Série turca alcança o 1º lugar na Netflix com Can Yaman como o lendário ‘Tigre da Malásia’

Série turca alcança o 1º lugar na Netflix com Can Yaman como o lendário ‘Tigre da Malásia’

Quem abriu a Netflix nos últimos dias provavelmente esbarrou em “Sandokan” aparecendo com força entre os títulos mais comentados.

A série, estrelada por Can Yaman, ganhou tração recente no catálogo e virou aposta certeira pra quem curte trama de ação com cara de superprodução.

Desta vez, a história chega em uma versão repaginada a partir dos romances clássicos do escritor italiano Emilio Salgari.

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E a ideia aqui não é “copiar e colar” o material antigo, e sim atualizar o ritmo e o jeito de contar a trajetória do pirata que ficou conhecido como o “Tigre da Malásia”.

No enredo, a narrativa volta ao Sudeste Asiático do século XIX e coloca Sandokan no centro de um conflito bem direto: ele enfrenta o avanço do domínio colonial britânico, enquanto tenta manter sua liderança e sobreviver ao jogo de interesses ao redor.

O resultado mistura sequências de combate, disputas de poder e tensão política sem perder a pegada de aventura.

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Nos bastidores, a produção é assinada pela Lux Vide, em parceria com a Rai Fiction, duas marcas que costumam apostar alto em projetos de apelo popular e visual caprichado.

E, com Can Yaman no papel principal, a série também chama atenção pelo peso de elenco e pelo carisma do protagonista — o tipo de combinação que ajuda a explicar por que “Sandokan” entrou no radar tão rápido.

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“Tenho prints e fotos”: amiga de jovem perdido no Pico Paraná ameaça expor o que ficou fora da TV

“Tenho prints e fotos”: amiga de jovem perdido no Pico Paraná ameaça expor o que ficou fora da TV

O caso do jovem Roberto, que passou quase cinco dias perdido na mata depois de uma trilha no Pico Paraná, voltou a esquentar — agora com troca de farpas em público, recados diretos nas redes sociais e um impasse que ainda não terminou na esfera jurídica.

Nos últimos dias, Roberto apareceu em entrevistas falando sobre o momento em que se separou da amiga, Thayane Smith, durante a descida.

Ele deixou claro que, na avaliação dele, ela não deveria ter seguido com outro grupo enquanto ele passava mal e ficou para trás.

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A resposta de Thayane veio no Instagram, em sequência de stories, com um tom bem mais combativo. Ela disse que pretende apresentar a própria versão e insinuou que existe material que, segundo ela, não chegou ao público.

Em uma das respostas a seguidores, afirmou que não quer ser lembrada como alguém que ficou calada — e avisou que está disposta a falar.

Thayane também mencionou que precisaria ir à delegacia antes de começar a publicar vídeos. Ela contou que quer gravar reels por partes, alegando que o que aconteceu é longo e que pretende explicar “desde o começo”, numa espécie de cronologia.

Em outra interação, ao ser pressionada para dizer logo o que aconteceu no dia da trilha, Thayane insistiu que vai detalhar o que, nas palavras dela, Roberto teria omitido.

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Foi aí que ela soltou uma das frases que mais repercutiu: disse ter “prints, fotos de coisinhas” e “provas” guardadas, sugerindo que houve coisa deixada de fora quando o caso apareceu na mídia.

Ela ainda acusou Roberto de contar uma versão “fantasiosa” e de se vitimizar, além de afirmar que teve conteúdo “cortado” na televisão. Em mensagens, reclamou que estaria se segurando para não prejudicá-lo, mas que, do jeito que a situação tomou, ela passou a se sentir atacada.

Enquanto essa disputa corre solta na internet, o caso segue com divergência entre as autoridades. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) avaliou o episódio e apontou omissão de socorro por parte de Thayane.

A proposta inclui que ela responda no Juizado Especial Criminal, com possibilidade de transação penal: indenização de cerca de R$ 4.863 a Roberto, pagamento aproximado de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul (que coordenou as buscas) e prestação de serviços comunitários por três meses junto aos bombeiros.

A Polícia Civil do Paraná, por outro lado, encerrou o inquérito com entendimento diferente: concluiu que não houve crime e recomendou o arquivamento por falta de indícios penais suficientes. Esse desencontro entre MP e Polícia é o que mantém a história “em aberto” no lado jurídico.

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O episódio começou na virada do ano. Roberto e Thayane subiram o Pico Paraná em 31 de dezembro, com a ideia de ver o nascer do sol. Na descida, em 1º de janeiro, eles se separaram.

Sem sinal de celular e já debilitado, Roberto acabou entrando em rota errada e ficou dias andando pela mata até alcançar uma área rural próxima a Antonina, onde conseguiu pedir ajuda.

As buscas mobilizaram bombeiros e voluntários. Roberto foi encontrado com vida após quase cinco dias, com desidratação leve e escoriações, passou por atendimento hospitalar e recebeu alta.

Agora, além do que pode acontecer no processo, a briga também virou disputa pública de versões — e Thayane garante que ainda tem coisa para mostrar.

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Médico aponta objeto que custa menos de R$ 2, previne infarto e AVC (e quase ninguém infelizmente leva a sério)

Médico aponta objeto que custa menos de R$ 2, previne infarto e AVC (e quase ninguém infelizmente leva a sério)

Tem coisa que a gente compra no caixa do mercado sem nem pensar — e que, quando você olha com mais carinho, parece “pequena” só no preço.

O fio dental é um desses casos. Nos últimos meses, ele virou assunto fora do consultório do dentista por um motivo bem direto: um estudo com acompanhamento longo encontrou uma ligação entre o hábito de usar fio dental e menor risco de AVC e de um tipo comum de arritmia (fibrilação atrial), que também aumenta o risco de derrame.

