Vovó de 79 anos foge de abrigo para idosos para fazer a sua primeira tatuagem

Vovó de 79 anos foge de abrigo para idosos para fazer a sua primeira tatuagem

Pensem na reação de Tony Sellers, filho de Daleview House, quando fora visitar a sua mãe em uma casa de cuidados para os idosos e ela não estava lá: havia fugido.

O motivo da fuga da avó de 79 anos é sensacional: ela saiu sem avisar a administração do abrigo e se dirigiu ao Tattoo Studio 76. Ela precisava realizar um sonho: fazer a sua primeira tatuagem!

Perguntaram a Sellers qual seria a reação da sua família quando soubessem da sua peripécia, e ela respondeu: “Eu não me importo. Quando você chegar à minha idade, você só tem que viver a vida ao máximo todos os dias.”

E não é que ficou lindona a tattoo?! Confiram aí!

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Fonte: Bored Panda/Tradução Razões para Acreditar

Os principais tipos de relacionamentos ioiô

Os principais tipos de relacionamentos ioiô

Um tema de imensa importância e que se costuma não ser dado a devida atenção são os chamados RELACIONAMENTOS IOIÔ. O que são esses relacionamentos? São aqueles em que o casal vive se separando e voltando poucos dias ou semanas depois. Esse tipo de relacionamento é dominado pela INSEGURANÇA, MEDOS, CARÊNCIAS e, principalmente, pela IMATURIDADE.

Os casais que costumam fazer isso podem estar passando por diversos problemas ou dificuldades. São tantas as possibilidades que se fosse tratar de todas minuciosamente escreveria páginas e páginas. Abaixo falarei um pouco sobre os principais tipos de relacionamentos ioiô e de antemão digo que os maiores motivos para se embarcar neles são a falta de SINCERIDADE e TRANSPARÊNCIA.

Um caso clássico são aquelas pessoas que tem uma autoestima infinitesimal ou tendendo a zero. Muitas dessas pessoas namoram alguém só para não ficarem sozinhas. Já ouviu aquela frase? “Ruim contigo, pior semtigo”? Pois é! É dessas pessoas que estou falando! Os relacionamentos ioiô nesses casos acontecem assim, um dos dois termina e tenta “encontrar alguém melhor”. Como encontrar alguém melhor se você mesmo não consegue ser melhor? Não se esforça para ser melhor? Não dá meu amigo! Aí a pessoa fica CARENTE e depois de tentativas em vão volta para a pessoa que não ama de verdade, volta só para não ficar sozinha e vive assim um pseudo-relacionamento. Eu falei em um tom um pouco irônico, mas para esses casos o que acredito ser a melhor saída é a busca de uma ajuda psicológica, para melhorar a autoestima, juntamente com a busca incessante pelo autoconhecimento.

Um dos casos mais comuns são os namorados PILANTRAS. Isso mesmo! Pilantras! Quem são os namorados pilantras? Aprendi isso com um padre brasileiro super engraçado, o Christian Shankar. Os namorados pilantras são aqueles que terminam 2 ou 3 dias antes do carnaval e querem voltar 2 ou 3 dias depois do carnaval. Por que será que eles fazem isso, hein? Acho que nem preciso responder não é mesmo? Pois é! Esses são os namorados pilantras.

Mas sabe de uma coisa! Muitos casais ACEITAM isso. Nessa hora eu tomo as palavras do padre Christian. Quem aceita isso merece “levar chifre mesmo”. Só mesmo uma terrível autoestima e sentimento de desprezo por si mesmo para aceitar isso. Eu digo a você que o mais importante é SE AMAR primeiro. Se você se ama e consegue ser feliz e equilibrado sozinho, pode ter certeza que isso que acabei de citar jamais acontecerá, porque você jamais permitirá que aconteça, entende? Espero ter sido bem claro na minha colocação. Quero aproveitar para compartilhar o vídeo em que ele fala sobre isso, um vídeo falando sobre 10 conselhos para quem quer namorar alguém. Esse foi um dos melhores vídeos falando sobre relacionamentos que assisti em toda a minha vida, bem engraçado e direto…

Outra possibilidade é a das pessoas com problemas mal resolvidos do passado. Esse pode ser um grande “abacaxi”, porque muitas delas sofrem de algo que denomino “MEDO DE REVELAR OS MEDOS”. São pessoas que sentem que quando alguém está prestes a adentrar e seus territórios feridos das emoções, ou se fecha no seu mundo de sombras ou muda totalmente o assunto. Vários relacionamentos ioiô passam por essas situações. O indivíduo que sofre desse medo se sente sufocado pelo outro, como se ele ou ela quisesse fazer um interrogatório sobre o seu passado. Para esse tipo de casal e situação o meu conselho é simples e precioso. Evite conversar sobre o passado da outra pessoa! Lembre-se sempre da frase do grande Roberto Carlos“o que passou não quero mais lembrar, só quero ter você aqui…”. Dessa forma a pessoa se sentirá muito mais confortável e segura.

