Chuva extrema e ventos de 80 km/h | Alerta: 1º dos 3 ciclones faz temperatura cair a quase 0°C; veja em quais estados

Chuva extrema e ventos de 80 km/h | Alerta: 1º dos 3 ciclones faz temperatura cair a quase 0°C; veja em quais estados

O fim de semana marca o início de uma sequência atípica de eventos no tempo: o primeiro de três ciclones extratropicais se organiza sobre o Atlântico e já começa a mexer com o clima em boa parte do Brasil.

Mesmo nas áreas onde o céu ainda parece “normal”, o cenário em altitude e no oceano está sendo preparado para dias de chuva intensa, vento forte e queda brusca de temperatura.

Esse primeiro ciclone extratropical se forma em alto-mar, mas está conectado a uma frente fria que atravessa o país de oeste para leste.

Essa frente fria ganha força graças a um jato de baixos níveis muito intenso – uma corrente de ventos que carrega grande quantidade de calor e umidade da região amazônica para o sul da América do Sul, deixando a atmosfera “carregada” e pronta para temporais.

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Quando esse corredor de ar quente e úmido encontra uma massa de ar frio muito forte, o contraste de temperatura e umidade dispara a formação de nuvens profundas.

O resultado esperado são tempestades severas, com chuva volumosa em curtos períodos, rajadas de vento intensas e risco de queda de granizo em diferentes pontos do país.

Embora o centro do ciclone permaneça sobre o oceano, os reflexos em terra serão amplos.

A expectativa é de que, a partir desse primeiro sistema, pelo menos outras duas frentes frias associadas aos próximos ciclones avancem até o fim de novembro, mantendo o tempo instável e com sucessivos episódios de chuva forte.

De acordo com a Meteored, entre domingo (16) e segunda-feira (17) a frente fria avança pelo centro-sul do Brasil encontrando ar quente ainda dominante em muitas áreas.

Esse choque faz o ar subir com grande intensidade, gerando nuvens com grande desenvolvimento vertical, presença de gelo em altitude (granizo), alta incidência de raios, pancadas de chuva torrenciais e vento muito forte.

Os estados com maior risco de tempestades e rajadas intensas nesse período são:
Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Em vários desses locais, o solo já está encharcado por episódios anteriores de chuva, o que aumenta a chance de alagamentos, deslizamentos e transtornos no trânsito.

No domingo (16), as rajadas mais violentas se concentram entre o Sul e o Centro-Oeste, com velocidades entre 50 e 80 km/h, especialmente em áreas que recentemente já sofreram com tornados e ventos destrutivos.

Linhas de transmissão, telhados frágeis e estruturas improvisadas ficam mais vulneráveis durante essas passagens.

Na segunda-feira (17), o campo de vento se espalha para o Brasil Central e parte do Sudeste. Em pontos isolados, as rajadas podem atingir entre 80 e 100 km/h.

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Na Grande São Paulo, a previsão indica ventos próximos de 70 km/h, suficientes para derrubar galhos, provocar queda de árvores e causar interrupções no fornecimento de energia em alguns bairros.

Depois da chuva e do vento, entra em cena a massa de ar frio mais intensa. Com a passagem da frente fria, os termômetros devem descer de forma acentuada em boa parte do Centro-Sul do país.

Em várias áreas, as temperaturas mínimas devem ficar abaixo dos 10 °C, e nas regiões de serra do Sul e Sudeste há previsão de marcas próximas de 0 °C.

Esse resfriamento mais forte após a atuação dos três ciclones extratropicais foge do padrão típico de novembro e preocupa especialmente o setor agrícola, devido ao risco de geadas pontuais em áreas mais altas, além de aumentar a sensação de desconforto para quem não estiver preparado para o frio fora de época.

A Meteored ressalta que o cenário ainda pode ser refinado, já que os modelos numéricos de previsão passam por ajustes constantes à medida que novos dados da atmosfera são incorporados, o que pode alterar detalhes de intensidade e localização das áreas mais afetadas.

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Fonte: Tempo.com

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Noite de pânico em SP: explosões, terror e perda de vidas no Tatuapé (vídeo)

Noite de pânico em SP: explosões, terror e perda de vidas no Tatuapé (vídeo)

A zona leste de São Paulo viveu minutos de terror na noite de quinta-feira (14), quando uma violenta explosão tomou conta de um galpão no Tatuapé. O local, segundo informações preliminares, era utilizado para manter fogos de artifício — um material altamente sensível que, quando armazenado de forma irregular, pode transformar qualquer ambiente em uma bomba-relógio.

O Corpo de Bombeiros confirmou que uma pessoa morreu no incêndio, provavelmente o proprietário do galpão, que foi encontrado carbonizado entre os escombros. Outras dez pessoas ficaram feridas, atingidas pelo impacto da explosão ou por estilhaços que se espalharam pela rua.

Tremor, apagão e desespero: relatos da vizinhança

Moradores do entorno relataram que o estrondo foi tão forte que prédios tremeram, janelas vibraram e parte da região ficou sem energia elétrica. Muitos pensaram, inicialmente, que se tratava de um terremoto ou de um acidente aéreo.

“O chão sacudiu e a luz apagou na hora. A gente só ouviu o barulho dos alarmes e pessoas gritando na rua”, contou uma moradora.

A força da explosão atingiu ainda vários veículos estacionados. Uma estrutura metálica desabou sobre um carro e outras partes do galpão foram arremessadas a metros de distância. O cenário tomou ares de destruição imediata: fumaça intensa, destroços espalhados e famílias tentando entender o que havia acontecido.