O gatilho dessa conversa foi um trabalho apresentado na International Stroke Conference 2025, encontro da American Stroke Association. A análise acompanhou 6.278 pessoas por 25 anos e comparou quem dizia usar fio dental com quem não usava.

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Resultado: quem relatou o uso teve menor risco de AVC isquêmico, menor risco de AVC cardioembólico (quando o coágulo sai do coração e vai parar no cérebro) e menor risco de fibrilação atrial.

Os números que mais chamaram atenção (e que circularam bastante nas repercussões) foram estes: em comparação com quem não usava fio, o grupo que usava apresentou 22% menos risco de AVC isquêmico, 44% menos risco de AVC cardioembólico e 12% menos risco de fibrilação atrial.

No conjunto analisado, a fibrilação atrial apareceu em cerca de 20% dos participantes ao longo do acompanhamento, e também foram registrados 434 AVCs.

O detalhe mais interessante (e que explica por que isso saiu do “óbvio” sobre higiene bucal) é que o efeito não pareceu depender de outros hábitos do dia a dia, como escovação e visitas ao dentista.

Em outras palavras: o fio dental apareceu como um marcador específico, e não só como “sinal” de quem é mais cuidadoso com tudo.

Isso reforça uma hipótese que cardiologistas e pesquisadores vêm discutindo há tempo: inflamação na boca, especialmente na gengiva, pode “respingar” no resto do corpo — incluindo vasos sanguíneos e o coração.

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Mas aqui vale o freio de mão que muita manchete atropela: esse tipo de estudo mostra associação, não prova de causa.

Ele foi apresentado como pesquisa preliminar em congresso (ou seja, ainda pode passar por ajustes e revisão científica mais completa). Além disso, o uso de fio dental foi autorreferido (as pessoas responderam sobre o próprio hábito), o que sempre abre margem para erro.

Ainda assim, dá para entender por que a notícia “pegou”: se um hábito de 30 segundos ajuda a reduzir inflamação na gengiva e a carga de bactérias que ficam entre os dentes, isso pode diminuir episódios de sangramento e irritação crônica — e inflamação crônica é uma peça que aparece em várias doenças cardiovasculares.

É o tipo de medida com custo baixo e risco baixo, desde que feita do jeito certo e sem machucar a gengiva.

Na prática, o fio dental “baratinho” (às vezes encontrado por menos de R$ 2 em promoções) vira uma escolha inteligente por dois motivos ao mesmo tempo: melhora a saúde bucal de forma concreta e, de quebra, pode estar conectado a desfechos mais sérios, como AVC e arritmias — pelo menos é o que os dados desse acompanhamento sugerem.

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Se você quer transformar isso em hábito sem sofrer:

  • Comece pequeno: 1 vez ao dia já é ótimo; se você nunca usou, comece em dias alternados até pegar o jeito.
  • Sem “serrote”: o fio entra e sai com cuidado, abraçando o dente e descendo suavemente até a linha da gengiva.
  • Sangrou? Nos primeiros dias pode acontecer, mas sangramento persistente é sinal de que vale checar com um dentista.

E o aviso mais importante, especialmente para quem já tem pressão alta, colesterol alto, diabetes, histórico familiar ou já teve evento cardiovascular: fio dental é um plus na rotina — ele não substitui acompanhamento médico, remédios, atividade física e alimentação ajustada quando isso já foi indicado.

Clique aqui para assistir o vídeo (Instagram).

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Fonte: Heart.org

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Fevereiro vem com chuva fora de hora, temporais fortes e calor extremo: veja o que esperar na sua região

Fevereiro vem com chuva fora de hora, temporais fortes e calor extremo: veja o que esperar na sua região

Fevereiro costuma ser o mês em que o Brasil “mostra as duas caras” do verão com mais frequência: tem dia de pancada rápida que vira tempestade em minutos — e tem sequência de calor forte com chuva falhando bem onde deveria aparecer.

Isso acontece porque, além da umidade típica da estação, entram em cena alguns “freios e aceleradores” do tempo, como bloqueios atmosféricos (que seguram a chuva e aumentam a sensação de abafamento) e a atuação de corredores de umidade que, quando encaixam, despejam volumes altos em poucas áreas.

Foi assim, por exemplo, em fevereiro de 2025: bloqueios reduziram a chuva em parte do Sul/Sudeste e ajudaram a elevar as temperaturas, enquanto Norte e Nordeste tiveram episódios de acumulados muito altos em várias capitais.

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Para fevereiro de 2026, as leituras mais recentes apontam um cenário com distribuição bem desigual das precipitações: a Rural Clima projeta os maiores volumes concentrados na faixa central do Brasil ao longo do mês.

E, com a La Niña perdendo força, cresce a chance de mudanças rápidas de padrão entre as regiões — com temporais localizados, períodos de calor acima do normal e “buracos” de chuva em áreas específicas, algo que a Climatempo já vinha destacando para janeiro e fevereiro dentro do padrão do verão 2025/2026.

O que esperar em fevereiro, região por região

Norte

Fevereiro costuma ser um mês de muita água em várias áreas da região, mas com contrastes importantes.

Em anos recentes, capitais do Norte apareceram entre os maiores acumulados do mês, enquanto Boa Vista (RR) costuma ter fevereiro mais seco dentro da climatologia local.

Na prática: espere pancadas fortes e trovoadas em muitos pontos, com risco de temporais em áreas onde a umidade fica mais organizada — e, ao mesmo tempo, locais com variação grande de chuva de um município para outro, algo que a Climatempo associa ao padrão de irregularidade espacial típico quando a circulação de verão favorece esse tipo de comportamento.

Nordeste

A faixa norte do Nordeste é a que mais “responde” quando a umidade se concentra, e isso pode inflar os acumulados do mês: Fortaleza, por exemplo, teve fevereiro com chuva muito acima da média em 2025, segundo a Climatempo (com dados do Inmet).