Outro caso um pouco mais sutil e complexo acontece com as pessoas nostálgicas, esse tipo de relacionamento ioiô mexe com o inconsciente do indivíduo, por isso que é mais complexo. Como acontecem esses casos? Um dos dois termina e aquele mais nostálgico fica sofrendo em demasia ao lembrar os melhores momentos que o casal passou junto, e como a nostalgia sempre é a lembrança de algo bom e carregado de emoções positivas, a pessoa desvia seus pensamentos daquilo que foi conflituoso e levou ao rompimento amoroso e volta a pensar no relacionamento em suas fases mais iniciais, que certamente estavam carregadas de emoções positivas e, acima de tudo, de paixão. Dessa forma, a pessoa também fica carente e “louca” para voltar o relacionamento, o que acaba acontecendo. Porém, a realidade mostra que já não existe mais paixão e dentro de pouco tempo um dos dois decide terminar mais uma vez, e fica um ciclo quase interminável de terminar-voltar-terminar-voltar! Você se identificou com essa possibilidade? Ela é mais comum do que se imagina…

Existem outras possibilidades, mas acho que falei as principais. Evite os relacionamentos ioiô, eles só revelam MEDOS, INSEGURANÇAS, CARÊNCIAS, e principalmente INFANTILIDADES.

Para concluir esse texto com um gostinho especial, nada melhor do que um forrozinho pé de serra que eu adoro, do grande cantor e compositor Dorgival Dantas, a música “amor covarde”

As 10 regras de ouro para educar – Supernanny

As 10 regras de ouro para educar – Supernanny

Definitivamente educar um filho não é uma tarefa fácil e só quem é mãe sabe disso, certo? Sempre queremos fazer o melhor, mas no dia a dia é praticamente impossível não ceder às vontades deles…

Para tentar nos direcionar e saber onde devemos ser mais duras e onde podemos ser mais flexíveis, encontrei as “10 regras essenciais para educar as crianças” que a Supernanny (Cris Poli) elencou! Achei essas regras muito relevantes e acho que todas as mães deveriam ler!

Depois que li essas “10 Regras de Ouro”, consegui organizar melhor meus pensamentos para tentar não deslizar na educação dos meus filhos, espero que ajude vocês também:

1. Os pais são a autoridade da casa!

Quem manda na sua casa? A resposta certa, segundo Cris Poli, a Supernanny, deve ser: “os pais”. E você precisa assumir a autoridade da educação dos seus filhos. Deve saber o que é melhor para ele e impor isso. Não permita que os pequenos a dominem.

2. Não tenha medo dos seus filhos!

As crianças podem gritar, chorar, espernear, atirar objetos. Mas você não deve se assustar diante dessas atitudes e recuar. Se tomou uma decisão, continue firme nela. A cada passo que você recua, seu filho ganha um ponto na autoridade. Se não fizer isto, quando perceber, vai ser seu filho quem mandará na casa.

3. Pais são responsáveis pela educação dos filhos!

Não é a escola ou a babá ou a igreja que vai cuidar da formação dos seus filhos. Hoje, os pais, por trabalharem fora, acham que podem terceirizar essa obrigação. Mas estão errados! Ninguém, além de vocês, têm a obrigação e o poder de formar o caráter dos seus filhos. Se eles andaram aprontando, não adianta mudar de escola. Vocês é que têm de ensinar a eles o que é certo e errado.

4. Fale não para os filhos!

Vivemos em uma sociedade com limites. E se você não ensinar isso para o seu filho desde pequeno, ele com certeza terá problemas para conviver com os amigos, professores e até familiares. Diga “não”, por mais que ele chore, insista ou tente lhe chantagear. Afinal, ele vai ouvir muito “não” na vida e é bom já crescer acostumado.

5. Crie uma rotina para os filhos!

Defina os horários das atividades das crianças. Assim, elas terão tempo para fazer tudo. Determine a hora de dormir, de brincar, ver TV e estudar. Não é para ser maníaco com horários, mas apenas organizar o dia para que seus filhos não deixem de fazer aquilo que você considera importante para a formação deles.

