Um detalhe na orelha pode indicar risco cardíaco? O sinal que voltou à tona após a morte de Maderite

Um detalhe na orelha pode indicar risco cardíaco? O sinal que voltou à tona após a morte de Maderite

A morte do influenciador e empresário Henrique Maderite, aos 50 anos, em Minas Gerais, levantou uma curiosidade que muita gente nunca tinha notado: um vinco no lóbulo da orelha que apareceu na autópsia e voltou a circular nas redes como possível pista de risco cardíaco.

O traço em questão é uma prega diagonal no lóbulo, conhecida como sinal de Frank. Na prática, é um sulco que “corta” o lóbulo em diagonal.

Pesquisadores investigam há décadas se esse detalhe pode acompanhar alterações em vasos sanguíneos e em tecido nervoso — mudanças que, em alguns casos, aparecem junto de problemas cardiovasculares.

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Um dado que costuma ser citado vem de um estudo de 2006 da Unesp, feito com 110 homens: o sinal foi observado em 60% dos participantes com doença arterial coronariana, e em 30% dos que não tinham a doença.

Esse tipo de achado chama atenção porque sugere uma associação, mas não prova, por si só, que o vinco “causa” algo ou que ele seja um marcador confiável para todo mundo.

O nome “sinal de Frank” é uma referência ao médico americano Sanders T. Frank, que descreveu a marca em 1973 e abriu espaço para pesquisas em diferentes países.

Desde então, o tema virou alvo de estudos e revisões tentando entender quando esse sulco realmente tem algum significado clínico — e quando é só uma característica comum.

Uma revisão publicada em 2022 pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM) aponta que o sinal pode ajudar como indicador de risco cardiovascular em pessoas sem sintomas, funcionando como mais um alerta na triagem.

Mesmo assim, a própria literatura reforça um ponto essencial: o vinco no lóbulo não entra no lugar de consulta, histórico de saúde e exames.

A discussão existe porque alguns especialistas enxergam esse sulco como algo que pode aparecer com o envelhecimento, assim como o risco de infarto tende a subir com a idade.

Nesse raciocínio, a marca estaria “andando junto” com outros fatores, sem necessariamente ter utilidade real para prever eventos cardíacos.

O angiologista e cirurgião vascular Ricardo Augusto faz uma ressalva direta: até agora, não há estudos grandes o suficiente nem diretrizes internacionais que coloquem o sinal de Frank como ferramenta com poder preditivo comprovado nos cálculos usados no dia a dia.

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Ele reconhece que a marca pode aparecer associada à doença aterosclerótica, mas lembra que isso vem de estudos observacionais, e não de modelos validados para prever risco com precisão.

Se você reparou esse vinco na sua orelha (ou na de alguém da família), vale tratar como um lembrete para checar a saúde, e não como diagnóstico: pressão arterial, colesterol, glicemia, hábitos (tabagismo, sono, atividade física) e histórico familiar costumam pesar muito mais na avaliação médica.

E se surgir dor no peito, falta de ar, suor frio, náusea ou mal-estar forte, a orientação é procurar atendimento imediato, com ou sem sinal no lóbulo.

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A minissérie da Netflix que ninguém levou fé — e acabou vista por 84 milhões de pessoas

A minissérie da Netflix que ninguém levou fé — e acabou vista por 84 milhões de pessoas

Sabe aquela produção curtinha que você coloca “só pra testar” e, quando percebe, já está apertando próximo episódio sem nem respirar?

É exatamente esse o efeito de Bebê Rena: uma minissérie de 7 episódios que virou conversa global e entrou para a lista de títulos mais vistos da Netflix graças a um número difícil de ignorar — 84,5 milhões de visualizações em 91 dias.

O mais curioso é que ela chegou sem estardalhaço. A estreia foi em 11 de abril de 2024, com divulgação bem discreta, e ainda assim a série cresceu no “boca a boca” digital até ganhar tamanho de fenômeno.

A história acompanha Donny Dunn (vivido pelo próprio criador, Richard Gadd), um comediante tentando se firmar enquanto trabalha em um bar. Num dia aparentemente comum, ele cruza com Martha (Jessica Gunning) — e o que começa com uma interação banal descamba para uma obsessão sufocante, com a vida dele indo ladeira abaixo em camadas, sem pressa de “aliviar” o desconforto.

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O roteiro escolhe um caminho pouco “mastigado”: em vez de seguir uma linha reta, ele reorganiza peças, volta no tempo, muda o tom, e te força a recalcular o que você achava que tinha entendido sobre o protagonista.

Tem um episódio em especial — aquele que muita gente cita como o ponto de virada emocional — que explica por que a série provoca tanta reação: ela expõe feridas e contradições sem procurar agradar.

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Parte do impacto também vem do elenco segurando a tensão no olhar e no silêncio. Gadd se coloca numa posição nada confortável (inclusive para o público), e Jessica Gunning cria uma Martha que alterna carisma, estranheza e ameaça com uma naturalidade inquietante — o tipo de atuação que gruda na memória porque nunca parece “performática demais”.

Com essa repercussão, vieram também as polêmicas. Em setembro de 2024, uma juíza decidiu que a série não sustenta a promessa de ser “uma história real” como foi divulgada, e isso abriu espaço para a mulher apontada como inspiração de Martha seguir com uma ação contra a Netflix.

Mesmo com o ruído, Bebê Rena passou por premiações com força: levou seis Emmys (incluindo Melhor Série Limitada/Antologia), e também venceu no Globo de Ouro como melhor série limitada, além de prêmio de atuação para Gunning.