Para fevereiro, o que costuma importar aqui é a regularidade: quando a chuva entra em sequência, o volume sobe rápido; quando falha, o calor ganha espaço. Vale ficar atento a alertas de curto prazo (72h–7 dias), porque é aí que aparecem as janelas de temporais mais fortes.

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Centro-Oeste

Aqui é onde fevereiro tende a ser “o mês das pancadas”: chuva que cai com força, abre sol, e mais tarde pode repetir — só que nem sempre no mesmo lugar.

A Rural Clima aponta que os maiores volumes de fevereiro devem ficar concentrados na faixa central do país. E o Inmet (em análise citada por especialistas) vem indicando neutralidade climática no início de 2026, com o enfraquecimento da La Niña, o que costuma aumentar a diferença de chuva entre áreas próximas.

Resultado esperado: temporais pontuais (com vento e raios) e intervalos de calor forte, especialmente quando a nebulosidade diminui.

Sudeste

Se tem uma palavra que combina com fevereiro no Sudeste, é “oscilação”. Em 2025, a própria Climatempo destacou que bloqueios ajudaram a reduzir precipitações em alguns pontos e elevaram o calor — e isso pode se repetir em ondas curtas, dependendo do posicionamento de sistemas de alta pressão.

Para 2026, a Climatempo aponta que a irregularidade das precipitações tende a ser mais notada em janeiro e fevereiro dentro do padrão do verão 25/26, com temporais acontecendo, mas sem “garantia” de que a chuva vai pegar de jeito toda semana no mesmo município.

Na rotina, isso significa: parte do mês com tempestades de fim de tarde (alagamentos rápidos em áreas urbanas) e parte com calor persistente, principalmente quando o bloqueio ganha força.

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Sul

Aqui, fevereiro pode mudar bastante de uma semana para outra. A Rural Clima cita que a La Niña deve perder força a partir de fevereiro, o que tende a favorecer maior regularidade de chuva na região — com destaque para o Rio Grande do Sul.

Ao mesmo tempo, especialistas lembram que o primeiro trimestre de 2026 pode ter momentos de chuva intensa no Sul, elevando umidade e risco de problemas ligados ao excesso de água em alguns períodos.

Em linguagem direta: dá para ter sequência de temporais e, logo depois, dias mais firmes — então acompanhar atualização semanal faz diferença.

Por que fevereiro “desorganiza” tanto a chuva?

Dois pontos ajudam a entender:

Mudança de influência no Pacífico: com a La Niña enfraquecendo até fevereiro, as decisões do tempo ficam mais nas mãos de sistemas regionais, o que aumenta a variação entre estados (e até entre cidades vizinhas).

Alta pressão e chuva irregular: a Climatempo explica que, no verão 25/26, a atuação mais frequente do ASAS tende a reduzir a formação de áreas amplas e persistentes de instabilidade, favorecendo pancadas “mal distribuídas” em janeiro e fevereiro.

Como acompanhar “o seu” fevereiro sem cair em susto

  1. Olhe o alerta de curto prazo (24h–72h) para temporais: é onde aparecem os avisos de chuva forte, vento e descargas elétricas.
  2. Confirme a tendência da semana (não só do dia): em meses de chuva irregular, o risco é achar que “virou o tempo” só porque choveu numa tarde.
  3. Use fonte oficial/consistente: boletins do Inmet e previsões atualizadas de empresas de meteorologia ajudam a ajustar planos de trabalho, viagem e eventos ao ar livre.

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Fonte: Climatempo

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Dengue, dor de cabeça e até remédio: Exame nacional mostra futuros médicos errando o básico — veja as questões

Dengue, dor de cabeça e até remédio: Exame nacional mostra futuros médicos errando o básico — veja as questões

Um exame aplicado a formandos de Medicina acendeu um alerta difícil de ignorar: mais de 30% dos cursos avaliados tiveram desempenho considerado insuficiente e, no meio do caminho, apareceram tropeços em temas bem comuns do consultório e da emergência — de conduta diante de suspeita de dengue a investigação de dor de cabeça persistente e até prescrição de remédios.

A prova é o Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica), feito para verificar se estudantes do último ano estão saindo da faculdade com o mínimo de domínio sobre situações frequentes no atendimento. Nesta edição, foram avaliados 351 cursos e mais de 39 mil alunos participaram.

O recorte que chamou atenção veio do desempenho agregado: segundo dados apresentados na reportagem do Fantástico, mais de 30% das graduações ficaram abaixo do patamar esperado.

E, entre os quase 13 mil estudantes que não atingiram 60% de acertos, os erros se concentraram justamente em perguntas classificadas como “básicas” no relatório do Inep, órgão responsável pela aplicação.

Um exemplo foi uma questão sobre sinais de gravidade em dengue. O enunciado descrevia sintomas que pedem cuidado redobrado — como febre, dores intensas e vômitos persistentes — e perguntava qual conduta médica deveria ser adotada. Mesmo com esse cenário, 66% dos reprovados marcaram a alternativa errada.

O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Alexandre Telles, avaliou que a falha pode ter consequência direta: liberar alguém para casa com orientação inadequada, quando o quadro pode piorar.

Outra pergunta tratava de dor de cabeça com sinais de alerta. O caso era de uma mulher de 55 anos, sem doenças crônicas conhecidas, com dor bilateral persistente, alteração visual e cansaço.

A resposta esperada era pedir um exame de sangue simples para investigar inflamação em vasos sanguíneos — e, ainda assim, 65% dos reprovados erraram. Para Telles, o problema não é “decorar diagnóstico”, e sim reconhecer risco e saber o que fazer diante dele.

As críticas também vieram de dentro das faculdades. Um estudante ouvido na reportagem relatou frustração com a formação prática e com a falta de acesso a especialistas em temas complexos durante a graduação.

