Muito usado por quem corta açúcar, adoçante é suspenso pela Anvisa; entenda o que aconteceu

Muito usado por quem corta açúcar, adoçante é suspenso pela Anvisa; entenda o que aconteceu

Quem costuma fuçar rótulo atrás de “açúcar zero” ou testar novidades do mundo fitness já deve ter esbarrado em nomes menos conhecidos na lista de ingredientes.

Um deles é a alulose — e foi justamente um produto feito com essa substância que virou alvo de restrição no Brasil nesta semana.

A Anvisa proibiu a comercialização de um produto à base de alulose no país, conforme publicação no Diário Oficial da União de 22 de dezembro de 2025.

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A medida atinge todos os lotes do adoçante ligado à empresa Sainte Marie Importação e Exportação, que ficam impedidos de vender, importar e usar o item.

O motivo apresentado é direto: a alulose não está na lista de substâncias autorizadas para uso no Brasil dentro desse tipo de produto.

Na prática, quando um ingrediente não tem permissão formal para circular aqui, a agência pode barrar a oferta para evitar que ele apareça nas prateleiras sem passar pelo filtro regulatório.

A alulose é vista lá fora como um adoçante de perfil “alternativo”, mas por aqui entra na categoria de ingrediente novo, justamente por não ter histórico de consumo seguro reconhecido no país.

E, nesse cenário, não basta ser tendência em outros mercados: o caminho passa por avaliação específica antes de virar ingrediente liberado.

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É aí que entra a parte técnica: a Anvisa costuma exigir que as empresas apresentem evidências técnico-científicas sobre segurança e qualidade, cobrindo desde como o ingrediente é produzido até possíveis efeitos no organismo.

Sem esse pacote de dados analisado e aceito, o ingrediente não ganha sinal verde — e produtos que dependem dele ficam vulneráveis a ações como a publicada agora.

No mercado, a decisão trava a circulação dos itens associados à Sainte Marie e reforça um recado para quem quer lançar “novidades” em alimentos e adoçantes: regularização vem antes do marketing.

Para o consumidor, vale a regra simples do dia a dia: olhe a lista de ingredientes, desconfie de produtos que tragam alulose como destaque e prefira versões com componentes já aprovados no Brasil, especialmente quando se trata de adoçante de uso frequente.

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Esse filme com Richard Gere revela o vazio silencioso da vida adulta — e a dança vira fuga emocional

Esse filme com Richard Gere revela o vazio silencioso da vida adulta — e a dança vira fuga emocional

Tem dias em que a vida funciona “bem demais”: emprego ok, casa ok, família ok… e, ainda assim, fica um buraco mudo ali no meio, difícil até de explicar.

Dança Comigo? (título original Shall We Dance?) encosta exatamente nesse incômodo — e faz isso sem discursos, usando um detalhe simples do cotidiano: um cara que olha pela janela do trem e, por alguns segundos, sente que ainda dá tempo de respirar diferente.

No filme (2004), Richard Gere vive John Clark, um advogado bem-sucedido que repete o mesmo caminho trabalho–casa como se estivesse no piloto automático.

Ele ama a esposa, Beverly (Susan Sarandon), e tem filhos, mas carrega aquela sensação de “era isso?” que muita gente reconhece e quase ninguém admite em voz alta.

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Numa dessas passagens de trem, ele vê Paulina (Jennifer Lopez) na janela de uma escola de dança e, meio sem planejar muito, se matricula nas aulas.

A sacada mais interessante é que o filme não transforma a dança em “cura mágica”. A dança vira uma válvula de escape porque dá um tipo de liberdade que a vida adulta costuma apertar: errar sem consequência gigante, aprender algo do zero, suar por prazer, ser ruim em público e continuar ali.

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Só que o preço vem junto: John esconde as aulas, inventa desculpas, cria distância — e esse segredo começa a cutucar o casamento, não por maldade, mas por medo de admitir que ele estava vazio por dentro.

O elenco sustenta bem essas camadas. Gere faz o John com aquela timidez contida que combina com alguém que passou tempo demais tentando “dar conta de tudo”.

Sarandon traz uma Beverly esperta e sensível, que percebe que tem algo fora do lugar mesmo quando ninguém verbaliza.

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E Stanley Tucci, como Bob (amigo do John), injeta energia e humor sem virar caricatura, servindo como contraste: alguém que se permite sentir as coisas na lata.

Na direção, Peter Chelsom conduz a história num tom de comédia romântica com drama leve, e o roteiro é da Audrey Wells.

Vale um detalhe que muda o jeito de assistir: esse filme é um remake americano do japonês Shall We Dance? (1996), e parte da conversa crítica gira em torno do que se perde quando a história troca de contexto cultural.

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E dá pra perceber isso na recepção: no Rotten Tomatoes, a aprovação crítica ficou em 47% (com 156 críticas listadas), com o comentário recorrente de que a versão dos EUA simplifica nuances do original.

Ainda assim, ele não foi um fiasco: a bilheteria mundial passou de US$ 170 milhões (e o filme teve desempenho comercial razoável nos EUA, segundo dados de época).

Outro ponto que ajuda a “vender” a emoção é a música: o repertório puxa para ritmos e faixas que combinam com a descoberta tardia de prazer e presença (tem, por exemplo, “Sway” na trilha lançada como álbum do filme).

