor do caos: Levee, o trompetista vivido por Chadwick Boseman (em seu último papel no cinema).

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Ele tem ambição, carisma e pressa; quer espaço, quer ser ouvido, quer um contrato próprio. E o filme é esperto por não tratar isso como “vilania”: ele mostra como a fome de oportunidade pode virar armadilha quando alguém te oferece “porta aberta” com a outra mão segurando a coleira.

O impacto emocional vem justamente dessa soma: Ma enfrentando quem tenta reduzir sua arte a produto, e Levee tentando escapar de um sistema que promete muito e entrega migalhas.

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Quando os dois colidem, sai faísca — e, em alguns momentos, dá vontade de pausar e respirar. Não por melodrama, mas porque é um filme que deixa as pessoas falarem, errarem, se exaltarem e se machucarem com palavras.

E tem um detalhe que faz diferença enorme: o visual. Figurinos, cabelo, maquiagem e cenário não estão ali para “embelezar”; eles contam hierarquia, cansaço, status e tensão. Não à toa, o filme levou Oscar de Melhor Figurino e Melhor Maquiagem e Penteado.

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Modelo de 70 anos faz sucesso com mais de meio milhão de seguidores no Instagram; veja fotos

Modelo de 70 anos faz sucesso com mais de meio milhão de seguidores no Instagram; veja fotos

Tem gente que associa cabelo branco a “aposentadoria” — e aí aparece Yazemeenah Rossi para bagunçar essa ideia com classe.

Aos 70 anos, ela virou referência nas redes ao posar com naturalidade, sem tentar “apagar” a passagem do tempo, e ainda por cima acumula mais de meio milhão de seguidores no Instagram, onde publica ensaios, bastidores e registros do próprio estilo de vida.

A lista de ocupações dela foge do óbvio: além de modelo, Rossi também fotografa, atua, cria projetos artísticos, escreve e se define até como “extraterrestre” em tom de brincadeira.

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O apelido pega porque o visual chama atenção — mas, olhando o feed, dá para perceber que a proposta é bem pé no chão: imagens bem produzidas, luz natural, cenários ao ar livre e uma presença que mistura elegância com simplicidade.

O ponto que mais rende comentários é justamente a forma como ela aparece nas fotos. Rossi mantém os cabelos longos totalmente brancos, não tenta esconder linhas de expressão e encara a própria aparência como parte do trabalho.

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Em vez de filtros pesados e retoques que deixam tudo “plastificado”, ela aposta numa estética mais limpa, com pele real e expressão real — o que, hoje, é quase um posicionamento.

Nascida na Córsega, ilha francesa no Mediterrâneo, ela vive atualmente em Malibu, na Califórnia, e isso ajuda a explicar o clima das imagens: praia, natureza, luz forte e looks leves.

Outro detalhe curioso é que a carreira de modelo não começou cedo: ela entrou nesse mercado por volta dos 30 anos, quando muita gente já está consolidada (ou até saindo) do setor.

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No próprio site, Rossi conta que esteve entre as primeiras modelos a trabalhar com cabelo branco de forma assumida, e reforça a escolha de não “disfarçar” rugas.

A lógica dela é simples: marcas no rosto e no corpo contam o que foi vivido, e ela prefere carregar isso na imagem — não esconder.

E não é só “sorte de nascença”. Rossi pratica ioga há décadas e mantém hábitos que ela mesma descreve como consistentes: rotina ativa, alimentação equilibrada e uma relação bem próxima com ambientes naturais desde a infância.

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Nas falas dela, a ideia de beleza aparece mais ligada ao dia a dia — sono, movimento, constância — do que a um padrão estético rígido.

Se você ficou curioso, vale dar uma olhada nas fotos que ela compartilha: tem ensaio em preto e branco, cliques minimalistas e também imagens bem solares, com aquele ar de editorial que parece fácil… mas é resultado de escolhas bem calculadas.

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Pedro Pascal superou expectativas, emocionou e foi aplaudido em pé em Cannes com esse filme

Pedro Pascal superou expectativas, emocionou e foi aplaudido em pé em Cannes com esse filme

Aplauso em Cannes não é termômetro perfeito (tem filme que ganha o “clap” e some da conversa depois), mas Eddington não passou batido: a estreia no festival terminou com salva de aplausos em pé que a imprensa mediu entre cerca de 5 e quase 7 minutos, e teve até Joaquin Phoenix visivelmente emocionado no momento.

O curioso é que o filme usa justamente esse tipo de “barulho coletivo” — histeria, torcida, paranoia e disputa de narrativa — como combustível da história.

Dirigido e roteirizado por Ari Aster (Hereditário, Midsommar, Beau Is Afraid), Eddington é um neo-western/thriller que joga o espectador em maio de 2020, no auge do clima pandêmico, numa cidadezinha do Novo México onde uma briga política vira faísca num barril de pólvora.

