Saiba como a energia do pensamento muda a sua vida

Saiba como a energia do pensamento muda a sua vida

Pensamentos, palavras e atitudes podem mudar uma cadeia de acontecimentos, moldando o futuro.

Baseado no livro: “VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA”
Por: LOUISE L HAY, autora americana motivacional.

Em um só vídeo, muitas verdades.

Vale conferir!

Energia do pensamento

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Longe de casa: quando a crise chega e o coração aperta

Longe de casa: quando a crise chega e o coração aperta

“Passeando” por grupos de brasileiros que residem em países estrangeiros, encontrei uma matéria de um site direcionado a brasileiros que vivem na Alemanha chamado Gustl Rosenkranz, pensamento livre.

Nessa matéria tenho dois objetivos:

O primeiro é indicar o site, uma vez que, só quem vive fora sabe da necessidade de manter conexões com a língua materna, encontrar conteúdo relevante e que possa ajudar na adaptação.

O segundo, é reproduzir o artigo intitulado: Vida de emigrante: quando a crise chega e o coração aperta.

Nesse caso, entendo o artigo como válido para qualquer pessoa que está longe de casa, por isso adaptei o título aqui na CONTI outra.

Achei o material muito relevante. Espero que gostem também.

Vida de emigrante: quando a crise chega e o coração aperta

A mudança de país é algo marcante na vida de qualquer pessoa. Sair de sua terra natal para viver em outro canto do mundo é, com certeza, uma experiência enriquecedora, que faz com que se abra mais a mente, ampliando nossa visão do mundo. Mas isso não significa que tal decisão traga somente consequências positivas. Principalmente, mas não somente, quando a cultura local é muito diferente, quando não se fala o idioma do lugar, quando o clima atinge extremos até então desconhecidos por nós e quando damos tal passo sem uma devida preparação, a emigração tem também um lado duro, que pode abalar muito o migrante, não somente no que diz respeito a problemas cotidianos, mas mexendo também com seus sentimentos, seu espírito e até mesmo sua maneira de ser. A pessoa pode se sentir extremamente perdida e deprimida, com a sensação de ser um “peixe fora d’água”, podendo fazer com que largue tudo e termine voltando para o Brasil.

Praticamente todo migrante passa, mais cedo ou mais tarde, por uma crise séria, cuja intensidade depende de diversos fatores, alguns aparentemente insignificantes, e essa crise jamais deveria ser subestimada, pois seus efeitos podem ser preocupantes e levar a uma situação grave de insegurança existencial. E caso você ainda não emigrou, mas está pensando em fazê-lo, é importante que tenha consciência disso, integrando esse assunto nos seus preparativos. Se tiver consciência dessa crise, pela qual você passará com altíssima probabilidade, conhecendo suas causas e não a subestimando, você terá melhores chances de pelo menos amenizá-la. Saber que migrantes passam por tal crise lhe dará a chance de aprender a lidar com ela. E aqui é recomendável tomar uma postura de serenidade e sobriedade: quando sua crise chegar, é importante ter em mente que você não é o único nem o primeiro que passa por isso e que muitos outros a superaram – o que mostra que você também poderá sair dela (serenidade) e não adianta achar que isso jamais acontecerá com você (sobriedade). Com base em minha própria experiência, mas também na de outros migrantes que tenho conhecido e acompanhado ao longo dos anos, vou tentar aqui abordar esse tema, alertando sobre algumas “armadilhas” que favorecem e intensificam a crise e apontando algumas estratégias práticas que podem ajudar a superá-la mais facilmente.

O primeiro passo: saiba e aceite que a crise existe!

Ao chegarmos a um lugar novo, por exemplo, na Alemanha, que é praticamente um mundo totalmente diferente do Brasil, com outra realidade, outra mentalidade e até mesmo outro nível de desenvolvimento, ficamos primeiro deslumbrados com tantas novidades, tudo nos encanta (ou mesmo nos assusta!) e ficamos tão ocupados com tal deslumbramento que nos esquecemos de perceber a dimensão do passo dado. Estamos cheios de planos, ideias e desejos, confiantes, otimistas e esperançosos, acreditando que tudo é uma questão de tempo até que nos sintamos em casa aqui nesta terra alheia. Sim, o encantamento prevalece e tudo parece uma maravilha. Chegamos com garra e enfrentamos os primeiros problemas com muita força de vontade e perseverança: arrumar moradia, aprender a usar o transporte coletivo, se matricular em uma escola de idiomas, fazer amizades, procurar trabalho, etc., etc., etc. Mas nem tudo dá certo, os primeiros problemas vão surgindo, a saudade bate forte, a solidão pode ser grande, o dinheiro acaba, o trabalho almejado não deu certo, alguns dos novos amigos nos decepcionam, a burocracia vai aumentando, há problemas com o visto, os empecilhos freiam nosso projeto de emigração e nos deparamos com uma certa falta de possibilidades. A comida diferente, que no início era gostosa por ser novidade, não sacia mais a vontade de comer “pão de queijo” ou “goiabada”, não se entende os programas de televisão, o inverno é escuro e bem mais severo do que se imaginava. E as pessoas, tão diferentes, com outra mentalidade, com outro humor, com outra forma de pensar e ver o mundo… E assim por diante. A energia vai sendo gasta, o entusiasmo vai desaparecendo e, no final, você já nem sabe direito o que realmente quer, se vê em um dilema, sem saber se fica ou volta para o Brasil. Como ficar, se a saudade é forte, se as dificuldades são muitas e se o frio acaba com seu ânimo? Mas como voltar, se você largou tudo para tentar uma vida fora, deixando emprego, família, amigos e tudo mais? O que fazer, pois, se ficar, se sente angustiado e fracassado, mas, se voltar, se sente mais fracassado ainda?

Acredite: todo mundo passa por isso, uns com mais, outros com menos intensidade, mas todo mundo que emigra conhece tal situação. E a depender da quantidade e da qualidade dos “probleminhas” acumulados, é só uma questão de tempo até o coração apertar, a força acabar e a “crise grande” começar. Por favor, não subestime isso. Muitos migrantes entram literalmente “em parafuso”, não conseguem ver mais uma luz no fim do túnel, alguns entram em depressão, se desesperam e há quem termine com problemas psíquicos sérios ou largando tudo e retornando para o Brasil da noite para o dia de uma forma impensada e precipitada.

Tenha consciência de que tais crises acontecem, mas não perca a coragem, pois as coisas vão tomando forma com o tempo. As dúvidas sempre irão existir, a saudade do Brasil jamais desaparecerá completamente e, quando bater a crise, tente superá-la da melhor forma possível, pois isso lhe fortalecerá – quanto melhor você superar a primeira crise, mas fácil será a superação das seguintes! Não tape jamais o sol com a peneira, aceite as coisas como elas são e você verá: tudo na vida passa. Também os momentos difíceis contioutra.com - Longe de casa: quando a crise chega e o coração aperta

Uma crise grande é normalmente uma soma de muitas crises pequenas!

