Sem bariátrica e sem remédios: Péricles revela o que realmente fez para perder 50 kg

Sem bariátrica e sem remédios: Péricles revela o que realmente fez para perder 50 kg

Quando o assunto é emagrecimento, Péricles virou pauta nos últimos meses por um motivo bem direto: ele contou que eliminou mais de 50 kg e que fez isso sem cirurgia bariátrica e sem medicação. A explicação, segundo o cantor, passa por ajustes na alimentação e uma rotina consistente de exercícios.

Aos 56 anos, o artista — que ficou nacionalmente conhecido como vocalista do Exaltasamba e segue em carreira solo desde 2012 — disse que decidiu mexer no dia a dia para priorizar hábitos mais saudáveis.

Em entrevista à Trip TV, resumiu a escolha com uma frase simples: se o ganho de peso veio pela rotina, a perda também teria que vir por ela.

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Na prática, chegar a uma perda desse tamanho sem procedimentos é possível, mas costuma ser um caminho longo.

Em quadros avançados de obesidade, a bariátrica aparece com frequência como estratégia indicada justamente por acelerar o processo e reduzir o quanto antes os riscos associados ao excesso de peso.

Quando a mudança fica restrita a alimentação e atividade física, a lógica é outra: o corpo precisa gastar mais energia do que recebe — o chamado déficit calórico.

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Dá para criar isso comendo menos calorias, aumentando o gasto com exercícios, ou combinando os dois. Ainda assim, é um plano que pede regularidade e paciência, porque o resultado costuma vir aos poucos.

Outro ponto importante é o acompanhamento profissional. Ficar preso só à calculadora de calorias pode empurrar muita gente para cardápios restritivos, com falta de nutrientes e efeitos ruins no médio e longo prazo — e a própria matéria cita que Péricles teve suporte nesse processo.

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Para quem precisa de outras alternativas no controle da obesidade, além da bariátrica existem medicamentos que atuam na regulação do apetite, como os análogos de GLP-1 (ex.: liraglutida e semaglutida) e a tirzepatida, que também envolve ação no GIP — todos citados no texto. Mesmo com boa evidência de segurança e eficácia, eles entram em cena com avaliação e liberação médica.

Independentemente do método escolhido, a manutenção do peso depois do emagrecimento costuma depender do mesmo básico bem feito: padrão alimentar ajustado e exercício regular como parte da rotina.

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Após exames preocupantes, Marcus Majella muda rotina e perde mais de 30 kg

Após exames preocupantes, Marcus Majella muda rotina e perde mais de 30 kg

Marcus Majella apareceu nas redes sociais com um visual bem diferente — mais enxuto e com definição visível — e isso virou assunto rapidinho entre fãs. Aos 46 anos, o ator e humorista contou que eliminou mais de 30 kg ao longo do processo.

O gatilho, porém, não veio de “projeto verão” nem de comparações: veio do consultório. Majella explicou que decidiu levar o tema a sério depois de ver exames fora do ideal, o que acendeu um alerta sobre como ele estava cuidando do próprio corpo.

Em conversa com a GQ Brasil, ele descreveu a mudança como algo construído no dia a dia, com ajustes possíveis de manter. Nada de virada radical em uma semana: foi um conjunto de hábitos que ele encaixou na rotina e foi sustentando com consistência.

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Exames alterados e o momento de virar a chave

Segundo Majella, a procura por ajuda médica aconteceu quando ele se reconheceu muito acima do peso. Ao receber os resultados, veio aquele choque que muita gente conhece: perceber no papel que o corpo estava pedindo atenção.

“Eu pensei que ainda tinha muito o que viver”, contou ele na entrevista. A partir daí, a meta ficou mais clara: colocar saúde na frente, acompanhar indicadores e melhorar disposição — e o emagrecimento entrou como consequência do pacote.

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Caminhada virou compromisso (e abriu espaço para outras atividades)

Se tem um hábito que ele destaca como peça central, é simples e direto: caminhar. Majella disse que faz caminhadas diárias por volta de uma hora e, em alguns dias, intercala trechos correndo.

Com o tempo, ele também incluiu aulas de boxe, somando variedade e intensidade sem precisar viver de treino pesado. A lógica foi aumentar o movimento semanal de forma realista, em vez de apostar em picos de empolgação.

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Rotina cheia atrapalhou por anos — e o retorno foi sem pressa

Majella também comentou que, entre os 30 e 40 anos, acabou deixando exercícios de lado por causa de trabalho e agenda corrida. O peso foi subindo aos poucos, do tipo que você percebe quando já virou padrão.

Quando decidiu retomar, ele não tentou compensar “tudo de uma vez”. A volta foi gradual, com metas possíveis, evitando aquela cobrança que costuma fazer muita gente desistir na segunda semana.

Cortar açúcar por mais de dois anos: ajuste que muda o paladar

Outro ponto que ele cita como decisivo foi reduzir ao máximo o consumo de açúcar. Majella afirmou que está há mais de dois anos sem açúcar no cotidiano, o que ajudou a reorganizar escolhas e controlar vontades ao longo do dia.

O detalhe importante é que o paladar muda com o tempo: depois de um período, frutas, iogurtes naturais e alimentos menos processados costumam “aparecer” mais no gosto — e isso facilita manter a mudança sem sensação de punição.

Nutricionista entrou como apoio prático, não como polícia da comida

Nos primeiros anos, Majella contou com acompanhamento nutricional para ajustar rotina e porções. Ele chegou a enviar fotos das refeições, um jeito de criar consciência do que estava colocando no prato e receber orientação objetiva.

Esse tipo de suporte costuma reduzir erros comuns: pular refeições, exagerar em compensações e cair no “8 ou 80”. Também ajuda a organizar proteínas, fibras e vegetais de um jeito que sustenta energia ao longo do dia.

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Alimentação com flexibilidade: regra firme, vida real também

Hoje, ele diz que baseia a alimentação em frutas, verduras e boas fontes de proteína, mas sem seguir um cardápio engessado. Em viagens e férias, ele se permite comer o que tem vontade, experimentar coisas locais e depois retomar o ritmo.

A estratégia aqui é bem clara: manter um padrão na maior parte do tempo e não transformar exceções em desistência.

