A história ignorou, riu e descartou… até descobrir que eles e elas estavam certos o tempo todo

A história ignorou, riu e descartou… até descobrir que eles e elas estavam certos o tempo todo

Tem uma cena que se repete em várias épocas: alguém aparece com uma ideia prática, mostra evidência, insiste — e o resto do mundo responde com risada, desprezo ou um “deixa disso”.

Às vezes, o problema não era a ideia em si, e sim o choque com interesses, com o “jeito certo de fazer” e com a dificuldade humana de aceitar que o básico do dia a dia pode estar errado. A lista abaixo junta gente que pagou caro por bater de frente com o consenso… e depois virou referência.

General William Mitchell

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Nos anos 1920, defendia que aviões podiam afundar navios e que o poder aéreo ia mudar a estratégia militar.

Foi tão agressivo nas críticas ao comando que acabou levado a corte marcial, mas sua visão sobre a vulnerabilidade de frotas e o risco no Pacífico (incluindo a possibilidade de ataque a Pearl Harbor) se mostrou muito mais pé no chão do que parecia na época.

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Aristarco

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Propôs um modelo com o Sol no centro e a Terra em movimento, séculos antes disso virar “o normal” na astronomia.

A ideia foi largamente rejeitada em favor dos modelos geocêntricos dominantes, mas a direção estava correta: tirar a Terra do centro era o passo que faltava para descrever melhor o Sistema Solar.

Joseph Lister

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Quando começou a usar antissépticos (como ácido carbólico) e a insistir em práticas para evitar infecção em feridas cirúrgicas, muita gente tratou aquilo como moda sem base.

O tempo virou o jogo: a lógica de controle de infecção se consolidou e abriu caminho para a cirurgia moderna com bem menos mortalidade.

Ignaz Semmelweis

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Observou que lavar as mãos (e reduzir contaminação) derrubava mortes por febre puerperal em maternidades, mas enfrentou resistência pesada de colegas e instituições.

Hoje, higiene das mãos é um dos pilares mais óbvios de prevenção de infecção — justamente o ponto que ele defendia com dados.

Robert Goddard

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Trabalhou com a ideia de foguetes como tecnologia real (inclusive para alcançar o espaço) e foi alvo de deboche público — famoso o caso de críticas na imprensa no começo do século XX.

Décadas depois, foguetes viraram peça central de satélites, exploração espacial e várias tecnologias do cotidiano.

Giordano Bruno

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Defendeu uma cosmologia que contrariava dogmas do período, incluindo a possibilidade de muitos mundos e uma visão mais ampla do céu do que a ortodoxia aceitava.

Foi condenado pela Inquisição e executado em 1600; parte das discussões que ele puxou (mesmo misturadas a filosofia e teologia) apontava para um jeito menos fechado de pensar o que existe além da Terra.

Marcello Malpighi

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Usando microscópio, descreveu estruturas finíssimas e ajudou a explicar conexões entre artérias e veias (capilares), algo essencial para entender circulação e tecidos.

Em uma era em que “ver para crer” ainda era limitado por ferramentas e tradição, insistir na anatomia microscópica parecia extravagância — até virar base da biologia e da medicina.

John Snow

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Bateu de frente com a teoria do “mau ar” e defendeu que a cólera se espalhava pela água contaminada; sua investigação na bomba da Broad Street ficou histórica.

A ideia contrariava o senso comum da época, mas pavimentou epidemiologia moderna e políticas de saneamento mais eficazes.

Henry Freeman

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Um caso bem direto: ele insistia em usar colete salva-vidas de cortiça quando outros achavam exagero.

Num naufrágio em tempestade, foi o único sobrevivente justamente por causa do colete; depois disso, o uso virou obrigatório para tripulações de resgate.

Alice Evans

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Demonstrou a ligação entre uma bactéria encontrada em gado e a brucelose em humanos, reforçando o argumento por leite pasteurizado.

Foi recebida com ceticismo (inclusive em ambientes científicos), mas a evidência se acumulou e a pasteurização ganhou ainda mais força como medida de saúde pública.

William Harvey

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Defendeu com experimentos e cálculo que o sangue circula continuamente pelo corpo, contrariando crenças médicas herdadas de séculos.

A reação inicial foi de estranhamento e resistência, mas a tese virou o alicerce da fisiologia cardiovascular.

Barbara McClintock

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Descobriu elementos genéticos móveis (“genes saltadores”), uma ideia que ficou tempo demais sem o reconhecimento que merecia.

Anos depois, a biologia molecular confirmou a importância do fenômeno e ela recebeu o Nobel em 1983 pelo achado.

Alexander Fleming

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Identificou a penicilina em 1928 e publicou sobre sua ação antibacteriana em 1929, mas a transformação em medicamento utilizável em escala levou tempo e trabalho de outras equipes; o impacto real explodiu nos anos 1940.

Em 1945, o Nobel reconheceu a descoberta e seu efeito terapêutico — exatamente o tipo de coisa que, no começo, muita gente não enxergou como virada de jogo.

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Fonte: ACS

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Denzel Washington disse “não” a um clássico do suspense — e até hoje admite: “Eu estraguei tudo”

Denzel Washington disse “não” a um clássico do suspense — e até hoje admite: “Eu estraguei tudo”

Denzel Washington já fez de tudo no cinema — herói, vilão, anti-herói, líder, homem comum no limite. Ainda assim, existe um “não” que volta e meia reaparece como uma pedrinha no sapato: ele deixou passar Seven (Se7en) – Os Sete Crimes Capitais, suspense policial que David Fincher lançou em 1995 e que virou referência do gênero.

A confissão mais direta veio anos depois. Em 2013, Washington contou que o papel chegou até ele, mas ele recusou.

O personagem acabou nas mãos de Brad Pitt — e Denzel resumiu a sensação com aquela sinceridade que mistura humor e arrependimento: foi uma escolha da qual não se orgulha.

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O motivo, segundo ele, tinha nome e peso: o roteiro. Em 2014, durante o Festival de Toronto, Washington explicou que, na leitura, achou a história sombria demais para embarcar.

Quando assistiu ao resultado pronto, bateu o choque de perceber o tamanho do filme — ainda assim, ele reforçou que o papel “encaixou” em Pitt do jeito certo.

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E o assunto não morreu ali. Em 2018, num papo em vídeo com Jamie Foxx, a pergunta veio na lata: tem alguma decisão de carreira que você lamenta?

Denzel voltou ao mesmo ponto, dizendo que o texto parecia “demoníaco” e que, depois, ao ver o longa finalizado, a sensação foi a de ter “estragado tudo”.

O curioso é que a história do filme combina com essa dúvida: em Seven, um detetive recém-chegado e impulsivo (David Mills) e um investigador veterano, já cansado da rotina (William Somerset), tentam impedir um assassino em série que monta crimes inspirados nos sete pecados capitais. No elenco, além de Pitt e Morgan Freeman, está Gwyneth Paltrow.

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No fim, o “não” de Denzel virou “sim” para o público: o longa custou na faixa de US$ 33–34 milhões e fechou a passagem pelos cinemas com algo em torno de US$ 327 milhões (algumas contagens registram um total um pouco maior, perto de US$ 330 milhões).

Pra quem quer rever (ou ver pela primeira vez), Seven aparece no catálogo da Netflix e também tem página na HBO Max (a disponibilidade pode variar por região).

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Fonte: UNILAD

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Empatia ou TOC? O que significa encher a casa de plantas e cuidar delas como suas filhas, segundo a psicologia

Empatia ou TOC? O que significa encher a casa de plantas e cuidar delas como suas filhas, segundo a psicologia

Ter a casa cheia de plantas virou, pra muita gente, mais do que “um toque verde na decoração”. É um jeito de montar um lugar que dá vontade de ficar, respirar melhor e sentir que a casa tem vida própria — especialmente quando o dia lá fora está barulhento, acelerado ou simplesmente puxado.

