Confissão, ponto cego de elevador e corpo ocultado: quem é o síndico preso por tirar vida de corretora

Confissão, ponto cego de elevador e corpo ocultado: quem é o síndico preso por tirar vida de corretora

A Polícia Civil prendeu em Caldas Novas (GO), na quarta-feira (28/01/2026), o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, após ele admitir envolvimento na morte da corretora Daiane Alves Souza, de 43.

Segundo a corporação, ele indicou onde o corpo havia sido deixado, em uma área de mata a cerca de 15 km da cidade, depois de uma força-tarefa que já durava semanas.

Cléber era o síndico do Ametista (Amethist) Tower, prédio onde Daiane morava e onde ela foi vista pela última vez. Para a polícia, o cargo deu a ele facilidade de acesso às áreas técnicas do condomínio e, principalmente, ao subsolo — ponto central do que foi apurado no inquérito.

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Daiane desapareceu em 17 de dezembro de 2025. Imagens e relatos reunidos pela investigação indicam que ela desceu ao subsolo para checar uma queda de energia no próprio apartamento e seguia registrando o problema no celular, já que, conforme relatou, os cortes vinham acontecendo com frequência.

A Polícia Civil também trabalha com a suspeita de que a interrupção tenha sido provocada para atraí-la até o local.

A reconstrução feita pelos investigadores aponta que o encontro entre os dois aconteceu em uma área sem cobertura de câmeras, descrita como “ponto cego” do sistema de monitoramento.

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Ainda segundo a apuração, não havia câmeras nas escadas — trajeto por onde o síndico teria circulado — e ele teria conseguido agir sem aparecer nas imagens.

Na versão apresentada oficialmente, após o crime, Cléber teria retirado o corpo do condomínio usando a própria picape.

A confirmação do local onde o corpo foi localizado veio depois, quando ele levou os policiais até a região indicada durante a madrugada do dia 28.

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Além do síndico, também foi preso o filho dele, Maykon Douglas de Oliveira, sob suspeita de atrapalhar as investigações.

Entre os pontos analisados está a hipótese de que ele tenha ajudado o pai a dificultar a coleta de provas, enquanto um porteiro do prédio foi levado para prestar esclarecimentos.

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O histórico entre síndico e corretora é tratado como peça-chave. A polícia e reportagens sobre o caso apontam uma sequência de desentendimentos comerciais: Daiane cuidava da administração de imóveis ligados à família e, com o tempo, a relação virou disputa no condomínio e na Justiça — ela mantinha ao menos 12 ações contra Cléber.

Antes do desfecho desta semana, o nome do síndico já aparecia em denúncia do Ministério Público de Goiás por perseguição (stalking), com relatos de intimidação e interferência em serviços essenciais (como água e energia) nos apartamentos ligados à corretora.

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A defesa, na ocasião, negou as acusações e alegou atuação dentro das funções do cargo.

Com a confissão e as prisões, a Polícia Civil informou que Cléber deve responder por homicídio e ocultação de cadáver, enquanto a apuração continua para fechar laudos e checar se há outras responsabilidades no caso.

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Quanto Suzane von Richthofen vai ganhar de herança após morte do tio (e por que isso parece ser inevitável)

Quanto Suzane von Richthofen vai ganhar de herança após morte do tio (e por que isso parece ser inevitável)

Quando uma pessoa morre sem deixar testamento, não é a “vontade da família” que decide nada: entra em cena a ordem de sucessão prevista no Código Civil.

E é exatamente essa falta de documento que pode colocar Suzane von Richthofen no radar de uma herança estimada em R$ 5 milhões, atribuída ao médico Miguel Abdalla, seu tio materno, morto aos 76 anos.

De acordo com informações divulgadas pelo R7, até agora não apareceu registro de testamento em cartórios. Sem esse papel, a partilha tende a seguir o caminho padrão: primeiro se procura cônjuge e descendentes; não existindo, a busca vai para outros parentes.

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Como não teriam sido localizados filhos nem esposa do médico, os bens podem ser direcionados aos chamados parentes colaterais — categoria que inclui irmãos, sobrinhos e outros familiares, dependendo de quem estiver vivo e for reconhecido no inventário.

Nessa linha, a CNN apontou que Andreas von Richthofen, irmão de Suzane, também pode ter direito na divisão.

Um ponto que costuma confundir: condenação criminal, por si só, não cancela automaticamente o direito à herança, segundo especialistas ouvidos por veículos de imprensa.

Para haver impedimento, a lei prevê hipóteses específicas (como atos graves diretamente ligados ao falecido), o que costuma gerar debate jurídico — e, na prática, pode empurrar o caso para uma disputa mais longa na Justiça.

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Miguel Abdalla foi encontrado morto em casa, na zona sul de São Paulo, em 9 de janeiro. A polícia foi acionada depois que um vizinho estranhou a ausência do médico por cerca de dois dias, observou a residência e chamou as autoridades.

As primeiras informações indicaram morte natural, sem sinais aparentes de arrombamento ou violência. Mesmo assim, a ocorrência foi registrada como suspeita e o corpo seguiu para o IML (Instituto Médico Legal) para os procedimentos de praxe.

Suzane chegou a ir à 27ª Delegacia de Polícia para tratar da liberação do corpo do tio para o sepultamento, conforme foi noticiado.

Miguel Abdalla também aparece em outro capítulo antigo e sensível da história da família: após a morte de Manfred e Marísia von Richthofen, em 2002, ele atuou como tutor legal de Andreas.

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Mais tarde, em 2005, deixou a função de inventariante dos bens do casal, sendo substituído pelo próprio Andreas após um pedido feito por Suzane.

Em 2006, o tio ainda entrou com uma ação relatando que Suzane teria sido vista circulando perto da casa onde ele morava com a família.

O caso chegou ao Judiciário e, naquela época, houve tentativa do Ministério Público de São Paulo de pedir prisão preventiva dela.