Investigação: armazenamento clandestino é suspeita central

A Polícia Civil abriu investigação para apurar se o material pirotécnico era mantido de forma clandestina. Armazenar grandes quantidades de fogos de artifício em áreas residenciais não apenas viola normas de segurança como coloca vidas em risco — e foi exatamente isso que pode ter acontecido no Tatuapé.

 

Fogos de artifício: belos no céu, perigosos em terra

Embora tradicionalmente usados em festas e celebrações, os fogos de artifício são classificados como materiais explosivos. Quando armazenados sem ventilação adequada, sem controle de temperatura ou perto de fontes de chama, tornam-se extremamente instáveis. Entre os riscos mais comuns estão:

  • Explosões em cadeia, que podem ser desencadeadas por faíscas mínimas.

  • Incêndios de rápida propagação, devido ao alto poder calorífico dos compostos químicos.

  • Riscos tóxicos, já que a queima libera metais pesados e substâncias irritantes.

  • Impacto estrutural, capaz de derrubar paredes, portas e até causar fissuras em prédios próximos.

Casos como o do Tatuapé servem de alerta para a necessidade de fiscalização rigorosa e campanhas educativas sobre o manuseio e armazenamento de material pirotécnico — especialmente em ambientes urbanos, onde o risco se multiplica.

Rua isolada e trabalho intenso dos bombeiros

A área foi imediatamente isolada para evitar acidentes secundários. Uma rua inteira precisou ser interditada para permitir o avanço das equipes de combate ao fogo, que trabalharam por horas até eliminar completamente as chamas e resfriar a estrutura.

Enquanto isso, moradores foram orientados a permanecer longe do local devido à possibilidade de novas explosões, já que restos de material pirotécnico ainda poderiam estar ativos.

O impacto psicológico de uma explosão: o que explica a psicóloga Josie Conti

Segundo a psicóloga Josie Conti, situações de grande magnitude — como explosões, incêndios repentinos ou eventos que colocam vidas em risco — podem ser interpretadas pelo cérebro como ameaças diretas à sobrevivência, desencadeando respostas traumáticas mesmo em pessoas que não sofreram ferimentos físicos. “Quando alguém vivencia ou presencia um evento extremo, o sistema nervoso entra em estado de alerta máximo. É como se o corpo entendesse que o perigo permanece, mesmo depois de tudo ter acabado”, explica a profissional.

Conti destaca que o trauma pode surgir tanto em quem esteve muito próximo do acontecimento quanto em quem ouviu o estrondo, sentiu o tremor ou viu a destruição logo após o impacto. Para ela, “o cérebro não diferencia muito bem o que foi perigo real do que foi percebido como tal”. Por isso, moradores do Tatuapé podem seguir abalados por dias — ou até semanas — após a explosão.

Sintomas que podem indicar trauma após um evento como esse

A psicóloga ressalta que é importante observar alguns sinais de alerta que podem indicar sofrimento psicológico significativo:

  • Hipervigilância, quando a pessoa permanece em estado constante de alerta, reagindo a qualquer barulho.

  • Insônia ou sono fragmentado, com despertares bruscos ou pesadelos relacionados ao evento.

  • Medo persistente, especialmente de explosões, ruídos altos ou da aproximação ao local do acidente.

  • Irritabilidade e dificuldade de concentração, comuns após situações de estresse intenso.

  • Episódios de revivescência, quando a pessoa sente que está revivendo a explosão ou seus momentos imediatamente posteriores.

  • Evitação, como evitar passar pela rua onde ocorreu o acidente ou conversar sobre o assunto.

Josie Conti reforça que, caso esses sintomas persistam por mais de alguns dias ou causem prejuízos nas atividades cotidianas, é essencial buscar apoio psicológico. “Nesses casos, não se trata de fraqueza emocional, mas de um mecanismo natural do corpo tentando processar algo que foi assustador demais para ser compreendido de imediato”, explica. Ela destaca ainda que, em situações de trauma agudo, intervenções precoces podem reduzir significativamente o risco de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Entre os tratamentos considerados eficazes para reorganizar memórias traumáticas, a psicóloga cita abordagens como o EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing), um método reconhecido internacionalmente por ajudar o cérebro a “reprocessar” lembranças intensas de forma menos dolorosa. Segundo Conti, técnicas como o EMDR podem ser especialmente úteis em eventos com explosões, acidentes ou ameaças súbitas, porque trabalham diretamente na diminuição da carga emocional associada às imagens, sons e sensações do momento traumático. “O objetivo é permitir que a pessoa retome sua rotina sem que o corpo reaja como se o perigo ainda estivesse presente”, conclui.

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Imagem: Reprodução

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[VIDEO] Penélope surge de surpresa e desmonta história da Japinha do CV: “Sabe quem inventou isso?”

[VIDEO] Penélope surge de surpresa e desmonta história da Japinha do CV: “Sabe quem inventou isso?”

Depois de dias sendo tratada como morta e apontada como “Japinha do CV”, Maria Eduarda, conhecida na internet como Penélope, voltou a aparecer nas redes sociais nesta terça-feira (12) para tentar reorganizar a própria história.

Em um vídeo publicado em seu perfil, ela contesta o apelido, diz que a tal “Japinha” nunca existiu e critica a forma como seu nome foi usado pela imprensa.

“Essa tal de Japinha que estão falando aí não sou eu. Essa menina não existe. Japinha não existe. Foi uma coisa que a mídia criou”, afirma logo no início da gravação. Em seguida, ela se apresenta:

“Meu nome é Maria Eduarda, sou conhecida como Penélope. Tenho minha vida, minha história. Tem coisas da minha vida que eu prefiro deixar no passado. E que eu não levo mais pra minha vida hoje em dia”.

