Você está guardando pilhas usadas? Então está sentado em um tesouro que quase ninguém aproveita

Você está guardando pilhas usadas? Então está sentado em um tesouro que quase ninguém aproveita

Abra aquela gaveta da bagunça mentalmente: controle remoto velho, lanterna que não acende há anos, relógio parado… e um monte de pilhas largadas ali, sem função. Muita gente olha para isso e enxerga só “tralha”.

Mas esse pequeno estoque esquecido pode virar duas coisas ao mesmo tempo: um problema ambiental se for parar no lixo comum e um material precioso para projetos criativos de decoração e educação ambiental dentro de casa.

Antes de pensar em jogar tudo fora, vale saber que pilhas descarregadas ainda carregam um “valor escondido”: metais reaproveitáveis, visual interessante para decoração e um ótimo gancho para conversar com crianças e adultos sobre consumo e reciclagem.

Com cuidado no manuseio e sem improvisar naquilo que envolve segurança, dá para transformar esse monte de pilha parada em peças decorativas únicas, com pegada sustentável e aparência profissional.

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Por que pilhas usadas podem ser tratadas como um “tesouro”

Quando falamos em pilha usada, a primeira reação costuma ser de descarte. Mas olhar para elas com mais atenção muda o jogo:

Metais importantes lá dentro

Pilhas comuns podem conter zinco, manganês, níquel e outros componentes valiosos para a reciclagem industrial.

Quando vão para pontos de coleta específicos, esses materiais são separados e voltam para a cadeia produtiva em forma de novos produtos, em vez de irem poluir solo e água.

Formatos que funcionam bem na decoração

O corpo metálico, cilíndrico, alinhado lado a lado, cria um efeito visual bem diferente de um objeto de decoração comum.

Em conjunto, as pilhas podem render peças com cara de oficina criativa, estúdio de artista, mesa de designer — algo mais urbano, com aparência “técnica”, que foge do decor bonitinho tradicional.

Ferramenta prática de educação ambiental

Ter em casa um objeto feito com pilhas reaproveitadas é quase um lembrete permanente: lixo eletrônico não some só porque saiu da sua mão.

Um porta-lápis, um porta-retrato ou outra peça feita com pilhas viram assunto na hora, geram curiosidade e abrem espaço para falar sobre reciclagem com amigos, filhos e visitas.

Mas há uma regra básica: somente use pilhas que estejam inteiras, sem ferrugem, sem deformações e sem qualquer sinal de vazamento.

Pilhas com superfície esbranquiçada, “inchadas” ou quebradas devem ir direto para pontos de coleta de lixo eletrônico. Nada de usar em artesanato, muito menos de abrir ou lixar pilha danificada.

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Ideia prática: porta-lápis com visual industrial feito de pilhas

Entre todas as possibilidades, um porta-lápis é um ótimo projeto para começar: é útil, ocupa pouco espaço, fica bonito na mesa e ainda reaproveita várias pilhas de uma vez.

A proposta aqui é criar uma espécie de “copinho” com laterais formadas pelas pilhas, dando aquele aspecto de peça robusta e moderna.

Você vai precisar de:

  • 10 a 15 pilhas AA ou AAA usadas, mas em bom estado (sem corrosão, sem vazamento)
  • 1 tubo de papelão firme (pode ser de papel alumínio, filme plástico ou rolo de papel-toalha cortado)
  • Cola quente ou cola epóxi de boa qualidade
  • Tinta em spray ou acrílica (tons metálicos, preto, cobre ou outros que você goste)
  • 1 base de madeira fina ou papelão grosso para o fundo
  • Luvas e máscara para cuidar da sua segurança ao manusear as pilhas
  • Lixa fina (opcional, para uniformizar a superfície)
  • Verniz em spray (opcional, para proteger o resultado final)

Passo a passo detalhado

Seleção e limpeza das pilhas

Separe as pilhas que estão visualmente inteiras. Limpe-as com um pano seco, conferindo se não há pontos de ferrugem, vazamento ou partes quebradas. Se alguma etiqueta estiver soltando, retire com cuidado. Se quiser um acabamento mais uniforme, você pode passar uma lixa bem fina só na superfície externa, sem forçar e sempre com luvas.

Pintura opcional das pilhas

Caso você queira um visual mais “custom”, use tinta em spray ou acrílica para pintar as pilhas. Tons metálicos dão um ar de peça tecnológica; preto fosco deixa tudo mais elegante; cores diferentes podem criar um efeito gráfico. Pinte em local arejado, proteja a superfície com jornal ou papelão e aguarde secar completamente antes de seguir.

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Preparação do tubo central

Corte o tubo de papelão na altura que você deseja para o porta-lápis, algo em torno de 10 a 12 cm costuma funcionar bem. Esse tubo será o “miolo” da peça, responsável por manter a estrutura firme e dar espaço interno para os lápis e canetas.

Colagem das pilhas ao redor do tubo

Com o tubo já cortado e seco, aplique cola em uma faixa vertical e cole a primeira pilha em pé, encostada ao tubo. Vá colando as demais bem juntinhas, lado a lado, até cobrir toda a volta. A ideia é formar uma espécie de “parede” de pilhas. Pressione alguns segundos cada pilha para garantir boa fixação, respeitando o tempo de cura indicado na cola escolhida.

Colocação da base

Apoie o conjunto sobre a base de madeira ou papelão grosso e marque o contorno. Recorte essa base com folga de alguns milímetros e cole na parte inferior do tubo, fechando o fundo do porta-lápis. Isso evita que canetas escapem e dá estabilidade ao objeto.

Acabamento final

Se você tiver pintado as pilhas antes e quiser proteger a cor, aplique uma camada de verniz em spray sobre a peça pronta, sempre em ambiente ventilado. Além de realçar o aspecto metálico, isso ajuda a conservar o visual por mais tempo.

O resultado é um porta-lápis firme, com cara de objeto de design, montado a partir de um material que normalmente iria para o lixo.

Outras criações possíveis usando pilhas usadas

Depois de testar o porta-lápis, dá para avançar para outros projetos decorativos, sempre com pilhas em bom estado físico:

Molduras de porta-retratos personalizadas

Você pode colar pilhas em toda a volta de uma moldura simples de madeira ou plástico, criando bordas com aspecto industrial. Dá para pintar tudo em uma cor só ou combinar tons diferentes para fazer padrões gráficos.

Figuras decorativas minimalistas

Ao colar pilhas entre si em diferentes alturas, surgem pequenas esculturas: uma árvore de Natal estilizada, um “totem” para enfeitar a prateleira, formas geométricas que funcionam como peso de papel. Fica discreto e moderno.

Porta-velas estruturado

Utilizando um copo de vidro resistente para a vela no centro, as pilhas podem ser coladas ao redor dele, formando uma espécie de “cintura” metálica externa. O copo de vidro é o responsável pela segurança da vela; as pilhas servem apenas como parte externa decorativa. É importante manter sempre a chama longe das pilhas e nunca deixar vela acesa sem supervisão.

Cuidados que você não pode ignorar e descarte correto

Alguns pontos precisam ser levados a sério para que o reaproveitamento seja seguro:

  1. pilhas com vazamento, ferrugem, deformadas ou estufadas devem ir diretamente para pontos de coleta de pilhas e baterias, encontrados em mercados, lojas de eletrônicos, bancos e alguns prédios públicos;
  2. não use ferramentas para furar, serrar ou abrir pilhas; isso aumenta muito o risco de contato com substâncias tóxicas;
  3. mantenha as peças feitas com pilhas fora do alcance de crianças pequenas e animais;
  4. quando você decidir desmontar o objeto, encaminhe todas as pilhas para descarte ambientalmente adequado.

O que não tiver uso em projetos criativos continua sendo lixo eletrônico e precisa seguir para reciclagem especializada.

Assim, aquelas pilhas esquecidas em casa se transformam em algo útil duas vezes: primeiro como peça decorativa, depois como material devolvido para a cadeia de reciclagem em pontos de coleta certificados.

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“5% de oxigênio”: ex de Cauã Reymond volta a falar e revela o que ficou de fora do vídeo no Instagram

“5% de oxigênio”: ex de Cauã Reymond volta a falar e revela o que ficou de fora do vídeo no Instagram

Antes de aparecer em um vídeo institucional do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), Mariana Goldfarb já vinha dando pistas públicas de algo que não cabia nas manchetes sobre “casal perfeito”.

Em entrevistas e podcasts, a modelo comentava crises de saúde, isolamento, ansiedade e uma sensação constante de exaustão emocional.

Agora, ao emprestar o rosto a uma campanha oficial contra a violência psicológica, ela conecta essas vivências pessoais a um problema que atravessa a vida de muitas mulheres – inclusive aquelas que, por fora, parecem “bem resolvidas” e bem-sucedidas.

No vídeo gravado para o MP-RJ, que integra a campanha nacional “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência e do Racismo contra as Mulheres”, promovida pelo Ministério das Mulheres em parceria com órgãos estaduais, Mariana relata que só percebeu a gravidade da situação quando se sentiu “com 5% de oxigênio”.

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Ou usava essa última reserva de força para sair dali, ou sentia que algo dentro dela iria morrer. Ela conta que entendeu, com o tempo, que vivia um relacionamento abusivo desde muito cedo – mas sem conseguir dar nome a isso.