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Victor Miranda, formando na Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), disse que gostaria de ter aulas como AVC com neurologista, mas isso nem sempre acontece. Ele teve nota individual acima da média (8,2), porém o curso recebeu conceito baixo.

Victor apontou ainda um problema recorrente em relatos de alunos: ausência de hospital-escola e estágios em unidades lotadas de estudantes, o que reduz a chance de treinar procedimentos com supervisão adequada.

A Unicid afirmou, em nota, que tem histórico de excelência e que, em avaliação presencial do curso, recebeu nota máxima.

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O Enamed não inclui prova prática, mas cobra conhecimento que, na teoria, deveria estar bem sedimentado em quem já passou por atendimento real — como receituário e escolha de medicamentos.

Uma das questões abordava Parkinson e exigia reconhecer sintomas e indicar os remédios apropriados; 56% erraram os dois medicamentos que deveriam ser oferecidos.

No Rio de Janeiro, um aluno de uma instituição reprovada contou — sem se identificar, por receio de retaliação — que colegas ficaram indignados ao verem uma professora errar prescrição em sala.

Em Angra dos Reis, Leonardo Celestino, representante de turma na Faculdade de Medicina Estácio de Sá (mensalidade perto de R$ 12 mil, segundo ele), afirmou que há professores acumulando várias disciplinas e nem sempre com especialidade no conteúdo, além de falta de investimento para valorizar o corpo docente.

A Estácio de Sá respondeu que o Enamed, sozinho, não reflete toda a qualidade do ensino e que, após avaliação das instalações, o curso recebeu nota 4.

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Do lado do governo, o Ministério da Educação informou que parte das instituições com pior resultado pode sofrer sanções: bloqueio para abrir novas matrículas, redução de vagas e processos administrativos voltados a corrigir problemas pedagógicos e estruturais.

O assunto também chegou ao Conselho Federal de Medicina. O presidente da entidade, José Hiran Gallo, disse que o conselho estuda medidas para impedir que formandos de cursos reprovados atuem profissionalmente e defendeu um exame obrigatório de proficiência para concessão de registro após a formatura — proposta em tramitação no Congresso.

Já o diretor do sindicato que representa universidades privadas, Rodrigo Capelato, contestou a leitura dos números.

Para ele, o Enamed serve como diagnóstico, mas não resume o sistema de avaliação das instituições, que inclui visitas presenciais, análise de estrutura, corpo docente e etapas de autorização e acompanhamento ao longo do curso.

Ele também afirmou considerar exagerada a conclusão de que milhares de estudantes estariam “inaptos” com base em uma prova.

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“Achei que ele estava salvando minha mãe, mas vi o enfermeiro matá-la aos poucos”, diz filha de vítima à polícia

“Achei que ele estava salvando minha mãe, mas vi o enfermeiro matá-la aos poucos”, diz filha de vítima à polícia

A reconstituição feita pela perícia e obtida pelo Fantástico jogou luz sobre o que teria acontecido dentro da UTI do Hospital Anchieta, no Distrito Federal: em poucas horas, dois pacientes passaram por sucessivas paradas cardíacas até não resistirem, e o responsável apontado no laudo é um técnico de enfermagem de 24 anos.

Uma das vítimas é Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos. Ela estava internada por causa de uma constipação e, segundo a perícia, tinha quadro considerado estável.

Mesmo assim, teve quatro paradas cardíacas antes de morrer — e o laudo diz que todas foram provocadas por substâncias aplicadas por Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo.

A filha de Miranilde, Kássia Leão, conta que viu a cena de perto e demorou a entender o que estava acontecendo. “Eu pensando que ele estava salvando a minha mãe, ele estava matando cada vez mais a minha mãe”, disse ela.

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Imagens de câmeras do hospital registraram Miranilde consciente e conversando na manhã de 17 de novembro.

Cerca de uma hora depois, de acordo com a perícia, Marcos Vinícius entrou no sistema do hospital usando senha de médicos que não estavam no local para lançar uma prescrição de cloreto de potássio — uma substância controlada que, segundo o laudo, não havia sido indicada para a paciente.

Ele teria buscado o produto na farmácia da UTI e feito a primeira aplicação; logo após, Miranilde sofreu a primeira parada, foi reanimada e sobreviveu.

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O médico intensivista Alexandre Amaral, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira no DF, explicou ao programa por que isso chama atenção: não havia justificativa clínica para o uso do cloreto de potássio no caso dela, e o produto pode desencadear arritmias graves, com risco de o coração parar dependendo da dose e da rapidez da aplicação.

A perícia descreve que, aproximadamente 40 minutos depois, houve uma segunda aplicação do mesmo produto. A paciente entrou em nova parada cardiorrespiratória, foi reanimada novamente e resistiu.

Kássia diz que ela e os irmãos estavam no hospital e acompanharam a sequência de tentativas de reanimação. “Cada reanimação ele aplicava alguma coisa até mesmo na frente dos médicos e ninguém percebia nada”, relatou.

Ainda segundo a reconstituição, Marcos Vinícius voltou ao leito e aplicou outras injeções que antecederam novas paradas.

O laudo também aponta o uso de um desinfetante: após novas aplicações, Miranilde teve outra parada e morreu. Uma familiar, Cátia, resumiu o impacto para quem ficou: “Nossa família ela está destruída”.

No mesmo 17 de novembro, a investigação aponta que João Clemente também recebeu aplicações de cloreto de potássio e, mais tarde, uma injeção de desinfetante. Ele morreu na madrugada do dia seguinte.

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A polícia ainda cita um terceiro caso: o carteiro Marcos Raimundo Moreira, internado em 18 de novembro com suspeita de pancreatite, que teria piorado e morreu após um episódio de parada no início de dezembro — e a suspeita é de nova aplicação feita pelo mesmo técnico.

