Postura de Tatá Werneck após doação a Marcos Oliveira, o Beiçola, motiva alerta de psicóloga: “Cuidado”

Postura de Tatá Werneck após doação a Marcos Oliveira, o Beiçola, motiva alerta de psicóloga: “Cuidado”

A atriz e apresentadora Tatá Werneck, de 41 anos, doou cestas básicas ao Retiro dos Artistas, instituição que recentemente acolheu o ator Marcos Oliveira, conhecido por interpretar o Beiçola em A Grande Família (2001-2014). O gesto de solidariedade, no entanto, gerou comentários negativos por parte de alguns internautas.

Um dos usuários insinuou que a doação teria sido pequena, considerando o patrimônio da artista: “Tatá ganha milhões e doa R$ 500 de cestas básicas”, escreveu. Tatá não deixou passar e respondeu: “Eu doo para várias instituições todos os meses. Há anos. Nunca divulgo. Só quando aparece um amargo como você.”

A repercussão da resposta rapidamente tomou conta das redes, reacendendo discussões sobre a cultura do cancelamento, julgamentos precipitados e os efeitos emocionais das críticas online.

Para entender melhor o impacto desse tipo de comportamento digital, a CARAS Brasil conversou com a psicóloga e neuropsicóloga Lilian Vendrame, com formação pelo Hospital Albert Einstein e USP. A especialista afirma que o ambiente das redes sociais é marcado por uma velocidade que favorece julgamentos apressados e superficiais.

“A rede social, ela é um movimento muito rápido. Ela é feita de movimento de dopamina muito rápido. Quando eu critico o outro sem olhar a situação, sem conversar com os envolvidos, o que eu estou fazendo? Estou acionando o meu modo de ver a vida com os meus valores, com a forma que eu enxergo e não com os olhos do outro”, explica.

A psicóloga ainda chama atenção para a resposta da própria Tatá Werneck, que sentiu a necessidade de se justificar. Para ela, isso mostra como o medo do cancelamento pode afetar até mesmo figuras públicas consolidadas.

“Ela tenta se justificar. Olha como tem aí o medo de um cancelamento nas redes sociais, uma cultura também de preciso lacrar a pessoa, preciso atacar essa pessoa”, diz.

Vendrame também alerta para a necessidade de refletir antes de reagir. “A gente precisa tomar muito cuidado quando vai fazer uma crítica porque o nosso movimento de impulso rápido, a gente acaba se esquecendo de olhar para a situação como um todo. É muito fácil pontuar apenas uma coisa sem olhar o todo”, afirma.

Novo filme que está bombando na Netflix é uma experiência transformadora

Novo filme que está bombando na Netflix é uma experiência transformadora

Prepare os lenços — muitos. O drama “Fé para o Impossível”, recém-chegado à Netflix, é daqueles filmes que pegam você pelo estômago e só soltam quando já for tarde demais para conter o choro. Baseado na história real da pastora americana Renee Murdoch, brutalmente atacada enquanto corria pela orla da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, o longa retrata a dor, a fé e a impressionante capacidade de resiliência de uma mulher entre a vida e a morte.

Quem dá vida à protagonista é Vanessa Giácomo, em uma das performances mais intensas de sua carreira. Com sensibilidade e entrega, a atriz conduz o espectador pela via-crúcis de Renee: da tragédia ao milagre. Ao lado dela, Dan Stulbach, no papel do marido Philip Murdoch, sustenta com firmeza o drama familiar e espiritual que se desdobra após o ataque. É ele quem convoca uma corrente de oração que acaba cruzando fronteiras — e tocando até quem não costuma acreditar.

A direção de Ernani Nunes evita sensacionalismos e aposta na emoção crua, nos silêncios e nas pequenas vitórias. Não há pressa em mostrar a recuperação de Renee: o filme nos obriga a sentir o tempo passando, a angústia dos que esperam e a fé dos que não se permitem desistir. A narrativa emociona justamente porque não parece um roteiro — parece uma oração em forma de cinema.

“Fé para o Impossível” acerta também na fotografia, que contrasta o calor do Rio de Janeiro com a frieza dos corredores hospitalares, e na trilha sonora, que reforça a espiritualidade sem cair no exagero. Há momentos em que a fé parece uma personagem à parte — silenciosa, mas sempre presente.

Apesar de algumas cenas mais previsíveis (um pecado comum em cinebiografias edificantes), o filme ganha pontos por não transformar seus protagonistas em mártires perfeitos. Há dor, raiva, medo, questionamento. E isso só torna a história mais humana.

