A casa que você escolher para morar pelo resto da vida pode revelar muito mais sobre você do que imagina

A casa que você escolher para morar pelo resto da vida pode revelar muito mais sobre você do que imagina

Bateu o olho em uma casa e sentiu que ela tinha “a sua cara”? Esse tipo de escolha, feita quase no automático, costuma dizer bastante sobre prioridades, jeito de se relacionar e até sobre o tipo de paz que cada pessoa procura no dia a dia.

A proposta é simples: entre várias casas, você precisa escolher só uma para viver pelo resto da vida. Sem pensar demais, sem tentar parecer racional.

A primeira opção que prende sua atenção pode indicar traços marcantes da sua personalidade, da forma como você lida com afeto, rotina, liberdade e segurança.

Veja abaixo o que cada escolha sugere.

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Casa 1: a casa acolhedora no meio das árvores

Quem se identifica com essa opção geralmente busca proteção emocional e valoriza ambientes que transmitam calor humano. Há uma tendência forte a criar vínculos profundos e a dar importância real ao que traz sensação de pertencimento.

Também costuma ser alguém que prefere estabilidade a aparências. Em vez de se impressionar com luxo ou ostentação, enxerga valor no que oferece conforto, memória afetiva e conexão sincera. Seu jeito costuma acolher os outros com facilidade, o que faz com que muita gente encontre em você uma presença confiável.

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Casa 2: a torre rústica com vista ampla

Escolher essa casa costuma indicar uma personalidade mais observadora, estratégica e seletiva. Você tende a analisar o cenário antes de se envolver e raramente age por impulso quando o assunto é decisão importante.

Há aí um perfil de quem gosta de manter certa autonomia e não entrega tudo de si logo de cara. Pessoas assim costumam ser vistas como inteligentes, prudentes e difíceis de enganar. Por outro lado, esse distanciamento inicial pode passar a impressão de frieza, mesmo quando o que existe é só cautela.

Casa 3: a casa moderna de vidro

Essa escolha costuma aparecer entre pessoas que prezam por clareza, sinceridade e coerência. Você provavelmente gosta de relações sem rodeios, conversas francas e ambientes em que tudo parece mais leve, limpo e resolvido.

Existe também uma facilidade maior para se adaptar a mudanças e reorganizar a vida quando algo sai do lugar. O ponto de atenção está na cobrança interna: quem escolhe essa casa muitas vezes tenta entender tudo, resolver tudo e colocar sentido em tudo, inclusive nos próprios sentimentos, o que nem sempre é possível.

Casa 4: a casa no alto do penhasco

Se foi essa que chamou sua atenção, o mais provável é que você tenha um perfil intenso e movido por experiências fortes. A vida muito previsível tende a cansar, e a repetição pode provocar uma sensação de aprisionamento.

Há uma busca clara por movimento, liberdade e escolhas que façam o coração acelerar um pouco mais. Seu modo de viver costuma inspirar quem admira coragem e autenticidade, embora também provoque preocupação em pessoas mais conservadoras. Você prefere lidar com risco a aceitar uma vida morna.

Casa 5: a casa minimalista e silenciosa

Quem escolhe esse lugar costuma ter um apreço natural por ordem, calma e equilíbrio. Não se trata de gostar de pouco por gostar, mas de saber separar o que tem valor do que só ocupa espaço.

Esse perfil geralmente aprecia rotina organizada, ambientes tranquilos e relações que não exigem esforço o tempo todo para funcionar.

Também pode haver um interesse forte por autoconhecimento, reflexão e crescimento pessoal. Sua presença passa serenidade, mas existe um desafio aí: aceitar que nem tudo vai ficar sob controle ou em harmonia o tempo inteiro.

Casa 6: a cabana isolada de madeira

Essa opção costuma atrair pessoas mais reservadas, independentes e criteriosas com quem deixam entrar em sua intimidade. Você provavelmente gosta de silêncio, de autonomia e de ter tempo para si sem interferências excessivas.

Há uma força interna importante nessa escolha. Em muitos casos, trata-se de alguém que aprendeu a contar consigo mesmo e desenvolveu grande resistência emocional.

Ao mesmo tempo, esse excesso de autossuficiência pode virar barreira. Dividir mais, confiar mais e permitir aproximações verdadeiras pode ser justamente o ponto que ainda falta destravar.

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Esse tipo de teste não funciona como diagnóstico, mas costuma render boas pistas sobre o que cada pessoa valoriza quando pensa em conforto, proteção e felicidade dentro de casa.

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Seu corpo pode estar avisando enquanto você dorme: 9 sinais noturnos ligados ao diabetes

Seu corpo pode estar avisando enquanto você dorme: 9 sinais noturnos ligados ao diabetes

Tem gente que passa o dia sem notar nada fora do comum, mas é na madrugada que o corpo começa a reclamar.

Vontade de levantar várias vezes, suor fora de hora, sede insistente e um sono que nunca rende podem parecer incômodos isolados, quando às vezes funcionam como alertas de alteração na glicose.

O diabetes nem sempre se anuncia de forma escancarada no início. Em muitos casos, os sinais aparecem em pequenos episódios repetidos durante a noite, justamente quando o organismo deveria estar em repouso. Observar esse padrão pode ajudar a perceber mais cedo que algo não vai bem.

Veja 9 sintomas noturnos que merecem atenção.