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A premissa é direta: o xerife (Joaquin Phoenix) e o prefeito (Pedro Pascal) entram em rota de colisão e, no meio disso, vizinho vira inimigo em questão de minutos.

Pedro Pascal interpreta Ted Garcia, o prefeito que tenta sustentar autoridade e “progresso” enquanto a cidade ferve.

O que surpreende aqui é como ele foge do carimbo do “cara legal” ou do “vilão pronto”: o personagem tem presença, sabe falar com câmera e plateia, mas também carrega aquela frieza de quem enxerga pessoas como estatística — e Pascal entrega isso com um controle que cresce cena a cena.

Quando o confronto com Phoenix aperta, ele não precisa gritar para dominar o espaço; ele incomoda pela segurança com que empurra a narrativa a favor dele.

Do outro lado, Joaquin Phoenix vive Joe Cross, o xerife que transforma frustração em plataforma política.

Ari Aster filma essa escalada como uma sequência de pequenas decisões ruins que parecem “defensáveis” no momento — e é aí que Eddington pega: ninguém acha que está fazendo papel de vilão, todo mundo acredita que está “se protegendo”, “defendendo a cidade”, “falando a verdade”. O resultado é uma cidade desorientada, guiada por impulso, desinformação e competição por atenção.

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A direção acerta ao usar o visual de faroeste (estradas, poeira, distância, clima de cerco) para falar de um tema muito atual: a política como briga de torcida e as redes como acelerador de caos.

E como Aster gosta de provocar, ele mistura tensão com um humor bem ácido — não para aliviar, mas para deixar a situação ainda mais incômoda, porque você ri e logo pensa “ok, isso é horrível”.

O elenco é um luxo, e não só de nome: Emma Stone entra como peça importante desse tabuleiro, e Austin Butler aparece em um conjunto que ajuda a manter o filme sempre “carregado”, mesmo quando a ação desacelera.

A vibe geral é de conflito crescendo por camadas, e o filme não tem pressa: são 149 minutos, o que exige que o público entre no ritmo e aceite o desconforto.

No fim das contas, Eddington funciona melhor quando você encara como uma sátira agressiva sobre um período recente (e ainda sensível) do que como um thriller “de conforto” com mocinhos claros. A reação forte em Cannes faz sentido: é o tipo de filme que divide, cutuca e rende discussão na saída — e, no meio desse fogo cruzado, Pedro Pascal entrega um dos trabalhos mais afiados e surpreendentes da carreira.

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Mega-Sena da Virada: mulher ganha R$ 20 milhões após ouvir previsão de estranho em posto de gasolina

Mega-Sena da Virada: mulher ganha R$ 20 milhões após ouvir previsão de estranho em posto de gasolina

Você já saiu de um lugar com a sensação de que algo fora do roteiro aconteceu? Foi mais ou menos assim que começou a história de uma mulher que parou num posto só para pagar o combustível e acabou voltando pra casa com um bilhete premiado na mão — tudo por causa de uma frase dita por um desconhecido, do nada, enquanto ela aguardava na fila.

Ela estava ali, na rotina normal do dia, quando um homem se aproximou e soltou a previsão com uma certeza desconcertante: que ela deveria comprar um bilhete de loteria de 30 dólares (cerca de R$ 147) porque, segundo ele, ela levaria 4 milhões de dólares — algo em torno de R$ 19,6 milhões.

Não foi um convite simpático ou uma piada; foi direto, específico e com números na ponta da língua.

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A mulher ficou sem reação, mas a precisão do palpite mexeu com ela. Em vez de ignorar e seguir a vida, resolveu testar.

Assim que terminou no caixa, comprou uma “raspadinha” bastante conhecida nos Estados Unidos, a Ultimate Millions, que funciona no esquema de raspar na hora para revelar símbolos e números.

Sem guardar para depois, ela voltou ao carro e, junto do marido, decidiu raspar o bilhete ali mesmo, no estacionamento. A cada parte revelada, a tensão aumentava, porque os sinais iam batendo com o que era preciso para um grande prêmio.

Até que chegou o momento em que já não dava pra tratar como coincidência: o bilhete mostrava que eles tinham acertado o prêmio milionário.

Mesmo vendo o resultado, os dois ainda ficaram travados, como quem tenta achar um erro onde não existe. Conferiram mais de uma vez, guardaram com cuidado e foram para casa checar tudo de novo com calma.

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Só depois dessa “segunda rodada” de verificação é que decidiram ir até a loteria para fazer a validação oficial.

Na hora de receber, apareceu a escolha clássica: pegar os 4 milhões de dólares em 30 pagamentos anuais ou receber um valor menor de uma vez.