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Médico revela: esse vinco na orelha pode estar ligado ao risco silencioso de infarto precoce

Médico revela: esse vinco na orelha pode estar ligado ao risco silencioso de infarto precoce

Tem coisa que a gente repara no espelho por motivo estético e nem passa pela cabeça que pode ter ligação com saúde.

Só que, às vezes, um detalhe do corpo vira “pista” clínica — não para bater o martelo em diagnóstico, e sim para levantar a mão e dizer: “opa, vale checar o coração com calma”.

É exatamente esse o caso do sinal de Frank, que voltou a circular com força depois de um vídeo do Dr. Sergio Francisco, do Café com Cardio.

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O que é o sinal de Frank (e como identificar)

O sinal de Frank é uma prega/vinco em diagonal no lóbulo da orelha. Pode aparecer em uma orelha só ou nas duas. A ideia é simples: se existe um sulco diagonal bem visível atravessando o lóbulo, isso pode ser considerado “sinal de Frank”.

Importante: ele pode existir desde cedo (muita gente diz que “nasceu com isso”), mas também pode ficar mais marcado com o tempo.

O que a ciência realmente diz sobre “risco de infarto”

O sinal de Frank é estudado desde os anos 1970 como um possível marcador associado à doença arterial coronariana (entupimento/estreitamento das artérias do coração). A evidência existe, mas tem limites:

Uma revisão sistemática (2021) que avaliou estudos de acurácia diagnóstica encontrou sensibilidade e especificidade muito variáveis e concluiu que, como teste isolado, o vinco no lóbulo não tem desempenho bom o bastante para “diagnosticar” doença coronariana.

Mesmo assim, vários trabalhos observacionais apontam que pessoas com a prega têm maior probabilidade de já apresentar doença coronariana — o que faz o sinal ser visto por cardiologistas como algo útil para triagem, principalmente quando aparece em gente mais jovem.

Uma revisão brasileira também descreve o sinal como um possível marcador cutâneo associado a risco cardiovascular, com discussão sobre mecanismos e limitações.

Ou seja: não é “profecia” e nem sentença, mas pode ser um aviso extra para olhar seus fatores de risco com mais atenção.

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Por que a orelha teria relação com as artérias do coração?

Ainda não existe uma explicação única e fechada. As hipóteses mais citadas giram em torno de mudanças em microvasos e no tecido conjuntivo (como elastina/colágeno) que podem acompanhar processos de envelhecimento e aterosclerose — e o lóbulo, por ser uma área pequena e visível, acabaria “mostrando” alterações que também podem ocorrer em vasos do corpo. É hipótese plausível, mas não dá para usar isso como prova de doença.

“Apareceu antes dos 65”: por que isso chama mais atenção?

O ponto do alerta (especialmente abaixo de 60–65 anos) é bem pragmático: em pessoas mais novas, um marcador físico incomum pode ter mais valor como sinal de triagem do que em pessoas idosas, em que sulcos e pregas de pele ficam mais frequentes por outros motivos. Essa nuance aparece inclusive em matérias recentes que repercutiram o tema com cardiologistas.

Tenho esse vinco. O que faço, na prática?

Sem drama e sem “autodiagnóstico”. Use como gatilho para fazer o básico bem-feito:

  1. Cheque pressão arterial (em dias diferentes)
  2. Faça exames de colesterol/triglicérides e glicemia
  3. Revise hábitos que pesam muito no risco real: tabagismo, sono ruim, sedentarismo, álcool em excesso, alimentação repetidamente ultraprocessada
  4. Se você tem histórico familiar forte, hipertensão, diabetes, colesterol alto, ou sintomas (mesmo leves), converse com um médico para decidir se faz sentido um ECG, teste de esforço, eco, ou outros exames (isso depende do seu perfil)

E um aviso importante (vale para qualquer idade): dor/pressão no peito, falta de ar fora do normal, desmaio, suor frio, mal-estar intenso são sinais de urgência — não espere “ver se passa”.

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Por que isso explodiu nas redes agora

O assunto cresceu junto de vídeos curtos e notícias recentes envolvendo o influenciador Henrique Maderite; na data de 9 de fevereiro de 2026, veículos como CNN Brasil, Exame e Veja publicaram que a causa da morte foi confirmada como infarto fulminante.

Esse contexto ajuda a explicar o “boom” do tema — mas o ponto de saúde continua o mesmo: vinco na orelha não substitui avaliação, só pode funcionar como um empurrão para você cuidar do que realmente muda risco de infarto.

Saiba mais assistindo ao vídeo aqui (Instagram).

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Fonte: PMC

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Nevasca, isolamento e um crime escondido: suspense com Emma Thompson chega causando impacto

Nevasca, isolamento e um crime escondido: suspense com Emma Thompson chega causando impacto

Nevasca no meio do nada tem um efeito curioso no cinema: ela “apaga” as saídas mais óbvias. A estrada some, o sinal do celular cai, o posto mais próximo vira lenda — e qualquer porta aberta pode ser, ao mesmo tempo, socorro e armadilha.

É nessa linha que “O Frio da Morte” constrói sua tensão: em vez de correr atrás de grandes mistérios, o filme aperta o cerco com decisões pequenas, imediatas e perigosas.

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O longa (título original “Dead of Winter”) acompanha Barb, uma viúva interpretada por Emma Thompson, que viaja ao norte de Minnesota para cumprir um gesto de despedida ligado ao marido — e acaba desviando para estradas secundárias quando a nevasca engole o caminho. Ao procurar ajuda, ela chega a uma cabana isolada.

O problema: o lugar que parecia um abrigo revela uma realidade muito mais grave, com uma jovem mantida em cativeiro por um casal armado. Sem contato com o mundo exterior, Barb percebe que, goste ou não, é a única chance da vítima.]

