Novo colírio chega até o fim de 2025 e promete corrigir a visão de perto sem depender de óculos

Novo colírio chega até o fim de 2025 e promete corrigir a visão de perto sem depender de óculos

A chamada “vista cansada” (presbiopia) costuma aparecer depois dos 40 e dificulta ler o celular, cardápios e rótulos de perto.

Uma nova opção aprovada nos Estados Unidos promete aliviar esse incômodo com uma gota por dia, sem cirurgias nem óculos de leitura.

O que é o novo colírio

Trata-se do VIZZ (aceclidina 1,44%), aprovado pela FDA em 31 de julho de 2025 para tratar a presbiopia em adultos.

A fabricante prevê amostras a partir de outubro de 2025 e lançamento comercial amplo no 4º trimestre de 2025 nos EUA.

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Como ele melhora a visão de perto

A aceclidina é um miótico seletivo da pupila: ela contrai o esfíncter da íris, reduz a pupila e cria um efeito “pinhole” que aumenta a profundidade de foco.

Assim, objetos próximos ficam mais nítidos sem mudar o grau do olho (sem “empurrar” para a miopia), diferente de fármacos menos seletivos.

Duração do efeito e tempo para agir

Nos estudos clínicos, o ganho de visão de perto pôde surgir em até 30 minutos e se manter por até 10 horas ao longo do dia com uso diário.

De acordo com bula e comunicados técnicos, o perfil de segurança foi majoritariamente leve, com relatos como ardor transitório ao pingar, escurecimento temporário da visão (especialmente em ambientes pouco iluminados) e cefaleia — eventos que, em geral, se resolvem sozinhos. Como todo medicamento, deve ser usado com prescrição e acompanhamento.

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Para quem faz sentido

Adultos com presbiopia que desejam reduzir a dependência de óculos de leitura em atividades do dia a dia.

Não é indicado para automedicação nem substitui avaliações oftalmológicas periódicas.

Onde e quando chega

Por enquanto, o VIZZ tem aprovação nos EUA e cronograma de disponibilidade até o fim de 2025 naquele mercado. Para outros países, a situação depende das agências regulatórias locais e de acordos de registro e comercialização.

Fontes principais: bula/rotulagem do FDA, comunicados da LENZ Therapeutics e cobertura especializada (Ophthalmology Times, Nature).

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Foto em caixa de leite faz menina descobrir que foi sequestrada pelos próprios pais – leia o relato

Foto em caixa de leite faz menina descobrir que foi sequestrada pelos próprios pais – leia o relato

Uma ida ao mercado mudou o rumo de uma vida: aos 7 anos, Bonnie Lohmann reconheceu o próprio rosto impresso em uma caixa de leite no Colorado, EUA.

Sem saber ler, apontou a foto ao padrasto — que comprou o produto, recortou a imagem e pediu segredo. A estranheza daquele pedido seria, mais tarde, a chave para desfazer anos de desaparecimento.

O que aconteceu com Bonnie

Antes desse episódio, Bonnie vivia com a mãe e o padrasto, mudando de cidade com frequência. Essa circulação constante — e o fato de não estar matriculada em escola — dificultou qualquer busca oficial.

A foto na embalagem não era propaganda: trazia o aviso “criança desaparecida”, pois o pai biológico procurava pela filha havia anos.

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Como a verdade veio à tona

A menina guardou o recorte entre seus pertences. Um dia, visitando vizinhos, deixou a foto cair. Eles desconfiaram, acionaram as autoridades e, após quatro anos longe, a polícia localizou o pai. O reencontro encerrou o caso com Bonnie em segurança.

Nos anos 1980, supermercados dos EUA adotaram uma campanha para ampliar a busca por menores desaparecidos: rostos estampariam milhões de embalagens de leite e até faturas postais, multiplicando as chances de alguém reconhecer as crianças. A estratégia ficou conhecida como a era dos “milk carton kids”.

O caso que virou símbolo

Entre os nomes que impulsionaram esse tipo de mobilização está o de Etan Patz, desaparecido em Nova York em 25 de maio de 1979. A data virou o Dia Nacional das Crianças Desaparecidas nos EUA, oficializado em 1983, para manter o tema em evidência e estimular denúncias.

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Atualização sobre o desfecho judicial ligado a Patz

Décadas depois, um ex-balconista, Pedro Hernandez, foi condenado em 2017 por sequestrar e matar Etan.

Em julho de 2025, porém, um tribunal federal anulou a condenação e determinou novo julgamento (ou libertação), reacendendo discussões sobre provas e confissões.

