Constelação familiar pode ser banida da Justiça após aprovação em comissão da Câmara

Constelação familiar pode ser banida da Justiça após aprovação em comissão da Câmara

Nos últimos anos, vários tribunais passaram a testar “técnicas” e práticas fora do repertório tradicional do Direito para tentar destravar acordos e reduzir a quantidade de processos.

Só que, quando a conversa envolve família, violência e situações de alta vulnerabilidade, a régua de cuidado precisa ser bem mais alta — e é exatamente nesse ponto que a constelação familiar sistêmica virou alvo de contestação dentro e fora do Judiciário.

No dia 10, a Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2166/24.

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O texto impede o uso da constelação familiar sistêmica em qualquer área do Poder Judiciário, inclusive quando ela é apresentada como alternativa para resolver conflitos sem sentença (as chamadas formas “alternativas” de solução).

A proposta atinge uma prática que, segundo o debate público sobre o tema, já vinha sendo aplicada em pelo menos 16 estados e no Distrito Federal, especialmente em contextos como Varas de Família.

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Ao mesmo tempo, a resistência é forte: o Conselho Federal de Psicologia trata a constelação como pseudociência e aponta risco de revitimização, com atenção redobrada para casos de violência doméstica, em que a condução inadequada pode expor a vítima a novas pressões e constrangimentos.

O PL é de autoria do deputado Duda Ramos (MDB-RR) e teve parecer favorável da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO). A matéria segue em tramitação na Câmara.

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Filme apontado como favorito ao Oscar 2026 chega ao streaming cercado de polêmicas

Filme apontado como favorito ao Oscar 2026 chega ao streaming cercado de polêmicas

A conversa sobre “filme do ano” já não espera mais a temporada de premiações: hoje ela começa no cinema e continua rapidinho no sofá.

A janela entre a estreia e o streaming encolheu tanto que, quando o burburinho do tapete vermelho ainda está quente, muita gente já está assistindo em casa — e comparando, cena a cena, com o que pode aparecer forte no Oscar.

No embalo dessa lógica, “Uma Batalha Após a Outra”, apontado por muita gente como o nome mais comentado para o Oscar 2026, acaba de entrar no catálogo da HBO/Max neste fim de 2025. É o tipo de lançamento que chega com rótulo de “candidato sério” antes mesmo de a poeira baixar.

A trama se passa em um Estados Unidos governado por um regime fascista e acompanha a rotina (e o desgaste) de uma guerrilha comunista que atua na clandestinidade.

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Paul Thomas Anderson dirige e também assina o roteiro, com Leonardo DiCaprio, Benicio Del Toro, Teyana Taylor e Sean Penn no elenco principal — um pacote que, sozinho, já puxa atenção de festival e de academia.

Logo de cara, o filme faz questão de atropelar qualquer expectativa de “introdução calma”.

A crítica da Fórum destaca que os primeiros 15 minutos estão entre os mais acelerados do cinema recente: trilha em alta rotação (Jonny Greenwood, do Radiohead, no comando), ação imediata e o grupo guerrilheiro French 75 entrando em cena numa operação para libertar imigrantes mantidos em um campo de concentração.

É um começo que joga o público no meio do caos sem pedir licença.

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A líder do French 75 é Perfidia Beverly Hills (Teyana Taylor), e a dinâmica do grupo ganha outra camada com Bob Ferguson (Leonardo DiCaprio), um revolucionário cheio de hesitações, paranoias e atitudes que beiram o caricato.

O filme, porém, não se preocupa em “explicar tudo” ou desenhar uma linha moral mastigada: ao longo de cerca de três horas, ele prefere soltar pistas do que entregar respostas diretas sobre quem exatamente está sendo combatido, por quais meios e com quais consequências.

O roteiro mira, com mira curta, a política e a vida social dos EUA: guerras internas (raciais, econômicas, sexuais), teorias conspiratórias e a necessidade constante de fabricar inimigos para manter o país funcionando no modo conflito.

A pergunta que paira é incômoda e recorrente: quando a lógica de “guerra permanente” vira o motor principal de uma sociedade, o que sobra para qualquer ideia de futuro?

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A história se organiza em dois períodos. No primeiro, vemos a ascensão e a derrocada do French 75, pressionado por uma força do outro lado da balança: o general Steven Lockjaw (Sean Penn), um supremacista que tenta se aproximar da elite política e econômica e entende que, para subir, precisa esmagar a guerrilha — e ele faz isso com eficiência brutal.

A perseguição força Bob e Perfidia (grávida) a desaparecerem; depois do nascimento da filha, Perfidia retorna à ação, enquanto o cerco aperta.

O filme então salta 16 anos e reencontra Bob na clandestinidade, em frangalhos: alcoólatra, usuário pesado de maconha e consumido por paranoia.

A filha, já adolescente, tenta viver como qualquer jovem da idade, mas cresce sob controle rígido, sem celular e com a liberdade sempre no cabresto.

Nesse intervalo, a “revolução” vira mais decoração de parede do que prática: Bob se isola, coleciona símbolos e se agarra a referências do passado, como quem tenta não admitir que ficou para trás.

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É aí que a crítica aponta uma alfinetada clara de Anderson: a figura de Bob funciona como retrato de uma esquerda estadunidense desorganizada, frequentemente criticada por não conseguir responder ao avanço do fascismo.