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Psicóloga Josie Conti explica o que é EMDR: a terapia baseada em evidências que transforma o tratamento de traumas

Psicóloga Josie Conti explica o que é EMDR: a terapia baseada em evidências que transforma o tratamento de traumas

Durante muito tempo, o sofrimento psicológico foi tratado apenas a partir dos sintomas visíveis: ansiedade, medo, tristeza persistente, crises emocionais ou dificuldades nos relacionamentos. No entanto, os avanços da neurociência mostraram que, em muitos casos, a raiz desses sintomas está na forma como experiências traumáticas foram registradas pelo cérebro. É nesse contexto que o EMDR se consolida como uma das abordagens terapêuticas mais eficazes da atualidade.

A psicóloga Josie Conti, especialista em EMDR, explica que essa abordagem não atua apenas no alívio momentâneo do sofrimento, mas no reprocessamento profundo das memórias que mantêm o transtorno ativo no sistema nervoso.

O que é EMDR e como essa terapia funciona

EMDR é a sigla para Eye Movement Desensitization and Reprocessing (Dessensibilização e Reprocessamento por Movimentos Oculares). Trata-se de uma psicoterapia estruturada e baseada em evidências científicas, desenvolvida para ajudar o cérebro a processar experiências traumáticas ou altamente estressantes que ficaram “presas” de forma disfuncional.

Segundo Josie Conti, quando uma pessoa vivencia um evento traumático, o cérebro pode não conseguir integrar adequadamente aquela experiência. A memória fica armazenada de forma fragmentada, acompanhada das emoções, sensações físicas e crenças negativas originais, como medo intenso, culpa, vergonha ou sensação de ameaça constante.

O EMDR estimula o sistema natural de processamento do cérebro por meio da estimulação bilateral, que pode ocorrer por movimentos oculares, estímulos táteis alternados ou sons. Esse processo facilita a reorganização da memória, permitindo que ela seja integrada de forma mais adaptativa.

O que acontece no cérebro durante o EMDR

Pesquisas em neuroimagem demonstram que, após o reprocessamento com EMDR, há uma redução significativa da hiperativação da amígdala — região associada às respostas de medo — e uma maior integração com o córtex pré-frontal, responsável pela regulação emocional e pela avaliação racional das experiências.

Um estudo publicado no Frontiers in Psychology mostra alterações neurológicas consistentes após sessões de EMDR, indicando melhora no processamento emocional e na resposta ao estresse
👉 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5997931/

Josie Conti destaca que esse processo explica por que muitas pessoas relatam não apenas melhora emocional, mas também redução de sintomas físicos associados ao trauma, como dores crônicas, tensão muscular e alterações do sono.

EMDR não apaga o passado — ele transforma a relação com ele

Um dos equívocos mais comuns sobre o EMDR é a ideia de que a terapia “apaga” memórias. Na prática, o que ocorre é uma mudança profunda na forma como essas experiências são armazenadas e acessadas.

A memória continua existindo, mas deixa de ser vivida como se estivesse acontecendo no presente. O corpo compreende que o perigo passou. A lembrança perde sua carga emocional desorganizada e passa a ser acompanhada de maior senso de controle, segurança e compreensão.

Esse efeito é o que diferencia o EMDR de abordagens focadas apenas na racionalização do sofrimento.

EMDR é reconhecido internacionalmente como tratamento eficaz

O EMDR é amplamente reconhecido por instituições de saúde ao redor do mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o EMDR como tratamento de primeira linha para o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
👉 https://www.who.int/publications/i/item/WHO-MSD-MER-17.5

Além disso, a American Psychological Association (APA) e o National Institute for Health and Care Excellence (NICE) também incluem o EMDR entre as abordagens recomendadas para o tratamento de traumas
👉 https://www.apa.org/ptsd-guideline/treatments
👉 https://www.nice.org.uk/guidance/ng116

Essas recomendações se baseiam em dezenas de ensaios clínicos randomizados e meta-análises que demonstram a eficácia do EMDR em comparação a outras intervenções psicoterapêuticas.

Para quais casos o EMDR é indicado

Embora seja amplamente conhecido pelo tratamento de traumas, o EMDR pode ser utilizado em diversos contextos clínicos. De acordo com Josie Conti, a abordagem é indicada para:

  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)

  • Traumas únicos ou repetitivos

  • Ansiedade generalizada e crises de pânico

  • Depressão associada a experiências traumáticas

  • Fobias

  • Luto complicado

  • Baixa autoestima ligada a vivências precoces

  • Crenças negativas persistentes sobre si mesmo

Uma meta-análise publicada no European Journal of Psychotraumatology aponta que o EMDR apresenta resultados equivalentes ou superiores à Terapia Cognitivo-Comportamental em diversos quadros, muitas vezes em menos sessões
👉 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32043428/

O papel da avaliação clínica e do vínculo terapêutico

Apesar de sua estrutura técnica, o EMDR não é um procedimento automático. Josie Conti ressalta que a avaliação clínica cuidadosa e o vínculo terapêutico são fundamentais para o sucesso do tratamento.

Antes do reprocessamento das memórias traumáticas, o paciente passa por uma fase de preparação, na qual são desenvolvidos recursos de estabilização emocional, segurança interna e autorregulação. Esse cuidado garante que o processo ocorra de forma ética, segura e respeitosa.

EMDR é sobre recuperação, não sobre reviver a dor

Diferentemente do que muitos imaginam, o EMDR não exige que o paciente reviva o trauma repetidamente ou em detalhes exaustivos. O foco está na capacidade natural do cérebro de se reorganizar quando recebe as condições adequadas.

Como explica Josie Conti, “quando a memória é reprocessada, o corpo entende que o perigo passou — e quando o corpo entende isso, a vida começa a se reorganizar também”.

Atendimento psicológico com a psicóloga Josie Conti

👩‍⚕️ Psicóloga Josie Conti
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Essa série te conduz com cuidado — e usa isso pra esconder o que realmente está acontecendo

Essa série te conduz com cuidado — e usa isso pra esconder o que realmente está acontecendo

Tem série que grita “mistério” desde a primeira cena. The Undoing faz o contrário: ela te embala. É tudo polido, bonito, civilizado — e é justamente essa educação narrativa que vira arma.

Quando você percebe que estava sendo guiado para olhar sempre pro lugar “mais óbvio”, já tem informação faltando, pista passando batida e gente dizendo meia-verdade com a tranquilidade de quem sabe que você vai comprar.