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Perda da guarda, agressão: entenda a polêmica entre Letícia Birkheuer e o filho de 14 anos que expôs tudo nas redes sociais

Perda da guarda, agressão: entenda a polêmica entre Letícia Birkheuer e o filho de 14 anos que expôs tudo nas redes sociais

Quando uma disputa de guarda sai do papel e vai parar nas redes sociais, cada postagem vira parte do caso — e, muitas vezes, o que deveria ficar restrito ao processo passa a ser debatido em público.

Foi nesse cenário que o nome de Letícia Birkheuer voltou a repercutir, depois que ela falou abertamente sobre o conflito judicial com o ex-marido, Alexandre Furmanovich, envolvendo João Guilherme, de 14 anos.

A confusão ganhou força na terça-feira (23), quando a atriz usou as redes para comentar o afastamento do filho.

No relato, ela disse que o adolescente vive com o pai desde 2021 e que tenta, na Justiça, retomar a guarda.

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Também afirmou estar emocionalmente esgotada e citou um gasto alto com advogados e ações ao longo do processo.

No desabafo, Letícia descreveu situações do dia a dia para ilustrar a distância: roupas do filho guardadas em casa que já não serviriam mais, mudanças feitas no quarto esperando uma visita e mensagens enviadas sem retorno.

Segundo ela, o menino a bloqueou no WhatsApp, e a falta de contato virou um dos pontos mais dolorosos do momento.

Depois da repercussão, Alexandre Furmanovich apareceu em vídeo ao lado de João Guilherme para apresentar a versão deles.

O adolescente disse que não aguenta mais ser exposto publicamente e reclamou que a mãe estaria usando o caso para gerar engajamento.

A fala do garoto foi direta: ele se coloca como alguém que quer ter privacidade e não quer ver sua vida pessoal virando conteúdo.

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No mesmo vídeo, João Guilherme também trouxe uma acusação mais grave: afirmou que não se sente seguro para voltar à casa da mãe por causa do que teria acontecido na última visita.

De acordo com ele, houve uma situação de contenção física envolvendo um enfermeiro contratado, com relato de “mata-leão” e agressões durante uma tentativa de sair do local.

O garoto ainda citou que se sentiu “forçado” a estar lá e disse que quer ter seus direitos respeitados, mesmo com a regra de convivência com ambos os responsáveis.

Com o assunto espalhado, Letícia voltou a se pronunciar para contestar o que foi dito. Ela negou que tenha havido agressão como o filho descreveu e afirmou que a contenção teria sido feita apenas para impedir que ele saísse correndo e se colocasse em risco.

A atriz também declarou que existe orientação médica para que as visitas ocorram com a presença de um profissional, e usou isso para justificar por que havia um enfermeiro no local.

Além de rebater a acusação, Letícia atribuiu a situação ao que chamou de influência do ex-marido sobre o adolescente, citando “alienação” como argumento.

Ela ainda criticou a rotina do filho sob a guarda do pai: disse que ele estaria sem disciplina, com hábitos alimentares ruins, sem esportes e com desempenho escolar abaixo do que tinha antes, chegando perto de repetir o ano.

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“Ela continua me usando como objeto”, diz filho de Letícia Birkheuer em vídeo bombástico sobre relação com a mãe

“Ela continua me usando como objeto”, diz filho de Letícia Birkheuer em vídeo bombástico sobre relação com a mãe

Quando uma briga de família sai do fórum e vai parar no feed, todo mundo vira comentarista — e, no meio disso, tem um adolescente pedindo para não ser “pauta”.

Foi esse o tom do vídeo publicado pelo empresário Alexandre Furmanovich ao lado do filho, João Guilherme, de 14 anos, em que o garoto reclama da exposição e diz que a relação com a mãe, a atriz Letícia Birkheuer, virou um conflito permanente nas redes.

No desabafo, João afirma que já pediu para a mãe parar de falar dele no Instagram e diz que ela “continua me usando como objeto para alcançar engajamento”, além de mencionar incômodo por ver seu rosto circulando em sites de notícias.

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Ele também diz que foi pressionado a viajar ao Rio de Janeiro contra a vontade e que se sente capaz de decidir com quem quer morar e conviver.

O vídeo aparece depois de Letícia publicar uma carta aberta falando sobre a disputa pela guarda e a distância do filho.

Na postagem, ela diz estar exausta e relata ter gasto mais de R$ 1 milhão na Justiça tentando retomar a convivência, afirmando que existe “alienação” reconhecida no processo e que, por isso, passariam o Natal separados.

A CNN Brasil relata que a disputa judicial se arrasta há anos e que João vive atualmente com o pai em São Paulo; segundo Alexandre, o filho mora com ele desde dezembro de 2021, por decisão tomada no Judiciário.

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No mesmo pacote de acusações, João também relata um episódio ocorrido durante uma visita à casa da mãe, no Rio, dizendo que tentou sair do local e que teria sido imobilizado por um enfermeiro contratado. Ele afirma que o caso foi registrado em delegacia.

Letícia, por sua vez, contestou a versão do filho e do ex. Em vídeo citado pela CNN, ela afirma que havia recomendação médica para a presença do enfermeiro e que o profissional só conteve o adolescente após ele correr para a rua; ela também diz que o conteúdo gravado com o pai traz “inverdades” e atribui a situação a alienação parental.

Assista ao vídeo aqui.