Uma crise existencial ocorre, em minha opinião, como soma de um monte de crises menores, coisinhas pequenas do dia-a-dia, que subestimamos, que não tratamos com a devida atenção, que não resolvemos, que se juntam a um ou outro problema maior e viram algo sério. Por isso, é importante resolver as pequenas “crises”, para que elas nunca grudem umas nas outras, transformando-se nunca crise grande (=existencial). Não permita que as coisas se acumulem, tente resolver os “probleminhas” na medida em que forem surgindo, mas mantenha sempre a cabeça fria e administre bem suas energias, procurando fazer coisas que lhe façam bem e recarreguem suas baterias. Uma pessoa robusta (=baterias cheias) suporta uma crise com menos dificuldade do que uma pessoa fraca (=baterias vazias). Quando a coisa “emperrar”, não fique tentando resolver nada à força, nem batendo com a cabeça contra a parede. Se uma coisa não der certo hoje, talvez seja melhor parar, fazer outra coisa, recarregar as baterias e tentar novamente amanhã (ou depois!).

Isolamento: algo muito perigoso!

Busque contato, faça amizades, seja aberto e receptivo, interaja com as pessoas, mesmo que elas tenham uma mentalidade diferente da brasileira, mesmo que o contato no início seja um pouco difícil. Aprenda o idioma, pois isso facilitará muito sua integração e seu contato com as pessoas à sua volta. Tenha cuidado para não se isolar, para não passar muito tempo sozinho e para não achar que o mundo à sua volta tem algo contra você.

Mantenha o contato com sua família e amigos no Brasil. O importante é que a distância seja somente geográfica, mas nunca emocional. Não subestime o tempo. Toda relação tem que ser alimentada, portanto busque sempre o contato, deixe sua família participar de sua vida aqui, conte para eles como você vive. Pessoas no Brasil têm muita dificuldade de imaginar como é a vida na Alemanha. São “mundos” totalmente diferentes. Ficar sem contato com uma pessoa no Brasil por um tempo muito longo pode fazer com que os caminhos se afastem, que um parente (ou amigo) próximo vire uma pessoa estranha. E saiba de que esse contato, se tiver uma boa qualidade emocional, lhe dará força nos momentos difíceis, mesmo que a distância seja grande.
E quando tiver uma crise, converse sobre ela, busque ajuda da família, de vizinhos, de amigos, de outros brasileiros emigrantes ou mesmo ajuda profissional. Só não faça o erro de se recolher, se isolar e achar que tem que resolver isso sozinho. Tenha cuidado, pois isolamento é algo muito perigoso!

Tenha cuidado com os “falsos amigos”

Busque aqui relações verdadeiras e tenha cuidado com os “falsos amigos”, aqueles que ficam próximo para tirar algum proveito, sem lhe dar nada ou muito pouco, pois aqui a decepção é pré-programada e tal decepção favorecerá sua crise. Tenha cuidado também com aqueles que têm uma postura negativa, que reclamam de tudo e veem problemas em todo canto, falando mal do lugar e dos nativos, pois quem gosta de reclamar não quer solução (se o problema é resolvido, ele vai reclamar de quê, né?). Além do mais, gente assim não gosta de ser infeliz sozinha. Assim, essas pessoas farão de tudo para atrapalhar sua felicidade.

Seja realista: quanto maior a ilusão, maior será o tombo!

Não venha para cá iludido. E se você já veio, livre-se de suas ilusões. Ilusão termina sempre em desilusão, o que faz bem a qualquer crise, mas não a você.

Tenha paciência: todo início é difícil!

Tudo na vida passa, também as crises! Tenha paciência, serenidade e otimismo, pois sua crise também passará.

Talvez você seja do tipo de pessoa que quando quer uma coisa, quer logo, corre atrás, batalha, move morros e montanhas para conquistar o que quer. Perceba que essa impaciência (temperada com ansiedade) tem dois lados: um positivo e um negativo. É boa porque traz energia, impulsiona, faz com que as coisas aconteçam, sem demora, sempre o mais rápido possível. Penso que os impacientes são o pedal do acelerador do mundo. Mas a sede de velocidade termina causando aflição, agonia, estresse, sempre que as coisas não funcionam como se esperava, ou seja, quase sempre. Isso, por sua vez, gasta energia e termina freando o que antes foi acelerado. A impaciência deixa você meio cego para os detalhes, fechando os olhos para o novo e oportunidades. No final, você termina se sobrestimando e dando passos “errados” por não parar de vez em quando para ver o todo, porque a impaciência não dá o tempo necessário para isso. É importante aprender a domar a impaciência. O segredo aqui é permitir a impaciência como uma energia positiva e parar de vez em quando para ver os detalhes. E quando uma coisa não der certo, pare, respire fundo, descanse e esfrie a cabeça, ao invés de ficar tentando de novo, apertando a mesma tecla, batendo com a cabeça na parede, ou pior ainda: desanimando, se deprimindo, cansando, se esgotando e sem saber direito para onde ir, pois isso só alimentará sua crise.

Cuidado com álcool e drogas!

Um erro gravíssimo que muita gente comete é recorrer a bebidas alcoólicas e drogas para “disfarçar” os problemas. Isso não ajuda, pelo contrário, isso piora a coisa, pois só “anestesia” a crise, fazendo com que ela cresça ainda mais. Evite o consumo dessas substâncias em fases difíceis, ou melhor ainda: numa crise, você precisa é de energia. Busque então viver da forma mais saudável possível, saia de casa, pratique esporte, busque a natureza, respire ar fresco, evite drogas, álcool e tudo que lhe roube essa energia tão preciosa nesses momentos.

Veja a crise como uma chance

As coisas não estão dando certo? Você não sabe bem como seu projeto de emigração deve continuar? Veja então essa crise como uma chance de repensar seus objetivos, de fazer um balanço, de reconhecer onde a coisa está bloqueando, mas aproveite também para tentar descansar e recuperar as energias.

Cuidado com o fatalismo

Uma coisa que observo não somente em alguns brasileiros, mas também em outros latino-americanos, é um certo fatalismo, o acreditar que as coisas são como são, que nada pode ser mudado, achando que o sofrimento é destino, o que é uma bobagem, pois o destino de todo ser humano é ser feliz. Pense positivo, levante, arregace as mangas e vá à luta. E não coloque a culpa nos outros (nem nos alemães, nem no destino, nem na vida, em ninguém!). Você decidiu emigrar e tentar a vida em outro lugar. Portanto, a responsabilidade por sua felicidade e seu bem-estar é sua e não dos outros!

Descubra 13 coisas que acontecem quando você persegue seus sonhos

Descubra 13 coisas que acontecem quando você persegue seus sonhos

POR CATHARINE SYMBLÈME

Se você já considerou ter uma vida diferente de 40 horas por semana trabalhando por uma vida estável, este artigo é para você.