1. Levantar muitas vezes para fazer xixi

Acordar uma vez ou outra pode acontecer, mas interromper o sono repetidamente para ir ao banheiro já pede atenção. Quando a taxa de açúcar no sangue está elevada, os rins tentam eliminar esse excesso pela urina.

O resultado é um volume maior de líquido sendo expelido, o que leva a despertares frequentes ao longo da noite.

2. Suor excessivo enquanto dorme

Nem todo suor noturno tem relação com calor, cobertor ou ambiente abafado. Em algumas situações, ele pode surgir quando a glicose cai demais durante o sono.

Nessa resposta do organismo, o corpo libera hormônios de alerta, o que provoca transpiração intensa, tremores, agitação e até sensação de mal-estar ao despertar.

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3. Fome forte no meio da madrugada

Acordar com uma necessidade urgente de comer, especialmente acompanhada de coração acelerado, fraqueza ou sensação estranha, também merece investigação.

Esse quadro pode estar ligado à queda do açúcar no sangue durante a noite, levando o organismo a “interromper” o sono para pedir energia rapidamente.

4. Desconforto ou inquietação nas pernas

Sensação de formigamento, fisgadas, queimação ou necessidade constante de mexer as pernas pode atrapalhar bastante o descanso.

Em algumas pessoas, isso tem relação com alterações nos nervos periféricos, algo que pode acontecer quando a glicose permanece desregulada por longos períodos. Quando esse incômodo vira rotina, não convém tratar como algo banal.

5. Ronco intenso ou pausas na respiração

Há casos em que o problema não é exatamente pegar no sono, mas conseguir manter uma respiração regular enquanto dorme.

Roncos altos, engasgos, despertares súbitos e pausas respiratórias podem indicar apneia do sono, condição frequentemente associada ao diabetes tipo 2. Além de fragmentar o descanso, isso também dificulta o controle metabólico.

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6. Sede exagerada durante a noite

Muita gente estranha quando acorda mais de uma vez com a boca pedindo água. Esse sintoma pode surgir porque o corpo perde líquido em excesso pela urina e tenta compensar a desidratação.

Quando isso acontece com frequência, especialmente junto de idas constantes ao banheiro, vale observar melhor.

7. Acordar cansado mesmo depois de horas na cama

Dormir por bastante tempo e, ainda assim, levantar como se não tivesse descansado pode ter ligação com o modo como o corpo está usando a glicose.

Quando ela não entra nas células da forma adequada, falta energia para o organismo funcionar bem. O resultado pode aparecer logo cedo: peso no corpo, indisposição e sensação de sono mal aproveitado.

8. Boca seca ao despertar

Abrir os olhos já com a boca ressecada não deve ser visto sempre como detalhe sem importância. Quando esse quadro se repete, ele pode estar relacionado à glicemia alta, à perda de líquidos e até a alterações na produção de saliva.

Com o tempo, isso também pode favorecer mau hálito, desconforto na boca e maior risco de problemas dentários.

9. Sono leve, picado ou agitado

Passar a noite acordando por qualquer coisa, dormir mal sem motivo claro ou sentir que não entrou em sono profundo pode ter relação com oscilações da glicose.

Essas variações interferem no descanso e acabam repercutindo no dia seguinte, com irritação, dificuldade de concentração, lapsos de memória e queda de rendimento.

Quando vários desses sinais aparecem juntos, o ideal é não normalizar. Alterações noturnas repetidas podem ser um indício de que o organismo está tentando avisar que algo precisa ser investigado.

Avaliação médica e exames simples ajudam a esclarecer a causa e, se houver diabetes, permitem iniciar o cuidado o quanto antes.

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O que acontece quando você deixa os pés no vinagre por 20 minutos? 9 efeitos chamaram atenção

O que acontece quando você deixa os pés no vinagre por 20 minutos? 9 efeitos chamaram atenção

Tem cuidado que quase ninguém leva a sério na rotina, embora faça diferença no fim do dia: olhar com atenção para os pés. Eles passam horas abafados, suportam o peso do corpo, encaram calor, atrito e longos períodos em pé.

Por isso, um hábito simples como deixar os pés de molho em água morna com vinagre de maçã acabou ganhando espaço entre quem busca alívio sem complicação.

A mistura é fácil de preparar, cabe no orçamento e costuma ser usada como um ritual caseiro para dar conforto à pele e reduzir incômodos comuns.

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Com poucos minutos na semana, muita gente percebe melhora no odor, menos sensação de cansaço e um toque mais macio na região.

Entre os efeitos mais comentados desse escalda-pés, está a ajuda no controle do mau cheiro, já que o vinagre contribui para equilibrar o pH da pele. Ele também costuma ser associado à diminuição de desconfortos ligados à umidade excessiva, como coceiras leves e tendência a frieiras.

Outro ponto que chama atenção é a sensação de descanso. A água morna ajuda a relaxar a musculatura, enquanto o repouso de 20 a 30 minutos pode aliviar aquela impressão de peso nas pernas depois de um dia puxado.

Quando o costume entra na rotina, o momento acaba funcionando também como uma pausa real para desacelerar.

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Na parte estética, o banho dos pés pode colaborar para amolecer áreas ásperas, especialmente nos calcanhares, além de facilitar o cuidado com calosidades.

A pele tende a ficar com aparência mais limpa, suave e bem tratada, principalmente quando o ritual termina com creme hidratante.