Manutenção virou o foco — e comentários externos ficaram no caminho

Majella afirma que, agora, a prioridade é manter o peso e seguir acompanhando exames, já que a obesidade é tratada como doença e pede atenção contínua. Em vez de buscar novas metas na balança, ele fala em estabilidade e saúde em dia.

E teve a parte chata: os comentários. Algumas pessoas chegaram a dizer que ele “era mais engraçado antes”. Majella rebateu sem entrar em provocação, reforçando que a mudança trouxe mais bem-estar e autoestima — sem mexer no que ele é.

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Antes do sucesso e do dinheiro: 10 famosos que se casaram com namorados da escola

Antes do sucesso e do dinheiro: 10 famosos que se casaram com namorados da escola

Tem um detalhe que quase sempre passa batido quando a gente fala desses casais “de antes da fama”: a relação nasce num lugar onde ninguém está performando nada.

Sem assessoria, sem tapete vermelho, sem manchete.

É a fase em que todo mundo ainda está descobrindo quem é — e, quando isso dá certo a dois, vira uma parceria que atravessa mudanças enormes (carreira, cidade, dinheiro, exposição). Abaixo, 10 exemplos de celebridades que levaram o romance dos tempos de escola (ou da vida bem jovem, ali no mesmo ambiente) até o altar.

Jon Bon Jovi e Dorothea Hurley (Bongiovi)

Eles se conheceram no colégio (Sayreville War Memorial High School) e, anos depois, oficializaram em Las Vegas, em 1989. Até hoje, o casal é citado como um dos raros casos de relacionamento que sobreviveu ao “modo turnê” por décadas.

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Bono e Ali Hewson

O vocalista do U2 conheceu Ali ainda bem jovem na escola Mount Temple Comprehensive, na Irlanda. Namoraram na adolescência e se casaram em agosto de 1982 — quando a banda estava começando a virar assunto fora do bairro.

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Snoop Dogg e Shante Broadus

Os dois começaram a história como estudantes na Long Beach Polytechnic High School. Casaram em 1997 e, mesmo com idas e vindas ao longo do tempo, seguem juntos — ela, inclusive, se tornou peça importante também no lado profissional dele.

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LeBron James e Savannah James

LeBron e Savannah se conheceram no ensino médio e continuaram lado a lado enquanto a vida dele virava uma vitrine mundial. O casamento aconteceu em 2013, depois de anos de relacionamento e família já crescendo.

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Patrick Mahomes e Brittany Mahomes

Antes do status de “casal queridinho da NFL”, eles eram dois adolescentes na mesma escola no Texas. A relação começou ali, seguiu firme, e o casamento veio em 2022.

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Stephen Curry e Ayesha Curry

Eles se conheceram ainda adolescentes em um grupo de jovens (daquelas conexões típicas da fase de escola: mesma turma, mesmos eventos, mesma bolha social). O namoro amadureceu e virou casamento — e, hoje, os dois mantêm a vida familiar bem presente na imagem pública do casal.

Ja Rule e Aisha Atkins

Os dois se conheceram no ensino médio e levaram o relacionamento adiante até o casamento, num padrão bem raro em um meio em que a exposição costuma interferir em tudo.

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LL Cool J e Simone Smith

Simone entrou cedo na história do rapper (ainda na fase de juventude), e o casal acabou se casando em 1995. É o tipo de relação em que o “antes” vale muito: ela conheceu o cara que existia antes da marca LL Cool J.

Samuel L. Jackson e LaTanya Richardson

Aqui a “escola” é a faculdade: eles se conheceram quando eram estudantes (Morehouse e Spelman, em Atlanta) e construíram uma relação que virou casamento e atravessou décadas, com ambos seguindo carreiras intensas.

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Thomas Rhett e Lauren Akins

A história deles começa ainda na infância (se conheceram na escola, lá na primeira série), passa por uma fase de romance na adolescência e desemboca no casamento em 2012. É literalmente um relacionamento que cresceu junto com eles.

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Esses nomes neutros estão conquistando pais que querem fugir do óbvio na hora de registrar o bebê

Esses nomes neutros estão conquistando pais que querem fugir do óbvio na hora de registrar o bebê

Escolher nome de bebê já dá aquele “friozinho bom” — e fica ainda mais interessante quando você procura algo que funcione para qualquer gênero, sem soar marcado demais.

A vantagem é clara: você ganha um nome versátil, fácil de usar em diferentes fases da vida e, muitas vezes, com pronúncia simples em mais de um idioma. Abaixo, selecionei opções neutras com origens e sentidos bem definidos.

Ariel

Nome de raiz hebraica ligado à ideia de força e proteção. Em registros antigos, também aparece associado a Jerusalém em contextos religiosos, o que fez o nome circular por séculos em diferentes culturas.

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Sol

Curto, sonoro e direto. Além de remeter ao astro, é um nome usado em países de língua portuguesa e espanhola, e costuma ser escolhido por quem gosta de significados ligados a luz, energia e presença.

Noah

Forma muito popular em vários países e com origem bíblica. Carrega a noção de descanso/acolhimento e ficou conhecido pela figura de Noé nas narrativas do Antigo Testamento.

Manu

Neutro e prático, funciona tanto como nome quanto como apelido. Em algumas tradições, aparece com sentidos ligados a sabedoria e pensamento; no uso cotidiano, também surge como diminutivo de nomes como Manoel e Emanuela.

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Tiê

Nome inspirado em línguas indígenas brasileiras, com referência à beleza e a uma ideia de liberdade. Também lembra o pássaro tiê, conhecido pela cor marcante — um detalhe que muita gente acha simpático.

Sam

Curto e popular, costuma aparecer como diminutivo de Samuel ou Samantha. A raiz hebraica do nome se conecta a uma leitura religiosa ligada a Deus, por isso é bem presente em famílias que gostam de nomes tradicionais, mas discretos.

Gal

Tem caminhos diferentes dependendo da cultura. Em leituras de origem hebraica, pode se relacionar a “onda” ou “ondulação”, trazendo uma imagem de movimento e destaque.

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Kim

Bem internacional e fácil de pronunciar. Em algumas referências, aparece ligado a sentidos como “nobre”/“real”, e virou um clássico neutro em inglês por soar simples e moderno ao mesmo tempo.