E o texto ainda aciona uma camada literária importante: a história é livremente inspirada em Vineland, de Thomas Pynchon, o que ajuda a entender por que o filme mistura sátira, desespero e comentário político num mesmo pacote — sem a obrigação de ficar “redondinho”.

Quando Lockjaw volta ao tabuleiro e encontra o paradeiro de Bob, o filme puxa o gatilho para a reta final. Encurralado, Bob procura Carlos (Benicio Del Toro), um mestre de artes marciais que também lidera uma rede de apoio a imigrantes.

O contraste entre os dois vira um dos pontos mais fortes: de um lado, um revolucionário perdido e reativo; do outro, alguém guiado por disciplina, método e cabeça fria. A mensagem é direta sem ser panfletária: sem organização, o discurso vira ruído.

O roteiro também dá uma cutucada em gente que se recusa a acompanhar o tempo. Em um diálogo rápido com a filha, Bob tenta entender o que significa ser não binário, trava, desiste e se afasta.

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Não é uma cena longa, mas é sintomática: uma militância que não aprende a escutar, cedo ou tarde, fala sozinha.

Tecnicamente, o filme é tratado na crítica como candidato pesado a prêmios. Jonny Greenwood não entrega trilha “de fundo”: a música empurra ritmo, cria tensão constante e até coloca nervosismo em momentos mais cômicos, como se a ameaça estivesse sempre ali, respirando no cangote.

Anderson, por sua vez, parece brincar de precisão cirúrgica com câmera e montagem — a crítica cita uma perseguição na estrada em que a perspectiva alterna entre o carro de Bob e o da filha, com a câmera assumindo o movimento do veículo nas colinas e a edição acelerando a sensação de desorientação, do jeito que combina com uma sociedade armada, paranoica e vigiada por todos os lados.

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Sem transformar isso em comparação automática, a própria crítica coloca “Uma Batalha Após a Outra” como um trabalho que, em fôlego técnico, bate de frente com títulos gigantes do diretor, como “Magnólia” (1999) e “O Mestre” (2013).

Isso ajuda a explicar por que o filme já chegou ao streaming com cara de “assunto obrigatório” para quem acompanha corrida do Oscar.

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Rachadura colossal corta 13 países da África e cientistas dizem que um novo oceano já começou a nascer – veja fotos!

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Se você olhar para o mapa do leste africano e achar que ele parece “estável”, a geologia discorda. Existe ali uma linha de ruptura em andamento — lenta, contínua e real — que está esticando o continente por dentro.

A National Geographic destacou que a África passa por um processo de separação entre duas partes da sua placa tectônica: a subplaca Núbia e a subplaca Somali, que vêm se afastando ao longo do tempo.

Essa abertura não é um evento repentino: é um movimento que começou há milhões de anos e segue ativo, com sinais claros em algumas áreas.

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O ponto mais conhecido dessa movimentação é a região de Afar, no norte da Etiópia, onde o terreno já dá pistas do que acontece em profundidade. A partir dali, o processo avança em direção ao sul, acompanhando uma grande faixa de falhas e vulcões.

A “espinha dorsal” dessa mudança é o Sistema do Rift da África Oriental (EARS), uma enorme zona de fraturas onde a crosta terrestre está sendo puxada e afinada.

É um corredor geologicamente intenso, marcado por terremotos, vulcanismo e deformações do solo — o tipo de lugar onde a superfície pode rachar, afundar ou se deslocar alguns centímetros sem pedir licença.

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A fenda atravessa, total ou parcialmente, 13 países:

  • Etiópia
  • Quênia
  • Tanzânia
  • Uganda
  • Ruanda
  • Burundi
  • República Democrática do Congo (RDC)
  • Djibuti
  • Eritreia
  • Malawi
  • Moçambique
  • Somália (partes)
  • Zâmbia (partes)

O motor desse “rasgo” é a separação progressiva entre as placas, alimentada por calor vindo do interior da Terra. Em várias áreas, o magma sobe, pressiona a crosta e facilita o surgimento de falhas; em outras, o solo simplesmente estica até ceder.

Com o tempo, esse alongamento tende a rebaixar regiões inteiras, criando depressões que podem ser ocupadas por água — primeiro por lagos, depois por braços de mar, e, num cenário de escala geológica, por um oceano novo.

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Mesmo com essa lentidão, já existem efeitos práticos. Em trechos do Quênia e de outros pontos do rift, fissuras e deslocamentos do terreno já causaram danos em estradas e estruturas, além de exigir monitoramento constante por causa de terremotos e vulcões.

Para quem vive ali, não é “curiosidade científica”: é um fenômeno que interfere em deslocamento, obras, segurança e planejamento urbano.

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Esse tipo de separação entre placas não é novidade na história do planeta. Uma dinâmica parecida aconteceu quando África e América do Sul se afastaram, processo que abriu o Atlântico.

A diferença é que agora dá para acompanhar com medições modernas e registros frequentes — e entender, com mais clareza, como um continente começa a se dividir antes mesmo de virar mar.

