Ovos com foco de gripe aviária estão em granjas de 3 Estados, segundo o governo; saiba quais

Ovos com foco de gripe aviária estão em granjas de 3 Estados, segundo o governo; saiba quais

O Ministério da Agricultura e Pecuária informou neste sábado (17.mai.2025) que localizou ovos oriundos da granja de Montenegro (RS), onde foi confirmado um foco de gripe aviária nesta semana. Segundo a pasta, os ovos estavam destinados à incubação em estabelecimentos dos Estados do Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Apesar de não haver confirmação de que os ovos estejam contaminados com o vírus da gripe aviária, o governo federal afirmou que irá adotar medidas sanitárias preventivas, incluindo a destruição dos produtos. “Ressaltamos que não há comprovação de que tais ovos estejam contaminados com o vírus da gripe aviária e que todas as medidas necessárias para proteção da avicultura nacional estão sendo adotadas”, disse o Ministério em nota oficial.

O caso de gripe aviária em Montenegro foi confirmado na quinta-feira (15.mai), e levou o ministro Carlos Fávaro a decretar estado de emergência zoossanitária no município por 60 dias. A medida estabelece uma zona de controle com raio de 10 quilômetros a partir da granja afetada, que abrigava cerca de 17 mil aves.

De acordo com o governo do Rio Grande do Sul, todas as galinhas de um dos galpões da granja morreram. Em outro, 80% dos animais foram encontrados mortos, e o restante foi sacrificado para contenção da doença.

A gripe aviária é uma infecção viral que afeta principalmente aves, mas pode, em casos raros, ser transmitida a seres humanos, provocando doenças respiratórias graves. O Ministério da Agricultura reforça que a doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves nem de ovos.

As autoridades seguem monitorando a situação e adotando medidas de biossegurança para evitar a disseminação do vírus em outras regiões do país.

Padre se nega a batizar bebês reborn e dispara: “Caso de psiquiatra”

Padre se nega a batizar bebês reborn e dispara: “Caso de psiquiatra”

O padre Chrystian Shankar, da Diocese de Divinópolis (MG), publicou na última sexta-feira (16.mai) uma nota afirmando que não realiza batismos ou qualquer outro rito católico envolvendo bebês reborn — bonecos hiper-realistas que imitam recém-nascidos. Em tom irônico, o sacerdote declarou que pedidos como esses devem ser encaminhados a psicólogos, psiquiatras ou “ao fabricante da boneca”.

A publicação foi feita em seu perfil no Instagram, que reúne 3,7 milhões de seguidores, e viralizou nas redes sociais. “Não estou realizando batizados para bonecas reborn ‘recém-nascidas’. Nem atendo ‘mães’ de boneca reborn que buscam por catequese. Nem celebrando missa de Primeira Comunhão para crianças reborn. Nem oração de libertação para bebê possuído por um espírito reborn. E, por fim, nem missa de Sétimo Dia para reborn que arriou a bateria”, escreveu o padre.

Nos últimos dias, donos e “mães” de bebês reborn passaram a ser alvo de críticas na internet após uma série de vídeos sobre o tema ganhar visibilidade nas redes. O fenômeno reacendeu o debate sobre os limites do vínculo afetivo com os bonecos e as possíveis implicações psicológicas desse comportamento.

Projetos de lei querem limitar benefícios a “mães” de reborn

O tema também chegou ao Congresso Nacional. Na quinta-feira (15.mai), três deputados federais apresentaram projetos de lei com o objetivo de restringir o uso e os benefícios concedidos a quem mantém vínculos com bonecos reborn.

O PL 2.326/2025, de autoria do deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), propõe que profissionais de saúde, tanto do setor público quanto privado, sejam impedidos de realizar atendimentos simulados a esses bonecos.

Já o PL 2.320/2025, apresentado pelo deputado Dr. Zacharias Calil (União Brasil-GO), determina sanções administrativas a pessoas que utilizarem bonecos hiper-realistas com o objetivo de obter benefícios voltados a crianças de colo, como o uso de assentos preferenciais.

Por fim, o PL 2.323/2025, da deputada Rosângela Moro (União Brasil-SP), sugere a oferta de acolhimento psicossocial para indivíduos que estabeleçam laços afetivos com os bebês reborn.

Ainda não há previsão para que os projetos sejam votados em plenário. Enquanto isso, a discussão continua gerando polêmica nas redes sociais — dividindo opiniões entre apoio às medidas e críticas ao que muitos consideram preconceito ou falta de empatia.