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Ilusão de Ótica ‘subversiva’ revela se você é um sonhador sereno ou um realista profundo – faça o teste

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Você já deve ter visto imagens que parecem mudar dependendo de quem olha. Essas ilusões de ótica não servem só para confundir a mente — muitas vezes elas podem sugerir pistas interessantes sobre a forma como pensamos, reagimos e lidamos com as situações do dia a dia. A figura que chama sua atenção primeiro pode funcionar como um reflexo da sua maneira de encarar a vida.

Ao analisar esse tipo de teste visual, não se trata de “certo ou errado”, mas sim de interpretações diferentes do mesmo estímulo. Cada detalhe percebido primeiro pode estar ligado a tendências de comportamento, ao modo como você se relaciona com as pessoas e até à forma como encara desafios.

Agora, olhe para a imagem com atenção: qual detalhe se destacou primeiro para você?

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Se a primeira figura foi a Bailarina

Quem nota a bailarina logo de início costuma ter uma inclinação para buscar leveza nas experiências. Esse olhar sugere um estilo mais equilibrado, que valoriza momentos de paz e prefere resolver conflitos de forma calma e reflexiva. Pessoas desse grupo tendem a apreciar ambientes harmoniosos e cultivam uma postura otimista, enxergando oportunidades mesmo em situações complicadas.

A bailarina também pode ser um sinal de esperança e abertura diante das mudanças. Essa escolha reflete um olhar sensível para a beleza das coisas simples, além de uma tendência a manter a serenidade em meio às pressões externas. É como se o primeiro impulso fosse encontrar um ponto de equilíbrio e não o caos.

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Se a primeira figura foi o Palhaço

Quem percebe o palhaço antes geralmente apresenta um perfil mais atento e crítico. Essa leitura revela um olhar voltado para os aspectos mais profundos e, muitas vezes, mais complexos da realidade. A figura do palhaço, com sua expressão carregada de mistério, sugere alguém que prefere observar antes de agir, analisando os detalhes que muitos deixariam passar.

Esse tipo de percepção pode indicar um pensamento realista, até desconfiado em alguns momentos, usado como forma de proteção. Há também uma tendência em explorar os lados menos óbvios das situações, questionando aparências e buscando entender o que está por trás delas. Essa profundidade pode trazer uma visão mais clara, mesmo quando as respostas não são as mais agradáveis.

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7 produtos que você usa no dia a dia que parecem inofensivos, mas podem te matar

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Se você acha que perigos estão apenas em filmes ou fora de casa, respira fundo: o inimigo pode estar na sua cozinha ou no seu banheiro.

Vamos dar um passeio curioso por alguns itens rotineiros que viram riscos reais — e entender por que precisam de atenção, não de alarmismo.

1. Água

Beber água é vital, mas colocar grandes quantidades de uma vez pode virar um problema sério. Existe um caso famoso em que quem ingeriu um galão (cerca de 3,7 litros) em seguida entrou em colapso. Sim, até o que parece mais inofensivo pode passar dos limites.

2. Chiclete

Mascar chiclete parece inocente, mas há um número que ri da gente: cerca de 404 unidades de uma só vez já foi apontado como potencialmente fatal. Vai por mim, se depender da quantidade certa pro bom senso, você não vai querer descobrir até onde isso vai.

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3. Queijos azuis

Aqueles queijos com veias azuladas, como o gorgonzola, têm sabor marcante — e um “ponto frágil”: consumir algo como 10 quilos dele seria suficiente para causar sérios estragos. Sim, tem gente que ama tanto que acaba exagerando.

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4. Cenouras

Você nunca imaginaria que uma hortaliça saudável pudesse ser perigosa, mas 17 quilos de cenoura (o equivalente a cerca de 215 unidades) são suficientes para causar um efeito tóxico. Claro, ninguém devora tudo isso de uma vez — mas a informação serve de alerta.

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5. Pasta de dente

Escovar os dentes é um ato do dia a dia. Mas 13 tubos de pasta-de-dente ingeridos representam um volume realmente preocupante. Então, mantenha essa pastinha longe da boca — literalmente — e longe de quem poderia confundí-la com algo comestível.

6. Canela

Esse tempero aromático pode virar adversário se levado a extremos: cerca de 40 colheres de sopa já foram apontadas como quantia mortal. E mesmo doses menores podem causar desconforto. Usar com moderação — essa é a regra de ouro.

7. Detergente

É quase impensável alguém ingerir detergente — mas, mesmo assim, meio copo já causa mal-estar, e 17 copos chegam ao que especialistas chamam de nível de risco extremo. Vale o bom senso: essa substância serve para lavar, não para beber.