6. Brinque com seus filhos!

]Invista uma parte do seu tempo para brincar com as crianças. Brincar não é perder tempo, mas sim um momento precioso para conhecer e educar seus filhos. Perder, dividir e esperar são algumas das coisas que você vai poder ensinar enquanto conquista a confiança e a amizade deles.

7. Escute o que os filhos tem a dizer!

Seus filhos são de uma nova geração e muita coisa mudou. Por isso é bom escutar o que eles têm a dizer. Ouça os argumentos das crianças e tente ser flexível, entender o lado delas. Isso ajuda a criar o diálogo e a construir uma relação de confiança entre pais e filhos. Mas saiba sempre que a posição final é sua e se discorda do ponto de vista dos filhos, pode e deve impor sua palavra.

8. Use apenas a força da voz!

Nada de bater nos filhos! Isso não educa, assusta! Aprenda a falar com força para se impor aos seus filhos. Você pode colocá-los de castigo, sim, mas não pode machucar. Mandar para o quarto, tirar algo que ele gosta de fazer, tudo bem! Punir não é errado mas, agredir, sim.

9. Não sobrecarregue as crianças!

Tudo bem que os pequenos devem começar a se preparar desde cedo para o mercado de trabalho. Mas eles não precisam ficar estressados ainda na infância. Não exagere na quantidade de cursos e atividades em que matricula seus filhos: lembre-se que brincar é muito importante para o desenvolvimento deles.

10. Dê pequenas responsabilidades aos filhos!

Para ver seu filho feliz, você não precisa poupá-lo de todos os esforços e dar tudo o que ele quiser. Ensine-o a ter um pouco de autonomia e responsabilidade desde pequeno, para entender que precisa batalhar para conquistar algo. Faça com que ele guarde os brinquedos e as roupas. E a partir dos 6 anos, dê uma pequena mesada. Assim, ele vai aprender a dar valor para as coisas.

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Fonte: M de Mulher, via Just Real Moms

Falar com a mãe no telefone se assemelha a um abraço, diz pesquisa

Falar com a mãe no telefone se assemelha a um abraço, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago mostrou que os níveis de ocitocina de crianças podem aumentar, apenas de escutar a voz das suas mães ao telefone. O som para os pequenos pode ser como receber um abraço de conforto.

Os pesquisadores analisaram um grupo de meninas de 7 a 12 anos, a pesquisa se deu da seguinte forma: As crianças foram submetidas a testes de matemática na presença de adultos. Elas teriam que resolver estes problemas enquanto eram observadas. Após o teste, elas foram divididas em 3 grupos.

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O primeiro grupo falaria com a mãe ao telefone, o segundo recebeu um toque materno carinhoso e o terceiro assistiu um vídeo emocionalmente neutro.

Percebeu-se que os níveis de ocitocina, considerado o hormônio do amor, foram maiores nos dois primeiros grupos e que a diferença entre os que receberam um telefonema ou um toque carinhoso foi mínima. Isso acontece porque os ouvidos enviam estímulos ao cérebro que podem dar sensações parecidas com a de um abraço materno.

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Imagem de capa: Reprodução de cena da campanha que a agência Dentsu criou para a marca Canon- reprodução.

Texto via Psicologias do Brasil

Brinque com seus filhos enquanto eles querem brincar com você

Brinque com seus filhos enquanto eles querem brincar com você

Quando minha filha fez cinco anos, no meio de uma brincadeira inocente, ela disse que gostava mais do papai do que de mim. Perguntei:

– “Por quê? Eu sou tão legal e sempre cuido bem de você”.

Ela respondeu:

– Porque você trabalha muito e tem pouco tempo para brincar comigo.

Foi como se tivesse recebido um soco no estômago. Quase não dormi aquela noite. Fiquei horas rolando na cama, pensando que ela tinha razão. Nos últimos meses tive muito trabalho extra a fazer. Foram muitos os dias que tive que ficar até mais tarde na empresa. E quase incontáveis dias que levei trabalho para casa.

Sabe quando você está em casa, mas fica o tempo todo com o celular na mão? Então, era eu.

O celular é um vício incrível. Acho que ainda não aprendemos a lidar com ele. Tipo criança quando ganha um brinquedo novo e por um tempo só quer saber dele.

A humanidade como um todo não sabe lidar com o celular.

Imagine: – Quantas horas eu troquei a companhia dos meus filhos para ficar resolvendo problemas do trabalho? Ou até mesmo navegando na internet as vezes… Resolvi que tinha que mudar.