O vídeo é uma resposta direta à repercussão que tomou conta de portais e redes sociais durante a megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro.

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Na ocasião, um corpo encontrado com tiro de fuzil no rosto foi rapidamente associado a ela, mesmo sem possibilidade de reconhecimento visual pela foto divulgada.

Em questão de horas, reportagens passaram a tratar o corpo como sendo de Penélope, apelidada de “Japinha do CV”.

Frases como “Sabe quem era a Japinha, linha de frente do CV” apareceram em textos e chamadas de veículos nacionais, como Metrópoles, CNN Brasil e Globo, ajudando a consolidar a narrativa de que ela teria sido morta na ação policial.

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Pouco depois, quando a lista oficial de mortos na operação foi divulgada, veio o choque: não havia nenhuma mulher entre as vítimas.

A partir daí, ganhou força uma segunda versão, igualmente especulativa: de que ela não só estaria viva, como teria ajudado a espalhar o boato da própria morte para fugir do cerco policial.

É esse enredo que ela tenta desmontar agora ao afirmar, em público, que “Japinha do CV” seria um rótulo criado de fora para dentro.

No campo policial, Maria Eduarda já havia sido citada por forças de segurança como envolvida na proteção de rotas de fuga e na defesa de pontos estratégicos de venda de drogas na Penha, na zona norte do Rio.

Fotos em que aparecia armada e usando roupas táticas circularam em investigações anteriores e em perfis de redes sociais, o que ajudou a alimentar o rótulo de “Musa do Crime” entre seguidores e criminosos.

Apesar da fama e da exposição, o nome dela não apareceu em denúncia do Ministério Público que listou 69 integrantes considerados relevantes do Comando Vermelho.

No vídeo desta terça, ela tenta puxar o freio dessa narrativa e reforça o desejo de virar a página:

“Quero que deixem no passado. E é isso. Espero que quem goste de mim continue comigo”, diz, encerrando o depoimento em tom de recado tanto para curiosos quanto para quem a acompanha há mais tempo.

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Fonte: Gossip do Dia

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Governo já proibiu 6 marcas de café ou ‘bebida sabor café’ em 2025; veja quais

Governo já proibiu 6 marcas de café ou ‘bebida sabor café’ em 2025; veja quais

Quem compra café no mercado costuma olhar preço, marca e, no máximo, se é “forte” ou “extra forte”.

Mas 2025 está sendo um ano de alerta: seis marcas de café ou “bebida sabor café” já foram proibidas pela Anvisa, em ações com o Ministério da Agricultura e órgãos estaduais. Em alguns casos, o problema foi sujeira pesada; em outros, promessa milagrosa e empresa sem licença.

A decisão mais recente saiu no Diário Oficial da União em 3 de novembro e atingiu todos os produtos da marca Vibe Coffee, do Espírito Santo. Antes dela, outras marcas já tinham sido enquadradas por motivos diversos – desde uso de matéria-prima de baixíssima qualidade até presença de toxina e falsificação de selo de pureza.

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Quais marcas foram proibidas em 2025

Até agora, as proibições atingiram:

  1. Melissa (“pó para preparo de bebida sabor café”) – junho/2025
  2. Pingo Preto (“pó para preparo de bebida sabor café”) – junho/2025
  3. Oficial do Brasil (“bebida sabor café”) – junho/2025
  4. Café Câmara – setembro/2025
  5. Fellow Criativo, da Cafellow (“pó para preparo de café”) – outubro/2025
  6. Vibe Coffee (todos os cafés da marca) – novembro/2025

Alguns desses produtos ficaram conhecidos como “cafés fake”, porque usavam misturas e resíduos no lugar do grão de café de verdade.

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Melissa, Pingo Preto e Oficial: toxina e “lixo da lavoura”

No caso de Melissa, Pingo Preto e Oficial, a Anvisa derrubou os produtos em junho. Motivos principais:

  • presença de ocratoxina A (OTA), toxina considerada imprópria para consumo humano;
  • rótulos que falavam em “polpa de café” e “café torrado e moído”, mas a análise encontrou grãos crus e resíduos de baixa qualidade.

Antes mesmo da ação da Anvisa, o Ministério da Agricultura já tinha desclassificado essas marcas como impróprias. Em comunicado, o próprio ministério chegou a dizer que o produto era feito com “lixo da lavoura”, expressão usada para se referir a sobras que não deveriam ir parar na xícara de ninguém.

Café Câmara: fragmentos parecidos com vidro e selo falsificado

O Café Câmara entrou na mira em setembro. A Anvisa listou dois problemas sérios:

  • no lote 160229, laudos apontaram “fragmentos de corpo estranho semelhantes a vidro”;
  • o rótulo informava fabricação por duas empresas em situação irregular: Sacipan S/A e Lam Fonseca Produtos Alimentos Ltda.

A Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café) também entrou no caso e avisou que o selo de pureza exibido na embalagem era falsificado. Ou seja, além de problema sanitário, havia problema de informação enganosa.

Fellow Criativo (Cafellow): cogumelo, alegação de saúde e rótulo confuso

O Fellow Criativo, da Cafellow, foi proibido em outubro. A Anvisa elencou três pontos:

  • o produto continha extrato de cogumelo Agaricus bisporus, ingrediente que não teve segurança avaliada para uso em alimentos pela agência;
  • a embalagem e a propaganda diziam que ajudava no “controle de insulina” e “diminui o colesterol”, alegações de saúde não aprovadas;
  • o rótulo indicava “pó para preparo de café”, com informações que confundiam o consumidor e faziam parecer que se tratava de café comum.