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Você sabia? O momento chocante em que um comissário de bordo pode – E DEVE – amarrar um passageiro no voo

Você sabia? O momento chocante em que um comissário de bordo pode – E DEVE – amarrar um passageiro no voo

Um comissário de bordo pode amarrar ou conter fisicamente um passageiro em situações extremas, mas sempre seguindo protocolos internacionais de segurança aérea.

Isso não é algo feito de forma arbitrária — existe uma base legal e operacional. Eis os principais pontos:

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Situações em que a contenção é autorizada

  1. Agressividade ou violência: quando o passageiro ameaça fisicamente a tripulação ou outros viajantes.
  2. Risco à segurança do voo: se a pessoa tenta abrir a porta da aeronave em voo, manipular equipamentos de emergência ou interferir no trabalho dos comissários.
  3. Comportamento fora de controle: casos de embriaguez extrema, surtos psicológicos ou uso de drogas que resultem em conduta perigosa.
  4. Tentativas de sabotagem ou terrorismo: qualquer ação que represente risco deliberado à aeronave.

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Base legal e protocolos

Convenção de Tóquio (1963): dá ao comandante autoridade total sobre a aeronave, incluindo ordenar que passageiros sejam contidos.

Regulamentos de companhias aéreas: cada empresa possui procedimentos internos que treinam a tripulação para usar técnicas de contenção mínima necessária até o pouso.

Autoridade do comandante: é ele quem decide se a contenção será aplicada, mas os comissários podem agir imediatamente em caso de ameaça iminente.

Como é feito

As companhias usam “restraint kits” (kits de contenção), que geralmente incluem cintas plásticas ou tiras de velcro reforçadas, próprias para imobilizar braços e pernas.

O objetivo não é punir, mas impedir que o passageiro continue oferecendo risco.

Assim que o avião pousa, a pessoa é entregue às autoridades locais do aeroporto.

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O lado obscuro da Disney: 5 escândalos e fatos estranhos escondidos nos bastidores do Parque

O lado obscuro da Disney: 5 escândalos e fatos estranhos escondidos nos bastidores do Parque

Parques que batem recordes de público também acumulam histórias que não entram no folder de viagem.

Entre discursos políticos históricos, bastidores tensos para funcionários, “força-tarefa” noturna de limpeza e episódios envolvendo celebridades e líderes estrangeiros, a Disney coleciona fatos que dizem muito sobre o que acontece longe das paradas e dos fogos. Eis um panorama direto ao ponto.

1) O dia em que a crise de Watergate invadiu um resort da Disney

Em 17 de novembro de 1973, no Contemporary Resort, em Walt Disney World, Richard Nixon respondeu à pressão do caso Watergate com a frase que colou na história: “I am not a crook” (“Eu não sou um bandido”).

A declaração, feita num cenário turístico por excelência, virou símbolo da tentativa do então presidente de conter o desgaste político — e transformou um hotel de férias em palco de crise nacional.

2) Bastidores sombrios: pressão, apelidos proibidos e duas mortes em 2010

Em 2010, mudanças na gestão, com aumento de cobrança por desempenho, foram associadas a um ambiente interno pesado. Dois trabalhadores morreram por suicídio naquele ano; em um dos casos, foi deixada a frase “Não quero voltar para a casa do Mickey”.

A tensão também apareceu em apelidos ácidos criados por equipes para se referir ao parque, comparando-o a campos de concentração — termos posteriormente proibidos pelos gestores. O episódio escancarou o descompasso entre a imagem pública de alegria sem fim e o desgaste de parte do quadro de funcionários.

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3) Depois que o visitante vai embora, começa outra operação

Quando os portões se fecham, entra em cena uma logística silenciosa: mergulhadores recolhem objetos perdidos nas atrações aquáticas; equipes raspam chicletes colados em pisos e corrimãos; e há ainda colônias controladas de gatos, mantidas e alimentadas por funcionários, que ajudam no controle de roedores nos jardins após o anoitecer.

É a faxina invisível que mantém a “magia” apresentável no dia seguinte.

4) Fim oficial dos Beatles com assinatura em hotel da Disney

As disputas legais após a separação da banda (1970) se arrastaram até 1974. O capítulo final veio em 29 de dezembro de 1974, quando John Lennon, hospedado com a família no Polynesian Resort, assinou a documentação que selou a dissolução do grupo.

Um gesto burocrático, num lugar improvável, encerrou a história do quarteto mais influente do pop.