E quando alguém diz que cuida “como se fossem filhas”, geralmente está falando menos de exagero e mais de vínculo: atenção, presença, responsabilidade e um tipo de carinho prático, do tipo “eu te noto”.

Na psicologia (principalmente quando ela olha para a relação entre pessoa e ambiente), a casa costuma ser entendida como um cenário que conversa com o nosso estado interno.

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O que a gente mantém por perto, o que organiza, o que deixa à vista e até aquilo que dá trabalho para manter pode mostrar necessidades bem específicas: conforto, previsibilidade, descanso, estímulo, silêncio, sensação de pertencimento.

Plantas entram nisso de um jeito especial porque elas não são objetos “prontos”. Elas pedem leitura de sinais: folha que amarela, terra que seca rápido, caule que inclina, mancha que aparece do nada.

Quem convive com muitas plantas acaba treinando uma espécie de atenção cotidiana — e isso pode ter significados psicológicos diferentes dependendo do momento de vida, do estilo de rotina e da história de cada pessoa.

Quando a casa vira um regulador do humor (e as plantas fazem parte disso)

Muita gente usa o próprio lar como um “ajuste fino” emocional: muda luz, troca aroma, mexe em móveis, escolhe sons, controla bagunça. Colocar plantas em vários cantos pode entrar exatamente nessa lógica.

O verde, as formas orgânicas e a sensação de algo vivo por perto podem ajudar a diminuir a sensação de “ambiente duro” e deixar o espaço menos seco, menos frio, menos com cara de tarefa.

Em fases de estresse, ansiedade ou cansaço mental, o cérebro tende a ficar em alerta. Ter elementos naturais dentro de casa pode funcionar como um tipo de pausa visual: algo que não grita, não pisca, não exige performance — só está ali, crescendo no tempo dele.

Para algumas pessoas, isso vira um apoio simples e constante: olhar uma planta, perceber um broto novo, ver uma folha abrindo… são micro-sinais de continuidade num dia que parece todo fragmentado.

Em cidades onde o contato com área verde é raro (ou dá trabalho), as plantas acabam virando uma “natureza acessível”. Não substitui parque, rua arborizada ou sol no rosto, mas dá uma sensação de proximidade com ciclos vivos: regar, esperar, ver resposta.

É um jeito de trazer o ritmo biológico para dentro de um cotidiano que costuma ser digital e apressado.

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Cuidar como “filhas”: o que essa frase costuma querer dizer

Quando alguém fala que as plantas são “como filhas”, na maioria das vezes está nomeando três coisas bem humanas:

  1. Vínculo e responsabilidade: não é só “ter”, é acompanhar.
  2. Presença: reparar nos detalhes e responder ao que aparece.
  3. Apego ao processo: aceitar que cuidar envolve tentativa, erro, ajuste e paciência.

Do ponto de vista psicológico, esse tipo de cuidado pode ser uma forma de expressar uma disposição interna para nutrir e proteger algo vivo.

E o mais curioso é que plantas “aceitam” um tipo de cuidado que não depende de conversa, justificativa, explicação ou cobrança social. Você faz, observa, aprende, tenta de novo. Para quem está emocionalmente sobrecarregado, isso pode ser um alívio: vínculo sem exposição.

Por que isso aumenta em fases de mudança

É comum esse hábito crescer quando a vida muda: troca de casa, fim de relacionamento, começo (ou perda) de trabalho, rotina nova, mudança de cidade, ninho vazio, morar sozinho pela primeira vez.

Nessas fases, muita coisa fica instável ao mesmo tempo. Plantas oferecem uma sensação concreta de continuidade: você rega hoje, cuida amanhã, e algo vai seguindo com você.

Além disso, o crescimento delas é lento. E isso tem um efeito interessante: dá uma referência de tempo diferente do feed, da notificação e do “pra ontem”. Para algumas pessoas, isso organiza por dentro. Não como fórmula mágica, mas como prática diária que ancora.

Identidade, casa com cara de “eu” e escolha de pertencimento

Outra leitura importante é identidade. Quando alguém escolhe espécies, vasos, lugares da casa, combinações e até “plantas favoritas”, está personalizando o ambiente com preferências reais.

A casa vai ficando reconhecível: tem marca, tem estilo, tem história. E isso, psicologicamente, pode reforçar a sensação de pertencimento — “eu moro aqui de verdade”, “isso aqui é meu espaço”.

O detalhe é que plantas também fogem do padrão: elas crescem tortas, respondem de formas diferentes, mudam de fase, perdem folhas, recuperam.

Quem gosta desse tipo de ambiente muitas vezes se sente melhor em lugares menos “perfeitos”, mais vivos, mais com sinais de tempo.

Pode ser uma preferência estética, sim, mas também pode ser uma escolha de clima emocional: uma casa que não precisa parecer pronta o tempo inteiro.

Flexibilidade, controle possível e tolerância ao imprevisto

Cuidar de muitas plantas mistura controle e imprevisibilidade. Você consegue controlar água, luz, adubo e vaso… mas não controla tudo. Às vezes a planta sofre mesmo quando “você fez certinho”. E isso ensina (ou exige) uma postura de adaptação.

Para algumas pessoas, ter plantas é um jeito de praticar uma organização menos rígida: ajustar, aceitar perdas, mudar de lugar, testar de novo.

Em vez de “tudo tem que funcionar”, vira “vamos observar e fazer o melhor com o que tem”. Isso pode ser bem alinhado com quem está tentando flexibilizar a própria relação com erro e frustração.

E quando as plantas viram companhia?

Tem gente que sente a casa vazia com muita facilidade — mesmo sem estar exatamente triste. Encher o espaço de vida (folhas, volumes, crescimento) pode dar sensação de companhia e movimento.

Isso não precisa ser visto como “falta” ou como algo problemático. Pode ser um jeito cotidiano de deixar o lar mais presente, menos silencioso, mais habitado.

E tem outro ponto: plantas “respondem”. Não do jeito humano, claro, mas com sinais visíveis. Para algumas pessoas, isso é emocionalmente recompensador: “eu cuidei e algo melhorou”, “eu percebi a tempo”, “eu fiz diferença”. Em dias em que tudo parece abstrato ou fora do controle, essa resposta concreta pode ter um peso grande.

No fim, encher a casa de plantas e tratá-las como “filhas” pode falar sobre regulação do humor, necessidade de constância, construção de identidade, desejo de um lar com mais vida, prática de cuidado e até um jeito particular de lidar com o imprevisível.

O sentido real aparece menos na quantidade de vasos e mais na função que isso ganhou na rotina de quem cuida.

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Você pode estar jogando dinheiro fora: veja quanto custa deixar o carregador na tomada o mês inteiro

Você pode estar jogando dinheiro fora: veja quanto custa deixar o carregador na tomada o mês inteiro

Tem um tipo de “gasto” que adora ganhar fama de vilão doméstico: o carregador largado na tomada.

Ele até consome energia, sim — mas a pergunta honesta é outra: isso aparece de verdade na conta ou é mais um daqueles hábitos que irritam mais do que pesam no bolso? Vamos colocar números na mesa.

O que o carregador consome quando fica sozinho na tomada

Quando o carregador está plugado sem celular conectado, ele entra no que os testes chamam de no-load (consumo em vazio). Medições citadas pelo Berkeley Lab apontam algo em torno de 0,26 W para carregadores de celular nessa condição.

