Jovem reconstruindo sua vida recebe orientação e amizade do policial que o prendeu

Jovem reconstruindo sua vida recebe orientação e amizade do policial que o prendeu

Rameil tinha apenas 17 anos quando foi surpreendido com a morte de seu pai em 2013. Estimulado pela dor, o adolescente problemático tentou roubar um restaurante sob a mira de uma arma. Ele foi preso, condenado por assalto à mão armada e condenado a 11 anos de prisão.

O vice-chefe de polícia Brian Nugent foi o oficial que prendeu Rameil- mas mesmo depois de ajudar a colocar o jovem atrás das grades, a mãe de Rameil permaneceu em contato com o policial para convencê-lo de que seu filho não era apenas mais um criminoso.

Rameil foi libertado da prisão antes de cumprir toda a pena devido ao seu bom comportamento, e ele então estabeleceu que não iria repetir os erros do seu passado – mas também sabia que precisaria de um mentor se quisesse ter sucesso na sua nova jornada.
Como se o destino assim quisesse, Rameil estava trabalhando em uma loja na cidade de Avon, no estado americano de Indiana, quando um rosto conhecido adentrou a loja. E adivinhe quem era essa pessoa. Acertou quem pensou no policial Brian Nugent.

Foi aí que Rameil resolveu não deixar passar a oportunidade e perguntou ao policial se ele poderia cumprir o papel de ser seu mentor – e a conversa acabou florescendo em uma forte conexão entre estas duas pessoas de realidades tão distintas.

“Ele me tratou com compaixão e compreensão, e nunca me tratou com superioridade. Até hoje, ele ainda me ajuda a construir meus valores e minha auto-estima ”, disse Rameil à CBS News . “Com ele ao meu lado, posso fazer qualquer coisa.”

Desta história é possível tirar dois ensinamentos: o primeiro é que às vezes precisamos pedir ajuda. Quando dividimos nossos problemas com alguém, tudo fica muito mais fácil. O segundo é que todos merecem uma segunda chance. Cometer erros aos longo do percurso, afinal, é natural. A grandeza está em seguir em frente tentando achar o caminho correto.

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Redação CONTI outra. Com informações de goodnewsnetwork

Menino costura lindos laços para ajudar cães e gatos abandonados a serem adotados

Menino costura lindos laços para ajudar cães e gatos abandonados a serem adotados

Estamos todos familiarizados com os desafios que os animais de abrigo enfrentam para encontrar um lar definitivo. Para alguns deles, a espera é insuportavelmente longa, enquanto outros nunca conseguem encontrar um família amorosa que os acolha. Diante da situação, algumas pessoas conseguem encontrar maneiras bastante criativas para tentar ajudar estes animais abandonados a serem notados e, eventualmente, adotados.

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Nem todos os heróis usam capas, alguns deles usam laços! Tudo o que precisamos neste mundo é de bondade e compaixão, mesmo que seja nas pequenas coisas. E quando os jovens dão o exemplo e investem seu tempo e talento para tornar o mundo um lugar melhor, você pode dizer o que quiser, mas a fé nos millennials é restaurada ali mesmo.

Darius Brown, um jovem de 12 anos, morador de New Jersey, tomou uma iniciativa para ajudar nossos amigos peludos a serem adotados muito mais rápido. Ele cria gravatas artesanais para cães e gatos e os doa para abrigos de animais para atrair a atenção de futuros adotadores.

Darius Brown tem uma história de vida inspiradora. Aos 2 anos de idade, um diagnóstico indicou que ele tinha um atraso nas habilidades motoras. Mas nenhum desafio o impediu de se estabelecer e atingir seu objetivo. Com 8 anos, ele começou a ajudar a sua irmã mais velha a cortar tecidos para confeccionar tiaras; atividade que o ajudou a desenvolver suas habilidades motoras. E foi aí que seu incrível talento foi revelado e ele não pensou duas vezes em usar as habilidades e a criatividade para mudanças positivas no mundo.

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Com apenas 11 anos de idade, Darius Brown fundou uma empresa de alta costura, a Beaux & Paws, especializada em gravatas-borboleta exclusivas e elegantes para as pessoas e seus familiares peludos. Um jovem CEO parece saber mais sobre as formas corretas de administrar um negócio melhor do que muitos dos empresários de hoje quando se trata de retribuir. Darius doou inúmeros laços com abrigos de animais e centros de adoção nos EUA e no Reino Unido. E seus esforços são apoiados por mais de 43 mil seguidores no Instagram.

