A vida se dá por construção e desconstrução

A vida se dá por construção e desconstrução

Outro dia li um pequeno texto muito instigante e reflexivo do Psicanalista Paulo Bregantin e farei uma breve reflexão a partir dele! Veja!

Construção, desconstrução e reconstrução – Por Paulo Bregantin

Não destrua. Desconstrua. A desconstrução na vida é um processo de desfazer o que foi feito usando como base a consciência.

Nós não fomos criados para a destruição, mas sim para construção, desconstrução e reconstrução.

A vida são construção, desconstrução e reconstrução. A destruição é algo externo que vem sobre nós.

Desconstruir é fazer o caminho inverso do que construí. Destruir e derrubar de qualquer forma o que construí. Percebe a diferença?

Desconstruir é um processo que evita a “destruição” – Pois quando desconstruo traço outros parâmetros para mim mesmo em ações que fiz no passado. Esses parâmetros são formas amadurecidas para não cometer os mesmos erros.

A desconstrução é na realidade criar o filtro da consciência nas decisões da vida, usando como base o passado. Quando entendo meu passado posso desconstruí-lo para reconstruí-lo.

Ás vezes, a desconstrução deve acontecer devido a falta de consciência em algumas decisões do nosso passado. Reconstrução então é repassar algumas ações pela consciência e reconstruir – fazer de forma diferente.

A desconstrução se faz necessária quando tomamos “atalhos” na vida e, por isso, temos que voltar (desconstruir) para reconstruir.

Destruir e desconstruir são coisas diferentes.

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Gostei muito desse texto porque ele explica de forma bastante didática e sábia como acontece os nossos processos de evolução pessoal ao longo da vida.

Quero frisar acima de tudo a diferença entre destruir e desconstruir.

Destruir é sempre uma atitude impensada, ou pouco pensada e muitas vezes instintiva ou impulsiva.

Já desconstruir é uma atitude que vem com o amadurecimento, através de uma autoanálise de todos os fatores e pontos relacionados com determinada situação. É bem diferente!

Quando somos imaturos, é muito comum termos atitudes impulsivas, agressivas, ou até mesmo arrogantes. Mas nada melhor do que a própria vida para nos ensinar que o melhor caminho não é por aí!

Esse texto do Paulo é um convite à sabedoria. Inclusive é importante destacar que na vida sempre acontecem os altos e baixos.

É como já falei em outros textos, para que possamos nos DESENVOLVER, é preciso antes se ENVOLVER. Tudo ocorre através de CICLOS.

Toda a nossa evolução ocorre através de ciclos, e se você observar bem, toda a natureza e até o próprio universo se movimenta em ciclos.

A Física Quântica e estudos avançados de Psicologia revelam belíssimas constatações de que as energias no universo fluem numa espécie de ESPIRAL, sempre tendendo a um crescimento.

Pretendo escrever mais detalhadamente sobre isso em outro texto, porque tem muita informação. É um estudo fascinante!

Em resumo, o que quero dizer é que tudo na vida tem um começo, um meio e um fim, e somente ao adquirir sabedoria conseguimos identificar com facilidade quando que chegou o final de um ciclo, para que não o prolonguemos e soframos em demasia por causa disso.

Essa reflexão pode ser levada para vários campos da vida como família, amizade, trabalho, relacionamentos amorosos.

Tudo funciona através de ciclos. E o que revela o fim desses ciclos é algum sentimento de desconforto, como medo, raiva, indiferença, angústia, ódio e por aí vai. Da mesma forma que o sentimento de amor, de ternura e de paz revela que se trata de um ciclo que ainda tem o que se aprender e se retirar de bom e de crescimento.

Levei muitos anos da minha vida para compreender melhor o que acabei de colocar para você. Isso é sabedoria de vida!

Portanto. Mais uma vez levo você a refletir sobre o que chamo de “termômetro” da plenitude e da evolução.

Você está feliz? Se sente feliz no trabalho, com seus amigos, na religião que frequenta, com seu namorado(a), marido, esposa, com o salário que ganha? Se sim! Ótimo! Você está no caminho certo. Se não, é preciso que você pare, reflita, reveja se é possível fazer alguma coisa para que essa situação em específico se resolva.

Se não conseguir resolver mesmo depois de toda essa reflexão, essa meditação, esses ajustes e mudanças, é sinal claro de que se trata de um ciclo encerrado. É sinal de que você precisa passar pela reconstrução e construir algo novo mais consistente, mais parecido com o ser humano que você está se tornando nesse exato momento.

Isso é lindo meus amigos! Quando começamos a nos sentir em paz em relação a esses processos, a vida ganha um sentido muito mais pleno, puro e verdadeiro.

Desejo tudo de melhor na sua vida e que de hoje em diante você encare as construções, desconstruções e reconstruções com mais sabedoria!

É isso que o bebê sente quando a mamãe chora de tristeza durante a gravidez

É isso que o bebê sente quando a mamãe chora de tristeza durante a gravidez

Da Eres Mamá

Durante a gestação, o bebê está se preparando para a vida e essa preparação se dá por meio de mensagens que ele recebe de você, mamãe!  É o que diz Curt A. Sandman, um dos cientistas que participaram de um estudo recente da Universidade da Califórnia -Irvine. Esse estudo mostra que a mudança no estado mental da mãe influencia o desenvolvimento de seu bebê antes e depois do nascimento.

Esta pesquisa descobriu que quando um bebê está no útero de sua mãe, é um participante ativo no seu próprio desenvolvimento, especialmente porque ele está a recolher informação para a vida extra uterina durante esse período. Um dos achados mais impressionantes do trabalho científico de que também participaram Elysia P. Davis e Laura M. Glynn é que o bebê pode sentir o estado psicológico da mãe.

A placenta recebe os sinais hormonais derivados da tristeza

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À medida que o bebê cresce, recebe constantemente mensagens de sua mãe e estas não são apenas circunscritas para ouvir seu batimento cardíaco ou ouvir a música que sua mãe o coloca perto de sua barriga: vai além. Nesse estágio, o bebê recebe sinais químicos através da placenta, que incluem o estado mental de sua mãe. Os hormônios que as mães produzem quando experimentam emoções passam pela placenta.

Assim, se a mãe está gravemente triste ou deprimida, o bebê sente isso. Esse estado emocional afeta seu desenvolvimento durante boa parte de sua vida. A longo prazo, ter uma mãe deprimida poderia levar a problemas neurológicos e transtornos psiquiátricos , diz Sandman.

Além disso, a mesma equipe de cientistas descobriu em um estudo anterior que crianças mais velhas, cujas mães estavam ansiosas durante a gravidez (o que freqüentemente é um sintoma de depressão) têm diferenças em certas estruturas cerebrais. No entanto, estudos serão necessários por décadas para determinar exatamente o que significa ter uma mãe deprimida para a saúde a longo prazo de uma criança.