E carregadores mais novos, em muitos mercados, precisam cumprir limites de eficiência bem baixos em vazio — por exemplo, requisitos do DOE Level VI colocam o teto típico de 0,100 W (dependendo da categoria do adaptador).

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Na prática, dá pra trabalhar com uma faixa realista assim:

  • Carregador moderno e eficiente: ~0,1 W
  • Carregador comum (referência bem citada): ~0,26 W
  • Carregador antigo/ineficiente: até ~0,5 W (às vezes mais, mas aí já foge do padrão atual)

Qual “preço do kWh” eu usei (em R$) pra fazer as contas

Pra transformar isso em dinheiro, eu peguei um exemplo de tarifa residencial (B1) da Enel São Paulo, somando:

  • TUSD (R$/MWh) + TE (R$/MWh) = 432,44 + 292,74 = 725,18 R$/MWh

Como 1 MWh = 1000 kWh, isso dá R$ 0,725 por kWh (antes de impostos/bandeiras e outros itens da fatura).

Na sua conta, o “kWh efetivo” pode ser maior por causa de ICMS, PIS/Cofins, iluminação pública, bandeira tarifária etc. (a própria Enel detalha faixas de ICMS por consumo, por exemplo).

Se você quiser adaptar com o seu valor real: é só multiplicar o consumo (kWh) pelo R$/kWh que aparece na sua fatura.

  • Agora os números: 24h por dia, 12h e 6h (por mês)
  • Vou considerar 30 dias no mês.

A conta é:

  • Consumo (kWh/mês) = Potência (W) ÷ 1000 × horas no mês

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Cenário A — usando R$ 0,725/kWh (exemplo Enel SP)

Se o carregador ficar na tomada SEM o celular:

1) Carregador bem eficiente (0,1 W)

  • 24h/dia: 0,072 kWh/mês → R$ 0,05/mês
  • 12h/dia: 0,036 kWh/mês → R$ 0,03/mês
  • 6h/dia: 0,018 kWh/mês → R$ 0,01/mês

2) Carregador “típico” (0,26 W)

  • 24h/dia: 0,1872 kWh/mês → R$ 0,14/mês
  • 12h/dia: 0,0936 kWh/mês → R$ 0,07/mês
  • 6h/dia: 0,0468 kWh/mês → R$ 0,03/mês
    (Esse ~0,26 W aparece em medições citadas do Berkeley Lab.)

3) Carregador mais gastão (0,5 W)

  • 24h/dia: 0,36 kWh/mês → R$ 0,26/mês
  • 12h/dia: 0,18 kWh/mês → R$ 0,13/mês
  • 6h/dia: 0,09 kWh/mês → R$ 0,07/mês

Cenário B — se o seu kWh “cheio” na conta der ~R$ 1,00/kWh

Muita gente acaba vendo algo perto disso ao considerar impostos/bandeiras e o valor final médio do que paga. Com R$ 1,00/kWh, fica assim:

  • 0,26 W por 24h/dia: 0,1872 kWh/mês → R$ 0,19/mês
  • 0,5 W por 24h/dia: 0,36 kWh/mês → R$ 0,36/mês

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Então vale a pena tirar da tomada?

Pelo lado da conta de luz, o impacto do carregador “sozinho” costuma ser de centavos por mês. O motivo mais prático pra tirar da tomada geralmente é outro:

  1. reduzir “miudezas” somadas (muitos aparelhos em standby juntos viram um consumo mais notável);
  2. evitar aquecimento desnecessário, principalmente com carregador velho, genérico ou já danificado.

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Fonte: Advanced Energy

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“Estou pensando em desistir de tudo”: quando a mente chega no limite (e o que realmente ajuda)

“Estou pensando em desistir de tudo”: quando a mente chega no limite (e o que realmente ajuda)

Há um momento na vida em que a frase “estou pensando em desistir de tudo” aparece não como drama, mas como falta de fôlego. É quando as responsabilidades viram um bloco único: trabalho, contas, família, conflitos, cobranças, lutos, frustrações acumuladas… e a mente conclui: “não dá mais”. Muitas pessoas descrevem isso como uma mistura de exaustão, vazio, irritação constante, insônia, sensação de fracasso e uma desesperança que parece definitiva.

A psicóloga Josie Conti costuma traduzir esse estado de forma precisa: “Quando alguém pensa em desistir de tudo, muitas vezes não é o fim do desejo de viver — é o fim do fôlego para continuar do mesmo jeito.” Essa diferença importa porque muda o foco do julgamento para a pergunta certa: o que, dentro e fora de você, ficou insustentável — e como alcançar alívio real?

O que a terapia psicodinâmica entende quando você diz “quero desistir”

A terapia psicodinâmica parte do princípio de que a dor emocional não nasce apenas do que acontece hoje, mas também de como aprendemos a suportar, pedir, calar, agradar, controlar, reagir e nos culpar ao longo da vida. Em momentos de colapso, mecanismos internos que antes funcionavam (por exemplo, “dar conta de tudo”, “não incomodar ninguém”, “ser forte o tempo todo”) deixam de proteger e passam a esmagar.

É comum que a frase “desistir de tudo” seja a ponta do iceberg de conflitos internos como:

  • uma autocrítica severa (nunca é suficiente, sempre falta algo);

  • um medo de depender e, ao mesmo tempo, uma fome de amparo;

  • padrões repetidos de relações (ser sempre o responsável, o invisível, o que “aguenta”);

  • emoções proibidas (raiva, tristeza, vulnerabilidade) que acabam se transformando em exaustão, somatização ou anestesia.

E aqui entra uma segunda contribuição da Josie Conti, muito útil clinicamente: “A mente em colapso pede solução gigante, mas o cuidado começa no básico: corpo regulado, um vínculo seguro e um passo pequeno que devolve controle.” Em psicodinâmica, esse “básico” é também “continente”: antes de interpretar fundo, é preciso estabilizar o suficiente para o sujeito voltar a pensar e sentir sem ser engolido.

Por que tudo piora quando o corpo está no limite (e por que isso não é “fraqueza”)

Muita gente tenta entender o desespero apenas como “mental”, mas ele costuma estar ancorado em desgaste fisiológico: sono ruim, tensão crônica, alimentação irregular, excesso de telas, sobrecarga de trabalho, pouco descanso real.

Segundo a Divisão de Medicina do Sono da Harvard Medical School, sono e humor se influenciam fortemente: dormir mal aumenta irritabilidade e estresse, enquanto um sono saudável favorece bem-estar; e a insônia crônica pode elevar o risco de transtornos de humor. Quando esse corpo não recupera, o cérebro perde flexibilidade e o mundo fica mais ameaçador. Isso pode se misturar a sintomas depressivos — e a OMS ressalta que existem tratamentos eficazes para depressão, incluindo psicoterapias e, em alguns casos, medicação, recomendando buscar cuidado quando há sintomas.

A psicóloga Josie Conti costuma dar uma orientação que, apesar de simples, é poderosa: “O oposto do desespero nem sempre é alegria: às vezes é só um pequeno alívio hoje — e a coragem de não decidir nada definitivo no pior dia.” Em outras palavras: quando você está no limite, o objetivo inicial não é “resolver a vida”; é diminuir o volume do sofrimento para recuperar escolha.

“Desistir de tudo” também pode ser esgotamento: o nome disso importa

Se o seu “desistir” tem a ver principalmente com trabalho, a OMS descreve o burnout (no contexto ocupacional) como um fenômeno ligado a estresse crônico no trabalho que não foi bem administrado, com três dimensões: exaustão, distanciamento/cinismo e redução de eficácia profissional.
Nomear isso ajuda a tirar a culpa moral do centro e colocar uma pergunta prática: o que precisa ser ajustado (ritmo, limites, apoio, sentido, ambiente, expectativas) para você voltar a ter vida interna?