Um apaixonado defensor dos animais, Darius se inspirou para ajudar os animais depois das consequências devastadoras do furacão Harvey e do furacão Irma em 2017. Muitos animais de estimação que ficaram sem casas foram transferidos para diferentes abrigos em todo o país, e devido à falta de adotantes, muitos acabaram submetidos à eutanásia.

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Darius estava determinado a ajudar a resgatar gatos e cachorros para atrair os olhares de possíveis cuidadores. E foi exatamente isso o que ele fez. Seus acessórios sofisticados transformaram milhares de moradores de abrigos em animais fofos e elegantes, prontos para ir para casa a qualquer momento.

Quando você olha para o currículo de Brown, é difícil acreditar que ele tem apenas 12 anos. Sua história tem sido destacada em muitas publicações e programas de TV. Em 2018, o ex-presidente Barack Obama homenageou Darius com uma carta de reconhecimento na qual ele elogiou o jovem altruísta pelo compromisso com o serviço comunitário: “Desde fundar (a empresa) Beaux e Paws, até melhorar as vidas daqueles que estão seu redor, está claro que você está fazendo sua parte por olhar para os seus concidadãos. E acredito que você tenha um tremendo orgulho em tudo que realizou. Enquanto você permanecer engajado no mundo ao seu redor, continue procurando maneiras de ajudar os outros e nunca desista de si mesmo, estou confiante de que nosso futuro será brilhante ”.

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Por seus esforços e conquistas, Darius Brown já recebeu diversos prêmios. A irmã dele, Dazhai, lançou recentemente uma campanha de arrecadação de fundos, convidando as pessoas a se unirem a Darius em sua missão.

“Ele me motiva e me inspira todos os dias. Ele é um jovem incrível e eu farei tudo o que puder para ajudá-lo em sua jornada. Estou apoiando ele em sua causa 100% e espero que você se junte a mim. Nenhuma doação é muito pequena ”, diz Dazhai, de 21 anos.

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Destaques Psicologias do Brasil. Com informações de: Bored Panda.

Dói, mas passa

Dói, mas passa

Outro dia, assistindo ao ótimo “Todas as razões para esquecer”, revisitei algumas dores esquecidas e respirei aliviada ao perceber que as emoções de Antônio, o personagem central, já foram vivenciadas por mim e deixadas para trás. No longa brasileiro, Johnny Massaro interpreta um jovem que leva um fora da namorada e tem que aprender a lidar com toda tristeza e mágoa decorrentes de uma separação, até o momento em que começa a encontrar meios de superar e seguir em frente.

É quase impossível assistir ao filme sem nos identificarmos com Antônio, com toda dor e fragilidade experimentadas por ele, ou nos comovermos diante do momento em que ele finalmente percebe que não há mais o que fazer, senão tocar a vida aceitando o fim de seu relacionamento.

Caio F. Abreu tem uma frase que gosto muito que diz: “É da natureza da dor parar de doer”. Gosto tanto dessa frase porque ela traz esperança. Porque ela nos faz perder o medo de sentir dor. Porque ela nos autoriza a experimentar a aflição, sabendo que essa angústia não será definitiva.

Já estive no lugar de Antônio e superei, mesmo achando que jamais iria sair dessa. O que aprendi com a experiência foi que é preciso acolher a tristeza, vivenciar o luto, se permitir chorar, mas nunca abrir mão de si mesmo e do amor-próprio na tentativa de reverter a situação.

Certas coisas jamais podem ser cobradas. Atenção, amor e permanência num relacionamento são algumas delas. Então, se o outro quer ir, deixe-o ir. Não insista, não tente convence-lo do contrário, não perca o amor-próprio suplicando por uma reconciliação. A dor da perda não é nada comparado à opressão de permanecer numa relação em que somos aturados, e não amados.

Quando você se diminui, você alimenta a dor. Quando você aceita migalhas como prova de atenção, você prolonga o sofrimento. Quando você cobra algo que deveria ser espontâneo, você perde a paz. Quando você se recusa a aceitar aquilo que não pode mudar, você se machuca o dobro. Quando você insiste em conversar com suas feridas, você não se cura.

Numa das cenas do filme que citei, Antônio, já recuperado, diz: “Eu acho que o que faz diferença é saber que vai doer e respeitar. Porque no final, de uma forma muito estranha e inexplicável, vai ser bom também”.