Alterações emocionais influenciam o desenvolvimento emocional do bebê

É um fato: a mudança no estado mental da mãe pode influenciar o desenvolvimento do bebê antes e depois do nascimento.

Portanto ideal nesses casos é para tratar a depressão pré-natal , uma doença com a qual a ciência sabe como para lidar, no entanto o problema,  é que as mulheres raramente passam por uma avaliação psicológica ou psiquiátrica antes do nascimento do seu bebê.

O mais aconselhável durante o período de gestação é que a mãe tenha um estado emocional equilibrado, que se sinta calma, porque isso fará com que o bebê se desenvolva melhor.

O que mais afeta um desenvolvimento da criança, de acordo com o estudo, é o estado a flutuação emocional da mãe , porque o bebê também torna-se desequilibrado quando assimila curtos períodos de felicidade de sua mãe e, em seguida, muda inesperadamente para um de tristeza ou estresse.  Esses desequilíbrios afetam o desenvolvimento do bebê durante e após a gravidez, por isso é essencial ter um equilíbrio emocional.

Por seu turno, um grupo de psicólogos pré-natais garante que o bebê, além de perceber os sentimentos de sua mãe, também percebe seus pensamentos, que também influenciam a maneira como o bebê é moldado.

Nesse sentido, o bebê de uma mãe que não queria sua gravidez sente a rejeição que sente por ele, o que cria futuros problemas emocionais.

O ideal, nesta fase muito importante, na qual se criam laços tão próximos com o bebê, é que a mãe esteja serena e em equilíbrio. Deve-se evitar, a todo custo, experimentar estresse ou sentimentos negativos; para isso, a mãe pode realizar exercícios de meditação, relaxamento ou ioga.

Não deixe sua vida pra depois.

Não deixe sua vida pra depois.

Tempos atrás tive um batom rosa forte, pelo qual eu era apaixonada. Tão apaixonada que o usava apenas nas ocasiões que eu considerasse especiais. Não o usava com frequência, para que não acabasse rápido demais.

E o tempo passou, e impiedoso como ele saber ser, fez expirar a validade do meu batom e sua qualidade ficou irremediavelmente comprometida. Joguei-o fora e, pelo fato de ter usado apenas a terça parte, lamentei tê-lo deixado para depois. Passei meses esperando pelas ocasiões especiais, sem perceber que elas estavam por toda parte. Eu poderia ter usado meu batom preferido por completo, ao invés de desperdiça-lo, simplesmente por ter avaliado mal as oportunidades.

Pena eu não ter percebido antes que cada dia vivido é uma ocasião especial. Eu deveria ter julgado especial a oportunidade de levar uma criança à escola, ou jantar com a família no fim do dia; ou um almoço num domingo qualquer, sem necessariamente estar acontecendo nada de extraordinário.

Eu poderia ter entendido que extraordinário mesmo é ter vida e que cada dia que amanhece é uma oportunidade única, onde tenho a chance de fazer o meu melhor e de ser feliz e isso por si só é especial.

Mas este tem sido um deslize cometido por nós todos. Temos guardado o melhor para outro dia. Temos adiado amor, carinho e afetos em geral. Temos adiado o primeiro passo em direção ao que gostaríamos de ter ou de ser; adiado aquela conversa definitiva ou aquela decisão importante; deixado passar as oportunidades de estar presente e de mostrar disponibilidade a quem precisa ou gostaria de contar conosco. Precisamos dizer agora que estamos aqui e que queremos ser companhia, enquanto ainda há alguém que nos queira assim.

Temos dado pouca importância ao importante, achando que amanhã ele estará lá. Mas pode não estar, saiba disso. Tudo tem prazo de validade neste mundo, especialmente as pessoas e as esperas. Tudo termina, inclusive nós mesmos.

Esteja atento ao que você tem deixado para depois porque pode não haver depois. E você vai se lamentar, com o coração repleto de arrependimento por ter esperado uma ocasião especial que não chegou a acontecer. O melhor da vida é o que está acontecendo hoje. E mesmo que não seja um bom momento, de alguma forma a vida está nos tornando melhores por dentro. Isso é uma dádiva e precisamos saber aproveitar essas oportunidades.

Não espere pra depois, sobretudo para se sentir feliz. Esperar é ilusão. O melhor momento para ser, sonhar e realizar é esse, o momento presente. É sabedoria não deixar a vida pra depois.

Aproveitar TODOS os momentos como se fossem os mais importantes é atitude para agora, com toda urgência que esse assunto merece. A vida tem prazo de validade e a melhor ocasião para ser feliz é agora, já!
E aí, vamos lá?

Como desarmar o chilique de um filho com uma pergunta.

Como desarmar o chilique de um filho com uma pergunta.

Por Fabiana Santos
Do Blog Tudo sobre minha mãe

Eu não li todos os livros de psicologia infantil, nem fiz nenhum curso de como evitar/interromper/acabar com o chilique de um filho. Mas por conta de uma experiência pessoal relacionada à minha filha de 5 anos, eu quero muito dividir com vocês uma “fórmula” que aprendi recentemente para a gente conseguir mudar o rumo das coisas com os filhos que insistem em fazer drama por qualquer coisa.

Antes preciso contar uma história. Minha filha entrou na alfabetização por aqui, chamada de Kindergarten, e estava um pouco ansiosa, sempre repetia que não ia dar conta nas primeiras semanas de escola, ficando um pouco nervosa. E esse comportamento acabou se desdobrando em casa: ela aumentou as situações de fazer drama para qualquer coisa, mesmo as mais simples. Por indicação da escola, procuramos uma psicóloga infantil para algumas sessões, para que a Alice pudesse falar sobre o que estava sentindo e assim as coisas poderiam se acalmar.

Dentre as várias dicas que a psicóloga Sally Neuberger deu, uma eu achei fantástica, apesar de bem simples, e é exatamente por isto que eu quero contá-la aqui.

A psicóloga me explicou que precisamos fazer a criança se sentir respeitada, no sentido de darmos valor ao que elas estão sentindo. E assim, na hora de uma crise, seja porque motivo for, uma criança a partir dos 5 anos de idade precisa ser atendida no sentido de pensar e achar a resposta sobre o que está acontecendo com ela. Esta nossa valorização sobre o que ela está passando e ao mesmo tempo o fato de incluí-la na solução da questão desmonta a criação de caso.