A modelo descreve como a violência emocional foi se instalando em detalhes que, na época, pareciam “coisas da convivência”: tratamento de silêncio como punição, clima de tensão constante, comentários que minavam amizades e afastavam a família, culpa jogada sobre ela a cada conflito.

Segundo Mariana, esse tipo de dinâmica não tem nada de amoroso: gira em torno de poder, dominação e controle.

A modelo conta que vivia em estado de alerta, “pisando em ovos”, fazendo de tudo para que o dia terminasse em paz — e, mesmo assim, a sensação era de fracasso diário.

O corpo dela reagiu antes que a ficha caísse por completo. De acordo com o relato, vieram queda de cabelo, tremores nos olhos, falta de apetite, anorexia, insônia e um cansaço que não passava.

Para anestesiar a dor, Mariana diz ter recorrido à bebida, aumentando o consumo de álcool na tentativa de afastar a realidade.

Amigos e familiares apontavam que “aquilo estava errado”, porque já não reconheciam a mesma pessoa: o brilho tinha sumido, como se alguém estivesse sugando a energia dela o tempo todo.

Esse vídeo para o MP-RJ não surge do nada; ele se soma a outras falas recentes de Mariana sobre o tema.

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Em 2024, em entrevista ao podcast “Bom Dia, Obvious”, ela já havia descrito um relacionamento em que se sentia isolada, submetida a “tortura psicológica” marcada por silêncio prolongado, confusão mental e sintomas físicos como queda de cabelo e noites em claro.

Na época, ela afirmou que entrou nesse tipo de relação justamente por buscar validação externa, o que a deixava mais vulnerável à manipulação. A saída veio com terapia, estudo sobre violência de gênero e apoio da irmã, que a ajudou a deixar a casa e recomeçar em um ambiente menor, porém em paz.

O que Mariana descreve se encaixa no que a Lei Maria da Penha classifica como violência psicológica: condutas que causam dano emocional, diminuem a autoestima, perturbam o desenvolvimento da mulher e visam controlar suas ações, crenças e decisões — muitas vezes por meio de humilhação, manipulação, isolamento, vigilância, chantagem e desqualificação constante.

Não é preciso xingamento explícito ou agressão física para que exista violência; às vezes, o que corrói são o silêncio calculado, o desprezo, a inversão de culpa e a tentativa de cortar laços com amigos e família, exatamente como ela relata.

Ao comentar as perguntas frequentes que escuta — “por que você não saiu antes?” —, Mariana reforça outro ponto sensível: romper com esse ciclo não depende só de força de vontade.

O abuso emocional costuma criar uma mistura de medo, dependência afetiva, confusão e esperança de que “dessa vez vai mudar”, o que prende muitas mulheres por anos. É justamente por isso que campanhas públicas insistem em nomear essa forma de violência, explicar seus sinais e lembrar que a responsabilidade nunca é da vítima.

A participação de Mariana integra a campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência e do Racismo contra as Mulheres”, que acontece em todo o país entre 20 de novembro e 10 de dezembro, com ações de órgãos do Judiciário, Ministério Público, movimentos sociais e secretarias de mulheres.

A mobilização busca dar visibilidade às diferentes formas de agressão — física, sexual, moral, patrimonial e psicológica — e incentivar a busca por ajuda, inclusive por meio do Disque 180 e de redes locais de acolhimento.

O vídeo de Mariana está sendo difundido nos canais oficiais do MP-RJ e nas redes sociais, somando a identidade de uma figura conhecida a uma pauta que, na prática, diz respeito à vida de muitas mulheres que ainda não conseguiram usar os seus “5% de oxigênio” para pedir socorro.

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O que ninguém te avisou: estes alimentos ‘inocentes’ elevam sua pressão perigosamente!

O que ninguém te avisou: estes alimentos ‘inocentes’ elevam sua pressão perigosamente!

Quem tem pressão alta costuma ouvir sempre o mesmo conselho: “tem que cortar o sal”. O que quase ninguém conta é que o sal que vai no saleiro nem sempre é o principal problema. A maior parte do sódio entra escondida, misturada em alimentos prontos, embutidos, molhos, lanches “rápidos” e bebidas que parecem inofensivas.

A OMS recomenda menos de 2.000 mg de sódio por dia (aprox. 5 g de sal, menos de uma colher de chá) para adultos.

Em muitos países, a média de consumo passa fácil do dobro disso, principalmente por causa dos industrializados.

Se a sua pressão já é alta, esses excessos vão “apertando” seus vasos sanguíneos, exigem mais esforço do coração e favorecem infarto, AVC e insuficiência cardíaca ao longo do tempo.

Abaixo, vamos direto ao ponto: por que linguiça, miojo, mortadela, batata frita, pão e refrigerante são uma péssima dupla com a sua pressão — e o que fazer na prática para reduzir o estrago.

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1. Linguiça: sal, gordura e aditivos em dose concentrada

A linguiça é um tipo clássico de carne processada: passa por cura, defumação e leva conservantes como nitrito/nitrato de sódio. Isso concentra sódio e gordura saturada, combinação ligada ao aumento da pressão e do risco cardiovascular.

Estudos com carnes processadas mostram que o consumo frequente está associado a maior risco de hipertensão e doenças do coração, justamente pelo excesso de sal e aditivos.

Na prática:

  • Reserve linguiça para situações muito pontuais, e não como “carne de todo dia”.
  • Em casa, priorize carnes frescas (frango, carne bovina magra, peixe) temperadas com alho, cebola, ervas e limão.
  • Se comer fora, tente não somar linguiça com outros itens salgados (queijo muito salgado, batata frita, molho pronto etc.).

2. Miojo: o pacotinho de tempero é uma bomba de sódio

O macarrão instantâneo parece prático, barato e “inocente”, mas o problema está sobretudo no sachê de tempero, cheio de sal, realçadores de sabor e gordura. Diretrizes de alimentação com baixo sódio colocam esses produtos instantâneos (sopas prontas, noodles, risotos prontos) na lista do que deve ser limitado ao máximo.

Estudos brasileiros apontam que reduzir hambúrgueres, carnes processadas, salgadinhos e macarrão instantâneo ajuda na prevenção de insuficiência cardíaca e melhora a saúde cardiovascular, justamente pelo corte no excesso de sal.

Como diminuir o impacto se “bateu a pressa”:

  • Use só metade do sachê de tempero (ou menos) e complete com temperos naturais.
  • Cozinhe o macarrão e aproveite o formato, mas faça um “macarrão improvisado” com:
  • fio de azeite,
  • alho e cebola refogados,
  • legumes picados (cenoura, abobrinha, brócolis),
  • um pouco de frango desfiado ou ovo mexido.

Melhor ainda: tenha macarrão comum em casa (até o espaguete simples) e faça em quantidade para mais refeições.

3. Mortadela: o sanduíche rápido que pesa na pressão

Mortadela entra naquela categoria do “lanchinho rápido”: pão, fatias generosas, queijo… e pronto. O problema é que ela reúne vários pontos negativos para quem tem hipertensão:

Muito sódio por porção;

Gordura saturada;

Conservantes ligados a aumento de risco cardiovascular e de alguns tipos de câncer quando consumidos com frequência.

Trocas mais amigáveis para a pressão:

  • Em vez de mortadela diária, use:
  • frango desfiado caseiro,
  • carne moída refogada com pouco sal,
  • ovo cozido ou mexido,
  • pasta de atum com pouco sal.

Complete o sanduíche com folhas, tomate e cenoura ralada, que ajudam a aumentar o volume e reduzir a vontade de exagerar no recheio salgado.

4. Batata frita: combinação de gordura, sal e repetição

Aqui o problema é dupla: fritura + sal. Estudos mostram que quem consome fritura com frequência (várias vezes na semana) tem risco maior de desenvolver hipertensão, além de mais chances de ganhar peso e ter alterações de colesterol.

Quando a batata é congelada e já vem temperada, entra ainda mais sódio na conta.

Ideias mais leves para o dia a dia:

  • Troque a batata frita por batata assada em forno ou airfryer, com pouco óleo.
  • Use ervas (alecrim, páprica, orégano) no lugar de muito sal.
  • Alterne batata com mandioquinha, abóbora, mandioca cozida ou assada.

Se você come batata frita sempre que sai, vale estabelecer um acordo com você mesmo: não precisa ser nunca mais, mas também não pode ser toda vez.

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5. Pão: fonte de “sal escondido” na rotina

Pão francês, pão de forma, bisnaguinha… toda hora tem algum pão na mesa. Muita gente pensa só no carboidrato, mas o sódio do pão também conta — e bastante. Em diversos países, o pão aparece como uma das principais fontes de sal do dia, ajudando a empurrar a pressão para cima.

Um dos problemas é a soma: 1 pão no café, outro no lanche, torrada, bolacha salgada… quando percebe, boa parte da cota de sódio diária veio do “pãozinho” e dos parentes dele.

Como reorganizar isso:

  • Reduza a quantidade diária: em vez de 3 pães ao longo do dia, tente 1 ou 2.
  • Intercale com:
  • tapioca com pouco recheio salgado,
  • cuscuz com legumes,
  • frutas com aveia e iogurte natural.
  • Prefira versões com menos sódio quando possível (alguns pães integrais ou especiais informam isso no rótulo) e leia a tabela nutricional.

6. Refrigerante: açúcar, sódio e pressão subindo aos poucos

Refrigerante é um combo complicado para quem tem pressão alta:

Geralmente traz muito açúcar, que favorece ganho de peso, resistência à insulina e alterações metabólicas.