Nutricionista alerta esposa de Luan Santana sobre atitude com filha: ‘Causa desconfortos’

Nutricionista alerta esposa de Luan Santana sobre atitude com filha: ‘Causa desconfortos’
Jade Magalhães muda alimentação pela filha, Serena - Reprodução/Instagram

Jade Magalhães — influenciadora digital e esposa do cantor Luan Santana — decidiu retirar todos os alimentos com lactose do cardápio depois de observar que a filha Serena, de apenas quatro meses, apresentava cólicas e irritabilidade. O episódio ganhou repercussão nas redes e reabriu um debate clássico: o que a mãe come impacta, de fato, o bebê que está em amamentação?

Para responder a essa pergunta, CARAS Brasil ouviu a nutricionista Julia Bayeux, especialista em nutrição materno‑infantil. Segundo ela, alguns compostos da dieta da lactante atravessam o leite e podem gerar desconforto no recém‑nascido, mas é preciso cautela.

“Durante a amamentação, certos componentes da alimentação materna podem passar para o leite e causar incômodos no bebê, especialmente se houver sensibilidade ou intolerância, como à proteína do leite de vaca ou, mais raramente, à lactose”, explica.

Intolerância ou alergia?

Julia destaca que a intolerância à lactose em bebês saudáveis é incomum. O problema mais frequente, na verdade, é a alergia à proteína do leite de vaca (APLV). Nesses casos, o pediatra ou nutricionista costuma orientar a exclusão completa de laticínios da dieta da mãe.

Como manter a nutrição da mãe?

Se a exclusão de leite e derivados for necessária, o equilíbrio do prato se torna prioridade. “É fundamental repor cálcio, vitamina D, proteínas e outros minerais”, diz a especialista. Fontes indicadas incluem vegetais verde‑escuros, leguminosas, oleaginosas e bebidas vegetais fortificadas, além de suplementação quando prescrita. O acompanhamento profissional é indispensável para garantir a saúde da mãe e, indiretamente, do bebê.

Reintrodução sem sustos

A influenciadora contou que já voltou a consumir lactose e reparou que Serena “ficou bem”. Julia confirma que a reintrodução é segura, desde que feita gradualmente, após 2 a 4 semanas de restrição total e com supervisão de pediatra ou nutricionista. “Começa‑se com pequenas quantidades, observando sinais como cólicas, assaduras e irritabilidade. Sem reação, a mãe pode retomar a dieta habitual.”

O que fica de lição

  • Sempre busque orientação profissional antes de cortar grupos alimentares.
  • APLV é mais comum do que intolerância à lactose em bebês.
  • Dietas restritivas exigem plano nutricional para evitar carências.
  • Reintroduzir alimentos requer paciência, doses pequenas e observação constante.

Bombou na Netflix: Nova série de suspense com 6 episódios curtinhos é a maratona perfeita para o fim de semana

Bombou na Netflix: Nova série de suspense com 6 episódios curtinhos é a maratona perfeita para o fim de semana

Quando a Netflix lança um thriller dinamarquês, vale prestar atenção. A Reserva chegou discretamente ao catálogo em 15 de maio, mas bastaram poucas horas para dominar o Top 10: são só seis episódios de cerca de 40 minutos, ritmo ágil e um mistério que gruda do primeiro ao último minuto.

O enredo que fisga

Tudo começa com o desaparecimento de Ruby, uma jovem au pair filipina que cuidava dos filhos de uma família abastada no norte de Copenhague. A polícia demonstra pouco interesse, mas Cecilie — vizinha empática interpretada por Marie Bach Hansen — sente‑se responsável depois de ter recebido a babá para um jantar. Inconformada, ela decide investigar por conta própria e une forças com Aicha, uma detetive novata. A dupla descobre fissuras profundas sob a fachada impecável do bairro: abuso de poder, privilégios intocáveis e a exploração de trabalhadores migrantes.

Pontos fortes

  1. Nordic noir sem firula

A fotografia fria realça o contraste entre casas luxuosas e a atmosfera opressora. Nada de filtros exagerados; tudo é bonito e perturbador ao mesmo tempo.

2. Protagonistas humanas

Cecilie e Aicha fogem do estereótipo “gênio torturado”: erram, discutem, recuam e avançam. Essa vulnerabilidade torna cada dilema mais crível.

3. Qualidade pocket

Seis episódios são suficientes para construir suspense robusto e, ainda assim, caber em uma maratona de sábado. Sem enchimento, sem cliffhanger barato.

4. Crítica social afiada

A série expõe a hipocrisia de quem prega tolerância enquanto lucra com estruturas desiguais. Faz pensar sem soar panfletária.

O que poderia melhorar

  • Resolução acelerada

O final entrega respostas, mas deixa a sensação de que caberia mais dez minutos para digerir as revelações. Nada grave, mas quem gosta de epílogos calmos pode sentir falta.

  • Vilões previsíveis

Alguns suspeitos carregam placas de “culpado” desde cedo. O roteiro compensa com reviravoltas morais, mas não surpreende tanto na identidade dos antagonistas.