De forma mais objetiva: quando um chilique começar – seja porque o braço da boneca saiu do lugar, seja porque está na hora de dormir, seja porque o dever de casa não saiu do jeito que ela queria, seja porque ela não quer fazer uma tarefa – seja o motivo que for, podemos fazer a seguinte pergunta para a criança, olhando nos olhos dela e com bastante calma: “Isto é um problema grande, um problema médio ou um problema pequeno?”

contioutra.com - Como desarmar o chilique de um filho com uma pergunta.
http://tudosobreminhamae.com/

Aqueles momentos pensando a respeito do que está acontecendo à sua volta, sinceramente, pelo menos aqui em casa, se tornaram mágicos. E todas as vezes que faço a pergunta e ela responde, a gente dá um jeito de resolver o problema a partir da percepção dela de onde buscar a solução. Um pequeno, sempre é rápido e tranquilo de resolver. Algum que ela considera médio, muito provavelmente será resolvido mas não na mesma hora e ela vai entender que há coisas que precisam de algum desdobramento para acontecer. Se um problema for grave – e obviamente que grave na cabeça de uma criança não pode ser algo a ser desprezado mesmo que para a gente pareça bobo – talvez seja preciso mais conversa e atenção para ela entender que há coisas que não saem exatamente como a gente quer.

Eu poderia dar vários exemplos onde tenho usado esta perguntinha nos últimos tempos. Um deles foi na hora de escolher a roupa para ir a escola (aqui não tem uniforme) e muitas vezes minha filha faz aquela cena para escolher a roupa, especialmente agora em que é preciso usar roupa de frio. Pra resumir: ela queria uma calça, a preferida dela estava lavando, começou o chororô e eu firme: Alice, isso é um problema grande, médio ou pequeno? Ela, sem graça, olhando para mim, falou baixinho: “Pequeno”.

E eu mais uma vez expliquei que já sabíamos que problemas pequenos são fáceis de resolver. Pedi sugestão de como resolveríamos aquele problema pequeno (aprendi que é importante dar tempo para ela pensar e responder) e ela: “Escolhendo outra calça”. E eu acrescentei: “E você tem mais de uma calça para escolher”. Ela sorriu e foi buscar outra calça. Dei meus parabéns por ela ter resolvido o próprio problema porque, claro, valorizar a solução é uma parte imprescindível para fechar a história.

Eu não acho que existe milagre na criação dos filhos. Outro dia estava pensando o quanto é uma verdadeira saga essa missão de colocar gente no mundo: atravessar todas as fases, trilhar caminhos que às vezes nos fazem cair em emboscadas, ter a humildade de voltar atrás para resgatar outra trilha. Este texto é sinceramente uma vontade grande de compartilhar uma luz que apareceu na minha estrada de mãe e eu espero de coração que sirva pra você também.

 

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contioutra.com - Como desarmar o chilique de um filho com uma pergunta.Fabiana Santos é jornalista, casada, mãe de Felipe, de 11 anos, e de Alice, de 5 anos. Eles moram em Washington-DC. As respostas de “problema pequeno” estão ganhando de disparada e agora Alice até ri envergonhada com o início de um chilique sem sentido. Já teve vezes dela ser sincera em dizer: “Acho que isso nem é um problema, mamãe”.

Ah, Fabiana também é jornalista freelancer.

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7 sinais que você está namorando um sapiossexual

7 sinais que você está namorando um sapiossexual

Por Pensador Anônimo

De acordo com o dicionário Merriam Webster, sapiossexual significa “sexualmente atraído por pessoas altamente inteligentes.” E enquanto pessoas têm se sentido atraídas por pessoas inteligentes há algum tempo, o dicionario Oxford denota que a palava sapiossexual começou a ser utilizada no início do século 21. “Sapio” provem da palavra “Sapiens”, que em latim significa “sábio.”

Enquanto muitas pessoas acham que a inteligência é uma das características mais atrativas, o termo tem recebido críticas desde que começou a ganhar destaque. Apesar de ter sido chamado de pretensiosos e até mesmo arrogantes, cada vez mais dicionários vem aceitado a palavra, tornando os “sapiossexuais” cada vez mais legítimos.

7 sinais que você está namorando um sapiossexual

Agora que você sabe que os sapiossexuais sentem atração por sabedoria, você pode dizer se está namorando um? Baseado em suas características, aqui estão alguns sinais de que você pode ser ou estar com um sapiossexual:

Vocês não começaram a namorar rapidamente 

Vocês poderiam ser amigos por anos, ou ter um cortejo maior do que estavam acostumados. Um sapiossexual precisa conhecer melhor a mente de ser parceiro antes de se sentir realmente atraído por ele. Então, se seu o interesse de seu parceiro cresceu a medida que ele foi lhe conhecendo, existe a chance de ele ser um sapiossexual.

Eles valorizam todos os aspectos de sua inteligência 

Se você é um fã de The Bachelor, você provavelmente conhece o termo “inteligencia emocional”. Como um sapiossexual disse ao The New York Times, “O que mais conecta comigo como um sapiossexual é a inteligência emocional e cômica.” Isso significa que não é necessariamente a inteligência acadêmica, mas também a maturidade emocional e a sagacidade que atraem os sapiossexuais.

Eles apreciam suas mensagens inteligentes 

Falando em sagacidade, quem precisa de sexting quando vocês tem brincadeiras através de SMSs, e-mails e outras mensagens online? Sim, a arte de escrever uma carta de amor pode estar morta, mas sua habilidade de se comunicar com inteligencia, não só em pessoa, mas em escrita, faz de você um achado para seu companhaneiro.

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Eles respeitam humildade

Apesar de você esperar que um sapiossexual apreciem um ego inflado, isso não é o que ocorre. Como o site Love Dignity explica, “muitos sapiossexuais tendem a ser mais impressionados pela humildade de uma pessoa do que por suas várias conquistas.” Então mesmo que você tenha um doutorado em Harvard, seu parceiro não se impressionaria nem um pouco se você ficar dizendo isto. Eles preferem que você demonstre a sua inteligência e que não fale sobre ela.

Vocês tem o mesmo nível de inteligência

Cosmopolitan entrevistou seis pessoas que se dizem sapiossexuais e a constante era de que eles terminariam o relacionamento, ou nem mesmo namorariam com alguém que eles não considerassem inteligentes. .

Eles não ficam de conversa fiada 

Enquanto vocês não tinham muitas conversas fiadas como casal, você pode ter reparado que seu parceiro sofreu um pouco quando vocês recém haviam se conhecido. Ou que ele não é muito bom em encontrar seus colegas de trabalho ou conhecidos. Conversa fiada é odiada por muitos, mas particularmente por sapiossexuais, que preferem entrar em conversas mais dinâmicas. Como o site Heart intelligence denota, sapiossexuais preferem ficar em silêncio a ficarem de conversa fiada com estranhos.