Então é isso. Não se cobre tanto. Não é de uma hora para outra que para de doer, nem da noite para o dia que a gente esquece. Na verdade a gente nunca esquece, pois se foi importante, se acrescentou algo bom, as digitais permanecem. O que acontece é que a dor vai dando lugar ao entendimento, e a lembrança deixa de ser uma experiência mordaz para ser algo tênue, um lembrete de que fomos modificados para sempre…

Compre meu livro “Felicidade Distraída” aqui: https://amzn.to/2P8Hl2p

https://youtu.be/wBws25gkkaA

Sapatos sustentáveis são feitos com pneus reciclados por indústria brasileira

Sapatos sustentáveis são feitos com pneus reciclados por indústria brasileira

Ultimamente anda difícil conseguirmos fugir da indústria fast fashion, afinal um dos principais atrativos é o que mais nos interessa, seus preços baixos. Apesar de ter um preço acessível para nós, esses materiais são danosos ao meio ambiente, algo que ao longo do tempo teremos que pagar um preço altíssimo.

Uma marca brasileira chamada Kasulo, querendo fugir dessas regras, decidiu criar uma linha de sapatos sustentáveis, buscando trazer o ideal para seus clientes, o que eles buscam sem danificar o meio ambiente.

Fernanda Borges é a designer e criadora da Kasulo, ela produz estampas únicas e exclusivas, produzindo as primeiras peças manualmente. Após utilizar e fazer o teste de seu modelo, enfim ela manda para sua cooperativa de artesãos onde são fabricadas à mão.

A sola de suas sandálias são feitas de pneus reciclados, porém seu principal modelo é o moletom, sendo ele a peça mais vendida da empresa. A sua linha de macramê é feita a mão por artesãos brasileiros, sem nada de trabalho escravo.

Fonte indicada: The Greenest Post. Via Revista Carpe Diem.

Há 2 anos uma mulher mudou a vida de um morador de rua; hoje eles usam a amizade para ajudar outra pessoa

Há 2 anos uma mulher mudou a vida de um morador de rua; hoje eles usam a amizade para ajudar outra pessoa

Há dois anos, esta mulher de coração generoso decidiu mudar a vida de um morador de rua que ela regularmente via em pé em uma esquina da sua rua. Hoje, a amizade não só continua firme e forte, como eles agora usam a história deles para ajudar outra pessoa necessitada, em uma verdadeira rede do bem.

Victor Hubbard ganhou as manchetes dos principais noticiários dos Estados Unidos em 2017 depois que Ginger Jones Sprouse o convidou para morar com ela e sua família em Clear Lake, Texas (EUA).

À época em que tudo aconteceu, Victor era um homem de 38 anos com doença mental. Ele passou anos na mesma esquina esperando o retorno de sua mãe. Mesmo que os dias fossem passando e sua mãe não aparecesse para buscá-lo, Victor quase nunca saiu do cruzamento.

Ao passar várias vezes ao dia e notar que Victor não saía de lá, Ginger ficou comovida com a situação. Ela então iniciou uma amizade com o homem e, em um ato altruísta e surpreendente, resolveu convidá-lo para morar em sua casa, junto de sua família.

Victor agora tem um emprego e uma casa própria ao lado de Sprouse – e eles não planejam deixar um ao outro tão cedo.

“Nós estaremos sempre juntos, a menos que ele escolha ir a outro lugar”, disse Ginger ao site KHOU .

Os dois melhores amigos agora planejam usar a renda arrecadada com um livro recém-publicado por eles – “Kinda Like Grace” – para comprar uma casa para alguém que precisa de um uma mão estendida e de um lar para viver.

Sim, caro leitor, as boas ações viram sementes. Que mais histórias como esta possam florescer por aí!

Redação Conti outra. Com informações de goodnewsnetwork

O universo sabe o que faz: sabe o que tira e sabe o que traz

O universo sabe o que faz: sabe o que tira e sabe o que traz

Tem muita gente que menospreza esse papo de universo, de energia, de se colher o que se planta. Tem muita gente que não consegue ter fé naquilo que a ciência não comprova, naquilo que os olhos não podem ver. Muitas dessas pessoas, porém, uma ou outra hora, necessitarão tirar forças de dentro de si, uma força que não se vê e ninguém explica, porque aquilo que nos derruba sem lógica aparente só é superado quando se olha para a dança do universo.