Na prática, era um produto misto, vendido como se fosse café com benefícios funcionais, sem autorização para isso.

Vibe Coffee: empresa sem licença e falhas de fabricação

Já a decisão contra a Vibe Coffee teve outro foco: estrutura e regularização da empresa.

Segundo a Anvisa, a proibição de todos os produtos da marca se deu por:

  • ausência de licença sanitária;
  • ausência de regularização dos produtos (nem comunicado de início de fabricação havia);
  • falhas graves de boas práticas, como falta de rastreabilidade, falta de procedimentos operacionais padrão e higienização inadequada;
  • irregularidades apontadas em inspeção da Vigilância Sanitária do Espírito Santo.

Ou seja, o problema não foi só no pó, mas em todo o processo: fábrica, documentação e controle.

O que as empresas disseram

Depois das proibições, as empresas foram procuradas pelo g1:

Cafellow (Fellow Criativo) disse que suspendeu comercialização, distribuição e propaganda do produto e que está tomando “providências administrativas e técnicas” para regularizá-lo na Anvisa, com a intenção de voltar a vender. Afirmou também ter “total confiança” na qualidade.

Vibe Coffee declarou que não tem auto de infração ou processo na Anvisa e que foi a própria empresa quem pediu inspeção à vigilância estadual para obter orientação e conseguir o alvará sanitário. Após a identificação de “irregularidades estruturais” e falta de alguns POPs (procedimentos operacionais padrão), disse ter paralisado as atividades para fazer obras e adequações.

Duas Marias (responsável pelo Melissa) afirmou, em maio, que o produto não é vendido nem rotulado como “café torrado e moído” e que se trata de uma “formulação alternativa legalmente permitida”, que não usa exclusivamente grãos de café.

Pingo Preto e Oficial não responderam aos questionamentos. A marca Câmara não foi localizada.

Afinal, o que a lei chama de “café”?

No meio de tanta confusão, vale lembrar o básico: para ser café, o produto precisa ser feito de grão de café.

A legislação brasileira permite até 1% de impurezas naturais (galhos, folhas, cascas) e matérias estranhas em pequena quantidade (como pedrinhas, areia e grãos de outras ervas que aparecem na colheita).

Esse limite existe porque, na prática, nenhum lote vem 100% limpo da lavoura.

Mas a mesma lei proíbe totalmente a presença de:

  • grãos ou sementes de outros gêneros (milho, trigo, cevada etc.);
  • corantes e açúcar;
  • caramelo;
  • borra de café reaproveitada (de café solúvel ou de infusão já usada).

Ou seja: se tem mistura estranha, adoçante “escondido”, sobra de infusão ou truque pra enganar aparência e sabor, não é café, é fraude – e aí a chance de acabar na lista da Anvisa cresce bastante.

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Fonte: Anvisa

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“É a Elize Matsunaga no volante?” Vídeo explode na web e defesa rompe o silêncio sobre o caso

“É a Elize Matsunaga no volante?” Vídeo explode na web e defesa rompe o silêncio sobre o caso

Bastou um vídeo de poucos segundos para o nome de Elize Matsunaga voltar a rodar forte nas redes sociais. Na gravação, um influenciador diz ter sido buscado por ela em uma corrida de aplicativo — o suficiente para subir o assunto para a lista de mais comentados e reacender a curiosidade em torno da ex-detenta.

O vídeo foi postado no TikTok por Ryan Barsanulfo, de 17 anos. Nas imagens, ele aparece no banco de trás do carro, gravando a própria reação ao supostamente reconhecer Elize ao volante. Na legenda, a frase que incendiou os comentários:

“Você pede um Uber e quem vem te buscar é a Elize Matsunaga.”

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O conteúdo passou de 2,5 milhões de visualizações em menos de 24 horas e já soma centenas de milhares de curtidas.

Quando o caso começou a ser verificado, a história ganhou outras camadas. Ao Estadão Verifica, Ryan admitiu que a corrida não foi feita pela Uber e que não tem certeza de que a motorista fosse realmente Elize.

Segundo ele, o vídeo foi gravado no fim de outubro, em Franca (SP), e só foi publicado em 5 de novembro, depois que ele assistiu à série “Tremembé”, do Prime Video, que voltou a colocar a criminosa em evidência.

A defesa de Elize também se manifestou. O advogado Luciano Santoro confirmou que, após conseguir liberdade condicional, ela chegou a trabalhar como motorista de aplicativo em 2023, mas não na Uber.

O cadastro foi feito na plataforma Taxi Maxim e durou menos de uma semana. A repercussão na imprensa foi tão grande que ela desistiu da atividade. A própria empresa informou que o perfil foi encerrado no mesmo ano, sem novos registros de corrida desde então.

A Uber, por sua vez, foi taxativa: Elize Matsunaga nunca integrou a base de motoristas da empresa. A plataforma ainda reforçou que o cadastro passa por checagem de antecedentes criminais, o que barraria alguém com condenação como a dela.

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Santoro também negou que a mulher que aparece no vídeo seja sua cliente. Segundo o advogado, Elize hoje leva uma rotina discreta, trabalha com costura e tenta se manter longe de exposição pública — justamente o contrário do turbilhão que o vídeo provocou ao ser associado ao nome dela nas redes.

Condenada em 2012 pelo assassinato e esquartejamento do marido, Marcos Kitano Matsunaga, o crime cometido em 2012 voltou a ganhar força no debate público com a estreia de “Tremembé”, série que mostra o dia a dia de alguns dos presos mais conhecidos do país.

O vídeo do TikTok surfou nessa onda e misturou curiosidade, desinformação e velho interesse em tudo que envolve o caso.

Assista ao vídeo aqui.

