Proibição das unhas em gel começou em setembro e pode mudar o mercado de beleza para sempre

Proibição das unhas em gel começou em setembro e pode mudar o mercado de beleza para sempre

Desde 1º de setembro de 2025, salões e fabricantes na União Europeia tiveram de revisar fórmulas de produtos para unhas.

O motivo: a Comissão Europeia restringiu o uso de duas substâncias recorrentes em esmaltes em gel e afins — Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide (TPO) e Dimethyltolylamine (DMTA) — ambas classificadas como CMR 1B (tóxicas à reprodução).

Na prática, não é o fim da técnica de gel, e sim o fim das fórmulas que contenham TPO e DMTA. Quem quiser manter o serviço terá de migrar para composições sem esses agentes.

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O que muda na prateleira e no procedimento

A decisão atinge produtos que dependiam de TPO/DMTA como fotoiniciadores ou coadjuvantes de cura.

Marcas terão de reformular linhas e, em muitos casos, ajustar o protocolo de cura com lâmpadas UV/LED para garantir desempenho com os novos ingredientes.

Para o consumidor, o recado é simples: verificar rótulos e optar por itens livres dessas substâncias, mantendo o acabamento e a durabilidade característicos do gel, porém com perfil de segurança atualizado.

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Por que a UE apertou o cerco

A classificação CMR 1B indica evidências de risco à fertilidade e ao desenvolvimento fetal em nível que justifica restrição regulatória.

A Comissão consolidou investigações e avaliações técnicas e, com base no princípio de proteção à saúde, definiu novos limites e proibições.

O objetivo é reduzir exposição a compostos ligados a efeitos reprodutivos, sem impedir que a indústria ofereça alternativas equivalentes.

Impacto para salões e clientes

Quem trabalha com alongamento, esmaltação em gel ou banho de gel precisará:

  • Trocar produtos que listem TPO e DMTA no INCI (composição do rótulo);
  • Atualizar protocolos de cura (tempo/potência de UV/LED) conforme nova formulação;
  • Treinar a equipe para identificar incompatibilidades e garantir adesão e brilho sem comprometer a segurança;
  • Comunicar clientes sobre a mudança: o visual permanece, o que muda é a química por trás.

Como as grandes marcas estão reagindo

Fabricantes consolidados — CND, OPI e outros players — já anunciam ou lançam linhas compatíveis com as novas diretrizes, mantendo paletas e acabamentos populares.

O esforço está em P&D: testar fotoiniciadores alternativos, revisar curvas de cura e assegurar adesão e resistência de forma consistente.

Tendência para 2025: o “nude” revisitado

No embalo da transição regulatória, o “Nude Look” ganhou espaço no verão europeu de 2025: tons neutros, leitosos e discretos adotados por influenciadoras como Giulia De Lellis e Chiara Ferragni.

É um caminho que combina sofisticação limpa com a troca de formulação — menos agressivo no visual e alinhado ao novo momento da categoria.

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Checklist rápido para não errar

  1. Ler o INCI e recusar produtos com TPO/DMTA;
  2. Solicitar ficha técnica/ficha de segurança ao fornecedor;
  3. Readequar lâmpadas e tempos de cura à nova química;
  4. Registrar lotes e desempenho para controle de qualidade;
  5. Descartar resíduos conforme regras locais de sustentabilidade.

A mudança impõe trabalho de bastidor, mas mantém a porta aberta para unhas em gel seguras, com tecnologia ajustada às novas exigências.

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‘Fiquei desesperada’: Mãe tenta mudar nome da filha recém-nascida dias após registro, mas cartório toma atitude bizarra

‘Fiquei desesperada’: Mãe tenta mudar nome da filha recém-nascida dias após registro, mas cartório toma atitude bizarra

O primeiro registro civil costuma ser um ato direto: escolhe-se o nome, assina-se a certidão e vida que segue. Para a empresária Caroline Aristides Nicolichi, 26, a história ganhou contornos inesperados.

Após registrar a quarta filha como Ariel na maternidade, em São Paulo, ela voltou atrás e tentou trocar o nome no prazo legal — e ouviu “não” do cartório.

O caso acendeu discussão jurídica sobre quando é possível mudar o nome de um recém-nascido por via administrativa.

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Como tudo começou

Caroline e o marido, que moram em Indaiatuba (SP), foram a São Paulo para o parto, em 6 de agosto. No dia seguinte, aproveitaram o cartório interno da maternidade para registrar a bebê como Ariel.

Dias depois, perceberam um incômodo recorrente: médicos e funcionários se referiam à criança no masculino. O casal passou a temer confusões futuras e bullying, e decidiu alterar o nome para Bella.