Se você procura um filme leve, divertido ou para assistir enquanto mexe no celular, passe longe. Mas se está pronto para uma experiência emocional potente, capaz de restaurar alguma fé na humanidade — mesmo que por algumas horas —, dê o play. Só não diga que eu não avisei: é impossível sair ileso.

 

Cientistas criam “pele” de hidrogel que cura feridas em apenas 4 horas

Cientistas criam “pele” de hidrogel que cura feridas em apenas 4 horas
Cientistas criam "pele" de hidrogel que cura feridas em apenas 4 horas. Imagem ilustrativa. Crédito: Reprodução

Um novo material desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Aalto, na Finlândia, pode mudar o futuro da medicina regenerativa. Trata-se de um hidrogel curativo com uma impressionante capacidade de auto-reparo — ele consegue se regenerar sozinho em até 4 horas. A descoberta, publicada na prestigiada revista Nature Materials, surpreendeu até mesmo a equipe de cientistas responsável pela criação.

Segundo Hang Zhang, um dos pesquisadores do projeto, a inovação supera um desafio antigo: unir força, flexibilidade e regeneração em um único material. “Hidrogéis rígidos, fortes e auto-regenerativos têm sido um desafio há muito tempo. Descobrimos um mecanismo para fortalecer os hidrogéis convencionalmente macios. Isso pode revolucionar o desenvolvimento de novos materiais com propriedades bioinspiradas”, afirmou Zhang.

Resistência comparável à pele humana

O novo hidrogel é composto por cerca de 10.000 camadas de nanofolhas por milímetro — o que o torna tão resistente quanto a própria pele humana. O segredo está na inclusão de nanofolhas de argila em sua estrutura, o que garante rigidez sem perder a capacidade de se dobrar e se regenerar.

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Novo hidrogel criado por cientistas de universidades da Finlândia e Japão consegue se reestruturar 100% após 24 horas — Foto: Nature Materials/Margot Lepetit/Universidade Aalto

Durante os testes, os cientistas cortaram o material ao meio e observaram uma recuperação de até 90% em apenas quatro horas, sem qualquer intervenção externa. “Quando os polímeros estão completamente emaranhados, eles são indistinguíveis uns dos outros. Eles são muito dinâmicos e móveis no nível molecular, e quando você os corta, eles se entrelaçam novamente”, explicou Chen Liang, também da Universidade de Aalto.

Fácil de produzir

O processo de criação do hidrogel é surpreendentemente simples. Os pesquisadores misturam um pó de monômeros com água contendo as nanofolhas de argila e expõem a mistura à luz ultravioleta. O resultado é um gel resistente, flexível e com alto poder de regeneração.

Muito além da cicatrização

Apesar do foco inicial ser o uso em feridas cutâneas, o material tem potencial para aplicações muito mais amplas. Entre as possibilidades estão o uso em sensores robóticos, dispositivos de liberação controlada de medicamentos e até mesmo pele artificial para próteses e equipamentos biomédicos.

Ainda em fase de estudos, a nova tecnologia deve levar algum tempo até estar disponível comercialmente. Mas o avanço já é promissor e coloca a ciência um passo mais perto de criar materiais realmente inspirados na natureza — e capazes de superá-la.

Fábio de Melo segue como padre? Veja o que diz a Diocese após confusão do sacerdote

Fábio de Melo segue como padre? Veja o que diz a Diocese após confusão do sacerdote

O nome do padre Fábio de Melo voltou aos trending topics nos últimos dias, não por um novo projeto musical ou pregação, mas por uma sequência de episódios que reacenderam debates nas redes sociais sobre sua atuação como sacerdote e sua conduta pública.

Nas redes, internautas questionaram se o religioso ainda exerce o sacerdócio, já que boa parte de suas postagens mostra shows, agendas musicais e bastidores de novos projetos. De acordo com o site oficial da Diocese de Taubaté (SP), no entanto, Fábio de Melo segue vinculado como sacerdote, embora não atue como pároco em nenhuma igreja da região. Em seu perfil, ele também compartilha vídeos de homilias e celebrações religiosas.