“O único sucesso verdadeiro que existe é quando encontramos uma maneira de ganhar a vida fazendo exatamente o que queremos. Quando você acorda todas as manhãs e cria o seu dia exatamente como você sonha que ele seja, isso é sucesso. Quando a sua paixão e seu trabalho estão alinhados, quando você é capaz de fazer seu trabalho de graça, porque você o adora, isso é sucesso. “~ Eric Dubay

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Featured photo credit: Tiny Ducks Fall Asleep on a Dock/Domenico via photopin.com

1- Você vai sair de sua zona de conforto.

E então você vai descobrir que o conforto é superestimado de qualquer maneira.

2- Você ficará com medo.

E então você sobreviverá, e será impossível que as mesmas coisas te assustem tanto outra vez.

3- Às vezes você terá dúvidas.

Quando você estiver incerto, você pode fazer uma de duas coisas:

  1. Pare e esperar a inspiração para levá-lo para o próximo passo lógico, ou
  2. Dê um salto de fé e aja, sabendo que, mesmo se você fizer uma má escolha, você vai sobreviver e, provavelmente, aprender muito sobre o processo.

4- Você vai ser tentado a procurar algo mais seguro. E você superará isso.

A segurança no emprego é um mito. “Independentemente das promessas de pensão ou contratos assinados, o verdadeiro fato da questão é que não há” segurança no emprego “em trabalhar para alguém. Se, a qualquer momento, por qualquer razão, o chefe tem um problema com você, o mercado vai para o sul, seu contrato acabar, a clientela desvanece, a conta fica no vermelho, ou o negócio”morre”, então você estará em seu caminho para se tornar mais um na estatística de desemprego. “~ Eric Dubay

5- Você duvidará de sua sanidade.

Sim, você e a maioria das outras pessoas que questionarão o que está fazendo. Mas pense nisso: o que a sanidade fez por eles? onde a “sanidade” os levou?

6- Você não será capaz de agradar a todos.

Haverá pessoas que se sentirão desconfortáveis ​​com o que você está fazendo, e, infelizmente, algumas delas serão pessoas que você gosta. Tudo bem; apenas mantenha a boca fechada e persiga seus sonhos mesmo sem a sua aprovação. Em breve, você vai começar a notar novas pessoas que entrarão em sua vida e que estarão alinhadas com seus objetivos, de coração.

7- Você aprenderá o quão brilhante e cheio de recursos você realmente é.

E quando você  descobre que pode se manter bem, em seus dois pés, você se sente muito bem!

8- Você perceberá o quanto você tem para oferecer.

Quanto você faz o que ama, você passa a ter mais o que oferecer. Você deixa de implorar por aquilo que você não precisa. Deixa querer coisas que só serviam para preencher momentaneamente uma estima baixa.

9- Você começará a conhecer outras pessoas que optaram por perseguir seus sonhos também.

Há muitas pessoas legais aqui do lado dos “não convencionais”. Este é o lugar onde estão os criadores. Este é o lugar onde estão as crianças. Este é o lugar onde estão as pessoas visionárias. Este é o lugar de onde surgiram John Lennon, o Gandhi, a Oprah, o Steve Jobs, o Bill Gates, Nelson Mandela, o Tony Robbins, e  Abraham Lincoln. Você certamente estará em boa companhia!

10- Você aprenderá a ser paciente.

Você aprenderá que os melhores clientes, os melhores shows, os melhores trabalhos valeram pelo tempo da espera, mesmo que isso signifique comer macarrão instantâneo por 1 ano.

11- Você aprenderá a confiar que suas necessidades básicas serão sempre atendidas.

Você sobreviveu a sua infância, apesar de todas as loucuras que fez. O universo não vai deixar você morrer assim.

12- Você descobrirá o verdadeiro significado da fé.

“A fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.“” ~ Hebreus 11: 1.

“Assurance” “Conviction” Isso significa que seus sonhos já estão aqui , mesmo que você ainda  não possa vê-los, cheirá-los, tocá-los, ou prová-los.

13- Você saberá porque você esperou tanto tempo.

Você vai se descobrir saltando para fora da cama de manhã, ansioso para começar a sua lista de afazeres do dia. Você vai ter um ardente desejo de contribuir para o mundo, para ajudar o planeta através do que você faz, porque você o ama tanto. E mesmo que, por vezes, seja duro, é muito melhor do que ser um escravo do salário, você nunca mais vai querer voltar.

Traduzido e adaptado do original:

When You Start to Pursue Your Dreams, These 13 Things Will Happen

Josie Conti

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Você só é culpado pelo amor que não dá

Você só é culpado pelo amor que não dá

O nome próprio marca a individualidade e é fundamental nas relações sociais.

José Saramago escreveu:

“Conheces o nome que te deram, não conheces o nome que tens”.

 

Leiam essa pequena história:

 

“Ela foi a primeira filha de três irmãos. Seu nome era Helena, embora não o ouvisse com frequência. Na casa, ela era chamada de “a menina”.

Nessa casa também habitavam um cão e uma gata sarnenta. Todos sem nome.

O pai tinha nome, era João. Porém, João não era um nome que vinha só, ele era o “João da Ditinha doceira”, em clara alusão à profissão de sua falecida mãe.

Na casa da menina a mãe era a primeira a acordar e a ultima a dormir. Cuidava da casa, fazia comida, lidava com as roupas, fugia do marido. Nos filhos, porém, não deixava olhar.

A menina se virava como podia. Quando menor, corria atrás da mãe. Já maior, corria atrás dos irmãos. Era preciso.

Quando a menina deixou de ser menina noutra casa foi morar. Tinha agora marido e filhos próprios.

O marido tinha nome: Antônio.

Antônio a chamava de Helena.

Nessa casa viviam Helena, Antônio e os filhos Rita e Maria Clara.

Helena estranhava ouvir o próprio nome, mas sabia que isso era bom.”

 

MORAL DA HISTÓRIA:

Você não é culpado pelo amor que não teve, mas é pelo amor que não dá.

Sua vida não precisa ser uma repetição.

Aceite ajuda, procure ajuda.

 

Josie Conti

Muitas realidades, várias lutas e uma só personagem: a mulher

Muitas realidades, várias lutas e uma só personagem: a mulher

John Legend é um cantor americano de R&B, compositor e pianista, ganhador de nove prêmios Grammy e com uma estrela no Songwriters Hall of Fame.

Há cerca de um mês divulgou um daqueles clipes com valor inestimável, pois trazem uma verdadeira mensagem social sobre as diversas realidades da vida da mulher: as crises existenciais, a briga com o espelho, a luta contra doenças.

O vídeo divulga a campanha “#OperationGirl”, a iniciativa que vai arrecadar dinheiro para as instituições que apoiam as mulheres nos Estados Unidos.

Ao longo das cenas, o clipe mostra mulheres de várias raças, idades e tamanhos vivendo diferentes momentos de suas vidas.

Confira:

John Legend – You & I (Nobody In The World)

Fonte indicada: Eu te amo hoje

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Alexandre Garcia arrasa ao falar da educação no país

Alexandre Garcia arrasa ao falar da educação no país

Esse é o tipo de mensagem que precisa ser vista por todos!