Há ainda quem recorra à receita para amenizar irritações superficiais e trazer uma sensação de frescor. Se algumas gotas de óleo essencial forem adicionadas, o efeito relaxante fica ainda mais evidente, sobretudo à noite, antes de dormir.

Os 9 problemas que esse costume pode ajudar a amenizar são: mau odor, desequilíbrio do pH da pele, desconfortos causados por fungos, sensação de pernas pesadas, tensão muscular, calcanhares ressecados, calos, coceiras leves e estresse acumulado.

Para fazer em casa, basta separar 2 litros de água morna, 1 copo de vinagre de maçã e, se quiser, algumas gotas de óleo essencial. Coloque tudo em uma bacia, deixe os pés submersos por 20 a 30 minutos e seque bem depois, sem enxaguar.

Quem quiser potencializar o cuidado pode aplicar um creme nutritivo logo em seguida e colocar meias de algodão antes de deitar. É um gesto simples, barato e fácil de encaixar na semana.

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Suplemento considerado “natural” pode causar danos ao fígado e faz Anvisa emitir alerta

Suplemento considerado “natural” pode causar danos ao fígado e faz Anvisa emitir alerta

Quem tem o costume de tomar suplementos por conta própria, muitas vezes dentro da rotina de “cuidar mais da saúde”, ganhou um novo motivo para prestar atenção.

A Anvisa publicou nesta sexta-feira (6) um alerta de farmacovigilância sobre produtos com cúrcuma, ingrediente bastante conhecido na cozinha brasileira, mas que vem aparecendo em cápsulas e fórmulas concentradas com outra proposta: entregar doses muito maiores ao organismo.

O aviso da agência foi motivado por investigações feitas fora do Brasil, que relacionaram o uso desses suplementos e medicamentos a casos raros, mas severos, de lesão no fígado.

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Entre os registros analisados, aparecem quadros de inflamação hepática e até hepatite associados ao consumo de extratos concentrados da substância.

O ponto central do alerta está justamente nessa diferença. A cúrcuma usada no preparo de alimentos, em pó, continua fora da zona de preocupação da Anvisa.

O problema está nos produtos industrializados desenvolvidos para aumentar a absorção da curcumina pelo corpo, o que eleva bastante a quantidade efetivamente aproveitada pelo organismo e pode pesar no funcionamento do fígado.

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Em outras palavras: uma coisa é usar açafrão no arroz, no frango ou em receitas do dia a dia. Outra, bem diferente, é ingerir cápsulas com compostos concentrados, feitos para agir de forma mais intensa. Segundo a Anvisa, é essa versão mais potente que exige atenção agora.

O Brasil não está isolado nesse movimento. Autoridades de saúde de países como França, Itália, Austrália e Canadá já vinham monitorando ocorrências parecidas. Na França, inclusive, o número de notificações de eventos adversos ajudou a reforçar o alerta em torno do consumo desses produtos.

A agência brasileira também detalhou os sinais que merecem resposta rápida. Quem estiver usando suplemento de cúrcuma e notar pele ou olhos amarelados, urina escura, cansaço fora do normal, enjoo ou dor na região abdominal deve interromper o uso e procurar avaliação médica.

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Além do aviso ao público, a Anvisa determinou mudanças práticas no mercado. Os medicamentos Motore e Cumiah terão de trazer novas informações de segurança em bula.

Já no caso dos suplementos alimentares, a substância entrou em reavaliação, e a tendência é que os rótulos passem a exibir advertências obrigatórias sobre possíveis efeitos indesejados.

A recomendação final da agência é simples: suspeitas de reação adversa precisam ser comunicadas pelos canais oficiais. Para medicamentos, o registro deve ser feito no VigiMed. Para suplementos, no e-Notivisa.

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Por que eu me sinto tão afetado pelo que os outros pensam de mim? Entenda o que pode estar por trás disso

Por que eu me sinto tão afetado pelo que os outros pensam de mim? Entenda o que pode estar por trás disso

Muitas pessoas pesquisam no Google perguntas como “por que me importo tanto com o que os outros pensam?”, “como parar de se preocupar com a opinião dos outros” ou “por que críticas me afetam tanto?”. Se você já se fez esse tipo de pergunta, saiba que essa experiência é mais comum do que parece.

Um comentário, uma crítica ou até mesmo a sensação de ter sido julgado pode permanecer na mente por horas ou dias. Mesmo quando racionalmente sabemos que não deveríamos dar tanta importância, o impacto emocional continua presente.

Mas afinal, por que a opinião dos outros pode nos afetar tanto?

O olhar do outro e a construção da identidade

A maneira como nos percebemos não surge isoladamente. Desde o início da vida, nossa identidade se constrói a partir das relações que estabelecemos com outras pessoas. O olhar do outro — seja ele de aprovação, crítica ou indiferença — participa da formação da imagem que construímos de nós mesmos.

Por isso, quando alguém se sente muito afetado pela opinião alheia, muitas vezes não está reagindo apenas ao momento presente. Aquela situação pode tocar experiências emocionais antigas, ligadas ao reconhecimento, ao pertencimento ou ao valor pessoal.

Segundo a psicóloga Josie Conti, psicóloga e psicanalista, esse tipo de sofrimento costuma ter raízes mais profundas do que aparenta:

“Quando a opinião do outro tem um peso excessivo em nossa vida emocional, muitas vezes estamos diante de algo que não se limita à situação atual. Certos olhares ou críticas podem ativar marcas psíquicas antigas, ligadas à forma como cada pessoa construiu sua percepção de si mesma.”
Josie Conti

Isso ajuda a explicar por que algumas pessoas conseguem lidar com críticas com relativa tranquilidade, enquanto outras se sentem profundamente abaladas.