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A direção é de Brian Kirk, o mesmo nome por trás de Crime sem Saída e episódios de Luther — um currículo que ajuda a entender por que “O Frio da Morte” prefere suspense “colado” nos personagens, com espaços fechados, paranoia crescente e aquela sensação de que qualquer barulho do lado de fora já é aviso.

No elenco, além de Thompson, estão Judy Greer e Marc Menchaca como o casal que mantém a garota presa, e Laurel Marsden como a jovem em perigo. Gaia Wise também aparece no time principal.

O filme também chega com “carimbo” de festival: teve estreia mundial no Locarno Film Festival em agosto de 2025, antes do circuito comercial em outros países.

Estreia no Brasil: 19 de fevereiro de 2026, com distribuição da Paris Filmes.

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Ex-agente do Serviço Secreto revela truque mental simples para ler qualquer pessoa em minutos: ‘Foque apenas em 2 coisas’

Ex-agente do Serviço Secreto revela truque mental simples para ler qualquer pessoa em minutos: ‘Foque apenas em 2 coisas’

Quando a gente encontra alguém pela primeira vez, é comum tentar “decifrar” a pessoa em segundos: postura, mãos, olhar, jeito de falar.

O problema é que boa parte do que circula por aí sobre linguagem corporal vira regra rígida demais — e regra rígida costuma errar gente real.

A jornalista e ex-agente especial Evy Poumpouras defende um caminho bem mais direto: em vez de caçar sinais escondidos, observe onde a pessoa está por dentro naquele momento.

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Para ela, dá para entender melhor alguém focando em duas chaves mentais que aparecem o tempo todo nas conversas: identidade e instrumental.

Na prática, a pergunta muda de “o que o corpo dela está dizendo?” para “qual modo de funcionamento ela está usando agora — e o que ela quer com essa interação?”.

A primeira chave é a identidade. Pessoas nesse modo tendem a filtrar a conversa pelo que aquilo diz sobre elas: sentimentos, reconhecimento, opinião, pertencimento, orgulho, insegurança. Não é “egoísmo” por definição; é um jeito de organizar a realidade.

Você percebe porque o discurso costuma vir carregado de experiência pessoal e avaliação emocional: “eu sinto”, “pra mim”, “eu penso”, “eu acredito”, “eu não gostei”, “isso me pegou”.

Outro detalhe: em modo identidade, a pessoa costuma buscar validação, cuidado com o tom e, muitas vezes, espaço para ser escutada antes de qualquer solução.

Se você tenta cortar caminho com respostas frias, ela pode interpretar como desrespeito ou falta de consideração — mesmo que sua intenção seja ajudar.

A segunda chave é o modo instrumental. Aqui, o foco é tarefa, objetivo, eficiência e resultado. A comunicação tende a ser curta, prática e com pouca ornamentação: “o que precisa ser feito?”, “qual é o plano?”, “qual prazo?”, “resolve assim”.

Nesse estado, a pessoa pode soar dura ou apressada, mas nem sempre é grosseria: é prioridade mental.

A própria Poumpouras diz que esse estilo é muito comum em ambientes como o United States Secret Service: o trabalho cobra correção rápida, clareza e ação. Numa dinâmica assim, o critério principal não é “como eu me senti com isso”, e sim “funcionou ou não funcionou — e como ajusto agora”.

O pulo do gato é perceber que conflitos bobos nascem quando os modos não se encontram. Se alguém está no modo identidade e você responde no modo instrumental (“faz isso, isso e isso”), a pessoa pode ouvir: “ele não liga pra mim”.

Por outro lado, se alguém está instrumental e você entra no modo identidade por muito tempo (“vamos falar sobre como isso te afetou”), ela pode achar que a conversa não anda.

Um jeito simples de testar isso na hora é prestar atenção em dois pontos bem concretos:

  • Vocabulário dominante: sentimentos e pontos de vista pessoais (identidade) versus ações, métricas e próximos passos (instrumental).
  • Expectativa escondida: a pessoa quer ser compreendida/acolhida (identidade) ou quer encaminhar/fechar algo (instrumental)?

E aí vem a parte mais útil: isso não é rótulo definitivo. Ninguém é 100% de um tipo o tempo inteiro. A mesma pessoa pode estar instrumental no trabalho e identidade em casa — ou alternar no meio da conversa.

O ganho, como a ex-agente comenta em entrevistas (incluindo a BBC Maestro e o podcast The School of Greatness), é ajustar seu jeito de falar para reduzir atrito: com identidade, você dá contexto, reconhece e pergunta; com instrumental, você organiza, propõe e decide próximos passos.

Se você começar a observar esses dois “modos” por uma semana, já fica mais fácil perceber por que certas conversas fluem — e por que outras travam logo no começo.

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Netflix esconde um filmaço com Liam Neeson perfeito pra sair do modo automático e curtir neste fim de semana

Netflix esconde um filmaço com Liam Neeson perfeito pra sair do modo automático e curtir neste fim de semana

Sabe aquele filme que você coloca achando que vai ser “só mais um” e, quando percebe, já está totalmente preso no clima? “Na Terra de Santos e Pecadores” entra exatamente nessa categoria.

Dirigido por Robert Lorenz, o longa prefere trabalhar no modo “baixo e perigoso”: pouca explicação, muita tensão no ar e uma sensação constante de que qualquer detalhe pode virar problema.

Liam Neeson é Finbar Murphy, um sujeito que tenta levar a vida na dele em um vilarejo irlandês pequeno o suficiente para todo mundo notar quando você respira diferente.

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Ele está ali, cumprindo rotina, resolvendo coisas simples, evitando conversas longas e, principalmente, desviando de perguntas que puxem passado.