Pode conter sódio na fórmula, somando no total do dia.

Revisões científicas mostram que o consumo frequente de bebidas açucaradas (refrigerantes, chás e sucos adoçados) está associado a maiores níveis de pressão arterial e maior incidência de hipertensão.

Estudos com brasileiros reforçam a ligação entre refrigerante diário, sobrepeso e pressão alta.

Mais recentemente, pesquisa mostrou que até um copo de refrigerante adoçado por dia já aumenta o risco de desenvolver pressão alta em comparação com quem não bebe.

Caminhos para mudar isso:

  • Reduzir a frequência: se hoje é todo dia, tente começar por alguns dias da semana sem.
  • Substituir por:
  • água com rodelas de limão, laranja ou hortelã,
  • chá gelado sem açúcar,
  • água com gás com gotinhas de suco de fruta.

Evitar “trocar” o problema por outro: versões diet/zero podem não ter açúcar, mas muitas vezes mantêm cafeína e aditivos; para quem tem pressão alta, também merecem moderação.

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Fontes: OMS | PMC

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Da carteira no bolso ao celular na mão: a revolução silenciosa dos pagamentos

Da carteira no bolso ao celular na mão: a revolução silenciosa dos pagamentos

Há poucos anos, sair de casa sem carteira era impensável. Dinheiro, cartões, documentos — tudo fazia parte do “kit básico” para qualquer saída. Hoje, muita gente já vive uma realidade completamente diferente: basta o celular na mão. Os pagamentos por aproximação transformaram o jeito como compramos, vendemos e lidamos com o dinheiro, sem que a maioria de nós tenha notado o quão profunda foi essa mudança.

Com um simples toque no celular, smartwatch ou cartão, a transação acontece em segundos, sem senha, sem fila, sem contato. Essa tecnologia, que parecia distante ou até desconfiável no início, se tornou parte do nosso cotidiano — especialmente após a pandemia, quando a busca por formas de pagamento sem contato ganhou ainda mais força.

A praticidade que virou hábito

A maior revolução tecnológica é aquela que se torna invisível, que se encaixa tão bem na rotina que ninguém mais questiona. E foi isso que aconteceu com os pagamentos por aproximação. De uma inovação vista com curiosidade, eles passaram a ser uma preferência — tanto entre consumidores quanto entre vendedores.

No transporte público, nas padarias, farmácias, cafés, feiras ou lojas de rua, é cada vez mais comum ver clientes simplesmente encostando o celular no terminal de pagamento. E com a chegada de tecnologias como o Tap to Pay no iPhone, nem é mais necessário ter uma maquininha: o próprio celular do vendedor vira um terminal de pagamento, ampliando ainda mais o acesso à mobilidade financeira.

Essa mudança trouxe mais do que praticidade. Ela redesenhou o papel da carteira física, diminuiu o uso de dinheiro em papel, agilizou filas e promoveu um novo tipo de liberdade para quem vende e para quem compra.

Mais segurança e menos contato

Outro fator importante na adoção desse tipo de pagamento é a sensação de segurança. Ao contrário do que se pensava no início, os pagamentos por aproximação são altamente protegidos por camadas de criptografia e validação biométrica — como reconhecimento facial ou digital.

Além disso, o fato de não precisar digitar senha ou manusear dinheiro evita situações de exposição, contágio ou até perda de cartões. Essa segurança aliada à praticidade conquistou especialmente o público jovem e conectado, mas também vem ganhando espaço entre pessoas que antes tinham resistência a usar novas tecnologias.

Para quem vende, o risco de golpes com dinheiro falso ou troco errado diminui, e o controle financeiro se torna mais preciso, já que tudo é registrado automaticamente nas plataformas digitais.

O impacto nos pequenos negócios e no trabalho autônomo

Uma das transformações mais significativas que os pagamentos por aproximação trouxeram foi no universo dos pequenos negócios. Comerciantes de bairro, autônomos, profissionais liberais e vendedores ambulantes ganharam uma nova forma de receber — rápida, acessível e sem depender de grandes estruturas.

Com soluções que funcionam diretamente no smartphone, como o Tap to Pay, é possível vender sem maquininha, sem taxas fixas e com mais mobilidade. Basta ter um celular compatível e uma conexão à internet. O cliente aproxima o cartão ou o celular e pronto: venda realizada.

Isso é especialmente relevante em contextos onde a agilidade e a simplicidade fazem diferença, como em feiras, eventos, atendimento domiciliar, salões de beleza, deliverys informais e serviços por aplicativo. O vendedor consegue aceitar pagamentos com a mesma facilidade de uma grande loja, e o cliente sente que está sendo atendido com profissionalismo.

Quando tecnologia se encontra com inclusão

Apesar de ser uma inovação digital, os pagamentos por aproximação não ficaram restritos a grandes centros urbanos. Pelo contrário: eles vêm ganhando espaço também em regiões periféricas e cidades menores, onde o acesso ao sistema bancário tradicional muitas vezes é limitado.

A possibilidade de aceitar pagamentos pelo celular, sem depender de bancos físicos ou maquininhas caras, permite que mais pessoas possam empreender e vender com autonomia. É tecnologia a serviço da inclusão — sem exigir formação técnica, crédito aprovado ou alto investimento inicial.

Além disso, essa evolução ajuda também os consumidores que vivem em áreas mais afastadas, onde o dinheiro em espécie pode ser mais difícil de acessar. Com a aproximação, basta o celular para resolver tudo, de uma compra de R$ 5 a uma prestação de serviço mais cara.

Pagamentos invisíveis, relações mais humanas

Curiosamente, enquanto os pagamentos por aproximação tornam o processo de venda mais rápido e menos visível, eles acabam valorizando ainda mais o lado humano das relações comerciais. Com menos tempo gasto contando troco, digitando senha ou esperando autorização, sobra mais tempo para conversar, ouvir, atender melhor.

O cliente se sente respeitado, não precisa esperar e pode resolver tudo em segundos. Já o vendedor ganha agilidade para atender mais pessoas e manter o foco na experiência que oferece.

Essa tecnologia silenciosa, que opera em segundo plano, fortalece justamente o que é mais importante: o vínculo entre pessoas.

O celular como centro da vida financeira

Se antes o celular era usado apenas para ligações e mensagens, hoje ele concentra boa parte da vida financeira das pessoas. Com o avanço dos aplicativos de pagamento e das carteiras digitais, ele virou banco, carteira, cartão e até maquininha.

A chegada dos pagamentos por aproximação diretamente no iPhone, sem dispositivos extras, marca um novo momento: o do vendedor que carrega tudo o que precisa no bolso, sem fios, sem aparelhos, sem limites.

Essa flexibilidade é especialmente valiosa para quem trabalha por conta própria ou gerencia o próprio tempo. Dá para vender em casa, na rua, no carro, em eventos, em qualquer lugar onde o cliente esteja — sem depender de infraestrutura.

Para conhecer melhor como ativar essa função no seu celular e começar a vender apenas com um toque, você pode acessar pagamentos por aproximação e conferir como funciona.

 

7 sinais silenciosos de que você sofreu um trauma infantil (e como a ciência explica isso)

7 sinais silenciosos de que você sofreu um trauma infantil (e como a ciência explica isso)

A ideia de que “criança esquece fácil” não se sustenta mais diante da ciência. Um dos estudos mais influentes sobre o tema é o ACE Study (Adverse Childhood Experiences), conduzido por Vincent Felitti e Robert Anda, que mostrou como experiências adversas na infância — abuso, negligência, violência doméstica, humilhações constantes, abandono emocional — deixam marcas profundas no cérebro, no corpo e na forma como nos relacionamos na vida adulta.

Essas marcas nem sempre aparecem como lembranças claras. Muitas vezes, surgem como ansiedade, dificuldade de confiar, crises nos relacionamentos ou uma sensação vaga de que “tem algo errado” com você. Uma ideia muito presente no trabalho da psicóloga Josie Conti é que quando você entende o trauma, entende também que muitas das suas reações foram, por anos, tentativas de proteção.

A seguir, veja 7 sinais silenciosos que podem indicar que você viveu um trauma importante na infância.


1. Você vive em estado de alerta constante
Mesmo em situações aparentemente seguras, você se sente tenso, esperando que algo ruim aconteça. Isso é chamado de hipervigilância. É como se o corpo tivesse aprendido lá atrás que o mundo não é confiável — e nunca mais tivesse relaxado completamente.

2. Confiar em alguém parece sempre arriscado
Você até se relaciona, mas sempre com um pé atrás. A sensação é de que, a qualquer momento, a pessoa pode te trair, abandonar ou magoar. Em muitos casos, isso nasce de uma infância em que as figuras de cuidado eram imprevisíveis, agressivas, ausentes ou emocionalmente frias.

3. Você se culpa por quase tudo
Quando algo dá errado, a primeira reação é pensar: “a culpa é minha”. Adultos traumatizados com frequência carregam uma crença de fundo de que são insuficientes, problemáticos ou “defeituosos”. Isso costuma vir de anos ouvindo críticas, xingamentos, comparações ou sendo responsabilizado por problemas da família.

4. Dificuldade de saber o que sente (ou medo de sentir demais)
Em vez de perceber claramente tristeza, raiva, medo ou alegria, você sente um “nó” difícil de traduzir. Às vezes, parece mais fácil bloquear tudo do que entrar em contato com as emoções. Muitas crianças traumatizadas aprendem a “desligar” para suportar o que vivem — e chegam à vida adulta com esse modo automático ativado.