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5) Atração para ditadores: a família Kim em parques da Disney no Japão

Anos antes de assumir a liderança na Coreia do Norte, Kim Jong-un visitou a Tokyo Disneyland com o irmão Kim Jong-chul, segundo relatos, usando identidades falsas na infância.

Em 2001, o irmão mais velho, Kim Jong-nam, foi detido ao tentar entrar no Japão com passaporte da República Dominicana para, entre outros passeios, visitar o parque. A busca por entretenimento, nesse caso, cruzou fronteiras… e a imigração.

6) Números gigantes, fila para tudo — e histórias que não cabem no folheto

Aberto em 1º de outubro de 1971, o complexo da Flórida recebe dezenas de milhões de visitantes por ano. O Magic Kingdom foi o primeiro parque do local e continua sendo o mais concorrido; Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom completam o conjunto.

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No entanto, paralelamente à operação turística gigantesca, os episódios acima mostram que o cotidiano por trás das cortinas é bem mais complexo do que a foto com o castelo sugere.

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A verdade perturbadora sobre por que tantos turistas caem de cruzeiros todos os anos

A verdade perturbadora sobre por que tantos turistas caem de cruzeiros todos os anos

Quando se fala em cruzeiro, a primeira imagem que vem à mente costuma ser a de férias perfeitas: sol, piscina, comida farta e música ao vivo.

Mas por trás desse cenário festivo, existe uma estatística incômoda que raramente aparece nos anúncios: todos os anos, dezenas de passageiros caem dos navios em alto-mar — e a maioria não volta com vida.

A questão é: por que isso acontece com tanta frequência e o que as companhias de cruzeiro estão fazendo (ou deixando de fazer) para evitar?

Como esses acidentes realmente acontecem

As causas vão muito além de um simples tropeço. O consumo exagerado de álcool é uma das principais razões, já que reduz a noção de risco e leva muitos a desafiar os limites de segurança. Há casos de pessoas que escorregam em áreas molhadas do convés, outras que se inclinam demais sobre as grades para tirar fotos, e até situações de brigas que terminam com alguém sendo empurrado para fora.

Em cenários mais graves, crises de saúde mental resultam em tentativas deliberadas de salto no mar. E há ainda os fatores ambientais: ventos fortes, mar agitado e falhas estruturais, como grades enfraquecidas, que contribuem para a tragédia.

Embora navios contem com barreiras altas, câmeras e tripulação treinada, a mistura de descuido, imprudência e condições externas continua abrindo brechas para que acidentes fatais ocorram.

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O número que ninguém gosta de comentar

Entre 2009 e 2019, foram registrados 212 casos de passageiros caindo ao mar em cruzeiros, de acordo com levantamento do site The Points Guy.

E se a indústria costuma colocar a culpa apenas no comportamento dos turistas, especialistas afirmam que a raiz do problema também está na legislação pouco eficiente que regula a segurança marítima.

Nos Estados Unidos, o Cruise Vessel Safety and Security Act exige que navios que operem em portos americanos tenham algum tipo de tecnologia para identificar quedas — seja por câmeras ou por sistemas de alerta automático.

Mas há um detalhe: a lei não obriga o uso dos dois métodos ao mesmo tempo. Isso significa que, em muitos navios, se ninguém estiver monitorando as câmeras em tempo real, uma queda pode passar despercebida por horas, reduzindo drasticamente as chances de resgate.

As próprias companhias alegam que a tecnologia de detecção ainda “não está pronta” para uso em larga escala, embora especialistas contestem essa afirmação. Enquanto isso, os passageiros seguem expostos a riscos que poderiam ser evitados com sistemas mais eficientes.

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As chances de sobrevivência são mínimas

Os dados citados pela revista Quartz são alarmantes: apenas entre 17% e 25% dos passageiros que caem de um cruzeiro conseguem ser resgatados com vida.

O tempo que leva até alguém notar a ausência, o atraso na resposta da tripulação e as dificuldades de localização em mar aberto tornam as buscas quase sempre inúteis.

Pouca gente sabe, mas aquele bilhete impresso ou digital que garante o embarque também funciona como um contrato cheio de restrições. Ele pode limitar prazos para abrir processos, impor notificações obrigatórias em curto espaço de tempo e determinar tribunais específicos para julgar disputas. Na prática, isso dificulta a vida de qualquer passageiro que tente responsabilizar a empresa por negligência.

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Exemplos comuns incluem:

  • prazo de apenas meses para notificar um acidente formalmente;
  • redução do tempo para abrir processo judicial (algumas passagens reduzem de 3 anos para apenas 6 meses);
  • cláusulas que obrigam a mover a ação em locais específicos, como Miami ou Seattle.