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Fonte: Wikimedia (Commons)

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Moradores filmam tornado no Paraná segundos antes da destruição — imagens são de arrepiar

Moradores filmam tornado no Paraná segundos antes da destruição — imagens são de arrepiar

As cenas que circularam na rede social X (antigo Twitter) na sexta-feira (7) são de tirar o fôlego: em poucos segundos, o céu escurece, o vento ganha corpo e um tornado engole parte de Rio Bonito do Iguaçu, no Oeste do Paraná.

Em um dos vídeos mais fortes, o telhado de uma oficina é arrancado como papel, enquanto quem filma só consegue reagir com gritos e palavrões.

De acordo com a Defesa Civil, o fenômeno deixou 6 mortos, mais de 400 feridos e ao menos duas pessoas desaparecidas.

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As equipes ainda atualizam os números conforme as buscas avançam e novos registros de atendimento chegam dos hospitais da região. A destruição atinge ruas inteiras, com casas no chão, carros virados e postes quebrados.

O governo do Paraná montou uma força-tarefa com bombeiros, Defesa Civil, assistência social e equipes técnicas para atender desalojados, mapear os danos e começar a reconstrução básica da cidade.

O governador Ratinho Junior (PSD) informou que o tornado foi classificado como nível 3 na escala Fujita, com ventos acima de 250 km/h, intensidade suficiente para derrubar estruturas de alvenaria e retorcer veículos.

O governo federal também acionou ajuda humanitária, com envio de mantimentos, lonas, colchões e apoio técnico. Vídeo aqui.

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Segundo o Simepar (Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná), o tornado se formou a partir de uma supercélula, tipo de tempestade altamente organizada que pode durar várias horas e percorrer longos trajetos.

Esse padrão de nuvem é justamente o que costuma estar ligado aos tornados mais fortes, com grande capacidade de destruição em áreas urbanas e rurais.

Em Rio Bonito do Iguaçu, a estimativa inicial aponta que cerca de 90% da área urbana foi atingida, com colapso da rede elétrica, destelhamento em massa, postes arrancados, árvores no chão e veículos esmagados por escombros.

Imagens aéreas mostram quarteirões inteiros descaracterizados, com casas reduzidas praticamente aos alicerces.

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A empresa Climatempo reforçou que o sistema atmosférico responsável pelo tornado está associado a uma frente fria que atua sobre o Sul do país e ainda pode provocar rajadas de vento acima de 100 km/h em outros pontos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de áreas do Sudeste, incluindo São Paulo.

A previsão indica que o sistema deve se deslocar em direção ao oceano até domingo (9), ainda influenciando o tempo no litoral do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Mesmo com a perda de força típica sobre o mar, os meteorologistas alertam para chuva intensa, ventos fortes e mar agitado em toda a faixa costeira ligada a essa frente fria.

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Fonte: Conexão Geoclima

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Diga-me que sapato usas e eu te direi quem és: o que seus calçados revelam sobre sua personalidade

Diga-me que sapato usas e eu te direi quem és: o que seus calçados revelam sobre sua personalidade

Psicólogos podem até dizer que a roupa não faz o monge, mas a ciência tem suas ressalvas. Um estudo revelou que 90% da personalidade de uma pessoa pode ser inferida apenas observando seus sapatos. Sim, aqueles pares de salto, tênis ou coturnos que você escolhe todas as manhãs podem estar dizendo muito mais sobre você do que imagina.

1. Salto alto: poder, elegância e autoconfiança

Quem ama saltos costuma ser decidido, determinado e confiante.
Essas pessoas valorizam a aparência e o impacto visual, mas também buscam controle e segurança emocional.
Psicologicamente, o salto alto é um símbolo de autoridade e autoafirmação, embora esconda, às vezes, um toque de vulnerabilidade.


2. Tênis esportivos: energia, liberdade e praticidade

Pessoas que preferem tênis tendem a ser ativas, sociáveis e otimistas.
Elas valorizam o conforto e têm uma abordagem mais leve diante da vida.
De acordo com pesquisas, quem usa tênis com frequência demonstra menor nível de estresse e maior capacidade de adaptação a mudanças.


3. Coturnos: autenticidade e força interior

O coturno representa resiliência e independência.
Quem o escolhe costuma ter uma personalidade forte, autêntica e até um pouco rebelde.
Essas pessoas enfrentam os desafios com coragem e têm um senso de identidade muito definido, mesmo quando o mundo tenta moldá-las.


4. Sapatilhas e mocassins: estabilidade e equilíbrio emocional

Quem usa sapatilhas ou mocassins tende a ser organizado, sensato e confiável.
Esses calçados revelam uma busca por harmonia e por ambientes seguros.
Psicologicamente, representam o desejo por estabilidade, tranquilidade e coerência entre o que se pensa e o que se faz.


5. Chinelos e sandálias: desapego e espírito livre

Os amantes de chinelos e sandálias são relaxados, criativos e desapegados de formalidades.
São pessoas que priorizam o bem-estar e a liberdade, mas podem ser vistas como desligadas ou pouco comprometidas.
Ainda assim, carregam uma sabedoria simples: viver leve é o maior luxo.


6. Botas elegantes: confiança e magnetismo

As botas — especialmente as de cano alto — são o símbolo da força e da sensualidade controlada.
Quem as usa tende a ser intenso, seguro e estrategista.
Na psicologia simbólica, a bota representa autoproteção com charme, indicando alguém que sabe o próprio valor e não teme ocupar espaço.

Seu esmalte em gel pode conter produtos proibidos pela Anvisa — aprenda a identificar agora!