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A ida ao cartório e a negativa

Em 18 de agosto (11 dias após o nascimento), os pais foram ao 28º Registro Civil – Jardim Paulista e solicitaram a mudança. Segundo Caroline, pagaram R$ 188 e ouviram que bastaria retornar em cinco dias para retirar a nova certidão.

Ao voltar em 25 de agosto, receberam a recusa: o cartório informou que “arrependimento” não seria motivo válido para alteração.

A partir daí, a discussão escalou — a mãe relata gritos, ameaças e ofensas por parte de servidores. O cartório nega qualquer agressão e afirma que cumpriu a legislação.

O que diz a lei — e onde está a divergência

Caroline baseou o pedido no art. 55, §4º, da Lei 6.015/73 (Lei de Registros Públicos), que autoriza a correção do prenome em até 15 dias do registro, com anuência dos pais.

A interpretação do cartório, porém, seria mais restritiva: segundo a versão relatada pela família, a regra valeria para situações específicas, como quando um dos pais registra o nome sem o consentimento do outro.

Na prática, especialistas divergem sobre o alcance do dispositivo e sobre o que cabe ao cartório decidir sem ordem judicial.

Denúncias e providências oficiais

Após o atrito, Caroline chamou a polícia e registrou boletim de ocorrência.

O advogado da família levou o caso à Corregedoria Geral da Justiça, pedindo apuração do atendimento e revisão do ato. A Corregedoria designou um juiz para avaliar o pedido.

A empresária afirma que, se houver indeferimento, ingressará na Justiça para tentar garantir a alteração.

O que dizem as partes

Em nota, o cartório sustenta que o caso “não se enquadra na hipótese normativa”, argumentando que, no ato do registro, ambos os pais manifestaram vontade pelo nome Ariel e que a lei não confere direito de arrependimento simples após a escolha.

Caroline afirma ter saído do local abalada e relata impacto físico do estresse no puerpério.

O episódio coloca foco no limite da via administrativa para mudanças de nome de recém-nascidos: se a correção dentro de 15 dias cobre arrependimento com consenso dos pais ou se a alteração, nesses casos, exige decisão judicial. Até que haja definição no processo instaurado, a certidão da bebê permanece com o nome Ariel.

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PrEP injetável: como a nova injeção a cada 2 meses vai prevenir o HIV no Brasil

PrEP injetável: como a nova injeção a cada 2 meses vai prevenir o HIV no Brasil

O Brasil começa a conviver com uma ferramenta nova de prevenção combinada ao HIV: a PrEP injetável de longa ação com cabotegravir.

Diferente do comprimido diário, o esquema é intramuscular e bimestral, pensado para quem quer alta proteção sem ter de lembrar da pílula todos os dias.

A discussão ganhou força com reportagens recentes e com o registro da formulação pela Anvisa, que abriu caminho para a oferta no país.

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O que é (e para quem é indicada)

A Apretude® (cabotegravir) é indicada para PrEP em adultos e adolescentes (≥12 anos e ≥35 kg) com risco aumentado de adquirir HIV por via sexual — como parte de uma estratégia combinada (preservativo, testagem regular, tratamento de ISTs etc.).

A indicação e a forma farmacêutica injetável de liberação prolongada constam no portal da Anvisa.

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Como funciona na prática

O cabotegravir é um inibidor de integrase: dificulta que o HIV se estabeleça nas células, reduzindo o risco de infecção após exposições sexuais. O esquema de aplicação prevê:

  • fase de início com uma injeção;
  • segunda dose 4 semanas depois;
  • manutenção a cada 8 semanas (bimestral).

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Antes de cada aplicação, é obrigatório confirmar status HIV negativo por teste, para evitar uso inadvertido em quem já adquiriu o vírus. Essas orientações constam na bula técnica.

O que mostram os estudos

Em dois ensaios internacionais (HPTN 083 e HPTN 084), a PrEP injetável superou a PrEP oral diária em populações distintas:

  • HPTN 083 (HSH e mulheres trans): redução de ~69% no risco relativo de infecção versus TDF/FTC diário.
  • HPTN 084 (mulheres cis): redução de ~90% no risco relativo.

São comparações contra um método eficaz (PrEP oral), não contra placebo, reforçando o ganho de proteção.

Disponibilidade no Brasil: onde está e onde não está

Rede privada: o produto já é vendido em farmácias e clínicas no Brasil (nome comercial Apretude), com aplicação a cada 2 meses.

SUS: até agora, o SUS segue ofertando PrEP oral como padrão, enquanto a incorporação do cabotegravir ainda não ocorreu (há tratativas, mas sem decisão publicada).