Nela, o comentaria Alexandre Garcia chega a ficar exaltado de tanta indignação.

Só há futuro onde existe educação!

Passe adiante!

Fonte indicada: Social Fly

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Como é ser pai de um filho gay? Emocionante!

Como é ser pai de um filho gay? Emocionante!

Creio que um dos momentos mais difíceis para uma pessoa, é ter que revelar para seus pais que talvez ela não seja exatamente o que eles “esperavam”.

Antes da aceitação externa, todos querem ser aceitos pela família.

Nesse vídeo, veja o depoimento de pais de filho gay.

Eles desconfiavam?

Como foi a infância?

E o medo dos outros?

Fonte indicada: Sedentário

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O que fazer quando a paciência acaba?

O que fazer quando a paciência acaba?

Não importa qual seja o ambiente onde você passa mais tempo: escola, trabalho, casa. Em qualquer um desses lugares, sempre tem alguém precisando ser mais paciente.

Com a rotina agitada do dia-a-dia, ter paciência pode ser um pouco complicado, mas é de extrema importância para qualquer projeto.

Para aprender a melhor maneira de gerenciar a sua paciência, você pode tentar se testar em algumas situações, como parar na fila mais longa do supermercado ou se manter atrás de uma pessoa que anda devagar em um lugar no qual você está acostumado a andar mais rápido.

A paciência é, basicamente, controle. Você pode não dominar esse controle agora, mas certamente é algo que pode ser desenvolvido. Obvio que existem coisas que estão alheias à sua vontade, mas você precisa saber diferenciá-las para que não tenha um ataque de nervos. Identifique o que pode ser controlado por você e faça o melhor trabalho que puder naquilo. Quanto ao que você não pode dominar, deixe acontecer.

E não se engane acreditando que ser paciente é o mesmo que ser passivo. Na realidade, ser paciente se trata de saber gerenciar a si mesmo, o que requer atenção aos seus pensamentos, atos e palavras. Isso significa que você não deve gastar o seu tempo tentando controlar os outros, e sim a si mesmo. Veja algumas dicas que podem ajudar você a se controlar e manter a paciência:

contioutra.com - O que fazer quando a paciência acaba?

1. Respire

Nos momentos em que você estiver perto de perder o controle esvazie sua mente e foque-se na sua respiração. Respire lentamente, prestando atenção no seu ritmo de expiração e inspiração. Isso vai ajudá-lo a se manter calmo.

2. Caminhe

Um bom truque para se acalmar e manter a cabeça no lugar é fazer uma caminhada. Não precisa ser uma caminhada longa, o objetivo aqui é apenas tirar do centro de seus pensamentos o que está te incomodando. Preste atenção ao caminho que está fazendo, dedique-se a encontrar coisas novas em um lugar pelo qual você passa todos os dias.

3. Reflita

Ao final do seu dia sente-se em seu lugar preferido e pense sobre os acontecimentos. Não ligue a TV, o rádio ou qualquer outra coisa que possa distrair os seus pensamentos. Reserve esse tempo para identificar o que te incomodou ao longo do dia e pensar em como esses problemas podem ser resolvidos.

4. Escute

Não transforme uma conversa em discussão. Mesmo que você não concorde com o ponto de vista de outras pessoas, não tem o menor motivo para criticá-las por isso. Procure ouvir os argumentos das pessoas e falar os seus de forma calma. Antes de responder considere tudo que a pessoa está dizendo.

5. Sorria

Pode parecer absurdo, mas sorrir mais faz com que você se sinta melhor consigo mesmo. Existem situações nas quais um sorriso não cabe, mas na maioria delas ele não vai te prejudicar. Pratique no espelho, veja quanto tempo você é capaz de manter um sorriso.

6. Lembre

Em momentos de stress, escolha as suas lembranças favoritas e pense nelas. Voltar a uma época ou situação que nos fez feliz ajuda a restabelecer a calma.

Fonte indicada: Universia

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4 dicas que eu queria NUNCA ter dado ao meu filho pequeno

4 dicas que eu queria NUNCA ter dado ao meu filho pequeno

Cada estágio da maternidade parece mais difícil do que o anterior, o que é estranho, porque, no momento, você não consegue imaginar nada mais difícil do que lidar com as experiências que você já está tendo. Quando um bebê nasce, tudo o que você quer é dormir. Quando eles são mais velhos, o que você quer é não ter que pegar todos os brinquedos que estão fora do alcance deles. Em seguida, você tem um novo conjunto de preocupações: eles estão comendo direitinho? Será que estão dormindo o suficiente? Será que estão dormindo demais? Eles estão acompanhando seus marcos de desenvolvimento? Qual é a melhor maneira de discipliná-los?

Com todas essas preocupações passando pela minha cabeça, eu tentei ser a melhor mãe possível para meu filho pequeno, mas há alguns conselhos e dicas que eu gostaria de nunca ter dado a ele. Aqui estão eles; aprenda com os meus erros.

contioutra.com - 4 dicas que eu queria NUNCA ter dado ao meu filho pequeno

1. “Pare de brincar com a comida!”

Às vezes, parecia que meu filho não comia nada. Eu encontrava biscoitos em sua bermuda, suco escorrendo pela camiseta e purê de ervilhas inexplicavelmente em suas sobrancelhas. Eu tinha certeza de que ele não estava comendo o suficiente, então eu colocava mais comida em seu prato e ela ia parar no chão ou em seu colo. Sabendo que ele não iria me ouvir, mas incapaz de me conter, eu ocasionalmente dizia exasperada para ele parar de brincar com a comida.

Ele não parava, é claro, e agora eu percebo que foi uma boa coisa ele não parar. Quando ele estava com fome o suficiente, ele comia, e ganhava peso em um andamento adequado. A hora das refeições nem sempre se trata de encher nosso filho de comida. Às vezes, trata-se de deixá-lo explorar os gostos, as texturas, cheiros e consequências. (Crianças odeiam ter que se limpar, mas elas descobrem que é uma consequência de brincar com a comida.) Ele também estava desenvolvendo suas habilidades motoras, aprendendo como funciona a gravidade, e entendendo causa e efeito. (Quanta força eu preciso fazer para esmagar esta ervilha?) Pare de se estressar com a bagunça, e deixe-o brincar.

2. “Você está bem, pare de chorar.”

Às vezes, meu filho chora pelas coisas mais bobas. Um macaco no zoológico ficou olhando para ele por muito tempo. A joaninha voou para longe. O controle remoto não cabia dentro do seu copo. Eu o confortava quando sua tristeza parecia ter um bom motivo, mas para essas coisas sem sentido eu não tinha muita paciência.