Desabafo nas redes reacende rumores de afastamento

Os questionamentos se intensificaram após um desabafo publicado pelo padre em suas redes sociais. “As pessoas querem odiar a qualquer custo. Por qualquer motivo. Elas precisam eleger um foco para manifestação de seus lados sombrios”, escreveu, insinuando um cansaço com a exposição e as críticas constantes. Em outro trecho, referindo-se a ataques recebidos mesmo em uma postagem sobre sua mãe, ele desabafou: “Eu estou a um passo de desistir.”

As declarações levaram seguidores a especular se o padre estaria considerando deixar o sacerdócio, o que não foi confirmado oficialmente.

Confusão em loja termina com demissão de gerente

O episódio mais controverso, no entanto, envolveu uma visita do padre a uma unidade da cafeteria Havanna, em Joinville (SC), onde se apresentaria em um show. Imagens de segurança mostram o momento em que ele e sua equipe questionam a diferença entre o preço exposto e o valor cobrado por dois potes de doce de leite sem açúcar.

Segundo relato do próprio padre, a funcionária confirmou o erro, mas o gerente, Jair José Aguiar da Rosa, teria agido com “prepotência”. A discussão não se agravou, e o padre e sua equipe deixaram o local sem levar os produtos.

Dias depois, Jair foi demitido da rede. Em entrevista ao portal ND Mais, o ex-gerente afirmou que não teve contato direto com o padre e só soube de sua demissão pelas redes sociais. Ele alega estar emocionalmente abalado: “Estou sendo massacrado sem motivo. Não consigo sair na rua. Não consigo dormir. Estou desempregado e vivendo um abalo profundo.”

Jair pede retratação pública e afirma que sua dignidade foi ferida. “Não quero fama nem polêmica. Quero justiça. Jamais desrespeitei o padre Fábio de Melo ou qualquer pessoa de sua equipe”, disse.

Pronunciamento

Em nota divulgada no dia 14 de maio, o padre Fábio de Melo lamentou a demissão do funcionário. “Lamento mesmo. Acho que quem erra precisa ter uma segunda oportunidade”, disse. Apesar disso, reforçou que houve erro na abordagem. “Se eu tivesse um funcionário que cometesse um erro desse, eu chamaria a atenção. Não mandaria embora.”

A rede Havanna, por sua vez, confirmou a demissão de Jair, que foi comunicada pessoalmente na segunda-feira (12), após a repercussão do caso.

Entre fé e fama

A situação expõe, mais uma vez, os dilemas enfrentados por figuras religiosas com forte presença midiática. Padre Fábio de Melo, que há anos divide sua atuação entre o altar e os palcos, vem lidando com críticas tanto de fiéis quanto de seguidores sobre os limites entre seu ministério sacerdotal e sua imagem pública. Por ora, segue como sacerdote da Diocese de Taubaté — e também como uma figura controversa na opinião pública.

Mulher que ‘morreu por oito minutos’ vira guia de transição e diz que morte é uma ilusão’

Mulher que ‘morreu por oito minutos’ vira guia de transição e diz que morte é uma ilusão’

Uma mulher que foi declarada clinicamente morta por oito minutos afirma ter vivido uma experiência transformadora que mudou completamente sua percepção sobre a vida e o que vem depois dela. Brianna Lafferty, de 33 anos, residente do Texas (EUA), sofreu uma parada durante uma crise provocada por um distúrbio neurológico raro, a distonia mioclônica. Aos 25 anos, ela teve sua morte confirmada por médicos — até ser ressuscitada.

Durante os minutos em que esteve tecnicamente morta, Brianna relata ter vivido uma experiência fora do corpo e conhecido o que descreve como “uma presença superior que nos guia com amor incondicional”. Em entrevista reproduzida pelo tabloide britânico Daily Star, ela conta que ouviu uma voz lhe perguntando se estava pronta, antes de mergulhar em completa escuridão. Em seguida, sua alma teria “flutuado” e passado a existir em um lugar onde o tempo não fazia sentido.

“De repente, me separei do meu corpo físico. Não vi nem me lembrei do meu eu humano. Fiquei completamente imóvel, mas me senti plenamente viva, consciente e mais eu mesma do que nunca”, afirmou Brianna. “Esse desapego da forma física me fez perceber o quão temporária e frágil é a nossa experiência humana.”

Segundo ela, naquele estado, foi possível perceber que seus pensamentos se materializavam instantaneamente, e que o universo era “um amontoado de números” organizado por uma “ordem perfeita”. Também disse ter encontrado seres familiares, embora não pudesse dizer se eram humanos. A experiência, segundo Brianna, eliminou medos e ressignificou suas prioridades.