Seu cérebro é a coisa mais linda para eles

Sempre lemos estudos sobre homens que se sentem intimidados por mulheres inteligentes. Saber que existem sapiossexuais pode trazer um pouco de esperança para a humanidade, já que sua característica principal é a de se sentirem atraídos por inteligencia. Como Diana Raab escrever para Psychology Today, “Aqueles que são sapiossexuais são aqueles estimulados ou desafiados pela maneira que a outra pessoa pensa.” Então não importa o que você pensa sobre sua aparência, seu parceiro sempre o achara excitante e atraente desde que você continue mantendo a relação mentalmente estimulante.

Enquanto a beleza é algo superficial, a beleza que os sapiossexuais mais admiram é bem longe da padrão. Se você tem um parceiro sapiossexual, existe uma chance real de que sua relação ficará melhor e mais excitante com o tempo.

Teste do sol: diga-me qual sol escolheu e eu te direi que és

Teste do sol: diga-me qual sol escolheu e eu te direi que és

Testes de personalidade nos ajudam a entender nossas emoções, os comportamentos que adotamos e como nos relacionamos com os outros. Pode às vezes ser uma bobagem mas é sempre um passatempo interessante e que muitas vezes funciona.

Escolha um desses desenhos de sol e você descobrirá algo mais sobre sua maneira de ser. É um teste curioso que revela um lado da nossa personalidade, talvez oculto que não sabíamos ter.

Para fazer o teste, basta apenas dois minutos e nenhum compromisso. Como sempre dizemos, os testes não têm em si uma verdade absoluta, são jogos simples e, como tais, devem ser considerados.

Comece o teste: escolha um desses tipos de sol e veja o perfil ao qual eles correspondem. Após a imagem, você encontrará as respostas.

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Vamos aos resultados?

1. Você pensa sempre positivo

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Se você escolheu esse sol, significa que você é uma pessoa que sempre pensa positivamente e vê o copo sempre meio cheio. Você sabe lidar com a adversidade e não se deixar levar pelas dificuldades da vida. É por isso que as pessoas querem ficar perto de você.

Você é uma pessoa calma, amável e prudente e prefere ficar quieto para não ferir as pessoas. Você é sociável e tem um espírito livre para a realização de seus sonhos.

2. Você acredita na honestidade

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Se você escolheu esse sol é porque para você, honestidade e respeito sao valores essenciais. Você não é uma pessoa que gosta de estar em grupo nem tampouco gosta que os outros interfiram em sua vida privada, mas você não é uma pessoa fria, é que você gosta de cercar-se apenas de alguns pouco e bons amigos.

Você sempre demonstra muita confiança, você é amável e é por isso que as pessoas muitas vezes se aproveitam disso.

3. Você é curioso e brilhante

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Se você escolheu esse sol significa que você é uma pessoa curiosa e brilhante, que gosta de aprender e de ser autodidata. Não teme a aventura e gosta de coisas novas. Você é transparente e leal, está sempre aberto aos outros e é sociável, então as pessoas adoram estar em sua companhia.

4. Você é enérgico e inquieto

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Você é muito enérgico e inquieto, especialmente porque você tem mil ideias para realizar. Se você escolheu esse sol, você é uma pessoa que acredita nas energias positivas. Você ama a vida incondicionalmente e tenta saborear cada momento. Você tem grandes objetivos na vida e nunca vai parar de tentar alcançá-los.

5. Você é leal e sincero

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Você é a pessoa que todos queriam ao seu lado, porque você é sincero e disposto a ajudar aqueles que precisam. Às vezes, parece que você salvaria o mundo e faria de tudo para contribuir com mudanças positivas. Suas contribuições grandes ou pequenas são raios de luz que demonstram a grandeza de seu coração e inspiram os que estão à sua volta. Você é muito inteligente e leal.

6. Você é divertido e adorável

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Você é uma pessoa muito interessante e divertida, então as pessoas adoram estar com você. Se você escolheu esse sol é porque você gosta de se divertir e de aproveitar a vida. Você sabe que todos os obstáculos fazem parte da vida cotidiana e portanto você os enfrenta com o ânimo justo. Você vê o futuro com confiança e é muito alegre por isso. Você é uma pessoa em quem as pessoas geralmente confiam.

7. Você é ambicioso e bagunçado

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Você tem muitos objetivos e luta para obtê-los, mas você é um pouco confuso e bagunçado porque quer de tudo imediatamente. Outros vêem você como uma pessoa enérgica e perseverante que não desiste. Você é um grande lutador que passou por muitas dificuldades na vida, mas continua a avançar, independentemente do que os outros pensam de ti.

8. Você é paciente e amigável

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Você tem um caráter invejável por causa da sua paciência. Se você escolheu esse sol, você é uma pessoa que não costuma machucar os outros nem guarda rancor. Você tem uma grande maturidade e gosta de pensar muito sobre as coisas antes, para evitar erros depois.

Embora o amor seja muito importante para você, você tende a colocá-lo em segundo plano, seus sonhos são sua prioridade, mas, é claro, você também sonha com um futuro ao lado de alguém para amar verdadeiramente.

Fonte indicada: greenme

Nota da página: conteúdo de entretenimento sem nenhuma comprovação científica.

8 leis de sobrevivência de uma pessoa introvertida

8 leis de sobrevivência de uma pessoa introvertida

Respeite os meus limites e seremos felizes.

1. Onde houver multidão eu não estarei (ou estarei só um pouquinho)

Qualquer pessoa introvertida que trabalha em um escritório sabe como se sente ao ser empurrada para uma festa de aniversário. Os introvertidos se contorcem quando recebem esses convites de pessoas com as quais têm pouca intimidade. Achamos que eles esperam que nós tenhamos entusiasmo e interesse, e talvez até mesmo aceitemos o convite para nos juntarmos a eles para beber (com um grupo de cerca de 300 outras pessoas aleatórias) para comemorar. Trezentos é um pouco de exagero, mas é como um introvertido sente uma vez que ele só quer ir para casa. Se você não nos convida, nós não ficamos ofendidos. Ficamos aliviados. Longe de ser um comportamento arrogante, realmente temos muita dificuldade com grandes grupos.

2. Um aniversário é só um aniversário. Nós não precisamos comemorá-lo.

Como a maioria dos introvertidos não gosta de festa, eles não se importam que seu próprio aniversário não seja um evento. Nós temos amigos que realmente nos conhecem e se importam e levar a data com mais discrição nos deixa mais felizes.

3. Declaramos desnecessários os assuntos banais

Ao menos que você seja parte de nosso círculo de amigos, não importa o que você fez na semana passada. Somos da opinião de que todos têm o direito à privacidade, e se você escolheu gastar seu tempo bêbado ou batendo na porta do seu ex, então isso é com você. Introvertidos simplesmente não gostam de “jogar conversa fora”.