Ou seja, o passageiro que sofreu um acidente em alto-mar já começa em desvantagem antes mesmo de pisar no tribunal.

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Se precisa relaxar, esse filme romântico na Netflix é a escolha certa para hoje à noite

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Em dias caóticos, nada como um romance que faz sorrir sem culpar o espectador por isso. Na Netflix, O plano imperfeito (2018) cumpre essa função com folga: é rápido, afiado e com química que acende a tela.

Dirigido por Claire Scanlon (comédia com timing milimétrico) e escrito por Katie Silberman (especialista em diálogos que soam naturais), o filme entrega exatamente o que promete: leveza com personalidade.

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Do que trata

A história acompanha Harper (Zoey Deutch) e Charlie (Glen Powell), dois assistentes que tocam a vida em Nova York sob chefes que vivem em modo turbo. Ela trabalha para Kirsten (Lucy Liu), uma executiva midiática brilhante; ele responde a Rick (Taye Diggs), um investidor tão poderoso quanto imprevisível.

Exaustos de madrugada e comendo na mesa do escritório, eles têm uma ideia direta: se fizerem os chefes se apaixonarem, talvez sobrem noites e fins de semana para viver.

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Como esse plano anda

Daí nascem pequenos golpes de sorte “organizados”: encontros “casuais”, ingressos de última hora, elevador travado na hora certa e um jogo no estádio que vira cena de comédia romântica clássica.

A graça não está só nas armações, e sim no que elas revelam: quando Harper e Charlie param de apagar incêndio e passam a olhar para si, fica claro que a vida que empurram com a barriga não combina com o que desejam.

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Por que funciona tão bem

O filme evita ruído gratuito e aposta em ritmo. As piadas entram e saem no tempo certo, os coadjuvantes têm função (o colega de quarto de Charlie é um achado), e a dinâmica Deutch–Powell é do tipo “faça mais duas cenas e eu compro a história”.

Scanlon filma encontros e mensagens de texto com inventividade, sem truques espalhafatosos. Silberman, por sua vez, escreve um romance que respeita trabalho, ambição e limites — engraçado como isso torna tudo mais crível.

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Elenco e credenciais

Zoey Deutch faz de Harper uma protagonista esperta, com inseguranças reconhecíveis. Glen Powell exibe timing cômico de veterano e carisma constante. Lucy Liu brilha como uma líder exigente que também busca espaço para si, e Taye Diggs entrega o tipo de chefe que rende ótimas situações constrangedoras.

Para quem acompanha a filmografia, vale o registro: Powell também estrelou Top Gun: Maverick e Todos Menos Você; Deutch marcou presença em Zumbilândia: Atire Duas Vezes e na série The Politician.

O plano imperfeito é um romance de escritório que abraça clichês bons com frescor: amizade que vira algo a mais, adultos aprendendo a dizer “não” para um e-mail às 2h, e a descoberta de que ter vida fora do trabalho melhora o próprio trabalho. Tudo isso em aprox. 1h45, perfeito para fechar a noite sem peso.

Onde assistir? Disponível na Netflix.

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Essas 3 séries coreanas da Netflix são tão boas que você vai querer assistir de uma vez só

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Se você anda curioso com doramas, mas não sabe por onde começar, esta curadoria resolve o dilema.

Em vez de uma lista aleatória, trago três títulos da Netflix que vi do começo ao fim e que mostram o alcance da teledramaturgia coreana: romance adulto que realmente amadurece, thriller social que não perde o fôlego e vingança contada com precisão cirúrgica. A ideia aqui é explicar o “porquê ver” de cada um — sem rodeios.

Rainha das Lágrimas

Começo por um drama romântico que fala de casamento com franqueza rara. Kim Soo-hyun interpreta Baek Hyun-woo, advogado brilhante, casado com Hong Hae-in (Kim Ji-won), herdeira de um conglomerado.

Entre crises familiares, disputas internas e mágoas que voltam à tona, a série coloca o casal diante de decisões que custam caro — em dinheiro, reputação e afeto.

Por que ver: química de protagonistas em alta, direção cuidadosa e um roteiro que não trata problemas conjugais como “mal-entendido de episódio”. Há humor, mas o centro é a tentativa de salvar um vínculo quando tudo ao redor pressiona na direção contrária.
Onde assistir: Netflix.