Após ser trazida de volta à vida, Brianna enfrentou um longo processo de reabilitação, tendo que reaprender a andar e a falar. Ela também passou por uma cirurgia experimental na glândula pituitária, que sofreu danos durante o episódio. Os resultados, segundo ela, têm sido positivos. “Estou com um pouco de medo de ter outra experiência de quase morte, só porque a recuperação é difícil”, disse.

O impacto do que viveu foi tão profundo que Brianna decidiu mudar de vida. Hoje, ela atua como doula espiritual de morte — ou, como prefere chamar, “guia de transição” — oferecendo apoio emocional e espiritual a pessoas em seus últimos dias de vida, além de acompanhamento para familiares.

“Ofereço uma gama compassiva de serviços para apoiar indivíduos e famílias nas transições profundas que acompanham o fim da vida, doenças crônicas e o crescimento espiritual”, explicou.

Para Brianna, a experiência reafirmou uma certeza: a consciência sobrevive à morte física. “Tudo faz sentido agora. Até os momentos difíceis. Voltei com um senso de missão e profunda reverência tanto pela vida quanto pela morte.”

Estudante falece após mal súbito em academia; local não possuía desfibrilador

Estudante falece após mal súbito em academia; local não possuía desfibrilador

A estudante Dayane de Jesus Barbosa, de 22 anos, morreu após sofrer um mal súbito enquanto se exercitava em uma academia no bairro de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, na última terça-feira (20). Aluna do curso de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a jovem chegou a sentar-se em uma máquina de musculação antes de desmaiar subitamente. Apesar dos esforços de outros alunos para reanimá-la, ela não resistiu.

Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), a perícia realizada no local constatou que a academia não dispunha de um desfibrilador externo automático (DEA), equipamento obrigatório em estabelecimentos abertos ao público, conforme determina a Lei Municipal nº 7.259/2022. A ausência do aparelho comprometeu a possibilidade de uma resposta rápida e adequada à emergência.

A academia, identificada como Forma Fitness, foi interditada e está sendo investigada pela 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana). “O estabelecimento foi interditado e outras diligências estão sendo realizadas para esclarecer todos os fatos”, informou a PCERJ por meio de nota. A Prefeitura do Rio será responsável pela aplicação de eventuais sanções administrativas, que podem incluir multa e interdição total do espaço.

Nas redes sociais, o Instituto de Relações Internacionais e Defesa da UFRJ (Irid) lamentou a perda da estudante. “Compartilhamos com sua família e seus amigos a dor por essa perda, e nos colocamos à disposição para qualquer apoio que se fizer necessário”, diz a nota publicada pelo instituto, que decretou luto oficial de três dias.

A Forma Fitness também se manifestou por meio de nota em suas redes sociais, afirmando que a academia permanecerá fechada “em consideração ao luto de toda a comunidade”.

O caso reacende o debate sobre segurança e preparo de academias para lidar com situações de emergência. Em fevereiro deste ano, um caso semelhante ocorreu na cidade de Santo Estêvão, na Bahia, quando uma mulher de 43 anos morreu durante a prática de exercícios físicos.

As investigações seguem com a coleta de depoimentos de testemunhas que estavam no local no momento do ocorrido. A Polícia Civil apura se houve omissão ou falha operacional por parte da administração da academia, o que pode configurar crime.

A morte de Dayane causou comoção entre colegas, professores e amigos. Jovem, dedicada aos estudos e cheia de planos, ela agora se torna símbolo de um alerta urgente: salvar vidas também depende de preparo, estrutura e responsabilidade.

Novo filme da Netflix baseado em caso real tem 92% de aprovação do público no Rotten Tomatoes

Novo filme da Netflix baseado em caso real tem 92% de aprovação do público no Rotten Tomatoes

O thriller político O Diplomata, nova aposta da Netflix, chegou ao catálogo no último dia 9 de maio e já conquistou o público: o filme atingiu impressionantes 92% de aprovação na avaliação dos usuários do site Rotten Tomatoes. Dirigido por Shivam Nair (Special OPS), o longa é baseado em uma história real que abalou os bastidores da diplomacia indiana.

Estrelado por John Abraham, O Diplomata acompanha a trajetória do diplomata J.P. Singh, que assume uma delicada missão: resgatar Uzma Ahmed, uma jovem indiana levada ao Paquistão sob falsas promessas de amor e forçada a um casamento. Refugiada na Alta Comissão da Índia em Islamabad, Uzma se torna o centro de um embate político e diplomático entre os dois países.