O mundo se tornou por demais materialista, haja vista a supervalorização do consumo, da estética, da felicidade a qualquer preço – mesmo que não haja preço etiquetado para ser feliz. Vale mais, para muitos, o poder de compra de seu cartão de crédito do que a humanidade que você carrega em seu coração. Vale mais sorrir falsamente com lentes de contato nos dentes do que sorrir com sinceridade, mas sem grana no bolso. Curtidas nas redes sociais são mais interessantes do que curtir os amigos verdadeiros ali no boteco da esquina.

Nesse contexto, fica difícil o entendimento de algo que não possa ser comprado, de algo que não esteja nas vitrines e não possa ser visto a olho nu. Mas o essencial, como já disse o pequeno príncipe, é invisível aos olhos. O que vale a pena é o que nos faz felizes, em nossos sentimentos, aquilo que guardamos em nossos corações e o tempo jamais apaga. E, quando percebemos que o mundo contém muito mais do que aquilo que se materializa perante nossos olhos, passamos a ter um entendimento mais sensível da vida.

A gente percebe que tudo acontece no seu devido tempo e que tudo passa, até mesmo as tempestades. A gente percebe que cada pessoa passa pela nossa vida para que aprendamos algo, muitas vezes dolorosamente. Aliás, a gente percebe que a dor, na maioria das vezes, é uma forma de a vida abrir os nossos olhos para o que realmente importa, para que passemos a valorizar o que vale a pena e paremos de perder tempo com bobagens, com gente sem coração.

A gente deixa de ser besta quando para de se importar com gente besta. A gente deixa de sofrer tanto, quando consegue aguardar a passagem do tempo, que trará entendimento de um monte de coisa que hoje parece inexplicável. Entender que nada é eterno e que ninguém é para sempre nos torna mais felizes com o que existe à nossa volta e ainda faz parte de nossas vidas. É assim que perdemos o medo de sofrer e nos tornamos mais fortes para romper com o que faz mal, com quem só traz dor, porque temos a certeza de que logo conseguiremos nos reerguer e seguir.

Enfim, confiemos no universo e nas voltas que a vida dá: é assim que a gente continua, é assim que a gente se torna mais gente de carne e osso, gente de verdade rodeada por gente de verdade.

Photo by Tatiana Vavrikova from Pexels

Projeto que proíbe venda de refrigerantes em escolas é aprovado por Comissão da Câmara

Projeto que proíbe venda de refrigerantes em escolas é aprovado por Comissão da Câmara
Child holding cola drink abstract vacations background

A obesidade infantil crescente e os seus grandes malefícios à saúde das crianças são as principais causas do projeto. Segundo o autor Fábio Carvalho: “Um dos grandes vilões da obesidade infantil é o consumo indiscriminado de alimentos de alto teor energético e pouco nutritivos. Estudos demonstram que uma das maiores fontes de gordura e açúcar na dieta infantil vem dos lanches escolares, que cada vez mais se reduzem a alimentos industrializados e pouco saudáveis, quando não nocivos à saúde.” diz Fábio.

O projeto de lei proíbe a venda de refrigerantes nas escolas do ensino fundamental, do 1° ao 9° ano, e foi aprovado no dia 8 pela Comissão de Constituição e de Justiça da Câmara (CCJ). O projeto está pronto para ser votado no plenário da Câmara e, se for aprovado, será encaminhado ao Senado para apreciação.

É ou não um grande projeto?

Os males do refrigerante à saúde das crianças têm sido alvo de pesquisas em todo o país. Diabetes, o aumento dos níveis de colesterol no sangue, a hipertensão arterial e outros problemas cardiovasculares são alguns dos problemas que a má alimentação pode causar nos pequenos.

Então, que tal substituir esse viciante gasoso por algum suco natural?

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Via Revista Carpe Diem

Japoneses criam “lojas sem vendedores”. Eles testam a honestidade de seus clientes

Japoneses criam “lojas sem vendedores”. Eles testam a honestidade de seus clientes

A honestidade é uma grande virtude. Em uma sociedade tão contaminada pelo mal como vivemos agora, é muito estranho encontrar pessoas que tenham esse valor inculcado como base em suas vidas. Felizmente, nem tudo está perdido.