Veredito

A Reserva é a escolha ideal para quem quer suspense inteligente, doses moderadas de violência e zero enrolação. Entre num fim de tarde e, quando perceber, já estará no crédito final — provavelmente indignado com as inequidades que o mundo real espelha. Com uma trama enxuta e atuações sólidas, a minissérie confirma que menos pode ser muito mais.

Nota: 4/5

Perfeita para o binge-watch de fim de semana; imperfeita o bastante para deixar conversas acesas depois dos créditos.

 

Furar fila usando bebê reborn pode ocasionar multa de R$ 30 mil; conheça outros projetos de lei

Furar fila usando bebê reborn pode ocasionar multa de R$ 30 mil; conheça outros projetos de lei

A moda dos bebês reborn chegou ao Congresso Nacional e virou tema de debate na Câmara dos Deputados. Três projetos de lei apresentados nesta quinta-feira (15) propõem desde atendimento psicossocial a colecionadores até multa pesada para quem tentar “furar fila” com as bonecas hiper-realistas.

O primeiro projeto, de autoria do deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), quer proibir atendimentos a bebês reborn em unidades de saúde públicas e privadas. Segundo o parlamentar, a prática de simular consultas médicas com bonecas representa um desvio inaceitável de recursos e tempo dos serviços de saúde.

“A prática indiscriminada de simular atendimentos médicos a objetos inanimados configura desvio inaceitável dos serviços de saúde, especialmente quando realizados com recursos públicos ou em detrimento da atenção a pacientes reais”, afirmou o deputado.

Outra proposta, apresentada pela deputada Rosângela Moro (União-SP), tem enfoque no acolhimento emocional. O texto prevê que o Sistema Único de Saúde (SUS) ofereça atendimento psicossocial para pessoas que desenvolvem vínculos afetivos intensos com as bonecas reborn.

Já o projeto do deputado Dr. Zacharias Calil (União-GO) pretende aplicar multas para quem usar os bonecos com a intenção de obter atendimento prioritário — benefício garantido por lei a pessoas com crianças de colo, gestantes, idosos, pessoas com deficiência, entre outros.

O PL 2320/2025 prevê sanções de 5 a 20 salários mínimos, o equivalente a valores entre R$ 7.590 e R$ 30.360. Em caso de reincidência, a multa poderá ser dobrada. Os valores arrecadados devem ser destinados a fundos voltados à promoção dos direitos da criança e do adolescente.

O deputado citou como exemplo uma adolescente de 17 anos que viralizou nas redes sociais após levar seu bebê reborn para um hospital público em Minas Gerais.

“Esses exemplos ilustram a necessidade de um dispositivo legal específico, de aplicação imediata, que desestimule tais fraudes e preserve o direito das crianças reais”, justificou Calil.

Os projetos ainda devem ser analisados pelas comissões temáticas da Câmara antes de seguirem para votação em plenário.

Atriz que protagonizou Malhação virou faxineira após deixar a Globo

Atriz que protagonizou Malhação virou faxineira após deixar a Globo

Por muitos anos, Daniela Carvalho foi lembrada como a Catarina da temporada 2010 de Malhação, par romântico de Pedro (Bruno Gissoni) na trama exibida pela TV Globo entre agosto de 2010 e agosto de 2011. Mais de uma década depois, a atriz leva uma vida bem diferente: aos 38 anos, vive no Canadá com o companheiro e a filha, longe dos holofotes e próxima de uma rotina mais tranquila.

Afastada das novelas desde Orgulho e Paixão (2018), Daniela embarcou em 2019 para um intercâmbio na Irlanda, onde morou por oito meses. Para custear os estudos e se manter no país, não hesitou em trabalhar como faxineira — experiência que ela compartilhou em seu canal no YouTube.

contioutra.com - Atriz que protagonizou Malhação virou faxineira após deixar a Globo
Bruno Gissoni e Daniela Carvalho e em foto promocional de Malhação 2010 (Crédito: Reprodução/TV Globo)

“Compartilhei vídeos sobre a faxina na Irlanda. Fiz intercâmbio lá porque o país permite estudar a língua ao mesmo tempo em que se trabalha. Eu estava ambicionando minha carreira artística. Quando a gente não tem medo de trabalho, vai seguindo e se resolvendo”, disse em entrevista ao jornal O Globo, em 2020.

Apesar da sinceridade, Daniela acabou surpreendida com os comentários nas redes sociais. “‘Meu Deus! Ela está fazendo faxina. Será que está passando fome?’ ou ‘Coitada, tomara que ela se reerga!’”, relembrou. “Essa é a realidade de quem sai do país e não tem dinheiro para se bancar. Muita gente tem preconceito. É um trabalho honrado e difícil. Não é demérito.”

contioutra.com - Atriz que protagonizou Malhação virou faxineira após deixar a Globo
Daniela Carvalho fazendo faxona na Irlanda (Crédito: Reprodução/Instagram)

Depois da temporada na Irlanda, Daniela ainda passou pela Colômbia e se mudou para os Estados Unidos, onde se matriculou em um curso de cinema. Para bancar os estudos, trabalhou como bartender, até descobrir a gravidez da primeira filha, Serena.