O filme ganha força não apenas pelo drama real, mas pela tensão constante entre os bastidores da diplomacia e os riscos pessoais enfrentados pelo protagonista. John Abraham entrega uma performance contida e intensa, longe dos heróis de ação típicos de Bollywood, dando ao personagem a gravidade necessária para lidar com um dilema que vai além das fronteiras políticas.

Sadia Khateeb também brilha no papel de Uzma, transmitindo vulnerabilidade e força numa medida precisa. A química entre os dois é sutil, mas essencial para o envolvimento emocional do espectador.

Com trilha sonora assinada por A.R. Rahman e uma estética sóbria, O Diplomata foge do espetáculo para apostar em um realismo que aproxima o espectador dos fatos. É uma escolha certeira para quem busca mais do que entretenimento — o filme provoca reflexões sobre diplomacia, direitos humanos e o papel da mulher em sociedades marcadas pelo conservadorismo.

Embora a crítica especializada tenha dividido opiniões, o público parece ter abraçado a produção com entusiasmo. O sucesso pode ser explicado pelo apelo da história real, pelo ritmo envolvente e pelo sentimento de patriotismo que ressoa em muitos espectadores.

Com uma narrativa sólida, atuações convincentes e temas relevantes, O Diplomata se firma como uma das estreias mais comentadas do ano na Netflix — e um forte candidato a futuras premiações do cinema indiano.

O Diplomata é um filme impactante, que emociona e informa sem abrir mão da tensão dramática. Um resgate não só físico, mas também simbólico — e absolutamente necessário.

Teste seu QI: Será que você consegue identificar o fantasma na imagem?

Teste seu QI: Será que você consegue identificar o fantasma na imagem?

Um novo teste de QI tem intrigado usuários nas redes sociais ao desafiar a percepção visual e a atenção aos detalhes. A proposta é simples: identificar quem é o fantasma entre três personagens em uma imagem aparentemente comum — tudo isso em apenas cinco segundos.

Na cena, três jovens estão em pé diante de um quadro branco. São identificados como Pessoa A, B e C:

  • Pessoa A: um rapaz de cabelo laranja, vestindo camiseta bege e calça jeans, com expressão neutra e segurando um objeto pequeno na mão direita.
  • Pessoa B: um jovem com moletom azul e calça bege, com leve expressão de surpresa e a mão direita sobre o peito.
  • Pessoa C: uma garota loira de rabo de cavalo, usando camiseta lilás e calça amarela, também com expressão de surpresa e uma das mãos erguidas.

Ao fundo, elementos típicos de uma sala, como uma planta e um relógio, ajudam a reforçar o realismo da cena. O detalhe intrigante é que, embora os três pareçam normais, um deles não pertence ao grupo.

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Dicas para decifrar o enigma

Para acertar, é preciso observar atentamente alguns detalhes visuais:

  • Sombras: fantasmas, em testes como esse, costumam não projetar sombra — ou projetam uma sombra distorcida.
  • Posturas e expressões: uma figura com reação incompatível ao ambiente pode indicar algo suspeito.
  • Características físicas: transparência, desfoque ou ausência de solidez podem ser pistas de que algo está errado.
  • Mãos e pés: extremidades flutuantes ou com aparência esmaecida também são indícios comuns.

Posicionamento no ambiente: uma figura ligeiramente afastada ou mal integrada ao cenário pode chamar a atenção.

Quem é o fantasma?

Se você escolheu a Pessoa B, acertou!

A chave para desvendar o mistério está nas sombras. Enquanto as Pessoas A e C projetam sombras visíveis na parede, a Pessoa B simplesmente não tem sombra. Esse detalhe visual sutil revela que ela é, na verdade, o fantasma disfarçado na imagem.

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O teste, além de divertido, estimula a observação, a atenção aos detalhes e o raciocínio rápido — características muitas vezes associadas a testes de QI não convencionais.

E você? Conseguiu resolver em cinco segundos?

Minissérie curtinha e absurdamente envolvente que acaba de estrear na Netflix vai se tornar seu novo vício

Minissérie curtinha e absurdamente envolvente que acaba de estrear na Netflix vai se tornar seu novo vício

Prepare-se para devorar “Sereias” (Sirens), nova minissérie da Netflix estrelada por Julianne Moore, como quem encara um thriller psicológico numa tarde chuvosa sem piscar. Com apenas cinco episódios, a produção é daquelas que se assiste de uma vez só — e que deixa um vazio estranho quando termina. É viciante, tensa, e cheia de pequenas perversidades que se desenrolam como num jogo de xadrez em câmera lenta.