Não é pose de santo nem personagem “durão” fazendo charme: é alguém que aprendeu que, às vezes, o melhor jeito de ficar vivo é passar despercebido.

Só que o lugar “tranquilo” tem prazo de validade. Quando uma nova presença aparece e bagunça o código silencioso da comunidade, o filme começa a apertar.

Doireann (Kerry Condon) chega com aquela firmeza de quem conhece as regras não escritas e sabe até onde pode ir sem precisar aumentar o tom.

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Já os personagens vividos por Desmond Eastwood e Conor MacNeill funcionam como faísca: gente que não respeita o ritmo local, não lê o ambiente — e, por isso mesmo, vira ameaça real.

A partir desse ponto, Finbar é empurrado para decisões que ele vinha evitando há anos. E aqui o Neeson acerta em cheio: ele joga o peso do personagem no corpo, no olhar cansado, no jeito de se mover como quem calcula a saída antes de entrar. O filme não tenta vender heroísmo; ele mostra um homem que age porque não dá mais para fingir que está tudo bem.

O suspense cresce sem truques espalhafatosos. Em vez de apostar em reviravolta gritante, Lorenz monta um cerco aos poucos: conversas que travam, encontros que terminam cedo, pausas longas demais para serem confortáveis.

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Quando a violência aparece, ela vem seca, com cara de consequência — não de espetáculo — e deixa claro que cada acerto de contas tem custo.

No fim das contas, “Na Terra de Santos e Pecadores” funciona melhor quando segura a mão e confia na tensão.

Ele não está interessado em empilhar cenas barulhentas; o motor aqui é outro: o incômodo de perceber que certas escolhas antigas continuam cobrando, mesmo quando você faz de tudo para seguir em frente.

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“Tenho nojo”: as musas que chocaram o público ao revelar arrependimento por ensaios do passado

“Tenho nojo”: as musas que chocaram o público ao revelar arrependimento por ensaios do passado

Teve uma época em que posar para a Playboy brasileira era tratado como “coroação” da fama: garantia capa, manchete, entrevista, programas comentando e, em alguns casos, recorde de banca.

Só que, anos depois, parte dessas mulheres passou a olhar para o próprio ensaio com desconforto — por motivos bem diferentes entre si, indo de mudanças pessoais e religiosas até reflexões sobre carreira e exposição.

Abaixo, seis nomes que já falaram publicamente sobre arrependimento (em graus e tons distintos) ao lembrar daquela fase.

Joana Prado (Feiticeira)

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Figura marcante da TV do fim dos anos 1990, Joana estampou três edições e virou uma das imagens mais associadas à revista no Brasil. Com o tempo, passou a dizer que não repetiria a escolha.

Em conversa no podcast de Karina Bacchi, em 2022, ela foi direta ao admitir que se arrependeu e relacionou esse sentimento ao que chama de mudança de valores e de postura após sua conversão. Hoje, vivendo nos Estados Unidos com Vitor Belfort e os filhos, ela mantém presença nas redes com conteúdo ligado à fé.

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Carla Perez (É o Tchan)

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Carla foi uma das capas mais comentadas da fase “explosão” do axé e do É o Tchan. Depois, já em outra etapa da vida, também associou o arrependimento ao reencontro com a religião.

Em 2008, ao falar ao site Ego, disse que passou a lamentar escolhas do passado e citou, entre elas, o ensaio para a revista. Atualmente, ela mora nos Estados Unidos.

Suzana Alves (Tiazinha)

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Na mesma vitrine televisiva em que surgiram personagens como a Feiticeira, Suzana também virou fenômeno — e seu ensaio está entre os mais lembrados pelo público. Mesmo com o impacto comercial que teve na época, ela já contou que não se sente bem ao lembrar do material.

Em 2022, relatou que recusou o convite algumas vezes antes de topar e explicou que, hoje, vê o nu de um jeito bem mais reservado, dizendo que sente vergonha.

Alessandra Scatena (assistente de palco do Gugu)

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Conhecida por anos de televisão aberta, Alessandra apareceu na capa em 1997. Depois de mudanças pessoais e conversão religiosa, ela passou a chamar o ensaio de erro e já falou sobre isso com tom de culpa e pedido de perdão.

Em declarações públicas, mencionou que, na época, enxergava a decisão como algo “sem mal” — e que, mais tarde, a leitura mudou completamente.

Carla Marins (atriz)

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O arrependimento de Carla Marins vai por outro caminho: menos ligado a fé e mais a como a exposição reverberou no trabalho. Ela posou em 1992 e, anos depois, disse ao jornal O Globo que hoje considera a decisão “um absurdo”.

Na mesma fala, comentou que aquele período vendia para as mulheres um papel de “musa sexy” como se fosse regra do jogo — e que essa etiqueta acabou pesando na forma como sua imagem circulou.

Karina Bacchi (atriz e influenciadora)

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Karina posou em 2006, numa edição especial de Natal. Mais tarde, já como escritora e influenciadora cristã, ela passou a repudiar o ensaio com palavras fortes.

Em entrevista de 2022, disse que sente “nojo” ao ver as fotos e destacou o incômodo com o contraste entre o tema natalino e o tipo de conteúdo produzido na época.

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A Netflix acaba de lançar um romance coreano doce por fora e emocionalmente cruel por dentro

A Netflix acaba de lançar um romance coreano doce por fora e emocionalmente cruel por dentro

“Se Esse Amor Desaparecesse Hoje” parte de uma ideia simples e bem cruel: como se apaixonar quando o dia seguinte apaga tudo. Han Seo Yun (Shin Si-ah) sofre de amnésia anterógrada depois de um acidente e, para ela, cada manhã funciona como um “recomeço” involuntário — a memória volta sempre ao ponto anterior ao trauma.

