17 perguntas para nunca mais ter um encontro chato

17 perguntas para nunca mais ter um encontro chato

Ansiedade, desconhecimento sobre os gostos do outro e medo de  não ser aceito (a) são apenas algumas das dificuldades que uma pessoa passa em um primeiro encontro. A boca pode secar, as ideias fogem e aí, um momento especial pode ser tornar um ritual de tortura.

Abaixo transcrevo uma lista da blogueira  Kendra Wright. Se uma dica for útil, já valeu a matéria! E, preste atenção, a lista traz apenas dicas de assuntos para impulsionar e descontrair o encontro, cuidado para não submeter seu par a um interrogatório! 😉

A LISTA

  • Peça para pessoa falar duas “verdades” e uma mentira. Em seguida, tente adivinhar qual é a mentira.
  • Se você tivesse que escolher apenas uma coisa que realmente alegra o seu dia, o que seria?
  • Fale sobre uma visão equivocada que os outros costumam  ter a seu respeito.
  • Qual é a lição de vida mais valiosa que você aprendeu depois de um erro?
  • Fale sobre uma realização de que você realmente sente orgulhoso (a)?
  • Fale sobre um dia que você gostaria de reviver? 
  • O que devo saber sobre você que eu nunca pensaria em te perguntar?
  • Qual a coisa que mais tem te animado em sua vida atualmente?
  • Descreva uma extravagância que você cultiva.
  • Quando foi a última vez que você fez algo corajoso por si mesmo (a)?
  • Qual é a coisa mais estúpida que você já fez por amor?
  • O que é algo que, para você, instantaneamente faz alguém menos atraente?
  • Você se descreve como  mais otimista, pessimista, ou realista?
  • Qual foi o melhor conselho que você já recebeu?
  • Qual foi a última coisa que você aprendeu que teve um grande impacto sobre você?
  • Qual foi o último erro que você fez que você tem certeza que você provavelmente fará de novo?
  • Quando foi a última vez a vida te deixou sem fôlego?

Traduzido e adaptado por Josie Conti

Do original: 45 Questions To Guarantee You’ll Never Have A Boring Date Again 

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Dez verdades eternas que aprendi com “O Pequeno Príncipe”

Dez verdades eternas que aprendi com “O Pequeno Príncipe”

Por Nara Rúbia Ribeiro

Quando menina, eu não tinha muitos livros. Na verdade, até os seis anos de idade não tinha nenhum. Foi aí que alguém presenteou a nossa família um exemplar de: O Pequeno Príncipe.

Assim se deu a minha estreia no mundo sem precedentes da literatura, e do principezinho… Passava horas olhando as letras e namorando as aquarelas do Saint-Exupéry. Minha mãe leu a história para mim e para o meu irmão por diversas vezes. Até que um dia ela emprestou o livro e nunca mais o vimos.

Então, não foi por acaso que, logo que comecei a trabalhar tratei de comprar outro exemplar. Ainda era adolescente quando sublinhei as frases que mais me marcaram e foram inúmeras as anotações no rodapé e nas laterais.

Eu cresci. Envelheci. Mas como tenho alma de poeta, ouso asseverar que a única sabedoria verdadeira é aquela com as cores da infância. O elevado só pode ser visto no simples, no puro, na singeleza daquele que olha o mundo com olhos desprovidos de blindagens e arestas.

Nesse exercício de regressar infâncias, eis as verdades que aprendi:

1 – “Os baobás, antes de crescer, são pequenos.”
Nunca deixar para amanhã a minha faxina interior.

2 – “É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas.”
Preciso ter paciência com as minhas próprias limitações até as minhas asas ficarem prontas.

3 – “É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar – replicou o rei. A autoridade baseia-se na razão.”
É desumano exigir do outro a entrega de algo que não lhe pertence. Não posso administrar a posse do outro, muito menos poderia administrar as suas lacunas. Assim, que eu cuide, então, das minha carências!

4 – “Tu julgarás a ti mesmo – respondeu-lhe o rei. – É o mais difícil. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio.”
Pensar na vida alheia, nas qualidades alheias é uma distração medíocre. Mais vale o autoconhecimento do que ter decorado a biografia de centenas de outros.

5 – “As estrelas são todas iluminadas… Será que elas brilham para que cada um possa um dia encontrar a sua?”
O universo colabora, dando-nos a luz de indizíveis estrelas. Resta-nos treinar a própria visão para que as saibamos enxergar.

6 – “Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás, para mim, único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.”
As pessoas se permitem cativar por vontade. Talvez inconscientemente, mas por vontade própria. Quando existe um laço assim, de encantamento construído, nenhum silêncio e nenhuma distância lhe pode vencer.

7 – “A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma.”
O homem, na pressa cotidiana, habituou-se à superfície das coisas, dos relacionamentos. Habituou-se à superfície de si. Por isso estamos tão distantes da verdadeira saúde mental. É essa pressa que faz adoecer os homens.

8 – “O essencial é invisível aos olhos.”

Tudo o que vemos é provisório, parcial. Distorcida é a realidade que nos cerca. Aquilo que de fato é ressoa no abstrato, tem vigas invisíveis na alma e não cabe na palma de nenhuma mão.

9 – “Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.”
A importância do outro não reside no outro. Reside em nossa aptidão interior de dispensar a ele o melhor de nós mesmos. É o nosso coração que faz com que o outro se torne tão especial.