A história começa com Grace Fraser (Nicole Kidman), terapeuta bem estabelecida em Nova York, vivendo aquela rotina de quem parece ter controle de tudo: carreira sólida, filho em escola disputada, marido carismático.

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Só que uma morte brutal — e a forma como a cidade reage a ela — vira o primeiro puxão no tapete. A série não tem pressa de te jogar num “quem foi?” acelerado; ela prefere te colocar dentro de conversas, olhares e pequenas incoerências que vão se acumulando como poeira no canto da sala.

E aí entra o grande truque: o roteiro do David E. Kelley (o mesmo nome por trás de dramas que adoram tensão social bem vestida) trabalha com a expectativa do público de que pessoas ricas sempre têm uma explicação pronta — e quase sempre convincente.

Em seis episódios, a minissérie vai apertando a sensação de que o “normal” ali é só fachada, enquanto Grace tenta entender quem é o homem com quem ela casou e por que tantas peças começam a não encaixar.

A direção da Susanne Bier é essencial pra esse efeito. Ela filma a riqueza sem glamour gratuito: o que fica é um conforto meio claustrofóbico, como se a casa, a escola e as festas fossem espaços onde todo mundo observa demais e fala de menos.

É um suspense que funciona menos por perseguição e mais por controle de atmosfera — e isso combina com o tipo de dúvida que a série quer plantar: não é só “quem mentiu?”, é “por que a mentira colou tão fácil?”.

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Nicole Kidman segura bem esse papel de alguém que, por profissão, lê pessoas — mas, quando o assunto é a própria vida, entra num modo de negação que parece humano (e irritante) na medida certa.

Já Hugh Grant usa uma charmosa calma quase como máscara: ele não precisa levantar a voz pra dominar a cena, e isso deixa tudo mais desconfortável porque o perigo não vem com cara de perigo.

Quando o detetive Joe Mendoza (Édgar Ramírez) entra com mais peso, a série melhora: é ali que o jogo entre classe, versão oficial e “história bem contada” fica mais explícito.

Um detalhe esperto — e que ajuda a explicar por que tanta gente ficou presa no primeiro episódio — é a abertura com “Dream a Little Dream of Me” cantada pela própria Kidman.

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A música tem um tom doce demais pro que a trama vira depois, então ela funciona quase como aviso irônico: a série vai cantar baixinho enquanto prepara o choque.

Agora, nem tudo é precisão cirúrgica. The Undoing gosta de segurar certas cartas por tempo demais e, em alguns momentos, parece mais interessada em manter o assunto “quente” do que em oferecer pistas do jeito mais limpo.

Ainda assim, como minissérie de domingo à noite, ela acerta no que promete: um suspense elegante, cheio de conversa afiada, com tensão que cresce na base do desconforto — e uma condução tão cuidadosa que, quando você nota onde estava a distração, já foi.

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Sem bariátrica e sem remédios: Péricles revela o que realmente fez para perder 50 kg

Sem bariátrica e sem remédios: Péricles revela o que realmente fez para perder 50 kg

Quando o assunto é emagrecimento, Péricles virou pauta nos últimos meses por um motivo bem direto: ele contou que eliminou mais de 50 kg e que fez isso sem cirurgia bariátrica e sem medicação. A explicação, segundo o cantor, passa por ajustes na alimentação e uma rotina consistente de exercícios.

Aos 56 anos, o artista — que ficou nacionalmente conhecido como vocalista do Exaltasamba e segue em carreira solo desde 2012 — disse que decidiu mexer no dia a dia para priorizar hábitos mais saudáveis.

Em entrevista à Trip TV, resumiu a escolha com uma frase simples: se o ganho de peso veio pela rotina, a perda também teria que vir por ela.

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Na prática, chegar a uma perda desse tamanho sem procedimentos é possível, mas costuma ser um caminho longo.

Em quadros avançados de obesidade, a bariátrica aparece com frequência como estratégia indicada justamente por acelerar o processo e reduzir o quanto antes os riscos associados ao excesso de peso.

Quando a mudança fica restrita a alimentação e atividade física, a lógica é outra: o corpo precisa gastar mais energia do que recebe — o chamado déficit calórico.

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Dá para criar isso comendo menos calorias, aumentando o gasto com exercícios, ou combinando os dois. Ainda assim, é um plano que pede regularidade e paciência, porque o resultado costuma vir aos poucos.

Outro ponto importante é o acompanhamento profissional. Ficar preso só à calculadora de calorias pode empurrar muita gente para cardápios restritivos, com falta de nutrientes e efeitos ruins no médio e longo prazo — e a própria matéria cita que Péricles teve suporte nesse processo.

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Para quem precisa de outras alternativas no controle da obesidade, além da bariátrica existem medicamentos que atuam na regulação do apetite, como os análogos de GLP-1 (ex.: liraglutida e semaglutida) e a tirzepatida, que também envolve ação no GIP — todos citados no texto. Mesmo com boa evidência de segurança e eficácia, eles entram em cena com avaliação e liberação médica.

Independentemente do método escolhido, a manutenção do peso depois do emagrecimento costuma depender do mesmo básico bem feito: padrão alimentar ajustado e exercício regular como parte da rotina.

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Após exames preocupantes, Marcus Majella muda rotina e perde mais de 30 kg

Após exames preocupantes, Marcus Majella muda rotina e perde mais de 30 kg

Marcus Majella apareceu nas redes sociais com um visual bem diferente — mais enxuto e com definição visível — e isso virou assunto rapidinho entre fãs. Aos 46 anos, o ator e humorista contou que eliminou mais de 30 kg ao longo do processo.

O gatilho, porém, não veio de “projeto verão” nem de comparações: veio do consultório. Majella explicou que decidiu levar o tema a sério depois de ver exames fora do ideal, o que acendeu um alerta sobre como ele estava cuidando do próprio corpo.

Em conversa com a GQ Brasil, ele descreveu a mudança como algo construído no dia a dia, com ajustes possíveis de manter. Nada de virada radical em uma semana: foi um conjunto de hábitos que ele encaixou na rotina e foi sustentando com consistência.

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Exames alterados e o momento de virar a chave

Segundo Majella, a procura por ajuda médica aconteceu quando ele se reconheceu muito acima do peso. Ao receber os resultados, veio aquele choque que muita gente conhece: perceber no papel que o corpo estava pedindo atenção.