No outro dia conversei com meu chefe. Nada mais de horas extras, nada mais de responder mensagens do trabalho em casa, pelo menos das 18 as 22, que é o horário que posso estar com as crianças. Não poderiam mais contar comigo nestes horários.

Fiquei com medo de ser mandada embora, despedida, é claro. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário. Meu chefe entendeu perfeitamente e aprovou minha atitude. Disse que ele também tinha crianças pequenas e achava que deveria tentar implementar o que eu estava sugerindo na casa dele também.

Resultado: Após aquele dia, me transformei em outra mãe. Brinquei todos os minutos possíveis com meus filhos e sei que deixei uma bela lembrança para eles. E por incrível que pareça, apareceu um resultado inesperado no fim do mês.

Antes eu não reparava, porém gastava muito dinheiro em brinquedos para as crianças. Elas sempre tiveram tudo o que eu nunca tive na infância. Acho que instintivamente e sem perceber, eu usava o dinheiro para tentar compensar as horas que não estava presente. Ou seja, trabalhava muito com horas extras para ganhar dinheiro que eram gastos em brinquedos.

Hoje isso mudou completamente. Eu sou o maior brinquedo das crianças. Elas nunca mais pediram todos aqueles brinquedos que viram nos comerciais de TV. Ou seja, o meu dinheiro das horas extras não veio mais, entretanto, o dinheiro que tenho no fim do mês é o mesmo.

Incrível, não é?

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Fonte: Mágicas de Mãe Via Revista Raízes

Imagem de capa: Pexels

Menina com autismo confunde noiva com Cinderela e a sua reação é digna de uma princesa

Menina com autismo confunde noiva com Cinderela e a sua reação é digna de uma princesa

Layla Lester é uma menina de apenas 5 anos que, tal como a maioria das meninas da sua idade, adora brincar com bonecas, principalmente com as princesas da Disney. Por isso, imagina só o seu espanto ao dar de caras com a princesa Cinderela, a sua princesa favorita.

Na realidade, a Cinderela tratava-se de Olivia Spark, uma noiva que se encontrava a realizar uma sessão fotográfica do seu casamento.

Assim que a viu, Layla começou a gritar: “Cinderela! Cinderela!”, correndo de imediato em direcção a Olivia. Para espanto da mãe, a mesma não só recebeu a menina de bom agrado, como ainda encarnou a personagem, acabando mesmo por ficar a falar com a pequena durante algum tempo.

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Eu estava mais do que feliz em ser a Cinderela para aquela menina“, disse Olivia à CBS News.

Ao fim de algum tempo, Olivia disse que precisava de voltar para o seu baile, ao que Layla percebeu sem qualquer problema.

Ela realmente acreditou que era a Cinderela”, disse Jessica, mãe de Layla.Mas se achas que o conto-de-fadas terminou naquele momento, estás muito enganada(o). Desde o seu encontro casual, Olivia e Layla mantêm contacto, vendo-se frequentemente.

Foi uma ligação instantânea. Elas gostam muito uma da outra. É adorável“, disse a mãe.

De acordo com Jéssica, a menina normalmente não fala com estranhos, mas naquele caso abriu uma excepção.

Desde então, Olivia e a sua família decidiram começar uma angariação de fundos no site GoFundMe para tentarem levar a menina à Disney World, para que esta possa conhecer pessoalmente todas as princesas dos contos-de-fadas, tendo já conseguido um valor de $23.187 de uma meta de $50 mil dólares.

Ela é a epítome de uma verdadeira princesa. Ela é gentil. Ela é doce. Ela fez de tudo para tornar o dia de Layla especial, e quem faria isso além de uma princesa?” disse Jessica, emocionada com tamanho gesto de simpatia.

No vídeo abaixo poderás ver a reportagem que a CBS News fez sobre esta linda história de amizade:

Fonte indicada: Sábias Palavras

É de pequenino que se torce o pepino

É de pequenino que se torce o pepino

Quando é que se começa a educar uma criança? O mais tardar quando se pega nas mãos um teste de gravidez com o resultado positivo!

Educar uma criança é tarefa complexa, árdua e longa. Requer uma boa dose de amor, é verdade. Mas… só o amor não basta. É preciso persistência, paciência, clareza, senso de justiça, equilíbrio e preparo, muito preparo.

Essa história de dizer que quando nasce uma criança, nascem também um pai e uma mãe é apenas parte da verdade. Neste momento inaugura-se uma relação ao vivo e a cores. Mas, para ser pai e mãe de um novo ser humano – que não vem com manual de instruções -, requer uma disponibilidade anterior.