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Round 6

Dá para fugir do fenômeno global? Difícil — e com razão. A série acompanha Seong Gi-hun (Lee Jung-jae), homem endividado que aceita entrar em uma competição clandestina com prêmio bilionário.

A regra é simples: brincadeiras infantis viram provas mortais. Por trás do choque visual, há comentário social direto sobre endividamento, desigualdade e escolhas em ambientes sem saída.

Por que ver: ritmo que gruda, jogos pensados para gerar tensão de verdade e personagens como Cho Sang-woo (Park Hae-soo), cuja ambiguidade sustenta vários dos melhores momentos. É entretenimento com algo a dizer — e diz com clareza.
Onde assistir: Netflix.

A Lição

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Aqui o eixo é vingança — não a catártica de filmes rápidos, mas a meticulosa. Moon Dong-eun (Song Hye-kyo) passa anos planejando acertar as contas com os colegas que a torturaram no colégio. A chegada de Joo Yeo-jeong (Lee Do-hyun), médico que se aproxima dela, adiciona camadas morais ao plano.

O texto da roteirista Kim Eun-sook conduz o espectador por traumas, consequências legais e dilemas éticos com atenção aos detalhes.

Por que ver: atuação contida e poderosa de Song Hye-kyo, antagonistas que realmente ameaçam e uma estrutura que entrega reviravoltas com coerência. O tema é duro, mas tratado com seriedade, sem glamourizar violência escolar.

Onde assistir: Netflix.

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Você não vai acreditar no que seu corpo faz depois de 24 horas sem comer

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Se você passar um dia inteiro sem comer, o corpo não “desliga”: ele troca de combustível, reorganiza prioridades e liga rotinas internas de manutenção.

Abaixo, um passo a passo — em linguagem de relógio — do que tende a acontecer ao longo de 24 horas sem ingestão calórica. Cenário padrão: pessoa saudável, hidratada, sem treino intenso nesse período e com bebidas sem açúcar liberadas (água, café, chá).

0–4 horas: pós-refeição em desaceleração

Terminada a última refeição, a liberação de insulina começa a cair. Enquanto os nutrientes ainda circulam, o organismo segue usando glicose como principal energia. A fome some por um tempo e o corpo conclui a “faxina” da digestão.

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4–8 horas: abre-se o cofrinho rápido

Com menos glicose disponível, o fígado quebra glicogênio (a reserva rápida de carboidrato) para manter açúcar suficiente no sangue. É comum sentir o primeiro “vale” de energia — ghrelina (o hormônio da fome) costuma subir em horários em que você costuma comer.

8–12 horas: modo econômico ligado

As reservas de glicogênio vão minguando, e o corpo começa a produzir um pouco mais de glicose “caseira” via gliconeogênese (a partir de lactato, glicerol e alguns aminoácidos). Essa transição pode deixar algumas pessoas mais alertas e outras mais lentas — variação individual é a regra aqui.

12–16 horas: sinal de troca de combustível

Com o glicogênio perto do fim, cresce a geração de corpos cetônicos a partir da gordura. É uma cetose leve, que poupa glicose para tecidos que realmente precisam. O cérebro passa a aceitar parte desse “novo” combustível. Sensações típicas: hálito diferente, foco um pouco mais estável, e ondas de fome que vêm e vão.

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16–24 horas: manutenção interna ganha espaço

Marcas celulares de reciclagem (autofagia) ficam mais evidentes. É o processo em que a célula identifica e reaproveita peças desgastadas, ajudando a limpar proteínas danificadas e organelas envelhecidas. Em muitas pessoas saudáveis, sinais desse mecanismo aumentam a partir desse intervalo e tendem a ficar mais robustos entre 24 e 48 horas. Paralelamente, o corpo segue queimando gordura para sustentar a produção de cetonas.

O que isso pode significar na prática

  • Sensibilidade à insulina: costuma melhorar temporariamente após um dia sem calorias, o que ajuda o corpo a lidar melhor com glicose na próxima refeição.
  • Inflamação: alguns marcadores podem cair em pessoas com excesso de peso ou resistência à insulina, mas a resposta não é igual para todo mundo.
  • Cabeça e humor: parte das pessoas relata clareza mental; outras, irritação. Hidratação e sono na véspera pesam muito no resultado.
  • Performance física: levantar grandes cargas ou fazer treinos muito intensos tende a render menos; caminhadas leves funcionam bem para muitos.

Dores de cabeça, tontura e mau hálito entram no pacote?

Podem aparecer, principalmente se a hidratação for ruim, se houver queda rápida de cafeína ou se sua alimentação habitual for muito rica em carboidratos simples. Caldo sem calorias não existe, então eletrólitos sem açúcar (como bebidas isotônicas sem caloria) podem ajudar quem costuma ter câimbras ou dor de cabeça — desde que não haja restrições médicas.