4. Networking e tortura são sinônimos?

Isto é especialmente difícil para os introvertidos que dirigem um negócio. Networking nos faz sentir como se nós tivéssemos que atuar. Lutamos para dizer a coisa certa e ouvir com atenção. Mesmo no mundo dos negócios, temos que nos sentir conectados com alguém em outro nível para tirar o máximo proveito de um tipo de rede ou evento.

5. Permita-se ser sincero, mas não me obrigue a ser indelicado

Esta é a verdade que pode ser desagradável. Nós sabemos do que nós gostamos e do que não gostamos de fazer. Nós também sabemos que a honestidade, às vezes, dói. Para sobreviver, temos que superar esses sentimentos e sermos agradáveis. Afinal, é difícil viver em um mundo onde não queremos fazer coisas que a maioria das pessoas quer.

6. Recarregar é estar só.

Nós ocupamos nosso tempo a sós com atividades, telefonemas, e-mails, rascunhos e projetos para aquisição da nossa próxima grande ideia (temos muitas). Valorizamos a solidão porque ela nos permite experimentar novos conceitos, planos e ampliar nossa imaginação. Tudo é possível quando passamos um tempo sozinhos.

7. Se quer o meu melhor, seja meu amigo

Quando temos as pessoas certas em nossas vidas, nós damos o nosso melhor. Tornamo-nos guerreiros, protegemos e lutamos por alguém que amamos. Basta perguntar a nossos amigos.

8. Respeitai o meu tempo e seremos muito felizes

Nós podemos ser a vida do partido, sediar o evento de networking, e ser o presidente da obra de caridade. Fazemos isso de boa vontade, sabendo que no final do dia podemos ir para casa. Mas quando chegarmos lá, pode levar dias ou semanas para nos reabastecermos e estarmos prontos para fazer isso novamente.

Editorial Conti outra

Cultive todas as pessoas. As certas vão brotar!

Cultive todas as pessoas. As certas vão brotar!

No decorrer de nossas vidas, temos a oportunidade de conhecer pessoas de diferentes personalidades. Com algumas, criamos uma conexão imediata. Outras, levam mais tempo para nos conquistar. Já com outras, sentimos que as energias não batem. Entretanto continuamos e, em cada lugar que passamos, conhecemos gente como a gente.

Já escrevi textos que falam sobre pessoas que carregam luz em si, e nos cativam pela sua simplicidade. São essas pessoas que devemos manter pertinho de nós.

Agora, vou falar de pessoas das quais devemos nos distanciar. Gente que deseja o mal alheio. Gente que perto de nós é uma coisa, mas longe de nós é outra. Gente que fala mal dos outros por pura maldade. Enfim, devemos descartar de nossas vidas gente que emana energias negativas. Pessoas assim não são dignas de nossa confiança.

Infelizmente existem pessoas que fazem questão de nos manter por perto por puro comodismo. Elas se sentem bem pisando nos outros, e tentam manter laços conosco por puro interesse.

É preciso blindar nossa alma e poupar nosso tempo que é tão valioso. Nossas energias devem ir ao encontro de pessoas que agregam, que nos fazem bem.

Sabe aquele(a) amigo(a) que você não encontra com frequência, mas, mesmo assim, a amizade continua da mesma forma? Ou, aquele(a) amigo(a) que vocês perdeu o contato, mas os caminhos se cruzaram novamente? Ou então aquela pessoa que está sempre ao seu lado e que você sente uma paz inexplicável quando ela está próxima? Tudo que é verdadeiro, é leve, floresce. Pense que se aquela amizade voou e voltou é porque ela é genuína.

Quantas pessoas passaram por minha vida, e foram embora? Quando elas partiram, eu não entendi. Cheguei a me questionar quando notei que a vida levou pessoas que foram importantes pra longe de mim, contudo, um dia entendi. Algumas pessoas, ficarão. Outras, voarão, mas voltarão. E outras, simplesmente vão embora porque o que tinham que nos ensinar, já nos ensinaram.

Todos nós estamos de passagem. Aprendemos com pessoas, ensinamos pessoas, e quando as missões acabam, cada um segue seu caminho.

Quando alguém sair de sua vida, deixe voar. Mantenha ao seu lado pessoas que fazem questão de ficar.

E, lembre-se, o que for verdadeiro, permanecerá.

Se vale a pena, vale a intensidade

Se vale a pena, vale a intensidade

Não deixe de amar alguém por medo. O medo não combina com o amor. Se você decidiu transbordar e teve a sorte de sintonizar com os afetos de alguém, valorize esses momentos. O tempo passa e a gente não percebe. O amor que não é cuidado, admirado e evoluído, mais cedo ou mais tarde perde o fôlego. Eu não sei de onde tiraram que o amor pode gerar sofrimento, mas se você está amando, que sorte a sua.

A disponibilidade e a disposição de duas pessoas para ficarem juntas é uma das maiores belezas da vida. Desfrutar dessa sensação, desse mar de descobrimento e confiança, é disso que se trata o querer possível. Não disfarce o que você sente por alguém. Não faça jogos sobre os pensamentos que você tem de alguém. E, acima de tudo, não desperdice o coração de alguém com economias em gentilezas e proximidades.

O amor precisa de um bom toque. É esse o tempero que mantém aceso o interesse. Entrelace mãos, disponha de abraços e escute. Escutar às vezes é o melhor dos toques, é a cereja do relacionamento. Não desista de tentar. Se vale a pena, vale a intensidade. E o medo? Bom, deixa o medo para os dias em que você não souber como expressar o amor que sente – e mesmo assim, que ele te empurre a dizer tudo de novo com diferentes entregas.

Senhora vai para abrigo e dá lição de empatia ao adotar cãozinho idoso que ninguém mais queria

Senhora vai para abrigo e dá lição de empatia ao adotar cãozinho idoso que ninguém mais queria

O mundo está com valores tão invertidos que falar do bem, muitas vezes, é ter sua fala confundida com “Fake News”. E a gente entende porque a coisa está feia mesmo.

Mas hoje vamos mostrar uma postagem do California’s Front Street Animal Shelter , instituição que divulgou a história da americana Melani Andrews, uma senhora de 72 anos que, após ir para um abrigo de idosos- prática bem mais comum nos Estados Unidos que no Brasil- optou por adotar um cachorrinho que, como ela, também fosse idoso e precisasse de cuidados especiais. Ela queria simplesmente o “cachorrinho mais velho e que ninguém mais quisesse do da instituição canina”.

Seguem as palavras do Abrigo em inglês e, logo abaixo, a tradução livre:

“This kind woman walked into our shelter and asked who the oldest, hardest to adopt dog was,” .

“Essa senhora amavél veio ao nosso abrigo e perguntou pelocão mais velho e debilitado que tínhamos para adoção”.