Nick

Vem do grego e costuma ser associado à ideia de vitória (a mesma raiz que aparece em nomes como Nicolau). Apesar de muito usado como apelido, também funciona como nome curto e direto.

Eli

Nome hebraico com peso espiritual: passa a ideia de algo elevado/exaltado e aparece como forma abreviada em nomes maiores da mesma família linguística. É daqueles nomes pequenos, mas com significado forte.

Harper

De origem inglesa, nasceu como sobrenome ocupacional ligado a quem tocava harpa. Virou nome próprio e ganhou fama recente, inclusive por associação à escritora Harper Lee, autora de O Sol é para Todos.

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Cris

Costuma aparecer como forma curta de Cristina, Cristiano, Cristóvão e outros “Cris-”, mas há tempos vem sendo usado como nome independente. A base etimológica remete a “cristão/ungido” em tradições latinas, e a neutralidade vem justamente do uso amplo em diferentes contextos.

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Endereço vazado e vingança: casa de adolescente ligada ao caso do cão Orelha é atacada com fezes

Endereço vazado e vingança: casa de adolescente ligada ao caso do cão Orelha é atacada com fezes

A morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava (Florianópolis), já tinha virado um daqueles casos que “não desgrudam” das redes — mas agora o enredo ganhou um desdobramento que muda o foco do debate: saiu da investigação e foi parar na porta da casa de uma família.

Na madrugada de domingo (25), parentes de um dos adolescentes citados no caso registraram boletim de ocorrência após um ato de vandalismo em frente ao imóvel, com sujeira espalhada também no interfone, depois que dois jovens tocaram repetidamente e foram embora.

Segundo o relato da família, o endereço começou a circular online após a repercussão do caso, junto de ameaças.

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A resposta veio em forma de “justiça com as próprias mãos” — e é aí que o problema dobra de tamanho: além da apuração sobre a morte do animal, entra em cena o risco de perseguição, exposição de dados e intimidação de pessoas que ainda nem foram formalmente responsabilizadas.

Do lado da investigação, a Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou uma ação na segunda-feira (26) para cumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, após denúncias de que um grupo de adolescentes teria participado das agressões contra o cão, que acabou sendo submetido à eutanásia.

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Outro ponto que pesou na escalada do caso foi a disputa de versões em público: famílias de adolescentes citados afirmaram que eles são inocentes e dizem estar sofrendo acusações e exposição nas redes.

Em uma dessas manifestações, os pais de um adolescente sustentam que o filho “não tem qualquer relação” com o episódio e que a família passou a receber ameaças após a associação do nome do jovem ao caso.

A própria polícia também informou que dois adolescentes ligados às buscas estariam nos Estados Unidos em uma viagem já programada, com retorno esperado para a semana seguinte — detalhe que, na prática, aumentou ainda mais a pressão pública em cima do caso.

No meio disso tudo, o que era para ficar restrito a inquérito, diligências e responsabilização individual virou um efeito dominó: publicação de endereço, ameaça, vandalismo e, agora, pedidos à Justiça para que outro processo envolvendo a mesma família tramite sob sigilo, justamente para reduzir a exposição.

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Você conversa com todo mundo, mas se sente sozinho? A psicóloga Josie Conti explica por quê

Você conversa com todo mundo, mas se sente sozinho? A psicóloga Josie Conti explica por quê

Você pode estar cercado de pessoas, conversar o dia inteiro, trabalhar em equipe, postar nas redes sociais… e ainda assim sentir um vazio difícil de explicar. A solidão moderna raramente tem a ver com estar fisicamente sozinho — ela nasce, na maioria das vezes, da ausência de vínculo emocional seguro.

Estudos recentes mostram que a solidão crônica é hoje um dos principais fatores de risco para depressão, ansiedade, transtornos psicossomáticos e até doenças cardiovasculares. Ainda assim, muita gente continua tratando esse sofrimento como “fraqueza” ou “frescura”.

A seguir, você vai entender os principais sinais, causas e impactos profundos da solidão emocional, com base em pesquisas científicas e na experiência clínica da psicóloga Josie Conti, especialista em traumas e EMDR.


1. Solidão emocional dói tanto quanto dor física — e a ciência comprova isso

Pesquisas publicadas na Social Cognitive and Affective Neuroscience demonstram que a exclusão social ativa no cérebro as mesmas regiões associadas à dor física. Ou seja: sentir-se sozinho não é algo abstrato, é uma experiência neurobiológica real.

Segundo a psicóloga Josie Conti, “muitos pacientes chegam ao consultório dizendo que não sabem explicar o que sentem, apenas que ‘algo dói por dentro’. Em muitos casos, o nome disso é solidão emocional, geralmente ligada a experiências precoces de rejeição ou negligência”.

📚 Referência científica:
Eisenberger, N. I., & Lieberman, M. D. (2004). Why rejection hurts. Science.


2. Você pode estar em um relacionamento e ainda assim se sentir profundamente só

Um dos aspectos mais silenciosos da solidão é quando ela acontece dentro de vínculos afetivos. Pessoas que vivem relações sem escuta, validação emocional ou segurança acabam se sentindo invisíveis — mesmo acompanhadas.

Estudos da Journal of Social and Personal Relationships indicam que a solidão percebida dentro de relacionamentos é mais prejudicial à saúde mental do que estar solteiro.

Para Josie Conti, “a solidão mais dolorosa não é a de quem está sozinho, mas a de quem se sente só ao lado de alguém. Isso costuma reativar memórias emocionais antigas de abandono”.

📚 Referência científica:

Hawkley, L. C., & Cacioppo, J. T. (2010). Loneliness matters: a theoretical and empirical review of consequences and mechanisms. Annals of Behavioral Medicine, 40(2), 218–227. https://doi.org/10.1007/s12160-010-9210-8


3. A solidão frequentemente é um sintoma de traumas não elaborados

Pesquisas em psicologia do trauma apontam que pessoas que viveram rejeição, bullying, abandono emocional ou negligência afetiva na infância tendem a desenvolver um padrão interno de isolamento — mesmo desejando conexão.

Esses indivíduos até se aproximam, mas inconscientemente se afastam quando o vínculo começa a ficar mais profundo.