5. Medo exagerado de rejeição e abandono
Uma mensagem não respondida, um encontro cancelado, um silêncio um pouco maior… e o pânico aparece. Você sente que vai ser deixado de lado a qualquer momento. Esse medo costuma vir de vínculos iniciais rompidos, figuras de apego instáveis ou ameaças constantes de abandono.

6. Repetição de relacionamentos e situações destrutivas
Você sai de um relacionamento ruim e entra em outro muito parecido. Muda de ambiente, mas encontra o mesmo tipo de chefe abusivo, amigos que te usam, parceiros que te desrespeitam. A psicologia chama isso de compulsão à repetição: o cérebro tenta, sem perceber, recriar o cenário conhecido para tentar “consertar” algo que nunca foi curado.

7. Reações emocionais intensas a “pequenas coisas”
Uma crítica leve, um tom de voz mais alto, um esquecimento bobo… e, de repente, você está chorando, tendo crise de ansiedade ou explodindo de raiva. De fora, pode parecer exagero. Por dentro, é como se aquela situação tivesse apertado um botão que ativa memórias emocionais profundas, ligadas ao trauma.


Esses sinais não significam que você é fraco ou dramático. Significam que algo aconteceu com você em um período em que deveria haver proteção e cuidado — e não houve. E isso importa.

Um exemplo muito conhecido é o da atriz Viola Davis, vencedora do Oscar. Em sua autobiografia, ela relata ter crescido em meio à pobreza, violência e situações de extrema vulnerabilidade. Por anos, essas experiências impactaram sua autoestima, seus relacionamentos e sua saúde emocional. Falar sobre isso publicamente não apagou o passado — mas ajudou a ressignificá-lo e abriu espaço para que outras pessoas reconhecessem suas próprias dores.


E o que fazer com isso? O papel de terapias como o EMDR

Se você se identificou com vários desses sinais, não é um diagnóstico, mas pode ser um alerta para buscar ajuda profissional. Hoje, além da psicoterapia tradicional, existem abordagens específicas para trauma, como o EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing).

O EMDR é uma forma de tratamento que trabalha diretamente com as memórias traumáticas, usando estimulação bilateral (como movimentos oculares guiados, toques alternados ou sons) para ajudar o cérebro a “reprocessar” experiências dolorosas que ficaram “presas” no sistema nervoso. Em vez de apagar o passado, o EMDR diminui a carga emocional dessas lembranças, para que elas deixem de dominar suas reações no presente.

Aliado a um acompanhamento psicoterapêutico acolhedor e ético, esse tipo de técnica pode ajudar a reconstruir a sensação de segurança interna, fortalecer a autoestima e abrir espaço para relações mais saudáveis.

Reconhecer que houve trauma não é se vitimizar. É, como diria a ideia central muitas vezes reforçada por profissionais como Josie Conti: “Nada muda o que aconteceu, mas tudo pode mudar na forma como isso vive dentro de você.”

Agende um horário com a psicóloga Josie Conti.

Agricultura Familiar e Inovação: O Futuro Verde do Acre

Agricultura Familiar e Inovação: O Futuro Verde do Acre

A Transformação da Agricultura Familiar no Acre

No estado do Acre, a agricultura familiar tem passado por profundas transformações nos últimos anos. Com a introdução de tecnologias inovadoras e práticas sustentáveis, pequenos agricultores estão conseguindo aumentar a produtividade e garantir um futuro mais próspero para suas famílias. Esse avanço é resultado de uma combinação entre o respeito às tradições locais e a adoção de novos métodos de cultivo, que juntos estão redefinindo o setor agrícola na região.

Tecnologias Sustentáveis para um Futuro Melhor

A integração de tecnologias sustentáveis tem sido fundamental para o desenvolvimento da agricultura familiar no Acre. Ferramentas como sistemas de irrigação eficientes, drones para monitoramento de plantações e uso de energias renováveis estão se tornando cada vez mais comuns entre os agricultores locais. Essas inovações não só aumentam a produtividade, mas também ajudam a preservar o meio ambiente, promovendo uma produção mais ecológica.

Leia também: Tecnologia e Tradição: Uma Nova Era para a Agricultura Familiar no Brasil

Educação e Capacitação dos Agricultores

A educação e a capacitação são pilares essenciais para a transformação da agricultura familiar. Programas de treinamento têm sido oferecidos a agricultores em diversas partes do estado, capacitando-os para utilizar novas tecnologias e práticas sustentáveis. Essa educação continuada é crucial para que os pequenos produtores possam adotar inovações de forma eficiente, garantindo a aplicação correta e segura das novas técnicas.

O Impacto Econômico para as Comunidades

A modernização da agricultura familiar não se limita apenas ao aumento da produtividade. Ela também tem um impacto significativo na economia local, gerando emprego e renda para as comunidades. Com o aumento da produção agrícola, há uma maior circulação de dinheiro na região, o que leva ao desenvolvimento de outros setores, como o comércio e os serviços. Isso cria um ciclo econômico positivo que beneficia toda a comunidade.

Desafios e Oportunidades

Apesar dos avanços, ainda existem desafios a serem enfrentados. A falta de acesso a crédito e a dificuldade em comercializar os produtos no mercado são obstáculos que muitos agricultores ainda enfrentam. No entanto, as oportunidades de crescimento são enormes. Iniciativas de cooperação entre o governo, empresas privadas e organizações não-governamentais estão buscando soluções para esses desafios, promovendo políticas de apoio e financiamento específico para pequenos produtores.

A Importância da Pesquisa e Inovação

A pesquisa e a inovação continuam a ser fundamentais para a evolução da agricultura familiar no Acre. Investimentos em estudos que buscam novas variedades de culturas adaptadas ao clima local, bem como técnicas aprimoradas de manejo do solo, são essenciais para garantir a sustentabilidade a longo prazo. Resultados do Jogo do Bicho em São Paulo têm mostrado que, quando há investimento em pesquisa, os resultados são significativos, refletindo em melhorias para todos os envolvidos no processo.

Perspectivas para o Futurocanva

O futuro da agricultura familiar no Acre é promissor. Com a continuidade dos investimentos em tecnologia e educação, juntamente com políticas públicas eficazes, é esperado que os pequenos agricultores continuem a prosperar, garantindo sua sustentabilidade econômica e ambiental. Este modelo de desenvolvimento, que alia tradição e inovação, serve de exemplo para outras regiões do Brasil e do mundo, mostrando que é possível unir o melhor dos dois mundos para um futuro mais verde e sustentável.

Riscos de contratar crédito sem planejamento em momentos de instabilidade econômica

Riscos de contratar crédito sem planejamento em momentos de instabilidade econômica

Contratar crédito sem um planejamento adequado pode ser extremamente arriscado, especialmente em períodos de instabilidade econômica. As taxas de juros elevadas, variação cambial ou inflação podem aumentar o custo do crédito inesperadamente, tornando o pagamento mais difícil e comprometendo a saúde financeira.

A falta de planejamento pode resultar em dívidas impagáveis e impactar negativamente o bem-estar financeiro e emocional. Em períodos de instabilidade econômica, esses riscos são agravados, podendo causar endividamento crescente, restrição de acesso a novas linhas de crédito e aumento do estresse financeiro.

Investir em estratégias como análise de orçamento, simulação de parcelas e comparação de taxas é a chave para assegurar um bom negócio, garantindo escolhas conscientes e maior controle sobre as finanças. Um crédito consignado CLT pode aparecer como alternativa para quem precisa de recursos imediatos com parcelas descontadas direto do salário, reduzindo o risco de inadimplência e trazendo mais segurança no planejamento financeiro.

Endividamento excessivo

A contratação de crédito sem planejamento pode gerar endividamento excessivo, quando as dívidas ultrapassam a capacidade de pagamento. Um sinal comum desse cenário é recorrer a novas linhas de crédito somente para quitar compromissos anteriores.

A ausência de controle financeiro aumenta a dependência de empréstimos e cartões de crédito, dificultando a saída do ciclo de dívidas. Avaliar as condições financeiras, acompanhar regularmente o orçamento e evitar contrair novas pendências antes de quitar as existentes ajuda a manter o equilíbrio e reduzir o risco de endividamento excessivo.

Inadimplência e seus efeitos

Contratar crédito sem organização prévia pode ocasionar inadimplência, impactando negativamente o score de crédito e dificultando o acesso a novos empréstimos no futuro. Isso pode agravar ainda mais a situação financeira do consumidor, gerando inclusão em cadastros negativos e aumento das taxas de juros.

Manter um fundo de emergência e buscar renegociar dívidas quando necessário ajuda a reduzir esses riscos. Essas medidas permitem lidar com imprevistos sem comprometer os pagamentos e manter o controle das finanças.

Aumento das taxas de juros

Outro risco da falta de planejamento é a exposição ao risco de aumento das taxas de juros, especialmente em períodos de instabilidade econômica. Alterações nas políticas monetárias ou mudanças no mercado financeiro podem elevar o custo do crédito inesperadamente.

O aumento das taxas impacta o valor das parcelas, tornando o pagamento mais difícil e comprometendo o orçamento. Optar por taxas fixas sempre que possível é uma alternativa para reduzir esse risco e oferece maior previsibilidade financeira.

Comprometimento excessivo da renda

Não se planejar para contratar um empréstimo pode comprometer a renda mensal e dificultar o pagamento de outras despesas essenciais. Isso aumenta o risco de endividamento e limita a capacidade de lidar com imprevistos financeiros.