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Fonte: NatGeo

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Ela acordou de uma cirurgia contra o câncer e percebeu algo bizarro: a tatuagem do braço estava na língua

Ela acordou de uma cirurgia contra o câncer e percebeu algo bizarro: a tatuagem do braço estava na língua

Reconstruções feitas com “peças” do próprio corpo são comuns em cirurgias oncológicas de cabeça e pescoço: médicos retiram um tecido de uma área e o reposicionam em outra, reconectando vasos com técnicas bem delicadas.

Às vezes, essa solução salva funções importantes — e, de quebra, pode carregar detalhes inesperados junto.

Foi o que aconteceu com a britânica Harriet Trewhitt, de 21 anos, em dezembro de 2025. Ela buscou atendimento depois de notar uma úlcera teimosa na língua que não melhorava. Após exames, veio o diagnóstico: carcinoma de células escamosas em estágio 2.

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No centro do tratamento, Harriet passou por uma cirurgia longa, com cerca de seis horas de duração.

Os médicos removeram metade da língua e, para reconstruir a área, usaram tecido retirado do antebraço dela — pele e vasos sanguíneos incluídos, como costuma ocorrer nesse tipo de reparo.

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O detalhe curioso: uma tatuagem pequena que ela tinha no braço acabou indo junto e ficou aparente na parte reconstruída da língua.

A recuperação também não foi simples. Além do pós-operatório complicado, ela precisou encarar uma cirurgia de emergência e fez radioterapia com feixe de prótons, modalidade que concentra a dose com mais precisão em alguns casos.

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Na reabilitação, Harriet passou por um processo intenso para retomar habilidades que muita gente só percebe que são complexas quando faltam: falar com clareza e engolir com segurança.

O relato dela viralizou por dois motivos ao mesmo tempo: o “carimbo” inesperado da tatuagem no novo tecido da língua e a forma direta como a jovem descreveu os desafios físicos e emocionais de atravessar um tratamento pesado tão cedo na vida.

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Você pode ter comprado: Anvisa proíbe remédios de duas marcas conhecidas e manda retirar das prateleiras

Você pode ter comprado: Anvisa proíbe remédios de duas marcas conhecidas e manda retirar das prateleiras

Comprar remédio pela internet virou algo comum, mas isso não tira do caminho uma regra básica: medicamento só pode ser fabricado e oferecido por quem tem autorização específica para isso.

Foi exatamente esse tipo de verificação que levou a Anvisa a agir nesta terça-feira (23) contra itens vendidos em canais digitais ligados à Raia Drogasil S.A.

A agência determinou a suspensão imediata da venda e da divulgação de medicamentos das marcas Needs e Bwell comercializados nos sites da empresa.

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Na prática, a ordem manda retirar os produtos das prateleiras físicas e virtuais e veta qualquer tipo de anúncio, postagem, banner, campanha ou ação que incentive a compra.

O motivo apontado pela Anvisa é direto: a responsável pela oferta desses medicamentos não teria autorização para fabricá-los, uma exigência obrigatória no Brasil para esse tipo de atividade.

Sem essa permissão, o produto entra na categoria de irregular, e a resposta do órgão costuma ser interromper a circulação para reduzir risco ao consumidor e evitar que a propaganda empurre a demanda.

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A restrição não fica limitada à empresa. A determinação também alcança pessoas físicas, outras empresas e veículos de comunicação que, de alguma forma, estejam vendendo, anunciando ou promovendo os medicamentos das duas marcas — ou seja, a regra vale para quem coloca o item à venda e para quem ajuda a divulgar.

No mesmo pacote de medidas, a Anvisa também proibiu o comércio, a distribuição e o uso de produtos da marca Solubrillho Soluções de Limpeza, cobrindo todos os lotes fabricados até 14 de abril de 2024, conforme publicado pelo portal Metrópoles.

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Segundo o órgão, não foi possível identificar com segurança quem fabrica os itens, porque as embalagens não trazem CNPJ nem autorização de funcionamento — pontos que são exigidos pelas normas sanitárias.

A orientação ao consumidor é simples: não usar os itens alcançados pela decisão e checar procedência antes de comprar — especialmente em marketplaces e e-commerces.

Vale olhar se há registro/regularização, dados de fabricante e informações formais no rótulo (no caso de limpeza) e, quando for medicamento, desconfiar de oferta sem lastro claro de quem produz e de quem responde legalmente pelo produto.

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Gripe K chegou ao Brasil: os sinais que confundem com resfriado e fazem muita gente errar

Gripe K chegou ao Brasil: os sinais que confundem com resfriado e fazem muita gente errar

Quando a galera começa a lotar consultório com “tô quebrado, febre e dor no corpo”, a dúvida aparece na hora: é gripe de verdade, resfriado, covid… ou alguma novidade?

O termo “gripe K” entrou nessa conversa porque uma variação do influenza A(H3N2) — chamada subclado K (também descrita como J.2.4.1) — foi identificada no Brasil em dezembro de 2025, a partir de um caso importado no Pará, detectado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

O apelido assusta, mas aqui vai o ponto principal: não apareceu um “vírus novo” do nada. O que existe é uma mudança genética dentro do H3N2, algo que o influenza faz com frequência.

Por isso, o foco das autoridades tem sido menos “nome” e mais comportamento de circulação — e aí, sim, o subclado K chamou atenção.