Criada por Molly Smith Metzler (de Maid), a minissérie é baseada na peça Elemeno Pea e se passa quase inteiramente em uma mansão à beira-mar, onde o luxo esconde rachaduras profundas de poder, obsessão e desespero. Moore brilha como Michaela Kell, uma bilionária excêntrica e manipuladora, cujo carisma é tão magnético quanto desconcertante. A personagem parece saída de um universo entre o culto e o culto à celebridade — sempre à beira do absurdo, mas assustadoramente crível.

A história começa com a visita de Devon (Meghann Fahy), preocupada com a irmã mais nova, Simone (Milly Alcock), que se tornou assistente pessoal (e emocionalmente dependente) de Michaela. O que deveria ser um fim de semana de reconexão familiar vira uma espécie de embate psicológico entre as duas mulheres, com Michaela colocando Devon e Simone em um jogo de lealdades, poder e manipulação emocional.

O ritmo é claustrofóbico e deliciosamente inquietante. A casa se transforma em uma espécie de labirinto simbólico, onde todos parecem estar presos, mesmo com vista para o oceano. Os diálogos são afiados, recheados de tensão e ironia, e a fotografia luxuosa serve apenas para intensificar o estranhamento.

Mas o maior trunfo de Sereias é não se levar completamente a sério. Há um quê de sátira social no retrato da elite que flerta com o ridículo — e é exatamente nesse equilíbrio entre o grotesco e o real que a série encontra sua força. Ela ri do abismo, enquanto salta dentro dele.

Com atuações impecáveis (Kevin Bacon e Glenn Howerton também entregam momentos memoráveis) e uma condução elegante que nunca perde o ritmo, Sereias é uma daquelas minisséries que chegam de mansinho e tomam conta da mente do espectador.

É curta, afiada e absurdamente envolvente. Um novo vício da Netflix — e um dos melhores do ano até agora.

Jovem chora e desabafa sobre primeiro emprego após se formar: ‘Não tenho tempo para nada’

Jovem chora e desabafa sobre primeiro emprego após se formar: ‘Não tenho tempo para nada’

No dia 19 de outubro uma internauta do TikTok compartilhou uma experiência que ressoou com muitos jovens recém-formados. Seu vídeo, em que relata as dificuldades de seu primeiro emprego com uma jornada de oito horas diárias, conquistou mais de 1,7 milhão de visualizações e gerou debates na plataforma.

Brielle, a jovem por trás do vídeo, começa a gravação visivelmente emocionada. Ela desabafa sobre a falta de tempo e energia para cuidar de si mesma após um longo dia de trabalho. “Eu quero tomar banho, jantar e dormir. Não tenho tempo nem energia para cozinhar a própria refeição. Não tenho energia para malhar e a academia fica na frente de casa”, conta.

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O ponto crítico de sua situação é o deslocamento entre sua casa e o trabalho, que leva mais de uma hora. Ela trabalha em outra cidade e, devido a restrições financeiras, não tem a opção de se mudar. Como resultado, Brielle precisa pegar o trem às 7h30 e só retorna para casa por volta das 18h15, em um bom dia. O trajeto exaustivo é um dos principais fatores que contribuem para a sensação de esgotamento da jovem.

No vídeo, Brielle questiona como as pessoas conseguem conciliar uma jornada de oito horas de trabalho com uma vida social ativa. “Estou tão estressada”, desabafa.

♬ original sound – BRIELLE

O vídeo provocou uma onda de reações nos comentários, com algumas pessoas apoiando a dificuldade de Brielle. Muitos expressaram preferência pelo trabalho remoto, que oferece uma maior flexibilidade. Além disso, houve críticas ao modelo tradicional de 40 horas de trabalho semanais, que foi considerado ultrapassado por alguns usuários.

Um dos usuários sugeriu uma possível solução para a situação de Brielle: “Você encontrará uma programação que funciona para você, menina! Faça o seu jantar da SEMANA! Isso me ajuda muito!”.

Brielle, em entrevista ao The Independent, destacou que seu vídeo é um apelo por uma mudança no funcionamento da sociedade e no modelo de trabalho tradicional. Ela declarou: “Quero poder falar para próxima geração e explicar que uma semana de trabalho de 40 horas mais deslocamento diário não é necessária para a produtividade”. Ela agradeceu pelos comentários positivos dos usuários e expressou a esperança de que as empresas reconsiderem o modelo de trabalho atual.