Limitar o percentual da renda comprometida com dívidas pode evitar essa situação. Calcular esse percentual envolve a análise detalhada das despesas mensais, cortando gastos supérfluos e ajustando prioridades financeiras para garantir que as obrigações sejam cumpridas sem comprometer o equilíbrio do orçamento.

Dicas para se planejar e utilizar o crédito estrategicamente

Planejar o uso do crédito de forma estratégica envolve ter um orçamento detalhado e avaliar cuidadosamente as próprias condições financeiras. Considerar cenários econômicos adversos ajuda a preparar-se para imprevistos e evitar surpresas desagradáveis.

Criar um fundo de emergência e optar por taxas de juros fixas, sempre que possível, contribui para um controle mais seguro das finanças. Além disso, ao recorrer a crédito, optar por modalidades consignadas pode ser uma alternativa interessante para evitar inadimplência, pois as parcelas são descontadas direto da renda.

Investir em educação financeira é essencial, afinal, permite compreender melhor os riscos e benefícios de cada tipo de crédito e tomar decisões mais conscientes. Assim, é possível minimizar riscos como endividamento excessivo e perda de controle financeiro, mantendo a saúde financeira estável.

Mapa de alerta: ciclone avança, pode levar chuva de 160 mm e causar transtornos em vários estados

Mapa de alerta: ciclone avança, pode levar chuva de 160 mm e causar transtornos em vários estados

Uma virada intensa no padrão de tempo está no radar para o começo de dezembro, segundo a Meteored.

A combinação entre a formação de um ciclone e a atuação da ZCAS deve espalhar temporais, rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h e acumulados de chuva perto dos 160 mm em alguns pontos do país, o suficiente para causar transtornos em áreas urbanas e rurais.

Até segunda-feira (8), o cenário ainda é de tempo firme na maior parte da região Sul e em áreas do Sudeste. É nesse dia que começa o processo de ciclogênese, ou seja, o desenvolvimento do ciclone.

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De acordo com os meteorologistas, as primeiras tempestades mais fortes tendem a se concentrar no oeste do Rio Grande do Sul, com pancadas intensas e risco de vento forte já nas primeiras horas de atuação do sistema.

O meteorologista Matheus Manente, da Meteored, explica que uma área de baixa pressão vai se aprofundar sobre o Sul do Brasil, organizando a atmosfera para o surgimento de um ciclone mais intenso e de uma frente fria associada.

Esse conjunto é o que favorece a formação de tempestades severas, com nuvens carregadas, queda brusca de pressão e possibilidade de tempo muito instável em grande parte da região.

Na terça-feira (9), o sistema avança e passa a influenciar outros estados. A projeção é de temporais com potencial para alagamentos, transbordamento de rios e deslizamentos de encostas, principalmente em áreas mais vulneráveis. Também há chance de queda de granizo em pontos isolados ao longo da atuação da frente fria.

Entre os dias 8 e 15 de dezembro, a Meteored destaca que a chuva volumosa deve se concentrar, principalmente, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, São Paulo e no oeste de Minas Gerais.

Nessas áreas, os acumulados podem se somar ao longo de vários dias seguidos de instabilidade, aumentando o risco de problemas como enxurradas e interrupções em estradas.

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Depois da formação mais organizada do ciclone na terça, a tendência é que a chuva perca força no Sul já na quarta-feira (10). Para quinta-feira (11), a previsão indica um período de tempo firme na maior parte da região Sul, com sol predominando e ar mais seco voltando a ganhar espaço.

Isso não significa trégua geral: as tempestades continuam atuando sobre o extremo norte do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo por causa do avanço da frente fria em direção ao interior do país. Nessas áreas, seguem valendo os alertas para temporais, rajadas de vento e chuva frequente.

Ao longo da semana, o sistema deve organizar uma nova Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS).

Esse corredor de umidade ajuda a manter a chuva intensa e persistente sobre partes do Sudeste e do Centro-Oeste, mantendo o cenário de tempo carregado e acumulados elevados de precipitação justamente nos estados que já estão na mira do ciclone.

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Fonte: TEMPO

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Esse sapato “feio” que parece uma batata virou obsessão na moda — e o motivo é simples

Esse sapato “feio” que parece uma batata virou obsessão na moda — e o motivo é simples

Um dos sinais mais claros de que a moda mudou de rumo nos últimos anos está nos pés das pessoas.

De repente, aqueles sapatos largos, arredondados, meio desengonçados — que muita gente chamaria de “feios” sem pensar duas vezes — começaram a aparecer em tudo quanto é lugar: aeroporto, feed de Instagram, passarela, escritório, supermercado.

O apelido pegou: sapato batata. E é justamente esse formato gordinho, cheio, “inflado”, que virou objeto de desejo em um momento em que conforto passou a pesar mais do que aparência formal.

Quando você olha com carinho para esse tipo de calçado, logo enxerga a família inteira: o slipper da Ugg, queridinho de surfistas, de estudantes e, depois, da moda de luxo; o clog Boston da Birkenstock, com aquela parte da frente arredondada que lembra um legume gorduchinho; mules, slip-ons e tênis que parecem ter sido modelados em argila ou espuma, sempre com a ponta generosa e a sola acolchoada.

Não é coincidência que tanta marca esteja apostando nesse visual: existe uma história longa por trás dessa forma estranha que, de repente, virou tendência.

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O “vai e vem” da ponta do sapato

Ao longo dos anos, a moda vive mexendo no formato do bico dos sapatos: épocas de pontas finíssimas são seguidas por fases em que o desenho arredondado volta com força.

Segundo Elizabeth Semmelhack, diretora do Bata Shoe Museum, em Toronto, os modelos mais largos costumam ganhar espaço quando o pé já passou tempo demais sofrendo com calçados apertados e duros.

Na época do movimento sufragista, entre os anos 1910 e início dos anos 1920, por exemplo, as mulheres começaram a usar botas com pontas curtas e baixinhas, apelidadas de “nariz de buldogue”, como reação aos saltos altos extremamente finos e bicos agudos que vinham antes. Era uma forma de respirar um pouco, literalmente, dentro dos sapatos.

Os “sapatos batata” atuais, explica Semmelhack, têm parentesco direto com modelos ortopédicos que ficaram conhecidos nos anos 1970.

Em meio ao crescimento de mercados naturais, lojas de produtos orgânicos e estúdios de ioga, muita gente se sentiu atraída por calçados que prometiam alinhamento postural, conforto e bem-estar.

Um dos símbolos dessa fase foi o Earth Shoe, modelo dinamarquês com solado curioso, que deixou de ser nicho para virar fenômeno de vendas nos Estados Unidos em 1973.

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Das prateleiras alternativas aos tênis gigantes

Mesmo depois que o Earth Shoe perdeu o brilho, o formato arredondado continuou reaparecendo aqui e ali. Em 1994, um artigo do New York Times se referiu ao Nike Air Moc — um tênis sem cadarço, quase um saco que abraçava o pé — como “sapato batata”.

A graça estava justamente no contraste com o Air Jordan, símbolo do tênis atlético, estruturado e cheio de detalhes: o Air Moc era o avesso disso, todo minimalista e fofinho.

Na mesma década, o skate ajudou a reforçar o visual volumoso. Marcas como DC, Etnies e Globe começaram a lançar tênis exageradamente grandes, com línguas grossas, espuma por todo lado e silhueta robusta.

Eram o oposto dos slip-ons finos da Vans: em vez de leveza, acolchoamento total, como se o pé estivesse enterrado numa batata assada prestes a transbordar.

Nada disso, porém, se compara ao momento recente, em que o formato “batata” saiu de nicho e virou regra em muita coleção.

Quando o conforto virou prioridade oficial

A virada decisiva veio na pandemia. Com gente trancada em casa, trocando roupa de trabalho por moletom e passando mais tempo em ambientes informais, a exigência sobre o calçado mudou.

Sapato social duro perdeu espaço para modelos que pudessem ser calçados e tirados rápido, não machucassem e combinassem com um dia de computador, sofá, mercado e reunião no vídeo.

Foi aí que clogs, mules e slip-ons arredondados entraram de vez no radar. Em 2020, o site Hypebeast chegou a chamar o Birkenstock Boston de “o sapato perfeito para o momento”.

Dois anos depois, o modelo continuava em alta, aparecendo entre os produtos mais desejados do Lyst Index, ranking que monitora o comportamento de compra na moda global.

Em paralelo, as Crocs viveram um renascimento curioso. O que já foi tratado como sapato “brega” virou objeto de colaboração com estilistas e marcas importantes, fazendo parcerias com designers como Simone Rocha e até com franquias de entretenimento, incluindo personagens de desenhos e séries. A lógica por trás do sucesso, como resumiu o stylist e comprador Jian DeLeon, era direta: conforto e praticidade.

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Birkenstock Boston, clones e variações

Com a explosão de interesse no Boston, o clog da Birkenstock deixou de ser um modelo discreto e virou referência que todo mundo queria copiar ou adaptar.

A marca precisou ampliar a linha: surgiram versões com solado mais robusto, modelos pensados para chefs e trabalhadores que passam o dia em pé, alternativas com forro de pelo competindo diretamente com a Ugg e novas cores e materiais.

A linha de alta gama Birkenstock 1774 passou a receber colaborações com designers convidados. Entre eles, o francês Thibo Denis, da Louis Vuitton, que vê nos sapatos exagerados uma forma de definir a personalidade de quem usa.

