Acredito que os cavalos estão entre os animais mais majestosos e belos do mundo. São fortes, imponentes e possuem uma elegância natural.
Também são grandes amigos e parceiros de trabalho o que, muitas vezes, fez com que o homem abusasse de sua capacidade física de forma desrespeitosa e cruel.
Porém, nesse filme, o que vi foi uma interação mágica entre domador e cavalos. Como todos os outros homens que possuem tamanha sintonia com um animal, muitas vezes, tanto Lorenzo quanto os cavalos parecem ser um só ser.
As cenas realizadas no mar são de uma beleza incomparável!
Espero que aproveitem!
Josie Conti
Lorenzo, o encantador de cavalos
Pessoas interessantes, por Josie Conti
Por Josie Conti
É incrível perceber o quanto as pessoas interessantes são parecidas com estradas. Elas sentem uma comichão no peito que as faz seguir e continuar, passo a passo, rumo ao desapego e ao novo. Nem sempre são estáveis, porém, são profundamente interessantes, pois, não temem experimentar na pele, novas possibilidades. Cada situação de busca e possível encontro é alimento para alma e para o conhecimento. O olhar fica a frente, a sensibilidade ao lado. O familiar é fonte de respeito e conhecimento. Talvez exista uma ruga a mais em alguns momentos perante a indecisão, porém, o brilho nos olhos é mais radiante.
O homem é um ser desejante, desde o nascimento é vorazmente carente de estímulos, novas sensações e conhecimentos. Penso que quando a pessoa canaliza essa energia de busca para algo saudável, ela é alguém com objetivos prioritariamente construtivos. Ela pode ser “faminta” por conhecimento, por aventuras, viagens, por amores. Porém, quando essa mesma energia é canalizada na busca de sensações de prazer, mas que não acrescentam um conteúdo simbólico como, por exemplo, o consumismo exagerado, que é uma marca tão forte de nossa geração, percebemos a criação de um novo perfil de dependentes que, embora não sejam usuários diretos de uma substância química, não sobrevivem sem seus prazeres efêmeros. Logo, se não consomem, imediatamente sentem-se vazios e entristecidos.
A energia do homem precisa ser canalizada para algo que lhe forneça uma identidade, um papel social. A pessoa precisa ter uma ocupação em que se sinta produtiva, mesmo que não seja remunerada integralmente. Precisa de reconhecimento de seu local no mundo e também precisa transmitir características que são só suas, o que caracteriza a herança cultural de um povo.
Porém, se o meio em que vive dita como, quando e com quem devo fazer algo, toda a espontaneidade acaba. Transformamo-nos em máquinas responsivas, não pensantes, ansiosas e muito angustiadas, pois, apesar dos bens alcançados, não existe realização pessoal real.
Acredito que precisamos sim nos enquadrar socialmente, porém, sem perder o olhar a frente e nem nossa criticidade. É necessário que saibamos o real motivo de nossas escolhas para que não retroalimentemos ciclos e mais ciclos de autossabotagem emocional.
Precisamos sentir mais, mesmo que o sentimento seja ruim. Precisamos questionar mais, mesmo que o rosto do colega não seja o mais satisfeito. Porém, mais do que tudo isso, precisamos viver mais e melhor. Enquanto estamos vivos, podemos aprender e mudar.
Pai, por Josie Conti
“Meu pai não foi um homem afetivo. Entretanto, sempre me apontou passarinhos.” Josie Conti
O objetivo da “CONTI outra” é divulgar coisas que me fazem pensar, me inquietam ou que aceleram meu coração de tão belas e sublimes que são.
Ainda acredito no homem e sou incapaz de separar poesia e crítica, beleza e humor…sou assim, gosto de tudo um pouco e creio que a página é reflexo dessa minha maneira de ver o mundo…
Sejam sempre muito bem vindos!
Delicadeza, por Josie Conti
Sempre quando eu comento sobre os tesouros encontrados pela internet, me refiro a pessoas, a diferentes pontos de vista e ao quanto isso nos torna melhores seres humanos, uma vez que amplia nossos olhares: ampliar o olhar é ter um encontro com a delicadeza da vida.
A tendência natural do homem é a repetição de comportamentos que foram bem sucedidos anteriormente, uma vez que isso lhes é familiar e, em tempos remotos, possibilitou a sobrevivência da espécie.
Também tendemos a repetir o que já conhecemos pois isso é a nossa cultura, é o que nossos pais e avós já faziam, é o que ecoa em nossos pensamentos como “correto”. O novo gera ansiedade e medo.
“Delicadeza é aquilo que nos alcança sem nos tocar. É a melodia que nos embala mesmo em silêncio. É quando a boca empresta um sorriso aos olhos sem que nenhuma cobrança seja feita e os sentidos se misturam sem que ninguém dispute o melhor espaço. Delicadeza é ter pensamentos e atitudes em harmonia. É atingir o outro sem que ninguém saia machucado. É quando você é seduzido por algo que vem de dentro e dividir ajuda a somar!” Fernanda Gaona
Pois de amor andamos todos precisados…
Pois de amor andamos todos precisados! Em dose tal que nos alegre, nos reumanize, nos corrija, nos dê paciência e esperança, força, capacidade de entender, perdoar, ir para a frente! Amor que seja navio, casa, coisa cintilante, que nos vacine contra o feio, o errado, o triste, o mau, o absurdo e o mais que estamos vivendo ou presenciando…

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Soneto do amigo- Vinicius de Moraes
Soneto do amigo
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado….

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Moça, me perdoe esse meu jeito…
Moça,
Perdoa esse meu jeito
Meio sem jeito,
Que sempre te escrevo,
Pra falar a verdade
Nunca fui bom nisso…

Texto: Stanley Menezes
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Se quiser namorar-me, que seja sem pressa e sem dores…
Se quiser namorar-me, que seja sem pressa e sem dores. Quero apenas o beijo insano, a proposta instantanea e a mais errônea vontade de ser sempre sua, mas não hoje. De ser sempre sua mais tarde…

Texto: Nara Rúbia Ribeiro
Nara Rúbia Ribeiro: colunista CONTI outra
Escritora, advogada e professora universitária.
Administradora da página oficial do escritor moçambicano Mia Couto.
No Facebook: Escritos de Nara Rúbia Ribeiro
Mia Couto oficial
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Você me pede uma carta de amor. É difícil que ela não seja banal…
“Você me pede uma carta de amor. É difícil que ela não seja banal. Ou que não seja triste. Ou que não seja lúcida. Preferia dizer “te gosto”, simplesmente. Você faz cara de tristinho, e pede Você me pede uma carta de amor. É difícil que ela não seja banal. Ou que não seja triste. Ou que não seja lúcida. Preferia dizer “te gosto”, simplesmente. Você faz cara de tristinho, e pede Te amo, pelo que você é, mas também pelo que eu sou quando estou com você…” *

Fonte:
Sobretudo isso.
Marisa Raja Gabaglia – do livro: CASOS DE AMOR
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Ache o gato- o mais difícil
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Vamos ver se você é suficientemente detalhista para achar o gato no meio desse lixão…
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