A apuração avançou depois que o hospital abriu sindicância interna para entender por que dois pacientes tiveram paradas cardíacas durante a tarde e morreram horas depois.

O procedimento apontou ligação direta com Marcos Vinícius e com a técnica de enfermagem Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, e depois identificou a presença de uma terceira técnica, Amanda Rodrigues de Sousa, de 28 anos, nos dias das mortes; as duas também foram presas, segundo a investigação.

Para a polícia, o padrão chamou atenção: o delegado Wislley Salomão afirmou que, sempre que uma medicação era aplicada na veia, a parada acontecia em seguida.

E um detalhe reforçou a linha de investigação: os peritos dizem que, ao rever imagens de outro leito monitorado por câmera, encontraram indícios de que o desinfetante não teria sido usado só em Miranilde, mas também em João Clemente.

Alexandre Amaral explicou que a injeção desse tipo de produto pode levar a um choque circulatório, com queda importante de pressão e parada cardíaca.

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Desinfetante na veia: polícia expõe como pacientes morreram dentro da UTI do Hospital Anchieta

Desinfetante na veia: polícia expõe como pacientes morreram dentro da UTI do Hospital Anchieta

A Polícia Civil do Distrito Federal apura uma sequência de mortes dentro do Hospital Anchieta, em Brasília, atribuídas a um técnico de enfermagem que trabalhava justamente no setor mais crítico: a UTI.

Ele foi preso sob suspeita de ter provocado a morte de três pacientes ao aplicar, sem indicação médica, uma substância de uso controlado e também um desinfetante diretamente na veia das vítimas.

No centro do inquérito está Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos. Os investigadores afirmam que ele contou com a participação — ou, no mínimo, com a presença e omissão — de duas técnicas de enfermagem, Marcela Camilly Alves da Silva (22) e Amanda Rodrigues de Sousa (28), que também estão presas. Agora, a polícia tenta descobrir se houve outros casos parecidos no hospital.

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O ponto de virada começou com uma sindicância aberta pela própria unidade de saúde após o que aconteceu em 17 de novembro, quando dois pacientes tiveram paradas cardíacas no período da tarde e morreram depois.

A apuração interna, segundo a polícia, indicou relação direta com a atuação de profissionais de enfermagem naquele plantão.

Entre as vítimas está Miranilde Pereira da Silva, de 75 anos, que havia sido internada por constipação. A outra é João Clemente Pereira, de 63 anos, que relatava tontura havia cerca de um mês e, no hospital, recebeu diagnóstico de um hematoma na membrana que reveste o cérebro.

Com base em imagens de câmeras instaladas na UTI (cada leito tem monitoramento), perícia e depoimentos, a polícia descreve um padrão: sempre que alguma medicação era aplicada pelo suspeito, poucos segundos depois os pacientes entravam em parada cardíaca.

O delegado Wislley Salomão afirmou que essa repetição chamou atenção e orientou a reconstituição dos fatos.

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Um detalhe novo reforçou a suspeita de que o desinfetante não teria sido usado em apenas uma vítima. A polícia diz que, inicialmente, trabalhava com a hipótese de aplicação do produto somente em Miranilde (no leito 24).

Após reanalisar as imagens do leito 25, peritos concluíram que João Clemente também teria recebido a mesma substância.

Especialistas ouvidos na apuração explicam que a injeção de um produto assim pode causar um colapso circulatório, com queda abrupta de pressão e parada cardíaca rápida.

O presidente da Associação de Medicina Intensivista Brasileira, Alexandre Amaral, ainda alertou que, se o paciente estiver consciente, pode sentir dor no peito, falta de ar e angústia intensa.

A reconstituição pericial feita a partir das câmeras indica que, na manhã de 17 de novembro de 2025, Miranilde estava acordada e conversando quando Marcos Vinicius teria usado a senha de médicos que não estavam no hospital para registrar no sistema a prescrição de uma substância controlada.

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Em seguida, ele foi até a farmácia da UTI buscar o medicamento, que não havia sido prescrito para ela, e fez a primeira aplicação — após a qual a paciente teve uma parada cardíaca, foi reanimada e sobreviveu.

A substância apontada no caso é cloreto de potássio, que tem indicações médicas específicas, como reposição de potássio.

A diretora do IML, Márcia Reis, afirmou que, no quadro clínico e nos exames de Miranilde, não existia justificativa para o uso. Amaral acrescentou que, dependendo de concentração e velocidade de administração, o produto pode provocar arritmias graves e interromper o funcionamento do coração.

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Cerca de 40 minutos depois, a perícia indica que o suspeito aplicou uma segunda dose do medicamento em Miranilde, com nova parada cardíaca e nova reanimação.

Os filhos dela estavam no hospital e acompanharam os episódios. Uma das filhas, Kássia Leão, disse que, durante as manobras de ressuscitação, ele seguia aplicando substâncias, inclusive diante de médicos, sem que ninguém desconfiasse do que estava acontecendo.

A investigação sustenta que, ainda naquele dia, João Clemente também teria recebido cloreto de potássio, sofreu uma parada e foi reanimado. Miranilde voltou a ter outra parada após mais uma aplicação e foi salva novamente.

Pouco depois, segundo a polícia, veio o passo mais grave: o técnico teria aplicado o desinfetante na presença de Marcela e Amanda, enquanto os três participavam dos procedimentos de reanimação. Miranilde teve nova parada e morreu após novas aplicações do produto.

No caso de João Clemente, a polícia afirma que, na mesma noite, ele recebeu mais aplicações de cloreto de potássio e, depois, o desinfetante. Ele morreu na madrugada do dia seguinte.

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A terceira vítima apontada no inquérito é Marcos Raymundo Moreira, carteiro, internado em 18 de novembro com suspeita de pancreatite. A viúva, Denilza da Costa Freire, disse que um cardiologista havia descartado problemas cardíacos; mesmo assim, ele sofreu uma parada, foi intubado e ficou 14 dias internado.