Se falarmos honestamente, os japoneses dão uma cadeira a isso. Sua limpeza, bondade e transparência para fazer as coisas, mostram que eles pensam sobre o bem dos outros antes de si mesmos. Uma nova forma de comercialização que começou a ser usada recentemente no magnata asiático iria retificá-lo.

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Okuhirado

É o Hanjin Mujin, barracas de rua onde são vendidas frutas e legumes. A novidade? Elas não têm um vendedor para assisti-los. Os produtos são rotulados com seus respectivos preços nas prateleiras, e cada cliente recebe o que eles querem.

Para pagar o dinheiro é deixado em uma caixa, confiando que nenhum estranho vai tirá-lo. Se você cancelar com um ticket que exceda o valor do seu pedido, deverá remover a alteração da mesma caixa. No caso em que o último não é, você pode deixar as moedas como modo de pagamento.

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Okuhirado

As “lojas sem pessoas” são mais recorrentes em setores rurais do que urbanos, já que são os agricultores que mais se beneficiam de oferecer suas colheitas na ilha.

Embora isso geralmente não aconteça, para evitar cair nas armadilhas, alguns vendedores deixam um cofrinho de metal, o que não permite que os clientes retirem dinheiro através depois que o pagamento é feito.

Em geral, os produtos vendidos têm o mesmo preço: 100 ienes. Alguns sobem ou descem, dependendo da variedade que mostram.

No final do dia, cada fazendeiro vai até sua loja para coletar os lucros, confiando que ninguém tentou roubar ou dar menos por seus frutos.

Ser uma pessoa honesta é a chave para emergir na vida. Se você sente em seu coração a necessidade de prejudicar e defraudar o outro sempre procurando pelo seu bem comum, você não irá muito longe. Confiando mais nas pessoas irá enriquecer.

Fonte indicada: UPSOCL

Dois pais adotam seis irmãos que passaram quase cinco anos em um orfanato: “instantaneamente nos apaixonamos”

Dois pais adotam seis irmãos que passaram quase cinco anos em um orfanato: “instantaneamente nos apaixonamos”

Um casal da Pensilvânia assumiu o doce desafio de serem pais de um grupo de seis irmãos e irmãs que passaram 1.640 dias em um orfanato.

Em 23 de maio de 2019, Steve Anderson-McLean e Rob Anderson-McLean, de Pittsburgh, adotaram oficialmente Carlos, 14, Guadalupe, 13, Maria, 12, Selena, 10, Nasa, 9 e Max, 7.

A adoção foi um momento de intensa emoção para a família de oito pessoas, disse o pai Steve ao “Good Morning America”.

“O juiz perguntou: ‘Você entende que eles agora são seus filhos? Eles são tão bons quanto seus filhos biológicos’”. Obviamente, sabíamos disso, mas quando olhei para cima e vi todos aqueles olhinhos, foi muito emocionante “, disse ele. “Nós nunca imaginamos que teríamos sorte ou seríamos abençoados o suficiente para ter seis filhos.”

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Papai Rob disse ao “GMA”, “Eu diria que nossos filhos trouxeram muita loucura para nossas vidas. É reconfortante e emocionante ver como eles se conectam conosco e com nossa família e amigos”.

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Steve e Rob Anderson-McLean estão juntos há 18 anos. Eles se uniram simbolicamente em uma cerimônia de compromisso em 2006 e se casaram legalmente ​​em Maryland em 2013.

O casal criou dois filhos juntos, Parker, 25 e Noah, 21, de um casamento anterior. Mas depois que seus filhos cresceram, eles decidiram que “não estavam” sendo pais ainda e começaram a explorar a possibilidade de adoção.
Steve disse que ele e seu marido foram inspirados a adotar irmãos depois de ver uma reportagem na TV sobre outro casal que fez o mesmo.

“Uma quantidade tão impressionante de grupos de irmãos é desfeita e isso partiu nossos corações”, disse Steve.

Os Anderson-McLeans começaram a procurar por crianças americanas que precisavam de uma casa. Carlos, Guadalupe, Maria, Selena, Nasa e Max foram apresentados em um site no estado de Ohio. As seis crianças estavam no sistema de adoção por quase cinco anos.

“Nós instantaneamente nos apaixonamos”, disse Steve. “É muito fácil fazê-los sorrir.”

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“Foi um pano de fundo ruim, uma história triste – houve negligência e abuso”, acrescentou Steve sobre o histórico dos filhos antes de serem adotados. “Foi no outono de 2017 que os direitos dos pais biológicos das crianças foram cassados.”