Melani é uma senhora amada, tem filhos e netos que a visitam, mas, nos últimos tempos, perdeu seu marido e antigo cão. Ou seja, existia dentro dela um vazio que precisava ser preenchido.

Um dia, durante a visita de um de seus netos, ele sugeriu que ela deveria ter alguém junto com ela para fazer companhia. Ah, essas crianças sabem de tudo, né!?

A impressão que temos é que, frente a sabedoria de seu neto, ela percebeu que todos merecem o melhor e o maior amor possível.  Então, ela buscou um amigo que também precisava de amor: e eis que surge Jake em sua vida.

contioutra.com - Senhora vai para abrigo e dá lição de empatia ao adotar cãozinho idoso que ninguém mais queria
© Melani Andrews

Felizmente Melani e a família possuem condições de arcar com os gastos que a saúde já debilitada de Jake, um cachorrinho de 12 anos, acarreta.

Do resto, nem é preciso dizer que ambos estão muito felizes!

contioutra.com - Senhora vai para abrigo e dá lição de empatia ao adotar cãozinho idoso que ninguém mais queria
© Melani Andrews

Editorial CONTI outra. Com informações de Newsner

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26 imagens inacreditáveis da interação entre animais, pessoas e estátuas que farão o seu dia mais feliz

26 imagens inacreditáveis da interação entre animais, pessoas e estátuas que farão o seu dia mais feliz

Pouca gente sabe, mas o começo da CONTI outra no Facebook não tinha nenhuma palavra: nós postávamos apenas imagens. É por isso que temos um acervo rico e cheio de curiosidades e garimpagens que foram acumuladas ao longo dos primeiros anos da página.

Abaixo, vocês verão uma seleção de imagens de um de nossos álbuns que traz a inacreditável e curiosa interação entre animais, pessoas e estátuas. A maioria das imagens é simplesmente hilária e merece a sua atenção. Certamente o seu dia ganhará pelo menos um sorriso a mais.

Aproveite!

contioutra.com - 26 imagens inacreditáveis da interação entre animais, pessoas e estátuas que farão o seu dia mais feliz

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O que é ser generoso?

O que é ser generoso?

Outro dia eu li um artigo muito interessante falando sobre a GENEROSIDADE, do escritor Maurício Duarte e decidi fazer uma breve reflexão a partir de pequenos recortes dele.

Afinal de contas, o que é ser generoso? Achei interessante a concepção da diretora artística Renata Quintella que diz o seguinte:

“Generosidade é o maior sentimento que existe. Porque nele moram a gratidão, o amor, o respeito, a alegria e a esperança. É compartilhar o que você tem, na certeza de que nada lhe faltará. Ser generoso é ser conectado com a sua alma. Ser gentil pode ser momentâneo, pode ser um tipo de simpatia. Toda pessoa generosa é gentil, mas nem toda pessoa gentil é generosa”.

Aqui está uma ideia que vale a pena ser refletida, a questão do dar e receber.

Muitas pessoas não são generosas porque não conseguem confiar nessa lei universal: tudo aquilo que a gente dá, acaba voltando de uma forma ou de outra.

A generosidade anda de mãos dadas com a gentileza, e a palavra chave nisso tudo é a DOAÇÃO. E é nesse ponto que mais quero me ater.

Muita gente não compreende essas palavras com profundidade. A maioria pensa em GENEROSIDADE e DOAÇÃO com relação a dinheiro, a roupas, utensílios etc.

Essa é uma visão extremamente limitada. Sabe qual é a maior e mais bonita doação que pode existir? O TEMPO.

Não é à toa que todas as pessoas que conseguiram grande sucesso na vida são unânimes em dizer que O TEMPO É A NOSSA MOEDA MAIS PRECIOSA.

Inclusive tem uma frase incrível atribuída à Kaayke Fox e que lembro todos os dias. Leia com bastante atenção…

“O maior presente que você pode dar a alguém é o seu tempo. Porque dando o seu tempo, você estará dando uma parte da sua vida que nunca mais vai voltar…”

Em minha opinião, não existe generosidade maior que a doação do tempo, pois estamos doando a nossa própria vida. Percebe a preciosidade desse pensamento?

Essa generosidade nos dá um sentimento muito intenso de alegria e felicidade. O meu próprio exemplo através desse blog. Ele toma uma parte considerável do meu tempo, mas não é um peso, muito pelo contrário, é uma alegria imensa, pois sei que muita gente é tocada pelas palavras que coloco aqui quase diariamente.

Em cada novo texto que escrevo eu doo uma parte da minha própria vida que nunca mais vai voltar, agora veja só! Não volta, mas ao mesmo tempo algo de mim fica. Eu também deixo um pouquinho de mim em cada palavra. Não é incrível? Aqui está incutida a ideia de LEGADO. Estou dia após dia construindo o meu legado, e todo legado bonito só se constrói através de generosidade e doação.

Nesse artigo, as palavras da filósofa Dulce Critelli vão bem ao encontro do que penso. Veja só!

“Há nesse ato uma doação de algo pessoal, algo que se tem e o outro não. Alguém pode ser generoso com o dinheiro que possui, ou com o seu tempo, generoso com suas ideias, seu afeto, a camisa do corpo. Alguém sempre atento à necessidade do outro e que se doa para colaborar é generoso”.

Para ser verdadeiramente generoso, não basta apenas doar dinheiro, roupas, afeto ou o próprio tempo, como já falei. É preciso desenvolver a SENSIBILIDADE para perceber o que de fato as outras pessoas estão precisando, e isso só a vida através das experiências pode nos ensinar.

Entenda! A gente doa aquilo que tem, mas que o outro não tem. Se percebo que alguém está carente de atenção e afeto, doo atenção e afeto. Se percebo que alguém está com fome e precisa se alimentar, doo um prato de comida. Se percebo que alguém está doente, com febre, passando mal etc. doo a ela um remédio ou se possível, encaminho para algum médico ou consulta. Se alguém quer apenas desabafar, doo os meus ouvidos atentos.

O mundo está carente de pessoas que tenham essa sensibilidade para serem verdadeiramente generosas! É assim que eu vejo e penso a generosidade, de uma forma bem mais ampla do que dinheiro ou coisas.