Seu esmalte em gel pode conter produtos proibidos pela Anvisa — aprenda a identificar agora!

Desde a decisão recente da Anvisa, quem usa esmalte em gel precisa reforçar a leitura de rótulos. A agência baniu o TPO e o DMPT em produtos de higiene, perfumes e cosméticos — com foco especial nos esmaltes em gel — após avaliar estudos em animais que apontaram possíveis riscos na exposição prolongada.

A medida é preventiva e fixa prazos para a retirada do mercado.

Para conferir seu produto, comece pelo rótulo (ingredientes/“ingredients”, “composição”, “INCI”). Busque nomes alternativos: TPO e DMPT podem aparecer com outras denominações técnicas.

Se o rótulo estiver apenas em inglês, compare com as variações abaixo. Em caso de dúvida, contate o SAC do fabricante informando marca, linha e lote e pergunte objetivamente se há TPO (CAS 75980-60-8) ou DMPT/DTMA (CAS 99-97-8).

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TPO – CAS 75980-60-8 (variações possíveis no rótulo):

  • Diphenyl (2,4,6-trimethylbenzoyl) phosphine oxide
  • Trimethylbenzoyl diphenylphosphine oxide
  • Óxido de difenil (2,4,6-trimetilbenzol) fosfina
  • Phosphine oxide, diphenyl(2,4,6-trimethylbenzoyl)
  • 2,4,6-Trimethylbenzoyldiphenylphosphine oxide
  • (Diphenylphosphoryl)(2,4,6-trimethylphenyl)methanone
  • (Diphenylphosphoryl)(mesityl)methanone

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DMPT/DTMA – CAS 99-97-8 (variações possíveis no rótulo):

  • N,N-dimethyl-p-toluidine
  • Dimethyltolylamine
  • Dimetil-4-toluidina
  • N,N-dimetil-p-toluidina
  • 4-methyl-N,N-dimethylaniline
  • 4-Dimethylaminotoluene

Passo a passo rápido para o consumidor e para salões

  1. Leia a lista completa de ingredientes; não confie em resumos comerciais.
  2. Procure por “phosphine oxide”, “trimethylbenzoyl”, “toluidine/tolylamine” e as siglas TPO/DMPT/DTMA.
  3. Se o texto for minúsculo, use câmera do celular para ampliar e fazer busca por palavra.
  4. Guarde nota fiscal e anote lote/validade: isso facilita troca, devolução e eventual recolhimento.
  5. Em serviços profissionais, pergunte ao salão a ficha técnica do produto e exija marca e lote do esmalte aplicado.

Prazos definidos pela Anvisa

  • Imediato: proibidos fabricação, importação e novos registros/notificações de produtos com TPO ou DMPT.
  • Comércio (até 90 dias): lojas, distribuidores e salões têm 90 dias para parar de vender e deixar de utilizar estoques existentes.
  • Após 90 dias: registros/notificações são cancelados e as empresas devem recolher tudo que ainda estiver no mercado.

Se encontrar alguma dessas denominações no rótulo, não compre e não utilize; acione o SAC da marca e o canal de denúncias da Anvisa, informando fotos do rótulo e dados do lote.

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Vai esfriar de novo? Três ciclones extratropicais devem atingir o país e mudar o tempo neste mês!

Vai esfriar de novo? Três ciclones extratropicais devem atingir o país e mudar o tempo neste mês!

Novembro, que costuma acelerar o aquecimento da primavera, está sendo empurrado para baixo por sucessivas frentes frias.

Meteorologistas apontam que três ciclones extratropicais devem se formar no Atlântico Sul até o fim do mês, reforçando a entrada de ar mais frio, aumentando a instabilidade e adiando ondas de calor no Sul e no Sudeste.

A projeção inicial indica dois sistemas entre os dias 16 e 19, capazes de organizar frentes frias com impactos distintos: o primeiro alcançando São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais; o segundo, com efeitos mais diretos sobre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

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Não se espera repetição do episódio extremo recente no Paraná, mas o histórico de danos e vítimas no estado mantém o alerta elevado para rajadas de vento, tempestades isoladas e transtornos pontuais.

Segundo Francisco Aquino (UFRGS), novembro vem acumulando mais passagens de frentes frias que o habitual, o que ajuda a segurar as temperaturas no Sul e no Sudeste.

Nas demais regiões — Norte, Nordeste e Centro-Oeste — o padrão segue mais próximo do típico: calor, umidade alta e temporais de fim de tarde em áreas específicas.

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A configuração atmosférica da estação de transição favorece episódios severos. José Antonio Marengo Orsini (Cemaden) lembra que linhas de instabilidade — corredores de tempestades que avançam rápido — costumam surgir nesse período, e é daí que tornados podem aparecer. Eles existem no país, sobretudo no Sul e no Sudeste, mas a previsão é complexa e de curtíssimo prazo.

Ciclones x tornados: como reforça Marcelo Seluchi (Cemaden), ciclones são sistemas amplos, vinculados às frentes frias, e aparecem com relativa frequência; por isso, são mais previsíveis.

Tornados são fenômenos muito localizados e de curta duração, difíceis de antecipar com antecedência operacional. Para os próximos dias, não há indicação de tornados, mas a incerteza inerente permanece.

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O termômetro deve seguir comportado até cerca do dia 20, com janelas de frio passageiro e retorno de períodos mais quentes na sequência. Mesmo assim, a leitura de Seluchi é que novembro pode manter eventos fora do padrão, sem sinal de onda de calor duradoura no intervalo entre 11 e 24.

A conta de ciclones acima da média ajuda a explicar a sensação de resfriamento em um contexto de aquecimento global.