“Eu pensei que ainda tinha muito o que viver”, contou ele na entrevista. A partir daí, a meta ficou mais clara: colocar saúde na frente, acompanhar indicadores e melhorar disposição — e o emagrecimento entrou como consequência do pacote.

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Caminhada virou compromisso (e abriu espaço para outras atividades)

Se tem um hábito que ele destaca como peça central, é simples e direto: caminhar. Majella disse que faz caminhadas diárias por volta de uma hora e, em alguns dias, intercala trechos correndo.

Com o tempo, ele também incluiu aulas de boxe, somando variedade e intensidade sem precisar viver de treino pesado. A lógica foi aumentar o movimento semanal de forma realista, em vez de apostar em picos de empolgação.

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Rotina cheia atrapalhou por anos — e o retorno foi sem pressa

Majella também comentou que, entre os 30 e 40 anos, acabou deixando exercícios de lado por causa de trabalho e agenda corrida. O peso foi subindo aos poucos, do tipo que você percebe quando já virou padrão.

Quando decidiu retomar, ele não tentou compensar “tudo de uma vez”. A volta foi gradual, com metas possíveis, evitando aquela cobrança que costuma fazer muita gente desistir na segunda semana.

Cortar açúcar por mais de dois anos: ajuste que muda o paladar

Outro ponto que ele cita como decisivo foi reduzir ao máximo o consumo de açúcar. Majella afirmou que está há mais de dois anos sem açúcar no cotidiano, o que ajudou a reorganizar escolhas e controlar vontades ao longo do dia.

O detalhe importante é que o paladar muda com o tempo: depois de um período, frutas, iogurtes naturais e alimentos menos processados costumam “aparecer” mais no gosto — e isso facilita manter a mudança sem sensação de punição.

Nutricionista entrou como apoio prático, não como polícia da comida

Nos primeiros anos, Majella contou com acompanhamento nutricional para ajustar rotina e porções. Ele chegou a enviar fotos das refeições, um jeito de criar consciência do que estava colocando no prato e receber orientação objetiva.

Esse tipo de suporte costuma reduzir erros comuns: pular refeições, exagerar em compensações e cair no “8 ou 80”. Também ajuda a organizar proteínas, fibras e vegetais de um jeito que sustenta energia ao longo do dia.

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Alimentação com flexibilidade: regra firme, vida real também

Hoje, ele diz que baseia a alimentação em frutas, verduras e boas fontes de proteína, mas sem seguir um cardápio engessado. Em viagens e férias, ele se permite comer o que tem vontade, experimentar coisas locais e depois retomar o ritmo.

A estratégia aqui é bem clara: manter um padrão na maior parte do tempo e não transformar exceções em desistência.

Manutenção virou o foco — e comentários externos ficaram no caminho

Majella afirma que, agora, a prioridade é manter o peso e seguir acompanhando exames, já que a obesidade é tratada como doença e pede atenção contínua. Em vez de buscar novas metas na balança, ele fala em estabilidade e saúde em dia.

E teve a parte chata: os comentários. Algumas pessoas chegaram a dizer que ele “era mais engraçado antes”. Majella rebateu sem entrar em provocação, reforçando que a mudança trouxe mais bem-estar e autoestima — sem mexer no que ele é.

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Antes do sucesso e do dinheiro: 10 famosos que se casaram com namorados da escola

Antes do sucesso e do dinheiro: 10 famosos que se casaram com namorados da escola

Tem um detalhe que quase sempre passa batido quando a gente fala desses casais “de antes da fama”: a relação nasce num lugar onde ninguém está performando nada.

Sem assessoria, sem tapete vermelho, sem manchete.

É a fase em que todo mundo ainda está descobrindo quem é — e, quando isso dá certo a dois, vira uma parceria que atravessa mudanças enormes (carreira, cidade, dinheiro, exposição). Abaixo, 10 exemplos de celebridades que levaram o romance dos tempos de escola (ou da vida bem jovem, ali no mesmo ambiente) até o altar.

Jon Bon Jovi e Dorothea Hurley (Bongiovi)

Eles se conheceram no colégio (Sayreville War Memorial High School) e, anos depois, oficializaram em Las Vegas, em 1989. Até hoje, o casal é citado como um dos raros casos de relacionamento que sobreviveu ao “modo turnê” por décadas.

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Bono e Ali Hewson

O vocalista do U2 conheceu Ali ainda bem jovem na escola Mount Temple Comprehensive, na Irlanda. Namoraram na adolescência e se casaram em agosto de 1982 — quando a banda estava começando a virar assunto fora do bairro.

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Snoop Dogg e Shante Broadus

Os dois começaram a história como estudantes na Long Beach Polytechnic High School. Casaram em 1997 e, mesmo com idas e vindas ao longo do tempo, seguem juntos — ela, inclusive, se tornou peça importante também no lado profissional dele.

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LeBron James e Savannah James

LeBron e Savannah se conheceram no ensino médio e continuaram lado a lado enquanto a vida dele virava uma vitrine mundial. O casamento aconteceu em 2013, depois de anos de relacionamento e família já crescendo.

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Patrick Mahomes e Brittany Mahomes

Antes do status de “casal queridinho da NFL”, eles eram dois adolescentes na mesma escola no Texas. A relação começou ali, seguiu firme, e o casamento veio em 2022.

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Stephen Curry e Ayesha Curry

Eles se conheceram ainda adolescentes em um grupo de jovens (daquelas conexões típicas da fase de escola: mesma turma, mesmos eventos, mesma bolha social). O namoro amadureceu e virou casamento — e, hoje, os dois mantêm a vida familiar bem presente na imagem pública do casal.

Ja Rule e Aisha Atkins

Os dois se conheceram no ensino médio e levaram o relacionamento adiante até o casamento, num padrão bem raro em um meio em que a exposição costuma interferir em tudo.

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LL Cool J e Simone Smith

Simone entrou cedo na história do rapper (ainda na fase de juventude), e o casal acabou se casando em 1995. É o tipo de relação em que o “antes” vale muito: ela conheceu o cara que existia antes da marca LL Cool J.