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Lá fora, esse subclado ganhou espaço rápido em 2025. Relatórios da OMS apontaram aumento acelerado de detecções desde agosto de 2025 em diferentes países e reforçaram o acompanhamento, porque ele passou a dominar parte das amostras sequenciadas em algumas regiões.

Na linha do “melhor prevenir que correr atrás”, a OPAS também publicou alerta para as Américas destacando a expansão do subclado K e o risco de impacto em serviços de saúde quando vários vírus respiratórios circulam juntos.

O que muda na prática é a pergunta que interessa pra você: como separar gripe (influenza) de resfriado e outros vírus comuns logo no começo?

A primeira pista costuma ser o “combo” mais pesado. Na influenza (incluindo o H3N2 e suas variações), é comum aparecer febre alta + dor muscular forte + cansaço que derruba já nas primeiras horas, muitas vezes de um jeito bem repentino.

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Esse padrão foi justamente o que especialistas têm destacado quando falam do subclado K no noticiário.

Depois desse início mais intenso, entram sinais que muita gente associa a “gripe”: tosse e dor de garganta, que podem vir na sequência (nem todo mundo vai ter tudo).

O detalhe é que, na influenza, a pessoa frequentemente sente que o corpo “desliga”: levantar da cama, trabalhar, treinar ou estudar vira missão.

Já o resfriado costuma seguir outra lógica. Em vez de derrubar, ele tende a incomodar: coriza, espirros, nariz entupido e um mal-estar mais leve, com febre ausente ou baixa na maioria dos casos.

Ou seja, se o nariz está escorrendo muito, você espirra sem parar, mas ainda consegue tocar o dia (mesmo reclamando), isso combina mais com resfriado do que com influenza.

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Pra ficar bem direto, um jeito útil de diferenciar nos primeiros 1–2 dias é olhar para estas combinações:

Parece mais influenza (gripe): febre alta + dor no corpo marcante + prostração forte logo no início.

Parece mais resfriado: coriza/espirros dominando + desconforto moderado, sem “queda” grande de energia.

Tem um grupo que não pode ficar “observando pra ver se passa”: idosos, crianças pequenas, gestantes e pessoas com doenças crônicas (asma, DPOC, cardiopatias, diabetes, imunossupressão).

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Se alguém desses grupos começa com febre e abatimento forte, vale procurar avaliação médica mais cedo, porque influenza pode complicar, principalmente com acometimento pulmonar e piora de doenças de base.

Também é bom buscar atendimento sem enrolar quando aparecerem sinais de alerta, como falta de ar, dor no peito, confusão, vômitos persistentes ou piora progressiva.

E tem um motivo bem prático: existem antivirais para influenza que funcionam melhor quando iniciados no começo do quadro (em geral, nas primeiras 48 horas), e isso pode reduzir risco de complicações em quem precisa.

A pergunta que muita gente faz é: “essa gripe K é mais grave?” Até agora, o que a OMS e alertas regionais têm dito é que não há indicação consistente de aumento de gravidade clínica ligada ao subclado K; o destaque tem sido a disseminação e a antecipação da temporada em alguns locais.

E a prevenção continua bem “pé no chão”: vacina anual contra influenza (principalmente para grupos prioritários) e cuidados quando estiver sintomático — higiene das mãos, ambientes ventilados e, se estiver tossindo/espirrando, máscara ajuda a cortar transmissão.

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Fonte: IOC

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A verdade incômoda sobre Baba Vanga: previsões famosas que falharam feio

A verdade incômoda sobre Baba Vanga: previsões famosas que falharam feio

Todo fim de ano tem um ritual bem previsível nas redes: alguém resgata uma lista de “profecias” atribuídas a Baba Vanga, encaixa em um post com tom de alerta e pronto — o conteúdo se espalha como se fosse um calendário do futuro.

O detalhe é que, quando você vai atrás do básico (fonte, data, frase original), a história começa a desmanchar. E é aí que entra a pergunta que realmente importa: o que, de fato, dá pra checar?

Baba Vanga foi o apelido de Vangeliya Pandeva Gushterova (nascida em 1911 e morta em 1996), uma figura popular no Leste Europeu, conhecida por atendimentos espirituais e fama de vidente.

Só que existe um ponto que muda tudo: não há registro escrito confiável e padronizado das “previsões” dela — o que circula veio por relatos de terceiros e compilações que variam muito de um lugar pra outro.

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A própria falta de um arquivo verificável abre espaço para adaptações, traduções criativas e frases que aparecem do nada anos depois.

Essa bagunça de origem ajuda a explicar por que ela “acerta” com tanta facilidade no discurso de internet: quando uma frase é genérica, simbólica e sem data, fica simples colar em qualquer acontecimento depois que ele já aconteceu. E quando a frase nem dá pra confirmar que foi dita, mais simples ainda.