10 – “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”
Talvez a frase mais famosa do livro. É uma assertiva que dispensa explicação. Toda e qualquer fala seria inútil. Se quiseres compreender, exercita-te. Cativa! E cativa-te primeiro a ti. Só assim dimensionarás a responsabilidade de tudo aquilo que é eterno.

20 conselhos que deveriam ser vendidos (se é dado ninguém valoriza mesmo)

20 conselhos que deveriam ser vendidos (se é dado ninguém valoriza mesmo)

Quem é que nunca ouviu aquela frase “Se conselho fosse bom, ninguém dava, vendia!” Pois essa essa é sugestão que faço para quem estiver disposto a ver esses conselhos animados: que sejam vendidos, pois dados ninguém dá valor mesmo!

Divirtam-se e lembrem-se que, brincadeiras também trazem grandes verdades. Basta saber ouvir! 😉

1- Algumas pessoas acham normal te julgar… tente não ser como elas. E as ignore.
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2- Ninguém se importa com as duas semanas que você “viveu” na America/Europa/Asia… Pare de ficar se gabando.
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3- Ser bem sucedido tem significado diferente para cada pessoa. Respeite isso.
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4- Está tudo bem em relação a mudar sua opinião sobre pessoas ou coisas da sua vida… Apenas tente manter a coerência.
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5- Você não é tão estranho quanto acha que é… Todo mundo se sente diferente dos outros.
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6- Você não pode se livrar dos seus medos… Mas pode aprender a viver com eles.
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7- Não confie em pessoas que não confiam em ninguém.
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8- A realidade é superestimada.
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9- Algumas vezes, desistir é a decisão mais corajosa.
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10- A ingenuidade pode ser perigosa.
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11- Ninguém fica realmente mantendo o controle de quantas vezes você errou… então relaxa porra.
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12- “Oi”é a palavra mais poderosa contra solidão
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13- Pessoas que tentam bravamente parecer duronas, muitas vezes são as que mais precisa de afeto.
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14- Cerque-se de coisas e pessoas que te inspiram.
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15- Coisas são somente coisas. Não se apegue a elas.
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16- Se você sempre tenta parecer inteligente, vai acabar parecendo estúpido.
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17- Encontre alguém que consiga rir com você sobre tudo e o resto vai ficar bem.
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18- Coisas que são difíceis de falar, são normalmente as mais importantes.
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19-Diversão é um conceito relativo.
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20- Não se leve tão a sério
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Seleção de frases e imagens via: Daniel M Carlos

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Intuição , emoção e conexão espiritual são as marcas da artista Starla Halfmann

Intuição , emoção e conexão espiritual são as marcas da artista Starla Halfmann
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Copyright Starla Halfman

Por Josie Conti

 Starla Halfmann é uma artista americana que tem como principais instrumentos de trabalho a intuição , a emoção e uma conexão espiritual

“Eu amo o que faço e tento manter os desejos infantis em meu trabalho. Eu cresci em uma fazenda no oeste do Texas onde o único acesso que eu tinha a arte era uma Enciclopédia “P” . Aos quatro anos de idade , eu folheava pinturas e pensava: “Qualquer pessoa que pode fazer isso tem que ser feliz o tempo todo!” Eu perseguia borboletas, recolhia conchas , vidros e pedras, – . me lembro que achei interessante e bonitos os broches antigos da minha avó e os lenços de renda onde eram  intrincado tesouros. Eu senti a magia em torno de mim. Meus pais e seus amigos pensavam que eu seria uma veterinária , porque eu amava os animais loucamente- . . uma das razões pelas quais eu os pinto tantas vezes e que eu acho engraçado é que, mesmo quando eu não estou criando um pintura com os animais, eles ainda aparecem escondidos em minhas pinturas abstratas . Na maioria dos dias , eu ainda sinto a magia e a desejo enquanto pinto buscando ser capaz de criar livremente e expressar verdadeiramente uma alegria que eu nunca quero tomar como esgotada.”  Starla Halfmann

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Copyright Starla Halfmann
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 Página oficial de Starla Michelle

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As pessoas ignoram a própria ignorância…e isso tem um preço!

As pessoas ignoram a própria ignorância…e isso tem um preço!

Por Natalie Wolchover

Do original: contioutra.com - As pessoas ignoram a própria ignorância...e isso tem um preço!

Vem aumentando o número de pesquisas psicológicas que indicam que características pessoais ligadas a superestima das próprias qualificações e conhecimentos privam as pessoas da capacidade de reconhecer sua própria incompetência em diversos aspectos da realidade. Ou seja: a maioria das pessoas não tem a menor noção de que sabem menos do que acham que sabem.

E essa desconexão entre o saber imaginado e o saber real pode ser responsável por muitos dos problemas da sociedade.

Com mais de uma década de pesquisa, David Dunning, um psicólogo da Universidade de Cornell, demonstrou que os seres humanos acham “intrinsecamente difícil ter uma noção do que não sabem”.

Se um indivíduo não tem competência em raciocínio lógico, inteligência emocional, humor ou mesmo habilidades de xadrez, a pessoa ainda tende a classificar suas habilidades naquela área como sendo acima da média.

Dunning e seu colega, Justin Kruger, agora na Universidade de Nova York, fizeram uma série de estudos nos quais deram às pessoas um teste de alguma área do conhecimento, como raciocínio lógico, conhecimento sobre doenças sexualmente transmissíveis e como evitá-las, inteligência emocional, etc.