Quando a opinião dos outros passa a determinar nossas escolhas

Em alguns casos, a preocupação com o julgamento alheio se torna tão intensa que começa a influenciar comportamentos e decisões importantes. A pessoa passa a agir tentando evitar críticas ou desaprovação, muitas vezes abrindo mão de desejos próprios para corresponder às expectativas externas.

Isso pode gerar uma sensação constante de vigilância interna, como se fosse necessário estar sempre “correto” ou “adequado”. Com o tempo, essa dinâmica pode produzir ansiedade, insegurança e um sentimento persistente de inadequação.

Nessas situações, muitas pessoas tentam resolver o problema sozinhas, recorrendo a conselhos comuns como “não ligue para o que os outros pensam”. Embora essa ideia pareça simples, ela raramente resolve o sofrimento de forma duradoura.

Por que não é tão simples “parar de se importar”

A dificuldade em lidar com a opinião dos outros nem sempre é apenas uma questão de decisão consciente. Muitas vezes, envolve aspectos da história emocional da pessoa que continuam atuando de forma inconsciente.

Isso significa que certas reações emocionais podem estar ligadas a experiências anteriores de rejeição, crítica ou busca intensa por reconhecimento. Sem perceber, a pessoa pode continuar respondendo a essas marcas antigas nas relações atuais.

Para Josie Conti, compreender essas raízes é um passo importante:

“Quando uma pessoa percebe que vive excessivamente orientada pela aprovação externa, isso pode ser um convite para olhar com mais atenção para sua própria história emocional. Muitas vezes, aquilo que parece apenas sensibilidade ao julgamento revela conflitos psíquicos que merecem ser compreendidos.”
— Josie Conti

Quando procurar ajuda psicológica pode fazer diferença

Se você frequentemente se pergunta “por que me importo tanto com o que os outros pensam”, pode ser um sinal de que esse tema merece uma investigação mais cuidadosa.

A psicoterapia oferece um espaço de escuta onde essas experiências podem ser compreendidas com maior profundidade. Ao longo do processo, torna-se possível identificar como determinadas formas de se perceber foram construídas e de que maneira elas continuam influenciando as relações atuais.

Esse trabalho não se limita a oferecer conselhos rápidos. Ele permite que a pessoa compreenda os sentidos mais profundos de suas reações emocionais, abrindo caminho para uma relação mais livre com o próprio desejo e com o olhar do outro.

Em muitos casos, a ajuda psicológica pode ser um diferencial importante para lidar com essa questão. Ao explorar a própria história e os significados que sustentam esse sofrimento, a pessoa pode começar a construir uma forma mais estável e própria de se perceber.

Se a opinião dos outros costuma afetar profundamente seu bem-estar emocional, buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo significativo para compreender melhor essa experiência e encontrar novas possibilidades de viver suas relações com mais liberdade e segurança.

Josie Conti- psicóloga

Presencial e Online

contioutra.com - Por que eu me sinto tão afetado pelo que os outros pensam de mim? Entenda o que pode estar por trás dissoPsicóloga: Josie Conti — CRP: 06/66331
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Por que eu não bebo álcool há 4 anos: O relato chocante de uma estudante de medicina que decidiu focar na própria saúde

Por que eu não bebo álcool há 4 anos: O relato chocante de uma estudante de medicina que decidiu focar na própria saúde

Entre hábitos tratados como “normais” na vida adulta, poucos escapam tanto de questionamento quanto o álcool. Ele costuma aparecer em festas, jantares, encontros e comemorações como se fosse um item obrigatório da socialização.

Foi justamente contra essa lógica que Gabriela Farias de Ávila, estudante de Medicina, decidiu agir: há quatro anos, quando se mudou para a Argentina, ela cortou a bebida da própria rotina e diz que essa foi uma das melhores decisões que tomou.

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Crédito: Instagram / @___gabrielafarias

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Gabriela conta que nunca foi realmente fã de álcool, embora tomasse alguns drinks ou taças de vinho em ocasiões sociais.

O problema vinha depois: mal-estar, indisposição e a sensação de que o preço cobrado pelo corpo era alto demais para algo tão passageiro. A partir daí, ela decidiu parar de vez.

O ponto central do relato é simples e direto: certas escolhas socialmente aceitas podem custar caro ao equilíbrio metabólico, hormonal e mental.

A percepção dela conversa com o que a ciência vem mostrando com cada vez menos rodeios. A Organização Mundial da Saúde afirma que o álcool é uma substância tóxica, psicoativa e capaz de causar dependência, além de estar associado a pelo menos sete tipos de câncer. A entidade também diz que não há nível seguro de consumo quando o assunto é risco oncológico.

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No organismo, o etanol vira prioridade. Grande parte dele é metabolizada no fígado, que trabalha para transformar o álcool em compostos que possam ser eliminados. Nesse processo, surge o acetaldeído, que é tóxico e carcinogênico.

Pesquisas também mostram que essa metabolização altera o equilíbrio químico do fígado e favorece acúmulo de gordura, além de atrapalhar vias metabólicas importantes.

Esse impacto não fica restrito ao fígado. Revisões científicas indicam que o álcool interfere no controle da glicose e na ação da insulina, o que ajuda a explicar por que muita gente sente uma mistura de cansaço, fome fora de hora e queda de rendimento no dia seguinte.