Steve e Rob Anderson-McLean foram apresentados às crianças em junho de 2018. Os irmãos foram morar com o casal um mês depois e estão com eles desde então.

Agora, menos de um ano depois, todos os seis irmãos têm o nome dos dois pais amorosos.

“Nós os conhecemos há menos de um ano, mas, ao mesmo tempo, parece que nossos laços afetivos já estavam em desenvolvimento há muito mais tempo”, disse Rob Anderson-McLean. “Não há regras sobre o que pode constituir uma família e o amor que compartilhamos.”

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Destaques Psicologias do Brasil. Com informações de: ABC News.
Imagem destacada: Steve Anderson-McLean.

Garoto de 14 anos luta contra leopardo e salva seu primo de 7 anos

Garoto de 14 anos luta contra leopardo e salva seu primo de 7 anos

Com sorte você não esteve na situação limite de ter que criar forças para salvar a vida de alguém que você ama. Muitas pessoas que já passaram por isso, relatam que o desespero de ver alguém querido sob forte ameaça faz com que você desconsidere qualquer perigo e ceda a um instinto incontrolável de proteger a quem você ama sob qualquer circunstância.

Em uma aldeia perto de Thane, na Índia, um menino foi capaz de um inacreditável ato de bravura para resgatar seu primo de uma assustadora ameaça. E o mais impressionante desta história é como ele fez isso.

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Em um dia como outro qualquer, os primos Naresh Kaluram Bhala, de 14 anos, e Harshad Vitthal Bhala, de 7 anos, estavam brincando do lado de fora da casa em que eles vivem, como qualquer criança faria. Eles procuravam bagas, que são pequenos frutos carnudos, muito comuns na região onde os meninos moram. Mas a brincadeira inocente dos primos foi interrompida bruscamente pela chegada de um leopardo, que atacou o pequeno Harshard.

Leopardos são grandes felinos nativos da África e da Ásia. É, com o tigre, o leão, o leopardo-das-neves e a onça-pintada, um dos cinco grandes felinos do gênero Panthera.

Um leopardo macho chega a medir até 160 cm de comprimento e atinge até 58 km/h de velocidade quando está correndo. É um animal ameaçador diante de qualquer ser-humano adulto, então imagine diante de duas crianças.

E, mesmo diante desta ameaça que faria muita gente sair correndo, Naresh não conseguiu ficar parado enquanto via seu primo ser atacado. E, em um ato de extrema coragem, usou um graveto para afastar o leopardo. Isso mesmo, UM GRAVETO

Quando finalmente notou o perigo que os meninos estavam correndo, a avó deles correu para ajudá-los, mas, neste momento a sua ajuda já não era mais necessária, afinal o leopardo já tinha soltado Harshad.

A delegacia local parabenizou os meninos por sua bravura. “Naresh mostrou coragem incomum para um rapaz tão jovem”, disse o policial Suhas Kharmate. E quem ousa discordar?

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Redação CONTI outra. Com informações de sunnyskyz

Imagem de Free-Photos por Pixabay

Shopping em SP cria horta com o uso de resíduos da praça de alimentação

Shopping em SP cria horta com o uso de resíduos da praça de alimentação

Esse projeto incrível fica no coração da Avenida Paulista e conta com uma horta utilizando como adubo todo o lixo orgânico produzido nas praças de alimentação!

Com o apoio de todos os funcionários do shopping, foram plantados 174 mudas de temperos, hortaliças e vegetais e utilizou mais de 180 kg de compostos orgânicos produzidos a partir dos resíduos da alimentação dos clientes.

“Esse foi um evento marcante, pois trata-se do pontapé inicial para que o centro de compras trilhe um caminho sustentável em sua história. Foi um momento incrível de interação da nossa equipe com a natureza e será ainda melhor no próximo mês, quando fizermos a primeira colheita”, relata Claudia Lima, a gerente de Marketing do Shopping Pátio Paulista.

E não é a primeira inciativa ecológica do shopping: no início do ano, foram instalados 62 vagas para bicicletas além de terem uma estação de recarga pública para carros e bicicletas movidos a eletricidade.

O Shopping tem o nome de Pátio Paulista e fica na capital de São Paulo. Vale a pena conferir, não?