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Médico brasileiro explica porquê Robbie Williams está ficando cego por uso de Mounjaro e faz alerta

Médico brasileiro explica porquê Robbie Williams está ficando cego por uso de Mounjaro e faz alerta

“Os jogadores eram só borrões num campo verde.” A frase é do próprio Robbie Williams ao contar que, há um tempo, vem percebendo a visão cada vez mais embaçada — e que passou a desconfiar de uma relação com injeções para emagrecer, citando o Mounjaro.

O ponto aqui é importante: ele falou em suspeita, não em diagnóstico fechado.

Segundo relatos publicados na imprensa, o cantor disse que já foi ao oftalmologista por causa do problema.

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Nas redes, o médico brasileiro Dr. Juan Lambert gravou um vídeo pegando esse caso como gancho para um alerta: esse tipo de caneta “viralizou”, muita gente tem usado fora de indicação e sem acompanhamento, e isso aumentaria o risco de problemas — inclusive os relacionados à visão.

O que a ciência e os órgãos de saúde colocam na mesa hoje é o seguinte: existe, sim, discussão séria sobre eventos oculares raros com remédios dessa classe, mas isso está longe de significar que “todo mundo vai ficar cego”.

Um dos pontos mais citados é uma condição chamada NAION (uma “isquemia” no nervo óptico), que pode levar à perda de visão.

Em 2025, o comitê de segurança da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) concluiu que a NAION é um efeito colateral muito raro de medicamentos com semaglutida (como Ozempic/Wegovy) e recomendou atualizar a bula; a orientação é procurar o médico sem demora se houver perda súbita de visão ou piora rápida da vista.

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E o Mounjaro, especificamente? O princípio ativo dele é a tirzepatida. Estudos observacionais recentes (com pacientes com diabetes tipo 2) analisaram semaglutida e tirzepatida e encontraram associação com maior risco de NAION e de outros distúrbios do nervo óptico — ainda que o risco absoluto seja baixo.

Esse tipo de estudo não prova causa e efeito, mas reforça o recado: sintoma visual não é “detalhe”.

Além disso, as próprias bulas chamam atenção para complicações de retinopatia diabética em quem já tem histórico (e orientam o paciente a avisar o médico se notar mudanças na visão). Isso aparece tanto em documentos de semaglutida quanto de tirzepatida.

Na prática, o “porquê” do alerta costuma passar por três caminhos bem diretos:

Efeito raro no nervo óptico (NAION): evento incomum, mas potencialmente grave; quando acontece, o tempo para avaliação conta.

Retinopatia diabética: quem já tem doença na retina pode precisar de acompanhamento mais de perto ao usar esses remédios.

Oscilações de glicose e ajustes rápidos: em pessoas com diabetes (ou com variações grandes de açúcar no sangue), mudanças podem bagunçar a visão e confundir a investigação, por isso o médico precisa saber tudo o que o paciente está usando.

Alerta prático: se você usa Mounjaro/Ozempic/Wegovy ou similares e perceber visão piorando, embaçando de forma diferente do habitual, ou qualquer mudança repentina, o caminho seguro é procurar atendimento médico e relatar o uso do medicamento — e, se você tem diabetes/retinopatia, manter acompanhamento regular.

Assista ao vídeo aqui.

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Fonte: EMA

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Constelação familiar pode ser banida da Justiça após aprovação em comissão da Câmara

Constelação familiar pode ser banida da Justiça após aprovação em comissão da Câmara

Nos últimos anos, vários tribunais passaram a testar “técnicas” e práticas fora do repertório tradicional do Direito para tentar destravar acordos e reduzir a quantidade de processos.

Só que, quando a conversa envolve família, violência e situações de alta vulnerabilidade, a régua de cuidado precisa ser bem mais alta — e é exatamente nesse ponto que a constelação familiar sistêmica virou alvo de contestação dentro e fora do Judiciário.

No dia 10, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2166/24.

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O texto impede o uso da constelação familiar sistêmica em qualquer área do Poder Judiciário, inclusive quando ela é apresentada como alternativa para resolver conflitos sem sentença (as chamadas formas “alternativas” de solução).

A proposta atinge uma prática que, segundo o debate público sobre o tema, já vinha sendo aplicada em pelo menos 16 estados e no Distrito Federal, especialmente em contextos como Varas de Família.

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Ao mesmo tempo, a resistência é forte: o Conselho Federal de Psicologia trata a constelação como pseudociência e aponta risco de revitimização, com atenção redobrada para casos de violência doméstica, em que a condução inadequada pode expor a vítima a novas pressões e constrangimentos.

O PL é de autoria do deputado Duda Ramos (MDB-RR) e teve parecer favorável da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO). A matéria segue em tramitação na Câmara.

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Filme apontado como favorito ao Oscar 2026 chega ao streaming cercado de polêmicas

Filme apontado como favorito ao Oscar 2026 chega ao streaming cercado de polêmicas

A conversa sobre “filme do ano” já não espera mais a temporada de premiações: hoje ela começa no cinema e continua rapidinho no sofá.

A janela entre a estreia e o streaming encolheu tanto que, quando o burburinho do tapete vermelho ainda está quente, muita gente já está assistindo em casa — e comparando, cena a cena, com o que pode aparecer forte no Oscar.

No embalo dessa lógica, “Uma Batalha Após a Outra”, apontado por muita gente como o nome mais comentado para o Oscar 2026, acaba de entrar no catálogo da HBO/Max neste fim de 2025. É o tipo de lançamento que chega com rótulo de “candidato sério” antes mesmo de a poeira baixar.