Eles preferiram o dinheiro imediato e ficaram com 2,5 milhões de dólares (aproximadamente R$ 12,25 milhões).

O detalhe que segue sem explicação é justamente o começo de tudo: ninguém sabe quem era o homem do posto — e ele nunca mais apareceu.

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Fonte: UPI

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Extremo calor irá assolar o Brasil até 2 de janeiro com temperaturas de até 41°C – veja o gráfico e se sua cidade está na lista

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A virada do ano costuma ter fogos, retrospectiva e foto no feed — mas, em boa parte do Brasil, quem está “roubando a cena” é uma bolha de ar quente que vem segurando o termômetro lá em cima e ainda embaralha o tempo com pancadas e temporais em vários pontos.

O pano de fundo é um bloqueio/atuação persistente de ar quente, que ajuda a manter dias acima da média e, em alguns lugares, aumenta o risco à saúde (o Inmet vem mantendo alertas de onda de calor para faixas do Sudeste e partes do Centro-Oeste).

No Rio de Janeiro, por exemplo, a CNN registrou que houve máximas de 41°C e sensação térmica elevada nos últimos dias, no auge desse evento.

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Onde o calor pega mais até 02/01 (e onde a chuva entra no jogo)

Pelas previsões de curto prazo, o calor mais “bruto” até 02/01 tende a aparecer com mais força no interior do Nordeste e em áreas continentais, enquanto capitais do Sudeste e do Sul misturam calor + umidade + pancadas, o que deixa o dia abafado e, às vezes, instável.

Na Região Norte, o padrão segue bem “cara de verão”: calor, sensação de abafamento e chuva entrando em janelas do dia.

Em Belém, a variação é pequena: mínimas por volta de 23–24°C e máximas perto de 32–33°C, com chuva em alguns dias (especialmente 29 e 30/12).

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Gráfico: pico de temperatura máxima prevista (29/12 a 02/01)

Escala: cada “█” ≈ 1°C acima de 25°C.

  • Teresina (PI) 37°C ████████████
  • Belo Horizonte (MG) 37°C ████████████
  • Corumbá (MS) 36°C ███████████
  • Porto Murtinho (MS) 36°C ███████████
  • Cuiabá (MT) 35°C ██████████
  • São Paulo (SP) 33°C ████████
  • Rio de Janeiro (RJ) 32°C ███████
  • Manaus (AM) 33°C ████████
  • Belém (PA) 33°C ████████
  • Recife (PE) 32°C ███████
  • Fortaleza (CE) 31°C ██████
  • Porto Alegre (RS) 34°C █████████
  • Curitiba (PR) 32°C ███████
  • Palmas (TO) 32°C ███████

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Lista rápida: sua cidade está aqui?

Norte

  1. Belém: até 33°C (com chuva em parte do período)
  2. Manaus: até 33°C (chuva aparece em alguns dias)

Nordeste

  1. Teresina: até 37°C
  2. Recife: até 32°C
  3. Fortaleza: até 31°C
  4. Salvador: na faixa de 28–30°C no litoral (vento ajudando), mas com instabilidade em trechos

Centro-Oeste

  1. Cuiabá: até 35°C
  2. Corumbá: até 36°C
  3. Porto Murtinho: até 36°C
  4. Brasília: até 30°C com risco de temporais em dias do período
  5. Goiânia: até 33°C e alerta de tempestade em parte da virada

Sudeste

  1. São Paulo: até 33°C (chuva e tempestades em alguns dias)
  2. Rio de Janeiro: até 32°C (pancadas/temporais aparecem, e o episódio recente já teve pico de 41°C no estado) CNN Brasil
  3. Belo Horizonte: pode encostar em 37°C em um dos dias, antes de oscilar com instabilidade

Sul

  1. Porto Alegre: até 34°C, com chance de temporais em parte do período
  2. Curitiba: até 32°C, com chuva/temporais em vários momentos

Cuidados práticos

Água ao longo do dia e sombra nas horas mais quentes (10h–16h).

Se bater dor de cabeça, tontura ou mal-estar, pausa e hidratação — e atenção extra com idosos e crianças.

Saiba mais assistindo esse vídeo aqui.

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Fonte: Agência Brasil

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Muito usado por quem corta açúcar, adoçante é suspenso pela Anvisa; entenda o que aconteceu

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Quem costuma fuçar rótulo atrás de “açúcar zero” ou testar novidades do mundo fitness já deve ter esbarrado em nomes menos conhecidos na lista de ingredientes.

Um deles é a alulose — e foi justamente um produto feito com essa substância que virou alvo de restrição no Brasil nesta semana.

A Anvisa proibiu a comercialização de um produto à base de alulose no país, conforme publicação no Diário Oficial da União de 22 de dezembro de 2025.