Aquino observa que as primaveras recentes têm sido mais quentes, mas a maior atividade de frentes frias neste mês está produzindo temperaturas amenas, o que causa estranhamento em quem esperava calor contínuo.

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Na prática, o recado é simples: o Sul e o Sudeste devem lidar com mais entradas de ar frio, rajadas e pancadas fortes associadas às frentes; Norte, Nordeste e Centro-Oeste seguem com calor e chuva típica convectiva, com alívios pontuais.

Em dias de avanço frontal, valem cuidados clássicos: acompanhar alertas oficiais, evitar áreas alagáveis, redobrar atenção em rodovias e proteger estruturas suscetíveis a vento.

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Aviso urgente: Brasil enfrenta até 300 mm de chuva antes do feriado — descubra se sua região está na lista!

Aviso urgente: Brasil enfrenta até 300 mm de chuva antes do feriado — descubra se sua região está na lista!

Com o feriado de 15 de novembro à vista, a semana começou com cenário de atenção redobrada para chuva forte em áreas do país.

O boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o período de 10 a 14 de novembro antecipa volumes muito elevados em pontos do Norte e do Nordeste, além de um retorno das precipitações mais intensas ao Sul a partir de quarta (13).

Região Norte

No Norte, a instabilidade se concentra especialmente no oeste do Amazonas e nas faixas de fronteira com Rondônia, Pará e Mato Grosso.

O Inmet projeta acumulados que podem superar 150 mm e, localmente, chegar a 200 mm ao longo da semana — um patamar capaz de gerar alagamentos e transtornos em áreas urbanas.

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Região Nordeste

No Nordeste, a maior preocupação é a Bahia, com chuva recorrente entre 10 e 13 de novembro no Recôncavo e na Região Metropolitana de Salvador.

O leste metropolitano pode somar 200 a 300 mm em cinco dias, enquanto picos diários de até 50 mm são esperados em trechos entre o sul e o leste do estado.

Autoridades locais já acionaram alertas para mais de 140 municípios sob risco de chuva intensa.

Região Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o Mato Grosso do Sul deve concentrar chuvas volumosas entre quinta (13) e sexta (14), com totais previstos de 100 a 200 mm.

No Mato Grosso, a precipitação tende a ser mais bem distribuída ao longo da semana, com núcleos de chuva forte; no Distrito Federal, o padrão é de pancadas rápidas e isoladas, com 20 a 30 mm em cinco dias.

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Região Sudeste

No Sudeste, a segunda-feira (10) e a madrugada de terça (11) foram marcadas por chuva pontual no sul de São Paulo e no noroeste de Minas.

Depois disso, o tempo tende a ficar mais firme na maior parte da região, com retorno da chuva na sexta (14) em SP, quando a entrada de um novo sistema pode render 20 a 50 mm.

Região Sul

No Sul, não havia previsão de chuva até terça (11); o retorno ocorre a partir de quarta (13), com um sistema transiente vindo do interior da América do Sul.

Os maiores acumulados se concentram no oeste do Paraná e de Santa Catarina, com possibilidade de ultrapassar 100 mm no dia 13, data de maior concentração das precipitações na região.

Projeções independentes também apontam que o Paraná tende a liderar os volumes no período.

Para quem vai pegar estrada ou enfrentar deslocamentos antes do feriado, a orientação é objetiva: acompanhar os avisos do Inmet, reduzir velocidade em áreas sob alerta e observar riscos de alagamentos e rajadas de vento — sobretudo nos setores citados para Bahia, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Fonte: ND+

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Você sabe o que essa placa de trânsito quer dizer? A maioria dos motoristas erra feio!

Você sabe o que essa placa de trânsito quer dizer? A maioria dos motoristas erra feio!

Você vê o triângulo branco com um ponto preto no centro, estranha e segue adiante. Muita gente faz o mesmo — e perde um alerta vital: aquele símbolo aponta um trecho com histórico elevado de acidentes, onde a atenção precisa subir imediatamente.

A sinalização é conhecida internacionalmente como “Accident Black Spot” (“ponto negro de acidentes”). A mensagem é direta: ali ocorreram muitas colisões, inclusive fatais, e o risco permanece acima da média.

Ao encontrar essa placa, a recomendação é reduzir a velocidade, ampliar a distância do veículo à frente e evitar manobras bruscas.

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Brasil e outros países do mundo

No Brasil, esse exato modelo não é adotado. Países como Reino Unido (Escócia e Inglaterra) e Irlanda utilizam a placa triangular com o ponto central, enquanto por aqui a função é cumprida pelas Placas de Advertência, que alertam para trechos perigosos, curvas acentuadas, pista escorregadia, travessias e outras condições críticas.

O objetivo é o mesmo: antecipar situações de risco para que o condutor ajuste sua condução.

A ideia do “ponto negro” surgiu no Reino Unido, em 1955, dentro de campanhas nacionais de segurança viária. Desde então, versões ou critérios semelhantes foram incorporados por diferentes administrações rodoviárias, especialmente na Europa e em partes da Ásia.

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Embora o desenho varie, o princípio permanece: destacar locais críticos com base em estatísticas oficiais.

Esses trechos costumam receber ações adicionais — reforço de sinalização horizontal e vertical, novas barreiras de contenção, iluminação, faixas de alerta e fiscalização intensiva.

Em programas europeus, o pacote inclui monitoramento contínuo e ajustes de engenharia para reduzir a gravidade e a frequência dos sinistros.

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Mesmo sem a placa “triângulo com ponto” nas rodovias brasileiras, entender o conceito ajuda a dirigir melhor: toda indicação de área crítica pede condução defensiva, menos velocidade e mais leitura de contexto.