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Por que a injeção pode aumentar a adesão

A durabilidade do cabotegravir (meia-vida de 1 a 2 meses na formulação intramuscular) facilita o seguimento para quem esquece comprimidos ou tem rotina irregular. Estudos de implementação apontam cobertura substancialmente maior entre jovens quando a opção injetável está disponível.

O perfil de segurança inclui, principalmente, reações no local da injeção (dor, nódulo, endurecimento), além de cefaleia e febre em parte dos usuários — eventos, em geral, leves a moderados e transitórios.

Quem pode se beneficiar

A PrEP injetável interessa a quem:

  1. tem alto risco e baixa adesão à pílula diária;
  2. procura discrição (menos manipulação de comprimidos);
  3. deseja consultas regulares com testagem e acompanhamento bimestral.

Critérios de elegibilidade e avaliação de risco devem ser discutidos com o serviço de referência em IST/HIV.

Como acessar

  • Privado: consultar clínicas e farmácias que já trabalham com a aplicação do cabotegravir de longa ação.
  • SUS (atual): procurar os serviços que ofertam PrEP oral, com possibilidade de migrar para a injetável se/quando incorporada (acompanhar comunicados oficiais).

Em resumo: a PrEP injetável bimestral amplia o cardápio de prevenção, oferecendo alta eficácia e uma rotina mais simples para muita gente. Enquanto a rede privada já oferece a opção, a rede pública mantém a PrEP oral — e a decisão sobre incorporar o cabotegravir ao SUS segue em avaliação.

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Rússia anuncia vacina contra o câncer pronta para uso e promete distribuição grátis em 2025 – preço de cada uma é surpreendente

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A fala veio forte: a chefe da agência biomédica russa (FMBA), Veronika Skvortsova, disse que uma vacina contra câncer colorretal terminou a fase pré-clínica com bons resultados e estaria “pronta para uso”, aguardando aval oficial.

O anúncio foi feito no Fórum Econômico do Leste, em Vladivostok, e acendeu o alerta em pesquisadores pelo mundo, sobretudo porque os dados não apareceram em artigos revisados por pares até agora.

O que exatamente a Rússia anunciou

Segundo a FMBA, a candidata a vacina completou testes pré-clínicos (segurança e eficácia em modelos não humanos) e terá o câncer colorretal como primeiro alvo.

A agência também cita linhas em andamento para glioblastoma e melanoma. Até aqui, tudo foi divulgado por comunicados oficiais e mídia estatal, sem paper técnico público detalhando o desenho dos estudos.

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Onde está a controvérsia

Sem publicação científica ou protocolo aberto de estudo clínico, não dá para checar metodologia, endpoints e critérios de análise.

Em entrevista, o oncologista David Pinato (Imperial College London) resumiu o ceticismo: com as informações disponíveis, não é possível saber em que estágio real a vacina está — e qualquer uso fora de ensaio clínico seria prematuro.

E aqueles números “animadores”?

Algumas matérias que repercutiram o anúncio relatam reduções de 60% a 80% no crescimento tumoral e aumento de sobrevida em modelos pré-clínicos.

É um sinal de atividade, mas pré-clínico não antecipa eficácia em humanos — histórico em oncologia mostra que muitos candidatos naufragam nas fases 2/3. Por isso, a exigência de ensaios clínicos controlados segue sendo o padrão.

Que tecnologia é essa

Autoridades e veículos locais descrevem o projeto como vacina terapêutica baseada em RNAm — algo em linha com o caminho que outras equipes vêm trilhando, com doses personalizadas a partir de antígenos do próprio tumor do paciente. Institutos citados como envolvidos no desenvolvimento incluem Gamaleya, Hertsen e Blokhin.

Há candidatas de RNAm contra câncer em fases clínicas avançadas conduzidas por grupos ocidentais — o exemplo mais acompanhado é o de melanoma (Moderna/MSD): em estudo de fase 2b, a combinação vacina personalizada + pembrolizumabe reduziu em ~49% o risco de recorrência ou morte, e em ~62% o risco de metástase distante ou morte, resultados apresentados em 2024 e que evoluíram para fase 3.

Ou seja: o campo avança, mas tudo passa por publicação e ensaios clínicos robustos antes de qualquer uso amplo.

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O que falta saber agora

Do anúncio russo não está claro se “pronta para uso” significa iniciar fase 1 em humanos sob protocolo de pesquisa, uso experimental restrito ou aplicação clínica regular — são caminhos com exigências e riscos diferentes.

Transparência sobre protocolo, centros, critérios de inclusão, endpoints e registro público é o que permitirá avaliar seriedade e potencial do projeto.

Em resumo: há um anúncio promissor, mas a prova científica — artigo revisado, protocolo clínico e resultados em humanos — ainda não veio a público.