A polícia afirma que ele teve uma segunda parada em 1º de dezembro e morreu após uma injeção aplicada por Marcos Vinicius.

Preso temporariamente na carceragem do complexo da PCDF, Marcos Vinicius negou os crimes no início, mas, após ser confrontado com as imagens, teria admitido as mortes.

O delegado disse que, no depoimento, ele não demonstrou emoção e apresentou justificativas consideradas inconsistentes: primeiro, teria alegado “movimento” no hospital; depois, falou em “alívio da dor” dos pacientes — versões que, segundo a polícia, não explicam a motivação e precisam ser aprofundadas.

Marcela e Amanda foram levadas para a penitenciária feminina. Para o delegado, as duas presenciaram as aplicações e não agiram para impedir o resultado.

As defesas se posicionaram de formas diferentes: a de Marcos Vinicius não negou a acusação e informou que vai se manifestar apenas no inquérito, que corre sob sigilo; a de Marcela disse que ela lamenta as mortes e que sua dignidade e a verdade serão restabelecidas no processo; já o advogado de Amanda afirmou que ela teve um relacionamento com Marcos Vinicius, que teria sido manipulada por ele, e negou participação.

Em nota, o Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal afirmou estar preocupado com a repercussão e reforçou que generalizações prejudicam uma categoria formada por profissionais éticos e comprometidos com a vida.

O Hospital Anchieta declarou solidariedade aos familiares e disse que repudia os atos investigados, classificando-os como conduta individual de criminosos, praticada sem relação com o estabelecimento, e que as autoridades foram acionadas assim que o caso foi identificado.

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O filme perfeito para assistir (sozinha ou acompanhada!) num sábado à noite

O filme perfeito para assistir (sozinha ou acompanhada!) num sábado à noite

Tem filme que você termina e sente vontade de mandar mensagem pra alguém — nem que seja só pra soltar um “você precisa ver isso”. A Vida Invisível é desse tipo.

Ele não depende de reviravolta barulhenta: a tensão vem de uma coisa bem mais cruel e cotidiana… o que fica entalado quando duas pessoas que se amam são empurradas para lados diferentes e o tempo faz o resto.

Dirigido por Karim Aïnouz, o longa se passa no Rio de Janeiro dos anos 1950 e acompanha duas irmãs muito ligadas, Eurídice e Guida, que acabam separadas pelo pai e passam a vida tentando se reencontrar.

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A premissa é simples — e por isso mesmo tão eficiente: o filme te coloca dentro das consequências dessa ruptura, sem pressa, mas sem folga.

Eurídice (Carol Duarte) tem um talento enorme ao piano e sonha com uma carreira profissional; Guida (Julia Stockler) é mais impulsiva, mais “vai ou racha”, e acredita que dá pra viver um amor do jeito dela.

Quando a família força um corte entre as duas, cada uma vai sendo engolida por um cotidiano que exige obediência, silêncio e aparência de normalidade — ainda que por dentro esteja tudo desmoronando.

O que faz A Vida Invisível funcionar tão bem num sábado à noite (principalmente se você quer um filme que renda conversa depois) é que ele tem duas camadas ao mesmo tempo: é um melodrama cheio de emoção, e também um retrato bem direto de como uma casa “respeitável” pode virar uma máquina de controlar destino alheio.

O filme é baseado no livro A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, da escritora Martha Batalha, e o roteiro preserva esse senso de tempo passando com coisas importantes sendo empurradas pra baixo do tapete.

Aïnouz constrói essa sensação com detalhes de vida prática: o jeito como as pessoas se policiam na mesa, a burocracia emocional que vira regra, o peso de ter que “se comportar” o tempo inteiro.

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E tem uma curiosidade que ajuda a entender por que isso parece tão verdadeiro: durante a pesquisa do roteiro, o diretor entrevistou mulheres entre 70 e 90 anos sobre casamento, vida privada e primeiras experiências — um material que dá ao filme um tom de memória vivida, não de “história de época” plastificada.

As atuações são o motor da história. Carol Duarte faz uma Eurídice que tenta ser educada, correta, impecável… até o corpo cobrar. Julia Stockler, como Guida, tem uma energia que parece sempre prestes a atravessar qualquer parede — e, quando essa energia bate na realidade, o impacto é forte.

O elenco ainda traz nomes como António Fonseca e a participação especial de Fernanda Montenegro.

Visualmente, o filme acerta em cheio ao evitar “cartão-postal”: o Rio aparece quente, apertado, íntimo, com interiores que parecem apertar as personagens. A câmera fica perto, como se estivesse ouvindo conversa atrás da porta.

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E a trilha — com o piano como desejo e frustração — dá um tempero emocional que combina com aquela sessão noturna em que você quer sentir o filme, não só acompanhar a história.

Se você está procurando um romance “de casal” no sentido clássico (beijos, clima leve, final confortável), aqui o caminho é outro. A sensualidade existe, mas vem misturada com urgência, afeto e escolhas que custam caro.

O interesse do filme está em ver como essas mulheres seguem vivendo, amando, trabalhando e insistindo, mesmo quando o mundo ao redor finge que elas não têm direito a querer mais. E é aí que A Vida Invisível pega: ele faz você torcer por pequenas vitórias — e doer nas derrotas silenciosas.

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Não à toa, o longa estreou em Cannes e venceu o prêmio da mostra Un Certain Regard em 2019, e também foi escolhido para representar o Brasil na disputa do Oscar daquele ano (ainda que não tenha avançado na seleção final).

Pra quem gosta de fechar a noite com um filme “bonito de ver” e difícil de esquecer, é uma escolha certeira. Na Netflix Brasil, A Vida Invisível aparece como produção de 2019, indicada para maiores de 16 anos, com Carol Duarte e Julia Stockler no elenco principal.