Com informações de Revista Empregos e Negócios

Médica fala sobre tratamento para doença sem cura de Cleo Pires

Médica fala sobre tratamento para doença sem cura de Cleo Pires

A atriz Cleo Pires, de 42 anos, é uma das celebridades brasileiras que tornou público o diagnóstico da doença de Hashimoto, condição autoimune que atinge a glândula tireoide. Sem cura, a enfermidade pode ser controlada com tratamento adequado e mudanças no estilo de vida — medidas que, segundo especialistas, fazem toda a diferença na qualidade de vida dos pacientes.

Em entrevista à CARAS Brasil, a médica Olívia Grimaldi, especialista em medicina integrativa, destacou a importância de uma abordagem que vá além dos medicamentos tradicionais. “Cuidar da tireoide é cuidar do sistema imune, do cérebro, do coração e da saúde reprodutiva. A abordagem integrativa permite isso: tratar a raiz do problema, e não apenas maquiar os sintomas”, afirmou.

Entre os cuidados recomendados, estão uma alimentação anti-inflamatória, suplementação personalizada, redução de toxinas ambientais, controle do estresse, sono de qualidade e suporte intestinal. De acordo com Grimaldi, o tratamento ideal deve ser conduzido por profissionais com experiência em doenças autoimunes e hormonais, preferencialmente com uma visão funcional e acolhedora.

A médica também reforça a necessidade de um acompanhamento multidisciplinar, envolvendo nutricionistas, psicólogos e profissionais de movimento. “Cada mulher precisa de um plano que respeite sua história, seu ritmo e seu corpo”, pontua.

Ainda pouco compreendida por muitos pacientes, a tireoide exerce papel fundamental no equilíbrio do organismo. “A tireoide não é só um hormônio. Ela é o maestro do metabolismo. Quanto mais falarmos sobre isso, mais mulheres terão acesso a diagnósticos corretos, tratamentos eficazes e uma vida com mais energia e equilíbrio”, diz Grimaldi.

Para ela, informação é ferramenta de transformação. “A informação salva — e neste caso, muda o rumo de muitas histórias”, conclui.

A doença de Hashimoto é mais comum em mulheres e pode causar sintomas como cansaço excessivo, ganho de peso, depressão e queda de cabelo. O diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado são fundamentais para controlar os impactos da doença no dia a dia.

 

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Latino acusa o próprio filho de agressão e extorsão: “Desvio de caráter muito forte”

Latino acusa o próprio filho de agressão e extorsão: “Desvio de caráter muito forte”

O cantor Latino, de 52 anos, fez um desabafo público sobre a difícil relação que enfrenta com um de seus filhos, de 27 anos, cuja identidade ele preferiu manter em sigilo. Em entrevista, o artista revelou que o jovem enfrenta problemas com dependência química e que a convivência entre eles tem sido marcada por episódios traumáticos.

Latino contou que descobriu a paternidade apenas quando o filho já tinha 18 anos. Desde então, tentou oferecer acolhimento e reconstruir o vínculo, mas enfrentou diversas dificuldades. “Ele causou inúmeras situações pesadas. Uma delas foi ter agredido a minha mulher, quando ela estava com as cordas vocais operadas”, relatou o cantor, referindo-se à influenciadora Raffa Rarbbie, sua atual esposa.

Com o tempo, o artista percebeu que os conflitos iam além das mágoas pela ausência paterna. “Entendi que o problema dele não era só a ausência do pai. Ele tinha um problema mais sério: a dependência química”, afirmou.

Diante do comportamento do filho, Latino contou que chegou a expulsá-lo de casa. Segundo ele, o jovem também foi rejeitado pela mãe biológica e acabou vivendo nas ruas por um período. “Percebi um desvio de caráter muito forte. Expulsei ele e o devolvi para a mãe biológica, que também o colocou para fora. Ele foi morar na rua e, mesmo assim, voltei a acolhê-lo. Mas tudo o que ele queria era se drogar e beber”, desabafou.

O cantor também afirmou ser vítima de extorsão por parte do filho. “Ele vivia dizendo que, se quisesse falar mal de mim, as pessoas acreditariam. Passei a vida dando dinheiro para ele. Estou cansado de ser extorquido pelo meu próprio filho”, lamentou.