Para concluir essa reflexão, compartilho outro trecho desse incrível artigo:

“A generosidade implica sempre atenção à pessoa, amor. Nem atos de natureza religiosa são, necessariamente, generosos, veja-se os atos terroristas e homicidas dos fundamentalistas em nossa atualidade. Amor ao ser humano implica tolerância, reconhecimento de que o outro, como eu mesma, tem direito às suas escolhas e às decisões sobre o seu destino. Generosidade não se ensina, é algo que provoca, convoca os outros por meio do exemplo que alguém dá com sua própria conduta, e não de palavras que profira. Como Gandhi fez, quando, em vez de apenas falar que é possível agir sem recorrer à violência, agiu sempre pacificamente. Ele tinha uma confiança generosa no ser humano”,

Dulce Critelli

O sangramento emocional de ajudar aqueles que não querem ser ajudados

O sangramento emocional de ajudar aqueles que não querem ser ajudados

Quase todo mundo foi educado para fazer o que é possível, e o impossível, para ajudar os outros. É um conceito profundamente enraizado e que, sem dúvida, é muito louvável. No entanto, às vezes, no ato de ajudar os outros, podemos praticar um sangramento emocional que drena nossa energia e destrói nosso equilíbrio psicológico.

Todos os psicólogos sabem que você não pode ajudar aqueles que não querem ser ajudados. Portanto, em alguns casos, o primeiro objetivo da terapia psicológica é fazer a pessoa entender que ele tem um problema e que ele precisa de ajuda. Esse é o ponto de partida para poder trabalhar porque sem um compromisso pessoal, a mudança interna é praticamente impossível. O mesmo acontece na vida em geral. Só podemos ajudar quem aceita ser ajudado.

Dar óculos para alguém que não quer ver

Ajudar quem não quer ser ajudado é como arrumar óculos pra quem não quer ver. Simplesmente não  a pessoa nãos os usará. É provável que nem mesmo valorize a nossa ajuda e o esforço que investimos, podendo até considerar nossos gestos como uma invasão em sua privacidade….

 Isso significa que devemos jogar a toalha quando percebemos que uma pessoa está causando danos a si mesma? Não!

No entanto, devemos estar cientes de que nossa ajuda tem limites, limites muitas vezes colocados pela outra pessoa. Devemos aprender que  a ajuda que podemos fornecer está limitada à ajuda que o outro está disposto a aceitar.

É importante entender que quando alguém está passando por uma situação difícil, pode ser assustador reconhecê-la, então ela pode precisar de um pouco de tempo para processar emocionalmente e racionalmente o que está acontecendo. Só mais tarde consegue pedir ajuda. Portanto, às vezes você tem que dar tempo para ela olhar para dentro de si mesma, entender o que está acontecendo e pedir apoio.

Embora o problema e sua solução sejam óbvios para nós, pode não ser tão claro para a outra pessoa. É por isso que, ocasionalmente, oferecer ajuda significa violar o ritmo da cura emocional, afundamos a pessoa que queremos ajudar em um processo debilitante que não faz muito sentido.

A atitude correta para ajudar alguém de verdade

Quando uma pessoa que está com problemas rejeita sua ajuda, você pode se sentir irritado, frustrado. No entanto, é bom entender que esses sentimentos não ajudarão essa pessoa.Trata-se de enfrentar a situação com uma atitude diferente, e para isso você terá que:

– Suponha que todos devem aprender com seus erros e superar seus obstáculos. Nós devemos parar de agir como pais superprotetores. Precisamos entender que todos devem aprender suas próprias lições com seus erros. Por mais que amemos algumas pessoas, nem sempre podemos carregar seu “fardo” ou resolver problemas em seu lugar, porque o crescimento ocorre precisamente quando os obstáculos que a vida coloca diante de nós são superados.

– Pare de pensar que as coisas devem ser feitas de maneira precisa. Em muitas ocasiões, essa tendência de ajudar nasce da crença de que a outra pessoa está fazendo as coisas “mal”, o que é porque acreditamos que sabemos fazer “bem”. Na realidade, todos devem encontrar o caminho para resolver problemas e desenvolver um estilo de enfrentamento. Não existe uma maneira única de fazer as coisas, portanto, antes de dar sua ajuda, você deve se certificar de que se distanciou dessa crença, do contrário, é provável que queira impor sua opinião ou ponto de vista, algo que não costuma ser bem recebido e faz o outro ficar na defensiva….

O que você pode fazer:

– Não pressione. Quando uma pessoa não está psicologicamente preparada para buscar ou aceitar ajuda, pressionar pode ter o efeito oposto ao que você pretende, fazendo com que ela se feche e se afaste. Portanto, o primeiro passo é não pressionar.

– Mantenha-se disponível. A melhor maneira de apoiar uma pessoa que não quer ser ajudada é ficar ao lado dela quando ela decidir procurar ajuda. Devemos ter em mente que todos devem passar por uma série de etapas quando sofrem feridas emocionais e há etapas em que apenas um ombro amigo é necessário.

– Aprenda. O que tem sido melhor para você pode não ser uma boa solução para quem você quer ajudar. Portanto, é importante informar-se em profundidade sobre o problema. Também é conveniente encorajar essa pessoa a falar sobre o assunto para que você entenda a perspectiva dela. O melhor conselho vem da empatia, se você aconselhar do seu lugar e ponto de vista, suas soluções podem ser perfeitamente inúteis.


– Definir limites.
Em alguns casos, uma pessoa com problemas pode cair numa espiral de autodestruição e, se você não for cuidadoso, pode se arrastar com ela. Portanto, é importante que você estabeleça limites que protejam seu equilíbrio emocional se realmente quiser ajudar o outro. O budista Pema Chodron disse que “nós trabalhamos nós mesmos para ajudar os outros, mas também ajudamos os outros a trabalhar em nós mesmos”, o que significa que o ato de ajudar a resolver um problema também nos envolve emocionalmente, então teremos que decidir como enfrentá-lo da melhor maneira possível.

Este é um texto traduzido e adaptado de Rincon Psicologia

Imagem de capa: Shutterstock,Irina Bg

Quatro sinais de que uma criança não está recebendo carinho

Quatro sinais de que uma criança não está recebendo carinho

Desde que a afetividade e as emoções foram postas no centro das discussões científicas, grande parte da psicologia e pedagogia passou a se interessar por estudar como a experiência afetiva repercute na construção da personalidade, especialmente durante as primeiras etapas da infância.

Assim, a dimensão afetiva e sua relação com o desenvolvimento psicológico na infância, está repercutindo de maneira importante na educação. É por isso que apresentaremos aqui alguns sinais de carência de afeto em crianças, seguidos de uma breve discussão sobre o extremo contrário: o excesso de carinho.

A importância do carinho na infância

A dimensão afetiva é considerada atualmente uma das chaves para o desenvolvimento psicológico. Em outras palavras, como se compartilha o afeto tem relação direta como o desenvolvimento da identidade e maturação psicológica a partir da infância.