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De sem-teto para milionária: atriz +18 expõe rotina após faturar R$ 1 milhão por mês em conteúdos para internet

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Quatro anos mudaram tudo para Molly Little, atriz +18: de um abrigo para pessoas em situação de rua na Virgínia à independência financeira com conteúdo adulto por assinatura.

Hoje, ela afirma faturar cerca de US$ 200 mil por mês (valor que costuma superar R$ 1 milhão), e descreve como essa escolha profissional reorganizou cada parte da rotina.

A virada começou aos 18 anos, quando conseguiu o primeiro emprego num restaurante e se matriculou em aulas de pole dance.

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O desempenho a levou a palcos de strip clubs, onde, além da renda, ganhou confiança e reduziu a ansiedade social — um passo decisivo para sair do abrigo e alugar o próprio apartamento.

Buscando ambiente mais previsível que a noite, o então namorado enviou fotos dela a agentes; o retorno foi imediato e rendeu seis meses de gravações na indústria adulta. Em 2022, Molly abriu perfil no OnlyFans e viu a receita disparar: relata ~US$ 200 mil/mês e até doações individuais de US$ 300 mil.

O sucesso trouxe efeitos colaterais. Em apps de namoro, diz ser identificada rapidamente; em público, é abordada com frequência — especialmente por homens alcoolizados. O reconhecimento constante virou parte do pacote.

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Molly também participa de festas sexuais em Los Angeles, descritas por ela como eventos “curados”, com iluminação e cenografia, frequentados por celebridades, profissionais do mercado corporativo e performers.

Para além do glamour, ela reforça: a escolha por plataformas por assinatura deu mais controle sobre trabalho, renda e limites pessoais.

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A Terra está “batendo como um coração”: sinal sísmico misterioso que se repete a cada 26 segundos preocupa ciência

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Um “tic-tac” profundo, inimaginável ao ouvido humano, atravessa o planeta em intervalos de cerca de 26 segundos.

Sismógrafos espalhados pelo globo registram essa batida regular desde a década de 1960, o bastante para intrigar gerações de geofísicos e render novas pistas — mas nenhuma resposta final.

Trata-se de um microsismo: uma vibração contínua e fraca quando comparada a terremotos, imperceptível para pessoas, porém claríssima em instrumentos.

A origem espacial desse “pulso” foi localizada no Golfo da Guiné, na costa oeste da África, de onde as ondas se propagam pela superfície terrestre.

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Como começou a investigação

O geólogo Jack Oliver descreveu o fenômeno em 1962–63, após notar um padrão rítmico nos registros: a cada ~26 s, o mesmo traço reaparecia. Relatos de marinheiros sobre mar agitado na região reforçaram a hipótese de que o oceano teria papel central na geração das vibrações.

Estudos posteriores estimaram velocidade média de ~3,5 km/s para as ondas superficiais e observaram sazonalidade: o sinal tende a ficar mais intenso no inverno do Hemisfério Sul — pista que aproxima o mecanismo de condições oceânicas e atmosféricas.

Duas fontes próximas, comportamentos distintos

Em 2013, pesquisadores identificaram duas fontes na mesma área geral: uma associada ao pulso clássico de 26 s e outra, próxima a São Tomé, com período levemente diferente. Mesmo assim, o funcionamento exato do “relógio” principal continuou sem explicação convincente.

Em 2023, análises de redes sísmicas africanas detectaram “deslizamentos de frequência”: em certos intervalos, a taxa dos pulsos acelera gradualmente por dias, sempre partindo da mesma região. O padrão sugere um processo físico persistente, porém variável, atuando no fundo do mar.

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As hipóteses em disputa

Duas linhas lideram o debate. A primeira aponta para interações de ondas oceânicas batendo na plataforma continental de forma ressonante; a segunda considera processos magmáticos/hidrotermais em subsuperfície capazes de liberar energia de modo periódico. Até agora, nenhuma explica sozinha a regularidade e as variações observadas.

Microsismos são matéria-prima para “ouvir” a Terra quando não há terremotos, ajudando a mapear estruturas profundas. Fontes persistentes — como a de 26 s — tanto enriquecem essas análises quanto exigem cuidado extra para não enviesar resultados.

Em resumo: há consenso sobre onde o pulso nasce e como ele se espalha. O porquê continua aberto — uma pergunta que mantém laboratórios de geofísica de olho no Golfo da Guiné.

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Filme de Scarlett Johansson lançado em 2013 teria previsto com detalhes assustadores o ano de 2025

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Em 2013, “Ela” (Her), protagonizado por Scarlett Johansson, apresentou um 2025 repleto de conversas íntimas com inteligências artificiais — ideia que, na época, parecia exagero.