Para ele, aumentar a escala do calçado faz com que o pé vire ponto focal do look. Ainda assim, Denis faz uma ressalva: não quer ser visto apenas como o “designer do tamanho gigante” — a preocupação principal, segundo ele, é simples e muito física: “o pé precisa de espaço”.

Yeezy Foam Runner e a corrida pelo sapato mais estranho

Quando o “sapato batata” virou item de desejo, as marcas começaram a testar limites de formato e material.

O professor Dal Chodha, especialista em comunicação de moda na Central Saint Martins, comenta que parte dessa movimentação veio de uma leitura superficial de tendência: se o mercado está comprando sapatos mais largos, muita gente corre para lançar versões parecidas sem pensar tanto no conceito.

Em meio a isso, um modelo específico se destacou: o Yeezy Foam Runner, assinado por Kanye West e lançado em 2020.

Feito em espuma, com recortes vazados e cores que lembram areia e argila, o tênis tinha aparência orgânica, quase escultural, mas sem delicadeza. O visual dividiu opiniões, e justamente por isso se tornou altamente influente.

Nem todas as marcas escolheram seguir a linha “alienígena”. Várias preferiram ficar no caminho seguro: clogs e mules que, de longe, lembram muito o Birkenstock Boston. Prada, Brunello Cucinelli, Isabel Marant, Fendi e Burberry, por exemplo, apresentaram modelos com frente arredondada e estrutura semelhante.

Paralelamente, redes acessíveis como Shein e varejistas como Steve Madden passaram a vender alternativas mais baratas, mostrando que o formato tinha se espalhado da passarela à loja de departamento sem cerimônia.

De trauma de sapato social ao carinho pelo “sapato batata”

Se, de um lado, tem explicação histórica e análise de tendência, do outro existe a experiência concreta de quem usa.

Muita gente que cresceu usando tênis de skate enormes ou sandálias mais largas acabou abandonando esse tipo de calçado ao entrar na vida adulta, trocando por sapatos sociais rígidos ou tênis de perfil baixo, considerados “mais elegantes” para trabalho.

A pandemia reabriu essa conversa. Com o tempo livre em casa e o clima mais informal, quem sempre se virava com oxford, scarpin ou sapatênis começou a testar clogs, slippers inflados, slides com solas mais altas e modelos vendidos como “sapatos de recuperação”, pensados para aliviar o pé depois de um treino ou de um dia puxado.

Aos poucos, a pergunta mudou de “esse sapato é bonito?” para “por que eu me forcei a usar coisa apertada por tanto tempo?”.

O resultado prático apareceu no armário: muita gente vendeu ou largou de vez sapatos duros, investiu em opções mais largas e descobriu que é possível ter um calçado com cara de moda que, ao mesmo tempo, deixa os dedos se espalharem.

Mesmo com o retorno de tendências de tênis mais finos — como modelos retrô dos anos 70, entre eles Adidas Samba e Onitsuka Tiger, além dos chamados “tênis bailarina” — bastou um dia pisando em piso irregular para lembrar por que o “sapato batata” tinha conquistado tanta gente.

E, na hora de sair de casa de novo, o caminho de volta foi rápido: dos tênis estreitos para o clog gorducho, dos sapatos delicados para o modelo que abraça o pé. No fim das contas, entre estética e dor, a frase de Thibo Denis ajuda a explicar por que esse sapato “feio” segue em alta: o pé realmente precisa de espaço.

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Essa minissérie da Netflix quebrou recordes com 112 milhões de views e (quase) ninguém acredita no motivo

Essa minissérie da Netflix quebrou recordes com 112 milhões de views e (quase) ninguém acredita no motivo

De vez em quando aparece uma minissérie que não só domina o catálogo por algumas semanas, como mexe com hábitos fora da tela. Foi o que aconteceu com O Gambito da Rainha, produção lançada em 2020 que transformou um jogo clássico em assunto de bar, de redes sociais e de lojas de brinquedo.

Em pouco tempo, a história da enxadrista Beth Harmon virou referência quando se fala em qualidade de roteiro, atuação e direção — e, de quebra, ajudou a popularizar o xadrez de um jeito que não se via há décadas.

Hoje, mais de cinco anos depois da estreia, a minissérie continua firme entre os títulos mais lembrados da Netflix. E há um motivo concreto para isso: ela quebrou recordes.

De acordo com dados divulgados pelo próprio serviço e por veículos especializados, O Gambito da Rainha alcançou cerca de 112,8 milhões de visualizações nos primeiros 91 dias, tornando-se, na época, a minissérie mais assistida da história da plataforma antes de ser ultrapassada por produções posteriores.

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Leia tambémA Netflix lançou um filme tão impactante que já é apontado como sua maior obra-prima — e mal chegou ao catálogo!

Uma adaptação que levou três décadas para sair do papel

O caminho até a Netflix foi longo. O romance “The Queen’s Gambit”, de Walter Tevis, foi publicado nos anos 1980, e desde o início havia interesse em adaptar a história para o audiovisual.

O produtor Allan Scott comprou os direitos ainda no começo dos anos 1990 e passou anos tentando viabilizar o projeto em diferentes formatos, sem sucesso.

A virada acontece quando a Netflix decide bancar o projeto, com Scott Frank à frente do roteiro e da direção.

A partir desse ponto, a adaptação finalmente sai do rascunho para a produção efetiva: sete episódios, lançados em outubro de 2020, ambientados entre os anos 1950 e 1960, acompanhando a ascensão de Beth Harmon, uma órfã com talento absurdo para o xadrez e um histórico complexo de dependência química.

Essa combinação de bastidores longos com execução muito cuidadosa ajuda a explicar por que a minissérie tem cara de projeto que foi pensado em detalhe, e não feito às pressas só para ocupar espaço no catálogo.

Anya Taylor-Joy no centro de tudo – e muito bem cercada

Um dos pontos mais comentados desde a estreia é a escolha de Anya Taylor-Joy para viver Beth Harmon.

A atriz já chamava atenção em filmes anteriores, mas aqui ganhou um papel que exige mudança de postura, de expressão e de intensidade ao longo de vários anos da vida da personagem.

Cada fase da protagonista — da adolescente introvertida na casa adotiva até a estrela do circuito internacional de xadrez — pede nuances diferentes, e ela entrega isso com consistência.

Ao mesmo tempo, a minissérie cuida para que Beth não vire um “show de uma pessoa só”.

O elenco de apoio é construído com zelo: figuras como Mr. Shaibel, o zelador que ensina xadrez à menina no orfanato, Jolene, amiga de infância, e rivais que se tornam aliados, como Harry Beltik e Benny Watts, ganham tempo de tela suficiente para ter presença real na trama.

Nenhum deles está ali só para servir de escada; todos ajudam a mostrar diferentes lados da protagonista e do ambiente competitivo em que ela se insere.

Esse equilíbrio faz diferença: o público acompanha a trajetória de Beth, mas também entende como as relações em volta dela influenciam vitórias, recaídas e decisões importantes.

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Forma de biografia, liberdade de ficção

O Gambito da Rainha tem cara de biografia clássica, mas fala de uma personagem que não existiu. Beth Harmon é criação de Walter Tevis, o que dá a Scott Frank um espaço maior para montar a vida da protagonista do jeito que melhor serve à narrativa.

A minissérie escolhe contar a história de maneira linear, do orfanato à consagração nos grandes torneios internacionais. Essa estrutura facilita a conexão de quem assiste com a evolução da personagem: é possível ver com clareza como traumas, medos, vícios e talentos vão se acumulando.

Ao mesmo tempo, como não há obrigação de seguir fatos históricos, o roteiro tem liberdade para construir partidas, rivais e situações dramáticas que condensam dilemas internos de Beth — sem virar documentário, mas também sem se afastar completamente do ambiente real do xadrez competitivo.

Outro detalhe importante é o cuidado com o jogo em si. A produção contou com nomes como Garry Kasparov e Bruce Pandolfini como consultores, o que ajudou a deixar as partidas críveis e visualmente interessantes tanto para quem entende do esporte quanto para quem nunca estudou uma abertura na vida.

Fenômeno de audiência e efeito fora da tela

Quando a minissérie chegou ao catálogo, o impacto foi rápido. Em poucas semanas, liderou rankings internos da Netflix em vários países e se tornou, segundo a própria plataforma, sua série limitada roteirizada mais vista até então, com dezenas de milhões de lares assistindo no primeiro mês e mais de 112 milhões de visualizações acumuladas em três meses.

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Mas o barulho não ficou restrito aos números da tela inicial. Veículos como The Washington Post, The New York Times e outros apontaram um boom de interesse em xadrez logo depois do lançamento: aumento expressivo na venda de tabuleiros, crescimento nas buscas em sites especializados, explosão de novos cadastros em plataformas de jogo online e maior participação de mulheres entre novos praticantes.

Além dos dados de audiência, a minissérie colecionou prêmios importantes, incluindo 11 Emmys, entre eles o de Melhor Minissérie ou Série Antológica, e dois Globos de Ouro, incluindo Melhor Minissérie e Melhor Atriz para Anya Taylor-Joy.

Esses reconhecimentos consolidaram O Gambito da Rainha como uma das produções mais marcantes da fase recente da Netflix.