A psicóloga Josie Conti observa que “o trauma ensina o cérebro que se conectar é perigoso. A solidão, nesses casos, não é escolha — é um mecanismo de proteção”.

📚 Referência científica:
Van der Kolk, B. (2014). The Body Keeps the Score. Penguin Books.


4. Redes sociais podem aumentar — e não diminuir — a sensação de solidão

Apesar da promessa de conexão, estudos da American Journal of Preventive Medicine mostram que o uso excessivo de redes sociais está associado ao aumento da solidão percebida, especialmente quando há comparação social constante.

Curtidas não substituem vínculo. Conversas superficiais não geram pertencimento.

Segundo Josie Conti, “o excesso de estímulo social sem profundidade emocional cria uma falsa sensação de proximidade, mas reforça o sentimento de desconexão interna”.


5. A solidão afeta o corpo, o sono e o sistema imunológico

A solidão crônica está associada a níveis mais altos de cortisol (hormônio do estresse), pior qualidade do sono e inflamação sistêmica. Um estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que pessoas solitárias adoecem mais e se recuperam mais lentamente.

Ou seja: solidão não é apenas emocional — ela é física.


6. Muitas pessoas confundem independência com isolamento emocional

Ser independente emocionalmente não significa não precisar de ninguém. Pelo contrário: a verdadeira saúde emocional envolve capacidade de se vincular sem se anular.

De acordo com Josie Conti, “muitos adultos aprenderam a sobreviver sozinhos, mas nunca aprenderam a se conectar com segurança. Isso não é força, é adaptação”.


7. A solidão pode ser tratada — mas não com frases prontas ou força de vontade

A psicoterapia, especialmente abordagens focadas em trauma como o EMDR, tem mostrado excelentes resultados no tratamento da solidão ligada a experiências traumáticas.

Ao acessar e ressignificar memórias emocionais antigas, o cérebro aprende que o vínculo pode ser seguro — e a sensação de isolamento começa a diminuir de dentro para fora.

📚 Referência científica:
Shapiro, F. (2018). Eye Movement Desensitization and Reprocessing (EMDR) Therapy. Guilford Press.


Quando procurar ajuda psicológica?

Se a solidão:

  • persiste mesmo com vida social ativa

  • vem acompanhada de ansiedade, tristeza ou vazio constante

  • interfere nos relacionamentos

  • gera sensação de não pertencimento

…ela merece atenção profissional.

A psicóloga Josie Conti atua no atendimento de adultos que sofrem com solidão emocional, traumas relacionais e dificuldades de vínculo.

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📌 Agendamento e informações

Para saber mais sobre o funcionamento da psicoterapia online e verificar disponibilidade, entre em contato e agende uma CONVERSA INICIAL COM A PSICÓLOGA JOSIE CONTI

 

Você provavelmente não sabia: famosos que convivem com doenças incuráveis todos os dias

Você provavelmente não sabia: famosos que convivem com doenças incuráveis todos os dias

Quando uma celebridade fala abertamente sobre diagnóstico, ela acaba colocando luz em um assunto que muita gente vive em silêncio: doenças crônicas, que podem durar anos e, em vários casos, não têm cura conhecida — mas têm acompanhamento, controle de sintomas e fases melhores e piores.

A seguir, nomes que já relataram publicamente conviver com condições desse tipo — algumas mais “visíveis”, outras bem discretas, mas igualmente exigentes no dia a dia.

Claudia Rodrigues — esclerose múltipla

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A atriz e comediante, conhecida por trabalhos na TV, contou que convive com esclerose múltipla há anos e que a condição impactou diretamente sua rotina e carreira. A esclerose múltipla é uma doença do sistema nervoso central sem cura, com tratamentos voltados a reduzir surtos e retardar a progressão.

Cleo — tireoidite de Hashimoto

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Cleo já falou sobre o diagnóstico de Hashimoto, uma doença autoimune ligada à tireoide. Em geral, o quadro é controlado com reposição hormonal e acompanhamento contínuo, o que costuma ser um cuidado de longo prazo.

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Lexa — tireoidite de Hashimoto

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A cantora também revelou ter Hashimoto e comentou o impacto emocional de receber um diagnóstico autoimune. A condição pode provocar sintomas como cansaço e alterações no funcionamento da tireoide, exigindo monitoramento e tratamento contínuos.

Evaristo Costa — doença de Crohn

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O jornalista já relatou conviver com a doença de Crohn, que é inflamatória e afeta o trato gastrointestinal. Não existe cura conhecida, mas há terapias que ajudam a reduzir sintomas e podem levar a longos períodos de remissão em algumas pessoas.

José Loreto — diabetes tipo 1

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O ator disse que vive com diabetes tipo 1 desde a adolescência. É uma condição crônica sem cura, que exige controle diário — geralmente com insulina, monitoramento e rotina bem ajustada.

Kelly Key — psoríase

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A cantora já comentou sobre psoríase, uma condição inflamatória crônica da pele. Não há cura, mas existem tratamentos para controlar as crises e melhorar as lesões, variando conforme a gravidade e a resposta de cada pessoa.

Renata Capucci — Parkinson

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A jornalista revelou o diagnóstico de Parkinson e falou sobre as incertezas de evolução que costumam acompanhar esse tipo de condição. A doença não tem cura; os tratamentos buscam reduzir sintomas e manter qualidade de vida pelo maior tempo possível.

Priscila Fantin — paniculite mesentérica

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A atriz contou que descobriu paniculite mesentérica durante um período intenso de trabalho e que precisou adaptar cuidados para lidar com inflamações. A paniculite mesentérica é rara e envolve inflamação crônica do mesentério (tecido do abdômen), com manejo que depende dos sintomas.

Daniela Valente — fibromialgia

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A atriz e autora relatou dores constantes e exaustão até chegar ao diagnóstico de fibromialgia. É uma condição crônica sem cura, geralmente tratada com estratégias combinadas (medicação, atividade física orientada, terapia e manejo de estresse, por exemplo).

Ana Clara — psoríase

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A apresentadora também já falou sobre psoríase e como as crises podem mexer com bem-estar e autoestima, especialmente quando as lesões “descompensam”. Assim como em outros casos, o controle costuma envolver acompanhamento médico e tratamentos que variam de fase para fase.