A gente aprende a ser pai e mãe sendo filhos em primeiro lugar. Muito do que aconteceu em nossas infâncias vai modular a nossa forma de criar nossos próprios filhos. É muito comum, por exemplo, acontecer de alguém que teve pais muito repressores, ou repetir a fórmula numa espécie de piloto automático; ou inverter a fórmula ao contrário e aplicar um modo extremamente permissivo de educar os pequenos. Nem um, nem outro jeito vão gerar bons frutos, sinto dizer!

A chave de uma boa educação vem de uma palavrinha danada de difícil de alcançar: TEMPERANÇA.

O engraçado é que as pessoas planejam viagens, planejam mudanças de emprego, planejam novos relacionamentos, mas não planejam a vida para que possam caber de verdade os filhos.

Antes de sonhar com um bebê rechonchudo e fofinho é preciso entender que a sua vida vai virar de cabeça para baixo. Essa criaturinha vem ao mundo cheia de necessidades especiais e com recursos muito regredidos de comunicação. Elas vão depender de você para absolutamente todas as questões que envolvem sua sobrevivência, mais uma carga emocional e psicológica que só os filhotes humanos são capazes de exigir.

O fato é que essa falta de preparo tem um custo. Um custo altíssimo. O que mais se vê por aí são crianças abandonadas afetivamente, soterradas de excesso de facilidades e nenhum preparo para aguentar a mínima frustração. Isso se elas tiverem a sorte de nascer num lar financeiramente estruturado e minimamente estável. Não estou nem falando daqueles que nascem em situações extremas de abandono.
Educar uma criança é preparar uma vida já em andamento para acolher uma outra que vem sem nenhuma garantia de dar certo. E, se der defeito, não há devolução.

Criança precisa de adultos dispostos a doar parte de seu tempo – de verdade -, a olhar nos olhos, abrir os ouvidos e arregaçar as mangas para fazer acontecer uma outra vida novinha em folha.

Criança precisa de rotina, de estabilidade, de limites, de recursos materiais mínimos, de educação, assistência médica, odontológica, momentos de lazer e descontração, de alguém que a ensine a ser gentil e forte ao mesmo tempo, que a faça sorrir e que suporte suas lágrimas.

É de pequenino que se torce o pepino… o pepino do pai e da mãe que decidiram trazer ao mundo uma nova vida só porque é legal. Porque já chega de casais fazendo ensaio fotográfico de gravidez e postando suas vidas no Instagram como se fosse um Reality Show gratuito. Isso qualquer um é capaz de fazer. Ser pai e mãe de verdade… Ahhhhhh isso é que eu quero ver!

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Imagem de capa: Fotolia

Chegaram as alianças que todos os casais que amam viajar vão querer

Chegaram as alianças que todos os casais que amam viajar vão querer

Não existe nada melhor do que viajar, conhecer novos países, novas culturas… Tudo o que é novo desperta-nos interesse, seja pela adrenalina do desconhecido ou simplesmente porque é entediante estar sempre a ver as mesmas coisas.

Por vivermos numa época em que quase toda a gente ama viajar pelo mundo, a revista norte-americana  “Travel + Leisure” decidiu unir duas coisas: o amor pela nossa cara metade e o amor por viajar.

TUDO ISTO ATRAVÉS DE ALIANÇAS.

Estas alianças são da Escorial Jewelry  e estão à venda pela moda quantia de cerca de 700€ (aproximadamente 3mil reais). 14 quilates de ouro e tudo feito à mão, não só simbolizam a união de um casal como também permite que ambos possam lembrar todas as aventuras e viagens que fizeram ou querem fazer a dois.

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A empresa decidiu que o cliente pode personalizar o seu anel, optando pela cor do outro, se é branco, vermelho ou amarelo. Podem também optar se querem ou não diamantes e como seria de esperar podem, obviamente, escolher o tamanho indicado. Mais tarde, depois de todas as escolhas, é enviado um anel em 3D antes de iniciar o processo de produção, para que o cliente consiga ter uma noção de como vai ser o produto final.

O SITE ETSY TEM OTIMAS REVIEWS DE TODOS AQUELES QUE JÁ COMPRARAM OS ANÉIS.

Eles dizem que tem ótima qualidade e ressalvam que o atendimento é excelente, os vendedores tem atenção a todos os detalhes que o cliente exige. Dizem também que a qualidade/preço está bem definida pela loja.