Doze anos depois, usuários nas redes voltaram ao filme para dizer que ele “acertou na mosca” o nosso presente: conexões emocionais mediadas por tecnologia, rotinas guiadas por assistentes de voz e um visual que, curiosamente, lembra tendências atuais.

O ponto de partida do longa

O protagonista Theodore (Joaquin Phoenix) vive um período de isolamento e adota um sistema operacional de última geração. A IA, batizada de Samantha e dublada por Scarlett Johansson, conversa, aprende, guarda memórias e demonstra empatia — o suficiente para que o vínculo entre os dois avance de um contato funcional para algo afetivo.

Há até uma cena íntima que virou debate, por sugerir prazer mediado só por voz e imaginação.

Hoje, com IA conversacional no dia a dia, muita gente recorre a chatbots para companhia, conselhos rápidos ou simples passatempo.

Relatos de usuários que criam laços emocionais com assistentes virtuais aparecem com frequência, ecoando o enredo do filme e dando combustível à tese de que a produção “previu” novas formas de relacionamento.

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Tecnologia… e estética

Não foi só a IA que chamou atenção. Quem revisita o longa nota cortes de cabelo, pegada retrô nas roupas e até o bigode em alta — elementos que, segundo comentários nas redes, soam muito 2025.

A discussão vai além da trama e mira o conjunto visual, reforçando a sensação de que o longa antecipou clima e estilo do presente.

Depois do lançamento, surgiram convites para que Scarlett Johansson emprestasse oficialmente a voz a sistemas de IA. A atriz recusou as propostas, alegando discordar da ideia — um detalhe que, anos depois, só aumentou o fascínio do público pela coincidência entre ficção e realidade.

Previsão ou influência?

Há quem proponha outra leitura: em vez de previsão, inspiração. Narrativas de ficção científica circulam entre engenheiros e designers e acabam servindo como referência informal para projetos reais. Nesse raciocínio, o mundo de “Ela” teria ajudado a moldar escolhas tecnológicas e estéticas que vemos hoje.

Seja como for, o cenário do filme — conversas densas com assistentes, dependência afetiva da tecnologia e uma certa delicadeza urbana — lembra bastante o que vivemos agora. A linha entre fantasia e cotidiano, ao menos nesse tema, ficou estreita o bastante para reacender o debate.

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Gêmeas idênticas após 20 anos: uma usou botox, a outra não — resultado divide opiniões

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Começou como uma curiosidade clínica e virou um comparativo raro: duas irmãs idênticas toparam um acompanhamento longo para avaliar o efeito do botox no envelhecimento. Uma recebeu aplicações regulares por quase duas décadas; a outra, nenhuma.

O antes-e-depois fala por si — e traz pistas úteis sobre o que o tratamento faz (e o que não faz) na pele.

A irmã que usou toxina botulínica iniciou o protocolo aos 25 anos, com duas a três sessões por ano na testa, glabela (entre as sobrancelhas) e “pés de galinha”. A gêmea controle seguiu sem intervenções. O estudo, conduzido pelo médico William Binder, foi documentado com fotos periódicas.

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O que mudou no rosto de cada uma

Nos primeiros registros comparativos, aos 38 anos, a usuária de botox tinha testa mais lisa e menos marcas ao sorrir, enquanto a irmã exibia linhas expressivas mais evidentes.

Seis anos depois, a diferença ficou ainda mais clara: a gêmea sem botox mostrava fisionomia mais arredondada, mandíbula aparente e leve inchaço; a que tratou manteve vincos discretos e feições suaves.

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As duas relataram uso regular de protetor solar e rotinas consideradas saudáveis — e nenhuma delas utilizava retinóis. Um ponto destoante: endereços diferentes.

Enquanto uma vivia em Munique, a outra morava em Los Angeles, cidade com índice de radiação solar mais alto, o que pode influenciar textura e surgimento de rugas.

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O que os médicos inferiram

Binder aponta dois efeitos combinados: bloqueio da contração muscular que forma linhas de expressão e, com o tempo, mudança de comportamento — a pessoa tende a evitar movimentos que marcam a pele.

A conclusão do trabalho foi que o uso regular ajuda a prevenir rugas profundas, especialmente ao redor dos olhos; no período observado, não foram registrados efeitos adversos importantes.

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A médica Bita Farrell fez um experimento em si mesma: aplicou botox em apenas um lado do rosto, incluindo músculos depressoras como o DAO e o platisma.

Duas semanas depois, o lado tratado estava menos móvel; com os “puxadores para baixo” relaxados, os músculos elevadores ganharam destaque, o que deixou bochechas mais “altas”, sulcos suavizados e contorno do pescoço mais firme.