Também há evidências de que a bebida prejudica a arquitetura do sono: a pessoa pode até apagar mais rápido, mas o descanso tende a ser fragmentado, com piora da qualidade do sono e alterações em fases importantes para recuperação física e mental.

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Outro ponto levantado por Gabriela no post é o efeito inflamatório. Esse tema também aparece em estudos que relacionam o álcool a alterações na barreira intestinal, inflamação e maior exposição do organismo a substâncias que alimentam danos em cadeia, sobretudo na conexão entre intestino e fígado. Em linguagem menos técnica: o estrago não começa e termina em um único órgão.

Ao dizer que vive melhor sem beber, Gabriela toca num ponto que muita gente evita encarar por pressão social ou costume.

Parar de consumir álcool nem sempre nasce de um “fundo do poço”; às vezes nasce só de uma constatação honesta: aquilo não faz bem, e insistir deixou de valer a pena.

No caso dela, a decisão veio antes da dependência, antes de qualquer quadro mais grave e antes que o hábito ganhasse status de necessidade. É esse detalhe que faz o relato chamar atenção.

Veja o post na íntegra aqui.

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Fonte: OMS

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Anvisa proíbe suplemento popular usado para regular o sono após detectar ingrediente proibido na fórmula

Anvisa proíbe suplemento popular usado para regular o sono após detectar ingrediente proibido na fórmula

Quem usa melatonina para tentar dormir melhor precisa ficar atento a uma decisão recente da Anvisa.

A agência sanitária determinou a retirada imediata do mercado de uma melatonina sublingual em gotas, sabor maracujá, após identificar problemas na formulação e também na forma como o produto vinha sendo anunciado ao público.

A medida atinge o produto fabricado pela empresa Vita BE Cosméticos Ltda. Com isso, ficam proibidos a fabricação, a comercialização, a distribuição, a importação, a propaganda e o uso do suplemento em todo o Brasil.

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Além da suspensão, a Anvisa também mandou recolher as unidades que já estavam em circulação.

Segundo a agência, o principal problema está na composição do suplemento. A análise apontou a presença de um ingrediente sem avaliação de segurança para uso por via sublingual, que é aquele método em que a substância é colocada embaixo da língua para ser absorvida diretamente pela mucosa da boca.

Esse ponto pesa porque produtos classificados como suplemento alimentar precisam seguir critérios específicos antes de chegar ao consumidor.

Quando há um formato de uso diferente, como gotas sublinguais, a exigência fica ainda mais rigorosa, já que a segurança dos componentes precisa estar devidamente comprovada para essa forma de administração.

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A Anvisa também enquadrou a publicidade do item. Na divulgação, o produto era associado a promessas como ajudar a regular o sono, prevenir insônia e promover um suposto “equilíbrio do corpo”, alegações que não podem ser usadas livremente em suplementos sem autorização sanitária específica.

Pelas regras brasileiras, suplementos alimentares não podem ser divulgados como se tivessem efeito terapêutico ou medicinal quando isso não está formalmente aprovado.

Na prática, esse tipo de comunicação pode levar o consumidor a interpretar o produto como tratamento, o que contraria a legislação.

Com a proibição, a orientação é interromper o uso dessa melatonina sublingual em gotas da Vita BE Cosméticos Ltda.

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A decisão foi tomada em caráter preventivo, dentro da atuação da Anvisa para reduzir riscos à saúde e exigir que os produtos comercializados no país cumpram os padrões sanitários exigidos.

A melatonina, por si só, é um hormônio ligado ao ciclo de sono e vigília. No Brasil, ela pode ser vendida como suplemento alimentar, desde que respeite as normas sobre composição, qualidade e publicidade.

O problema, neste caso, não é a substância em geral, mas as irregularidades identificadas nesse produto específico.

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Enigma visual te desafia a descobrir qual dos três está vivo

Enigma visual te desafia a descobrir qual dos três está vivo

Alguns testes visuais funcionam justamente porque levam o olhar para o lugar errado. À primeira vista, a cena parece simples: três corpos cobertos em um necrotério e uma única pergunta para resolver.

O truque está em perceber um sinal discreto, daqueles que muita gente deixa passar quando bate o olho rápido na imagem.

Esse tipo de desafio costuma chamar atenção porque mistura raciocínio com leitura de cena. Em poucos segundos, a cabeça tenta comparar posições, objetos e marcas do ambiente para descobrir o que faz sentido e o que está ali só para confundir.

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Nesse enigma, a resposta depende menos de sorte e mais de observar um ponto específico da ilustração.

A pessoa viva é a A. O indício aparece no chão, logo abaixo da mesa: há uma pequena poça de sangue escorrendo.

Dentro da lógica proposta pelo desafio, esse detalhe sugere que o sangramento ainda está acontecendo, o que indica atividade no corpo.

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Os outros dois chamam atenção pelo formato sob o lençol e pela posição dos pés, mas esses elementos servem mais para distrair do que para entregar a resposta.

O que realmente pesa aqui é o vestígio ao lado da maca de A, porque ele quebra a aparência estática da cena e aponta para algo em curso.

A graça desse enigma está justamente nessa inversão. Muita gente associa a mancha de sangue ao oposto da resposta correta, quando, nesse caso, ela funciona como pista de sobrevivência. É um daqueles desafios em que o detalhe mais desconfortável acaba sendo também o mais revelador.