“Foi um susto no começo, mas me adaptei à ideia. Filho é uma bênção. Sou mulher, artista, e vou me adaptar como sempre me adaptei”, afirmou.

Grávida de sete meses, ela decidiu retornar ao Brasil ao lado do namorado, o colombiano Juan Diaz, para buscar seus cachorros. A pandemia de Covid-19 os obrigou a permanecer por aqui, e Daniela optou por dar à luz no interior de São Paulo, ao lado da mãe.

“Foi uma decisão acertada, porque acabaríamos ficando presos na fronteira”, comentou.

Atualmente, a ex-protagonista da novela teen mora no Canadá com o companheiro e a filha. Longe da televisão, ela continua compartilhando momentos do cotidiano nas redes sociais, reafirmando sua escolha por uma vida mais autêntica e cheia de recomeços.

Sabrina Sato se abre sobre perdas gestacionais: “O público só soube de uma, mas perdi dois bebês”

Sabrina Sato se abre sobre perdas gestacionais: “O público só soube de uma, mas perdi dois bebês”

Aos 44 anos, Sabrina Sato celebra mais de duas décadas à frente das câmeras, consolidando-se como uma das personalidades mais queridas da televisão brasileira. Conhecida pela espontaneidade, empatia e, claro, por seu carisma, ela revela em entrevista à revista Glamour de maio que, embora todos a conheçam, muitos apenas conhecem uma parte de sua vida. A apresentadora, que conquistou o público no Big Brother Brasil 3, destaca que a transparência e a troca com as pessoas são as chaves para o seu carisma. “O que eu mais gosto no meu trabalho é trocar com as pessoas, ouvir histórias, aprender”, conta ela, ressaltando que sempre tenta tratar os outros como gostaria de ser tratada.

Durante a conversa, Sabrina fala sobre sua jornada pessoal e profissional, tocando em momentos dolorosos e de grande transformação. A apresentadora compartilha com franqueza a dor das duas perdas gestacionais que enfrentou nos últimos anos, um processo marcado por internações e curetagens. “O público só ficou sabendo de uma gestação, mas eu perdi dois bebês. Foi muito pesado”, revela, explicando que viveu o luto enquanto continuava trabalhando, buscando ressignificar essa dor com o apoio de seu parceiro, o ator Nicolas Prattes, com quem se casou no início deste ano.

A união com Nicolas, que começou com um pedido de casamento em Paris, foi fortalecida pela vivência de momentos difíceis, mas também pela vontade de celebrar o amor e a superação. “Era uma forma de transformar tudo o que vivemos naquele ano tão difícil e celebrar a nossa união”, diz Sabrina sobre o casamento, que para ela, simboliza uma nova fase de vida.

A maternidade, embora um sonho distante em sua juventude, se tornou uma realidade com o nascimento de sua filha Zoe. Sabrina lembra que, quando criança, seu sonho era trabalhar na televisão, mas, ao engravidar, passou a ver a maternidade de uma maneira profunda. No entanto, ela reconhece que sua jornada como mãe foi marcada por desafios, incluindo a necessidade de reaprender a ser mulher após o nascimento de Zoe. “Com dois meses da Zoe, eu já estava trabalhando. Com três, desfilando no Carnaval. Parecia que tudo tinha voltado ao normal. Mas não, só depois de uns dois anos do nascimento dela é que comecei a voltar a ser mulher”, reflete.

Apesar de sua imagem pública de pessoa positiva e otimista, Sabrina admite que também tem seus momentos difíceis, principalmente durante a tentativa de congelar óvulos, uma fase repleta de hormônios e incertezas. “Tenho muitos momentos de mau humor — ainda mais agora, tentando congelar óvulo. É hormônio puro!”, brinca. Ela também compartilha a influência de sua família, especialmente de sua avó imigrante, que sempre a ensinou a focar no lado bom das pessoas e a ver cada situação com gratidão. “Sempre há dois lados e a gente pode escolher onde quer focar”, diz Sabrina, evidenciando sua abordagem resiliente diante dos desafios.

Em um momento de vulnerabilidade e reflexão, Sabrina Sato mostra que, por trás da imagem da apresentadora carismática, há uma mulher com altos e baixos, que se reinventa a cada nova experiência, sempre em busca de equilíbrio e de ser fiel a si mesma. E, como ela mesma afirma, o segredo do seu carisma não está em agradar a todos, mas em ser verdadeira e humana.