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Técnico de enfermagem revela o que o levou a matar pacientes — e a história não fecha

Técnico de enfermagem revela o que o levou a matar pacientes — e a história não fecha

A investigação sobre mortes suspeitas no Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), ganhou um novo capítulo após a Polícia Civil detalhar a linha mais forte de apuração: a de que pacientes internados teriam morrido depois de receber medicamentos fora de qualquer prescrição.

Três técnicos de enfermagem foram presos e, segundo a polícia, o caso pode ser maior do que os três óbitos já atribuídos ao grupo.

No centro da apuração está Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, apontado como principal suspeito.

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As técnicas de enfermagem Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Sousa também foram detidas por suspeita de participação.

Eles são investigados pelas mortes de Marcos Raymundo Fernandes Moreira (33), João Clemente Pereira (63) e Miranilde Pereira da Silva (75).

De acordo com o delegado Maurício Iacozzilli, da Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa do DF, a polícia trabalha com a hipótese de que existam outras vítimas.

Uma das frentes agora é entender se o principal investigado teria “puxado” as colegas para ajudar — seja por influência, proximidade ou pela rotina de plantão.

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A motivação, por enquanto, segue como peça em aberto. Isso porque, segundo o delegado, o técnico mudou o que contou à polícia: primeiro disse que teria agido “no impulso”, pressionado pelo estresse do trabalho; depois, apresentou outra versão, afirmando que sentiu “pena” e queria aliviar o sofrimento das vítimas — explicação que, para os investigadores, entra em choque com o que já foi levantado no inquérito.

Para reforçar o que de fato aconteceu, os investigadores aguardam perícias de celulares e computadores apreendidos, que podem indicar conversas, combinações e até a participação de terceiros.

A expectativa mencionada pelo delegado é de que os laudos fiquem prontos em cerca de 15 a 20 dias.

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Ainda segundo a polícia, imagens internas e a análise de documentos do hospital fazem parte do conjunto de provas para entender como os procedimentos ocorreram e se houve adulteração de registros.

Os três devem responder por homicídio qualificado, e a corporação afirma que pretende checar prontuários e mortes ocorridas em plantões dos suspeitos — tanto no Anchieta quanto em outros locais onde eles possam ter trabalhado.

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A série de apenas 6 episódios que explodiu na Netflix e já domina o ranking em 79 países

A série de apenas 6 episódios que explodiu na Netflix e já domina o ranking em 79 países

Tem série que vira assunto porque todo mundo ama. E tem as que viram assunto porque ninguém consegue parar de discutir “como isso foi parar aí?”.

A Grande Ilusão é desse segundo tipo: você dá play por curiosidade… e de repente está checando a câmera da babá junto com a protagonista, desconfiando até do porteiro.

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A premissa é direta e eficiente. Maya (Michelle Keegan), ex-militar, tenta seguir a vida após o assassinato do marido, Joe. Só que uma câmera instalada em casa registra algo impossível: ele aparece nas imagens.

A partir daí, o que parecia luto vira investigação — e a trama puxa um fio que liga polícia, família poderosa e segredos antigos que foram bem guardados.

O motor da série é o mesmo que fez as adaptações do Harlan Coben dominarem o “top 10” repetidas vezes: capítulos com final de impacto, pistas jogadas no lugar certo e uma sensação constante de que todo mundo está escondendo alguma coisa.

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Aqui, isso funciona especialmente bem porque Maya não é uma detetive “perfeita”: ela erra, se precipita, tenta resolver no braço quando o emocional transborda — e essa impulsividade dá um tempero mais humano ao suspense.

A história vem do romance Fool Me Once (2016) e foi adaptada por Danny Brocklehurst, nome já acostumado a transformar Coben em vício serial.

O elenco ajuda a vender a paranoia sem exagero. Keegan sustenta bem a mistura de fragilidade e teimosia; Adeel Akhtar entrega um investigador que parece sempre dois passos atrás… até você perceber que ele também tem camadas; e Richard Armitage dá o peso necessário ao “fantasma” que continua movendo tudo mesmo depois da morte.

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Agora, a parte que pode dividir: A Grande Ilusão gosta de acelerar. Às vezes, isso significa coincidências convenientes e personagens tomando decisões ruins no momento mais inoportuno — o tipo de coisa que faz você pausar e soltar um “sério?”.

Por outro lado, é exatamente esse ritmo que faz muita gente maratonar: quando a série acha que você entendeu, ela muda a pergunta.

E “explodiu” não é força de expressão: na largada, a produção apareceu no topo em dezenas de países — em alguns levantamentos, chegou a ser citada como líder em 79 países logo no começo.

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A mulher mais velha do mundo fazia tudo o que dizem que faz mal — e viveu 122 anos

A mulher mais velha do mundo fazia tudo o que dizem que faz mal — e viveu 122 anos

Quando alguém fala em “idade recorde”, quase sempre vem aquela dúvida: dá pra provar mesmo? No caso de Jeanne Louise Calment, dá — e é justamente isso que faz a história dela se destacar até hoje.

Jeanne nasceu em 21 de fevereiro de 1875, em Arles, no sul da França, e morreu na mesma cidade, em 4 de agosto de 1997.

O tempo total de vida registrado foi de 122 anos e 164 dias, uma marca que segue sendo tratada como a maior longevidade humana totalmente documentada.

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O ponto central não é o número em si, mas o “pacote” de comprovações. O Guinness World Records reconhece a idade dela com base em documentação consistente ao longo da vida — registros oficiais preservados e repetidas aparições em recenseamentos (o próprio Guinness menciona 14 registros de censo).

Essa repetição em documentos diferentes, atravessando décadas, é o que coloca Calment no topo das listas de longevidade verificada.