O resultado é uma vida montada em lembretes, bilhetes, cadernos e rituais pequenos que tentam manter as coisas no lugar.

É nesse cenário que Kim Jae Won (Choo Young-woo), um colega de escola, começa a se aproximar. Ele entende rápido a regra do jogo: para estar presente, precisa aceitar que será “novo” para ela todos os dias.

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Então, em vez de prometer soluções, ele vira constância — alguém que aparece, conversa, ajuda a organizar o cotidiano e insiste com paciência quando qualquer vínculo poderia desandar por puro esquecimento.

A romance cresce justamente nesse detalhe prático. Como não há acúmulo de lembranças, cada cuidado vira algo que precisa ser reconstruído: um encontro, uma piada interna, um momento de confiança.

O afeto não falta; o que falta é continuidade. E é aí que o filme acha seu tom, porque transforma gestos comuns (esperar na saída, dividir um lanche, caminhar sem pressa) em eventos com peso emocional real.

Só que Jae Won não entra na história “limpo”. Ele guarda uma informação importante e escolhe adiar a verdade para esticar a sensação de normalidade entre os dois. A intenção não soa como maldade gratuita, e sim como medo de perder o pouco que funciona.

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Ainda assim, a dinâmica fica desigual: enquanto um vive acreditando estar no controle do próprio dia, o outro administra o que pode ou não ser dito — e isso muda o tipo de intimidade que se forma.

Na direção, Kim Hye-young evita a armadilha de transformar tudo em cena-choro. O filme prefere acompanhar o tempo por repetições, cortes suaves e encontros que se parecem — justamente para que o público sinta a rotina “reiniciando” com a protagonista.

Os cenários ajudam: a cidade litorânea, os cafés e a escola aparecem como lugares acolhedores, quase como se o mundo ao redor tentasse dar uma trégua para quem está sempre começando de novo.

A química do casal também vai pelo caminho mais convincente: aproximação lenta, constrangimentos pequenos, risadas em situações bobas e aquele cuidado meio tímido que muita gente reconhece em doramas mais contidos.

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Dá para entender por que a torcida vem cedo — não por promessas grandiosas, mas porque eles se comportam como dois jovens tentando segurar um pedaço de paz do jeito que dá.

Ainda assim, o roteiro faz escolhas questionáveis ao reduzir a autonomia de Seo Yun em momentos decisivos.

Quando ela é mantida fora de decisões que são sobre a própria vida, o filme toca num ponto sensível: proteção demais pode virar controle, mesmo quando vem “por amor”. E o mérito aqui é não fingir que isso é inofensivo — a conta emocional aparece na tela, sem disfarce.

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Esse suspense da Netflix com Denzel Washington e Angelina Jolie testa os nervos até o último minuto

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Tem filme que você dá play “só pra ver qual é” e, quando percebe, já está tentando decifrar pista junto com os personagens.

É essa a pegada de “O Colecionador de Ossos” (1999), que está no catálogo da Netflix e volta a entregar aquele suspense policial raiz: crime, códigos, corrida contra o relógio e uma dupla que funciona melhor do que qualquer explicação daria conta.

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A história junta dois polos bem diferentes. De um lado, Lincoln Rhyme (Denzel Washington), um perito lendário que, depois de um acidente, fica imobilizado e passa a comandar a investigação à distância.

Do outro, Amelia Donaghy (Angelina Jolie), policial de rua que é puxada para a linha de frente do caso e vira os “olhos” do investigador nas cenas do crime.

A dinâmica é simples de entender e ótima de acompanhar: ele reconstrói o quebra-cabeça com inteligência e pressão, ela encara o risco real, com cada nova pista levando a mais uma virada.

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O roteiro aposta numa estrutura de caça ao assassino em que o criminoso parece sempre estar um passo à frente — e isso dá ao filme um ritmo esperto, com enigmas que exigem decisões rápidas e erros que custam caro.

Não é um suspense de susto; é de tensão acumulada, daquele tipo que faz você prestar atenção em detalhes, objetos e frases jogadas “de leve”.

E aí entra o principal: Denzel e Jolie seguram o filme com muita presença. Washington trabalha bem a mistura de arrogância, fragilidade e faro afiado do personagem, sem precisar sair do quarto para dominar a tela.

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Jolie, por sua vez, evita a caricatura da novata deslumbrada: ela é inquieta, prática e vai ganhando firmeza conforme o caso aperta. No apoio, Queen Latifah ajuda a dar humanidade e respiro quando a investigação fica sufocante.

A direção é de Phillip Noyce, e o roteiro é assinado por Jeremy Iacone, com base no livro de Jeffery Deaver — informação que explica por que o filme gosta tanto de pistas, procedimentos e reviradas bem marcadas.

Se você curte investigação com clima pesado e parceria improvável, aqui tem material de sobra. (Na Netflix, ele aparece com classificação 18.)

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O que médicos já descobriram ao investigar perda de visão em usuárias de Ozempic e Mounjaro

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Tem um efeito colateral que quase ninguém coloca na conta quando fala de canetas para diabetes/controle de peso: o olho.

E não é “olho seco” ou desconforto leve — o assunto aqui é perda parcial e súbita de visão relatada por um grupo pequeno de pacientes que usavam semaglutida e tirzepatida, princípios ativos de remédios como Ozempic/Wegovy/Rybelsus e Mounjaro/Zepbound.

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O que o estudo (de fato) descreveu

Um trabalho publicado no JAMA Ophthalmology reuniu nove casos de pessoas que apresentaram complicações oftalmológicas enquanto utilizavam semaglutida ou tirzepatida. Os autores deixam claro um ponto essencial: com uma série de casos, não dá para provar causa e efeito — dá para levantar hipótese, organizar padrões e dizer “isso merece ser investigado com estudos maiores”.