Importante antes de testar

Jejum prolongado não é para todo mundo. Evite se você tem diabetes em uso de medicamentos que podem causar hipoglicemia, histórico de transtornos alimentares, estiver grávida ou amamentando, tiver IMC muito baixo, doenças renais/hepáticas, for idoso frágil ou precisar de remédios junto com comida. Em caso de dúvida, converse com um profissional de saúde que conheça seu histórico e rotina.

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Eu queria esquecer esses 5 filmes só pra assistir de novo – o 3º é perfeito para assistir com alguém

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Sabe aqueles títulos que dão vontade de apagar da memória só pra sentir tudo de novo? Eis um top 5 que merecia replay com emoção, lágrima e arrepio — e já com onde ver e trailer pra dar o play agora.

O Lutador (2008)

Darren Aronofsky leva a gente pra beira do ringue com Mickey Rourke no auge da vulnerabilidade. É um drama sobre tentar recomeçar quando o corpo e a fama já não ajudam, e sobre agarrar o que ainda importa.

Onde ver no Brasil: disponível para aluguel no Claro video.

Até o Último Homem (2016)

A biografia de Desmond Doss (Andrew Garfield) prova que coragem não depende de arma na mão. Mel Gibson filma as batalhas com brutalidade, mas o que gruda é a convicção pacifista do protagonista e as cenas de resgate de tirar o fôlego.

Onde ver no Brasil: aluguel/compra em Apple TV e Amazon Video; aluguel também no Claro video.

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Meia-Noite em Paris (2011)

Uma carta de amor à capital francesa e à ideia de que o “tempo perfeito” é sempre o de ontem. Owen Wilson tropeça na Belle Époque à meia-noite e encontra Hemingway, Picasso e cia. É leve, espirituoso e irresistível pra quem ama arte e nostalgia.

Onde ver no Brasil: aluguel/compra em Apple TV e Amazon Video; aluguel no Claro video.

As Vantagens de Ser Invisível (2012)

Clássico coming-of-age que conversa com qualquer um que já se sentiu “fora do lugar”. Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller formam um trio que entrega amizade, feridas e aquela sensação de “somos infinitos”.

Onde ver no Brasil: aluguel/compra em Apple TV e Amazon Video.

Quem Quer Ser um Milionário (2008)

Danny Boyle transforma um game show em montanha-russa emocional por Mumbai. É romance, suspense e celebração de sobrevivência — com trilha que você vai sair cantarolando.

Onde ver no Brasil: incluso no Amazon Prime Video (também disponível no Prime Video with Ads) e grátis com anúncios no Runtime.

Boa maratona! (Disponibilidades checadas em 13 de agosto de 2025; catálogos podem mudar.)

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Mercado iGaming no Brasil, um mercado em ascensão

Mercado iGaming no Brasil, um mercado em ascensão

Que o mercado de iGaming no Brasil está em franco crescimento boa parte do setor já atesta em seus resultados. No entanto, o mercado ainda tem muito espaço para crescer e se desenvolver ainda mais.

Esses aspectos que fazem do mercado de jogos e iGaming brasileiro um grande negócio estarão entre os temas mais discutidos no BiS SiGMA Americas 2026, que já tem data para acontecer, entre 6 e 9 de abril, em São Paulo.

O Bis SiGMA das Americas, o evento de apostas mais importante da América Latina entrará no tema negócios à fundo, com a presença de especialistas, players do mercado e profissionais da área que vivem e fazem o setor hoje. Entre os aspectos que tornam o iGaming brasileiro um grande negócio são alguns dos temas principais do evento.

Alto Potencial de Receita

O mercado de iGaming testemunhou uma rápida expansão, tornando-se uma indústria multibilionária. Relatórios indicam que o mercado global de iGaming foi avaliado em aproximadamente $58.9 bilhões em 2019 e espera-se que atinja $127.3 bilhões até 2027. Crescendo a uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 11.5% durante esse período, as receitas devem atingir novos patamares ano após ano. 

Esse processo de expansão rápida é um processo que começa com o número crescente de jogadores em todo o mundo, aliado aos avanços de tecnologia que tornam as apostas online mais acessíveis do que nunca. Ao contrário de outros setores, o iGaming tem uma vantagem única. Ele pode gerar retornos consistentes e altos devido ao engajamento contínuo dos jogadores e da introdução de novos produtos de jogos. E esses temas estarão no BiS SiGMA Americas 2026.