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Homem sofre dores de cabeça e médicos descobrem dezenas de vermes de porco em seu cérebro

Homem sofre dores de cabeça e médicos descobrem dezenas de vermes de porco em seu cérebro

Dores de cabeça que não cedem a remédios costumam ser sinal de que algo sério está fora do lugar. Foi assim que um homem de 52 anos acabou no hospital: após semanas de enxaquecas fortes, exames de imagem expuseram um quadro raro e perigoso.

Tomografia e ressonância mostraram dezenas de lesões no encéfalo — estruturas arredondadas cheias de líquido típicas de cistos. A investigação apontou o culpado: neurocisticercose, infecção causada pelas larvas da tênia Taenia solium, o “verme do porco”.

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O que ligou os pontos para a equipe médica foi um hábito que o paciente mantinha há anos na cozinha: ele preferia bacon “mole”, pouco cozido. A associação entre esse costume e a infecção foi considerada a explicação mais provável para o caso.

Vale um detalhe importante sobre transmissão: comer carne suína malpassada pode levar à teníase (a forma intestinal do parasita). Já a cisticercose — quando as larvas vão parar em tecidos como cérebro, músculos e olhos — ocorre ao ingerir ovos do verme, geralmente por contaminação fecal-oral; também pode haver auto-infecção em quem já tem teníase.

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O paciente precisou de internação e recebeu antiparasitários combinados a anti-inflamatórios para conter a inflamação cerebral. Segundo os relatos do caso, o quadro evoluiu com melhora após o tratamento.

Para reduzir riscos na cozinha, há regras simples. Cortes inteiros de carne suína devem atingir 63 °C (145 °F) no centro e descansar 3 minutos antes de servir; carnes moídas exigem 71 °C (160 °F). Termômetro culinário é a forma mais segura de conferir.

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Como o bacon é fino, aquecer de maneira uniforme pode ser mais chato. Retirar da geladeira pouco antes do preparo ajuda a minimizar o “choque térmico”, mas sem abusos: alimentos perecíveis não devem ficar mais de 2 horas fora de refrigeração (ou 1 hora se o ambiente estiver acima de 32 °C).

No fim, a lição é objetiva: cozinhar corretamente e cuidar da higiene das mãos e dos utensílios derruba o risco de parasitas e bactérias — o tipo de atenção que evita que uma dor de cabeça se transforme em um caso grave.

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5 filmes novos que estrearam agora para você assistir hoje ainda

5 filmes novos que estrearam agora para você assistir hoje ainda

A lista abaixo reúne cinco estreias recentes no streaming, com onde ver, sobre o que é e por que vale o play!

A Arte de Correr na Chuva (Netflix)

contioutra.com - 5 filmes novos que estrearam agora para você assistir hoje ainda

Um piloto de corridas encara fases boas e péssimas com a ajuda do melhor narrador possível: seu cão, Enzo. A história usa o mundo do automobilismo para falar de escolhas, perdas e recomeço sem apelar para discurso.

Por que ver: narração espirituosa, drama que aperta sem forçar lágrima e trilha que empurra a empatia para o alto.

Quero Você (Netflix)

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Romance contemporâneo com tempero de comédia: um reencontro “por acidente” reacende faíscas mal resolvidas e obriga os dois a negociarem tempo, orgulho e expectativas. Nada de grandes declarações — o texto trabalha nas entrelinhas e nos silêncios.

Por que ver: química afiada do casal, ritmo leve e situações que qualquer relacionamento reconhece de longe.

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Sala Escura (Amazon Prime Video)

Suspense de bastidores: uma montagem de cinema vira campo minado quando imagens comprometedoras caem na ilha de edição errada. O que parecia um trabalho técnico se transforma em corrida contra relógio envolvendo chantagem e reputações.

Por que ver: tensão crescente sem pirotecnia, uso inteligente de som e luz e final que pede debate.

Um Homem Abandonado (Netflix)

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Drama minimalista sobre um vizinho ranzinza que resiste à ajuda até descobrir que companhia pode ser antídoto para a dor que ele não nomeia. Entre burocracias e pequenos gestos, o filme encontra graça seca e afeto sem melação.

Por que ver: atuação central carismática, humor discreto e uma sequência de cenas que viram abraço no final do dia.

Pânico no Ártico (Amazon Prime Video)

Sobrevivência pura em cenário branco e hostil: após um incidente, o protagonista precisa combinar técnica e teimosia para avançar alguns metros por dia — e isso já é muito. O frio vira personagem e cada decisão tem custo físico.

Por que ver: realismo duro, fotografia hipnótica e suspense que nasce de escolhas miúdas, não de sustos fáceis.

Escolha o clima, acomode o sofá e boa sessão.