O afeto, entendido aqui com afinidade, acolhimento, empatia ou carinho; não é algo que se adquire de forma isolada. É um processo que tem lugar enquanto nos relacionamos com os demais, e dado que as primeiras pessoas com as que nos relacionamos são nossos cuidadores ( sejam familiares ou não), são também estes cuidadores quem nos ajudam a consolidar e dar-nos sentidos a nossas experiências afetivas; experiências que ao se integrar, geram marcos de referência e ação.

O entorno próximo da criança é o que representa o mundo; e o tipo de afeto que se recebe lá, é o mesmo que esperaremos receber fora deste entorno próximo. Da mesma forma, o afeto que a criança recebe em seu entorno, é o mesmo que aprenderão a ter como recurso disponível para oferecer em outras relações.

Então, o afeto que a criança recebe de seus cuidadores, é parte importante que ajudará a identificar-se e relacionar-se de uma forma ou de outra mais além de seu primeiro entorno.

4 sinais de carência de afeto em crianças

O tanto que todas as nossas relações estão mediadas por uma dimensão afetiva, falar de carência de afeto não quer dizer que as respostas afetivas ou as emoções estão desaparecidas por completo. Mas quer dizer que estas respostas emocionais estão sendo produzidas de uma maneira insuficiente ou pouco recíproca.

A falta de afeto durante a infância pode se manifestar de muitas maneiras, pois é a dimensão social aonde fica mais geralmente mais evidente, já que, através das emoções ( entre outros fatores) nos apresentamos diante do mundo e nos relacionamos com ele.

Assim, quatro dos sinais que podem indicar que uma criança se encontra em uma situação de carência afetiva são o pouco controle emocional, as relações conflituosas, a insegurança pessoal e o autoconceito negativo.

1. Pouco controle de suas emoções

Talvez este seja o sinal mais claro de que há uma carência de afeto. Se a criança tem a oportunidade de desenvolver um entorno afetivo equilibrado, o mais provável é que reconhecerá cada emoção e as normas sociais que as acompanham.

Se está ocorrendo o contrário, é provável que a criança tenha dificuldades, por exemplo, para tolerar a frustração ou para saber de maneira é adequado manifestar a vulnerabilidade ou o desgosto pode algo.

Além disso, as carências afetivas podem repercutir de maneira distinta nas crianças. Os meninos geralmente são educados para serem mais intolerantes a amostras de afeto, com o qual, desenvolvem também recursos ruins para enfrentar uma possível carência afetiva. Pela mesma socialização de gênero, geralmente são os meninos quem têm menor controle sobre emoções como a raiva nos espaços públicos.

As meninas, ao contrário, geralmente são educadas para desenvolverem de maneira importante a dimensão afetiva, para serem empáticas e amistosas com os outros e para as necessidades dos outros; por isso, podem ter mais trabalho para assimilar deficiências e acabam canalizando a carência afetiva como se fosse uma culpa delas mesmas.

2. Relações conflitivas com seus pares

No meio das experiências afetivas nos engajamos em certos tipos de relacionamentos. Por exemplo, podemos tender a nos intimidarmos ou sermos extrovertidos, a nos sentirmos cômodos com os abraços ou a salutar… Segundo as emoções que colocamos em jogo em cada contexto e segundo como fomos educados e socializados.

A carência afetiva pode fazer com que a criança desenvolva pouca empatia, assim como o reconhecimento e respeito por emoções alheias pode ser limitado.

3. Forte tendência a insegurança.

Boa parte da comunidade científica concorda que a dimensão afetiva é uma das formas pelas quais meninas e meninos adquirem segurança e constroem um conceito de si mesmos. Assim, a falta de afeto pode causar uma personalidade insegura.

Essa insegurança pode manifestar-se por meio de comportamento defensivo, ou por meio de uma fuga por medo de enfrentar novas situações que geram emoções sobre as quais a criança não sente controle.

Pela mesma razão, uma falta importante de afeto pode causar excessiva submissão às normas e uma personalidade rígida e ansiosa; ou de outra forma, comportamentos desafiadores constantes e falta de respeito, uma vez que esses seriam os meios mais acessíveis para a criança compensar a insegurança sentida e assim manter uma sensação que a alivia.

4. Auto-conceito negativo e culpa recorrente

Relacionada ao ponto anterior, a dimensão afetiva tem um impacto importante na opinião que estamos formando sobre nós mesmos. A falta de afeto transmite uma mensagem de pouco ou nenhum reconhecimento de si.

Ou seja, pode gerar nas crianças que os juízos de valor sobre si mesmos sejam mais negativos do que positivos, ou que elas insistam em se culpar por tudo de ruim que acontecer ao redor.

Carência de afeto versus afeto excessivo

Infelizmente, a privação afetiva pode ter algumas conseqüências indesejáveis ​​para meninos e meninas, tanto no nível individual (psicológico) quanto no nível das relações interpessoais.

Entretanto, é importante buscar alternativas considerando que, em muitas circunstâncias, os cuidadores são incapazes de oferecer uma estrutura afetiva estável por motivos que eles não dominam.

Por exemplo, há grandes deficiências nas práticas de cuidado que surgiram após as recentes transformações socioeconômicas; que forçaram a reorganização de papéis familiares e produtivos e transformaram as responsabilidades daqueles que foram cuidadores tradicionais.

Diante disso, diferentes espaços e práticas compensatórias foram gerados. Por exemplo, a educação formal e o papel dos professores ultimamente são uma fonte de afeto importante.

Por outro lado, uma das práticas compensatórias mais comuns é que os cuidadores tentam compensar as deficiências emocionais através de recompensas materiais, como brinquedos ou dispositivos eletrônicos, em excesso.

A dimensão recreativa é necessária, no entanto, é importante saber que esses elementos não têm o mesmo efeito simbólico e físico de afeto, que não representam um substituto definitivo de longo prazo…

Finalmente, e em contraste com a falta de afeto, muitas crianças estão em uma situação afetiva de cuidado excessivo. É importante reconhecer que o afeto excessivo, ou superproteção, tem o mesmo efeito psicológico que a falta de feto ou negligência: transmitem a mensagem que as crianças são seres incapazes de se relacionarem e responderem ao mundo, criando desamparo e pode gerar sinais que desenvolvemos anteriormente.

ESTE TEXTO É UMA TRADUÇÃO DE 4 SEÑALES DE FALTA DE AFECTO ESCRITO POR GRECIA GUZMÁN NO PSICOLOGÍA Y MENTE

Referência bibliográfica

Maldonado, C. y Carrillo, S. (2006). Educar con afecto: características y determinantes de la calidad de la relación niño-maestro. Revista Infancia Adolescencia y Familia, 01(001): 33-60.

González, E. (2002). Educar en la afectividad. Universidad Complutense de Madrid. Recuperado 8 de mayo de 2018. Disponible en https://guao.org/sites/default/files/biblioteca/Educar%20en%20la%20afectividad.pdf.

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