No fim, a imagem cobra calma e atenção real aos sinais do cenário. Quem tenta responder no impulso tende a errar; quem examina os elementos com mais cuidado percebe por que a alternativa certa é a letra A.

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Ele tomou banho logo após o almoço e sofreu um AVC: 3 atitudes comuns depois de comer que podem trazer riscos

Ele tomou banho logo após o almoço e sofreu um AVC: 3 atitudes comuns depois de comer que podem trazer riscos

Tem hábito que entra na rotina de um jeito tão automático que quase ninguém para para pensar no efeito que ele pode ter no corpo. Levantar da mesa e ir direto para o chuveiro, emendar a refeição com exercício ou virar um copão de água logo depois de comer são exemplos clássicos disso.

À primeira vista, tudo parece normal. O problema é que, depois de uma refeição, o organismo já está mobilizado para uma tarefa importante: a digestão.

Quando esse processo é interrompido ou disputado com outras demandas físicas, o corpo pode responder com mal-estar, queda de pressão, desconforto e, em pessoas com fatores de risco, até com complicações mais sérias.

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O AVC, ou acidente vascular cerebral, está ligado a alterações na circulação sanguínea. Por isso, atitudes que parecem corriqueiras merecem atenção, sobretudo entre quem já convive com pressão alta, problemas cardíacos, diabetes ou histórico vascular.

Veja três comportamentos que devem ser evitados depois de comer.

1. Tomar banho logo após a refeição

Assim que a alimentação termina, o organismo direciona mais sangue para o sistema digestivo, porque ele precisa trabalhar na quebra e absorção dos alimentos. Quando a pessoa entra no banho imediatamente depois, principalmente se a água estiver muito quente, o corpo também passa a exigir maior circulação na pele para lidar com a temperatura.

Essa mudança pode atrapalhar o andamento da digestão e provocar sensação de fraqueza, tontura, moleza e até queda de pressão. Em quem já tem predisposição para alterações vasculares, esse estresse circulatório pode ser ainda mais preocupante.

O mais indicado é esperar pelo menos 30 minutos antes de tomar banho, dando ao corpo tempo para iniciar a digestão com mais estabilidade.

2. Fazer atividade física em seguida

Tem quem pense que caminhar rápido, correr ou treinar logo depois do almoço ajuda a “compensar” a refeição. Só que esse intervalo imediato está longe de ser o melhor para exigir desempenho do corpo.

Durante o exercício, o fluxo sanguíneo precisa atender os músculos. Ao mesmo tempo, o estômago continua exigindo irrigação para dar conta da digestão. Esse conflito pode prejudicar os dois processos: a comida pesa, a disposição cai e o organismo pode reagir com enjoo, tontura, dor abdominal e mal-estar.

Nos casos de esforço mais intenso, o risco aumenta para pessoas com doenças cardiovasculares ou tendência a arritmias. Por isso, o mais seguro é deixar treinos pesados para 1 a 2 horas depois da refeição, dependendo da quantidade de comida ingerida.

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3. Beber grande quantidade de água de uma vez

Beber água é importante, mas exagerar logo depois de comer também pode ser um erro. Quando a pessoa consome muito líquido de uma vez só, o estômago fica mais distendido, o que favorece desconforto, sensação de estufamento e digestão lenta.

Além disso, essa prática pode dar a impressão de empachamento e piorar sintomas em quem já sofre com refluxo, gases ou digestão difícil. O ponto não é cortar a água, e sim evitar excesso no momento errado.

Uma saída melhor é beber em pequenos goles durante a refeição ou aguardar um pouco antes de ingerir volumes maiores.

Respeitar esse intervalo depois de comer é uma medida simples, mas que ajuda o corpo a funcionar com menos sobrecarga. Em vez de tratar esses hábitos como detalhe, vale olhar para eles como parte do cuidado diário com a saúde.

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Flávio Figueiredo é anunciado como o novo Managing Director da SiGMA Latam

Flávio Figueiredo é anunciado como o novo Managing Director da SiGMA Latam
Several colleagues communicating in office against window

O BiS SiGMA South America tem sua data prevista para os dias 6 e 9 de abril de 2026, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP). Simplesmente, esse é o mais importante evento de apostas da América Latina! De acordo com a organização, o encontro deve atrair mais de 18 mil visitantes, refletindo sua posição estratégica na capital paulista em um momento de consolidação do mercado de iGaming. 

Com a meta de ampliar ainda mais o alcance da feira e dar sequência a expansão da marca, Flávio Figueiredo foi confirmado como novo Managing Director da SiGMA Latam. Formado em Jornalismo pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte pelo Centro Universitário FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), Figueiredo é um dos grandes nomes do iGaming brasileiro na atualidade.

Esse status é corroborado por ser um dos responsáveis pela criação do  Brazilian iGaming Summit (BiS), que se transformou no mais importante encontro de iGaming da América Latina, em parceria com o SiGMA Group. Além disso, ele é CEO de um dos principais portais de notícia que cobrem o mercado de apostas e jogos online desde o início do processo de regulamentação. Trata-se do portal iGaming Brazil. 

Dessa maneira, a indicação de Figueiredo para a função de Managing Director da SiGMA Latam se sucede em um período determinante para essa indústria no território nacional, que ainda lida com os efeitos e ajustes de uma regulamentação que acabou de completar seu primeiro ano de existência. 