Via Revista Carpe Diem

Passarinho com deficiência recebe sapatinhos ortopédicos e volta a caminhar

Passarinho com deficiência recebe sapatinhos ortopédicos e volta a caminhar

Alguns animais sofrem acidentes ou nascem com deformidades que os impedem de se desenvolver adequadamente, e muitas vezes isso faz com que eles sejam rejeitados por suas próprias espécies e deixados à própria sorte. Felizmente, há pessoas que encontram esses animais e decidem ajudá-los a melhorar sua qualidade de vida.

A equipe do California Wildlife Center é um exemplo desses atos de bondade ao lidar com animais feridos. Recentemente, eles resgataram um pobre passarinho indefeso que estava com um dos pés machucado.

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O grupo não pensou duas vezes e decidiu agir para ajudar o passarinho. Eles descobriram que a ave não podia andar e nem sequer tinha forças para pegar objetos.

O problema dele era que um nó tinha se formado em seus dedos, algo que acontece com frequência, principalmente em aves mais jovens. Além disso, ele só conseguia ficar na ponta dos pés, causando desconforto e sofrimento.

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As pessoas encarregadas do caso resolveram o problema de maneira muito criativa. A equipe fez pequenos sapatos ortopédicos que ajudariam o pássaro a andar. Uma espécie de gesso improvisado para corrigir as patas do pássaro.

“Geralmente, leva uma semana ou duas para usar a bota de neve até o pé voltar ao normal”, explica Duane Tom, do Centro de Vida Selvagem.

Graças à intervenção deste grupo de pessoas amáveis, o passarinho estará pronto para voar e voltar a natureza ainda mais feliz do que antes.

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Redação CONTI outra. Com informações de Nation

Os pais ainda perdem o sono a preocupar-se com os filhos adultos

Os pais ainda perdem o sono a preocupar-se com os filhos adultos

Quando os filhos são crianças, os pais se preocupam muito com eles. É surpreendente que, mesmo quando adultos, os pais continuem preocupados.

Um estudo realizado por Amber J. Seidel, da Pennsylvania State University, descobriu que os pais sempre se preocupam com os seus filhos. No entanto, há algo que os pais não devem perder de vista:

DESCOBRIU-SE QUE MUITOS DELES NÃO CONSEGUIAM DORMIR POR CAUSA DISSO.

O estudo incluiu uma pesquisa com 186 casais heterossexuais casados ​​com filhos adultos e perguntou, em uma escala de 1 a 8, quanta ajuda eles oferecem aos seus filhos. Isso inclui falar com eles por telefone ou fornecer apoio financeiro ou emocional, com 1 assistência diária e 8 apenas uma vez por ano.

Os pais também foram solicitados a avaliar seu stresse, de 1 (sem stresse) a 5 (stresse máximo) e para acompanhar o quanto dormiam à noite. O estudo produziu estes resultados: as mães recebem 6,66 horas de sono por noite e os pais, cerca de 6,69 horas.

Os dados foram então comparados para ver se havia padrões que relacionavam stresse e falta de sono com o apoio a filhos adultos.

A PREOCUPAÇÃO COM AS CRIANÇAS PARECE NÃO TER DESCANSO.

Curiosamente, verificou-se que as mães estavam mais stressadas. Os pais, por outro lado, apresentavam falta de sono e mais stresse, mas estavam diretamente relacionados à frequência com que ofereciam ajuda às filhos. Se a mãe forneceu apoio ao filho adulto, o pai não sentiu o stresse ou sofreu com a falta de sono.

Redes sociais e telefones celulares também podem aumentar a preocupação dos pais porque, mesmo que não ofereçam assistência, podem se preocupar quando veem seus filhos postarem algo nas redes sociais.

No entanto, existem passos que devem ser tomados para ajudar os pais a aliviar esse stresse, como não oferecer aconselhamento ou apoio a um filho adulto, a menos que peça ajuda. Além disso, mães e pais podem usar técnicas para reduzir o stresse, como comer uma dieta saudável e se exercitar.

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Via Mulher Contemporânea

Amor acima de tudo: Enfermeira adota garoto com paralisia cerebral abandonado pelos pais

Amor acima de tudo: Enfermeira adota garoto com paralisia cerebral abandonado pelos pais

Esta é a tocante história sobre a mais pura forma de amor que pode existir, um amor altruísta e incondicional que não enxerga barreiras e que transforma vidas. Trata-se da relação entre a enfermeira Solange Maria Pires, de 56 anos, e o menino Ronei Gustavo Pires, de 12 anos.