Onde o EMDR entra: quando a dor está “presa” e o presente dispara o passado

Em muitos adultos, o desespero não vem só de “hoje”. Ele é ativado porque experiências antigas (traumas, perdas, rejeições, humilhações, negligências, violência, relacionamentos abusivos, ou microtraumas repetidos) deixam marcas que o corpo e a mente continuam reagindo como se o risco ainda estivesse acontecendo.

O EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) é uma abordagem terapêutica estruturada, amplamente usada para tratar consequências de trauma. Diretrizes da Organização Mundial da Saúde para condições relacionadas ao estresse recomendam considerar tratamentos como EMDR  para adultos com TEPT.
A American Psychological Association (APA) também inclui EMDR como opção sugerida em sua diretriz clínica para TEPT.
E revisões sistemáticas, incluindo uma revisão da Cochrane, encontraram que EMDR pode ser melhor do que lista de espera/cuidados usuais na redução de sintomas de TEPT (embora a qualidade da evidência varie entre estudos).

Além de TEPT, há meta-análises indicando que, em pacientes com TEPT, EMDR pode reduzir também sintomas associados como depressão e ansiedade.
E há revisões/meta-análises examinando EMDR para sintomas depressivos em diferentes contextos, sugerindo efeitos positivos em alguns conjuntos de estudos (com a ressalva de heterogeneidade e necessidade de mais pesquisas de alta qualidade).

A própria OMS, ao divulgar orientações pós-trauma, menciona EMDR como uma das técnicas avançadas a considerar e destaca a importância de treinamento e supervisão para ampliar acesso com segurança.

Terapia psicodinâmica com EMDR: integração, não “duas terapias soltas”

Quando se integra psicodinâmica e EMDR, a lógica fica mais conectada:

  • A psicodinâmica ajuda a entender por que certos temas doem tanto (abandono, humilhação, rejeição, controle, culpa), quais papéis você foi forçado a ocupar, como suas defesas se formaram e como padrões se repetem nos vínculos.

  • O EMDR pode ajudar a destravar memórias/experiências que seguem “ativas” no sistema emocional, reduzindo a carga e a reatividade, para que a pessoa tenha mais liberdade de escolha no presente.

Em adultos, isso costuma ser decisivo quando a pessoa diz algo como: “Eu sei racionalmente que não é o fim do mundo… mas meu corpo reage como se fosse.” A integração permite trabalhar tanto o sentido (psicodinâmica) quanto o processamento (EMDR), sem reduzir a clínica a “técnica” nem a terapia a “só conversa”.

É nesse ponto que a especialidade da psicóloga Josie Conti em EMDR se torna um diferencial: ela pode conduzir um trabalho que acolhe o sofrimento atual, investiga os fios emocionais que sustentam o colapso e, quando indicado, usa EMDR para tratar núcleos traumáticos que alimentam desesperança, hiperalerta, culpa ou sensação de desamparo.

O que fazer hoje, se você está no limite (passos pequenos que funcionam melhor do que promessas grandes)

Sem “frases prontas”, o que tende a ajudar no curto prazo é recuperar três coisas: corpo, vínculo e mínimo controle.

  1. Corpo (reduzir 5% do peso agora): água + algo simples para comer + banho + deitar no escuro por 20 minutos. Parece pouco, mas quando o sistema nervoso está em colapso, isso é intervenção real. (Lembre do ponto da Harvard sobre sono e humor: regular o básico muda a leitura emocional do mundo.)

  2. Vínculo (presença, não solução): mande uma mensagem objetiva: “Hoje eu tô no limite. Você pode ficar comigo 10 minutos (mensagem/ligação)? Não preciso de conselho, só companhia.”

  3. Controle mínimo (10 minutos, não 10 anos): escreva em 5 linhas:

  • “O que está me esmagando hoje é…”

  • “O que eu consigo fazer nos próximos 10 minutos é…”
    Esse “microcontrole” gera evidência interna de que você ainda pode agir — e isso enfraquece a desesperança.

Se você estiver sem segurança agora

Se você sente que está sem segurança, com medo do que pode fazer, ou não consegue ficar sozinho(a) com esses pensamentos, procure ajuda imediatamente.

No Brasil, o CVV (188) oferece apoio emocional gratuito, 24 horas por dia (telefone e também chat/e-mail).


Se houver risco imediato, procure um serviço de urgência da sua cidade ou acione alguém de confiança para ficar com você agora.

Indicação profissional ao final

Se você se reconheceu neste texto, considere transformar “desistir de tudo” em um pedido legítimo de cuidado — com método, acolhimento e profundidade.

Psicóloga Josie Conti
Atendimento online e presencial (Socorro–SP).
Abordagem psicodinâmica integrada ao EMDR, com foco em adultos em sofrimento intenso, desesperança, ansiedade, depressão, esgotamento e impactos de trauma (inclusive traumas relacionais e experiências repetidas de desamparo).

Agende com a Psicóloga Josie Conti:

  • WhatsApp: (19) 9 99506332

  • Instagram: @contioutra

  • E-mail: [email protected]

  • Site: www.josieconti.com.br

A maior boca de caverna do planeta está no Brasil e foi confirmada por um super-laser da USP – veja fotos

A maior boca de caverna do planeta está no Brasil e foi confirmada por um super-laser da USP – veja fotos

Um levantamento recente feito por pesquisadores do IGc-USP colocou a Casa de Pedra, em Iporanga (SP), de volta ao centro das atenções: a entrada da caverna teve sua altura confirmada com alta precisão e o resultado aponta para um recorde — maior abertura de caverna do Brasil e, com boa chance, a maior já registrada no planeta.

Desta vez, nada de estimativa “no olho” ou comparação por fotografia. A equipe usou Lidar aerotransportado, um escaneamento 3D a laser feito a partir de drones, que mede o relevo com detalhe milimétrico e reduz as incertezas que costumavam aparecer em medições tradicionais.

O número que chamou atenção veio direto do modelo gerado pelo laser: 197 metros de altura na boca da caverna.

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A Casa de Pedra fica dentro do Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), em uma área de Mata Atlântica onde a vegetação pode atrapalhar bastante qualquer mapeamento feito só com imagem comum.

O geocientista Nicolás Strikis, do IGc, comentou ao Jornal da USP que, depois desse levantamento, dá para sustentar a afirmação com segurança: pela configuração e pelas medidas obtidas, o pórtico da Casa de Pedra é o maior do país e tem tudo para liderar também a lista mundial.

Em outras palavras: é o maior que a equipe encontrou com medição direta até agora.

contioutra.com - A maior boca de caverna do planeta está no Brasil e foi confirmada por um super-laser da USP - veja fotos

O Lidar funciona disparando milhões de pulsos de laser por segundo. Parte desses pulsos “passa” pelos espaços entre folhas e galhos e consegue atingir a rocha, o que permite reconstruir a forma real do terreno mesmo em áreas fechadas de floresta — um ganho enorme para cavernas e paredões.

Com essa varredura, os pesquisadores montaram uma nuvem de pontos tão detalhada que virou um modelo digital de alta resolução da caverna.

Esse tipo de reprodução permite analisar a geometria completa do sumidouro — do leito do rio ao teto — e medir volumes, inclinações e detalhes de morfologia que antes ficavam fora de alcance quando o registro dependia só de fotos e observação local.

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O trabalho não ficou restrito ao tamanho da entrada. A pesquisa também acompanha o comportamento do rio Maximiano, que atravessa o interior da caverna, com sensores voltados para hidrologia e variações rápidas de nível d’água.