Samuel L. Jackson e LaTanya Richardson

Aqui a “escola” é a faculdade: eles se conheceram quando eram estudantes (Morehouse e Spelman, em Atlanta) e construíram uma relação que virou casamento e atravessou décadas, com ambos seguindo carreiras intensas.

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Thomas Rhett e Lauren Akins

A história deles começa ainda na infância (se conheceram na escola, lá na primeira série), passa por uma fase de romance na adolescência e desemboca no casamento em 2012. É literalmente um relacionamento que cresceu junto com eles.

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Esses nomes neutros estão conquistando pais que querem fugir do óbvio na hora de registrar o bebê

Esses nomes neutros estão conquistando pais que querem fugir do óbvio na hora de registrar o bebê

Escolher nome de bebê já dá aquele “friozinho bom” — e fica ainda mais interessante quando você procura algo que funcione para qualquer gênero, sem soar marcado demais.

A vantagem é clara: você ganha um nome versátil, fácil de usar em diferentes fases da vida e, muitas vezes, com pronúncia simples em mais de um idioma. Abaixo, selecionei opções neutras com origens e sentidos bem definidos.

Ariel

Nome de raiz hebraica ligado à ideia de força e proteção. Em registros antigos, também aparece associado a Jerusalém em contextos religiosos, o que fez o nome circular por séculos em diferentes culturas.

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Sol

Curto, sonoro e direto. Além de remeter ao astro, é um nome usado em países de língua portuguesa e espanhola, e costuma ser escolhido por quem gosta de significados ligados a luz, energia e presença.

Noah

Forma muito popular em vários países e com origem bíblica. Carrega a noção de descanso/acolhimento e ficou conhecido pela figura de Noé nas narrativas do Antigo Testamento.

Manu

Neutro e prático, funciona tanto como nome quanto como apelido. Em algumas tradições, aparece com sentidos ligados a sabedoria e pensamento; no uso cotidiano, também surge como diminutivo de nomes como Manoel e Emanuela.

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Tiê

Nome inspirado em línguas indígenas brasileiras, com referência à beleza e a uma ideia de liberdade. Também lembra o pássaro tiê, conhecido pela cor marcante — um detalhe que muita gente acha simpático.

Sam

Curto e popular, costuma aparecer como diminutivo de Samuel ou Samantha. A raiz hebraica do nome se conecta a uma leitura religiosa ligada a Deus, por isso é bem presente em famílias que gostam de nomes tradicionais, mas discretos.

Gal

Tem caminhos diferentes dependendo da cultura. Em leituras de origem hebraica, pode se relacionar a “onda” ou “ondulação”, trazendo uma imagem de movimento e destaque.

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Kim

Bem internacional e fácil de pronunciar. Em algumas referências, aparece ligado a sentidos como “nobre”/“real”, e virou um clássico neutro em inglês por soar simples e moderno ao mesmo tempo.

Nick

Vem do grego e costuma ser associado à ideia de vitória (a mesma raiz que aparece em nomes como Nicolau). Apesar de muito usado como apelido, também funciona como nome curto e direto.

Eli

Nome hebraico com peso espiritual: passa a ideia de algo elevado/exaltado e aparece como forma abreviada em nomes maiores da mesma família linguística. É daqueles nomes pequenos, mas com significado forte.

Harper

De origem inglesa, nasceu como sobrenome ocupacional ligado a quem tocava harpa. Virou nome próprio e ganhou fama recente, inclusive por associação à escritora Harper Lee, autora de O Sol é para Todos.

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Cris

Costuma aparecer como forma curta de Cristina, Cristiano, Cristóvão e outros “Cris-”, mas há tempos vem sendo usado como nome independente. A base etimológica remete a “cristão/ungido” em tradições latinas, e a neutralidade vem justamente do uso amplo em diferentes contextos.

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Endereço vazado e vingança: casa de adolescente ligada ao caso do cão Orelha é atacada com fezes

Endereço vazado e vingança: casa de adolescente ligada ao caso do cão Orelha é atacada com fezes

A morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava (Florianópolis), já tinha virado um daqueles casos que “não desgrudam” das redes — mas agora o enredo ganhou um desdobramento que muda o foco do debate: saiu da investigação e foi parar na porta da casa de uma família.

Na madrugada de domingo (25), parentes de um dos adolescentes citados no caso registraram boletim de ocorrência após um ato de vandalismo em frente ao imóvel, com sujeira espalhada também no interfone, depois que dois jovens tocaram repetidamente e foram embora.

Segundo o relato da família, o endereço começou a circular online após a repercussão do caso, junto de ameaças.

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A resposta veio em forma de “justiça com as próprias mãos” — e é aí que o problema dobra de tamanho: além da apuração sobre a morte do animal, entra em cena o risco de perseguição, exposição de dados e intimidação de pessoas que ainda nem foram formalmente responsabilizadas.

Do lado da investigação, a Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou uma ação na segunda-feira (26) para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, após denúncias de que um grupo de adolescentes teria participado das agressões contra o cão, que acabou sendo submetido à eutanásia.

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Outro ponto que pesou na escalada do caso foi a disputa de versões em público: famílias de adolescentes citados afirmaram que eles são inocentes e dizem estar sofrendo acusações e exposição nas redes.

Em uma dessas manifestações, os pais de um adolescente sustentam que o filho “não tem qualquer relação” com o episódio e que a família passou a receber ameaças após a associação do nome do jovem ao caso.

A própria polícia também informou que dois adolescentes ligados às buscas estariam nos Estados Unidos em uma viagem já programada, com retorno esperado para a semana seguinte — detalhe que, na prática, aumentou ainda mais a pressão pública em cima do caso.

No meio disso tudo, o que era para ficar restrito a inquérito, diligências e responsabilização individual virou um efeito dominó: publicação de endereço, ameaça, vandalismo e, agora, pedidos à Justiça para que outro processo envolvendo a mesma família tramite sob sigilo, justamente para reduzir a exposição.

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Você conversa com todo mundo, mas se sente sozinho? A psicóloga Josie Conti explica por quê

Você conversa com todo mundo, mas se sente sozinho? A psicóloga Josie Conti explica por quê

Você pode estar cercado de pessoas, conversar o dia inteiro, trabalhar em equipe, postar nas redes sociais… e ainda assim sentir um vazio difícil de explicar. A solidão moderna raramente tem a ver com estar fisicamente sozinho — ela nasce, na maioria das vezes, da ausência de vínculo emocional seguro.