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A medida atinge todos os lotes do adoçante ligado à empresa Sainte Marie Importação e Exportação, que ficam impedidos de vender, importar e usar o item.

O motivo apresentado é direto: a alulose não está na lista de substâncias autorizadas para uso no Brasil dentro desse tipo de produto.

Na prática, quando um ingrediente não tem permissão formal para circular aqui, a agência pode barrar a oferta para evitar que ele apareça nas prateleiras sem passar pelo filtro regulatório.

A alulose é vista lá fora como um adoçante de perfil “alternativo”, mas por aqui entra na categoria de ingrediente novo, justamente por não ter histórico de consumo seguro reconhecido no país.

E, nesse cenário, não basta ser tendência em outros mercados: o caminho passa por avaliação específica antes de virar ingrediente liberado.

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É aí que entra a parte técnica: a Anvisa costuma exigir que as empresas apresentem evidências técnico-científicas sobre segurança e qualidade, cobrindo desde como o ingrediente é produzido até possíveis efeitos no organismo.

Sem esse pacote de dados analisado e aceito, o ingrediente não ganha sinal verde — e produtos que dependem dele ficam vulneráveis a ações como a publicada agora.

No mercado, a decisão trava a circulação dos itens associados à Sainte Marie e reforça um recado para quem quer lançar “novidades” em alimentos e adoçantes: regularização vem antes do marketing.

Para o consumidor, vale a regra simples do dia a dia: olhe a lista de ingredientes, desconfie de produtos que tragam alulose como destaque e prefira versões com componentes já aprovados no Brasil, especialmente quando se trata de adoçante de uso frequente.

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Esse filme com Richard Gere revela o vazio silencioso da vida adulta — e a dança vira fuga emocional

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Tem dias em que a vida funciona “bem demais”: emprego ok, casa ok, família ok… e, ainda assim, fica um buraco mudo ali no meio, difícil até de explicar.

Dança Comigo? (título original Shall We Dance?) encosta exatamente nesse incômodo — e faz isso sem discursos, usando um detalhe simples do cotidiano: um cara que olha pela janela do trem e, por alguns segundos, sente que ainda dá tempo de respirar diferente.

No filme (2004), Richard Gere vive John Clark, um advogado bem-sucedido que repete o mesmo caminho trabalho–casa como se estivesse no piloto automático.

Ele ama a esposa, Beverly (Susan Sarandon), e tem filhos, mas carrega aquela sensação de “era isso?” que muita gente reconhece e quase ninguém admite em voz alta.

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Numa dessas passagens de trem, ele vê Paulina (Jennifer Lopez) na janela de uma escola de dança e, meio sem planejar muito, se matricula nas aulas.

A sacada mais interessante é que o filme não transforma a dança em “cura mágica”. A dança vira uma válvula de escape porque dá um tipo de liberdade que a vida adulta costuma apertar: errar sem consequência gigante, aprender algo do zero, suar por prazer, ser ruim em público e continuar ali.

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Só que o preço vem junto: John esconde as aulas, inventa desculpas, cria distância — e esse segredo começa a cutucar o casamento, não por maldade, mas por medo de admitir que ele estava vazio por dentro.

O elenco sustenta bem essas camadas. Gere faz o John com aquela timidez contida que combina com alguém que passou tempo demais tentando “dar conta de tudo”.

Sarandon traz uma Beverly esperta e sensível, que percebe que tem algo fora do lugar mesmo quando ninguém verbaliza.

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E Stanley Tucci, como Bob (amigo do John), injeta energia e humor sem virar caricatura, servindo como contraste: alguém que se permite sentir as coisas na lata.

Na direção, Peter Chelsom conduz a história num tom de comédia romântica com drama leve, e o roteiro é da Audrey Wells.

Vale um detalhe que muda o jeito de assistir: esse filme é um remake americano do japonês Shall We Dance? (1996), e parte da conversa crítica gira em torno do que se perde quando a história troca de contexto cultural.

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E dá pra perceber isso na recepção: no Rotten Tomatoes, a aprovação crítica ficou em 47% (com 156 críticas listadas), com o comentário recorrente de que a versão dos EUA simplifica nuances do original.

Ainda assim, ele não foi um fiasco: a bilheteria mundial passou de US$ 170 milhões (e o filme teve desempenho comercial razoável nos EUA, segundo dados de época).

Outro ponto que ajuda a “vender” a emoção é a música: o repertório puxa para ritmos e faixas que combinam com a descoberta tardia de prazer e presença (tem, por exemplo, “Sway” na trilha lançada como álbum do filme).