A trama se passa em um Estados Unidos governado por um regime fascista e acompanha a rotina (e o desgaste) de uma guerrilha comunista que atua na clandestinidade.

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Paul Thomas Anderson dirige e também assina o roteiro, com Leonardo DiCaprio, Benicio Del Toro, Teyana Taylor e Sean Penn no elenco principal — um pacote que, sozinho, já puxa atenção de festival e de academia.

Logo de cara, o filme faz questão de atropelar qualquer expectativa de “introdução calma”.

A crítica da Fórum destaca que os primeiros 15 minutos estão entre os mais acelerados do cinema recente: trilha em alta rotação (Jonny Greenwood, do Radiohead, no comando), ação imediata e o grupo guerrilheiro French 75 entrando em cena numa operação para libertar imigrantes mantidos em um campo de concentração.

É um começo que joga o público no meio do caos sem pedir licença.

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A líder do French 75 é Perfidia Beverly Hills (Teyana Taylor), e a dinâmica do grupo ganha outra camada com Bob Ferguson (Leonardo DiCaprio), um revolucionário cheio de hesitações, paranoias e atitudes que beiram o caricato.

O filme, porém, não se preocupa em “explicar tudo” ou desenhar uma linha moral mastigada: ao longo de cerca de três horas, ele prefere soltar pistas do que entregar respostas diretas sobre quem exatamente está sendo combatido, por quais meios e com quais consequências.

O roteiro mira, com mira curta, a política e a vida social dos EUA: guerras internas (raciais, econômicas, sexuais), teorias conspiratórias e a necessidade constante de fabricar inimigos para manter o país funcionando no modo conflito.

A pergunta que paira é incômoda e recorrente: quando a lógica de “guerra permanente” vira o motor principal de uma sociedade, o que sobra para qualquer ideia de futuro?

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A história se organiza em dois períodos. No primeiro, vemos a ascensão e a derrocada do French 75, pressionado por uma força do outro lado da balança: o general Steven Lockjaw (Sean Penn), um supremacista que tenta se aproximar da elite política e econômica e entende que, para subir, precisa esmagar a guerrilha — e ele faz isso com eficiência brutal.

A perseguição força Bob e Perfidia (grávida) a desaparecerem; depois do nascimento da filha, Perfidia retorna à ação, enquanto o cerco aperta.

O filme então salta 16 anos e reencontra Bob na clandestinidade, em frangalhos: alcoólatra, usuário pesado de maconha e consumido por paranoia.

A filha, já adolescente, tenta viver como qualquer jovem da idade, mas cresce sob controle rígido, sem celular e com a liberdade sempre no cabresto.

Nesse intervalo, a “revolução” vira mais decoração de parede do que prática: Bob se isola, coleciona símbolos e se agarra a referências do passado, como quem tenta não admitir que ficou para trás.

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É aí que a crítica aponta uma alfinetada clara de Anderson: a figura de Bob funciona como retrato de uma esquerda estadunidense desorganizada, frequentemente criticada por não conseguir responder ao avanço do fascismo.

E o texto ainda aciona uma camada literária importante: a história é livremente inspirada em Vineland, de Thomas Pynchon, o que ajuda a entender por que o filme mistura sátira, desespero e comentário político num mesmo pacote — sem a obrigação de ficar “redondinho”.

Quando Lockjaw volta ao tabuleiro e encontra o paradeiro de Bob, o filme puxa o gatilho para a reta final. Encurralado, Bob procura Carlos (Benicio Del Toro), um mestre de artes marciais que também lidera uma rede de apoio a imigrantes.

O contraste entre os dois vira um dos pontos mais fortes: de um lado, um revolucionário perdido e reativo; do outro, alguém guiado por disciplina, método e cabeça fria. A mensagem é direta sem ser panfletária: sem organização, o discurso vira ruído.

O roteiro também dá uma cutucada em gente que se recusa a acompanhar o tempo. Em um diálogo rápido com a filha, Bob tenta entender o que significa ser não binário, trava, desiste e se afasta.

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Não é uma cena longa, mas é sintomática: uma militância que não aprende a escutar, cedo ou tarde, fala sozinha.

Tecnicamente, o filme é tratado na crítica como candidato pesado a prêmios. Jonny Greenwood não entrega trilha “de fundo”: a música empurra ritmo, cria tensão constante e até coloca nervosismo em momentos mais cômicos, como se a ameaça estivesse sempre ali, respirando no cangote.

Anderson, por sua vez, parece brincar de precisão cirúrgica com câmera e montagem — a crítica cita uma perseguição na estrada em que a perspectiva alterna entre o carro de Bob e o da filha, com a câmera assumindo o movimento do veículo nas colinas e a edição acelerando a sensação de desorientação, do jeito que combina com uma sociedade armada, paranoica e vigiada por todos os lados.

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Sem transformar isso em comparação automática, a própria crítica coloca “Uma Batalha Após a Outra” como um trabalho que, em fôlego técnico, bate de frente com títulos gigantes do diretor, como “Magnólia” (1999) e “O Mestre” (2013).

Isso ajuda a explicar por que o filme já chegou ao streaming com cara de “assunto obrigatório” para quem acompanha corrida do Oscar.

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Rachadura colossal corta 13 países da África e cientistas dizem que um novo oceano já começou a nascer – veja fotos!