Em seguida eles determinaram as pontuações alcançadas, e, basicamente, pediram que os próprios avaliados lhe dissessem o quão bem eles achavam que tinham se saído.

Os resultados foram uniformes em todos os domínios do conhecimento. As pessoas que realmente se saíram bem nos testes tenderam a se sentir mais confiantes sobre o seu desempenho, mas apenas ligeiramente. Quase todo mundo achou que foi melhor do que a média.

“As pessoas que realmente foram mal – os 10 ou 15% que tiveram piores resultados – acharam que seu desempenho caía em 60 ou 55%, portanto, acima da média”, disse Dunning.

O mesmo padrão aparece em testes sobre a capacidade das pessoas em classificar a graça de piadas, gramática correta, ou até mesmo seu próprio desempenho em um jogo de xadrez.

O pior é que esse resultado não é fruto de apenas otimismo. Os pesquisadores descobriram uma total falta de experiência que torna as pessoas incapazes de reconhecer a sua deficiência.

Mesmo quando eles ofereceram aos participantes do estudo uma recompensa de US$ 100 caso eles classificassem seu desempenho com precisão, eles não o fizeram, achando que tinham ido melhor do que realmente tinham ido. “Eles realmente estavam tentando ser honestos e imparciais”, disse Dunning.

Dunning acredita que a incapacidade das pessoas em avaliar o seu próprio conhecimento é a causa de muitos dos males da sociedade, incluindo a negação das alterações climáticas.

“Muitas pessoas não têm formação em ciência, e assim podem muito bem não compreender os acontecimentos climáticos. E como elas não têm o conhecimento necessário para avaliá-los, não percebem o quão ruim suas avaliações superficiais podem ser”, disse ele.

Além disso, mesmo se uma pessoa chegue a uma conclusão muito lógica sobre se a mudança climática é real ou não com base em sua avaliação da ciência, isso não significa que a pessoa realmente tenha condições de avaliar a ciência.

Na mesma linha, as pessoas que não são talentosas em uma determinada área tendem a não reconhecer os talentos e boas ideias dos outros, de colegas de trabalho a políticos. Isso pode impedir o processo democrático, que conta com cidadãos com capacidade de identificar e apoiar o melhor candidato ou a melhor política.

Conclusão: você deve se lembrar de que pode não ser tão bom quanto pensa que é. E pode não estar certo sobre as coisas que você acredita que está certo. E, além de tudo, se você tentar fazer piadas sobre isso, pode não ser tão engraçado quanto você pensa.

E agora José? Carlos Drummond de Andrade na interpretação de Silvio Matos

E agora José? Carlos Drummond de Andrade na interpretação de Silvio Matos

Carlos Drummond de Andrade (1902 — 1987) foi um poeta, contista e cronista brasileiro, considerado por muitos o mais influente poeta brasileiro do século XX.

Durante a época da Segunda Guerra Mundial e da ditadura de Vargas, escreveu seu poema “José”, repleto de reflexões existencialistas, questiona-se sobre o futuro e as incertezas, porém não deixa de demonstrar sua força, José continua, mesmo sem saber para onde. Assim como nós.

Abaixo o vídeo com a riquíssima interpretação do ator Silvio Matos. Certamente uma das melhores representações do poema.

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Veja porque esses meninos se negaram a usar a violência. Belíssimo!

Veja porque esses meninos se negaram a usar a violência. Belíssimo!

Nesse pequeno experimento, alguns meninos ainda jovens foram convidados para responder a algumas perguntas.

Após os questionamentos iniciais eles são apresentados a uma menina e seguem sendo orientados a interagir com ela de forma inicialmente carinhosa.

Entretanto, chega um momento em que o entrevistador os orienta para bater nela.

As expressões de seus rostos, suas reações e depois as explicações do motivo pelo qual não agrediram a menina nos devolvem a esperança na humanidade.

Gostei especialmente do último:

“- Por quê?

– Porque sou um homem!”

O vídeo é em italiano e possui legendas em inglês.

Fonte indicada: Ela e ele

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Hoje estou de saco cheio, por Josie Conti

Hoje estou de saco cheio, por Josie Conti

Por Josie Conti

Tem dias em que fica fácil entender porque a indústria farmacêutica lucra bilhões com promessas de medicações que curam os mais diversos estados de humor.

Hoje, por exemplo, eu precisaria de uma medicação potente para tratar problemas de “saco cheio”.

Estou de saco cheio de ler comentários de pessoas que, depois de um parágrafo, julgam que entenderam todo um contexto e partem para ataques ferinos contra todo conteúdo (aquele mesmo, aquele que não leram).

Estou de saco cheio para lidar com pseudointelectuais que, depois de decorar alguns conceitos de grandes pensadores, acham que podem explicar qualquer evento que acontece no mundo.  São aqueles “socialistas” que pregam a igualidade enquanto andam com o carro do ano do papai e tem o dinheiro da balada garantida. São aqueles que fazem doutorado só para colocar doutor na frente do nome ou que usam a profissão para reforçar a frágil identidade.contioutra.com - Hoje estou de saco cheio, por Josie Conti

O povo não entende texto porque não aprende. E, para aprender, antes de qualquer coisa, é preciso ser humilde. Os intelectuais criticam escritores como Paulo Coelho, mas não percebem que qualquer fonte de leitura é porta para o hábito da aprendizagem autodidata. Desdenham de autoajuda mas não percebem que, quando alguém esta aberto para evoluir, uma palavra no lugar certo pode ter mais efeito que 10 anos de análise. Fazem pouco de quem tem fé, mas não são capazes de enxergar o lado bom das religiões.