Sobre o SiGMA Group 

SiGMA é a marca líder global em eventos do setor de jogos, iGaming, cassinos e empresas de apostas. A SiGMA – companhia de eventos e mídia – posiciona-se como uma plataforma de diálogo e negócios para as indústrias de jogos, tecnologia e cripto

Por meio de conferências, parcerias público-privadas e iniciativas educacionais, impulsiona investimentos com o intuito não somente de gerar impacto econômico, mas também de deixar legados duradouros, como criação de empregos, estímulo ao turismo, reformas políticas e capacitação profissional.

Foto: FreePik

Benedict Cumberbatch + Olivia Colman no streaming: a comédia mais divertida do ano (até agora) pra assistir acompanhada

Benedict Cumberbatch + Olivia Colman no streaming: a comédia mais divertida do ano (até agora) pra assistir acompanhada

Tem filme que você dá play achando que vai ver só mais uma crise conjugal com piadinha ácida — e, quando percebe, já tá pausando pra comentar: “tá, mas quem tá errado aqui?”.

“Os Roses: Até Que a Morte os Separe” chegou ao Disney+ com essa proposta: colocar um casamento “bonito por fora” em situação de teste e deixar o desconforto trabalhar, com humor venenoso e pequenas crueldades do dia a dia.

O diretor Jay Roach e o roteirista Tony McNamara pegam o material do romance “The War of the Roses” (1981), de Warren Adler, que já tinha virado filme em 1989, e atualizam a briga: menos exagero cartunesco, mais implicância “de casa”, daquelas que começam numa frase atravessada e terminam em competição aberta.

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A dinâmica do casal (vivido por Benedict Cumberbatch e Olivia Colman) é apresentada logo de cara num cenário que deveria ser civilizado: sessão de terapia.

A missão parece inofensiva — listar qualidades do parceiro — até o exercício virar uma escalada de alfinetadas que constrange até quem tá ali trabalhando.

E o roteiro faz questão de mostrar que aquilo não é “acidente”: o jeito deles conversarem tem esse costume de virar ringue quando encosta no que dói.

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O passado do casal também ajuda a entender por que essa relação funciona (e falha) do jeito que funciona. Eles se conhecem na cozinha de um restaurante, quando Theo, arquiteto, foge de um jantar de negócios após ver um projeto dele ser mutilado.

Ivy, chef, não compra a autocomiseração dele — e a troca vira faísca. Daí pra frente, a história corre: casamento, filhos e um detalhe bem simbólico do “nós” que eles constroem juntos — doces inspirados nos prédios assinados por Theo.

Só que a balança muda: a carreira dele emperra e a dela dispara. Ivy estoura com um restaurante pequeno (com um nome de piada interna), enquanto Theo vai ficando mais preso à casa e às crianças — cenário perfeito pra ressentimento virar contabilidade (“eu fiz isso”, “eu abri mão daquilo”, “você só pensa em…”).

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A partir daí, o filme alterna momentos bem afiados com escolhas que nem sempre ajudam: entram vários coadjuvantes de uma vez e parte deles aparece mais como apoio de gag do que como peça importante da trama, mesmo com gente boa em cena como Andy Samberg e Kate McKinnon.

No meio disso tudo, fica claro quem ganha mais espaço pra brincar: Cumberbatch recebe mais oportunidades de variar e se sujar, enquanto Colman, mesmo ótima, às vezes parece contida pelo texto — como se o filme soubesse exatamente o que quer fazer com ele, mas nem sempre com ela.

Ainda assim, como experiência de “ver junto”, é daquelas que cutucam: não pelo barraco em si, e sim pelo jeito como o roteiro transforma pequenas cenas domésticas em munição.

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Prédio construído para combater solidão ganha prêmio de arquitetura – veja fotos

Prédio construído para combater solidão ganha prêmio de arquitetura – veja fotos

Dá pra medir um prédio pelo quanto ele vira cenário de encontro — e não só um “lugar pra dormir”. Foi essa lógica bem prática (e bem humana) que colocou o Appleby Blue, no sul de Londres, no topo do Prêmio Stirling 2025, a principal premiação de arquitetura do Reino Unido, concedida pelo Royal Institute of British Architects (RIBA).

O Appleby Blue fica na região de Bermondsey/Southwark (Southwark Park Road) e funciona como um modelo de moradia social para pessoas acima de 65 anos, pensado desde o começo para reduzir a solidão — aquela que aparece quando a rotina encolhe e a casa vira “cada um no seu canto”.

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O projeto foi desenhado pelo escritório Witherford Watson Mann Architects e reinterpreta a tradição britânica dos almshouses (habitações mantidas por caridade, voltadas a idosos com necessidade financeira), trazendo isso para um conjunto contemporâneo, integrado à vida do bairro — sem cara de instituição e sem empurrar os moradores para longe da cidade.

Na prática, o complexo reúne cerca de 59 apartamentos (há fontes que citam 57) organizados para incentivar esbarrões do bem: em vez de corredores fechados e silenciosos, há passagens compartilhadas, áreas de estar e pontos em que as pessoas se veem e conversam com naturalidade.

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A lista de espaços coletivos é o “coração” do lugar: pátio/jardim central, terraço/área verde no topo e uma cozinha comunitária feita justamente para virar motivo de encontro — do café à refeição compartilhada.

Esse foco em convivência foi um dos pontos que mais pesou na escolha do júri, que destacou a capacidade do edifício de apoiar comunidades mais fortes e um jeito de morar que combate o isolamento sem depender de discurso bonito: é arquitetura montando rotina.