Os primeiros dados (ainda em processamento) já mostram um cenário que ajuda a entender por que o local exige cuidado: chuvas com cerca de uma hora podem provocar uma elevação de mais de 2 metros no nível da água na saída da gruta.

Em um registro específico, uma precipitação de 60 mm por hora levou a uma subida de 2,17 metros em aproximadamente 90 minutos.

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Segundo a equipe, o intervalo entre o pico de chuva e a resposta do rio é curto demais para garantir retirada completa e tranquila em toda a extensão — e a Casa de Pedra tem cerca de 3 quilômetros. Esse tipo de informação é decisiva para qualquer discussão sobre segurança.

A caverna está fechada para visitação desde 2003, depois de um acidente relacionado a tromba d’água. Agora, o monitoramento e o modelo 3D entram como base técnica para o plano de manejo e para avaliar com mais precisão os riscos envolvidos caso atividades futuras voltem a ser consideradas.

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Fonte: Jornal da USP

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14 frases que incendiaram a internet nesta semana — a nº 9 deixou muita gente furiosa

14 frases que incendiaram a internet nesta semana — a nº 9 deixou muita gente furiosa

A primeira semana de fevereiro veio com aquele combo que a internet adora: declaração séria tratada como meme, frase atravessada em entrevista, chamada de jornal com cara de roteiro surreal e até erro de português virando pauta.

Abaixo, as 14 falas (e escritos) que circularam com força — cada uma puxando uma discussão diferente, do plenário ao feed.

  1. Aldo Rebelo

A fala do Aldo Rebelo mexeu com o debate sobre responsabilidades e limites do que é “minuta” e do que vira “projeto” de poder — principalmente porque ele falou como quem normaliza o procedimento.

“Minuta não é tentativa de golpe e eu teria feito como ministro” – Aldo Rebelo, ex-ministro da Defesa e pré-candidato à Presidência (DC-SP).

2. Padre Ferdinando Mancílio

No sermão, Padre Ferdinando Mancílio mirou o deputado Nikolas Ferreira e puxou a contradição que sempre reacende briga nas redes: discurso “pró-vida” junto de defesa irrestrita de armamento.

“Não adianta marchar por Brasília e dizer que defende a vida, mas ser a favor das armas” – Padre Ferdinando Mancílio, em sermão criticando o deputado Nikolas Ferreira.

3. Eduardo Bueno

Eduardo Bueno soltou uma frase que foi lida como ataque direto a um grupo religioso e também como provocação antidemocrática — e aí a reação veio dos dois lados, com recorte, resposta e mais recorte.

“Evangélico tem que ficar pastando junto com o pastor. Deveria ser proibido evangélico votar” – Eduardo Bueno, o Peninha, youtuber.

4. Garotinho

Anthony Garotinho tentou pegar carona na fadiga pública com salvadores da pátria; o texto que acompanhou foi pro deboche, e a frase virou munição para todo tipo de interpretação.

“A população brasileira está cansada de falsos heróis” – Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro. No Brasil, nem todo herói usa capa. Aliás, se estiver de capa, é mais provável que seja vilão mesmo.

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5. ECM

Um quadro-negro em São Paulo virou print, e o print virou discussão sobre preparo de monitores e o padrão de escrita exigido em escola — com o detalhe do “[sic]” ampliando a zoeira e a indignação.

“Descançar [sic]”, “Continêcia [sic]” – escreveu Monitor de Escola Cívico-Militar no quadro negro, durante aula em São Paulo.

6. Hugo Motta

Um “sim” dito no lugar certo (e na hora certa) pode soar como assinatura embaixo — e foi isso que muita gente entendeu quando Hugo Motta respondeu sobre um PL ligado a remuneração no Legislativo.

“Sim” – Hugo Motta, presidente da Câmara (Republicanos-PB), confirmando PL que elevaria salários dos servidores parlamentares acima do teto constitucional.

7. Bonner

William Bonner falou de “calma” e a internet fez o que faz: parte leu como ironia, parte como avaliação política, parte como indireta — e ninguém concordou no significado.

“Tenho a impressão de que os haters da extrema direita estão mais calmos” – William Bonner.

8. Danielle Winits

A chamada da Folha de S.Paulo conseguiu ser notícia por si só: a mistura de celebridade, “lixão” e aliens virou piada pronta e também crítica ao estilo “teaser” de manchete.

“Danielle Winits questiona as aparências da atualidade em lixão assombrado por aliens” – chamada da Folha de S.Paulo, sobre ensaio fotográfico com atriz global. Importante ressaltar: o lixão assombrado por aliens de que trata a matéria não é aquele que fica na Praça dos Três Poderes.

9. Nicki Minaj

Aqui a fala acendeu duas discussões ao mesmo tempo: cultura do cancelamento e diferença de idade em relações — e, como era de se esperar, com muito recorte, muita briga e pouca escuta.

“Imaginem um cantor de 30 anos de idade saindo com uma menina de 16 nos dias de hoje. Seria cancelado na hora” – Nicki Minaj, rapper norte-americana, criticando o também rapper Jay-Z.

10. Gerald Thomas

Thomas cutucou o cinema por lucrar em cima da pobreza; a ironia do texto que acompanha a frase foi o tempero que fez o trecho circular ainda mais.

“Pobres são explorados por milionários, inclusive no cinema” – Gerald Thomas, diretor de teatro, criticando filmes que exploram personagens pobres por bilheteria.

O teatro, porém, é imune à exploração: não lucram com a desgraça de ninguém. Nem a própria.

11. Steve Bannon

Quando aparece Steve Bannon + Bolsonaro + Jeffrey Epstein na mesma frase, a rede já entra em modo sirene.

O trecho foi lido como bastidor, cálculo político e munição pra teorias — cada bolha pegou um pedaço.

“Tenho de manter essa coisa de Bolsonaro nos bastidores” – Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump, em email a Jeffrey Epstein.

12. Trump

Donald Trump chamou de “idiota” um convite para o Fórum Econômico Mundial, e a frase foi compartilhada tanto por fãs (como “sinceridade”) quanto por críticos (como “desprezo diplomático”).

“Foi o convite mais idiota que jamais fizeram a alguém” – Donald Trump, sobre ser convidado para o Fórum Econômico Mundial em Davos.

13. Fachin e o STF

Na abertura de 2026, Edson Fachin tentou colocar o foco em institucionalidade — e, justamente por isso, o trecho virou termômetro: pra uns, sinal de firmeza; pra outros, discurso protocolar demais.

“O que nos une não é a concordância em todas as questões, mas o compromisso com a instituição” – Edson Fachin, presidente do Supremo (STF-RS), durante a sessão de abertura de 2026.

14. Presidente Lula

Lula mandou uma metáfora clássica (“raposa no galinheiro”) enquanto o texto fazia questão de destacar o figurino — e a internet fez a festa com a coincidência, puxando comparação com Mister M e tudo.

“Não coloque uma raposa para tomar conta do galinheiro, mesmo que ela esteja vestida de branco” – Lula, vestido de branco, em evento de pré-campanha.

É como se o Mister M revelasse o truque antes da performance e, ainda assim, a plateia aplaudisse e pedisse bis.

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“Me ensinou tudo, menos a viver sem ele”: o desabafo da filha de Henrique Maderite após a morte do pai

“Me ensinou tudo, menos a viver sem ele”: o desabafo da filha de Henrique Maderite após a morte do pai

A morte do influenciador e empresário Henrique Maderite, aos 50 anos, gerou uma onda de mensagens nas redes — e a mais íntima veio de casa.