Hoje estou de saco cheio para quem não tem o mínimo de bom senso e acha que as coisas têm que cair do céu, para quem não se esforça para conseguir o que quer, para quem não se empenha nem para interpretar um texto e agride estranhos para aliviar suas frustrações pessoais.

Estou de saco cheio para quem não consegue ver as coisas com humor, perceber nuances e detalhes que, mesmo frente a algo sério, poderiam abrir perspectivas e sorrisos.

Estou com o saco cheio para pobre que quer parecer rico, para rico que quer parecer milionário e para político que finge que é honesto.

Declaro, entretanto, saco aberto para quem sabe e QUER conversar, para quem quer crescer e não acha que tem que provar algo mesmo que esteja errado.

Sinceramente, acredito na importância da tolerância e da aceitação, mas hoje estou realmente de saco cheio. Preciso urgente que um caminhão de lixo leve tudo isso que está acumulado.

Registro aqui meu descontentamento e meu desejo por uma vida com mais conteúdo e menos saco cheio.

Entre barbas e pensamentos: as tiradas inteligentes de Zack Magiezi

Entre barbas e pensamentos: as tiradas inteligentes de Zack Magiezi

Por Josie Conti

Simples ao falar, mas dono de sacadas que imediatamente popularizam na internet.

Sua biografia é discreta, mas as dezenas de selfies que apresenta em sua página pessoal aceleram os corações das mulheres, que se tornaram suas maiores e mais assíduas fãs.

Um homem tímido? Um galã? Um palhaço? Um narcisista? Não importa!

Só temos a agradecer por suas descoladas a agradáveis contribuições.

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Conheça mais textos do autor em Estranheirismos

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17 verdades sobre as bagunças de nossa vida amorosa.

17 verdades sobre as bagunças de nossa vida amorosa.

Por Christopher Hudspeth

Algumas vezes os grandes romances de nossa vida  começam muito bem mas, de uma hora para outra, como em um espetáculo de circo que deu errado, vemos os animais fugindo em direção à platéia e colocando todos em risco.  É exatamente assim, uma total falta de controle onde , devido a complexidade da situação, mesmo que o outro lado seja o maior responsável pela catástrofe, temos dificuldade em aceitar a nossa própria fração de culpa , – outras vezes, podemos ignorar verdades e fechar os olhos para fatos que estavam há muito presentes.

Abaixo descrevo alguns fatores que podem indicar motivos pelos quais sua vida tem parecido um cenário de comédia romântica, cheia de lágrimas e emoções mas que, ao contrário dos filmes, não tem um bom final.

1. Você foi traído, sofreu e magoou-se tão intensamente que parece que sua essência foi alterada.  Lembre-se que deslealdade não é uma mordida de zumbi  e você não precisa se transformar  no mal que te feriu.

2. Você está preso (a) naquela fase em que 50%  de você não quer se envolver romanticamente com ninguém e os outros 50% gastam um tempão divagando sobre o que aconteceria se você desse uma chance a uma certa pessoa.

3. Você vem cultivando uma estima baixa e pode nem se dar conta disso. Essa situação é perceptível quando você se vê interessado (a) e gostando de alguém até descobrir que essa pessoa também se interessa por você. Aí, subitamente, você perde o interesse. É como se o fato de alguém gostar realmente de você fosse algo “brochante”.

4. Em situações de joguinhos de sedução ou mesmo em relacionamentos onde se mede forças, quando a falta de seriedade é detectada por você, ao invés de tentar arrumar as coisas ou mesmo cair fora, você os alimenta usando a lei de talião.  Esse é um comportamento imaturo e característico de quem não está  (ou não quer estar) pronto (a) para encarar verdades.

5. Você dá espaço para que pessoas o (a) façam se sentir mal emocionalmente se , em troca, essas pessoas te fizerem sentir bem fisicamente.

6. Ao invés de reconhecer que uma pessoa (talvez até várias) possam ser as responsáveis pelo seu ressentimento com relação aos relacionamentos, você guarda rancor contra o romance e a ideia do amor.

7. Você está emocionalmente magoado (a), mas ao invés permitir-se vivenciar o seu tempo de cicatrização, você se vinga em outras pessoas e relações, fazendo com que as coisas deem errado e que mais pessoas saiam feridas como você saiu.

8. Nem sempre o espelho com que vemos as coisas é usado de forma imparcial. Muitas vezes, vemos corretamente e claramente o que acontece fora, o que é ato do outro, o que é erro do outro. No entanto, apagam-se as luzes para que sejam vistos os próprios erros e dificuldades. Lembre-se que, mesmo que suas intenções fossem boas, suas atitudes podem não ter sido condizentes com elas.

9. Você já viu experiências realmente  desastrosas na vida de pessoas queridas. O relacionamento de seus pais, de algumas amigos ou mesmo seus relacionamentos anteriores  podem ter causado um ressentimento genuíno que bloqueou a abertura para novas tentativas.  No entanto, mesmo que timidamente, que tal você se permitir um passeio pelo mundo da paquera? Não é necessário ter qualquer intenção maior além de redescobrir o prazer de uma nova forma de ver o mundo.

10. Você prefere manter uma postura do tipo “Que se dane!”, ao invés de demonstrar que realmente se importa com alguém, ou pior ainda, mostrar que também possui vulnerabilidades.