A equipe inclui pesquisadores ligados à Universidade de Utah (John A. Moran Eye Center) e a outras instituições.

Principais diagnósticos relatados

Nos nove pacientes, apareceram sobretudo quadros compatíveis com eventos que afetam o nervo óptico e a retina:

  • 7 casos de NAION (neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica), frequentemente descrita como uma perda aguda, em um olho, sem dor, associada a redução de fluxo sanguíneo no nervo óptico.
  • Papilite bilateral (inflamação do disco óptico) e
  • PAMM (maculopatia média aguda paracentral), alteração retinal que pode mexer com a visão central/paracentral.

Os autores também discutem uma hipótese alternativa que foge da ideia de “toxicidade direta”: em alguns cenários, a correção rápida da glicose poderia ter papel na cadeia de eventos (ainda é especulação, não conclusão).

contioutra.com - O que médicos já descobriram ao investigar perda de visão em usuárias de Ozempic e Mounjaro

O “estudo paralelo de Harvard” e o número que chamou atenção

Separadamente, um estudo observacional (coorte pareada) avaliou prontuários e encontrou associação entre prescrição de semaglutida e maior risco de NAION em comparação com outros tratamentos, com a ressalva de sempre: associação não confirma causalidade.

É daí que vem o “até quatro vezes”: um comentário/editorial no próprio JAMA Ophthalmology menciona achado de 4,28 vezes em um estudo de centro único, com intervalo de confiança amplo (o que costuma sinalizar incerteza estatística maior).
Mesmo assim, os autores e entidades médicas reforçam que a NAION continua sendo rara.

Sintomas que valem atenção

O padrão descrito por sociedades oftalmológicas é bem direto: perda súbita de visão, geralmente em um olho, sem dor, às vezes percebida como “mancha”, “sombra” ou corte no campo visual. Se algo assim acontecer, a orientação é procurar avaliação médica imediatamente (idealmente emergência/oftalmo).

Alguns materiais clínicos voltados a profissionais também passaram a destacar NAION como evento “muito raro” associado a essa classe, junto da recomendação de buscar atendimento em caso de piora visual súbita.

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Onde isso deixa quem usa Ozempic/Mounjaro?

Com o que existe hoje, a mensagem prática é:

  1. Não é motivo para parar por conta própria um medicamento prescrito (interromper pode bagunçar glicemia e outros riscos).
  2. É motivo para ficar esperto com mudanças visuais fora do comum e relatar rápido ao médico.
  3. E é motivo para a comunidade médica correr atrás de estudos maiores, com controle de fatores como diabetes, hipertensão, apneia do sono, histórico vascular e velocidade de queda da glicose — tudo isso pode influenciar risco ocular.

Em paralelo, reguladores também vêm acompanhando o tema: por exemplo, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) citou NAION como evento raro a ser incluído como possível efeito colateral em produtos com semaglutida na Europa.

Se você conhece alguém que usa esses remédios, a dica mais útil é simples: qualquer alteração visual súbita não é “pra observar em casa” — é pra avaliar.

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Fonte: AAO

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🚨 URGENTE | O vídeo que contradiz tudo que a imprensa tem falado sobre o Caso Orelha

🚨 URGENTE | O vídeo que contradiz tudo que a imprensa tem falado sobre o Caso Orelha

Num caso em que cada minuto virou argumento, a disputa agora está na linha do tempo: a defesa do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha divulgou um vídeo que, segundo os advogados, mostra o animal caminhando pela vizinhança na manhã de 4 de janeiro, depois do horário que a Polícia Civil de Santa Catarina apontou como provável momento das agressões.

A gravação passou a ser usada para questionar a autoria atribuída ao jovem e colocar em dúvida a cronologia apresentada no inquérito.

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A defesa afirma que, se o Orelha aparece andando por volta das 7h, a narrativa policial sobre o horário do ataque (estimado em torno de 5h30) ficaria fragilizada — e reforça que não há imagens do instante da agressão nem testemunhas presenciais do que teria acontecido.

O inquérito foi concluído na terça-feira (3 de fevereiro), com pedido de internação provisória do adolescente. O material foi encaminhado para as instâncias responsáveis por avaliar os próximos passos no âmbito socioeducativo.

A delegada Mardjoli Valcareggi confirmou a autenticidade do vídeo, mas rebateu a leitura de que a polícia teria sustentado “morte logo após” as agressões.

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Segundo ela, a investigação trabalha com a possibilidade de que a lesão tenha evoluído ao longo de dias — e que, por isso, o fato de o cão aparecer andando horas depois não derruba, por si só, a hipótese de agressão naquele período.

De acordo com a Polícia Civil, testemunhas relataram ter visto o Orelha ferido ainda no dia 4 e, no dia 5, pessoas ligadas ao resgate apontaram piora do estado de saúde.

A investigação também diz ter analisado imagens de câmeras de segurança que indicariam contradições no depoimento do adolescente, elemento citado como parte do conjunto de indícios reunidos.

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Grande novidade para 2026: Ciência desenvolve soro que faz cabelo crescer em 20 dias

Grande novidade para 2026: Ciência desenvolve soro que faz cabelo crescer em 20 dias

Quem já passou semanas com um gesso sabe um detalhe meio curioso: coça, incomoda… e, quando tira, às vezes a região parece mais “cabeluda” do que antes.

Foi justamente esse tipo de observação clínica — de que irritação e estímulo contínuo na pele podem aumentar o crescimento de pelos — que ajudou a inspirar um estudo da Universidade Nacional de Taiwan (NTU) que agora está rodando o mundo.