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O quanto eu adorava que me oferecessem um destes pois amo viajar, algo que me remeta para essa paixão é algo que para mim tem um valor acrescido. Quando alguém percebe aquilo que amamos e nos presenteia com pequenos detalhes da nossa personalidade é sempre mais bonito, mais do que qualquer outro presente de valor monetário mais elevado.

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Fonte indicada: Mulher Contemporânea

Idoso multimilionário procura esposa a quem deixar fortuna

Idoso multimilionário procura esposa a quem deixar fortuna

Conforme publicado no site El Club de Los Libros Perdidos, Sir Benjamin Slade, um senhor de 72 ano, tornau-se viral nas redes sociais após anunciar que procurava uma esposa jovem a quem deixar fortuna de quase 80 milhoes de reais.

Sem filhos e com medo de morrer sozinho, este multimilionário descendente da realeza procura há cerca de um ano uma mulher para se casar e tornar-se pai, tendo assim a quem deixar a sua herança.

No programa de televisão Good Morning Britain Slade o homem revelou os requisitos que a mulher deve cumprir para se tornar a escolhida:

Ter entre 35 e 40 anos de idade
Medir menos de 1,65 metros
Ter licença de porte e uso de arma
Saber pilotar um helicóptero
Estar preparada para viver num “castelo”

De acordo com o homem, a mulher eleita terá à sua disposição um fundo de mais 160 mil reais para gastar livremente por ano, além de ter um cartão de crédito que poderá usar sem qualquer limite de consumo e que, claro, ele pagará.

Slade é dono de uma mansão chamada Woodlands Castle e atualmente vive no Castelo Maunsel, que remonta ao século 13 e está localizado nos arredores de Londres (Reino Unido). Ele herdou o seu título de Barão em 1962, após a morte de seu pai.

O seu anúncio acabou por gerar diversos comentários nas redes sociais, principalmente de mulheres a quererem candidatar-se e outras a criticarem o homem. Contudo, este não desistiu de encontrar “aquela” que será dona de toda a sua fortuna.

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Via Revista Pazes

A amizade dobra as alegrias e divide a angústia ao meio

A amizade dobra as alegrias e divide a angústia ao meio

A amizade é um elemento protetor da nossa saúde psicológica e física. Evidencia-se que o isolamento tem uma grande incidência na mortalidade; De fato, há estudos que afirmam que a falta de apoio psicológico pode equiparar seus efeitos nocivos à nossa saúde ao tabagismo, hipertensão arterial, níveis elevados de colesterol, obesidade ou falta de exercício físico.

Nesse sentido, podemos afirmar que os laços estreitos que criamos com os outros duplicam nosso bem-estar e dividem a angústia ao meio. Porque criar relações emocionais estreitas nos fortalece, disso não há dúvida.

É verdade que não é fácil conseguir uma proximidade psicológica satisfatória com as pessoas à nossa volta, porque as decepções muitas vezes nos fazem preferir a solidão. No entanto, enquanto essa solidão não se tornar um isolamento, nossa saúde não precisa ser prejudicada.

Amizade, a formação de laços afetivos

Estar rodeado de pessoas que nos amam nos torna psicologicamente fortes e evita dificuldades emocionais derivadas de diversos assuntos, como um divórcio, um obstáculo econômico ou uma doença.

Ou seja, ter amigos nos ajuda a dividir o estresse . É maravilhoso ter um confidente, uma pessoa que possa oferecer ajuda, conselhos ou um ombro para chorar. A mera presença de pessoas amadas em nossas vidas diminui o impacto dos contratempos vitais com os quais temos de lidar.

Assim, a qualidade e a frequência de nossos relacionamentos amigáveis ​​parecem ser fundamentais para reduzir o desconforto e a angústia que às vezes nos incomodam. Nas palavras de Robin em “The Intrepid Adventures of Robin Hoad” :

“Fale livremente e revele suas preocupações. O fluxo de palavras pacifica o coração daquele que sofre; é como abrir as comportas quando o reservatório ameaça transbordar “.

O psicólogo e pesquisador James Pennebaker demonstrou experimentalmente que falar sobre os problemas que mais nos preocupam tem um efeito benéfico para nós, física e psicologicamente. Então, conversar com nossos amigos é benéfico para a nossa saúde.

Fortalecendo nossas habilidades emocionais

Quando falamos de habilidades emocionais, nos referimos à nossa capacidade de reconhecimento, canalização e dominação de nossos próprios sentimentos, empatia e sentimentos que aparecem nas relações sociais.

Portanto, não é de admirar que, quando temos bons amigos por perto, possamos fortalecer nossas habilidades emocionais. Isso, por sua vez, nos permite ter uma melhor disposição para os outros se aproximarem de nós (e vice-versa), então teremos mais opções para criar relacionamentos significativos.