Em locais marcados por alto índice de acidentes, pequenas decisões — levantar o pé, manter a linha, adiar a ultrapassagem — fazem diferença real.

Fonte: Science Direct

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Cientistas criam pílula que pode fazer seu cachorro viver muitos anos a mais — e já está quase aprovado!

Cientistas criam pílula que pode fazer seu cachorro viver muitos anos a mais — e já está quase aprovado!

A ideia de ampliar os anos saudáveis de um cão saiu do terreno teórico e entrou no rito regulatório.

A biotech norte-americana Loyal informou que sua pílula diária para cães idosos, a LOY-002, já passou por uma etapa decisiva no FDA: recebeu a aceitação formal de “expectativa razoável de eficácia” (RXE), sinal de que os dados apresentados sustentam o objetivo do fármaco — melhorar a saúde metabólica de cães seniores e, com isso, ampliar o tempo de vida saudável.

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Para cães que estão rumo à meia idade

Segundo a empresa, a LOY-002 é indicada para cães a partir de 10 anos e foi desenhada para atuar em disfunções metabólicas comuns na velhice, um dos alvos mais consistentes quando se fala em envelhecimento canino.

O programa clínico inclui o estudo STAY, com acompanhamento de grande escala em animais de companhia, etapa que embasa o pedido de aprovação.

O status RXE não é o ponto final: ele abre caminho para o pedido de aprovação condicional — via regulatória do FDA que permite o início da comercialização enquanto o estudo pivotal de confirmação continua, desde que segurança e fabricação estejam adequadamente demonstradas.

A própria Loyal afirma trabalhar para colocar um produto de longevidade nas mãos de tutores e veterinários “no próximo ano”, mas admite que os prazos dependem da agência; coberturas de imprensa e guias para tutores projetam janela entre final de 2025 e 2026.

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Longevidade canina

Em paralelo ao LOY-002, a empresa conduz outros programas (LOY-001 e LOY-003) e foi a primeira a obter do FDA uma aceitação RXE em longevidade canina — marco histórico que abriu referência regulatória para esse tipo de indicação.

Essa trilha começou em 2023, quando o órgão endossou o pacote de eficácia preliminar do LOY-001 para cães de grande porte.

Em termos práticos para o tutor: a pílula é prescrição veterinária, de uso diário, e mira cães seniores, com objetivo de aumentar anos saudáveis, não “rejuvenescer” o animal.

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A discussão pública traz expectativas de ganho de pelo menos um ano de vida saudável, sempre condicionadas a aprovação regulatória e resultados finais de segurança e eficácia.

Resumindo o cenário de calendário: com RXE já obtido para a LOY-002, a meta é pleitear a aprovação condicional e iniciar vendas no fim de 2025, caso o FDA dê sinal verde; projeções conservadoras falam em 2026.

Até lá, os estudos seguem ativos e as orientações oficiais virão da agência reguladora e dos comunicados técnicos da empresa.

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Fonte: GoodRX & Huffington Post

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“Não vou assistir”: mãe de Isabella Nardoni reage à série Tremembé e faz alerta ao público

“Não vou assistir”: mãe de Isabella Nardoni reage à série Tremembé e faz alerta ao público

Ao responder seguidores nos stories, Ana Carolina Oliveira, 41, decidiu explicar por que não verá a série “Tremembé”. Ela diz que a obra toca diretamente em sua história e que preservar a saúde mental é prioridade.

“Não vou assistir a série, optei por isso. É algo que conta a minha história, mas uma coisa sou eu falar sobre a minha filha, sobre minha história e o que vivi. Outra coisa é como se eu vivenciasse a cena do crime. Tem uma grande distância e um cuidado que eu quero ter com a minha saúde mental”, afirmou.

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Figuras públicas?

Vereadora em São Paulo, Ana Carolina também criticou o formato que costuma projetar condenados como se fossem figuras públicas, desviando o foco do que, para ela, deveria ser central: a gravidade dos crimes e o respeito às vítimas e às famílias.

“O que me preocupa nessas questões é trazer criminosos para os holofotes e tratar como se eles fossem celebridades e não com a seriedade de cada caso. Nós que ficamos somos vítimas secundárias e isso faz parte da nossa vida e a gente tem que ser respeitado, a gente tem que ser cuidado.”

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Ela lembrou que a série não aborda apenas o caso de Isabella e defendeu rigor nas leis e no modo como esses casos são revisitados.

“A gente sabe que as leis do nosso país ainda são muito brandas e elas precisam ser endurecidas em relação a isso. Ver muitos desses criminosos, eu acredito que até a maioria hoje já soltos, é o que me tem a formalidade e é isso que eu realmente não quero.”

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O recado final foi dirigido à audiência, pedindo cuidado para não transformar criminosos em celebridades.

“Para que eles [criminosos] não se tornem pessoas públicas e até virem aí os seus extremos de terem, como a gente já viu, pessoas idolatrando.”

“Essa é a minha única preocupação e é por isso que eu realmente vim aqui, tenho a responsabilidade de falar com vocês e eu espero que vocês também tenham essa responsabilidade ao assistirem essa série.”

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Relembre o caso

Isabella Nardoni foi assassinada em 29 de março de 2008.

Segundo a Justiça, a menina foi agredida pela madrasta, Anna Carolina Jatobá, esganada e asfixiada; o pai, Alexandre Nardoni, cortou a rede de proteção e a arremessou do sexto andar do prédio na zona norte de São Paulo.

Jatobá progrediu para o regime aberto. Alexandre também cumpre regime aberto e, em dezembro de 2024, recebeu autorização para passar as festas de fim de ano em um condomínio no Guarujá.

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