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Perda da guarda, agressão: entenda a polêmica entre Letícia Birkheuer e o filho de 14 anos que expôs tudo nas redes sociais

Perda da guarda, agressão: entenda a polêmica entre Letícia Birkheuer e o filho de 14 anos que expôs tudo nas redes sociais

Quando uma disputa de guarda sai do papel e vai parar nas redes sociais, cada postagem vira parte do caso — e, muitas vezes, o que deveria ficar restrito ao processo passa a ser debatido em público.

Foi nesse cenário que o nome de Letícia Birkheuer voltou a repercutir, depois que ela falou abertamente sobre o conflito judicial com o ex-marido, Alexandre Furmanovich, envolvendo João Guilherme, de 14 anos.

A confusão ganhou força na terça-feira (23), quando a atriz usou as redes para comentar o afastamento do filho.

No relato, ela disse que o adolescente vive com o pai desde 2021 e que tenta, na Justiça, retomar a guarda.

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Também afirmou estar emocionalmente esgotada e citou um gasto alto com advogados e ações ao longo do processo.

No desabafo, Letícia descreveu situações do dia a dia para ilustrar a distância: roupas do filho guardadas em casa que já não serviriam mais, mudanças feitas no quarto esperando uma visita e mensagens enviadas sem retorno.

Segundo ela, o menino a bloqueou no WhatsApp, e a falta de contato virou um dos pontos mais dolorosos do momento.

Depois da repercussão, Alexandre Furmanovich apareceu em vídeo ao lado de João Guilherme para apresentar a versão deles.

O adolescente disse que não aguenta mais ser exposto publicamente e reclamou que a mãe estaria usando o caso para gerar engajamento.

A fala do garoto foi direta: ele se coloca como alguém que quer ter privacidade e não quer ver sua vida pessoal virando conteúdo.

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No mesmo vídeo, João Guilherme também trouxe uma acusação mais grave: afirmou que não se sente seguro para voltar à casa da mãe por causa do que teria acontecido na última visita.

De acordo com ele, houve uma situação de contenção física envolvendo um enfermeiro contratado, com relato de “mata-leão” e agressões durante uma tentativa de sair do local.

O garoto ainda citou que se sentiu “forçado” a estar lá e disse que quer ter seus direitos respeitados, mesmo com a regra de convivência com ambos os responsáveis.

Com o assunto espalhado, Letícia voltou a se pronunciar para contestar o que foi dito. Ela negou que tenha havido agressão como o filho descreveu e afirmou que a contenção teria sido feita apenas para impedir que ele saísse correndo e se colocasse em risco.

A atriz também declarou que existe orientação médica para que as visitas ocorram com a presença de um profissional, e usou isso para justificar por que havia um enfermeiro no local.

Além de rebater a acusação, Letícia atribuiu a situação ao que chamou de influência do ex-marido sobre o adolescente, citando “alienação” como argumento.

Ela ainda criticou a rotina do filho sob a guarda do pai: disse que ele estaria sem disciplina, com hábitos alimentares ruins, sem esportes e com desempenho escolar abaixo do que tinha antes, chegando perto de repetir o ano.

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“Ela continua me usando como objeto”, diz filho de Letícia Birkheuer em vídeo bombástico sobre relação com a mãe

“Ela continua me usando como objeto”, diz filho de Letícia Birkheuer em vídeo bombástico sobre relação com a mãe

Quando uma briga de família sai do fórum e vai parar no feed, todo mundo vira comentarista — e, no meio disso, tem um adolescente pedindo para não ser “pauta”.

Foi esse o tom do vídeo publicado pelo empresário Alexandre Furmanovich ao lado do filho, João Guilherme, de 14 anos, em que o garoto reclama da exposição e diz que a relação com a mãe, a atriz Letícia Birkheuer, virou um conflito permanente nas redes.

No desabafo, João afirma que já pediu para a mãe parar de falar dele no Instagram e diz que ela “continua me usando como objeto para alcançar engajamento”, além de mencionar incômodo por ver seu rosto circulando em sites de notícias.

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Ele também diz que foi pressionado a viajar ao Rio de Janeiro contra a vontade e que se sente capaz de decidir com quem quer morar e conviver.

O vídeo aparece depois de Letícia publicar uma carta aberta falando sobre a disputa pela guarda e a distância do filho.

Na postagem, ela diz estar exausta e relata ter gasto mais de R$ 1 milhão na Justiça tentando retomar a convivência, afirmando que existe “alienação” reconhecida no processo e que, por isso, passariam o Natal separados.

A CNN Brasil relata que a disputa judicial se arrasta há anos e que João vive atualmente com o pai em São Paulo; segundo Alexandre, o filho mora com ele desde dezembro de 2021, por decisão tomada no Judiciário.