Estudos recentes mostram que a solidão crônica é hoje um dos principais fatores de risco para depressão, ansiedade, transtornos psicossomáticos e até doenças cardiovasculares. Ainda assim, muita gente continua tratando esse sofrimento como “fraqueza” ou “frescura”.

A seguir, você vai entender os principais sinais, causas e impactos profundos da solidão emocional, com base em pesquisas científicas e na experiência clínica da psicóloga Josie Conti, especialista em traumas e EMDR.


1. Solidão emocional dói tanto quanto dor física — e a ciência comprova isso

Pesquisas publicadas na Social Cognitive and Affective Neuroscience demonstram que a exclusão social ativa no cérebro as mesmas regiões associadas à dor física. Ou seja: sentir-se sozinho não é algo abstrato, é uma experiência neurobiológica real.

Segundo a psicóloga Josie Conti, “muitos pacientes chegam ao consultório dizendo que não sabem explicar o que sentem, apenas que ‘algo dói por dentro’. Em muitos casos, o nome disso é solidão emocional, geralmente ligada a experiências precoces de rejeição ou negligência”.

📚 Referência científica:
Eisenberger, N. I., & Lieberman, M. D. (2004). Why rejection hurts. Science.


2. Você pode estar em um relacionamento e ainda assim se sentir profundamente só

Um dos aspectos mais silenciosos da solidão é quando ela acontece dentro de vínculos afetivos. Pessoas que vivem relações sem escuta, validação emocional ou segurança acabam se sentindo invisíveis — mesmo acompanhadas.

Estudos da Journal of Social and Personal Relationships indicam que a solidão percebida dentro de relacionamentos é mais prejudicial à saúde mental do que estar solteiro.

Para Josie Conti, “a solidão mais dolorosa não é a de quem está sozinho, mas a de quem se sente só ao lado de alguém. Isso costuma reativar memórias emocionais antigas de abandono”.

📚 Referência científica:

Hawkley, L. C., & Cacioppo, J. T. (2010). Loneliness matters: a theoretical and empirical review of consequences and mechanisms. Annals of Behavioral Medicine, 40(2), 218–227. https://doi.org/10.1007/s12160-010-9210-8


3. A solidão frequentemente é um sintoma de traumas não elaborados

Pesquisas em psicologia do trauma apontam que pessoas que viveram rejeição, bullying, abandono emocional ou negligência afetiva na infância tendem a desenvolver um padrão interno de isolamento — mesmo desejando conexão.

Esses indivíduos até se aproximam, mas inconscientemente se afastam quando o vínculo começa a ficar mais profundo.

A psicóloga Josie Conti observa que “o trauma ensina o cérebro que se conectar é perigoso. A solidão, nesses casos, não é escolha — é um mecanismo de proteção”.

📚 Referência científica:
Van der Kolk, B. (2014). The Body Keeps the Score. Penguin Books.


4. Redes sociais podem aumentar — e não diminuir — a sensação de solidão

Apesar da promessa de conexão, estudos da American Journal of Preventive Medicine mostram que o uso excessivo de redes sociais está associado ao aumento da solidão percebida, especialmente quando há comparação social constante.

Curtidas não substituem vínculo. Conversas superficiais não geram pertencimento.

Segundo Josie Conti, “o excesso de estímulo social sem profundidade emocional cria uma falsa sensação de proximidade, mas reforça o sentimento de desconexão interna”.


5. A solidão afeta o corpo, o sono e o sistema imunológico

A solidão crônica está associada a níveis mais altos de cortisol (hormônio do estresse), pior qualidade do sono e inflamação sistêmica. Um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que pessoas solitárias adoecem mais e se recuperam mais lentamente.

Ou seja: solidão não é apenas emocional — ela é física.


6. Muitas pessoas confundem independência com isolamento emocional

Ser independente emocionalmente não significa não precisar de ninguém. Pelo contrário: a verdadeira saúde emocional envolve capacidade de se vincular sem se anular.

De acordo com Josie Conti, “muitos adultos aprenderam a sobreviver sozinhos, mas nunca aprenderam a se conectar com segurança. Isso não é força, é adaptação”.


7. A solidão pode ser tratada — mas não com frases prontas ou força de vontade

A psicoterapia, especialmente abordagens focadas em trauma como o EMDR, tem mostrado excelentes resultados no tratamento da solidão ligada a experiências traumáticas.

Ao acessar e ressignificar memórias emocionais antigas, o cérebro aprende que o vínculo pode ser seguro — e a sensação de isolamento começa a diminuir de dentro para fora.

📚 Referência científica:
Shapiro, F. (2018). Eye Movement Desensitization and Reprocessing (EMDR) Therapy. Guilford Press.


Quando procurar ajuda psicológica?

Se a solidão:

  • persiste mesmo com vida social ativa

  • vem acompanhada de ansiedade, tristeza ou vazio constante

  • interfere nos relacionamentos

  • gera sensação de não pertencimento

…ela merece atenção profissional.

A psicóloga Josie Conti atua no atendimento de adultos que sofrem com solidão emocional, traumas relacionais e dificuldades de vínculo.

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📌 Agendamento e informações

Para saber mais sobre o funcionamento da psicoterapia online e verificar disponibilidade, entre em contato e agende uma CONVERSA INICIAL COM A PSICÓLOGA JOSIE CONTI

 

Você provavelmente não sabia: famosos que convivem com doenças incuráveis todos os dias

Você provavelmente não sabia: famosos que convivem com doenças incuráveis todos os dias

Quando uma celebridade fala abertamente sobre diagnóstico, ela acaba colocando luz em um assunto que muita gente vive em silêncio: doenças crônicas, que podem durar anos e, em vários casos, não têm cura conhecida — mas têm acompanhamento, controle de sintomas e fases melhores e piores.

A seguir, nomes que já relataram publicamente conviver com condições desse tipo — algumas mais “visíveis”, outras bem discretas, mas igualmente exigentes no dia a dia.