Algumas previsões atribuídas a Baba Vanga que não bateram com a realidade aparecem com frequência justamente porque são chamativas — e porque falharam de um jeito bem objetivo:

  • “Terceira Guerra Mundial” entre novembro de 2010 e outubro de 2014. O intervalo passou sem o conflito global anunciado.
  • Copa do Mundo de 1994 com final entre “dois países com B”. A leitura rendeu expectativa em torno de Bulgária, Brasil, Bélgica etc., mas a final real foi Brasil x Itália.
  • “O 45º presidente dos EUA seria o último.” A ideia rodou forte em posts e tabloides; na prática, houve sucessão presidencial normalmente depois de Donald Trump.
  • Pacote de “profecias para 2023” (explosão nuclear em usina, mudança na órbita da Terra, tempestade solar devastadora, arma biológica usada por superpotência, fim das gestações naturais). Essas listas circularam muito, mas não tiveram comprovação de origem e os eventos descritos não aconteceram como anunciado.

Quando você junta isso com o modo como essas listas nascem e se popularizam, a confiança fica ainda mais frágil.

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Pesquisas acadêmicas sobre a presença da Vanga na imaginação popular mostram como a figura dela virou um produto de mídia e internet no pós-morte, especialmente em ambientes onde boatos, recortes e “prints” ganham status de documento.

E portais brasileiros também citam que parte dessas profecias teria sido impulsionada por correntes e páginas conspiracionistas — ou seja, o caminho é mais “viral” do que histórico.

E sobre 2026, a lógica se repete: circulam previsões de contato com extraterrestres, desastres em grande escala, conflitos internacionais e tecnologia “revolucionária”. O ponto central é que não aparece um registro direto e verificável ligando essas frases à Vanga — só compilações reaproveitadas, traduzidas e remixadas conforme a pauta do momento.

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Preço no próximo ano: Há um motivo pouco comentado para o café não ficar barato em 2026

Preço no próximo ano: Há um motivo pouco comentado para o café não ficar barato em 2026

Se você teve a sensação de que o café “virou item de luxo” em 2025, não foi exagero. O começo do ano trouxe uma disparada que bateu recorde de inflação acumulada em 12 meses desde o início do real — e o susto foi tão grande que até apareceu “café fake”, feito com restos da lavoura.

O que muda em 2026 é a direção: a expectativa é de alívio nos preços, só que em ritmo lento. Traduzindo: deve cair, mas sem voltar ao patamar que a gente chamaria de “barato” no mercado.

O principal motivo é simples: a safra atual está com clima mais favorável, porém os cafezais ainda carregam as cicatrizes de uma sequência de anos ruins. Calor e seca derrubaram a produtividade em várias regiões, e a recuperação da planta não é imediata.

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Segundo Renato Garcia Ribeiro, pesquisador do Cepea, a oferta ainda não consegue acompanhar toda a demanda porque muitos talhões seguem em recomposição.

Esse freio na oferta ajuda a entender por que a queda tende a ser discreta — e por que qualquer recuo vira notícia. Em agosto, por exemplo, o café registrou baixa de 0,23%, a primeira desde dezembro de 2023.

O olhar do mercado para a virada do ano está especialmente voltado para a florada. Na segunda quinzena de dezembro e no início de 2026, a previsão de chuvas é um sinal positivo para essa fase, como aponta Cesar Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Florada bem “pegada” e chuva na medida certa são meio caminho para bons grãos mais adiante.

Mesmo assim, a conta não fecha de imediato. Se o volume de chuvas no primeiro trimestre for adequado, os grãos se desenvolvem melhor e a produção brasileira de arábica pode crescer, ajudando a recompor estoques globais.

Até essa produção virar café disponível de verdade, o mercado segue apertado: colheita começa por volta de abril, mas o produto costuma chegar com mais força ao comércio a partir de setembro — então o começo de 2026 ainda tende a ter oferta limitada.

Vale lembrar que o arábica, mais produzido no Brasil e geralmente preferido pelo sabor, é bem mais “exigente” com o clima.

Ele se desenvolve melhor em temperaturas na faixa de 18°C a 22°C, o que deixa a cultura mais sensível a extremos. E 2025 não foi um ano tranquilo: no Cerrado Mineiro, houve episódios de geada e atraso nas primeiras chuvas, segundo Ribeiro.

Além disso, clima “bom por algumas semanas” não resolve tudo. Ribeiro chama atenção para a instabilidade: depois de chuvas no fim de 2024, fevereiro e março tiveram cerca de 45 dias de calor e seca, o que atrapalhou o fim da safra.

E tem outro detalhe do cultivo que costuma passar batido fora do campo: o café tem bienalidade.

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Em outras palavras, após um ano de colheita mais forte, a planta tende a produzir menos no ciclo seguinte porque precisa se recompor; em 2026, muitos ramos ainda estarão se formando e só chegam ao ponto ideal no verão.

Nas palavras do pesquisador, a sequência de vários anos com clima abaixo do ideal ainda pesa, e parte das áreas continua em recuperação.

Do lado da demanda, o cenário também empurra os preços para cima. Alves observa que o consumo está maior enquanto os estoques no Brasil seguem baixos.

Para 2026/2027, a projeção do Itaú BBA é de produção mundial acima do consumo em 7 milhões de sacas, mas até esse “saldo” se materializar a disponibilidade de arábica deve continuar justa, com exportações possivelmente limitadas.

E a pressão não vem só daqui: compras internacionais seguem firmes. O texto do Itaú BBA cita aumento das aquisições dos Estados Unidos após o encerramento de uma tarifa elevada sobre o café brasileiro.