No entanto, quem era eu para saber o quão racionais essas coisas “bobas” eram aos olhos do meu filho? Aquele era um macaco enorme e assustador. Meu filho não sabia que o vidro iria impedir o macaco de chegar até ele. A joaninha era bonita, e ele nunca iria vê-la de novo. O controle remoto não estava seguindo as leis da natureza, será que o mundo estava prestes a acabar? Mesmo quando uma criança chora por coisas bobas, é melhor ter paciência e compaixão. Caso contrário, ela vai pensar que seus sentimentos não são importantes e vai colocar menos fé em nós no futuro. Dê importância a eles, é o que os adultos querem também, certo?

3. “Deixe a mamãe fazer isso por você.”

Claro, há muitas coisas que crianças não podem fazer por si mesmas, como escolher alimentos saudáveis ou lavar suas próprias roupas, mas isso não significa que temos que fazer tudo por elas. Muitas vezes eu estava com pressa, sem vontade de esperar um tempinho extra que meu filho levava para colocar seus sapatos ou atravessar o estacionamento. Mas o que estamos ensinando nossos filhos se nós nunca dermos a eles a oportunidade de tomar as suas próprias decisões?

Ao invés de automaticamente assumir o controle cada vez que há uma decisão a ser tomada, dê ao seu filho a oportunidade de decidir. Faça com que ele lhe ajude a escolher comidas saudáveis no supermercado, e depois dê-lhe uma chance de escolher quais dela ele gostaria de comer no almoço. Quando sujar a roupa, deixe que ele esteja com você enquanto esfrega a roupa com água para que saiba o que faz a sujeira ir embora. Eles nem sempre vão apreciar a oportunidade de tomar a decisão, mas permitir que eles exerçam sua independência vai ajudar a torná-los crianças e adultos mais confiantes.

4. “Pare de brincar com aquele rolo de papel higiênico e brinque com um desses brinquedos que a mamãe e o papai gastaram dinheiro para comprar para você.”

Isso parecia um refrão constante durante os anos de criança pequena do meu filho. Ele era muito mais interessado no potinho, nos móveis, nas espátulas e pesos de porta do que em todos os brinquedos que compramos para ele. Parecia um desperdício, e às vezes eu interrompia seu jogo com os utensílios domésticos tentando interessá-lo em algum brinquedo.

Olhando para trás, eu gostaria de não ter comprado tantos brinquedos. Ele gostava mais de bater com a colher no potinho e de sacudir o peso de porta do que de jogar bola, e não há problema nisso. Pediatras referem-se às crianças como “pequenos cientistas”, porque elas estão constantemente tentando descobrir como as coisas funcionam. Brincar é a sua forma de trabalho, e elas podem aprender muito ao fazer suas próprias experiências.

Mães sempre irão se preocupar se elas estão fazendo um bom trabalho, é o que as mães fazem. Mas tente relaxar de vez em quando e simplesmente observe. Seu filho pode aprender muito por conta própria, e ao ficar em silêncio e observá-lo, você pode aprender algo também.

Por Katie Nielsen

Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original 4 pieces of advice I wish I never gave my toddler.

Publicado originalmente por Família, um site sempre muito indicado!

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10 mitos e verdades sobre a autoestima

10 mitos e verdades sobre a autoestima

“Autoestima é sempre uma questão de grau. Todos podem elevar a sua”

Rosemeire Zago

Como está sua autoestima? Pare um minuto e pense quantas oportunidades perdeu porque acreditou que não conseguiria? A vida de quem não acredita em si mesmo é assim: medo, dúvida, vergonha, frustração, insegurança, culpa, insatisfação e confiança zero.

Quando não nos sentimos capazes é como se algo nos impedisse de irmos adiante. Quando insistimos em agradar… e ainda assim somos maltratados, abandonados, quando amamos mais ao outro do que a nós mesmos, na verdade está faltando autoestima. Muito se fala sobre autoestima, mas geralmente as pessoas confundem autoestima com falsos valores.

contioutra.com - 10 mitos e verdades sobre a autoestima

1. Cuidar da aparência, ir à academia, cabeleireiro, comprar roupas, quer dizer que minha autoestima está elevada.

Como há muita confusão sobre o tema, vamos refletir sobre alguns mitos e verdades sobre autoestima, que é acima de tudo você ter consciência de seu próprio valor.

Mito: Cuidar de si nem sempre quer dizer autoestima elevada. Assim como cirurgias plásticas, casamento, trabalho, dinheiro, carro, nada disso cria autoestima. Muito pelo contrário, quem precisa disso para ter valor, na verdade só quer ser aceito por uma sociedade e uma mídia que “vendem” o que deseja que seja comprado. A pessoa que busca tudo isso pode querer compensar algo que não sente ter internamente. Mas gostar de si, se aceitar e se cuidar é um passo importante na conquista de uma autoestima elevada, mas não a determina.

2. Autoestima elevada é o mesmo que vaidade.

Mito: Definitivamente não! Mas é comum as pessoas confundirem. Nem sempre quem cuida de sua imagem pessoal está com autoestima elevada. É uma ilusão acreditar que buscar fora pode elevar a autoestima de uma pessoa. Autostima é algo que vem de dentro e não de fora.

3. Mostrar-se superior aos outros é sinal de autoestima elevada.

Mito: Arrogância, querer ser superior ao outro é apenas uma maneira de diminuir o outro para se elevar, porque na verdade se sente inferior. Quem tem consciência de seu valor é acima de tudo humilde.

4. A dependência é uma característica da autoestima baixa.

Verdade: Quem sente ter recebido pouco amor na infância, enfrenta muitos vazios e carências. Passa a buscar preencher o vazio através da relação afetiva. Confunde carência com amor, e a carência leva à dependência. A independência é uma virtude da autoestima.

5. Quem se mostra sempre alegre, seguro, confiante, está com autoestima elevada.

Mito: Nem sempre. Quando a pessoa transmite segurança, valorização excessiva de si mesma, está sempre brincando, querendo ajudar, nem sempre corresponde à verdade. No fundo, pode esconder uma pessoa também sem amor-próprio, só que busca o reconhecimento e amor por outros caminhos. Pode transmitir uma imagem de total segurança, mas na verdade está apenas querendo ocultar uma autoestima bem frágil.

6. Autoestima não muda, uma pessoa que está com baixa autoestima não pode fazer nada.

Mito: Autoestima oscila de acordo com as situações que vivenciamos. Por exemplo, se há uma situação de perda, seja de um trabalho ou de uma pessoa, a tendência é a autoestima ficar baixa. Autoestima é sempre uma questão de grau. Todos podem elevar sua autoestima.

7. Amar mais o outro que a si mesmo está relacionado com baixa autoestima.

Verdade: A falta de amor-próprio é sinal de muita carência, é a necessidade de amor, principalmente o amor por si mesmo. A autoestima, juntamente com o amor-próprio é a base para o ser humano.