Ana Clara Ferreira, filha dele, usou o Instagram neste sábado (7) para falar do pai em publicações que misturam saudade, carinho e um esforço visível para se manter firme.

Ainda de madrugada, ela postou um vídeo em que Henrique aparece cantando enquanto dirigia.

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Na legenda, escreveu uma frase direta e dolorida sobre o quanto aprendeu com ele — e sobre o que ninguém ensina quando a perda chega. “Me ensinou tudo, menos a viver sem ele. Te amo eternamente! Para sempre, sua Dreds”, publicou.

Horas depois, já no começo da tarde, Ana Clara voltou ao perfil com um novo vídeo, dessa vez falando de frente com quem acompanha a família. Ela disse que gostaria de conseguir sorrir e oferecer algum tipo de conforto a quem está assistindo, mas deixou claro que o momento é pesado.

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“Queria estar sorrindo, queria estar levando um pouco de conforto para o coração de todo mundo que está me assistindo, mas esse momento é muito difícil”, afirmou.

No mesmo depoimento, a jovem comentou que, apesar da dor, sente que conseguiu buscar forças para lidar com o que aconteceu.

“Tenho certeza que Deus me preparou muito para esse momento. Eu estou tirando uma força que é inexplicável”, disse. Na legenda, ela resumiu a despedida com uma frase que chamou atenção: “o céu está em festa”.

Henrique Costa Ferreira, conhecido publicamente como Henrique Maderite, foi encontrado morto na sexta-feira (6) em um haras no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais.

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Segundo o portal O Tempo, a Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada às 17h27 por meio da Rede de Vizinhos Protegidos e, ao chegar ao local, os militares encontraram o influenciador já sem vida.

A polícia informou que a morte foi por causa natural e que não havia sinais de violência.

Nascido em 1975, em Belo Horizonte, Maderite reunia mais de 2 milhões de seguidores no Instagram, onde ficou conhecido por vídeos com humor e parcerias com marcas.

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Fora das redes, também era dono de um haras e mantinha uma loja online com produtos ligados aos bordões que popularizou, como bonés estampados com frases características — entre elas “Sexta-feira, meio dia”.

Clique aqui para assistir ao vídeo.

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A cidade mais habitável da América Latina não fica no Brasil, mas é baratinha para viajar e conhecer

A cidade mais habitável da América Latina não fica no Brasil, mas é baratinha para viajar e conhecer

Se a sua lista de viagens inclui um lugar com cara de “cidade que funciona”, dá pra olhar com carinho para Buenos Aires.

A capital da Argentina apareceu como a cidade mais habitável da América Latina em 2024 no ranking anual da Economist Intelligence Unit (EIU), que compara 173 cidades e dá nota para cinco áreas: estabilidade, saúde, cultura e ambiente, educação e infraestrutura. Buenos Aires fechou a avaliação com 82,8 pontos.

O destaque vem de uma combinação que nem sempre anda junta na região: serviços urbanos que entregam o básico com constância e uma vida cultural que não depende de “evento especial” pra acontecer.

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Na prática, isso significa uma cidade com estrutura moderna, organização no dia a dia e uma identidade cultural muito presente — o tipo de mistura que agrada tanto quem mora quanto quem chega de fora.

No levantamento, pesou o fato de Buenos Aires conseguir sustentar bons indicadores de qualidade de vida mesmo com períodos de turbulência econômica.

A cidade aparece bem quando o assunto é mobilidade e acesso a serviços: a rede de transporte público costuma ser apontada como eficiente, e a disponibilidade de escolas e hospitais bem avaliados ajuda a puxar a nota para cima, junto com um desenho urbano que facilita a rotina em muitos bairros.

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Outro ponto que ajuda é que a cultura está “espalhada” pela cidade. Teatros, museus, cafés tradicionais e programação artística aparecem como parte do cotidiano, não como luxo distante — e isso dá uma sensação de cidade viva, com opções para diferentes bolsos e estilos.

O próprio relatório menciona a combinação entre custo de vida competitivo e padrão de serviços públicos como um diferencial importante.

A segurança também entra na conta, especialmente quando Buenos Aires é comparada a outras capitais grandes da América Latina.

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Ela não é um paraíso (nenhuma metrópole é), mas aparece com índices mais estáveis do que parte dos concorrentes diretos, o que melhora a percepção de bem-estar e de previsibilidade para quem circula pela cidade.

No recorte latino-americano, quem vem logo atrás é Montevidéu, no Uruguai, e Santiago, no Chile — ambas com pontuação acima de 80, com desempenho forte sobretudo em infraestrutura e segurança.

O Brasil também marca presença no top 10 regional, com Rio de Janeiro e São Paulo mantendo destaque por força cultural e econômica, ainda que enfrentem obstáculos conhecidos em mobilidade e segurança pública.

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E por que isso tudo importa para quem só quer viajar? Porque um ranking desse tipo dá pistas bem práticas: se a cidade é bem avaliada em transporte, infraestrutura e serviços, a experiência do visitante costuma ser mais simples — do deslocamento ao acesso a atrações.

No caso de Buenos Aires, ainda entra o apelo de ser um destino geralmente amigável para o bolso do brasileiro, com muita opção de passeio “pé no chão” (bairros caminháveis, cafés, parques, museus) e sem depender de roteiro caro para render uma viagem completa.

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Medo do abandono: por que a possibilidade de ser deixado dói tanto — e como a terapia EMDR pode ajudar

Medo do abandono: por que a possibilidade de ser deixado dói tanto — e como a terapia EMDR pode ajudar

O medo do abandono é uma das dores emocionais mais profundas e silenciosas que uma pessoa pode carregar. Ele nem sempre se manifesta de forma explícita, mas costuma aparecer nos relacionamentos amorosos, nas amizades e até no ambiente de trabalho, sob a forma de ansiedade intensa, necessidade constante de aprovação, hipervigilância emocional e sofrimento diante de qualquer sinal de afastamento.

Embora muitas pessoas tentem racionalizar esse medo, dizendo a si mesmas que estão exagerando, a experiência clínica mostra que o medo do abandono raramente nasce no presente. Ele costuma estar ligado a experiências emocionais precoces que deixaram marcas profundas na forma como o indivíduo se percebe e se relaciona.

O que é o medo do abandono do ponto de vista psicológico

Do ponto de vista psicológico, o medo do abandono não se resume ao receio de ficar sozinho. Ele está associado à vivência de que ser deixado equivale a perder valor, identidade ou segurança emocional. Pesquisas em teoria do apego indicam que experiências precoces de instabilidade, rejeição emocional ou indisponibilidade afetiva podem gerar padrões de apego ansioso, nos quais o vínculo é vivido como frágil e sempre ameaçado (Bowlby).

Na vida adulta, isso pode se traduzir em pensamentos recorrentes como: “se eu for quem realmente sou, serei deixado”, “se o outro me conhecer melhor, vai embora” ou “preciso me esforçar muito para não ser abandonado”. Mesmo quando não há sinais reais de rejeição, o corpo reage como se o abandono fosse iminente.

Essas reações intensas não são falta de maturidade emocional, mas respostas condicionadas a experiências traumáticas que não foram plenamente elaboradas.

Medo do abandono como trauma emocional

A psicologia do trauma compreende que uma experiência se torna traumática não apenas pela sua gravidade objetiva, mas pela incapacidade psíquica de processá-la no momento em que ocorreu. Segundo van der Kolk , memórias traumáticas tendem a permanecer ativas no sistema nervoso, sendo reativadas sempre que a pessoa vivencia algo que, mesmo simbolicamente, remeta à experiência original.