Gerente de cafeteria é demitido após reclamação de padre Fabio de Melo e desabafa: “Destruiu minha vida”

Gerente de cafeteria é demitido após reclamação de padre Fabio de Melo e desabafa: “Destruiu minha vida”

O que parecia ser uma simples divergência de preços acabou gerando uma grande repercussão nas redes sociais e custou o emprego de um gerente em Joinville (SC). O episódio envolveu o padre Fábio de Melo e a cafeteria Havanna, localizada em um shopping da cidade, no último sábado (10).

Segundo relatos publicados pelo próprio padre nos stories de seu Instagram, tudo começou quando ele notou uma diferença entre o preço de um doce de leite indicado na prateleira e o valor cobrado no caixa. Fábio de Melo afirmou que o gerente do estabelecimento foi arrogante ao dizer: “O preço está errado e é isso. Se quiser levar, o preço certo é esse”. Ele usou o Código de Defesa do Consumidor (CDC) para destacar que, nesses casos, o valor mais baixo é o que deve ser cobrado.

“É apenas para lembrar que, quando um preço está especificado, o estabelecimento comercial tem que honrar aquele preço anunciado, mesmo que esteja errado. Não é o gerente que decide se vai ser cobrado ou não”, comentou o padre, acrescentando que o funcionário demonstrou prepotência.

A publicação viralizou, e, na terça-feira (13), a cafeteria Havanna divulgou uma nota informando que o colaborador havia sido desligado do cargo. “Recebemos com muita atenção e preocupação o relato de um cliente que se sentiu mal atendido em nossa unidade. Já estamos apurando os detalhes do ocorrido com responsabilidade e agilidade, e informamos também que o colaborador envolvido no ocorrido já não faz mais parte do nosso quadro de funcionários”, afirmou a empresa.

Mas, após o caso ganhar repercussão, o ex-gerente da unidade decidiu se manifestar publicamente. Em entrevista ao portal NSC Total, ele afirmou que sua imagem foi destruída após a exposição causada pelo vídeo do padre. “Estão me massacrando, ele [o padre] destruiu a minha vida. Se o padre me chama e fala: ‘Seu gerente, olha, está acontecendo isso’, se a gente dialogasse, a conversa era diferente. Eu jamais fui desrespeitoso. Nem sequer falei com o padre. No entanto, minha imagem foi destruída”, lamentou.

De acordo com o ex-funcionário, ele estava arrumando enfeites de Dia das Mães por volta das 14h50 quando o padre entrou na loja. Segundo ele, quem questionou o preço foi um homem da equipe de Fábio de Melo, que vinha logo atrás. “Foi quando a menina do caixa me chamou para perguntar: ‘Qual o preço do doce de leite?’ Eu falo que o doce de leite zero custa R$ 69 e o normal custa R$ 43,90. Mas ela afirma que o rapaz [da equipe do padre] teria visto por R$ 43,90. Eu vou até a prateleira e pego a placa que está lá. Vou na parte da cozinha e pergunto para o pessoal da minha equipe se alguém teria mudado ela de lugar. Mas percebo que a placa está lá, em uma posição errada, mas com o verdadeiro valor. Eu volto, passo pelo padre. Ele está me seguindo, mas não fala comigo em nenhum momento. Falo com a menina e sigo de volta para o meu trabalho”, detalhou.

O ex-gerente disse ainda que ficou sabendo da demissão apenas pelos jornais e que a decisão teria partido da Havanna Brasil, e não da administração local, numa tentativa de proteger a imagem da marca.

Na segunda-feira (12), o padre explicou que sua intenção não foi fazer uma denúncia, mas sim um alerta: “para que as pessoas que trabalham no comércio saibam que elas não estão acima do bem e do mal”. Segundo ele, os dois potes de doce de leite sem açúcar que havia escolhido tinham um preço muito menor na prateleira do que o valor cobrado no caixa, o que o motivou a gravar o vídeo.

Até o momento, Fábio de Melo não comentou as declarações do ex-gerente.

Vale lembrar: o Código de Defesa do Consumidor garante que, em caso de divergência entre o preço exibido e o valor no caixa, o consumidor tem o direito de pagar o menor valor.

Novidade na Netflix: Filme inspirador baseado em uma história real vale cada centavo da sua assinatura

Novidade na Netflix: Filme inspirador baseado em uma história real vale cada centavo da sua assinatura

Se você está em busca de um filme que aquece o coração sem escorregar na pieguice, “Nonnas”, a nova aposta da Netflix, é uma pedida certeira. Lançado em maio de 2025, o longa estrelado por Vince Vaughn é uma comédia dramática baseada na tocante e verídica história de Joe Scaravella — um homem comum que, em meio ao luto e ao vazio, encontrou na cozinha das “avós do mundo” uma nova razão para viver.