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Se você olhar para o mapa do leste africano e achar que ele parece “estável”, a geologia discorda. Existe ali uma linha de ruptura em andamento — lenta, contínua e real — que está esticando o continente por dentro.

A National Geographic destacou que a África passa por um processo de separação entre duas partes da sua placa tectônica: a subplaca Núbia e a subplaca Somali, que vêm se afastando ao longo do tempo.

Essa abertura não é um evento repentino: é um movimento que começou há milhões de anos e segue ativo, com sinais claros em algumas áreas.

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O ponto mais conhecido dessa movimentação é a região de Afar, no norte da Etiópia, onde o terreno já dá pistas do que acontece em profundidade. A partir dali, o processo avança em direção ao sul, acompanhando uma grande faixa de falhas e vulcões.

A “espinha dorsal” dessa mudança é o Sistema do Rift da África Oriental (EARS), uma enorme zona de fraturas onde a crosta terrestre está sendo puxada e afinada.

É um corredor geologicamente intenso, marcado por terremotos, vulcanismo e deformações do solo — o tipo de lugar onde a superfície pode rachar, afundar ou se deslocar alguns centímetros sem pedir licença.

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A fenda atravessa, total ou parcialmente, 13 países:

  • Etiópia
  • Quênia
  • Tanzânia
  • Uganda
  • Ruanda
  • Burundi
  • República Democrática do Congo (RDC)
  • Djibuti
  • Eritreia
  • Malawi
  • Moçambique
  • Somália (partes)
  • Zâmbia (partes)

O motor desse “rasgo” é a separação progressiva entre as placas, alimentada por calor vindo do interior da Terra. Em várias áreas, o magma sobe, pressiona a crosta e facilita o surgimento de falhas; em outras, o solo simplesmente estica até ceder.

Com o tempo, esse alongamento tende a rebaixar regiões inteiras, criando depressões que podem ser ocupadas por água — primeiro por lagos, depois por braços de mar, e, num cenário de escala geológica, por um oceano novo.

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Mesmo com essa lentidão, já existem efeitos práticos. Em trechos do Quênia e de outros pontos do rift, fissuras e deslocamentos do terreno já causaram danos em estradas e estruturas, além de exigir monitoramento constante por causa de terremotos e vulcões.

Para quem vive ali, não é “curiosidade científica”: é um fenômeno que interfere em deslocamento, obras, segurança e planejamento urbano.

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Esse tipo de separação entre placas não é novidade na história do planeta. Uma dinâmica parecida aconteceu quando África e América do Sul se afastaram, processo que abriu o Atlântico.

A diferença é que agora dá para acompanhar com medições modernas e registros frequentes — e entender, com mais clareza, como um continente começa a se dividir antes mesmo de virar mar.

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Fonte: NatGeo

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Ela acordou de uma cirurgia contra o câncer e percebeu algo bizarro: a tatuagem do braço estava na língua

Ela acordou de uma cirurgia contra o câncer e percebeu algo bizarro: a tatuagem do braço estava na língua

Reconstruções feitas com “peças” do próprio corpo são comuns em cirurgias oncológicas de cabeça e pescoço: médicos retiram um tecido de uma área e o reposicionam em outra, reconectando vasos com técnicas bem delicadas.

Às vezes, essa solução salva funções importantes — e, de quebra, pode carregar detalhes inesperados junto.

Foi o que aconteceu com a britânica Harriet Trewhitt, de 21 anos, em dezembro de 2025. Ela buscou atendimento depois de notar uma úlcera teimosa na língua que não melhorava. Após exames, veio o diagnóstico: carcinoma de células escamosas em estágio 2.

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No centro do tratamento, Harriet passou por uma cirurgia longa, com cerca de seis horas de duração.

Os médicos removeram metade da língua e, para reconstruir a área, usaram tecido retirado do antebraço dela — pele e vasos sanguíneos incluídos, como costuma ocorrer nesse tipo de reparo.

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O detalhe curioso: uma tatuagem pequena que ela tinha no braço acabou indo junto e ficou aparente na parte reconstruída da língua.

A recuperação também não foi simples. Além do pós-operatório complicado, ela precisou encarar uma cirurgia de emergência e fez radioterapia com feixe de prótons, modalidade que concentra a dose com mais precisão em alguns casos.

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Na reabilitação, Harriet passou por um processo intenso para retomar habilidades que muita gente só percebe que são complexas quando faltam: falar com clareza e engolir com segurança.

O relato dela viralizou por dois motivos ao mesmo tempo: o “carimbo” inesperado da tatuagem no novo tecido da língua e a forma direta como a jovem descreveu os desafios físicos e emocionais de atravessar um tratamento pesado tão cedo na vida.

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Você pode ter comprado: Anvisa proíbe remédios de duas marcas conhecidas e manda retirar das prateleiras

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Comprar remédio pela internet virou algo comum, mas isso não tira do caminho uma regra básica: medicamento só pode ser fabricado e oferecido por quem tem autorização específica para isso.

Foi exatamente esse tipo de verificação que levou a Anvisa a agir nesta terça-feira (23) contra itens vendidos em canais digitais ligados à Raia Drogasil S.A.

A agência determinou a suspensão imediata da venda e da divulgação de medicamentos das marcas Needs e Bwell comercializados nos sites da empresa.