Estrutura e novos negócios

Os três dias de conferência incluirão dois auditórios principais para palestras simultâneas, áreas de networking exclusivas e demonstrações ao vivo das mais recentes tecnologias em apostas esportivas, cassinos online e soluções de pagamento. 

A diversidade do setor e toda a sua cadeia produtiva também ganharão destaque especial, com a presença confirmada de representantes da Associação de Apostas ABRAJOGO. Além de painéis dedicados ao tema da tecnologia e deve contar com especialistas e representantes do poder público e do mercado.

Além disso, o evento de afiliados terá sua própria área dedicada, reconhecendo a importância deste segmento para o crescimento sustentável do mercado.

 

Filha não reconhecida de Freddie Mercury fala pela 1ª vez e expõe detalhes da relação com o pai

Filha não reconhecida de Freddie Mercury fala pela 1ª vez e expõe detalhes da relação com o pai

Pela primeira vez, uma mulher identificada apenas como “B” decidiu contar publicamente como foi crescer tendo Freddie Mercury como pai — relato que integra “Com amor, Freddie” (título original Love, Freddie), biografia de Lesley-Ann Jones prevista para setembro; no Brasil, a edição sai pela Rocco.

Segundo o material já divulgado do livro e da imprensa britânica, B nasceu em 1976 e manteve um vínculo próximo com o cantor até a morte dele, em 1991. A autora descreve que o caso ocorreu com a esposa de um amigo próximo de Mercury, ponto que ajuda a entender o sigilo que cercou a história por décadas.

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Hoje com 48 anos, médica, mãe e morando na França, B diz que escolheu o anonimato por proteção — especialmente na adolescência, quando lidou com o luto privado enquanto o mundo chorava o ídolo. Em suas palavras, viver isso aos 15 anos “não foi fácil”.

O livro relata que a gravidez foi mantida em absoluto segredo por familiares, integrantes do Queen e por Mary Austin. Houve um acordo privado: a menina seria criada pela mãe biológica e o marido dela, enquanto Freddie se manteria presente como figura paterna, com visitas regulares e afeto até o fim da vida.

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Há controvérsia. Reportagens citam que Mary Austin teria colocado a versão de B em dúvida. A resposta de B veio dura: ela afirma estar “arrasada” com a reação e critica o fato de Mary comentar sem ter lido o livro.

Lesley-Ann Jones também diz ter tido acesso a materiais pessoais fornecidos por B — como diários que Mercury lhe deu —, usados para sustentar a narrativa da relação entre os dois ao longo dos anos.

“Com amor, Freddie” reúne essas declarações e bastidores da vida privada do cantor; o lançamento internacional está programado para setembro, com publicação no Brasil pela Rocco.

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“Página virada”: Frota rejeita reconciliação com o filho e expõe razões em entrevista; assista

“Página virada”: Frota rejeita reconciliação com o filho e expõe razões em entrevista; assista

Em nova entrevista ao podcast “Desculpa Alguma Coisa”, Alexandre Frota foi direto: não pretende buscar reaproximação com o primogênito, Mayã, com quem não fala há mais de uma década. O ator disse que a decisão está tomada e que “virou a página”.

Ao relatar o quadro familiar, Frota afirmou que cumpriu tudo o que a Justiça determinou ao longo dos anos e que não vê pendências com o filho.

Segundo ele, a relação ficou comprometida pelo conflito com a mãe de Mayã, Samantha Gondim. “Fechei a tampa e virei a página”, disse, reforçando que não tentará reconciliação.

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Frota também negou que tenha “escondido” o filho, como já circulou nas redes. Ele explicou que o tema não fazia parte do que escolheu expor de sua vida pública e que segue presente no cotidiano de Bella e Enzo, seus outros filhos. Mayã, hoje com 27 anos, vive na Alemanha.

O clima azedou de vez em 2018, quando o então deputado federal foi criticado em um post atribuído ao filho. No podcast, Frota disse acreditar que o texto não teria sido escrito apenas por Mayã.

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Ele ressaltou estar há 24 anos longe das drogas e considerou o ataque “desleal”, lembrando ainda que sua passagem por filmes adultos não configurou crime.

Na conversa, o ator voltou a falar de política: relatou o rompimento com Jair Bolsonaro e disse atuar hoje como um nome “de centro-esquerda, moderado”, exercendo mandato de vereador em Cotia (SP) pelo PDT.

Assista ao trecho do bate-papo no “Desculpa Alguma Coisa” no link divulgado pela reportagem.

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