8. A inveja pode ser um sinal de autoestima baixa.

Verdade: A inveja é uma das emoções mais primitivas. É o desejo em ter o que não lhe pertence, querer o que é do outro, ou ser o que o outro é. Há uma tendência a supervalorizar o outro com tudo que ele tem e desvalorizar o que se tem. A inveja geralmente surge do sentimento de sentir-se incapaz e inferior, percebendo o outro como tendo todos os atributos que acredita não ter. O pensamento de quem sente inveja, ainda que seja inconsciente é: “o outro é capaz de conseguir, eu não sou”.

9. Autoconhecimento eleva a autoestima.

Verdade: Autoestima está totalmente relacionada com autoconhecimento. Quanto mais você obtê-lo mais conseguirá elevar a sua!

10. Autoestima elevada depende do reconhecimento e aprovação de outras pessoas.

Mito: Qualquer tipo de dependência é sinal de baixa autoestima, pois quanto mais dependemos do outro, seja na busca de reconhecimento e/ou aprovação, mais estamos valorizando a opinião de outras pessoas, nos permitindo ser manipulados, e mais vulneráveis e fragilizados nos tornamos. Quanto mais reconhecimento e aprovação buscamos, mais nossa autoestima estará baixa. O importante é o reconhecimento, não de outros, mas principalmente de nós mesmos. Mas nem sempre as pessoas conseguem reconhecer os próprios méritos, pois desde pequenos somos incentivados a valorizar o que o outro fez, nunca o que fizemos; supervalorizamos o outro na mesma medida que nos desvalorizamos.

Fonte indicada: Vya Estelar

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10 passos simples para arruinar uma criança boa

10 passos simples para arruinar uma criança boa

Quase qualquer um pode criar uma criança bem ajustada. Mas, para realmente estragar uma criança, você deve ter um guia prático. Pegue boas crianças, aplique estes 10 comportamentos e veja-as tornarem-se adultos completamente inúteis.

1. Fale em superlativos

Sempre lhes diga que são lindíssimos, belíssimos, inteligentíssimos, os mais atléticos, os mais artísticos e os mais talentosos. Dessa forma, quando eles crescerem e descobrirem que têm que realmente se esforçar para conseguir algo, eles podem culpá-lo em suas sessões de terapia caríssimas.

2. Deixe que eles interrompam

Não importa com quem você possa estar tendo uma conversa, não importa quão importante ou delicada, sempre, sempre, que a criança puxar a manga de sua camisa e disser repetidamente: “Com licença, com licença, com licença.” Certifique-se de parar no meio da frase e admirá-la pela sua polidez e dar-lhe toda a sua atenção. Afinal, nada que você esteja fazendo poderia ser tão importante como o seu filho precisando dizer alguma coisa.

3. Sempre acredite na versão deles

Se um professor revela em entrevista que o seu filho está falhando, deve ser culpa do professor. Se o treinador lhe diz que seu filho vai ficar no banco, ele deve ter sido negligente em seus deveres de técnico. Se todas as evidências apontam para o fato de que seu filho roubou alguns CDs ou outra coisa, mas ele nega, automaticamente todas as provas devem ser circunstanciais. Sempre acredite apenas em seu filho e ignore as boas intenções daqueles que proclamam que se preocupam com ele.

4. Nunca os deixe falhar ou parecerem ruins em algo

Conclua para eles o carrinho de rolimã, o projeto de ciências, o discurso, o projeto acadêmico. Afinal, seria prejudicial para as suas pequenas mentes se falharem ou se sentirem constrangidos.

5. Equipare-os ao “Mauricinho” e à “Patricinha”

Certifique-se de que seus filhos tenham tudo o que seus amigos têm. Atualize seu modelo de qualquer coisa assim que o mais novo sair. Mantenha-os sendo invejados por todos os seus amigos. Nunca os deixe envergonhados de não ter o mais recente e o melhor seja lá o que for.

6. Proteja-o de todo o mal e dor

Interfira se sentir que ele terá qualquer problema. Mantenha-o com joelheiras, capacetes e rodinhas. Proíba-o de subir em árvores, em barras no playground e jamais permita mergulhos do alto na piscina. Use antibiótico para tudo. Mantenha-o sempre aquecido. Nunca, em hipótese alguma, deixe-o brincar na sujeira.

7. Faça um plano de vida agora

Descubra o que você acha que sua filha deve ser quando crescer e mantenha-a no caminho, não importa o quê. Direcione toda a sua energia e tempo livre para ser a melhor nessa vocação. Se ela chorar ou resistir, apenas continue a dizer-lhe que é para seu próprio bem. Afinal, você sabe melhor do que ela.

8. Seja crítico

Critique os outros na mesa durante as refeições. Diga-lhes que trabalho medíocre os seus professores, conselheiros, treinadores e outras figuras de autoridade estão fazendo. Ensine-os a serem críticos sobre todos, também. Só não se surpreenda se a crítica acabar por ser dirigida a você.

9. Exponha-se

Dê aos seus filhos completo conhecimento de todos os detalhes íntimos de sua vida. Diga-lhes todas as coisas estúpidas e perigosas que você fez quando era criança e adolescente. Também lhes conte como seu casamento é difícil. Peça-lhes conselhos. Conte-lhes se você estiver preocupado em perder o emprego. Partilhe com eles o seu medo de não ter dinheiro suficiente. Não se esqueça de nenhum detalhe. Tenha um bom relacionamento aberto.

10. Apoie-os quando desobedecerem

Diga a eles o que fazer e o que não fazer, mas apoie-os quando desobedecerem. Diga-lhe para não beber, mas quando o fizerem que lhe chamem. Diga-lhes para não usarem drogas, mas quando fizerem que deixem você saber. Diga para se absterem de relações íntimas, mas dê-lhes proteção para levar sempre consigo, caso aconteça. Mensagens contraditórias como essas são uma ótima maneira de mantê-los em dúvida sobre suas próprias escolhas.

Agora você tem uma lista completa de como transformar uma criança perfeitamente normal e emocionalmente saudável em um projeto de gente.

Traduzido e adaptado por Stael Pedrosa Metzger do original How to ruin a perfectly good kid in 10 simple steps.

Fonte SEMPRE indicada: Família

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7 Maneiras cientificamente comprovadas de ser feliz

7 Maneiras cientificamente comprovadas de ser feliz

Qual o seu segredo para sua felicidade?

Pesquisadores estudaram vários fatores, desde genes até características pessoais e escolhas de vida, para descobrir o que coincide com a felicidade e o bem-estar na vida das pessoas.

Confira 7 deles que você pode aplicar a partir de hoje para ser feliz:

contioutra.com - 7 Maneiras cientificamente comprovadas de ser feliz

1 – Tenha cultura

Segundo um estudo desse ano, homens que gostam de arte, balé e outras atividades culturais se sentem mais felizes e saudáveis. O resultado se manteve mesmo após os pesquisadores controlarem para outros fatores que influenciam a felicidade, como renda.

Para os homens, a atividade física, lazer ao ar livre e trabalho voluntário também influenciaram positivamente a felicidade. Já as mulheres mais felizes tinham participações na igreja e em eventos desportivos.