No caso do medo do abandono, situações como silêncio do outro, demora em respostas, conflitos ou mudanças no comportamento podem acionar respostas emocionais desproporcionais, como angústia intensa, desespero, pensamentos catastróficos e medo de perder o vínculo. A pessoa sabe que está sofrendo “demais”, mas não consegue evitar.

Isso acontece porque o medo não está apenas no pensamento consciente, mas registrado em redes emocionais profundas do cérebro.

EMDR: uma abordagem eficaz para o medo do abandono

A Terapia EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) é uma abordagem psicoterapêutica baseada em evidências científicas, amplamente utilizada no tratamento de traumas emocionais. Desenvolvida por Francine Shapiro, o EMDR é recomendado por instituições como a Organização Mundial da Saúde para o tratamento de experiências traumáticas.

O EMDR atua a partir do Modelo de Processamento Adaptativo da Informação, que entende que o cérebro possui um sistema natural de cura psicológica. Quando uma experiência de abandono, rejeição ou perda não é adequadamente processada, ela fica armazenada de forma disfuncional, mantendo emoções intensas, crenças negativas sobre si mesmo e reações automáticas (Shapiro, 2018).

Estudos científicos demonstram que o EMDR é eficaz na redução de sintomas de ansiedade, sofrimento relacional e crenças negativas associadas ao medo de abandono, promovendo maior estabilidade emocional e sensação de segurança interna (Chen et al., 2014; Lewis et al., 2020).

A atuação clínica da psicóloga Josie Conti no tratamento do medo do abandono

A psicóloga Josie Conti atua clinicamente no tratamento de traumas emocionais, com especial atenção às manifestações do medo do abandono na vida adulta. Utilizando o EMDR como uma das suas principais abordagens terapêutica, seu trabalho é voltado para ajudar o paciente a compreender como experiências passadas moldaram sua forma de amar, se vincular e se perceber.

No processo terapêutico, Josie Conti auxilia seus pacientes a identificar memórias emocionais ligadas a experiências de abandono real ou emocional — muitas vezes sutis — e a ressignificá-las de maneira segura, respeitando o ritmo de cada pessoa. O objetivo não é eliminar o medo à força, mas permitir que ele perca sua intensidade e deixe de comandar escolhas e relacionamentos.

A prática clínica mostra que, à medida que essas memórias são processadas, o paciente passa a vivenciar relações com mais autonomia emocional, menos ansiedade e maior confiança em si e no outro.

Atendimento online e presencial em Socorro-SP

A psicóloga Josie Conti realiza atendimentos presenciais em Socorro-SP e também oferece psicoterapia online, possibilitando acesso ao tratamento especializado em trauma e EMDR para pessoas de diferentes regiões.

A terapia online segue critérios éticos e técnicos rigorosos e tem se mostrado eficaz no tratamento do medo do abandono, especialmente para pacientes que buscam flexibilidade, continuidade e um espaço seguro para elaborar suas experiências emocionais.

Quando buscar ajuda psicológica para o medo do abandono

Se você percebe que vive relacionamentos com medo constante de ser deixado, sente ansiedade intensa diante de afastamentos reais ou imaginados, ou identifica padrões repetitivos de sofrimento emocional, isso pode indicar que o medo do abandono está enraizado em experiências traumáticas não elaboradas.

A psicoterapia, especialmente quando baseada em abordagens como o EMDR, oferece caminhos eficazes para transformar essas vivências, promovendo maior segurança emocional e relações mais saudáveis.

Atendimento psicológico com a psicóloga Josie Conti

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As frutas que você jamais pode guardar juntas para evitar mofo e bichos

As frutas que você jamais pode guardar juntas para evitar mofo e bichos

Sabe quando uma fruta “vira” do nada e, em dois dias, a fruteira inteira parece ter entrado em colapso? Na maioria das vezes, não é azar: é mistura errada, calor demais ou fruta madura encostando em fruta sensível.

E tem um detalhe-chave por trás disso: algumas frutas soltam mais etileno, um gás natural que acelera o amadurecimento das vizinhas — e isso encurta (muito) o tempo até aparecerem mofo e aquelas mosquinhas chatas.

O grupo que costuma causar esse efeito dominó é o das frutas climatéricas (amadurecem mesmo depois de colhidas).

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Quando você junta várias delas — principalmente em fases diferentes de maturação — elas “se empurram” para amadurecer mais rápido. Resultado: polpa amolece, casca abre microfissuras, e aí fungos e insetos encontram o caminho livre.

Entre as climatéricas mais comuns estão: banana, mamão, maçã, pera, abacate, manga, pêssego, figo e kiwi. Se a sua meta é conservar, o ideal é não deixar banana e mamão grudados, nem fazer “montinho” com maçã, pera e manga, por exemplo.

Agora, se a ideia for acelerar (tipo abacate verde ou manga dura), aí sim dá para usar esse truque de propósito: deixe perto de uma banana madura por um tempo e acompanhe dia a dia.

Já as não climatéricas praticamente não “evoluem” depois que são colhidas. Elas até podem estragar, claro, mas não costumam amadurecer de verdade fora do pé. Nesse grupo entram morango, uva, cereja, amora-preta e cítricas como laranja, limão e tangerina.

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E aqui mora uma armadilha comum: colocar morango do lado de banana e mamão costuma reduzir bastante a vida útil do morango, porque ele é delicado e sente rápido o ambiente “acelerado”.

Na geladeira, a regra de ouro é simples: fruta madura vai para o frio; fruta ainda “de vez” fica fora até chegar no ponto.

E, dentro da geladeira, o que ajuda de verdade é separar e proteger: use potes com tampa (ou recipientes bem fechados) e deixe as frutas distantes entre si, porque isso diminui a troca de etileno e evita ressecamento.

Fruta largada direto na gaveta tende a perder textura e frescor mais rápido. Um bom lugar costuma ser a parte do meio da geladeira, que geralmente mantém temperatura mais estável. E atenção: abacaxi só costuma valer a pena refrigerar quando já estiver descascado ou cortado.

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“Mas banana e mamão podem ir para a geladeira?” Podem, sim — e costuma ser uma boa quando já estão no ponto. No mamão, funciona melhor cortar e guardar em pedaços em pote fechado.

Na banana, a casca pode escurecer com o frio e enganar: se a parte de dentro estiver firme, sem cheiro estranho e sem sinais de deterioração, está ok para consumo.

Se você prefere fruteira, dá para usar a seu favor sem virar “berçário” de mosquitinhos. O principal é ventilação: lugar abafado segura o etileno no ar e acelera tudo.

Também ajuda não pegar sol direto (calor aumenta a pressa do amadurecimento) e não amontoar: fruta pressionada machuca fácil, e machucado é porta de entrada para contaminação.

Um hábito que salva: inspecionar todo dia e tirar imediatamente qualquer fruta com ponto mole, vazando ou com mofo — porque o problema se espalha rápido.

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Na compra e no transporte, o cuidado começa antes de chegar em casa. Prefira comprar 1 ou 2 vezes por semana, pensando no que realmente vai consumir, e escolha frutas sem cortes e sem áreas muito amassadas.

Em casa, evite manter em saco plástico fechado: isso prende umidade e acelera mofo. Morango e outras frutas em embalagem merecem uma “triagem” na hora: achou uma contaminada, descarte, para não comprometer o resto.

Por fim, higiene: para desinfetar, dá para deixar as frutas 10 minutos em uma solução com 1 colher de sopa de hipoclorito de sódio (ou água sanitária sem alvejante) para 1 litro de água; também existem sanitizantes próprios vendidos em mercado.

Depois, enxágue bem em água corrente e seque de verdade (papel-toalha ajuda), porque umidade guardada junto com fruta é convite para fungos.