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Essas celebridades enfrentaram o vício longe dos holofotes — e a lista vai te surpreender

Essas celebridades enfrentaram o vício longe dos holofotes — e a lista vai te surpreender

Existe um detalhe que quase sempre fica fora das manchetes: muita gente famosa só conseguiu manter a carreira (e a própria vida em ordem) depois de encarar o vício de frente — às vezes em silêncio por anos, às vezes falando publicamente quando já estava em recuperação.

Abaixo, algumas histórias que surpreendem justamente por não estarem “coladas” na imagem que o público tem dessas pessoas.

Jamie Lee Curtis

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A atriz revelou que viveu uma dependência “secreta” de opioides por cerca de uma década e que a sobriedade virou um marco pessoal — ela já falou sobre estar sóbria desde 1999.

Bradley Cooper

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Antes de virar sinônimo de “queridinho de Hollywood”, ele já tinha decidido parar com álcool e drogas. Cooper contou que ficou sóbrio aos 29 anos e, anos depois, seguiu falando abertamente sobre como essa decisão mudou tudo.

Leia tambémA obsessão pelo estilo de vida das celebridades

Daniel Radcliffe

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O eterno Harry Potter admitiu que seu consumo de álcool saiu do controle e que parou de beber em 2010. Em entrevistas, ele contou que chegou a perder a noção do que fazia quando bebia — e que precisou “acordar” para a situação.

Dax Shepard

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O ator e apresentador transformou a própria vulnerabilidade em pauta: ele relatou que teve uma recaída após muitos anos sóbrio e falou disso publicamente no contexto do podcast “Armchair Expert”.

Samuel L. Jackson

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O “cara durão” da tela também teve uma fase bem diferente da imagem pública atual. Perfis e entrevistas relembram que ele passou por reabilitação no início dos anos 1990, depois que a situação chegou ao limite dentro de casa.

Elton John

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Um dos casos mais emblemáticos: ele já marcou publicamente o aniversário de sobriedade e, em 2025, celebrou 35 anos sóbrio (o que coloca o início dessa fase em 1990).

Robert Downey Jr.

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Muita gente associa a “virada” do ator ao Homem de Ferro, mas a reconstrução veio antes: perfis de imprensa sobre o retorno dele tratam a recuperação como ponto-chave para a volta por cima no cinema.

Drew Barrymore

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A atriz e apresentadora contou que parou de beber em 2019 e, em entrevistas recentes, voltou ao tema como uma conquista pessoal importante.

Eminem

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O rapper costuma mostrar o “chip” de sobriedade nas redes em datas simbólicas. Em 2024, ele celebrou 16 anos sóbrio, reforçando que a recuperação virou parte central da vida dele.

Demi Lovato

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Lovato colocou o assunto às claras em produções próprias e entrevistas, falando de recaída, pressão e escolhas de recuperação. É um dos relatos mais comentados dos últimos anos justamente por não “maquiar” o tema.

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Fonte: Vanity Fair

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Por que essa vitamina ganhou o apelido de ‘ouro da juventude’ — e o que ela pode fazer com sua pele

Por que essa vitamina ganhou o apelido de ‘ouro da juventude’ — e o que ela pode fazer com sua pele

A vitamina E ganhou fama de “ouro da juventude” por um motivo bem direto: ela age como antioxidante e ajuda a reduzir o estrago causado pelos radicais livres — aquelas moléculas instáveis que aceleram o desgaste natural do organismo.

Por ser lipossolúvel (ou seja, “anda” junto com as gorduras), ela costuma ficar “de plantão” em áreas ricas em lipídios, como membranas das células e partículas de gordura que circulam no sangue.

No rótulo, você pode ver o nome técnico mais comum: alfa-tocoferol. E, apesar de muita gente associar a vitamina E só a cosméticos, ela também aparece em discussões médicas sobre proteção celular e processos inflamatórios ligados ao envelhecimento.

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Uma revisão publicada na Ageing Research Reviews descreve a vitamina E como um dos antioxidantes lipossolúveis mais potentes quando o assunto é envelhecimento e doenças degenerativas ligadas à idade.

Quando o tema vira coração e circulação, entra um ponto específico: a oxidação do LDL (o famoso “colesterol ruim”).

Há pesquisas que relacionam a vitamina E à redução dessa oxidação — um mecanismo que pode ter ligação com aterosclerose, embora os resultados em prevenção “na vida real” não sejam uniformes em todos os estudos.

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Em revisões e discussões clínicas, ela aparece tanto pelo papel antioxidante quanto por possíveis efeitos adicionais no processo inflamatório da parede arterial.

Na pele, a conversa costuma ir para dois lados: proteção contra estresse oxidativo (que influencia textura, viço e sinais de envelhecimento) e suporte indireto à circulação/saúde vascular, já que a vitamina E circula com lipoproteínas e participa de reações que envolvem gorduras e membranas celulares.

O que dá pra dizer com segurança é que ela faz parte do “kit” que o corpo usa para segurar danos oxidativos — e isso tem reflexo visível em tecidos que vivem expostos, como a pele.

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O melhor caminho para conseguir vitamina E costuma ser o mais simples: comida. Óleos vegetais (como canola e oliva), sementes, castanhas e nozes são fontes clássicas; folhas verdes, laticínios, carnes e cereais fortificados também entram na lista. Para adultos, a Mayo Clinic cita 15 mg/dia como recomendação diária.

Deficiência de vitamina E é bem incomum, mas pode acontecer em situações específicas, principalmente quando há dificuldade de absorver gordura.

Quando falta de verdade, pode aparecer dor/alterações nos nervos (neuropatia) e danos na retina (retinopatia), com risco de prejuízo visual.

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Já a parte que merece cautela é a suplementação por conta própria.

Em forma de suplemento, doses altas podem aumentar risco de sangramento e até de AVC hemorrágico; por isso, o limite máximo tolerável para adultos citado pelo NIH (Office of Dietary Supplements) é de 1.000 mg/dia para suplementos, e o órgão também chama atenção para interações com remédios anticoagulantes/antiagregantes (como varfarina).

Se a pessoa usa “afinadores do sangue” ou já tem risco aumentado de sangramento, é o tipo de vitamina que pede conversa com médico antes de virar cápsula diária.