A trama acompanha Joe (Vaughn), um nova-iorquino que, após perder a mãe e a avó, decide mudar radicalmente de vida: ele vende tudo, larga o emprego e usa o dinheiro do seguro de vida para abrir um restaurante inusitado em Staten Island. A proposta? Contratar senhoras imigrantes — as chamadas “nonnas” — para cozinharem pratos típicos de seus países de origem.

Com direção sensível de Stephen Chbosky (As Vantagens de Ser Invisível), o filme equilibra humor, emoção e boas doses de nostalgia. Susan Sarandon, Lorraine Bracco, Talia Shire e Brenda Vaccaro entregam atuações comoventes como as avós-chefs que trazem suas memórias, traumas e segredos para a cozinha, transformando o restaurante num ponto de encontro de gerações e culturas. Linda Cardellini e Joe Manganiello completam o elenco, oferecendo contrapesos cômicos e românticos na medida certa.

Nonnas é, acima de tudo, uma celebração da comida como afeto e da sabedoria que vem com a idade — temas que raramente ganham protagonismo em grandes produções. A estética acolhedora, trilha sonora suave e diálogos afiados fazem do filme uma experiência reconfortante, ideal para quem busca algo leve, mas não superficial.

A crítica aprovou e o público respondeu à altura: Nonnas alcançou rapidamente o primeiro lugar no ranking da Netflix nos EUA e figura no top 10 de dezenas de países. E não é para menos — poucos filmes conseguem unir autenticidade, carisma e uma mensagem tão clara sobre resiliência e pertencimento.

Em tempos de conteúdo descartável, Nonnas se destaca como uma história real que emociona sem forçar a barra. Um lembrete carinhoso de que ainda há espaço para filmes com alma.

Preta Gil dá detalhes sobre seu tratamento nos Estados Unidos: “Vou voltar curada”

Preta Gil dá detalhes sobre seu tratamento nos Estados Unidos: “Vou voltar curada”

A cantora Preta Gil, de 50 anos, embarcou em uma nova etapa de sua luta contra o câncer. Ela está nos Estados Unidos para uma série de consultas e exames com especialistas em oncologia, em busca de tratamentos inovadores e ainda em fase experimental. A artista deixou o Brasil na última segunda-feira (13), acompanhada de sua equipe médica e dos amigos Marcelo Azevedo e Malu Barbosa.

Nesta quarta-feira (14), Preta realiza uma consulta no Virginia Cancer Institute, em Washington, com um médico americano especializado no tipo de câncer que ela trata desde janeiro de 2023. O objetivo é avaliar se ela poderá participar de protocolos experimentais voltados ao combate da doença. Após os exames, a cantora segue para Nova York, onde será avaliada por médicos do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, um dos centros de referência em oncologia dos Estados Unidos.

A artista compartilhou detalhes emocionados sobre o momento com amigos e familiares por meio de uma mensagem enviada em um grupo de WhatsApp. “Estou indo a Washington para ter uma consulta com um médico que tem um protocolo muito bom para o câncer que eu tenho. Estou morrendo de medo, mas estou também com o coração transbordando de amor, pelo amor que vocês me dão, que é fundamental para que eu suporte tudo isso”, escreveu. “Vai dar tudo certo. Vou voltar curada, se Deus quiser.”

No fim de 2023, Preta Gil já havia encerrado uma etapa importante do tratamento no Brasil, após a retirada do tumor no intestino, além do útero, e a reconstrução do trato intestinal. No entanto, em agosto de 2024, ela anunciou a retomada da quimioterapia após a descoberta de novos focos da doença em quatro regiões do corpo. Em dezembro, passou por uma cirurgia complexa, com duração superior a 18 horas, para a remoção de tumores nos linfonodos, no ureter e no peritônio.

Em recente participação no programa Domingão com Huck, a filha de Gilberto Gil falou sobre a decisão de continuar o tratamento fora do país. “Sou grata por passar por tudo isso podendo me tratar com dignidade. Entro em uma fase difícil. No Brasil, já fizemos tudo que podíamos, agora a minha chance de cura está no exterior, e é para lá que eu vou”, afirmou.

Apesar das incertezas, Preta Gil se mostra confiante e amparada pelo carinho que recebe. “Já estou com saudades. Não sei como vou viver sem vocês. Mas vai dar certo”, disse na mensagem aos amigos. Com fé e esperança, ela reafirma seu objetivo nesta nova fase: voltar curada.

A nova série romântica com 8 episódios na Netflix que vai te envolver e te fazer suspirar

A nova série romântica com 8 episódios na Netflix que vai te envolver e te fazer suspirar

“Realeza” é a nova aposta da Netflix no universo das produções indianas, trazendo uma comédia romântica envolvente que explora os contrastes entre a realeza tradicional e o mundo corporativo moderno. Com direção de Priyanka Ghose e criação de Rangita Pritish Nandy e Ishita Pritish Nandy, a série estreou no dia 10 de maio de 2025, e já atraiu a atenção de espectadores ao redor do mundo. A trama gira em torno de um príncipe moderno, preso entre as exigências de sua posição e seus próprios sonhos, e uma jovem empreendedora determinada a afirmar sua independência em uma sociedade ainda muito conservadora.