A equipe, liderada pelo professor e médico Sung-Jan Lin, testou em camundongos um soro tópico baseado em ácidos graxos e viu crescimento total de pelos em até 20 dias em áreas com folículos “adormecidos”. O trabalho foi publicado na Cell Metabolism (divulgado online em 22 de outubro de 2025).

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Nos experimentos, os pesquisadores induziram uma resposta inflamatória controlada na pele (com irritação e também com um modelo de lesão térmica) para “acordar” os folículos.

A sequência descrita foi: células de defesa chamadas macrófagos chegam ao local, “conversam” com as células de gordura logo abaixo da pele (adipócitos) e fazem essas células liberarem ácidos graxos livres.

Esse combustível, então, é absorvido por células-tronco do folículo capilar, que saem do modo de repouso e voltam a produzir fio.

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O dado que mais chamou atenção foi o cronograma: segundo o relato do estudo em animais, as células-tronco do cabelo foram ativadas por volta do dia 7, o crescimento ficou visível por volta do dia 10, e o resultado completo veio em até 20 dias.

E onde entra o “soro”? Depois de mapear o caminho biológico, a equipe mostrou que aplicar ácidos graxos monoinsaturados diretamente na pele, mesmo sem ferimento, já foi suficiente para estimular crescimento em camundongos.

Em materiais de divulgação da própria NTU, os compostos citados incluem ácido oleico e ácido palmitoleico — moléculas presentes tanto em tecido gorduroso humano quanto em óleos vegetais — numa formulação “de passar” na pele.

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O próprio Lin também relatou um teste pessoal inicial (em área do corpo) com aplicação por cerca de três semanas, dizendo ter observado aumento de pelos — mas isso entra na categoria “anedota”, não substitui ensaio clínico.

Agora, o freio de mão: isso ainda não foi validado em couro cabeludo humano. Além de faltarem estudos clínicos de segurança e eficácia, há diferenças biológicas entre espécies — por exemplo, o estudo discute que um componente-chave desse mecanismo em camundongos envolve uma via (SAA3) que não funciona do mesmo jeito em humanos.

Por enquanto, no “mundo real”, as opções mais conhecidas contra calvície costumam exigir meses para mostrar efeito e nem prometem cobertura total: a Academia Americana de Dermatologia, por exemplo, afirma que o minoxidil pode ajudar no começo da queda, mas não costuma trazer “cabeça cheia” de volta.

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A equipe da NTU diz ter patente depositada e a próxima etapa natural são ensaios em humanos — que é onde muita coisa promissora em animal passa pelo teste de verdade (ou fica pelo caminho).

E aí: se chegasse ao mercado com segurança comprovada, você usaria?

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Fonte: Focus Taiwan

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Erro do banco coloca R$ 5 milhões na conta de um homem — e ele aceita destino pesado para ficar com o dinheiro

Erro do banco coloca R$ 5 milhões na conta de um homem — e ele aceita destino pesado para ficar com o dinheiro

Tem um tipo de erro que parece “sorte” por uns segundos: o alerta do banco apita, você olha o saldo… e tem dinheiro demais ali.

Só que, na vida real, esse tipo de depósito costuma vir com rastreio, cobrança e dor de cabeça — e foi exatamente isso que explodiu num caso que ganhou as redes nos últimos dias.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, um correntista na Nigéria, identificado como Ojo Eghosa Kingsley, recebeu por falha do sistema do First Bank um crédito de cerca de ₦ 1,5 bilhão — valor que, em conversões diretas, gira em torno de R$ 5,5 milhões.

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Em vez de avisar a instituição e devolver, ele teria usado o dinheiro ao longo de meses, entre junho e novembro de 2025, o que levou o caso para a esfera criminal.

A apuração menciona que o banco acionou a Economic and Financial Crimes Commission (EFCC), órgão nigeriano que investiga crimes financeiros.

No processo de investigação, a EFCC apontou movimentações e repasses para contas ligadas a familiares — e também uso do valor para projetos pessoais e um padrão de gastos bem acima do habitual, o que ajudou a reforçar a suspeita de apropriação do dinheiro recebido indevidamente.

O caso chegou ao Tribunal do Estado de Edo, em Benin City. De acordo com a cobertura da imprensa local, Kingsley respondeu por um crime relacionado a converter para uso próprio um valor que era do banco.

A sentença fixou um ano de prisão, com opção de multa de ₦ 5 milhões, e ainda determinou a restituição do saldo remanescente (na casa de ₦ 272 milhões, segundo a reportagem).

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E aqui entra o detalhe que muita gente ignorou ao ver só a manchete: boa parte do dinheiro já tinha sido recuperada durante a investigação, por reversões e rastreamento de transferências. As informações publicadas citam que a EFCC recuperou ₦ 802,42 milhões de contas ligadas ao acusado e familiares, e que o banco obteve mais de ₦ 300 milhões via reversão — com devolução formal de valores ao First Bank em 12 de janeiro de 2026.

A frase “preferiu cumprir um ano preso” virou a parte mais comentada porque, na prática, o que o noticiário descreve é que ele aceitou o desfecho penal (prisão, em vez de resolver tudo com devolução imediata), mas isso não apaga a obrigação de ressarcir o que a Justiça considerou devido.

E se você está pensando “mas isso foi na Nigéria”: no Brasil, a lógica é parecida no ponto central — dinheiro que caiu por engano não vira ‘seu’ por mágica.

Dependendo do contexto, reter e usar pode virar caso de polícia. O Código Penal prevê o crime de apropriação indébita (art. 168), com pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa.