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Fonte: O Globo

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Esse dorama da Netflix começou tímido… e terminou sendo o mais provocante que a plataforma já lançou

Esse dorama da Netflix começou tímido… e terminou sendo o mais provocante que a plataforma já lançou

Tem filme que tenta “explicar” desejo como se fosse um relatório — e aí perde a graça. Amor com Fetiche (Love and Leashes), disponível na Netflix, vai por outro caminho: ele presta atenção no que acontece quando a vida adulta exige pose o tempo todo, e uma curiosidade bem específica aparece no meio do expediente.

O resultado é uma comédia romântica coreana de 118 minutos que usa desconforto, cuidado e conversa como motor da história.

A situação começa com um erro bobo, daqueles que a gente sabe que vai dar ruim: uma encomenda vai parar na mesa errada.

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Em vez de transformar isso em “escândalo”, o roteiro usa o momento como gatilho para algo mais interessante — dois colegas que passam a negociar, com clareza, limites e expectativas, num tipo de relação que depende muito mais de confiança do que de impulso.

A própria Netflix define o filme como uma relação contratual entre colegas, dentro de uma dinâmica consensual.

O que chama atenção aqui é o tom: o longa não trata o fetiche como extravagância de vitrine, nem como “segredo proibido” feito só pra chocar.

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Ele vira uma espécie de idioma privado entre duas pessoas que, fora dali, são obrigadas a parecer impecáveis. E isso conversa direto com o cenário escolhido: o escritório, onde todo mundo aprende a calibrar sorriso, postura e opinião pra não virar alvo.

Quando alguma coisa foge do padrão, o risco não é “o desejo em si” — é virar assunto na roda de comentário, na piadinha atravessada, no julgamento disfarçado de preocupação.

A química do casal também não nasce de clima pronto. Ji-woo e Ji-hoo se aproximam no ritmo do combinado: tem conversa antes, tem regra, tem tentativa, tem correção de rota.

Esse cuidado muda o peso do filme inteiro, porque desloca o foco de “quem manda” para “quem escuta”.

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E aí a graça aparece no atrito humano: a trapalhada de lidar com o que não se encaixa no comportamento “adequado”, o nervosismo de parecer normal quando você está, por dentro, um caos bem educado.

O elenco segura bem essa ambiguidade. Seohyun faz uma protagonista que não vira caricatura “libertadora” nem ingênua: ela é competente, curiosa, e também cheia de receios quando percebe onde está se metendo.

Lee Jun-young entrega um personagem que, por fora, tenta ser exemplar — e, por dentro, carrega vergonha acumulada de experiências passadas.

Os dois funcionam porque o filme deixa claro que ninguém ali está “resolvido”; estão tentando, meio sem manual, e isso soa bem mais adulto.

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Outro ponto esperto: a história tem humor, mas não ri do fetiche como piada pronta. O riso vem do teatro social — o esforço de manter reputação, o pânico de ser descoberto, a hipocrisia silenciosa de um ambiente onde todo mundo finge neutralidade enquanto mede o colega pela régua do “aceitável”.

E, conforme a relação avança, o filme vai deixando mais nítido que o centro não é a curiosidade inicial, e sim o que acontece quando a intimidade começa a atravessar a armadura do dia a dia.

Pra completar, Amor com Fetiche é adaptação do webtoon Moral Sense (que também é o título coreano do filme), e mantém essa pegada de romance com comentário social: leve na superfície, atento nas entrelinhas — especialmente quando toca no medo de exposição e no preço de sustentar uma imagem impecável o tempo inteiro.

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Série turca alcança o 1º lugar na Netflix com Can Yaman como o lendário ‘Tigre da Malásia’

Série turca alcança o 1º lugar na Netflix com Can Yaman como o lendário ‘Tigre da Malásia’

Quem abriu a Netflix nos últimos dias provavelmente esbarrou em “Sandokan” aparecendo com força entre os títulos mais comentados.

A série, estrelada por Can Yaman, ganhou tração recente no catálogo e virou aposta certeira pra quem curte trama de ação com cara de superprodução.

Desta vez, a história chega em uma versão repaginada a partir dos romances clássicos do escritor italiano Emilio Salgari.

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E a ideia aqui não é “copiar e colar” o material antigo, e sim atualizar o ritmo e o jeito de contar a trajetória do pirata que ficou conhecido como o “Tigre da Malásia”.

No enredo, a narrativa volta ao Sudeste Asiático do século XIX e coloca Sandokan no centro de um conflito bem direto: ele enfrenta o avanço do domínio colonial britânico, enquanto tenta manter sua liderança e sobreviver ao jogo de interesses ao redor.

O resultado mistura sequências de combate, disputas de poder e tensão política sem perder a pegada de aventura.

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Nos bastidores, a produção é assinada pela Lux Vide, em parceria com a Rai Fiction, duas marcas que costumam apostar alto em projetos de apelo popular e visual caprichado.

E, com Can Yaman no papel principal, a série também chama atenção pelo peso de elenco e pelo carisma do protagonista — o tipo de combinação que ajuda a explicar por que “Sandokan” entrou no radar tão rápido.

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“Tenho prints e fotos”: amiga de jovem perdido no Pico Paraná ameaça expor o que ficou fora da TV

“Tenho prints e fotos”: amiga de jovem perdido no Pico Paraná ameaça expor o que ficou fora da TV

O caso do jovem Roberto, que passou quase cinco dias perdido na mata depois de uma trilha no Pico Paraná, voltou a esquentar — agora com troca de farpas em público, recados diretos nas redes sociais e um impasse que ainda não terminou na esfera jurídica.

Nos últimos dias, Roberto apareceu em entrevistas falando sobre o momento em que se separou da amiga, Thayane Smith, durante a descida.

Ele deixou claro que, na avaliação dele, ela não deveria ter seguido com outro grupo enquanto ele passava mal e ficou para trás.

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A resposta de Thayane veio no Instagram, em sequência de stories, com um tom bem mais combativo. Ela disse que pretende apresentar a própria versão e insinuou que existe material que, segundo ela, não chegou ao público.

Em uma das respostas a seguidores, afirmou que não quer ser lembrada como alguém que ficou calada — e avisou que está disposta a falar.