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Will Smith estrela filme brutal baseado em história real de homem escravizado que arriscou tudo pela liberdade

Will Smith estrela filme brutal baseado em história real de homem escravizado que arriscou tudo pela liberdade

Alguns filmes começam com um passo e viram corrida pela vida. “Emancipação”, disponível no Apple TV+, faz exatamente isso: empurra o protagonista para fora do cativeiro e coloca o público colado ao seu fôlego.

O personagem central é Peter, homem escravizado que decide escapar de uma fazenda no sul dos Estados Unidos em plena Guerra Civil. A meta não é vaga: ele busca alistar-se no exército que luta pela abolição, transformando fuga em estratégia de combate.

A narrativa acompanha o percurso físico e moral dessa decisão. Pantano, fome, cães de caça, caçadores de recompensa e a geografia hostil formam um labirinto real, onde cada escolha tem custo imediato. O filme evita romantizar a travessia: há corpo exausto, pele ferida e silêncio pesado.

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Will Smith compõe um protagonista de gestos econômicos. Muito do que ele sente aparece no olhar e no ritmo da caminhada; quando a fala vem, serve para avançar ação e expor risco. Essa contenção ajuda a manter a história ancorada na sobrevivência, não em discursos longos.

A produção também se preocupa em mostrar como a fuga se conecta à política: o caminho de Peter cruza com gente em conflito, soldados, informantes e civis que medem perigo antes de oferecer ajuda. O contexto da luta abolicionista entra pela prática — uniformes, ordens, marchas — e não por aula expositiva.

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Visualmente, o longa aposta em paleta seca e contrastes duros, que reforçam lama, suor e cicatrizes. A câmera privilegia o terreno: raízes, água turva, madeira, trilhos. Tudo vira parte do desafio e marca a passagem do tempo.

No fim, “Emancipação” se sustenta como relato de resistência: a história de um homem que transforma fuga em ato político e, ao fazê-lo, vira símbolo de uma causa maior — a liberdade. Disponível no Apple TV+.

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5 filmes de tribunal no streaming para você ficar julgando os outros

5 filmes de tribunal no streaming para você ficar julgando os outros

Histórias de tribunal funcionam porque transformam debates jurídicos em dramas humanos. Não é só a lei que está em jogo, mas reputações, memórias e escolhas irreversíveis.

Plataformas de streaming estão cheias de produções assim, e algumas se destacam pela maneira como usam a sala de audiências para explorar conflitos.

O Júri (Netflix)

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Baseado no best-seller de John Grisham, o longa coloca um julgamento por assassinato em disputa não só entre acusação e defesa, mas também entre os bastidores da manipulação de jurados. O filme mostra como interesses econômicos e políticos podem pesar mais que o depoimento de testemunhas, e coloca o espectador no dilema: até onde vai a integridade de um veredito?

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O Caso Collini (Amazon Prime)

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Alemão, direto e impactante. Um jovem advogado se depara com um réu que confessa o crime, mas se recusa a dar explicações. A partir daí, a investigação revela conexões com o passado nazista e expõe como feridas históricas continuam moldando a justiça. O ritmo é contido, mas cada revelação altera a leitura do processo.

Jurado Nº 2 (HBO Max)

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Aqui, o ponto de vista não é do juiz nem dos advogados, mas de um jurado comum. O problema: ele tem relação direta com o caso em julgamento. A tensão cresce porque qualquer escolha — revelar ou ocultar — compromete sua vida e o resultado final. O filme questiona a credibilidade do sistema quando quem deveria decidir com neutralidade esconde segredos.

Advogado do Dia (HBO Max)

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Mistura de humor ácido e crítica social. O protagonista é um advogado de defesa que passa os dias tirando réus improváveis de enrascadas, muitas vezes mais por habilidade retórica do que pela força das provas. O filme faz rir, mas também cutuca: até onde a oratória pode distorcer a realidade?

O Último Duelo (Disney+)

Ridley Scott reconstrói um julgamento do século XIV em que a palavra final não veio da lei, mas de uma batalha até a morte. O duelo entre cavaleiros serviu como “prova definitiva” após uma acusação de estupro. A produção mostra como poder e status definiam verdades no passado — e como o tribunal pode ser um palco de violência legitimada.

Cinco olhares diferentes sobre justiça, do drama histórico ao suspense processual. Cada um, à sua maneira, deixa o espectador no papel de jurado improvisado.

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Drama turco da Netflix conquista o público e promete ganhar seu coração do começo ao fim

Drama turco da Netflix conquista o público e promete ganhar seu coração do começo ao fim

Às vezes, a vida recomeça no pior ponto possível: ficha manchada, bolso vazio e uma família que não sabe como olhar nos seus olhos. É daí que parte Um Homem Abandonado, drama turco que vem ganhando fôlego na Netflix com uma história simples na forma e pesada no que implica para cada personagem.