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Fonte: Independent News Nigeria

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Psicóloga Josie Conti em Socorro (SP): psicoterapia presencial e online

Psicóloga Josie Conti em Socorro (SP): psicoterapia presencial e online

Se você está buscando psicóloga em Socorro, provavelmente não quer um atendimento genérico. Você quer um espaço confiável para falar do que pesa — e, ao mesmo tempo, um processo com direção clínica, capaz de aprofundar o que está por trás da ansiedade, das inseguranças, dos conflitos afetivos, da sensação de cansaço emocional, das repetições que machucam e das escolhas que parecem se repetir apesar do esforço.

A psicoterapia com Josie Conti é conduzida a partir de uma abordagem psicodinâmica, que entende o sofrimento psíquico como algo que se constrói na história, nos vínculos e na forma singular como cada pessoa aprendeu a lidar com perdas, medos, desejos, culpas e necessidades. Em vez de buscar soluções rápidas ou respostas prontas, o trabalho terapêutico vai na raiz: amplia a compreensão de si, dá nome ao que estava sem linguagem, e favorece mudanças que se sustentam com o tempo.

Ao procurar psicoterapia em Socorro (SP), vale observar algo essencial: um bom processo não se mede só pelo quanto você “fala”, mas pelo quanto você começa a elaborar o que antes voltava como sintoma, impulso, angústia ou repetição.

O que diferencia uma psicóloga em Socorro: escuta profunda, precisão clínica e ética

O que faz uma psicoterapia avançar não é a quantidade de conselhos — é a qualidade da escuta e a consistência do manejo clínico. No atendimento com Josie Conti, alguns pontos costumam ser decisivos para quem busca uma psicóloga em Socorro com atuação diferenciada:

A escuta não se limita ao fato do dia: ela considera padrões, afetos recorrentes, temas que se repetem e modos de relação que se reinstalam mesmo quando a pessoa “sabe racionalmente” o que deveria fazer. Ao longo do processo, a psicoterapia ajuda a reconhecer defesas e mecanismos que, em algum momento, protegeram — mas hoje podem estreitar a vida emocional. Com cuidado e tempo, isso abre caminho para escolhas mais livres, relações mais possíveis e uma autoestima menos dependente de aprovação ou medo.

Tudo isso acontece com sigilo, ética e respeito ao ritmo de cada pessoa: sem pressão e sem superficialidade.

Para quem a psicoterapia é indicada

Quem procura “psicóloga em Socorro” pode estar vivendo diferentes formas de sofrimento — às vezes muito claras, às vezes difusas. A psicoterapia pode ajudar quando você percebe, por exemplo:

  • ansiedade persistente, inquietação, antecipação constante do pior

  • insegurança, autocrítica intensa, sensação de inadequação

  • dificuldades nos relacionamentos (dependência emocional, ciúmes, medo de rejeição, brigas repetidas, afastamentos)

  • tristeza recorrente, desânimo, irritabilidade, sensação de esgotamento

  • bloqueios, travas, indecisão, sensação de “andar em círculos”

  • luto, separações, mudanças de vida, conflitos familiares

  • experiências marcantes que continuam deixando rastros (gatilhos emocionais, lembranças intrusivas, sensação de ameaça)

Muitas pessoas também procuram terapia quando “por fora está tudo funcionando”, mas por dentro existe um aperto constante — como se faltasse chão. A psicoterapia psicodinâmica é especialmente valiosa nesses casos porque se ocupa do que é mais difícil de localizar: aquilo que se repete, mas nem sempre se explica.

Como funciona o atendimento com psicóloga em Socorro (presencial e online)

Na primeira etapa, o foco é compreender o que você traz hoje, mas também como isso se inscreve na sua história: vínculos importantes, fases de vida, feridas emocionais, modos de amar, se defender, se calar, explodir, fugir ou controlar. Essa compreensão inicial não é um interrogatório; é um mapa clínico que vai se construindo com a sua fala, com o que aparece nas entrelinhas e com o próprio vínculo terapêutico.

Ao longo das sessões, o trabalho pode envolver pontuações e interpretações cuidadosamente colocadas, clareamento de situações emocionais, reconhecimento de repetição de padrões, elaboração de conflitos e fortalecimento da capacidade de sustentar sentimentos sem se perder neles. A terapia não “apaga” a vida; ela aumenta a possibilidade de viver com mais inteireza e menos aprisionamento.

Formato de atendimento: psicoterapia presencial em Socorro (SP) e online, mantendo sigilo e um enquadre clínico consistente.

Dúvidas frequentes sobre psicóloga em Socorro

“Quanto tempo dura a psicoterapia?”
Depende do que está em jogo e do objetivo do processo. Algumas demandas pedem um percurso mais focal; outras envolvem camadas antigas e pedem mais tempo. O ponto central é haver direção clínica e continuidade suficiente para que a mudança se consolide.

“Eu preciso estar em crise para começar?”
Não. Muitas pessoas procuram psicoterapia para se conhecer melhor, melhorar relações, construir limites, amadurecer decisões e reduzir sofrimento que já virou rotina.

“Como sei se a psicóloga é a certa para mim?”
Você tende a perceber com o tempo: se existe escuta real, respeito, consistência e se você começa a compreender coisas que antes só doíam — com mais linguagem e menos confusão.


Agende com psicóloga em Socorro (SP)

Dados de contato

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Psicóloga: Josie Conti — CRP: 06/66331
Endereço (consultório em Socorro – SP): Rua Padre Antônio Sampaio, 27, centro
WhatsApp: (19 9 99506332) 
E-mail: [email protected]
Atendimento: Presencial em Socorro (SP) e Online
Instagram: (@contioutra)

 

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