Thayane também mencionou que precisaria ir à delegacia antes de começar a publicar vídeos. Ela contou que quer gravar reels por partes, alegando que o que aconteceu é longo e que pretende explicar “desde o começo”, numa espécie de cronologia.

Em outra interação, ao ser pressionada para dizer logo o que aconteceu no dia da trilha, Thayane insistiu que vai detalhar o que, nas palavras dela, Roberto teria omitido.

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Foi aí que ela soltou uma das frases que mais repercutiu: disse ter “prints, fotos de coisinhas” e “provas” guardadas, sugerindo que houve coisa deixada de fora quando o caso apareceu na mídia.

Ela ainda acusou Roberto de contar uma versão “fantasiosa” e de se vitimizar, além de afirmar que teve conteúdo “cortado” na televisão. Em mensagens, reclamou que estaria se segurando para não prejudicá-lo, mas que, do jeito que a situação tomou, ela passou a se sentir atacada.

Enquanto essa disputa corre solta na internet, o caso segue com divergência entre as autoridades. O Ministério Público do Paraná (MP-PR) avaliou o episódio e apontou omissão de socorro por parte de Thayane.

A proposta inclui que ela responda no Juizado Especial Criminal, com possibilidade de transação penal: indenização de cerca de R$ 4.863 a Roberto, pagamento aproximado de R$ 8.105 ao Corpo de Bombeiros de Campina Grande do Sul (que coordenou as buscas) e prestação de serviços comunitários por três meses junto aos bombeiros.

A Polícia Civil do Paraná, por outro lado, encerrou o inquérito com entendimento diferente: concluiu que não houve crime e recomendou o arquivamento por falta de indícios penais suficientes. Esse desencontro entre MP e Polícia é o que mantém a história “em aberto” no lado jurídico.

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O episódio começou na virada do ano. Roberto e Thayane subiram o Pico Paraná em 31 de dezembro, com a ideia de ver o nascer do sol. Na descida, em 1º de janeiro, eles se separaram.

Sem sinal de celular e já debilitado, Roberto acabou entrando em rota errada e ficou dias andando pela mata até alcançar uma área rural próxima a Antonina, onde conseguiu pedir ajuda.

As buscas mobilizaram bombeiros e voluntários. Roberto foi encontrado com vida após quase cinco dias, com desidratação leve e escoriações, passou por atendimento hospitalar e recebeu alta.

Agora, além do que pode acontecer no processo, a briga também virou disputa pública de versões — e Thayane garante que ainda tem coisa para mostrar.

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Médico aponta objeto que custa menos de R$ 2, previne infarto e AVC (e quase ninguém infelizmente leva a sério)

Médico aponta objeto que custa menos de R$ 2, previne infarto e AVC (e quase ninguém infelizmente leva a sério)

Tem coisa que a gente compra no caixa do mercado sem nem pensar — e que, quando você olha com mais carinho, parece “pequena” só no preço.

O fio dental é um desses casos. Nos últimos meses, ele virou assunto fora do consultório do dentista por um motivo bem direto: um estudo com acompanhamento longo encontrou uma ligação entre o hábito de usar fio dental e menor risco de AVC e de um tipo comum de arritmia (fibrilação atrial), que também aumenta o risco de derrame.

O gatilho dessa conversa foi um trabalho apresentado na International Stroke Conference 2025, encontro da American Stroke Association. A análise acompanhou 6.278 pessoas por 25 anos e comparou quem dizia usar fio dental com quem não usava.

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Resultado: quem relatou o uso teve menor risco de AVC isquêmico, menor risco de AVC cardioembólico (quando o coágulo sai do coração e vai parar no cérebro) e menor risco de fibrilação atrial.

Os números que mais chamaram atenção (e que circularam bastante nas repercussões) foram estes: em comparação com quem não usava fio, o grupo que usava apresentou 22% menos risco de AVC isquêmico, 44% menos risco de AVC cardioembólico e 12% menos risco de fibrilação atrial.

No conjunto analisado, a fibrilação atrial apareceu em cerca de 20% dos participantes ao longo do acompanhamento, e também foram registrados 434 AVCs.

O detalhe mais interessante (e que explica por que isso saiu do “óbvio” sobre higiene bucal) é que o efeito não pareceu depender de outros hábitos do dia a dia, como escovação e visitas ao dentista.

Em outras palavras: o fio dental apareceu como um marcador específico, e não só como “sinal” de quem é mais cuidadoso com tudo.

Isso reforça uma hipótese que cardiologistas e pesquisadores vêm discutindo há tempo: inflamação na boca, especialmente na gengiva, pode “respingar” no resto do corpo — incluindo vasos sanguíneos e o coração.

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Mas aqui vale o freio de mão que muita manchete atropela: esse tipo de estudo mostra associação, não prova de causa.

Ele foi apresentado como pesquisa preliminar em congresso (ou seja, ainda pode passar por ajustes e revisão científica mais completa). Além disso, o uso de fio dental foi autorreferido (as pessoas responderam sobre o próprio hábito), o que sempre abre margem para erro.

Ainda assim, dá para entender por que a notícia “pegou”: se um hábito de 30 segundos ajuda a reduzir inflamação na gengiva e a carga de bactérias que ficam entre os dentes, isso pode diminuir episódios de sangramento e irritação crônica — e inflamação crônica é uma peça que aparece em várias doenças cardiovasculares.

É o tipo de medida com custo baixo e risco baixo, desde que feita do jeito certo e sem machucar a gengiva.

Na prática, o fio dental “baratinho” (às vezes encontrado por menos de R$ 2 em promoções) vira uma escolha inteligente por dois motivos ao mesmo tempo: melhora a saúde bucal de forma concreta e, de quebra, pode estar conectado a desfechos mais sérios, como AVC e arritmias — pelo menos é o que os dados desse acompanhamento sugerem.

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Se você quer transformar isso em hábito sem sofrer:

  • Comece pequeno: 1 vez ao dia já é ótimo; se você nunca usou, comece em dias alternados até pegar o jeito.
  • Sem “serrote”: o fio entra e sai com cuidado, abraçando o dente e descendo suavemente até a linha da gengiva.
  • Sangrou? Nos primeiros dias pode acontecer, mas sangramento persistente é sinal de que vale checar com um dentista.