11. Você gasta tempo demais fantasiando um “tipo” ideal com que quer se relacionar e nunca encontra alguém que chegue a altura de expectativas (até porque elas não existem na realidade).  O que acha de começar a conhecer pessoas reais e que, ao contrário do que você compra nas lojas, não é descartável após algum uso? A partir disso, descobrir as verdadeiras qualidades dessa pessoa pode ser algo realmente encantador.

12. Falta de sincronia. Duas pessoas podem ter sentimentos uma pela outra mas, por gastar tempo demais escolhendo a hora certa,  acabam não conseguindo expressar seus sentimentos e perdendo grandes oportunidades.

 

13. Depois de ter surgido a cultura do apenas “ficar” um monte de gente não sabe mais até que ponto deve investir em uma relação. O que o outro sente ou quer nunca aparece de maneira clara.

14. Você gasta tanto tempo se importando e lutando por pessoas que não querem estar na sua vida que você negligencia aquelas que querem.

15. Você se acomodou em uma relação onde encontra um ombro e alguma estabilidade. Mantem a situação por ter medo de mudar. Sabe que é um comportamento fraco ao valorizar mais a rotina do que a felicidade.

16. Sua cabeça e seu coração nunca encontram um consenso porque sua cabeça está eternamente tentando convencer o seu coração a fazer coisas que ela sabe que seriam o melhor para você, mas, por alguma razão, você não consegue resistir aos impulsos do coração.

17. E, essa é dolorida, você só descobre que realmente ama alguém quando essa pessoa deixa de fazer parte de sua vida.

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Do original: 17 Brutally Honest Reasons Your Love Life Is A Mess That Only You Can Change

Traduzido por Gabriel Lody, editado por Josie Conti

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Você ensina seu filho a incluir ou a odiar?

Você ensina seu filho a incluir ou a odiar?

Por Ligia Moreiras Sena

Fonte indicada
contioutra.com - Você ensina seu filho a incluir ou a odiar?

Todo mundo que tem filhas ou filhos, e mesmo quem não tem mas convive muito com crianças, sabe: toda criança reage ao que é diferente. Se nós, adultos, dotados de capacidade de análise e reflexão, reagimos às diferenças, imagine as crianças…
Diferente de que? Diferente de si, do que é mais comum no meio em que vive, daquilo que vê com mais frequência.
Por estarem ainda em desenvolvimento – cerebral, emocional, cognitivo – muitas vezes as crianças ainda não conseguem frear sua curiosidade natural, bloquear um comentário ou esconder o que pensam – a tal espontaneidade infantil. Ao contrário do que muitos acham, isso não é ruim. Isso é muito bom. E aí está uma das riquezas da infância: agir tal e qual se pensa. Conforme a vida vai passando, vamos aprendendo estratégias e adquirindo ferramentas para “driblar” essa tal espontaneidade e chamamos isso de “viver em sociedade”. Mas penso que, muitas vezes, também se transforma em “viver uma grande hipocrisia“. Criamos máscaras. Dissimulamos. Criamos palavras que confundem, damos a impressão de que estamos sendo bacanas quando na verdade estamos apenas acobertando uma outra opinião. Aprendemos a mascarar o que de fato pensamos.

Muita gente acha que essa espontaneidade e curiosidade natural das crianças, que emerge do reconhecimento do que é diferente de si e dos com quem se convive, é terrível e precisa ser cerceada desde cedo, pois nos coloca tantas e tantas vezes em saias justíssimas.
Eu discordo totalmente. Não precisa ser assim. Não deveria ser assim.
Pois é justamente nesses momentos que reside a imensa riqueza de se orientar uma criança pelo caminho da empatia. De abrir para ela as portas da aceitação, do acolhimento e da inclusão. De iniciá-la nos caminhos da equidade. E aí está um ponto importantíssimo: não da IGUALDADE, mas sim da EQUIDADE. Do reconhecimento de que todos somos diferentes. Todos. E que, ainda assim, temos direitos iguais. Direito de ir e vir. De viver uma vida plena. De amarmos. De sermos respeitados. Cada um segundo sua diferença. E que diferença é o que nos torna ricos. Ser diferente de você é o que, também, me aproxima de você, pois somos iguais nisso, na diferença.

