segunda-feira, 22 abril , 2019

“A era do humanismo está terminando”, por Achille Mbembe

Achille Mbembe (1957, Camarões francês) é historiador, pensador pós-colonial e cientista político.

Salário mínimo pago ao professor no Brasil é um dos piores...

Professores brasileiros têm um dos piores salários do mundo.

A sociedade corrupta que reclama da corrupção

Você sai por ai, esbravejando contra todos e se sentindo vítima da corrupção que você mesmo alimenta, mas está sempre tentando levar vantagem em tudo. A diferença entre você e os nossos políticos é que você tem menos poder.

“As consequências da avalanche” – por Martha Medeiros

Neste domingo se encerra uma avalanche. Nas últimas semanas, fomos soterrados por textos, vídeos, áudios, fotos, fake news, ofensas e postagens absurdas que invadiram as redes. Desejo, depois da esquizofrenia toda, que o que parece uma tragédia demonstre ser apenas uma névoa seca que não deixe mortos e feridos pelo caminho.

Entenda a desigualdade racial com este vídeo de 2 minutos

A gente não sabe se você é branco ou negro, mas o que dá para afirmar é que esse fato define a sua vida.A cada 12 minutos um negro é assassinado no Brasil. Não para por aí: a cor da sua pele influencia na sua educação, saúde e renda.

“Nem Bela Gil, nem Kim Kardashian”

Ser feliz num completo estado de alienação é fácil demais da conta! Não lhe parece?!

Conheça os 10 mandamentos que o eleitor consciente e responsável deve...

Segue a nossa contribuição para reflexão.

‘Hoje o indivíduo se explora e acredita que isso é realização’...

Professor formado e radicado na Alemanha, Byung-Chul Han, falou sobre a expulsão da diferença. E expôs sua particular visão de mundo, construída a partir da tese de que os indivíduos hoje se autoexploram e têm pavor do outro, do diferente. Vivendo, assim, “no deserto, ou no inferno, do igual”.

A dor de conviver com pessoas melhores do que nós –...

Nesse vídeo, o autor fala sobre como pode ser difícil para as pessoas aceitarem perto de si colegas e amigos que consideram superiores a si.

“Como matei a minha filha” – entenda a mensagem desse texto...

Segue, abaixo, o texto de Cadu Castro, publicado na segunda semana de agosto deste ano e que, por motivos obvios aos que acompanham os noticiários e se ocupam da defesa da vida humana (neste caso, especialmente das mulheres), viralizou nas redes sociais.

Eu já me chamei Tatiane Spitzner

Eu já me chamei Tatiane Spitzner. No começo, eu me sentia especial. Aquele ciúme me parecia proteção, aquela implicância com a roupa que eu vestia me parecia zelo, aquelas entrevistas perguntando quem era a pessoa que me cumprimentou na rua me pareciam preocupação. É, eu não percebia. A gente não percebe.

Você é capaz de corrigir sem ofender e orientar sem humilhar?...

Ser transparente para si mesmo? Sem dúvida, mas dizer tudo o que pensa numa convivência é ofensivo. "

15 ilustrações brutalmente honestas que somente as pessoas mais inteligentes podem...

Existem realidades que doem. E é por isso que preferimos olhar para o outro lado.

Assim caminha a humanidade: com muita exposição e pouca privacidade.

Às vezes, a vontade de dizer o que sente é tanta, que a pessoa não mede as palavras.