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Na prática, a ordem manda retirar os produtos das prateleiras físicas e virtuais e veta qualquer tipo de anúncio, postagem, banner, campanha ou ação que incentive a compra.

O motivo apontado pela Anvisa é direto: a responsável pela oferta desses medicamentos não teria autorização para fabricá-los, uma exigência obrigatória no Brasil para esse tipo de atividade.

Sem essa permissão, o produto entra na categoria de irregular, e a resposta do órgão costuma ser interromper a circulação para reduzir risco ao consumidor e evitar que a propaganda empurre a demanda.

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A restrição não fica limitada à empresa. A determinação também alcança pessoas físicas, outras empresas e veículos de comunicação que, de alguma forma, estejam vendendo, anunciando ou promovendo os medicamentos das duas marcas — ou seja, a regra vale para quem coloca o item à venda e para quem ajuda a divulgar.

No mesmo pacote de medidas, a Anvisa também proibiu o comércio, a distribuição e o uso de produtos da marca Solubrillho Soluções de Limpeza, cobrindo todos os lotes fabricados até 14 de abril de 2024, conforme publicado pelo portal Metrópoles.

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Segundo o órgão, não foi possível identificar com segurança quem fabrica os itens, porque as embalagens não trazem CNPJ nem autorização de funcionamento — pontos que são exigidos pelas normas sanitárias.

A orientação ao consumidor é simples: não usar os itens alcançados pela decisão e checar procedência antes de comprar — especialmente em marketplaces e e-commerces.

Vale olhar se há registro/regularização, dados de fabricante e informações formais no rótulo (no caso de limpeza) e, quando for medicamento, desconfiar de oferta sem lastro claro de quem produz e de quem responde legalmente pelo produto.

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Gripe K chegou ao Brasil: os sinais que confundem com resfriado e fazem muita gente errar

Gripe K chegou ao Brasil: os sinais que confundem com resfriado e fazem muita gente errar

Quando a galera começa a lotar consultório com “tô quebrado, febre e dor no corpo”, a dúvida aparece na hora: é gripe de verdade, resfriado, covid… ou alguma novidade?

O termo “gripe K” entrou nessa conversa porque uma variação do influenza A(H3N2) — chamada subclado K (também descrita como J.2.4.1) — foi identificada no Brasil em dezembro de 2025, a partir de um caso importado no Pará, detectado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

O apelido assusta, mas aqui vai o ponto principal: não apareceu um “vírus novo” do nada. O que existe é uma mudança genética dentro do H3N2, algo que o influenza faz com frequência.

Por isso, o foco das autoridades tem sido menos “nome” e mais comportamento de circulação — e aí, sim, o subclado K chamou atenção.

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Lá fora, esse subclado ganhou espaço rápido em 2025. Relatórios da OMS apontaram aumento acelerado de detecções desde agosto de 2025 em diferentes países e reforçaram o acompanhamento, porque ele passou a dominar parte das amostras sequenciadas em algumas regiões.

Na linha do “melhor prevenir que correr atrás”, a OPAS também publicou alerta para as Américas destacando a expansão do subclado K e o risco de impacto em serviços de saúde quando vários vírus respiratórios circulam juntos.

O que muda na prática é a pergunta que interessa pra você: como separar gripe (influenza) de resfriado e outros vírus comuns logo no começo?

A primeira pista costuma ser o “combo” mais pesado. Na influenza (incluindo o H3N2 e suas variações), é comum aparecer febre alta + dor muscular forte + cansaço que derruba já nas primeiras horas, muitas vezes de um jeito bem repentino.

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Esse padrão foi justamente o que especialistas têm destacado quando falam do subclado K no noticiário.

Depois desse início mais intenso, entram sinais que muita gente associa a “gripe”: tosse e dor de garganta, que podem vir na sequência (nem todo mundo vai ter tudo).

O detalhe é que, na influenza, a pessoa frequentemente sente que o corpo “desliga”: levantar da cama, trabalhar, treinar ou estudar vira missão.

Já o resfriado costuma seguir outra lógica. Em vez de derrubar, ele tende a incomodar: coriza, espirros, nariz entupido e um mal-estar mais leve, com febre ausente ou baixa na maioria dos casos.

Ou seja, se o nariz está escorrendo muito, você espirra sem parar, mas ainda consegue tocar o dia (mesmo reclamando), isso combina mais com resfriado do que com influenza.

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Pra ficar bem direto, um jeito útil de diferenciar nos primeiros 1–2 dias é olhar para estas combinações:

Parece mais influenza (gripe): febre alta + dor no corpo marcante + prostração forte logo no início.

Parece mais resfriado: coriza/espirros dominando + desconforto moderado, sem “queda” grande de energia.

Tem um grupo que não pode ficar “observando pra ver se passa”: idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas (asma, DPOC, cardiopatias, diabetes, imunossupressão).

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Se alguém desses grupos começa com febre e abatimento forte, vale procurar avaliação médica mais cedo, porque influenza pode complicar, principalmente com acometimento pulmonar e piora de doenças de base.

Também é bom buscar atendimento sem enrolar quando aparecerem sinais de alerta, como falta de ar, dor no peito, confusão, vômitos persistentes ou piora progressiva.

E tem um motivo bem prático: existem antivirais para influenza que funcionam melhor quando iniciados no começo do quadro (em geral, nas primeiras 48 horas), e isso pode reduzir risco de complicações em quem precisa.