O encontro acidental dos protagonistas, em um evento de negócios, dá início a uma dinâmica de poder e sedução que se desenrola ao longo dos episódios. O contraste entre os mundos do príncipe e da empreendedora é palpável, gerando situações de provocação que rapidamente se transformam em um jogo de interesses e sentimentos. O que começa como uma atração aparentemente superficial vai se aprofundando, revelando as lutas internas e os desafios que ambos enfrentam ao tentar equilibrar suas ambições e os papéis impostos pelas suas origens.

O grande destaque de Realeza está na química entre os protagonistas, Bhumi Pednekar e Ishaan Khatter. Embora não sejam amplamente conhecidos no Brasil, ambos demonstram grande talento e entregam performances que cativam desde os primeiros momentos. A leveza e a naturalidade com que lidam com suas personagens tornam a trama ainda mais envolvente, principalmente por estarmos diante de um gênero que exige uma conexão autêntica entre os personagens principais.

A série também se destaca pela ausência dos efeitos exagerados e das sequências dramáticas que muitas vezes marcam as produções de Bollywood. Ao invés disso, Realeza aposta em uma abordagem mais sutil e charmosa, sem perder a essência da comédia romântica, o que certamente agradará ao público que busca um conteúdo mais suave e divertido para descontrair após um longo dia.

Embora ainda faltem informações mais aprofundadas sobre o desenrolar da história, é inegável que Realeza oferece uma experiência leve e agradável, ideal para quem busca uma produção descontraída, mas com uma narrativa que envolve questões de identidade, ambição e amor. A trama toca em temas universais e ainda assim consegue explorar as peculiaridades de uma sociedade indiana moderna, com uma boa dose de humor e romance.

Em resumo, Realeza é uma série que vale a pena dar uma chance. A combinação de atores talentosos, uma história interessante e uma atmosfera leve faz dela uma boa escolha para quem procura uma comédia romântica refrescante e envolvente.

Nova série da Netflix se torna fenômeno instantâneo e lidera o TOP 10 em 87 países

Nova série da Netflix se torna fenômeno instantâneo e lidera o TOP 10 em 87 países

A Netflix acertou em cheio com “O Eternauta”, nova série argentina baseada na icônica HQ de Héctor Germán Oesterheld e Francisco Solano López. Lançada em 2024, a produção não apenas conquistou os fãs da obra original, como também se tornou um fenômeno global, liderando o TOP 10 da plataforma em nada menos que 87 países.

Ambientada em uma Buenos Aires dos anos 1950, a trama acompanha Juan Salvo (vivido por Ricardo Darín, em uma atuação poderosa), um homem comum que vê sua vida virar de cabeça para baixo após uma nevasca radioativa — parte de uma invasão alienígena — cair sobre a cidade. Ao lado de sua família e de um grupo de sobreviventes, Juan tenta resistir à ameaça silenciosa que toma conta do planeta.

Com direção de Bruno Stagnaro, a série é ao mesmo tempo uma obra de ficção científica envolvente e uma metáfora política contundente. A narrativa ecoa as críticas sociais da HQ original, escrita em plena efervescência política da Argentina, e faz paralelos com temas atuais como autoritarismo, desinformação e resistência popular.

Visualmente, O Eternauta impressiona. A ambientação caprichada recria com precisão a atmosfera gelada e opressora de uma cidade sitiada, enquanto os efeitos visuais — usados com parcimônia — intensificam o sentimento de isolamento e perigo constante. A direção de arte e a trilha sonora contribuem para o clima sombrio que acompanha cada episódio.

O sucesso da série não é surpresa: O Eternauta era aguardada há anos como uma das adaptações mais ambiciosas da Netflix na América Latina. E o resultado entregou o que prometeu — e mais. Além de encantar o público argentino, a série despertou a curiosidade de espectadores ao redor do mundo, figurando entre os títulos mais assistidos da plataforma em idiomas não-ingleses.

Mais do que uma simples aventura pós-apocalíptica, O Eternauta é um retrato do medo e da coragem em tempos extremos. É também um lembrete de que, em meio ao colapso, a solidariedade e o senso coletivo ainda podem ser as maiores armas da humanidade.

Quer um carro para a vida toda? Mecânicos indicam as duas marcas que menos dão problemas

Quer um carro para a vida toda? Mecânicos indicam as duas marcas que menos dão problemas

Na hora de escolher um carro, muitos motoristas têm uma preocupação em comum: evitar problemas mecânicos e visitas frequentes à oficina. Afinal, ninguém quer investir em um veículo que mais dá trabalho do que mobilidade. Pensando nisso, o influenciador automotivo Juliwheels resolveu fazer uma pergunta direta a quem entende do assunto: “Qual marca de carro dá menos problema?”