Somando isso ao consumo interno, o resultado é estoque esticado por mais tempo — e, com estoque curto, o preço demora a relaxar.

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Enquanto o arábica fica escasso, outro movimento ganha força: mais investimento no robusta. Ele não tem a mesma fama, mas é mais resistente a calor e seca, então virou alternativa estratégica em momentos de estresse climático.

Só que o consumidor não sente essa mudança na hora, porque uma lavoura leva cerca de dois anos para começar a produzir, como explica o consultor do Itaú BBA.

O impacto mais rápido aparece nos blends, aqueles cafés que misturam os dois grãos. Já está mais comum aumentar a proporção de robusta nessas combinações, e isso ajuda a segurar parte do repasse ao consumidor, como destaca o economista.

Em paralelo, o robusta funciona como uma ponte para atravessar meses com pouco arábica disponível — e, se a próxima safra vier melhor, aí sim o mercado pode ganhar um pouco mais de folga.

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Miguel perdeu o trono: Conheça o nome de menino mais registrado no Brasil no ano de 2025!

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Alguns nomes viram febre e, de um ano pro outro, trocam de posição como se fosse tabela de campeonato.

Em 2025, quem tomou a dianteira entre os meninos foi Ravi, deixando Miguel (figura carimbada no topo entre 2020 e 2023) para trás. Entre as meninas, Helena manteve o ritmo e ficou em 1º lugar pelo segundo ano seguido.

O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (22) com base no Portal da Transparência do Registro Civil, que reúne registros de nascimento feitos em cartórios do país.

A base é mantida pela Arpen-Brasil (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais), entidade que organiza e consolida esses dados.

Um detalhe que chama atenção no recorte recente: a liderança de Helena em 2024 e 2025 quebrou um período longo de domínio masculino no topo do ranking nacional.

Antes disso, o último nome feminino a fechar o ano em primeiro lugar tinha sido Maria Eduarda, em 2016, segundo a Arpen.

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Nomes mais registrados no Brasil em 2025 (geral)

  1. Helena – 28.271
  2. Ravi – 21.982
  3. Miguel – 21.654
  4. Maite – 20.677
  5. Cecilia – 20.378
  6. Heitor – 17.751
  7. Arthur – 17.514
  8. Maria Cecilia – 16.889
  9. Theo – 16.766
  10. Aurora – 16.506

Nomes femininos mais registrados em 2025

  1. Helena – 28.271
  2. Maite – 20.677
  3. Cecilia – 20.378
  4. Maria Cecilia – 16.889
  5. Aurora – 16.506
  6. Alice – 14.777
  7. Laura – 14.487
  8. Antonella – 10.436
  9. Isis – 10.378
  10. Heloisa – 9.703

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Nomes masculinos mais registrados em 2025

  1. Ravi – 21.982
  2. Miguel – 21.654
  3. Heitor – 17.751
  4. Arthur – 17.514
  5. Theo – 16.766
  6. Gael – 16.201
  7. Bernardo – 15.395
  8. Davi – 14.425
  9. Noah – 14.182
  10. Samuel – 14.021

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Você não vai acreditar no número de seguidores que a Havaianas ganhou após polêmica com bolsonaristas

Você não vai acreditar no número de seguidores que a Havaianas ganhou após polêmica com bolsonaristas

Se tem um termômetro que não perdoa (nem “passa pano”), é o contador de seguidores. E foi exatamente ele que entregou o tamanho do barulho em torno do comercial de Ano Novo da Havaianas com Fernanda Torres — aquele em que a atriz brinca com a expressão “pé direito” e emenda o desejo de entrar em 2026 “com os dois pés na porta”.

A peça foi publicada nas redes e, em segundos, virou assunto fora do marketing: parte do público e alguns políticos interpretaram a frase “não quero que você comece 2026 com o pé direito” como provocação política, puxando um movimento de boicote e uma disputa de narrativa em comentários, posts e vídeos de reação.

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O que o comercial diz, na prática? A fala da Fernanda Torres contrapõe “sorte” (algo que não depende de você) com atitude — daí o “dois pés”: “na porta”, “na estrada”, “na jaca”, “onde você quiser”, num jogo de palavras típico de publicidade.

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Só que a leitura “ideológica” colou em parte do debate e foi amplificada por figuras públicas que chamaram seguidores a trocar de marca.

A Havaianas (e a Alpargatas, dona da marca) não tinha publicado, até a tarde de 22/12/2025, uma nota oficial pública explicando a campanha ou respondendo diretamente à crítica — o que ajudou a discussão a seguir solta nas redes.

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E aí vem a parte que dá título a esta matéria: segundo o Social Blade, que monitora variações diárias em contas públicas, o perfil @havaianas no Instagram saiu de 4.054.528 seguidores no domingo (21/12/2025) para 4.208.528 na segunda-feira (22/12/2025) — um salto de 154.000 seguidores em 24 horas.

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Pra ter ideia do desvio fora da curva: nos dias imediatamente anteriores, o crescimento diário registrado estava na casa de centenas a pouco mais de mil seguidores por dia (ex.: +1.037 em 20/12; e até uma pequena queda em 21/12), antes do pico de 22/12.