Claudia Rodrigues — esclerose múltipla

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A atriz e comediante, conhecida por trabalhos na TV, contou que convive com esclerose múltipla há anos e que a condição impactou diretamente sua rotina e carreira. A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central sem cura, com tratamentos voltados a reduzir surtos e retardar a progressão.

Cleo — tireoidite de Hashimoto

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Cleo já falou sobre o diagnóstico de Hashimoto, uma doença autoimune ligada à tireoide. Em geral, o quadro é controlado com reposição hormonal e acompanhamento contínuo, o que costuma ser um cuidado de longo prazo.

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Lexa — tireoidite de Hashimoto

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A cantora também revelou ter Hashimoto e comentou o impacto emocional de receber um diagnóstico autoimune. A condição pode provocar sintomas como cansaço e alterações no funcionamento da tireoide, exigindo monitoramento e tratamento contínuos.

Evaristo Costa — doença de Crohn

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O jornalista já relatou conviver com a doença de Crohn, que é inflamatória e afeta o trato gastrointestinal. Não existe cura conhecida, mas há terapias que ajudam a reduzir sintomas e podem levar a longos períodos de remissão em algumas pessoas.

José Loreto — diabetes tipo 1

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O ator disse que vive com diabetes tipo 1 desde a adolescência. É uma condição crônica sem cura, que exige controle diário — geralmente com insulina, monitoramento e rotina bem ajustada.

Kelly Key — psoríase

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A cantora já comentou sobre psoríase, uma condição inflamatória crônica da pele. Não há cura, mas existem tratamentos para controlar as crises e melhorar as lesões, variando conforme a gravidade e a resposta de cada pessoa.

Renata Capucci — Parkinson

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A jornalista revelou o diagnóstico de Parkinson e falou sobre as incertezas de evolução que costumam acompanhar esse tipo de condição. A doença não tem cura; os tratamentos buscam reduzir sintomas e manter qualidade de vida pelo maior tempo possível.

Priscila Fantin — paniculite mesentérica

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A atriz contou que descobriu paniculite mesentérica durante um período intenso de trabalho e que precisou adaptar cuidados para lidar com inflamações. A paniculite mesentérica é rara e envolve inflamação crônica do mesentério (tecido do abdômen), com manejo que depende dos sintomas.

Daniela Valente — fibromialgia

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A atriz e autora relatou dores constantes e exaustão até chegar ao diagnóstico de fibromialgia. É uma condição crônica sem cura, geralmente tratada com estratégias combinadas (medicação, atividade física orientada, terapia e manejo de estresse, por exemplo).

Ana Clara — psoríase

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A apresentadora também já falou sobre psoríase e como as crises podem mexer com bem-estar e autoestima, especialmente quando as lesões “descompensam”. Assim como em outros casos, o controle costuma envolver acompanhamento médico e tratamentos que variam de fase para fase.

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Essas celebridades enfrentaram o vício longe dos holofotes — e a lista vai te surpreender

Essas celebridades enfrentaram o vício longe dos holofotes — e a lista vai te surpreender

Existe um detalhe que quase sempre fica fora das manchetes: muita gente famosa só conseguiu manter a carreira (e a própria vida em ordem) depois de encarar o vício de frente — às vezes em silêncio por anos, às vezes falando publicamente quando já estava em recuperação.

Abaixo, algumas histórias que surpreendem justamente por não estarem “coladas” na imagem que o público tem dessas pessoas.

Jamie Lee Curtis

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A atriz revelou que viveu uma dependência “secreta” de opioides por cerca de uma década e que a sobriedade virou um marco pessoal — ela já falou sobre estar sóbria desde 1999.

Bradley Cooper

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Antes de virar sinônimo de “queridinho de Hollywood”, ele já tinha decidido parar com álcool e drogas. Cooper contou que ficou sóbrio aos 29 anos e, anos depois, seguiu falando abertamente sobre como essa decisão mudou tudo.

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Daniel Radcliffe

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O eterno Harry Potter admitiu que seu consumo de álcool saiu do controle e que parou de beber em 2010. Em entrevistas, ele contou que chegou a perder a noção do que fazia quando bebia — e que precisou “acordar” para a situação.

Dax Shepard

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O ator e apresentador transformou a própria vulnerabilidade em pauta: ele relatou que teve uma recaída após muitos anos sóbrio e falou disso publicamente no contexto do podcast “Armchair Expert”.

Samuel L. Jackson

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O “cara durão” da tela também teve uma fase bem diferente da imagem pública atual. Perfis e entrevistas relembram que ele passou por reabilitação no início dos anos 1990, depois que a situação chegou ao limite dentro de casa.

Elton John

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Um dos casos mais emblemáticos: ele já marcou publicamente o aniversário de sobriedade e, em 2025, celebrou 35 anos sóbrio (o que coloca o início dessa fase em 1990).

Robert Downey Jr.

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Muita gente associa a “virada” do ator ao Homem de Ferro, mas a reconstrução veio antes: perfis de imprensa sobre o retorno dele tratam a recuperação como ponto-chave para a volta por cima no cinema.

Drew Barrymore

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A atriz e apresentadora contou que parou de beber em 2019 e, em entrevistas recentes, voltou ao tema como uma conquista pessoal importante.

Eminem

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O rapper costuma mostrar o “chip” de sobriedade nas redes em datas simbólicas. Em 2024, ele celebrou 16 anos sóbrio, reforçando que a recuperação virou parte central da vida dele.

Demi Lovato

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Lovato colocou o assunto às claras em produções próprias e entrevistas, falando de recaída, pressão e escolhas de recuperação. É um dos relatos mais comentados dos últimos anos justamente por não “maquiar” o tema.

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Fonte: Vanity Fair

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Por que essa vitamina ganhou o apelido de ‘ouro da juventude’ — e o que ela pode fazer com sua pele

Por que essa vitamina ganhou o apelido de ‘ouro da juventude’ — e o que ela pode fazer com sua pele

A vitamina E ganhou fama de “ouro da juventude” por um motivo bem direto: ela age como antioxidante e ajuda a reduzir o estrago causado pelos radicais livres — aquelas moléculas instáveis que aceleram o desgaste natural do organismo.

Por ser lipossolúvel (ou seja, “anda” junto com as gorduras), ela costuma ficar “de plantão” em áreas ricas em lipídios, como membranas das células e partículas de gordura que circulam no sangue.