A resposta, publicada pelo jornal El Confidencial, chamou atenção e confirmou o que muitos já suspeitavam: Toyota e Volkswagen lideram quando o assunto é confiabilidade, segundo os mecânicos ouvidos.

A Toyota recebeu elogios enfáticos. Os profissionais destacaram a engenharia simples e eficiente dos carros da marca japonesa, o que facilita reparos e colabora para a durabilidade do veículo. O modelo Corolla, por exemplo, foi apontado como um verdadeiro símbolo de resistência, sendo comum encontrar unidades com centenas de milhares de quilômetros rodados ainda em ótimo estado.

A Volkswagen também não ficou para trás. Seus modelos, especialmente os mais antigos, foram citados por apresentarem uma mecânica robusta, além de peças com ampla disponibilidade no mercado. Isso torna os carros da montadora alemã uma escolha inteligente para quem quer economia e confiabilidade no dia a dia.

Outra marca mencionada foi a Honda, com destaque para o modelo Civic. Mais uma japonesa na lista, a fabricante reforça a fama de que a engenharia do país é sinônimo de qualidade e longa vida útil.

Embora todo carro precise de cuidados e manutenção regular, optar por marcas com histórico de menor índice de falhas pode representar um bom negócio no longo prazo. Para quem está de olho em um carro “para a vida toda”, Toyota, Volkswagen e Honda aparecem como apostas seguras e econômicas.

Você já teve experiência com algum carro dessas marcas?

Pequeno gesto que você faz em restaurantes revela muito sobre sua personalidade

Pequeno gesto que você faz em restaurantes revela muito sobre sua personalidade

Você já percebeu como pequenos gestos no dia a dia dizem muito sobre quem somos? Um exemplo curioso é o que acontece em restaurantes: muitas pessoas têm o hábito de organizar pratos, talheres e guardanapos após a refeição. Mas o que parece apenas um sinal de boa educação pode, na verdade, revelar traços profundos da sua personalidade.

O que significa organizar o prato no restaurante?

Esse comportamento é classificado como um ato pró-social — ou seja, uma atitude voluntária destinada a ajudar alguém, sem esperar nada em troca. Segundo o estudo “Educação para pró-sociabilidade: uma lição de cidadania?”, publicado no SciELO Brasil, essas ações demonstram empatia, cooperação e respeito pelo próximo.

O psicólogo Martin Hoffman, referência no tema, afirma que a empatia é a base dos comportamentos pró-sociais. Ela nos permite compreender e compartilhar sentimentos, o que nos motiva a agir de forma altruísta.

A construção da empatia

Pesquisas da Universidade de Coimbra, em Portugal, mostram que a empatia e o comportamento pró-social caminham juntos desde a infância. O estudo, feito com crianças entre 3 e 6 anos, identificou que aquelas com maior empatia também apresentavam mais atitudes de ajuda e cooperação com os outros.

Ou seja, quem hoje recolhe os pratos no restaurante provavelmente já demonstrava essa sensibilidade desde cedo.

A disposição para ajudar sem ser solicitado também está ligada a traços como humildade e respeito, independentemente da posição social da outra pessoa. Pessoas humildes reconhecem o valor do trabalho alheio e costumam evitar atitudes de superioridade. Ao ajudar o garçom, elas expressam esses valores de forma prática e sincera.

Outro ponto importante: quem toma a iniciativa de colaborar com o garçom demonstra proatividade. Em vez de esperar um pedido, essas pessoas identificam oportunidades de ajudar e agem imediatamente. Isso mostra responsabilidade social e um compromisso com o bem-estar coletivo.

Como desenvolver mais empatia?

A empatia é uma habilidade que pode (e deve) ser desenvolvida. Além de estar ligada ao aprendizado desde a infância, ela também se molda pelas nossas experiências sociais ao longo da vida. Exercitar a escuta ativa, tentar compreender as dificuldades dos outros e praticar pequenos gestos de gentileza são formas de fortalecer esse sentimento.

Por que os pequenos gestos dizem tanto sobre você?

Segundo artigo publicado na Redalyc, atitudes cotidianas revelam os valores que carregamos. Quando alguém ajuda sem ser solicitado, isso geralmente não acontece por obrigação, mas porque a pessoa reconhece o esforço do outro e deseja contribuir.

Então, da próxima vez que você empilhar os pratos ou recolher os guardanapos em um restaurante, saiba que está fazendo muito mais do que “ajudar o garçom”. Esse gesto carrega significados importantes: empatia, humildade, proatividade e responsabilidade social.

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