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No mesmo pacote de acusações, João também relata um episódio ocorrido durante uma visita à casa da mãe, no Rio, dizendo que tentou sair do local e que teria sido imobilizado por um enfermeiro contratado. Ele afirma que o caso foi registrado em delegacia.

Letícia, por sua vez, contestou a versão do filho e do ex. Em vídeo citado pela CNN, ela afirma que havia recomendação médica para a presença do enfermeiro e que o profissional só conteve o adolescente após ele correr para a rua; ela também diz que o conteúdo gravado com o pai traz “inverdades” e atribui a situação a alienação parental.

Assista ao vídeo aqui.

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Médico brasileiro explica porquê Robbie Williams está ficando cego por uso de Mounjaro e faz alerta

Médico brasileiro explica porquê Robbie Williams está ficando cego por uso de Mounjaro e faz alerta

“Os jogadores eram só borrões num campo verde.” A frase é do próprio Robbie Williams ao contar que, há um tempo, vem percebendo a visão cada vez mais embaçada — e que passou a desconfiar de uma relação com injeções para emagrecer, citando o Mounjaro.

O ponto aqui é importante: ele falou em suspeita, não em diagnóstico fechado.

Segundo relatos publicados na imprensa, o cantor disse que já foi ao oftalmologista por causa do problema.

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Nas redes, o médico brasileiro Dr. Juan Lambert gravou um vídeo pegando esse caso como gancho para um alerta: esse tipo de caneta “viralizou”, muita gente tem usado fora de indicação e sem acompanhamento, e isso aumentaria o risco de problemas — inclusive os relacionados à visão.

O que a ciência e os órgãos de saúde colocam na mesa hoje é o seguinte: existe, sim, discussão séria sobre eventos oculares raros com remédios dessa classe, mas isso está longe de significar que “todo mundo vai ficar cego”.

Um dos pontos mais citados é uma condição chamada NAION (uma “isquemia” no nervo óptico), que pode levar à perda de visão.

Em 2025, o comitê de segurança da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) concluiu que a NAION é um efeito colateral muito raro de medicamentos com semaglutida (como Ozempic/Wegovy) e recomendou atualizar a bula; a orientação é procurar o médico sem demora se houver perda súbita de visão ou piora rápida da vista.

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E o Mounjaro, especificamente? O princípio ativo dele é a tirzepatida. Estudos observacionais recentes (com pacientes com diabetes tipo 2) analisaram semaglutida e tirzepatida e encontraram associação com maior risco de NAION e de outros distúrbios do nervo óptico — ainda que o risco absoluto seja baixo.

Esse tipo de estudo não prova causa e efeito, mas reforça o recado: sintoma visual não é “detalhe”.

Além disso, as próprias bulas chamam atenção para complicações de retinopatia diabética em quem já tem histórico (e orientam o paciente a avisar o médico se notar mudanças na visão). Isso aparece tanto em documentos de semaglutida quanto de tirzepatida.

Na prática, o “porquê” do alerta costuma passar por três caminhos bem diretos:

Efeito raro no nervo óptico (NAION): evento incomum, mas potencialmente grave; quando acontece, o tempo para avaliação conta.

Retinopatia diabética: quem já tem doença na retina pode precisar de acompanhamento mais de perto ao usar esses remédios.

Oscilações de glicose e ajustes rápidos: em pessoas com diabetes (ou com variações grandes de açúcar no sangue), mudanças podem bagunçar a visão e confundir a investigação, por isso o médico precisa saber tudo o que o paciente está usando.

Alerta prático: se você usa Mounjaro/Ozempic/Wegovy ou similares e perceber visão piorando, embaçando de forma diferente do habitual, ou qualquer mudança repentina, o caminho seguro é procurar atendimento médico e relatar o uso do medicamento — e, se você tem diabetes/retinopatia, manter acompanhamento regular.

Assista ao vídeo aqui.

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Fonte: EMA

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Constelação familiar pode ser banida da Justiça após aprovação em comissão da Câmara

Constelação familiar pode ser banida da Justiça após aprovação em comissão da Câmara

Nos últimos anos, vários tribunais passaram a testar “técnicas” e práticas fora do repertório tradicional do Direito para tentar destravar acordos e reduzir a quantidade de processos.

Só que, quando a conversa envolve família, violência e situações de alta vulnerabilidade, a régua de cuidado precisa ser bem mais alta — e é exatamente nesse ponto que a constelação familiar sistêmica virou alvo de contestação dentro e fora do Judiciário.

No dia 10, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2166/24.

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O texto impede o uso da constelação familiar sistêmica em qualquer área do Poder Judiciário, inclusive quando ela é apresentada como alternativa para resolver conflitos sem sentença (as chamadas formas “alternativas” de solução).