A pergunta que muita gente faz é: “essa gripe K é mais grave?” Até agora, o que a OMS e alertas regionais têm dito é que não há indicação consistente de aumento de gravidade clínica ligada ao subclado K; o destaque tem sido a disseminação e a antecipação da temporada em alguns locais.

E a prevenção continua bem “pé no chão”: vacina anual contra influenza (principalmente para grupos prioritários) e cuidados quando estiver sintomático — higiene das mãos, ambientes ventilados e, se estiver tossindo/espirrando, máscara ajuda a cortar transmissão.

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Fonte: IOC

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A verdade incômoda sobre Baba Vanga: previsões famosas que falharam feio

A verdade incômoda sobre Baba Vanga: previsões famosas que falharam feio

Todo fim de ano tem um ritual bem previsível nas redes: alguém resgata uma lista de “profecias” atribuídas a Baba Vanga, encaixa em um post com tom de alerta e pronto — o conteúdo se espalha como se fosse um calendário do futuro.

O detalhe é que, quando você vai atrás do básico (fonte, data, frase original), a história começa a desmanchar. E é aí que entra a pergunta que realmente importa: o que, de fato, dá pra checar?

Baba Vanga foi o apelido de Vangeliya Pandeva Gushterova (nascida em 1911 e morta em 1996), uma figura popular no Leste Europeu, conhecida por atendimentos espirituais e fama de vidente.

Só que existe um ponto que muda tudo: não há registro escrito confiável e padronizado das “previsões” dela — o que circula veio por relatos de terceiros e compilações que variam muito de um lugar pra outro.

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A própria falta de um arquivo verificável abre espaço para adaptações, traduções criativas e frases que aparecem do nada anos depois.

Essa bagunça de origem ajuda a explicar por que ela “acerta” com tanta facilidade no discurso de internet: quando uma frase é genérica, simbólica e sem data, fica simples colar em qualquer acontecimento depois que ele já aconteceu. E quando a frase nem dá pra confirmar que foi dita, mais simples ainda.

Algumas previsões atribuídas a Baba Vanga que não bateram com a realidade aparecem com frequência justamente porque são chamativas — e porque falharam de um jeito bem objetivo:

  • “Terceira Guerra Mundial” entre novembro de 2010 e outubro de 2014. O intervalo passou sem o conflito global anunciado.
  • Copa do Mundo de 1994 com final entre “dois países com B”. A leitura rendeu expectativa em torno de Bulgária, Brasil, Bélgica etc., mas a final real foi Brasil x Itália.
  • “O 45º presidente dos EUA seria o último.” A ideia rodou forte em posts e tabloides; na prática, houve sucessão presidencial normalmente depois de Donald Trump.
  • Pacote de “profecias para 2023” (explosão nuclear em usina, mudança na órbita da Terra, tempestade solar devastadora, arma biológica usada por superpotência, fim das gestações naturais). Essas listas circularam muito, mas não tiveram comprovação de origem e os eventos descritos não aconteceram como anunciado.

Quando você junta isso com o modo como essas listas nascem e se popularizam, a confiança fica ainda mais frágil.

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Pesquisas acadêmicas sobre a presença da Vanga na imaginação popular mostram como a figura dela virou um produto de mídia e internet no pós-morte, especialmente em ambientes onde boatos, recortes e “prints” ganham status de documento.

E portais brasileiros também citam que parte dessas profecias teria sido impulsionada por correntes e páginas conspiracionistas — ou seja, o caminho é mais “viral” do que histórico.

E sobre 2026, a lógica se repete: circulam previsões de contato com extraterrestres, desastres em grande escala, conflitos internacionais e tecnologia “revolucionária”. O ponto central é que não aparece um registro direto e verificável ligando essas frases à Vanga — só compilações reaproveitadas, traduzidas e remixadas conforme a pauta do momento.

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Preço no próximo ano: Há um motivo pouco comentado para o café não ficar barato em 2026

Preço no próximo ano: Há um motivo pouco comentado para o café não ficar barato em 2026

Se você teve a sensação de que o café “virou item de luxo” em 2025, não foi exagero. O começo do ano trouxe uma disparada que bateu recorde de inflação acumulada em 12 meses desde o início do real — e o susto foi tão grande que até apareceu “café fake”, feito com restos da lavoura.

O que muda em 2026 é a direção: a expectativa é de alívio nos preços, só que em ritmo lento. Traduzindo: deve cair, mas sem voltar ao patamar que a gente chamaria de “barato” no mercado.

O principal motivo é simples: a safra atual está com clima mais favorável, porém os cafezais ainda carregam as cicatrizes de uma sequência de anos ruins. Calor e seca derrubaram a produtividade em várias regiões, e a recuperação da planta não é imediata.

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Segundo Renato Garcia Ribeiro, pesquisador do Cepea, a oferta ainda não consegue acompanhar toda a demanda porque muitos talhões seguem em recomposição.

Esse freio na oferta ajuda a entender por que a queda tende a ser discreta — e por que qualquer recuo vira notícia. Em agosto, por exemplo, o café registrou baixa de 0,23%, a primeira desde dezembro de 2023.

O olhar do mercado para a virada do ano está especialmente voltado para a florada. Na segunda quinzena de dezembro e no início de 2026, a previsão de chuvas é um sinal positivo para essa fase, como aponta Cesar Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Florada bem “pegada” e chuva na medida certa são meio caminho para bons grãos mais adiante.