No rótulo, você pode ver o nome técnico mais comum: alfa-tocoferol. E, apesar de muita gente associar a vitamina E só a cosméticos, ela também aparece em discussões médicas sobre proteção celular e processos inflamatórios ligados ao envelhecimento.

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Uma revisão publicada na Ageing Research Reviews descreve a vitamina E como um dos antioxidantes lipossolúveis mais potentes quando o assunto é envelhecimento e doenças degenerativas ligadas à idade.

Quando o tema vira coração e circulação, entra um ponto específico: a oxidação do LDL (o famoso “colesterol ruim”).

Há pesquisas que relacionam a vitamina E à redução dessa oxidação — um mecanismo que pode ter ligação com aterosclerose, embora os resultados em prevenção “na vida real” não sejam uniformes em todos os estudos.

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Em revisões e discussões clínicas, ela aparece tanto pelo papel antioxidante quanto por possíveis efeitos adicionais no processo inflamatório da parede arterial.

Na pele, a conversa costuma ir para dois lados: proteção contra estresse oxidativo (que influencia textura, viço e sinais de envelhecimento) e suporte indireto à circulação/saúde vascular, já que a vitamina E circula com lipoproteínas e participa de reações que envolvem gorduras e membranas celulares.

O que dá pra dizer com segurança é que ela faz parte do “kit” que o corpo usa para segurar danos oxidativos — e isso tem reflexo visível em tecidos que vivem expostos, como a pele.

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O melhor caminho para conseguir vitamina E costuma ser o mais simples: comida. Óleos vegetais (como canola e oliva), sementes, castanhas e nozes são fontes clássicas; folhas verdes, laticínios, carnes e cereais fortificados também entram na lista. Para adultos, a Mayo Clinic cita 15 mg/dia como recomendação diária.

Deficiência de vitamina E é bem incomum, mas pode acontecer em situações específicas, principalmente quando há dificuldade de absorver gordura.

Quando falta de verdade, pode aparecer dor/alterações nos nervos (neuropatia) e danos na retina (retinopatia), com risco de prejuízo visual.

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Já a parte que merece cautela é a suplementação por conta própria.

Em forma de suplemento, doses altas podem aumentar risco de sangramento e até de AVC hemorrágico; por isso, o limite máximo tolerável para adultos citado pelo NIH (Office of Dietary Supplements) é de 1.000 mg/dia para suplementos, e o órgão também chama atenção para interações com remédios anticoagulantes/antiagregantes (como varfarina).

Se a pessoa usa “afinadores do sangue” ou já tem risco aumentado de sangramento, é o tipo de vitamina que pede conversa com médico antes de virar cápsula diária.

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Fonte: O Globo

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Esse dorama da Netflix começou tímido… e terminou sendo o mais provocante que a plataforma já lançou

Esse dorama da Netflix começou tímido… e terminou sendo o mais provocante que a plataforma já lançou

Tem filme que tenta “explicar” desejo como se fosse um relatório — e aí perde a graça. Amor com Fetiche (Love and Leashes), disponível na Netflix, vai por outro caminho: ele presta atenção no que acontece quando a vida adulta exige pose o tempo todo, e uma curiosidade bem específica aparece no meio do expediente.

O resultado é uma comédia romântica coreana de 118 minutos que usa desconforto, cuidado e conversa como motor da história.

A situação começa com um erro bobo, daqueles que a gente sabe que vai dar ruim: uma encomenda vai parar na mesa errada.

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Em vez de transformar isso em “escândalo”, o roteiro usa o momento como gatilho para algo mais interessante — dois colegas que passam a negociar, com clareza, limites e expectativas, num tipo de relação que depende muito mais de confiança do que de impulso.

A própria Netflix define o filme como uma relação contratual entre colegas, dentro de uma dinâmica consensual.

O que chama atenção aqui é o tom: o longa não trata o fetiche como extravagância de vitrine, nem como “segredo proibido” feito só pra chocar.

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Ele vira uma espécie de idioma privado entre duas pessoas que, fora dali, são obrigadas a parecer impecáveis. E isso conversa direto com o cenário escolhido: o escritório, onde todo mundo aprende a calibrar sorriso, postura e opinião pra não virar alvo.

Quando alguma coisa foge do padrão, o risco não é “o desejo em si” — é virar assunto na roda de comentário, na piadinha atravessada, no julgamento disfarçado de preocupação.

A química do casal também não nasce de clima pronto. Ji-woo e Ji-hoo se aproximam no ritmo do combinado: tem conversa antes, tem regra, tem tentativa, tem correção de rota.

Esse cuidado muda o peso do filme inteiro, porque desloca o foco de “quem manda” para “quem escuta”.

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E aí a graça aparece no atrito humano: a trapalhada de lidar com o que não se encaixa no comportamento “adequado”, o nervosismo de parecer normal quando você está, por dentro, um caos bem educado.

O elenco segura bem essa ambiguidade. Seohyun faz uma protagonista que não vira caricatura “libertadora” nem ingênua: ela é competente, curiosa, e também cheia de receios quando percebe onde está se metendo.

Lee Jun-young entrega um personagem que, por fora, tenta ser exemplar — e, por dentro, carrega vergonha acumulada de experiências passadas.

Os dois funcionam porque o filme deixa claro que ninguém ali está “resolvido”; estão tentando, meio sem manual, e isso soa bem mais adulto.

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Outro ponto esperto: a história tem humor, mas não ri do fetiche como piada pronta. O riso vem do teatro social — o esforço de manter reputação, o pânico de ser descoberto, a hipocrisia silenciosa de um ambiente onde todo mundo finge neutralidade enquanto mede o colega pela régua do “aceitável”.

E, conforme a relação avança, o filme vai deixando mais nítido que o centro não é a curiosidade inicial, e sim o que acontece quando a intimidade começa a atravessar a armadura do dia a dia.

Pra completar, Amor com Fetiche é adaptação do webtoon Moral Sense (que também é o título coreano do filme), e mantém essa pegada de romance com comentário social: leve na superfície, atento nas entrelinhas — especialmente quando toca no medo de exposição e no preço de sustentar uma imagem impecável o tempo inteiro.

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