A proposta atinge uma prática que, segundo o debate público sobre o tema, já vinha sendo aplicada em pelo menos 16 estados e no Distrito Federal, especialmente em contextos como Varas de Família.

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Ao mesmo tempo, a resistência é forte: o Conselho Federal de Psicologia trata a constelação como pseudociência e aponta risco de revitimização, com atenção redobrada para casos de violência doméstica, em que a condução inadequada pode expor a vítima a novas pressões e constrangimentos.

O PL é de autoria do deputado Duda Ramos (MDB-RR) e teve parecer favorável da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO). A matéria segue em tramitação na Câmara.

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Filme apontado como favorito ao Oscar 2026 chega ao streaming cercado de polêmicas

Filme apontado como favorito ao Oscar 2026 chega ao streaming cercado de polêmicas

A conversa sobre “filme do ano” já não espera mais a temporada de premiações: hoje ela começa no cinema e continua rapidinho no sofá.

A janela entre a estreia e o streaming encolheu tanto que, quando o burburinho do tapete vermelho ainda está quente, muita gente já está assistindo em casa — e comparando, cena a cena, com o que pode aparecer forte no Oscar.

No embalo dessa lógica, “Uma Batalha Após a Outra”, apontado por muita gente como o nome mais comentado para o Oscar 2026, acaba de entrar no catálogo da HBO/Max neste fim de 2025. É o tipo de lançamento que chega com rótulo de “candidato sério” antes mesmo de a poeira baixar.

A trama se passa em um Estados Unidos governado por um regime fascista e acompanha a rotina (e o desgaste) de uma guerrilha comunista que atua na clandestinidade.

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Paul Thomas Anderson dirige e também assina o roteiro, com Leonardo DiCaprio, Benicio Del Toro, Teyana Taylor e Sean Penn no elenco principal — um pacote que, sozinho, já puxa atenção de festival e de academia.

Logo de cara, o filme faz questão de atropelar qualquer expectativa de “introdução calma”.

A crítica da Fórum destaca que os primeiros 15 minutos estão entre os mais acelerados do cinema recente: trilha em alta rotação (Jonny Greenwood, do Radiohead, no comando), ação imediata e o grupo guerrilheiro French 75 entrando em cena numa operação para libertar imigrantes mantidos em um campo de concentração.

É um começo que joga o público no meio do caos sem pedir licença.

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A líder do French 75 é Perfidia Beverly Hills (Teyana Taylor), e a dinâmica do grupo ganha outra camada com Bob Ferguson (Leonardo DiCaprio), um revolucionário cheio de hesitações, paranoias e atitudes que beiram o caricato.

O filme, porém, não se preocupa em “explicar tudo” ou desenhar uma linha moral mastigada: ao longo de cerca de três horas, ele prefere soltar pistas do que entregar respostas diretas sobre quem exatamente está sendo combatido, por quais meios e com quais consequências.

O roteiro mira, com mira curta, a política e a vida social dos EUA: guerras internas (raciais, econômicas, sexuais), teorias conspiratórias e a necessidade constante de fabricar inimigos para manter o país funcionando no modo conflito.

A pergunta que paira é incômoda e recorrente: quando a lógica de “guerra permanente” vira o motor principal de uma sociedade, o que sobra para qualquer ideia de futuro?

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A história se organiza em dois períodos. No primeiro, vemos a ascensão e a derrocada do French 75, pressionado por uma força do outro lado da balança: o general Steven Lockjaw (Sean Penn), um supremacista que tenta se aproximar da elite política e econômica e entende que, para subir, precisa esmagar a guerrilha — e ele faz isso com eficiência brutal.

A perseguição força Bob e Perfidia (grávida) a desaparecerem; depois do nascimento da filha, Perfidia retorna à ação, enquanto o cerco aperta.

O filme então salta 16 anos e reencontra Bob na clandestinidade, em frangalhos: alcoólatra, usuário pesado de maconha e consumido por paranoia.

A filha, já adolescente, tenta viver como qualquer jovem da idade, mas cresce sob controle rígido, sem celular e com a liberdade sempre no cabresto.

Nesse intervalo, a “revolução” vira mais decoração de parede do que prática: Bob se isola, coleciona símbolos e se agarra a referências do passado, como quem tenta não admitir que ficou para trás.

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É aí que a crítica aponta uma alfinetada clara de Anderson: a figura de Bob funciona como retrato de uma esquerda estadunidense desorganizada, frequentemente criticada por não conseguir responder ao avanço do fascismo.

E o texto ainda aciona uma camada literária importante: a história é livremente inspirada em Vineland, de Thomas Pynchon, o que ajuda a entender por que o filme mistura sátira, desespero e comentário político num mesmo pacote — sem a obrigação de ficar “redondinho”.