A treta ainda respingou no bolso: a controvérsia virou pauta de mercado e, no dia 22/12/2025, ações preferenciais da Alpargatas chegaram a cair por volta de 3% na B3, em meio à repercussão e ao ruído de boicote.

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Após término abrupto, Paolla Oliveira e Diogo Nogueira explicam por que se separam após quase 5 anos juntos

Após término abrupto, Paolla Oliveira e Diogo Nogueira explicam por que se separam após quase 5 anos juntos

Nesta segunda-feira (22), Paolla Oliveira e Diogo Nogueira avisaram nas redes que o namoro chegou ao fim depois de quase cinco anos.

O anúncio veio em um texto assinado pelos dois, em tom direto, para deixar claro que a decisão foi pensada e tomada em comum acordo.

No comunicado, eles explicaram que a separação não aconteceu por causa de um fato isolado.

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A mensagem aponta para uma mudança natural do relacionamento ao longo do tempo, com conversa e respeito como base do que foi decidido, sem “virada de chave” repentina.

Em outra parte do texto, o ex-casal reforçou que segue em bons termos. Eles disseram que cada um vai tocar a vida do seu lado, mantendo o carinho e a gratidão pelo que construíram juntos, além de pedirem compreensão do público e mais privacidade daqui pra frente.

O relacionamento começou em 2021 e rapidamente virou um dos mais comentados entre famosos, com aparições juntos em eventos, registros do dia a dia e declarações públicas de afeto de tempos em tempos.

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Ao longo desse período, a dupla alternou rotina profissional intensa com momentos compartilhados que acabavam indo parar no feed.

Sobre como tudo começou, Diogo já contou em entrevistas que Mumuzinho foi o “cupido” da história.

Segundo ele, os dois já tinham se visto outras vezes, mas a aproximação de verdade aconteceu depois que o amigo fez a ponte e incentivou o primeiro contato, que foi evoluindo até o encontro.

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Motivo do término

Eles não apontaram um motivo específico para o término.

No comunicado divulgado, Paolla Oliveira e Diogo Nogueira deixaram claro que a decisão veio de um processo de conversa e amadurecimento ao longo do tempo.

Segundo os dois, a relação foi se transformando, como acontece com muitos casais, e não houve briga, traição ou um episódio determinante que provocasse a separação.

A mensagem reforça que o fim foi consensual, tranquilo e baseado em respeito mútuo. Eles também destacaram que seguem caminhos diferentes, mas mantêm carinho e gratidão pela história que viveram juntos, pedindo apenas discrição do público nesse momento.

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Vídeo flagra juiz da Operação Lava Jato levando champanhe sem pagar em mercado

Vídeo flagra juiz da Operação Lava Jato levando champanhe sem pagar em mercado

Quando uma investigação tem vídeo, horário e roteiro minuto a minuto, a discussão muda de patamar: deixa de ser “disse-me-disse” e vira análise de imagens, sequência de ações e registro oficial.

Foi esse tipo de material que o site ND Mais diz ter obtido com exclusividade: gravações que, segundo os autos, apontariam a primeira vez em que o ex-juiz da Lava Jato Eduardo Appio teria saído de um supermercado em Blumenau (Vale do Itajaí) com uma garrafa de champanhe sem passar pelo pagamento.

As imagens, de acordo com a reportagem, foram cedidas pelo TRF-4.

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Pelos documentos citados, o vídeo é datado de 20 de setembro e aparece como a ocorrência inicial registrada pelas câmeras dentro do estabelecimento.

A movimentação atribuída a Appio começa a ser acompanhada a partir das 14h44, quando ele entra no supermercado pela rampa rolante.

Mais tarde, outro ângulo posiciona o então magistrado no setor de bebidas às 15h06. Um minuto depois, às 15h07, a cronologia descrita indica que ele pega uma garrafa de champanhe e segue com o item nas mãos até o corredor de cervejas.

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Nesse ponto, sempre segundo a leitura feita a partir das câmeras de segurança, ele se abaixa e coloca a garrafa dentro de uma sacola.

Em seguida, as imagens o mostram indo para um corredor de produtos de limpeza, onde retira outro item da prateleira e também guarda na mesma sacola.

Logo depois, o trajeto continua em direção aos caixas. Às 15h08, a sequência apontada pela reportagem registra Appio passando direto pela área de pagamento, enquanto outra pessoa aparece fazendo compras no caixa.

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Na continuidade do vídeo, ele segue para a saída, desce novamente pela rampa rolante e caminha até o estacionamento, em direção ao carro.

Procurado, Eduardo Appio negou qualquer irregularidade. Na primeira resposta ao ND Mais, afirmou que o vídeo seria “uma fraude da Polícia Civil” e que “não mostra nada”. Depois, em novo contato, ficou em “nada a comentar”.

As autoridades ainda apuram o caso. O próprio ND Mais ressalta que o conteúdo divulgado faz parte do conjunto analisado na investigação e que Appio aparece como suspeito, conforme o rito legal — ou seja, sem condenação e com direito de defesa.

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A reportagem também lembra que, em entrevista exclusiva publicada em 18 de dezembro, Appio comentou de forma detalhada um outro episódio: o de 18 de outubro, citado como a suspeita mais recente envolvendo uma garrafa de champanhe em um supermercado de Blumenau.