Essa sensação maravilhosa de ter um cordão de segurança emocional que nos protege não pode ser comparada com nada. Sentir que nos querem bem não é apenas encorajador, mas reforçador e revitalizante.

Estar ciente de que querem te ver, falar com você e se interessar em como você está, nos dá um status emocional que nos resgata do abismo em inúmeras ocasiões. É por isso que podemos ter certeza de que as pessoas que amamos são uma parte importante da nossa vida.

Neste sentido, é bom captar aqui uma passagem do romance “O Palácio da Lua”, de Paul Auster, que reflete magnificamente o que temos discutido aqui.

“Naquela época eu não sabia, claro, mas sabendo o que sei agora, não posso ignorar esses dias sem sentir uma onda de nostalgia por meus amigos. Em certo sentido, isso altera a realidade do que experimentei.

Eu tinha saltado da beira do penhasco e quando eu estava prestes a chegar ao fundo, um evento extraordinário ocorreu: eu aprendi que havia pessoas que me amavam. Um querer desses muda tudo.

Isso não diminui o terror da queda, mas dá uma nova perspectiva sobre o significado desse terror. Eu pulei da borda e, no último momento, algo me pegou no ar. Esse algo é o que eu defino como amor.

É a única coisa que pode impedir a queda de um homem, a única coisa poderosa para invalidar as leis da gravidade “.

Raquel Aldana – do site La Mente es Maravillosa, via Pensar Contemporâneo

Novo app da Turma da Mônica que disponibiliza até os gibis mais antigos de 1950.

Novo app da Turma da Mônica que disponibiliza até os gibis mais antigos de 1950.

O app Banca da Mônica foi proporcionado pelo Mauricio de Sousa Produções (MSP) em parceria com a editora Panini Comics e está disponível para Android e iOS. Você pode baixar no Google Play e iTunes, o aplicativo Banca da Mônica permite acessar edições antigas e atuais, sendo os 30 primeiros dias grátis.

Os fãs dessa turma dos quadrinhos mais famosos do Brasil têm muitos motivos para comemorar: a Turma da Mônica agora cabe no bolso, e vai com você para todos os lugares! Batizado de Banca da Mônica, o aplicativo permite acessar as edições dos gibis desde 1950 até as atuais.

Você pode escolher entre quatro opções de assinatura: o pacote padrão, que oferece os gibis atuais de Mônica, Cascão, Chico Bento, Magali e Cebolinha, de forma digital, por R$ 24,90 mensais. O Pacote ‘Turma da Mônica Acervo’ com edições clássicas de 1950 a 2016, por R$ 3,50 ao mês.

Já o pacote Turma da Mônica Jovem oferece a linha infanto-juvenil por R$ 16,90. E por último o Turma da Mônica Internacional com versões em inglês e espanhol dos gibis atuais pelo preço de R$ 16,90.

Também podem ser adquiridas edições avulsas da linha de graphic novels como Turma da Mônica: Laços e Astronauta: Magneta’ pelo preço de capa.

É uma forma diferente e inovadora para ter acesso à esse clássico da literatura de quadrinhos do Brasil! Recomendamos!

Disponível em Android e iOS

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Com informações de GPS Lifetime

Virou lei! No DF, agora todos os assentos dos ônibus e metrôs são preferenciais

Virou lei! No DF, agora todos os assentos dos ônibus e metrôs são preferenciais

Vai ter que levantar SIM! O Distrito Federal sancionou lei que prevê que todos os assentos dos ônibus e metrôs que circulam na unidade federativa passam a ser preferenciais a partir de 1º de dezembro.

Na prática, isso significa que qualquer cidadão deverá ceder seu lugar a um idoso, grávida, mulher com criança de colo ou pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, independente do assento em que estiver sentado.

Atualmente, apenas alguns assentos do transporte público do Distrito Federal são reservados para preferenciais – assim como no resto do Brasil. O bom senso diz que, independente de onde estamos sentados, devemos ceder nossos lugares àqueles que necessitam mais do que a gente. No entanto, nem todos seguem essa máxima, tornando necessário o sancionamento de leis como essa.

Por tanto, já sabe: agora, se estiver no Distrito Federal e avistar alguém fingindo que está dormindo no transporte público para não ceder lugar a um preferencial, pode cutucá-lo, porque virou lei agir com mais cidadania!

Já pensou se todos os Estados brasileiros aderirem à medida?