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Em termos práticos: não depende de lembrança de parentes, nem de relato contado de geração em geração. Depende de papel, arquivo e conferência.

E como ela viveu por tanto tempo, vira inevitável comparar o mundo que existia quando ela nasceu com o que já existia quando morreu.

O Guinness ressalta esse contraste ao lembrar que Jeanne nasceu antes da Torre Eiffel existir e viveu o suficiente para acompanhar a chegada da era da informação.

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Além do recorde, tem um episódio que parece roteiro de azar — mas aconteceu na vida real.

Em 1965, aos 90 anos, ela fechou um acordo imobiliário do tipo viager com o advogado André-François Raffray: ele pagaria uma quantia mensal e ficaria com o imóvel quando ela morresse. Só que o plano desandou para o lado dele: Raffray morreu antes, e a família dele ainda teve que manter os pagamentos por um período.

A rotina dela também virou assunto porque foge do que muita gente espera ler sobre uma supercentenária.

Segundo o Guinness, Jeanne dizia gostar de chocolate, tomava uma pequena taça de vinho do Porto após as refeições e fumou por décadas, parando só aos 117 anos — em parte porque acender o cigarro ficou complicado com a visão piorando.

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Mesmo assim, pesquisadores costumam bater numa tecla importante: superlongevidade quase nunca se explica por um hábito isolado que dá pra “copiar”.

Normalmente entram genética, condições de vida, cuidados de saúde ao longo do tempo, sorte e uma combinação de fatores que não se repete igual em outra pessoa.

Por isso, o caso de Jeanne Calment costuma ser tratado mais como registro histórico e curiosidade científica do que como manual de comportamento — porque uma vida de 122 anos não cabe em uma lista simples de costumes.

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[VIDEO] Repórter cobre acidente sem saber que a vítima fatal era seu amigo — até entrar ao vivo

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Tem notícia que chega antes da gente “vestir a armadura” profissional. E foi exatamente isso que aconteceu com a jornalista Lívia Costa, quando ela entrou ao vivo para falar de um acidente de trânsito em Porto Velho (RO) — e descobriu, minutos antes, que a vítima fatal era alguém do seu convívio.

O vídeo é de 2022, mas voltou a circular agora nas redes, reacendendo a lembrança daquele dia. Ao ser marcada e ver o trecho novamente, Lívia publicou um desabafo dizendo que a experiência deixou marcas que ela carrega até hoje no trabalho e na vida pessoal.

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Na reportagem, ela precisava informar a identificação do motociclista quando recebeu a confirmação no ponto: era Luan Martins, de 31 anos.

Ao vivo, a repórter pediu desculpas pela emoção e contou que foi pega de surpresa, já que a equipe estava no local desde cedo e a identificação havia acabado de sair.

O caso aconteceu na madrugada de 7 de outubro de 2022, em um cruzamento movimentado da capital rondoniense: Avenida Pinheiro Machado com Elias Gorayeb, no bairro São Cristóvão.

A publicação local que noticiou o acidente na época apontou que houve colisão entre moto e carro, e que imagens de câmera de segurança registraram o momento.

No relato que fez recentemente, Lívia também explicou por que a situação atingiu a família de forma tão direta: Luan era noivo da prima dela, que estava grávida na época do acidente.

Ela ainda mencionou que, hoje, a criança “é a cópia do pai” — e agradeceu as mensagens de empatia que recebeu quando o vídeo voltou a viralizar.

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Fonte: Rondônia Agora

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Caso grave: Brasileira é internada após usar caneta emagrecedora e descobre doença autoimune rara

Caso grave: Brasileira é internada após usar caneta emagrecedora e descobre doença autoimune rara

Kellen Oliveira Bretas Antunes, de 42 anos, recebeu diagnóstico de Síndrome de Guillain-Barré (SGB) após ser internada em Belo Horizonte.

Segundo familiares, ela havia usado uma “caneta emagrecedora” trazida do Paraguai, comprada de forma irregular e sem receita médica.

A SGB é um distúrbio autoimune em que o sistema de defesa do próprio corpo passa a atacar nervos periféricos, o que pode provocar fraqueza muscular, alterações de sensibilidade (como dormência e formigamento) e perda de reflexos — em quadros mais graves, pode comprometer a respiração.

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De acordo com a enteada, Dhulia Bretas, o estado de saúde de Kellen é estável e ela já apresentou melhora.

A família afirma que ela está recebendo imunoglobulina, terapia usada para conter a progressão do quadro autoimune, e que a recuperação costuma exigir acompanhamento prolongado, com fisioterapia e suporte de outros especialistas.

A sequência de internações começou em 17 de dezembro de 2025, quando Kellen deu entrada no Hospital João XXIII com dor abdominal.

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Ela teve alta em 25 de dezembro, ainda sob suspeita de intoxicação medicamentosa, mas voltou a ser internada em 28 de dezembro com piora importante: fraqueza muscular, urina escura, sinais de comprometimento neurológico e insuficiência respiratória, conforme relato da família.

Atualmente, ela está no Hospital das Clínicas da UFMG, também na capital.

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Em alertas recentes, a Anvisa reforçou que nem todo medicamento vendido como “caneta para emagrecer” tem autorização para circular no Brasil e que produtos sem registro não oferecem garantia sobre composição, qualidade e segurança.

A agência também esclarece que, quando não há registro, a importação só pode ocorrer em situações excepcionais e com exigências específicas — incluindo prescrição médica.

A própria Anvisa já publicou medidas para coibir esse tipo de comércio irregular: em novembro de 2025, o órgão divulgou restrições relacionadas ao ingresso de canetas sem registro no país, e em 21 de janeiro de 2026 voltou a tratar do tema ao anunciar proibição de venda de canetas sem registro, citando o risco de produtos com procedência e conteúdo desconhecidos.

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Fonte: Gov.br

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