Tenho vivido isso na prática desde que me tornei mãe de uma criança questionadora e que pergunta sobre tudo o que vê. Não crio mentiras. Não trabalho com dissimulações. Não crio segundas explicações para o que de fato está acontecendo. Fiz isso uma única vez, quando nosso gatinho – por quem ela era completamente apaixonada – morreu vítima do ataque de um cachorro que mora em nossa rua. Não banquei a decisão de contar para ela, então com 3 anos, que seu Haroldo havia morrido. Não consegui. Disse que os gatos gostam mais de viver na rua e, portanto, era para a rua que ele havia ido. Arrependi-me para sempre… Na verdade, ela já sabe que ele morreu, porque seu melhor amigo, amigo desde seu nascimento, já contou: “Claclá, o Haroldo morreu, Claclá…“. Eu ouvi a conversa. Ela argumentou que ele estava na rua e seu amigo disse que não. E eu passei por mentirosa – o que de fato fui. E ela, tão nobre, ainda me poupa do confronto com minha mentira… Não contradiz quando eu digo que ele está na rua. E eu passo por ainda mais tola, para minha imensa, gigantesca vergonha… Por uma ironia da vida, alguns meses depois ela perdeu seu avô querido, meu pai. Aprendida a lição, decidi que contaria para ela a verdade. Com carinho, com amor, com palavras de acordo com o entendimento que sua idade permite, mas contaria. Filhos merecem a verdade. Logo após a morte do avô, ela presenciou uma forte crise de choro minha. Daquelas fruto do desespero de se perder alguém muito amado inesperadamente. Não pedi para alguém levá-la embora ou apartá-la de mim. Não me escondi. Não bloqueei. Ao contrário. Pedi que a trouxessem até o quarto, para que ela entendesse, para que eu contasse, com amor, carinho e respeito. Seu pai a trouxe até mim. E então eu disse: “Filha, mamãe está chorando porque estou muito triste“. Ela: “Está triste porque o vovô morreu, mamãe?“. Eu não havia dito. Ninguém havia dito. Mas crianças aprendem ouvindo os adultos até quando os adultos se acham muito espertões em dissimular. “Sim, filha, porque o vovô morreu“. “Tudo bem, mamãe. Eu vou ficar aqui com você“. E então dormimos juntas a tarde inteira…

Sabe… Às vezes nos falta humildade para  reconhecer a sabedoria da infância. Nesse mundo de adultismos, onde as crianças são tomadas como pequenos seres ignorantes que precisam ser adestrados, não se percebe que muitas vezes é ali que se encontra a sabedoria, o discernimento, a simplicidade, que advêm de não se estar viciado na hipocrisia do mundo dito “adulto”.
Nessas oportunidades, quando contamos a verdade com amor, quando os respeitamos por conversar sobre a vida real, ensinamos mais que lidar com a verdade.
Ensinamos que somos confiáveis. Que ali há uma pessoa em quem se pode acreditar.
E também ensinamos respeito às diferenças, empatia, acolhimento e inclusão.

contioutra.com - Você ensina seu filho a incluir ou a odiar?

 

Vejam.

Quando uma criança de pele branca, que vive com crianças de pele branca, em uma família de pele branca, encontra uma pessoa de pele negra, ela poderá, sim, reagir à diferença (e pego o exemplo nesse sentido, do branco para o negro, porque afinal é nesse sentido que repousa toda a opressão de uma história de preconceito nesse país…). E essa reação é no sentido de: ” Opa! É diferente de mim. É diferente da minha mãe, do meu pai, dos meus tios“, enfim, das pessoas com quem convivo. Mas essa reação ao que é diferente de si não implica em um juízo de valor, entende? Ela não está dizendo: “Opa! Essa pessoa é menos que eu“.

Portanto, se um dia essa criança fizer um juízo de valor a partir de uma simples diferença, foi porque APRENDEU a fazer. Porque, na hora do direcionamento e da explicação de uma dúvida de criança, um adulto que – sim – atribui juízo de valor a uma diferença de cor de pele, transmite esse desvalor à criança.
Notem a diferença:

– Mãe, ele é escuro.
– Sim, filha, a pele dele é mais escura que a sua e a minha, mas é da mesma cor que a de muitas outras pessoas.
– Nossa pele, então, é mais clara?
– Sim, nossa pele é mais clara, ou a dele que é mais escura, não importa. Pergunte o nome dele.
ou

– Mãe, ele é escuro?
– Para, filha! Não fala nada, fica quieta, mamãe te explica em casa.

Por que não lidar com naturalidade com aquilo que é natural? Diferenças não são valores! São apenas diferenças. No primeiro caso, trabalhou-se com a realidade, e a explicação que se dá pode ser aprofundada de acordo com a idade da criança. Não é preciso explicar isso em voz baixa, como demonstrando vergonha pela pergunta que a criança fez, como se fosse um segredo, como tanta gente faz. Não há vergonha em termos cores de pele diferentes. No segundo caso, fica muito claro que há um julgamento de valor. Tanto que a pessoa não se sente à vontade sequer para explicar a diferença na frente da outra pessoa.
Mais um exemplo:

– Pai, elas moram juntas?
– Sim, filha, moram juntas.
–  Como você, a mamãe e eu?
– Sim, como eu, mamãe e você.
– Elas são um casal?
– Sim, são um casal.
– São  namoradas?
– Sim, são namoradas.
– Elas se amam? (afinal, aprendeu-se que casais e namorados se amam, não é?)
– Sim, elas se amam.
– Que bom, né?
– Sim. Muito bom. Amor é uma coisa boa.

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Tratar com naturalidade aquilo que é natural. E quer você queira ou não, nada mais natural que o amor. Não importa entre quem. Amor é amor e é por mais amor que todos lutam desde que o tempo é tempo. Outro dia li uma frase incrível no Facebook: “Abominam os homossexuais dizendo que isso não é natural. Claro. Porque o que é muito natural é transformar água em vinho, multiplicar pão e peixe e andar sobre a água. Super natural, faço isso todo dia”. Esse é o tom da coisa. Chega a ser caricato.
Notem a diferença:

– Pai, elas são namoradas?
– Cale a boca, menin@. Em casa a gente conversa.

O que há no interior dessas casas, desses lares, que não pode ser conversado fora deles? Seria esse o reconhecimento ainda que inconsciente de que se é limitado e se vive segundo orientações bastante rígidas, artificiais, baseadas em ódio, discriminação e preconceito?