Ronei nasceu com agenesia do corpo caloso, uma má-formação congênita na qual a criança não possui a estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais. Ele também tem neuropatia crônica, possivelmente causada pela falha na formação do cérebro, que atinge o sistema nervoso e afeta o desenvolvimento de funções como a postura e os movimentos.

Desde recém-nascido, o garoto tem um quadro grave de convulsões, que pode ter sido causado pela neuropatia. Aos oito meses de vida, enquanto era amamentado, ele teve um episódio de broncoaspiração – quando alimentos ou líquidos são aspirados pelas vias aéreas – e a família biológica demorou para buscar ajuda médica.

O fato prejudicou ainda mais a saúde de Ronei. Com pouco mais de um ano, ele foi diagnosticado com paralisia cerebral e passou a viver em estado vegetativo.

Os problemas de saúde fizeram com que o garoto, que nasceu em Cuiabá, fosse abandonado pelos pais biológicos antes de completar um ano. Mas foi aí que um anjo entrou em sua vida.

Quando Solange o conheceu, há dez anos, ele vivia em um lar para crianças e adolescentes aptos à adoção, na capital mato-grossense. E o amor que ela sentiu por Ronei foi tão grande que ela decidiu adotá-lo. À época, Solange morava sozinha e estava divorciada. Os outros dois filhos dela, hoje com 33 e 37 anos, eram casados e haviam se mudado da casa da mãe.

Com a adoção do caçula, a enfermeira passou a dedicar grande parte da vida aos cuidados com o garoto.

“Eu sinto o mesmo amor pelos meus três filhos. Mas sei que me dedico mais ao Ronei do que me dediquei aos outros dois, porque eles sempre foram saudáveis, se desenvolveram normalmente e foram saindo das minhas asas. Já o Ronei, sei que vai estar sempre aqui e sempre vai precisar dos meus cuidados”, diz Solange à BBC News Brasil.

A rotina de mãe e filho

Ronei passa o dia deitado na cama, ligado a aparelhos hospitalares, em um quarto na residência localizada em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá (MT) . Um artesanato, pendurado na porta do lugar, avisa: “aqui dorme um príncipe”.

O menino recebe ajuda profissional durante todo o dia. A cada 12 horas, um novo técnico de enfermagem chega para acompanhar o garoto – serviço incluído na home care. Solange trabalha em um hospital no período da manhã e, por meio do celular, fica atenta a tudo o que acontece com o filho. “O tempo todo pergunto como ele está ou peço para mandarem fotos. É uma preocupação constante”, diz.

Quando não está no trabalho, a enfermeira tenta se distanciar de Ronei o mínimo possível.

“Se eu saio, tento voltar rápido. Nas vezes em que viajei, tive que comprar passagens perto da data, porque se ele não estiver bem, não viajo. E não posso ficar dias longe”, comenta.

A falta de esperanças para o futuro do garoto entristece a mãe. Apesar disso, a enfermeira afirma que não se arrepende de ter passado grande parte da última década se dedicando aos cuidados com Ronei. “Parei muita coisa por ele. Mas é normal uma mãe fazer isso por um filho.”

“Uma médica me disse que ele viveria somente até os oito anos, mas ele está aqui comigo até hoje. Acho que o que mantém vivo é o amor que ele recebe”, diz.

O principal desejo de Solange para o futuro do filho caçula é que ele tenha qualidade de vida. “Peço a Deus que se for para levar o Ronei, que não seja nada doloroso. Não quero que ele sofra em um hospital.”

“Também peço a Deus para que eu não morra enquanto o Ronei estiver aqui. Por que quem vai cuidar dele do jeito que cuido? Quem vai dar toda a atenção? Espero que Deus me atenda. Depois que ele partir, posso ir sossegada. Mas antes, preciso continuar por aqui.”, completou a mãe de Roney.

E esse forte sentimento que une Solange a Roney é mais um lindo e poderoso exemplo de que laços de sangue definitivamente não definem o tamanho do amor de uma mãe por seu filho. Mães de verdade não vêem barreiras. Elas simplesmente amam.

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Redação CONTI outra. Com informações de G1

Capa: ‘Não tive dúvidas de que deveria cuidar do Ronei. Ele é meu filho, assim como os outros dois que eu pari’, diz Solange — Foto: Emanoele Daiane- reprodução

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