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Uma placa com o número 5 está surgindo nas estradas — e quase todo motorista está entendendo errado

Uma placa com o número 5 está surgindo nas estradas — e quase todo motorista está entendendo errado

Quem dirige pela Argentina pode topar com uma placa que parece “óbvia” — e é justamente aí que muita gente se confunde.

Ela é branca, simples, com um número grande bem no meio (tipo um “5”) e, de longe, dá aquela impressão de que está mandando você fazer alguma coisa. Só que não.

Esse número não tem relação com velocidade, proibição, alerta ou qualquer regra de condução.

Na real, é um marcador de quilometragem: ele aponta em que quilômetro da via você está naquele ponto exato. Passou por uma placa com “5”? Então você está no km 5 daquele trecho da estrada/rodovia.

A diferença visual ajuda a separar as coisas: limite de velocidade costuma vir dentro de um círculo com borda vermelha e segue um padrão mais “imperativo”.

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Já esse marco é direto ao ponto: fundo branco, número preto, função informativa. Ele existe para orientar, como se fosse um “endereço” ao longo do asfalto.

E isso tem utilidade prática no dia a dia — especialmente quando algo dá errado. Em caso de acidente, pane mecânica ou necessidade de socorro, dizer “estou no km 5” é muito mais eficiente do que tentar explicar “perto de um posto, depois de uma curva, antes de uma ponte”.

Esse tipo de referência também facilita trabalho de equipes de resgate, ambulâncias, guincho, manutenção da estrada e organização de obras no trajeto.

Essas placas podem aparecer em vários tipos de vias do país — de rodovias principais a estradas regionais e rurais — normalmente posicionadas na lateral da pista, próximas ao acostamento.

Ao ver uma delas, não tem “procedimento”: não precisa frear, mudar de faixa ou ajustar a velocidade. É só um ponto de localização para você (e para quem precisar te encontrar).

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Previsão preocupa: ciclone pode trazer granizo e chuvas intensas para 2 estados a partir de sexta (30)

Previsão preocupa: ciclone pode trazer granizo e chuvas intensas para 2 estados a partir de sexta (30)

A quinta-feira (29) deve ser de atenção redobrada no Sul: um novo ciclone se organiza perto da costa e aumenta a chance de temporais fortes em Santa Catarina e Paraná, com potencial para granizo, muita chuva em pouco tempo e rajadas de vento.

Projeções do modelo europeu ECMWF (referência usada pelo Meteored) indicam que os maiores volumes ficam concentrados nesses dois estados.

Em alguns pontos, a chuva pode ser bem agressiva, com acumulados que chegam a 90 mm em 24 horas, principalmente no Nordeste do Paraná.

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O começo da instabilidade acontece cedo: as primeiras áreas de tempestade devem aparecer ainda na madrugada, começando pelo Sul do Rio Grande do Sul e avançando ao longo das horas em direção a Santa Catarina. Ou seja: o tempo vira “chave” antes mesmo do horário comercial em várias cidades.

Da tarde em diante, a tendência é de piora, com a chuva ficando mais intensa e se espalhando por áreas catarinenses e paranaenses.

Segundo o Climatempo, o cenário fica favorável para temporais porque há uma baixa pressão atuando junto com um cavado em médios níveis da atmosfera, e isso se soma ao calor e à umidade que já vêm marcando a região.

Mesmo com a instabilidade, as temperaturas continuam altas em grande parte do Sul, com sensação mais amena em faixas de serra, litoral e em áreas do Sul do Paraná e de Santa Catarina — justamente onde a mudança de tempo pode chegar acompanhada de vento mais incômodo.

contioutra.com - Previsão preocupa: ciclone pode trazer granizo e chuvas intensas para 2 estados a partir de sexta (30)

Falando em vento: são esperadas rajadas entre 40 e 50 km/h, e as áreas com aviso mais severo incluem Oeste e Leste de Santa Catarina e também do Paraná.

Onde houver tempestade mais “encorpada”, o Meteored aponta possibilidade de granizo junto de muitos raios, vento forte e chuva intensa ao longo do dia.

Nos mapas de precipitação, há indicativo de que os acumulados podem encostar ou passar de 50 mm no Leste de Santa Catarina e nas regiões Leste, Centro-Sul e Centro-Norte do Paraná.

Em dia assim, vale o básico que evita dor de cabeça: fuja de áreas abertas durante trovoadas, não se abrigue sob árvores ou perto de estruturas que possam ceder com vento, e não atravesse pontos alagados (mesmo que pareçam rasos).

Fonte: Meteored

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Entenda por que você nunca pode desligar uma ligação de spam

Entenda por que você nunca pode desligar uma ligação de spam

Sabe aquela ligação “da central do banco” que começa educada, te dá um sustinho (“movimentação suspeita”) e termina com uma ordem bem específica? “Desliga agora e liga neste número pra confirmar.” É aí que mora o risco — e ele é bem menos óbvio do que parece.

Em golpes de “falsa central”, a ideia do criminoso é fazer você acreditar que está no controle: você desliga, procura o número oficial, faz tudo “certinho”… e mesmo assim cai.

Por quê? Porque há relatos e alertas de instituições dizendo que golpistas conseguem manter a ligação “presa” por alguns minutos depois que a vítima desliga — ou seja, você acha que está fazendo uma nova chamada, mas ainda está conectado ao mesmo golpista.

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Esse truque costuma aparecer justamente quando você desconfia. A pessoa do outro lado “autoriza” você a desligar e ligar de volta para a central (às vezes até dita o número).

Só que o golpe também se apoia em outra peça: o spoofing, que é o mascaramento do número para parecer que a ligação veio da central verdadeira. Então, olhar o visor ou até pesquisar o número no Google nem sempre resolve.

Agora entra a parte que explica por que tanta gente recebe chamadas que caem rápido, ficam mudas ou parecem “robô”.

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A própria Anatel descreve que há chamadas em massa feitas por centrais automatizadas que disparam milhares de ligações ao mesmo tempo e derrubam as que “sobram” quando alguém atende; e também ligações usadas como “provas de vida”, para mapear se o número está ativo, se a pessoa costuma atender e em quais horários.

Ou seja: só atender (e desligar) pode alimentar a lista deles com informação útil.

E tem um parente desse incômodo que vira armadilha: o golpe do “toque e cai”. Você vê uma chamada perdida de um número estranho, devolve a ligação por impulso e pode acabar caindo em cobrança/premium rate (o famoso wangiri). Não é o mesmo roteiro da falsa central, mas nasce do mesmo reflexo automático de “desliguei, vou retornar”.

Então, o “nunca pode desligar” aqui tem tradução prática: nunca desligue seguindo o script do outro lado (principalmente quando a pessoa manda você desligar e ligar “agora”). Se a ligação parece suspeita, encerre e retome o contato do seu jeito — com tempo, e por canais que você controla.

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O que fazer, na prática, sem complicar:

  1. Desconfie de urgência + pedido de dados/ações (senha, código, confirmação, instalação de app, “transferência teste”). Bancos reforçam que não pedem esse tipo de coisa por telefone.
  2. Se você realmente precisar falar com a instituição, não ligue imediatamente do mesmo aparelho/linha: espere alguns minutos ou use outro telefone/canal oficial (app, chat do aplicativo, site).
  3. Para reduzir a enxurrada, use bloqueio do próprio celular e serviços oficiais: a Anatel recomenda bloquear números e também cita o Não Me Perturbe como opção para barrar telemarketing de setores participantes.
  4. Recebeu chamada perdida de número esquisito (principalmente internacional) e “caiu” em 1 toque? Não retorne.

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