Parece bem óbvia a consequência dessas duas formas de se educar. Quando se educa com empatia, voltado para a promoção do respeito, pensando em criar seres humanos para o bem, para o amor, para uma coletividade menos violenta, mais acolhedora e inclusiva, as diferenças são naturais e naturalizadas e sobre elas conversamos muito abertamente com as crianças. Explicamos. Damos exemplos. Aproximamos de nossa realidade. Trazemos a situação para dentro de casa. Mostramos tudo em termos de respeito a essa imensa e rica diversidade que a vida nos proporcionou e sem a qual não teríamos triunfado como espécie biológica. Se bem que nem acho que triunfamos… Veja bem ao seu redor a quantidade de ódio que existe. Esse é o triunfo do bem sobre o mal? Obviamente que não. Isso é O MAL. Ele purinho. Se há de fato um anticristo, ei-lo: no interior de cada pessoa que propaga o ódio às diferenças. Esse sim é o mal que pode disseminar a morte, a tristeza e toda espécie de praga.
Negar as diferenças entre as pessoas ao invés de ensinar a respeitá-las e acolhê-las é o cerne de muitas doenças sociais: a medicalização da infância e da vida em geral, homofobia, discriminação de gênero, de cor de pele, de lugar onde se nasce e vive, bullying, entre outros.
Que tipo de filho e filha você quer criar?
Alguém que veja beleza e amor nas diferenças ou alguém cheio de ódio?
Mais uma vez, a escolha é sua.
Não se abstenha dela.

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16 coisas simples que você pode fazer por sua felicidade

16 coisas simples que você pode fazer por sua felicidade

Por MARC CHERNOFF

Uma coisa que sempre me fascina é perceber a relação entre o caminho que escolhemos para viver nossas vidas e o grau de felicidade que desfrutamos diariamente. Algumas das escolhas que fazemos rotineiramente podem parecer alheias a nossa consciência, mas afetam de forma significativa o nosso bem estar geral.

Geralmente, não é o que você tem, onde você está, ou pelo que você já passou que te faz feliz ou infeliz, e sim como você lida com tudo isso.

Abaixo, eu disponibilizo algumas das dicas mais fáceis de colocar em prática e ​​que podem facilmente ser adaptadas à sua vida diária.

1. Lembre-se de sua humanidade

O mundo virtual é muito prático e sedutor, mas ele pode ficar no caminho de sua humanidade se você não for cuidadoso (a). Controle-o para que ele não lhe controle. Em outras palavras, desligue o telefone e reserve seu tempo offline. Não perca a prática das conversas olho no olho. Não se esconda atrás de uma tela. Pergunte sobre as histórias das pessoas. Ouça, compartilhe e sorria com elas.

2. Filtre o excesso de barulho em sua vida.

Tenha cautela ao direcionar “os microfones” de sua vida. Não ouça apenas o que lhe parece mais alto. Ouça o que for mais verdadeiro. Selecione o que e quem realmente merecem a sua atenção.

3. Comece escolhendo de forma diferente, para o seu próprio bem-estar.

Uma grande parte de sua vida é o resultado das pequenas escolhas que você faz todos os dias. Se você não gosta de alguma parte de sua vida, é hora de começar a ajustar as coisas e fazer escolhas melhores, agora, exatamente onde você está.

4. Comece a ser mais produtivo (a) do que ocupado (a)

Há uma grande diferença entre estar ocupado (a) e ser produtivo (a). Não confunda movimento com progresso. Uma cadeira de balanço continua se movendo, mas nunca faz qualquer progresso.

5. Separe as primeiras horas do dia para as atividades significativas.

O que, em seu dia a dia, você faz e é realmente importante? Você está reservando tempo para o que realmente importa? Priorize suas primeiras horas do dia para isso, arrume seu tempo, e, mesmo que sejam só 15 minutos, use-os conscientemente.

6. Comece a viver mais o presente.

Viver remoendo o passado não funciona. Não funciona também basear-se apenas no que o futuro promete. Faça o melhor que puder com o seu presente.

7. Comece a substituir as suas preocupações por ações positivas.

A maioria das coisas que geram preocupação estão relacionadas a fatos que ainda não aconteceram. Troque a preocupação por atitudes positivas.

8. Comece fazendo o que é certo, mesmo se essa não for a opção mais fácil.

Só porque você pode, não significa que você deve. Só porque algo é fácil de fazer, não significa que vale a pena gastar o seu tempo com isso. Faça o que é certo, não o que é mais fácil.

9- Comece comparando-se a si mesmo, e a mais ninguém.

Esqueça o que os outros têm e onde eles estão. Você não está andando com seus sapatos, e você nunca vai caminhar confortavelmente com os seus próprios se continuar se comparando com eles. O que você precisa fazer em seguida para alcançar seus próprios objetivos? Faça isso! Você não vai se distrair com comparações se estiver focado em suas próprias finalidades.

 

10. Comece a ser mais tolerante com aqueles que enxergam as coisas de forma diferente.

Amor e a bondade geram amor e bondade.  Agressões e acusações, na maioria das vezes, mostram mais intolerância do que razão.

11. Diminua as suas expectativas.

Dar algo esperando que os outros retribuam da mesma maneira é um dos atos mais egoístas que podemos ter como seres humanos. Cada pessoa vê a vida com uma perspectiva diferente. Pense que: do ato de plantar uma semente pode nascer uma flor, compartilhar um pouco de conhecimento pode mudar a vida de alguém, sorrir pode devolver a esperança de uma pessoa que sofre. Mesmo assim, a semente pode não brotar, e, culpabilizar o outro não ajudará em nada.