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Saiba mais assistindo ao vídeo em reportagem (Instagram).

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Fonte: WA

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Nova injeção faz cartilagem do joelho voltar a crescer em meses e pode mudar o tratamento da artrite

Nova injeção faz cartilagem do joelho voltar a crescer em meses e pode mudar o tratamento da artrite

Se existe uma frase que costuma derrubar qualquer promessa “milagrosa” para dor no joelho é esta: cartilagem articular quase não se regenera.

Por isso, quando um grupo de pesquisadores de Stanford diz ter conseguido fazer cartilagem “voltar a engrossar” em modelos de artrite — e ainda frear o avanço do problema depois de lesão — o assunto merece atenção… e também um pouco de freio no entusiasmo, porque ainda não é tratamento disponível no consultório.

O estudo, divulgado pela Stanford Medicine e publicado na revista Science, testou um inibidor de uma proteína ligada ao envelhecimento, chamada 15-PGDH (apelidada pelos autores de “gerozyme”, por aumentar com a idade).

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A ideia é direta: essa proteína reduz níveis de prostaglandina E2, uma molécula envolvida em processos de reparo tecidual. Ao bloquear a 15-PGDH, os pesquisadores observaram melhora da cartilagem em animais mais velhos e em situações que simulam osteoartrite.

Na prática, o que eles viram em camundongos idosos foi que a cartilagem do joelho, que estava mais fina e menos funcional, aumentou espessura após o uso do composto — tanto com aplicação sistêmica quanto com injeção diretamente na articulação.

Um ponto importante: os testes indicaram que o tecido formado se parecia com cartilagem hialina (articular), e não fibrocartilagem, que costuma ser um “remendo” menos eficiente para a função do joelho.

O trabalho também olhou para um cenário bem comum em gente ativa: lesões que lembram ruptura de LCA (o ligamento cruzado anterior).

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Nos animais, uma série de aplicações após a lesão reduziu a chance de a artrite se instalar e melhorou sinais de uso do membro afetado (como distribuição de peso ao andar).

E onde entra o “anti-envelhecimento” que viralizou? No mecanismo: os autores observaram que, em vez de depender de “células-tronco salvadoras”, as próprias células da cartilagem (condrócitos) mudaram o padrão de atividade genética para um estado mais “jovem”, com menos sinais de inflamação e degradação do tecido e mais genes ligados à formação de cartilagem articular.

Agora, a parte que separa esperança de manchete apressada: isso ainda não prova que uma injeção vai “regenerar cartilagem em 6 meses” em humanos com osteoartrite.

O estudo teve um dado humano, sim — mas foi em amostras de cartilagem retiradas de cirurgias de prótese, tratadas em laboratório por uma semana, que começaram a mostrar sinais de regeneração e redução de marcadores de degradação. É um sinal animador, só que ainda é um passo antes do teste clínico de verdade.

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Os próprios pesquisadores citam que já existe uma versão oral do inibidor sendo avaliada em ensaios clínicos com outro objetivo (fraqueza muscular associada ao envelhecimento) e que a expectativa é avançar para testes voltados à cartilagem.

Traduzindo: por enquanto, a descoberta está no terreno de pesquisa pré-clínica + experimentos com tecido humano, não de tratamento aprovado para artrite no joelho.

Para quem convive com osteoartrite, isso não muda o que é feito hoje (controle de dor, fortalecimento, perda de peso quando indicado, infiltrações já estabelecidas em alguns casos e, em situações avançadas, cirurgia).

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O que muda é o “alvo”: em vez de só contornar sintomas, o estudo aponta um caminho para tentar mexer no processo biológico que envelhece a articulação — com a cautela obrigatória de que ainda falta a etapa mais importante: funcionar e ser seguro em pessoas, fora do laboratório.

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Na Netflix: mãe solo se envolve com modelo sedutor – mas descobre tarde demais o plano de vingança dele

Na Netflix: mãe solo se envolve com modelo sedutor – mas descobre tarde demais o plano de vingança dele

Tem série que usa o mundo da moda como vitrine e, por baixo, esconde um monte de negociação torta, segredos de família e gente disposta a arrastar todo mundo junto.

“Edha” faz exatamente isso: coloca a câmera nos bastidores de uma marca famosa em Buenos Aires e transforma cada desfile, prova de roupa e reunião de negócio em terreno perigoso.

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A história acompanha Edha (Juana Viale), uma estilista de sucesso e mãe solteira que está prestes a dar um passo grande na carreira quando conhece Teo (Andrés Velencoso), um modelo estrangeiro carismático e difícil de decifrar.

O envolvimento cresce rápido — só que ele carrega um plano de vingança e, quando isso começa a aparecer, o que estava “sob controle” vira uma sequência de riscos para a vida pessoal e para o futuro da marca.

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A Netflix classifica “Edha” como drama e indica 16 anos, com 10 episódios (série de 2018) — dá para maratonar sem sofrer com temporadas intermináveis.

A criação é de Daniel Burman, e o elenco ainda inclui nomes como Delfina Chaves e Osmar Núñez.

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Um detalhe interessante: “Edha” entrou no catálogo como primeira série original argentina da Netflix e estreou em 16 de março de 2018, apostando nessa mistura de romance tenso, ambição profissional e um acerto de contas que vai apertando o cerco episódio a episódio.

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