Paralelamente a isso, há o histórico do afastamento de Appio da Lava Jato. Ele deixou a função após admitir que telefonou para um advogado com o objetivo de checar uma possível ligação familiar entre o advogado e um desembargador que teria proferido decisões favoráveis a Sérgio Moro.

Appio classificou a conduta como inadequada, mas negou ter feito ameaças.

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No mesmo contexto, o desembargador Marcelo Malucelli se afastou de processos da Lava Jato depois da repercussão de que seu filho era sócio de Moro.

Appio sustenta que a repercussão foi usada para tirá-lo do comando da vara e afirmou que Moro teria contado com apoio de parte do TRF-4 para isso.

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Fonte: ND+

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Cães e gatos poderão ser enterrados com seus tutores: Alesp aprova projeto e divide opiniões

Cães e gatos poderão ser enterrados com seus tutores: Alesp aprova projeto e divide opiniões

Tem gente que já deixou tudo combinado: quem fica com as fotos, com os documentos… e até com a coleira guardada na gaveta. O luto por um pet costuma vir junto com um problema bem concreto: o que fazer com o corpo de forma regular, segura e que faça sentido pra família — e é exatamente aí que entra o projeto aprovado agora na Assembleia Legislativa de São Paulo.

A Alesp aprovou em plenário, na terça-feira (16/12/2025), o Projeto de Lei nº 56/2025, que autoriza o sepultamento de cães e gatos em jazigos/túmulos pertencentes aos próprios tutores ou familiares, em todo o estado.

O texto ainda não virou lei: falta a decisão do governador Tarcísio de Freitas, que pode sancionar ou vetar.

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A proposta é conhecida como “Projeto Bob Coveiro” e foi apresentada pelos deputados Eduardo Nóbrega e Ricardo França (Podemos).

O apelido vem da história do cão Bob, que ficou associado a um cemitério após a morte da tutora e acabou se tornando um símbolo do debate sobre esse tipo de sepultamento.

Na prática, o projeto não cria uma “regra única” para todo mundo: ele dá a autorização em nível estadual, mas determina que as condições e procedimentos (como exigências sanitárias e ambientais) sejam detalhados e regulamentados pelo serviço funerário de cada município.

Ou seja, o jeito que isso vai funcionar pode variar de cidade para cidade.

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Outro ponto importante: a proposta abre espaço para que cemitérios particulares, dentro das normas e da regulamentação vigente, estabeleçam regras próprias para esses casos.

E os custos do sepultamento ficam com a família do tutor.

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Na justificativa, Nóbrega defende que a medida também conversa com um problema de bolso e de saúde pública: ele cita preços altos da cremação e o risco de algumas famílias recorrerem a enterros improvisados, o que pode gerar impacto ambiental e dor de cabeça jurídica.

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Uma frase, um comercial e muita revolta: por que a direita está atacando a Havaianas e Fernanda Torres

Uma frase, um comercial e muita revolta: por que a direita está atacando a Havaianas e Fernanda Torres

Quando uma marca decide brincar com uma frase conhecida, o risco é cair direto na leitura política — mesmo que a intenção seja só fazer graça e vender produto.

Foi exatamente isso que aconteceu com a Havaianas: um comercial novo, com Fernanda Torres, virou assunto nas redes depois que parlamentares e influenciadores ligados à direita disseram ter visto uma provocação embutida no roteiro.

A peça publicitária gira em torno da expressão “começar o ano com o pé direito”. No vídeo, Fernanda fala com o público e diz que não quer que a pessoa entre em 2026 “com o pé direito”, e sim “com os dois pés”.

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A fala segue com uma sequência de exemplos, sugerindo atitude e movimento: “os dois pés na porta”, “na estrada”, “na jaca”, “onde você quiser”, finalizando com a assinatura da marca.

O ponto de atrito apareceu justamente no trocadilho. Para políticos de direita, a frase soou como indireta ao campo político “da direita”, como se o comercial estivesse dizendo “não comece com a direita”.

Entre os que reagiram publicamente estão Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG), que trataram o texto do anúncio como mensagem ideológica disfarçada.

A repercussão se espalhou e rapidamente veio a palavra que sempre aparece nessas horas: boicote. Eduardo Bolsonaro publicou um vídeo em que descarta um par de chinelos, para reforçar a própria indignação e incentivar seguidores a fazerem o mesmo.

Na gravação, ele afirma que vai “começar o ano com o pé direito”, só que sem Havaianas, e ainda reclama do que considerava um símbolo nacional — citando a bandeirinha do Brasil presente em modelos da marca e dizendo que “se enganou”.

Ele também rotulou Fernanda Torres como “declaradamente de esquerda”, usando isso como parte do argumento.

contioutra.com - Uma frase, um comercial e muita revolta: por que a direita está atacando a Havaianas e Fernanda Torres

Nikolas Ferreira foi pelo caminho do sarcasmo. Em vez de vídeo, fez um comentário curto nas redes com um ajuste no slogan tradicional: escreveu que “Havaianas, nem todo mundo agora vai usar”, sugerindo que a marca perderia consumidores depois da propaganda.

Procurada, a Alpargatas — empresa que controla a Havaianas — não havia se manifestado sobre a polêmica até o momento descrito no texto-base.

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