Mesmo assim, a conta não fecha de imediato. Se o volume de chuvas no primeiro trimestre for adequado, os grãos se desenvolvem melhor e a produção brasileira de arábica pode crescer, ajudando a recompor estoques globais.

Até essa produção virar café disponível de verdade, o mercado segue apertado: colheita começa por volta de abril, mas o produto costuma chegar com mais força ao comércio a partir de setembro — então o começo de 2026 ainda tende a ter oferta limitada.

Vale lembrar que o arábica, mais produzido no Brasil e geralmente preferido pelo sabor, é bem mais “exigente” com o clima.

Ele se desenvolve melhor em temperaturas na faixa de 18°C a 22°C, o que deixa a cultura mais sensível a extremos. E 2025 não foi um ano tranquilo: no Cerrado Mineiro, houve episódios de geada e atraso nas primeiras chuvas, segundo Ribeiro.

Além disso, clima “bom por algumas semanas” não resolve tudo. Ribeiro chama atenção para a instabilidade: depois de chuvas no fim de 2024, fevereiro e março tiveram cerca de 45 dias de calor e seca, o que atrapalhou o fim da safra.

E tem outro detalhe do cultivo que costuma passar batido fora do campo: o café tem bienalidade.

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Em outras palavras, após um ano de colheita mais forte, a planta tende a produzir menos no ciclo seguinte porque precisa se recompor; em 2026, muitos ramos ainda estarão se formando e só chegam ao ponto ideal no verão.

Nas palavras do pesquisador, a sequência de vários anos com clima abaixo do ideal ainda pesa, e parte das áreas continua em recuperação.

Do lado da demanda, o cenário também empurra os preços para cima. Alves observa que o consumo está maior enquanto os estoques no Brasil seguem baixos.

Para 2026/2027, a projeção do Itaú BBA é de produção mundial acima do consumo em 7 milhões de sacas, mas até esse “saldo” se materializar a disponibilidade de arábica deve continuar justa, com exportações possivelmente limitadas.

E a pressão não vem só daqui: compras internacionais seguem firmes. O texto do Itaú BBA cita aumento das aquisições dos Estados Unidos após o encerramento de uma tarifa elevada sobre o café brasileiro.

Somando isso ao consumo interno, o resultado é estoque esticado por mais tempo — e, com estoque curto, o preço demora a relaxar.

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Enquanto o arábica fica escasso, outro movimento ganha força: mais investimento no robusta. Ele não tem a mesma fama, mas é mais resistente a calor e seca, então virou alternativa estratégica em momentos de estresse climático.

Só que o consumidor não sente essa mudança na hora, porque uma lavoura leva cerca de dois anos para começar a produzir, como explica o consultor do Itaú BBA.

O impacto mais rápido aparece nos blends, aqueles cafés que misturam os dois grãos. Já está mais comum aumentar a proporção de robusta nessas combinações, e isso ajuda a segurar parte do repasse ao consumidor, como destaca o economista.

Em paralelo, o robusta funciona como uma ponte para atravessar meses com pouco arábica disponível — e, se a próxima safra vier melhor, aí sim o mercado pode ganhar um pouco mais de folga.

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Miguel perdeu o trono: Conheça o nome de menino mais registrado no Brasil no ano de 2025!

Miguel perdeu o trono: Conheça o nome de menino mais registrado no Brasil no ano de 2025!

Alguns nomes viram febre e, de um ano pro outro, trocam de posição como se fosse tabela de campeonato.

Em 2025, quem tomou a dianteira entre os meninos foi Ravi, deixando Miguel (figura carimbada no topo entre 2020 e 2023) para trás. Entre as meninas, Helena manteve o ritmo e ficou em 1º lugar pelo segundo ano seguido.

O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (22) com base no Portal da Transparência do Registro Civil, que reúne registros de nascimento feitos em cartórios do país.

A base é mantida pela Arpen-Brasil (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais), entidade que organiza e consolida esses dados.

Um detalhe que chama atenção no recorte recente: a liderança de Helena em 2024 e 2025 quebrou um período longo de domínio masculino no topo do ranking nacional.

Antes disso, o último nome feminino a fechar o ano em primeiro lugar tinha sido Maria Eduarda, em 2016, segundo a Arpen.

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Nomes mais registrados no Brasil em 2025 (geral)

  1. Helena – 28.271
  2. Ravi – 21.982
  3. Miguel – 21.654
  4. Maite – 20.677
  5. Cecilia – 20.378
  6. Heitor – 17.751
  7. Arthur – 17.514
  8. Maria Cecilia – 16.889
  9. Theo – 16.766
  10. Aurora – 16.506

Nomes femininos mais registrados em 2025

  1. Helena – 28.271
  2. Maite – 20.677
  3. Cecilia – 20.378
  4. Maria Cecilia – 16.889
  5. Aurora – 16.506
  6. Alice – 14.777
  7. Laura – 14.487
  8. Antonella – 10.436
  9. Isis – 10.378
  10. Heloisa – 9.703

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Nomes masculinos mais registrados em 2025

  1. Ravi – 21.982
  2. Miguel – 21.654
  3. Heitor – 17.751
  4. Arthur – 17.514
  5. Theo – 16.766
  6. Gael – 16.201
  7. Bernardo – 15.395
  8. Davi – 14.425
  9. Noah – 14.182
  10. Samuel – 14.021

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