Nesse conjunto — desempenho de audiência, efeitos no interesse pelo xadrez, reconhecimento de crítica e prêmios — está o motivo pelo qual, mesmo depois de ter seu recorde superado por outras produções, O Gambito da Rainha continua sendo aquela minissérie que muita gente recomenda quando alguém pergunta: “O que vale começar hoje na Netflix?”

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Por que cada vez mais pessoas acima dos 40 escolhem essas 5 profissões

Por que cada vez mais pessoas acima dos 40 escolhem essas 5 profissões

Chegar aos 40 anos, olhar para a própria carreira e pensar “desse jeito não dá mais” tem se tornado bem comum.

Às vezes o problema é o cansaço de anos na mesma função; em outros casos, é a conta que não fecha, o medo de demissão ou a sensação nítida de que sua experiência poderia render mais em outro lugar.

O ponto é: a fase dos 40 em diante deixou de ser vista como “reta final” e passou a ser enxergada como terreno fértil para recomeços mais estratégicos e conscientes.

Essa mudança tem muito a ver com o que está acontecendo fora da sua vida também. O Brasil está envelhecendo, as pessoas vivem mais tempo e permanecem ativas por mais anos.

Ao mesmo tempo, a economia gira cada vez mais em torno de tecnologia, serviços personalizados e cuidado humano. Isso abre espaço para profissões que misturam três fatores que quem passa dos 40 valoriza muito: previsibilidade de renda, autonomia no dia a dia e respeito pela bagagem acumulada.

Dentro desse cenário, cinco caminhos aparecem com força para quem quer virar a chave: consultoria, trabalho por aplicativo, profissões técnicas, cuidado com idosos e vendas autônomas/representação comercial. A seguir, um panorama prático de cada um.

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Recomeçar depois dos 40: experiência como ativo, não como peso

Por muito tempo, ter mais de 40 significava disputar vaga sentindo que a idade jogava contra. Em vários setores isso ainda acontece, mas há um movimento claro na direção contrária: empresas, famílias e clientes estão aprendendo a valorizar alguém que já lidou com crises, erros, metas apertadas e convivência com pessoas muito diferentes.

Nessa faixa etária, muita gente já passou por demissão, mudança de área, empreendedorismo, retorno ao emprego fixo e uma boa quantidade de situações que não se aprende em curso nenhum. Isso pesa a favor em atividades que exigem confiança, leitura rápida de contexto, calma para tomar decisão e conversa olho no olho.

Outro ponto é a formação. Hoje existem cursos técnicos, especializações rápidas e treinamentos online que duram poucos meses e ajudam a encaixar competências antigas em funções novas. Em vez de voltar para uma graduação de quatro ou cinco anos, é possível direcionar o estudo para algo mais prático, que encurte o caminho até uma nova fonte de renda.

1. Consultoria: transformar experiência em serviço

Para quem já respirou anos de administração, finanças, gestão de pessoas, marketing, operações ou áreas correlatas, a consultoria costuma ser o primeiro caminho que vem à cabeça — e com motivo.

Empresas menores, com estrutura enxuta, muitas vezes não conseguem manter um profissional sênior na folha de pagamento. Mesmo assim, elas precisam de alguém que ajude a organizar processos, entender números, treinar equipes ou destravar vendas. É aí que entra o consultor.

Na prática, o trabalho costuma envolver:

  • Diagnosticar problemas (desorganização, falta de controle financeiro, dificuldades de liderança, queda de vendas);
  • Propor ajustes viáveis dentro da realidade do negócio;
  • Acompanhar a implementação por um período definido.

É possível atuar sozinho, em parceria com outros profissionais que se complementam (por exemplo, alguém forte em gestão + alguém forte em marketing) ou ligado a uma consultoria maior. O atendimento pode ser totalmente online, presencial ou misto, o que amplia a área de atuação para além da própria cidade.

Um diferencial importante para quem recomeça nessa área aos 40 é o networking acumulado: ex-colegas, clientes antigos, fornecedores e parceiros podem virar a primeira carteira de clientes. A transição costuma ser mais suave quando a pessoa começa a atender como consultor em paralelo ao emprego, testando o modelo antes de apostar tudo.

2. Trabalho por aplicativo: entrada rápida e controle de agenda

O crescimento de apps de transporte, entrega de refeições, mercado e encomendas abriu um tipo de ocupação que, goste-se ou não, virou parte relevante da economia brasileira. Para quem passou dos 40 e precisa gerar renda com urgência, dirigir ou entregar por aplicativo tem algumas características que chamam atenção.

Entre elas:

  • Começo relativamente rápido: a exigência formal é menor do que em empregos tradicionais; em geral, é preciso veículo, documentação em dia e cadastro aprovado;
  • Controle de horários: a pessoa decide quando liga e quando desliga o app, o que ajuda quem precisa conciliar trabalho com estudos, filhos, tratamento de saúde ou outro projeto;

Possibilidade de renda diária, com saques frequentes.

Por outro lado, há pontos importantes para avaliar com cuidado: custos de combustível, manutenção, taxas da plataforma, impostos, riscos de segurança e flutuações na demanda. Quem entra nesse mercado após os 40 costuma se dar melhor quando encara a atividade como negócio, não como “bico”, calculando gasto por quilômetro, escolhendo horários de maior movimento e combinando aplicativos para não rodar vazio.

Para alguns, os apps acabam virando ponte: ajudam a segurar as contas enquanto a pessoa se prepara para outra transição, faz curso técnico, monta uma pequena empresa ou testa outra área.

3. Profissões técnicas: demanda constante e possibilidade de empreender

Serviços de manutenção elétrica, hidráulica, refrigeração, instalação de sistemas de segurança, reparos em geral e manutenção predial raramente ficam sem procura. Empresas, condomínios e residências sempre têm algo quebrando, precisando ser instalado ou revisado.

Em muitas cidades, a queixa é a mesma: falta profissional de confiança com agenda disponível. Para quem está recomeçando após os 40, esse grupo de profissões tem vantagens bem concretas:

Formação focada em prática, por meio de cursos técnicos ou profissionalizantes de curta duração;

Possibilidade de atuar como autônomo, microempreendedor individual ou prestador de serviço terceirizado;

Atendimento tanto para pessoa física quanto para empresas, o que ajuda a montar uma base diversificada de clientes.

Boa parte dos cursos já inclui treinamento em laboratório ou oficina, o que é ideal para quem nunca trabalhou com ferramentas ou instalações. Com o tempo, muitos profissionais passam a:

  • Montar pequenas equipes próprias;
  • Fechar contratos recorrentes com condomínios e comércios;
  • Oferecer pacotes de manutenção preventiva, o que dá mais previsibilidade de receita do que depender só de chamados emergenciais.

Para quem vem de outra área e quer algo mais “pé no chão”, com demanda visível na cidade, esse tipo de profissão costuma ser uma escolha sólida.

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4. Cuidado com idosos: trabalho em crescimento e valor para a maturidade

O aumento de pessoas com 60, 70, 80 anos ou mais gera uma demanda direta por cuidadores, acompanhantes e profissionais de apoio à rotina de idosos. Famílias com pais ou avós que precisam de ajuda diária nem sempre conseguem oferecer esse cuidado sozinhas e recorrem a alguém preparado para isso.

Aqui, a idade acima dos 40 costuma ser vista como ponto positivo, não como problema. Maturidade, senso de responsabilidade, paciência e capacidade de lidar com situações delicadas contam muito na escolha.

O trabalho pode incluir:

  • Acompanhamento em casa, em clínicas ou instituições de longa permanência;
  • Auxílio em atividades básicas (higiene, alimentação, locomoção);
  • Organização de medicações, com atenção a horários;

Observação do estado geral, comunicando à família ou à equipe de saúde qualquer mudança relevante.

Existem cursos específicos para cuidadores de idosos, oferecidos por escolas técnicas, hospitais-escola, entidades sociais e instituições privadas. Esses cursos abordam noções de saúde, ética, postura profissional e limites de atuação (o cuidador não substitui enfermeiro ou médico, mas complementa o cuidado).

Para quem já lidou com parentes idosos ou sempre teve facilidade em conviver com pessoas dessa faixa etária, esse recomeço pode unir renda, propósito e aproveitamento da maturidade emocional.

5. Vendas autônomas e representação comercial: renda ligada à rede de contatos

Ao longo da vida profissional, é comum construir uma rede que passa por empresas, associações de bairro, igrejas, escolas, clubes, negócios locais e conhecidos de longa data. Depois dos 40, esse círculo de relacionamento pode virar base para trabalhar com vendas autônomas ou representação comercial.

Alguns caminhos possíveis:

  • Vender diretamente produtos de cosméticos, bem-estar, alimentação, moda, educação, tecnologia, seguros, entre outros, usando contato pessoal, redes sociais e catálogos digitais;
  • Atuar como representante comercial de uma marca, visitando pontos de venda, negociando condições e acompanhando resultados.

Em geral, o modelo oferece:

  • Organização flexível de horário;
  • Ganho ligado ao volume de vendas ou à carteira de clientes;
  • Possibilidade de começar em paralelo a outra fonte de renda e ir ajustando o peso de cada uma.

Quem já trabalhou com atendimento ao público, negociação, gestão ou liderança costuma se adaptar com mais naturalidade, porque já está acostumado a ouvir necessidades, apresentar soluções e lidar com objeções.

O olhar mais maduro ajuda a escolher segmentos que façam sentido para o próprio contexto, evitando entrar em propostas confusas ou pouco transparentes.

Aos 40 ou mais, o recomeço costuma ser menos impulsivo e mais estratégico.