A mensagem é clara: mesmo que as pessoas felizes tenham mais cultura e não a cultura faça as pessoas mais felizes, não custa tentar. A felicidade é o prêmio final.

2 – Tenha um bicho de estimação

Donos de animais são um grupo que tende para uma maior felicidade. Uma pesquisa de julho de 2011 descobriu que as pessoas que têm cães dizem que seus animais de estimação aumentam a sua autoestima, bem como seus sentimentos de pertença e de significação.

A pesquisa também descobriu que os animais tinham uma capacidade semelhante a de amigos humanos em evitar sentimentos de rejeição.

3 – Seja positivo

Um artigo que revisou 51 estudos anteriores sobre a felicidade encontrou que as pessoas que adquirem o hábito de escrever três coisas boas que aconteceram com elas toda semana têm um aumento significativo na felicidade.

A pesquisa também descobriu que os participantes que escreveram cartas de gratidão para outros relataram um aumento de felicidade que durou semanas (sem sequer a necessidade de enviá-las). Parece que o que conta mais é ter uma atitude positiva e não pensar que coisas e curas mirabolantes cairão do céu.

4 – Seja altruísta

Essa mesma revisão de estudos descobriu que devolver coisas boas a sociedade pode pagar dividendos a felicidade. Um estudo de 2008 também concluiu que as pessoas que doam dinheiro em vez de gastá-lo consigo mesmas têm um impulso de felicidade.

Não só isso, mas as pessoas que se voluntariam por razões altruístas vivem mais. O altruísmo é ainda ligado a relacionamentos mais fortes: um estudo de 2006 descobriu que as pessoas mais altruístas são também mais propensas a ter casamentos felizes.

5 – Seja nostálgico

Pessoas sociais, energéticas e extrovertidas são também as com tipo de personalidade que são mais felizes. Não é fácil roubar a cena de uma pessoa extrovertida, mas dá pra roubar a felicidade: é só ver o passado através de óculos cor de rosa.

Uma pesquisa desse ano descobriu que pessoas extrovertidas devem a sua vantagem de felicidade à sua tendência de olhar para trás (para o passado) com nostalgia. Saborear memórias felizes ou colocar as ruins sob uma ótica otimista pode ajudar a tornar a vida de uma pessoa mais feliz. Não confunda isto com ser saudosista, vivendo no passado.

6 – Faça sexo

Apesar de soar superficial, a satisfação entre quatro paredes parece estar ligada à felicidade na vida diária.

Mulheres pós-menopáusicas com vida sexual mais satisfatória são mais felizes em geral. Da mesma forma, os recém-casados têm casamentos melhores. Abraços e afeto físico impulsionam a felicidade nos homens também.

7 – Não persiga a felicidade

Você pode praticar todos os itens dessa lista e ainda não se sentir feliz. Isso porque um estudo desse ano descobriu que uma hiperconcentração na felicidade pode, paradoxalmente, tornar as pessoas menos felizes.

“Querer ser feliz pode torná-las menos felizes”, disse a pesquisadora Iris Mauss. “Se você explicita e propositadamente foca na felicidade, isso parece ter uma qualidade autodestrutiva”.

O estudo mostrou que as mulheres que valorizam demais a felicidade ou focam exclusivamente nisso têm problemas em realmente alcançá-la. Talvez essas pessoas estabeleçam padrões altos demais para a felicidade, ou se concentram na felicidade pessoal à custa de coisas que realmente fazem as pessoas felizes, como relacionamentos com amigos e familiares.

Não é que tentar ser feliz é um caso perdido, mas a ideia é de que você não deve perseguir esse sentimento em si, mas sim focar em atividades que fazem você feliz. [LiveScience]

Traduzida e adaptada por Hypescience
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5 coisas que você não sabia sobre a vida secreta dos gatos

5 coisas que você não sabia sobre a vida secreta dos gatos

Acreditamos que sabemos tudo sobre nossos animais de estimação, seus hábitos, gostos e fraquezas. No entanto, os gatos levam uma vida secreta e pouco conhecida. É o que confirma um estudo realizado por pesquisadores da BBC Horizon e cientistas do Royal Veterinary College, do Reino Unido, que revela os comportamentos surpreendentes dos gatos quando não estamos por perto.

“Em muitos sentidos, os cientistas sabem mais sobre o comportamento errante dos grandes felinos da África que sobre os animais domésticos, o que levou a Horizon a se associar ao Royal Veterinary College nesse ambicioso experimento”, explicou Helen Sage, produtora da BBC Horizon. O resultado da parceria é uma série de vídeos documentais sobre nossos felinos de estimação, os gatos.

A vida secreta dos gatos é o resultado de uma pesquisa realizada com 50 gatos na cidade de Surrey, no Reino Unido. Os felinos foram vigiados 24 horas por dia com coleiras equipadas com GPS e “cat-cams”, câmeras especialmente projetadas para acompanhar os bichanos em suas atividades diárias.

Ao observar os detalhes do dia a dia de cada gato, os pesquisadores reuniram dados interessantes sobre seu comportamento fora de casa.

Conheça as cinco conclusões do estudo:

contioutra.com - 5 coisas que você não sabia sobre a vida secreta dos gatos

1. Caçam menos do que pensamos

Quando os gatos perambulam pela rua ou pela vizinhança, não costumam caçar roedores e outros animais pequenos na quantidade prevista. O estudo sugere que a vida doméstica ocasionou mudanças comportamentais nos gatos, que gradualmente perderam parte de seus instintos, como a caça. De fato, acredita-se que os gatos continuarão a levar uma vida estritamente doméstica.

2. Tentam evitar confrontos

Uma das observações mais interessantes do estudo revelou que os gatos possuem um complexo sistema de marcações e sinais para indicar a outros felinos que estão ou estiveram em um lugar, evitando confrontos diretos. Embora os pesquisadores tenham observado disputas e brigas ferozes entre os gatos, na maioria dos casos esse sistema de sinais odoríferos evitava conflitos.

3. Roubam comida de outras casas

Os gatos do estudo tinham um lar e estavam bem alimentados, no entanto, muitos deles perambulavam pela casa de outros gatos para explorar e, em alguns casos, roubar comida. Embora o estudo tenha determinado que a maioria dos gatos prefere evitar confrontos, ter mais alimento ao seu alcance parecia ser uma grande tentação durante os passeios diários dos bichanos.

4. Percorrem distâncias mais longas

Quando os gatos saem de casa, vivem aventuras e percorrem distâncias maiores do que seus donos imaginam. Por meio do localizador GPS, instalado em cada gato, os pesquisadores observaram que eles percorreram vários quilômetros, inclusive em longos passeios noturnos, e entravam até em lugares perigosos.

5. Usam diferentes miados e ronronados para se comunicar

Quanto ao relacionamento com os humanos, o estudo concluiu que os gatos desenvolveram miados e ronronados mais ou menos complexos para comunicar diferentes sensações. Existe um ronronado comum, cotidiano, para expressar satisfação ou tranquilidade, e outros menos frequentes, com velocidades e intensidades diferentes, que expressam interesse, curiosidade ou ansiedade.