Baran (Mert Ramazan Demir) sai da prisão depois de 15 anos levando nas costas a culpa por um crime que, segundo o próprio filme indica, não foi dele, mas do irmão. O primeiro objetivo é prático: abrir uma oficina de automóveis e garantir dinheiro honesto. O segundo é íntimo: tentar recuperar o respeito de quem ficou do lado de fora.

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Nada nessa volta é automático. Documentos, aluguel do ponto, ferramentas, clientes desconfiados — o roteiro faz questão de transformar cada etapa em teste. Quando o passado reaparece, não vem com moldura épica: retorna em cobranças, conversas atravessadas e pessoas que o conheciam por outro nome, aquele que ficou preso ao processo.

A família ocupa o centro da pressão. Lealdade e rancor dividem a mesa, e Baran percebe que “proteger os seus” tem preço alto quando a verdade foi enterrada por tanto tempo. As cenas entre irmãos são o miolo do conflito: uma mistura de afeto antigo com a contabilidade de danos que ninguém sabe como fechar.

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O filme trabalha o tema do sacrifício sem discurso: mostra quem paga a conta e como essa conta se acumula. Perdão aqui não surge como palavra bonita, mas como decisão cansativa, tomada dia sim, dia não, com recaída no meio do caminho. E o tal “destino” ganha contorno de escolhas sucessivas — cada uma abrindo e fechando portas para Baran.

A direção preferiu o concreto: oficinas apertadas, ruas barulhentas, casas onde tudo ecoa. A fotografia aproxima a gente do ruído do metal, do óleo nas mãos, do corpo que tenta seguir trabalhando enquanto a cabeça volta para o que aconteceu. Mert Ramazan Demir segura o papel com expressão contida; quando explode, é porque a corda já tinha arrebentado faz tempo.

No fim das contas, Um Homem Abandonado conversa com quem já precisou começar do zero enquanto o passado batia à porta.

Por isso a história emociona: não há grandes salvadores, só gente tentando sobreviver ao que fez — e ao que aceitaram fazer por ela. Disponível na Netflix.

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Top 5 – Filmes para assistir na sua casa, sozinha ou acompanhada

Top 5 – Filmes para assistir na sua casa, sozinha ou acompanhada

No sofá de casa dá para equilibrar conforto e boa história sem depender de estreia do momento. A seleção abaixo mistura filmes de ação visceral, drama com peso, romance para aquecer, suspense com debate e uma fábula sobre tempo e escolhas.

É só ajustar o clima — silêncio total ou pipoca barulhenta — e dar o play!

1) A Noite Nos Persegue (2018) — Ação | Indonésia

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Coreografias de luta no limite, câmera que não “esconde” golpes e uma dupla de astros (Iko Uwais e Joe Taslim) afinada. A trama é simples: um ex-assassino tenta proteger uma jovem enquanto a máfia fecha o cerco. O diferencial está na execução: cenários viram arenas (restaurantes, corredores, oficinas) e cada sequência tem desenho claro. Para quando a ideia é desligar e sentir a adrenalina subir.

2) Histórias Cruzadas (2011) — Drama | EUA

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Ambientado nos anos 1960, acompanha mulheres negras que trabalham como domésticas no Mississippi e uma jovem escritora que decide registrar seus relatos. Viola Davis e Octavia Spencer conduzem cenas que alternam doçura e incômodo, sem aliviar o tema central: poder e racismo. Se a pedida é interpretar expressões, silêncios e pequenas rebeldias, este é o filme.

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3) Para Todos os Garotos que Já Amei (2018) — Romance/Comédia | EUA

Contrato de namoro de faz-de-conta que vira sentimento de verdade — e um retrato divertido da vida escolar. O filme acerta no tom leve, com diálogos ágeis, química entre o casal e situações reconhecíveis (família, amigos, limites). Ótimo para ver sozinha, com um chá, ou acompanhado, sem discutir a trama por meia hora.

4) O Poço (2019) — Suspense/Ficção | Espanha

Confinamento vertical, comida descendo de plataforma e uma regra cruel: quem está em cima come primeiro. O filme é direto e tenso, com metáforas sociais fáceis de captar e cenas que rendem conversa longa depois. Vale quando a vontade é de algo mais pesado, que provoque — luz baixa e celular longe ajudam.

5) Questão de Tempo (2013) — Romance/Fantasia | Reino Unido

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Um jovem descobre que pode voltar a momentos da própria vida e decide usar isso para acertar escolhas afetivas. O filme funciona como carta de amor à rotina: jantares simples, caminhadas, pequenos gestos. A trilha é certeira, e o humor britânico mantém tudo no ponto. Ideal para um fim de noite em busca de aconchego.

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