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Fonte indicada! The Greenest Post

Criança vê mulheres se casando e grita: “Mãe, olha, 2 princesas!”

Criança vê mulheres se casando e grita: “Mãe, olha, 2 princesas!”

Embora estejamos em 2019 e pensamos que fizemos algum tipo de progresso como sociedade, a verdade é que não é assim. A homofobia continua a existir e é muito real, tanto que em alguns países ainda está condenada àqueles que mantêm relações com pessoas do mesmo sexo ou são brutalmente espancados apenas por andarem de mãos dadas com o parceiro em público.

Em um mundo ideal, isso não impediria as pessoas de viverem o amor que desejassem, mas infelizmente não é assim tão fácil. Onde temos que colocar nossas cartas e a esperanças são nas crianças, as gerações que agora estão aprendendo e começando a viver em um mundo diferente, mais tolerante.

Assim, quando Bea Webster e Emma Webster-Mockett decidiram juntar suas vidas no ano de 2017, bem no Dia dos Namorados, elas não apenas viveram um dos dias mais especiais de suas vidas pelo fato de mostrarem a todos seu amor. Algo ainda mais especial aconteceu naquele dia, quando, enquanto elas estavam fazendo seus votos no Jardim Botânico de Glasgow e tirando as respectivas fotos, uma criança aparece com o rosto cheio de espanto: ele viu duas princesas.

“Mamãe olha para aquelas princesas”, o menino contou à mãe quando eles passaram pelo casal recém-casado.

“Criança: OLHA AQUELAS PRINCESAS!

Criança: Alguma de vocês se casou?

Emma: Nós casamos uma com a outra!

Criança: Duas princesas então?

Sua mãe: Sim, duas princesas podem se casar!”

Emma, ​​que compartilhou o momento emocional em suas redes sociais para seu segundo aniversário de casamento, disse que naquela época não era “muito confortável para mim tirar fotos em público”, mas que a reação da criança era tudo para ela.

“Eu nunca vou esquecer esse momento.”

A história se tornou viral e com bons motivos, são coisas como essas que nos permitem manter a fé.

Traduzido e adaptado de artigo publicado pelo site A Soma de Todos Afetos.  Originalmente no site UPSOCL

Se você ficar esperando reconhecimento, provavelmente vai esperar para sempre

Se você ficar esperando reconhecimento, provavelmente vai esperar para sempre

Faz bem ser reconhecido pelo que se faz. Faz bem quando agradecem por nossa ajuda, por nossa força, por nossa dedicação. A gente também precisa de elogio e de olhares de aprovação, desde a tenra infância, quando procurávamos pelo contentamento nos olhos de nossos pais. No entanto, esta jamais poderá ser nossa única preocupação, porque gratidão parece ser artigo de luxo ultimamente.

Não dá certo ficar esperando as coisas dos outros, porque o que pode vir de lá é incerto e, muitas vezes, impossível. O prazer que sentimos enquanto ajudamos, trabalhamos, compartilhamos o nosso melhor, vendo os frutos de nossa dedicação por aí, deve ser o bastante, para que não precisemos preencher nosso ego com opiniões alheias. Não é preciso haver plateia para o que fazemos de bom, pois o reconhecimento mais importante vem da gente mesmo.

Na verdade, o que impede o reconhecimento e a gratidão é o fato de muitas pessoas acharem que o que fazem por elas não é mais nada do que nossa obrigação. É comum, por exemplo, alguém que sempre ajuda um indivíduo, quando não puder ajudá-lo em algo, ser alvo de revolta por parte de quem sempre socorreu e ajudou. A ingratidão é bem mais recorrente do que a gratidão e, muitas vezes, vem de quem menos se espera.

Mesmo assim, há quem será grato, quem reconhecerá o que fazemos, o que somos, pois existe muita gente humana por aí. Em meio a esse mundo egoísta e lotado de pessoas que somente enxergam a si próprias e acham que todo mundo tem a obrigação de satisfazer as suas vontades, os seus desejos, os seus mimos, ainda existe quem consegue tirar os olhos de si mesmo. Essas pessoas é que devemos valorizar e levar no coração, pois o sorriso delas é reconhecimento autêntico.

Como se vê, devemos levar a nossa vida de acordo com aquilo em que acreditamos, fazendo e disponibilizando o nosso melhor, vivendo o que temos no coração. É assim que estaremos felizes, sejamos reconhecidos ou não, pois estaremos em paz com a nossa própria consciência. O que vier, então, de fora, será lucro. Sem expectativas, sem espera, sem demora.

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Imagem de capa: Pexels

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