Quando Lockjaw volta ao tabuleiro e encontra o paradeiro de Bob, o filme puxa o gatilho para a reta final. Encurralado, Bob procura Carlos (Benicio Del Toro), um mestre de artes marciais que também lidera uma rede de apoio a imigrantes.

O contraste entre os dois vira um dos pontos mais fortes: de um lado, um revolucionário perdido e reativo; do outro, alguém guiado por disciplina, método e cabeça fria. A mensagem é direta sem ser panfletária: sem organização, o discurso vira ruído.

O roteiro também dá uma cutucada em gente que se recusa a acompanhar o tempo. Em um diálogo rápido com a filha, Bob tenta entender o que significa ser não binário, trava, desiste e se afasta.

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Não é uma cena longa, mas é sintomática: uma militância que não aprende a escutar, cedo ou tarde, fala sozinha.

Tecnicamente, o filme é tratado na crítica como candidato pesado a prêmios. Jonny Greenwood não entrega trilha “de fundo”: a música empurra ritmo, cria tensão constante e até coloca nervosismo em momentos mais cômicos, como se a ameaça estivesse sempre ali, respirando no cangote.

Anderson, por sua vez, parece brincar de precisão cirúrgica com câmera e montagem — a crítica cita uma perseguição na estrada em que a perspectiva alterna entre o carro de Bob e o da filha, com a câmera assumindo o movimento do veículo nas colinas e a edição acelerando a sensação de desorientação, do jeito que combina com uma sociedade armada, paranoica e vigiada por todos os lados.

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Sem transformar isso em comparação automática, a própria crítica coloca “Uma Batalha Após a Outra” como um trabalho que, em fôlego técnico, bate de frente com títulos gigantes do diretor, como “Magnólia” (1999) e “O Mestre” (2013).

Isso ajuda a explicar por que o filme já chegou ao streaming com cara de “assunto obrigatório” para quem acompanha corrida do Oscar.

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Rachadura colossal corta 13 países da África e cientistas dizem que um novo oceano já começou a nascer – veja fotos!

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Se você olhar para o mapa do leste africano e achar que ele parece “estável”, a geologia discorda. Existe ali uma linha de ruptura em andamento — lenta, contínua e real — que está esticando o continente por dentro.

A National Geographic destacou que a África passa por um processo de separação entre duas partes da sua placa tectônica: a subplaca Núbia e a subplaca Somali, que vêm se afastando ao longo do tempo.

Essa abertura não é um evento repentino: é um movimento que começou há milhões de anos e segue ativo, com sinais claros em algumas áreas.

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O ponto mais conhecido dessa movimentação é a região de Afar, no norte da Etiópia, onde o terreno já dá pistas do que acontece em profundidade. A partir dali, o processo avança em direção ao sul, acompanhando uma grande faixa de falhas e vulcões.

A “espinha dorsal” dessa mudança é o Sistema do Rift da África Oriental (EARS), uma enorme zona de fraturas onde a crosta terrestre está sendo puxada e afinada.

É um corredor geologicamente intenso, marcado por terremotos, vulcanismo e deformações do solo — o tipo de lugar onde a superfície pode rachar, afundar ou se deslocar alguns centímetros sem pedir licença.

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A fenda atravessa, total ou parcialmente, 13 países:

  • Etiópia
  • Quênia
  • Tanzânia
  • Uganda
  • Ruanda
  • Burundi
  • República Democrática do Congo (RDC)
  • Djibuti
  • Eritreia
  • Malawi
  • Moçambique
  • Somália (partes)
  • Zâmbia (partes)

O motor desse “rasgo” é a separação progressiva entre as placas, alimentada por calor vindo do interior da Terra. Em várias áreas, o magma sobe, pressiona a crosta e facilita o surgimento de falhas; em outras, o solo simplesmente estica até ceder.

Com o tempo, esse alongamento tende a rebaixar regiões inteiras, criando depressões que podem ser ocupadas por água — primeiro por lagos, depois por braços de mar, e, num cenário de escala geológica, por um oceano novo.

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Mesmo com essa lentidão, já existem efeitos práticos. Em trechos do Quênia e de outros pontos do rift, fissuras e deslocamentos do terreno já causaram danos em estradas e estruturas, além de exigir monitoramento constante por causa de terremotos e vulcões.

Para quem vive ali, não é “curiosidade científica”: é um fenômeno que interfere em deslocamento, obras, segurança e planejamento urbano.

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Esse tipo de separação entre placas não é novidade na história do planeta. Uma dinâmica parecida aconteceu quando África e América do Sul se afastaram, processo que abriu o Atlântico.

A diferença é que agora dá para acompanhar com medições modernas e registros frequentes — e entender, com mais clareza, como um continente começa a se dividir antes mesmo de virar mar.

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Fonte: NatGeo

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