Você já observou algum comportamento curioso em seu gato?

Conte nos comentários.

Fonte indicada: Animal Planet

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12 maneiras de jogar energia fora

12 maneiras de jogar energia fora

Por mais que existam pessoas desequilibradas e difíceis nós é que somos responsáveis pelas nossas energias e cabe a cada um de nós preservá-las e administrá-las da melhor forma possível.

Sabe por que o outro rouba a sua energia?

Porque você deixa a porta aberta!

E depois ainda diz que a culpa é do outro…

Para ajudar a refletir, fiz uma listagem de doze atitudes (e olhe que a lista é imensa!) que gastam uma tremenda energia vital. Uma vez desvitalizado e sem proteção fica fácil para qualquer um chegar perto e perturbar seu equilíbrio.

Use esta listagem também para pensar porque a prosperidade às vezes passa longe de você. A energia que seria usada para atrair o bem, a felicidade, o amor, o dinheiro acaba sendo gasta de forma inadequada. Confira a listagem e veja o que precisa ser modificado em sua vida!

1. A falta de cuidado com o corpo e hábitos

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer sempre são colocados em segundo plano. A correria da vida diária e a competitividade das grandes cidades faz com que acabemos negligenciando aspectos básicos para a manutenção de nossa saúde energética.

Quando a saúde física está comprometida, a aura se ressente, ficando menor e menos brilhante, comprometendo nosso sistema de defesa energético. Os exercícios físicos são sempre úteis por nos ajudar a movimentar e eliminar as energias estáticas. As pessoas que são dependentes químicos apresentam verdadeiros rombos na aura e isso as predispõe a toda sorte de assédios espirituais e vampirismo energético.

2. Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso: ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho corporal.

Quem não tem domínio sobre seus pensamentos e esse é, aliás, um mal do homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando muita energia. Pensamos tanto que não sobra vitalidade para tomar uma atitude concreta e, o pior, alimentamos ainda mais o conflito.

Devemos não só estar atentos ao volume de pensamentos, mas também à qualidade deles.

Pensamentos positivos, éticos e elevados nos recarregam, ao passo que a negatividade e pessimismo consomem energia e atraem mais negatividade para nossas vidas. Observe: pensando você conseguiu resolver o problema? Quase sempre a resposta é ‘não’. Então, mude de atitude.

Relaxe, use uma música suave e entregue o problema para o universo resolver.

Mesmo que isso aconteça apenas por alguns poucos minutos.

Durante esse tempo sua mente estará descansando. Quando a mente silencia, permite que sua intuição, seu anjo da guarda, Deus, Eu Superior ou o que você acreditar, converse com você e lhe traga inspiração e criatividade e isso se reverte em mais energia. Os meus alunos têm semanalmente 2 horas para fazer isso, o resultado é muito bom. Que privilégio, não?!!!!

3. Sentimentos tóxicos

Se você sofre um choque emocional ou sente uma raiva intensa, pode estar certo, até o final do dia estará simplesmente esgotado energeticamente. Juntamente com a raiva você queimou altas doses de sua energia pessoal.

Imagine agora um ser que nutre ressentimentos e mágoas, às vezes durante anos seguidos.

De onde você acha que vem o combustível para alimentar esses sentimentos tão densos?

Não é à toa que muitas dessas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas, afinal, a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade está sendo gasta na manutenção de sentimentos negativos.

Medo gasta energia, culpa também, já a ansiedade descompassa a vida.

Por outro lado, os sentimentos positivos e elevados, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima e principalmente a alegria e bom humor recarregam nossa energia e nos dão força para empreender projetos e superar obstáculos.

4. Fugir do presente

Onde eu coloco a minha atenção aí coloco a minha energia.

É tendência freqüente do ser humano achar que no passado as coisas eram mais fáceis: ‘bons tempos aqueles!”. Tanto os saudosistas, que se apegam aos prazeres do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas e desatinos de tempos atrás, estão colocando suas energias no passado.

Por outro lado temos os sonhadores ou aqueles que vivem numa eterna expectativa do futuro, depositando nele sua felicidade e realização.

Viver no tempo passado ou futuro faz com que sobre pouca ou nenhuma energia no tempo presente. E é somente no presente que você constrói sua vida. O passado e o futuro dependem unicamente do seu momento presente.

Aquele que vive sempre no tempo errado não tem em mãos uma dose de energia suficiente para se proteger das energias e locais densos.

5. Falta de perdão

Perdoar significa soltar. Soltar ressentimentos, mágoas, culpas. Soltar o que aconteceu e olhar somente para a frente e viver o presente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos e gastamos menos energia alimentando feridas do passado.

Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres e abertos para a felicidade. Aquele que não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ‘energeticamente obeso’, carregando fardos do passado e isso requer muita energia.

6. Mentira pessoal

Todos nós mentimos ao longo de nossas vidas e sabemos quanta energia é gasta posteriormente para sustentar a mentira e, quase sempre, acabamos sendo pegos. Imagine agora quando ‘você é a mentira’.

Quanta energia gastamos para sustentar caras, poses, desempenhos que não são autênticos!!!

Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos. A mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, a mártir, o intelectual, a lista é enorme.

Quando somos nós mesmos a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.

O mesmo não é válido quando queremos desempenhar um papel que não é o nosso.

7. Viver a vida do outro

Ninguém vive só, através dos relacionamentos interpessoais evoluímos e nos realizamos. Mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio que traz senso de limite e respeito por si e pelo espaço do outro nos resguarda energeticamente e nos recarrega.

Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, será a frustração. Quando interferimos na vida alheia, nos misturamos com o carma negativo do outro e trazemos isso para nossa vida.

8. Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta de forma muito negativa as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque bem legal para os períodos confusos é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa, os documentos e tudo o que mereça uma boa faxina.

À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem a mente e o coração. Pode não resolver o problema, mas nos ajuda bastante e traz um grande alívio.

Outra forma bem eficiente de perder energia é não terminar tarefas.

Todas as vezes, por exemplo, que você vê aquela blusa de tricô que não concluiu, ela lhe diz inconscientemente: “Você não me terminou! Você não me terminou!” E isso gasta uma energia tremenda! Ou você termina definitivamente a blusa ou livre-se dela e assuma que não vai terminá-la. O importante é tomar uma atitude.

O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão tempo e energia.

E lembre-se, bagunça e sujeira são ótimas moradas para energias densas e desarmoniosas.

9. Afastamento da natureza

A Natureza é nossa maior fonte de alimento energético e, além de nutrir, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energias.

A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.

Procure, sempre que possível, estar junto à Natureza. Você também pode trazê-la para dentro de sua casa ou local de trabalho. Além de um ótimo recurso decorativo, as plantas humanizam os ambientes, nos acalmam e absorvem as energias negativas e poluentes.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital.

Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora.

O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!”

Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!”

Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo.

Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12. Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.

O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Fonte indicada: Corpo in consciência
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