12. Comece a ser a diferença que você quer ver no mundo.

Todos nascemos com a capacidade de mudar a vida de alguém. Nunca desperdice esse dom. Seja gentil. Esteja presente. Seja alguém que faz a diferença. O que você dá a outra pessoa é realmente o que você dá a si mesmo. Quando você trata os outros com amor, você aprende que você também é digno (a) de amor.

13. Comece a fazer de seus relacionamentos uma prioridade.

As pessoas que gastam todo seu tempo tentando ganhar dinheiro, gastam todo o seu dinheiro tentando ganhar tempo. Não faça isso consigo mesmo (a). Acerte as prioridades.

14. Deixe claro para seus entes queridos o sentimento que você tem por eles.

Nossos relacionamentos mais próximos são vitais para a nossa felicidade. É indispensável que digamos aqueles que amamos que nós os amamos. E, lembre-se, amar é algo que vai muito além de proferir palavras.

15. Comece a se abrir para novas oportunidades de crescimento.

Reconheça que sempre pode existir algo que você ainda não sabe, mas que pode fazer toda a diferença em sua vida. Vá a algum lugar novo e inúmeras oportunidades podem aparecer de repente. Faça algo diferente, e todos os tipos de grandes novas possibilidades podem surgir. Mantenha a mente aberta e se diverta com a vida.

16. Comece concentrando-se apenas no que você pode controlar.

Nunca force nada. Dê o seu melhor tiro e, em seguida, deixe as coisas acontecerem. Se for para ser, será. Não torne-se um pessimista por causa das coisas que você não pode controlar. Faça a sua parte.contioutra.com - 16 coisas simples que você pode fazer por sua felicidade

Via Marc and Angel Hack Life

Traduzido e adaptado por Josie Conti

Do original 27 Simple Things to Start Doing for Your Happiness

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Que idade você tem?

Que idade você tem?

Por Flávia Côrtes

Já me disseram muitas vezes que eu não aparento a idade que tenho. Normalmente, respondo só com um sorriso.

Mas, às vezes, o interlocutor insiste e o jeito é dar crédito à genética, que me deu uma pele boa, ao riso que me acompanha ou ao pouco sol que tomei nessa vida.

É a face mais fácil da resposta e eu a uso sem pudor, por preguiça de explicar. A verdade inteira fica guardada com as mesmas convicções que me fazem não desistir de escolher sorvetes pela cor, de gostar de ler poesia em voz alta e só escrever quando as palavras começam a rodar em volta de mim.

Tem dia que acordo neném e nem ligo… me enrolo em feto e deixo a manhã me ninar. Tem hora que me permito velha e vejo cética…. Aí, antes que doa, rodo o olho no azul e deixo a luz entrar pela retina, direto, até a alma. Suspiro e solto a menina. Criança, sorrio confiante e crio. Em um minuto, mulher, resolvo, faço, organizo, desorganizo, desfaço, sinto… Dispersa, intercalo a menina com a mulher, sem precisar, sem querer, sem poder… sem saber ou simplesmente por ser.

Sou eu que tenho a idade. Não é a idade que me tem.

Nota da Conti outra: O texto acima foi publicado neste site com a autorização da autora.

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Flávia Côrtes

contioutra.com - Que idade você tem?

 Saber de mim é fácil. Nasci com olho que escancara e sorriso que denuncia.
Se não fosse suficiente, ainda tem a minha palavra…
que sai me esparramando em papel público com toda sem-cerimônia.
Quem lê meu verso faz incursão dentro de mim.
(Flávia Côrtes)

Blog da autora: Poeta Flávia Côrtes

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Velas da liberdade, um projeto da Amnesty International Freedom

Velas da liberdade, um projeto da Amnesty International Freedom

Por Nara Rúbia Ribeiro

Amnesty International Freedom apresenta o projeto Velas da Liberdade produzido por artistas de renome mundial. Cada vela destaca um crime contra a vida.

O Brasil nunca viveu o vexame de protagonizar cenas como a que abaixo transcrevemos pela voz do escritor francês Victor Hugo. Felizmente hoje a França se alia à defesa dos direitos humanos fundamentais.


“A última queima de feiticeiros em Guernesey foi em 1747, sendo teatro do
espetáculo a praça de Bordage, que, de 1565 a 1700, viu queimarem-se onze
feiticeiros. Em geral esses culpados confessavam seus crimes: eram para isso
ajudados pela tortura.
A praça Bordage prestou serviços à sociedade e à religião. Queimaram-se aí os
heréticos. No tempo de Maria Tudor, entre outros huguenotes, queimou-se uma
mãe e duas filhas: a mãe chamava-se Perrotine Massy. Uma das filhas estava
grávida e teve o sucesso sobre o braseiro.

“Arrebentou-lhe o ventre”. Saiu desse ventre um menino vivo; o
recém-nascido rolou na fogueira, um tal House apanhou-o. O bailio, Hélier
Grosselin, bom católico, mandou atirar a criança ao fogo.

+Saiba mais sobre o projeto e sobre como ajudar pelo site oficial do projeto.

Nara Rúbia Ribeiro: colunista CONTI outra

contioutra.com - Velas da liberdade, um projeto da Amnesty International Freedom

Escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
No Facebook: Escritos de Nara Rúbia Ribeiro
Mia Couto oficial

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