Em vez de trocar de profissão no escuro, o ideal é cruzar três perguntas: qual dessas rotas conversa com a história que você já tem, qual se conecta com a vida que você quer levar daqui pra frente e em qual delas você está disposto a investir energia real de aprendizado e adaptação?

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Fonte: RH Portal | Senado Federal

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Ingrediente vetado! Suplemento famoso com planta “da moda” é proibido pela Anvisa e causa alerta geral

Ingrediente vetado! Suplemento famoso com planta “da moda” é proibido pela Anvisa e causa alerta geral

Produtos “naturais” e cápsulas que prometem melhorar saúde têm ganhado espaço nas prateleiras e nas redes sociais, mas alguns deles estão na mira da fiscalização.

A Anvisa determinou a apreensão imediata e a interrupção da produção de três suplementos alimentares vendidos no Brasil, após identificar problemas graves de registro e de composição – incluindo o uso de uma planta que virou queridinha em receitas caseiras, mas que é proibida em alimentos industrializados.

A medida atinge os suplementos Prosatril, Erenobis e Óliver Turbo. De acordo com a Anvisa, nenhum desses produtos tinha registro, notificação ou cadastro que comprovasse segurança, qualidade e regularidade para consumo.

Ou seja, estavam sendo colocados no mercado sem cumprir requisitos básicos exigidos para suplementos alimentares no país.

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Um dos pontos que mais chama atenção no caso é o Erenobis, da empresa Ms Comércio de Produtos Naturais Ltda..

Durante a fiscalização, a agência identificou que a fórmula do produto incluía ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), planta bastante conhecida em hortas e receitas regionais, mas cuja utilização em alimentos processados e suplementos está vetada pela Anvisa desde abril, por falta de estudos que comprovem segurança nesse tipo de uso.

Segundo a agência, o problema não é o consumo tradicional da planta em preparos caseiros, e sim a presença dela em produtos industrializados sem comprovação técnica de segurança, dose adequada e controle de processo.

Por isso, qualquer suplemento que utilize ora-pro-nóbis na fórmula entra automaticamente em situação irregular.

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No caso do Prosatril, também ligado à Ms Comércio de Produtos Naturais Ltda., os problemas foram além da ausência de registro. A empresa divulgava que o suplemento continha vitamina E e zinco e que teria registros aprovados pela Anvisa.

Ao checar as informações, o órgão constatou que esses registros eram falsos, o que agravou o quadro e reforçou a necessidade de retirar o produto de circulação.

Já o Óliver Turbo, do Instituto Oliver Cursos Preparatórios Ltda., era divulgado como um produto capaz de melhorar foco, concentração e desempenho nos estudos, com supostos certificados da Anvisa.

A agência ressaltou que esse tipo de promessa terapêutica não é permitido para suplementos alimentares e que o produto também não tinha qualquer regularização válida.

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Em resumo, faltavam registro, base científica e autorização para as alegações feitas na divulgação.

Em nota, a Anvisa resumiu o problema: os três suplementos estavam sendo comercializados e anunciados sem registro, notificação ou cadastro, e no caso do Erenobis ainda havia a presença de um ingrediente barrado em produtos processados.

Com isso, a agência determinou a suspensão do consumo, o recolhimento de lotes que ainda estejam em circulação e a interrupção oficial da fabricação desses itens.

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Fonte: Gov.br

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Quanto custa agora? Nova regra derruba preço da CNH e Brasil sai da lista das habilitações mais caras do mundo

Quanto custa agora? Nova regra derruba preço da CNH e Brasil sai da lista das habilitações mais caras do mundo

Tirar a carteira de motorista no Brasil sempre foi sinônimo de gasto alto, burocracia e muita paciência. Mas uma decisão recente do Contran promete mexer direto nessa conta.

Com uma nova regra que tira a obrigatoriedade das aulas em autoescola para quem quer a primeira CNH, o país deve sair da lista dos campeões mundiais em habilitação cara e abrir espaço para processos bem mais baratos.

A mudança foi aprovada na segunda-feira (1º) pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e passa a valer depois de ser publicada no Diário Oficial da União, o que deve acontecer ao longo desta semana.

A partir daí, os Detrans estaduais terão que se ajustar à nova regra, que interfere em um dos pontos que mais pesavam no bolso do candidato: o pacote obrigatório de aulas em autoescolas.

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No mesmo dia em que a resolução foi aprovada, o CLP (Centro de Liderança Pública) divulgou uma nota técnica destacando o impacto dessa decisão no cenário internacional.

Segundo o documento, a flexibilização deve tirar o Brasil do grupo de países onde a habilitação consome a maior fatia da renda anual do cidadão.

Hoje, quem decide tirar a CNH por aqui enfrenta uma despesa considerável. De acordo com o levantamento do CLP, o custo médio para conseguir a carteira gira em torno de R$ 3,2 mil.

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Desse total, cerca de R$ 2,5 mil vão direto para as autoescolas, em forma de aulas teóricas e práticas, e aproximadamente R$ 700 são destinados a taxas obrigatórias cobradas pelos órgãos de trânsito.

Quando esse valor é colocado lado a lado com a renda média anual do brasileiro, estimada em R$ 41 mil, a CNH acaba representando 7,8% do que a pessoa ganha em um ano inteiro.

É esse percentual elevado que empurra o Brasil para o alto da lista entre os países onde dirigir legalmente custa caro.

O estudo do CLP mostra que, em outros países, o peso da CNH no orçamento é bem menor. Na Alemanha, por exemplo, o custo médio corresponde a 3,2% do salário anual. Na França, essa fatia cai para 2,4%.

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Em Portugal, a habilitação ocupa 1,7% da renda. Em países asiáticos como a Tailândia, o percentual é de 0,6%. E nos Estados Unidos, a CNH pesa só 0,3% no bolso, porcentagem muito distante da realidade brasileira.

Para ter uma ideia mais concreta, o relatório cita que, nos Estados Unidos, os valores para emissão da licença podem ir de algo em torno de US$ 10 a US$ 89, somados a taxas de exame que variam entre US$ 50 e US$ 150.

Existem ainda pacotes mais completos, que incluem aulas e podem chegar perto de US$ 1,8 mil, mas, mesmo assim, o impacto na renda anual segue bem menor do que o registrado no Brasil.

Com a nova resolução, o principal ponto que muda é a obrigatoriedade das aulas em autoescolas. O candidato à CNH continuará tendo que passar por exames teóricos e práticos, cumprir requisitos médicos e psicológicos e ser aprovado em todas as etapas.

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A diferença é que ele poderá escolher se quer se preparar em uma instituição privada, com aulas formais, ou se prefere estudar por conta própria, seguindo o conteúdo exigido pelos órgãos de trânsito.

A expectativa de especialistas é que, ao transformar as aulas em um serviço opcional, e não mais obrigatório, a conta final fique bem menos pesada.

Sem a exigência de contratar pacotes fechados nas autoescolas, a tendência é que o valor total da CNH caia de forma significativa — estimativas apontam para uma redução que pode chegar a até 80% no custo final, dependendo de como os estados vão regulamentar e de quanto o candidato optar por gastar com preparação extra.

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Lotes de sabão Ypê são recolhidos pela Anvisa após contaminação grave — veja se você tem em casa

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O sabão líquido que muita gente usa diariamente para lavar roupas entrou no radar da Anvisa.

A agência determinou o recolhimento de lotes específicos de lava-roupas da marca Ypê depois que foi encontrada uma bactéria que pode trazer riscos à saúde em determinadas situações.

A medida, publicada nesta quinta-feira (27), atinge produtos fabricados pela Química Amparo Ltda., dona da marca Ypê. De acordo com a Anvisa, análises apontaram a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em determinados lotes de sabão líquido.

Trata-se de um micro-organismo que se desenvolve com facilidade em ambientes úmidos e que pode causar infecções de pele, urinárias e respiratórias, principalmente em pessoas com imunidade comprometida.

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Com isso, a agência determinou a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição e uso dos seguintes lotes:

  • Lava Roupas Líquido Ypê Express: 170011, 220011, 228011, 203011, 181011, 169011, 169011 (repetido na publicação oficial), 205011 e 176011
  • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê: 254031 e 193021
  • Lava Roupas Líquido Ypê Power Act: 190021, 223021 e 228031

Além dos produtos de limpeza, a decisão da Anvisa inclui ainda lotes do produto capilar SMART HAIR MICRO – SMART GR, da empresa Klug Indústria Química e de Cosméticos Ltda.

Segundo a agência, esse item estava regularizado de forma inadequada pelo fabricante, o que levou à determinação de recolhimento.

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Em comunicado oficial, a Química Amparo informou que a decisão da Anvisa está ligada a testes feitos pela própria empresa, que identificaram o problema em 14 lotes específicos de lava-roupas.

A fabricante descreve a iniciativa como uma ação preventiva e cautelar e ressalta que, considerando o modo de uso — diluição em água e contato rápido com a pele — o risco ao consumidor é classificado como baixo pela autoridade sanitária.

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A empresa também afirma que já havia iniciado o recolhimento e avisado distribuidores e parceiros comerciais, além de divulgar orientações em seus canais oficiais.

Quem tiver em casa algum dos lotes citados deve conferir o rótulo e buscar informação diretamente com os canais de atendimento da Ypê ou da Anvisa para saber como proceder ao descarte ou troca do produto.

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Fonte: Gov.br | Ypê

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