E o aviso mais importante, especialmente para quem já tem pressão alta, colesterol alto, diabetes, histórico familiar ou já teve evento cardiovascular: fio dental é um plus na rotina — ele não substitui acompanhamento médico, remédios, atividade física e alimentação ajustada quando isso já foi indicado.

Clique aqui para assistir o vídeo (Instagram).

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Fonte: Heart.org

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Fevereiro vem com chuva fora de hora, temporais fortes e calor extremo: veja o que esperar na sua região

Fevereiro vem com chuva fora de hora, temporais fortes e calor extremo: veja o que esperar na sua região

Fevereiro costuma ser o mês em que o Brasil “mostra as duas caras” do verão com mais frequência: tem dia de pancada rápida que vira tempestade em minutos — e tem sequência de calor forte com chuva falhando bem onde deveria aparecer.

Isso acontece porque, além da umidade típica da estação, entram em cena alguns “freios e aceleradores” do tempo, como bloqueios atmosféricos (que seguram a chuva e aumentam a sensação de abafamento) e a atuação de corredores de umidade que, quando encaixam, despejam volumes altos em poucas áreas.

Foi assim, por exemplo, em fevereiro de 2025: bloqueios reduziram a chuva em parte do Sul/Sudeste e ajudaram a elevar as temperaturas, enquanto Norte e Nordeste tiveram episódios de acumulados muito altos em várias capitais.

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Para fevereiro de 2026, as leituras mais recentes apontam um cenário com distribuição bem desigual das precipitações: a Rural Clima projeta os maiores volumes concentrados na faixa central do Brasil ao longo do mês.

E, com a La Niña perdendo força, cresce a chance de mudanças rápidas de padrão entre as regiões — com temporais localizados, períodos de calor acima do normal e “buracos” de chuva em áreas específicas, algo que a Climatempo já vinha destacando para janeiro e fevereiro dentro do padrão do verão 2025/2026.

O que esperar em fevereiro, região por região

Norte

Fevereiro costuma ser um mês de muita água em várias áreas da região, mas com contrastes importantes.

Em anos recentes, capitais do Norte apareceram entre os maiores acumulados do mês, enquanto Boa Vista (RR) costuma ter fevereiro mais seco dentro da climatologia local.

Na prática: espere pancadas fortes e trovoadas em muitos pontos, com risco de temporais em áreas onde a umidade fica mais organizada — e, ao mesmo tempo, locais com variação grande de chuva de um município para outro, algo que a Climatempo associa ao padrão de irregularidade espacial típico quando a circulação de verão favorece esse tipo de comportamento.

Nordeste

A faixa norte do Nordeste é a que mais “responde” quando a umidade se concentra, e isso pode inflar os acumulados do mês: Fortaleza, por exemplo, teve fevereiro com chuva muito acima da média em 2025, segundo a Climatempo (com dados do Inmet).

Para fevereiro, o que costuma importar aqui é a regularidade: quando a chuva entra em sequência, o volume sobe rápido; quando falha, o calor ganha espaço. Vale ficar atento a alertas de curto prazo (72h–7 dias), porque é aí que aparecem as janelas de temporais mais fortes.

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Centro-Oeste

Aqui é onde fevereiro tende a ser “o mês das pancadas”: chuva que cai com força, abre sol, e mais tarde pode repetir — só que nem sempre no mesmo lugar.

A Rural Clima aponta que os maiores volumes de fevereiro devem ficar concentrados na faixa central do país. E o Inmet (em análise citada por especialistas) vem indicando neutralidade climática no início de 2026, com o enfraquecimento da La Niña, o que costuma aumentar a diferença de chuva entre áreas próximas.

Resultado esperado: temporais pontuais (com vento e raios) e intervalos de calor forte, especialmente quando a nebulosidade diminui.

Sudeste

Se tem uma palavra que combina com fevereiro no Sudeste, é “oscilação”. Em 2025, a própria Climatempo destacou que bloqueios ajudaram a reduzir precipitações em alguns pontos e elevaram o calor — e isso pode se repetir em ondas curtas, dependendo do posicionamento de sistemas de alta pressão.

Para 2026, a Climatempo aponta que a irregularidade das precipitações tende a ser mais notada em janeiro e fevereiro dentro do padrão do verão 25/26, com temporais acontecendo, mas sem “garantia” de que a chuva vai pegar de jeito toda semana no mesmo município.

Na rotina, isso significa: parte do mês com tempestades de fim de tarde (alagamentos rápidos em áreas urbanas) e parte com calor persistente, principalmente quando o bloqueio ganha força.

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Sul

Aqui, fevereiro pode mudar bastante de uma semana para outra. A Rural Clima cita que a La Niña deve perder força a partir de fevereiro, o que tende a favorecer maior regularidade de chuva na região — com destaque para o Rio Grande do Sul.

Ao mesmo tempo, especialistas lembram que o primeiro trimestre de 2026 pode ter momentos de chuva intensa no Sul, elevando umidade e risco de problemas ligados ao excesso de água em alguns períodos.

Em linguagem direta: dá para ter sequência de temporais e, logo depois, dias mais firmes — então acompanhar atualização semanal faz diferença.

Por que fevereiro “desorganiza” tanto a chuva?

Dois pontos ajudam a entender:

Mudança de influência no Pacífico: com a La Niña enfraquecendo até fevereiro, as decisões do tempo ficam mais nas mãos de sistemas regionais, o que aumenta a variação entre estados (e até entre cidades vizinhas).

Alta pressão e chuva irregular: a Climatempo explica que, no verão 25/26, a atuação mais frequente do ASAS tende a reduzir a formação de áreas amplas e persistentes de instabilidade, favorecendo pancadas “mal distribuídas” em janeiro e fevereiro.

Como acompanhar “o seu” fevereiro sem cair em susto

  1. Olhe o alerta de curto prazo (24h–72h) para temporais: é onde aparecem os avisos de chuva forte, vento e descargas elétricas.
  2. Confirme a tendência da semana (não só do dia): em meses de chuva irregular, o risco é achar que “virou o tempo” só porque choveu numa tarde.
  3. Use fonte oficial/consistente: boletins do Inmet e previsões atualizadas de empresas de meteorologia ajudam a ajustar planos de trabalho, viagem e eventos ao ar livre.

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Fonte: Climatempo

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