Latino é pai de nove filhos, frutos de diferentes relacionamentos. Em outras ocasiões, já comentou sobre os desafios da paternidade e a tentativa de manter proximidade com todos os herdeiros.

Idosos são desobrigados de pagar três dívidas com base em lei

Idosos são desobrigados de pagar três dívidas com base em lei

Desde 2021, consumidores com 60 anos ou mais contam com um importante aliado na hora de renegociar dívidas: a Lei do Superendividamento (Lei 14.181/2021). Aprovada como uma atualização do Código de Defesa do Consumidor (CDC), a norma oferece mecanismos de prevenção e tratamento para pessoas físicas que acumulam dívidas e não conseguem mais pagá-las sem comprometer o que a legislação chama de “mínimo existencial” — ou seja, o necessário para manter uma vida digna.

A legislação reconhece a condição de superendividamento quando o consumidor, mesmo agindo de boa-fé, não consegue pagar suas dívidas vencidas ou a vencer sem prejudicar despesas básicas como alimentação, moradia, saúde e transporte.

Como funciona a lei

Para ser beneficiado pela lei, é preciso comprovar que a dívida foi contraída com a intenção de pagamento e destinada a atender necessidades básicas — compras de luxo ou financiamentos de alto valor, por exemplo, não se enquadram.

A lei contempla a renegociação de:

  • Contas de consumo (água, luz, telefone, internet)
  • Boletos e carnês
  • Crediários
  • Empréstimos pessoais
  • Financiamentos de bens de consumo

Por outro lado, não são abrangidas dívidas com garantia real (como penhor ou hipoteca), financiamentos imobiliários, dívidas fiscais e pensão alimentícia.

Com a nova legislação, idosos têm uma chance concreta de reestruturar suas finanças com mais segurança e dignidade. Além disso, o acesso à renegociação de forma mais simplificada pode evitar situações de exclusão social, depressão e agravamento de problemas de saúde provocados pelo endividamento.

Especialistas recomendam que, ao enfrentar dificuldades para pagar contas, o idoso procure os órgãos de defesa do consumidor, como os Procons, ou se informe nos canais oficiais do governo sobre como dar entrada no processo de renegociação com base na lei.

A Lei do Superendividamento é mais que um instrumento legal — é uma ferramenta de cidadania.

Série explosiva com 6 episódios cresce no boca a boca e se torna hit na Netflix

Série explosiva com 6 episódios cresce no boca a boca e se torna hit na Netflix

Estreou silenciosamente no catálogo da Netflix em 15 de maio, mas bastaram alguns dias para Franklin se tornar um dos assuntos mais comentados entre os assinantes. A série libanesa dirigida por Hussein Al Menibawi é um suspense criminal com apenas seis episódios, que se destaca pelo ritmo ágil, personagens bem construídos e uma trama emocionalmente carregada.

No centro da história está um falsificador talentoso e pai solteiro (Mohamad Al Ahmad), que se vê diante de uma escolha impossível quando descobre que sua filha está gravemente doente. Sem recursos para arcar com o tratamento, ele reencontra uma antiga amante (interpretada pela magnética Daniella Rahme) e, juntos, embarcam em um plano ousado: produzir a nota de 100 dólares falsificada perfeita. O que começa como um golpe pela sobrevivência rapidamente se transforma em uma espiral de tensão, segredos e traições.

Com uma estética sombria e uma fotografia que valoriza o contraste entre o luxo e a decadência de Beirute, Franklin entrega muito mais do que um drama policial. É também um retrato das desigualdades, da fragilidade das instituições e das escolhas extremas que nascem do desespero.

O roteiro de Cherine Khoury acerta ao não transformar seus protagonistas em heróis ou vilões: são pessoas quebradas, ambíguas, que fazem o que podem com o pouco que têm. A química entre o casal principal é outro ponto alto — tensa, melancólica, por vezes explosiva.

Com apenas seis episódios de cerca de 45 minutos cada, a série é ideal para uma maratona rápida, mas deixa uma impressão duradoura. A ascensão de Franklin nas paradas da Netflix comprova que o boca a boca ainda é uma força poderosa — principalmente quando a trama envolve golpes, dilemas morais e emoções à flor da pele.

Um acerto certeiro da Netflix no mercado árabe, Franklin mostra que boas histórias não precisam de grandes orçamentos, mas de urgência, humanidade e coragem narrativa.

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