Esse suspense da Netflix com Denzel Washington e Angelina Jolie testa os nervos até o último minuto

Esse suspense da Netflix com Denzel Washington e Angelina Jolie testa os nervos até o último minuto

Tem filme que você dá play “só pra ver qual é” e, quando percebe, já está tentando decifrar pista junto com os personagens.

É essa a pegada de “O Colecionador de Ossos” (1999), que está no catálogo da Netflix e volta a entregar aquele suspense policial raiz: crime, códigos, corrida contra o relógio e uma dupla que funciona melhor do que qualquer explicação daria conta.

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A história junta dois polos bem diferentes. De um lado, Lincoln Rhyme (Denzel Washington), um perito lendário que, depois de um acidente, fica imobilizado e passa a comandar a investigação à distância.

Do outro, Amelia Donaghy (Angelina Jolie), policial de rua que é puxada para a linha de frente do caso e vira os “olhos” do investigador nas cenas do crime.

A dinâmica é simples de entender e ótima de acompanhar: ele reconstrói o quebra-cabeça com inteligência e pressão, ela encara o risco real, com cada nova pista levando a mais uma virada.

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O roteiro aposta numa estrutura de caça ao assassino em que o criminoso parece sempre estar um passo à frente — e isso dá ao filme um ritmo esperto, com enigmas que exigem decisões rápidas e erros que custam caro.

Não é um suspense de susto; é de tensão acumulada, daquele tipo que faz você prestar atenção em detalhes, objetos e frases jogadas “de leve”.

E aí entra o principal: Denzel e Jolie seguram o filme com muita presença. Washington trabalha bem a mistura de arrogância, fragilidade e faro afiado do personagem, sem precisar sair do quarto para dominar a tela.

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Jolie, por sua vez, evita a caricatura da novata deslumbrada: ela é inquieta, prática e vai ganhando firmeza conforme o caso aperta. No apoio, Queen Latifah ajuda a dar humanidade e respiro quando a investigação fica sufocante.

A direção é de Phillip Noyce, e o roteiro é assinado por Jeremy Iacone, com base no livro de Jeffery Deaver — informação que explica por que o filme gosta tanto de pistas, procedimentos e reviradas bem marcadas.

Se você curte investigação com clima pesado e parceria improvável, aqui tem material de sobra. (Na Netflix, ele aparece com classificação 18.)

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O que médicos já descobriram ao investigar perda de visão em usuárias de Ozempic e Mounjaro

O que médicos já descobriram ao investigar perda de visão em usuárias de Ozempic e Mounjaro

Tem um efeito colateral que quase ninguém coloca na conta quando fala de canetas para diabetes/controle de peso: o olho.

E não é “olho seco” ou desconforto leve — o assunto aqui é perda parcial e súbita de visão relatada por um grupo pequeno de pacientes que usavam semaglutida e tirzepatida, princípios ativos de remédios como Ozempic/Wegovy/Rybelsus e Mounjaro/Zepbound.

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O que o estudo (de fato) descreveu

Um trabalho publicado no JAMA Ophthalmology reuniu nove casos de pessoas que apresentaram complicações oftalmológicas enquanto utilizavam semaglutida ou tirzepatida. Os autores deixam claro um ponto essencial: com uma série de casos, não dá para provar causa e efeito — dá para levantar hipótese, organizar padrões e dizer “isso merece ser investigado com estudos maiores”.

A equipe inclui pesquisadores ligados à Universidade de Utah (John A. Moran Eye Center) e a outras instituições.

Principais diagnósticos relatados

Nos nove pacientes, apareceram sobretudo quadros compatíveis com eventos que afetam o nervo óptico e a retina:

  • 7 casos de NAION (neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica), frequentemente descrita como uma perda aguda, em um olho, sem dor, associada a redução de fluxo sanguíneo no nervo óptico.
  • Papilite bilateral (inflamação do disco óptico) e
  • PAMM (maculopatia média aguda paracentral), alteração retinal que pode mexer com a visão central/paracentral.

Os autores também discutem uma hipótese alternativa que foge da ideia de “toxicidade direta”: em alguns cenários, a correção rápida da glicose poderia ter papel na cadeia de eventos (ainda é especulação, não conclusão).

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O “estudo paralelo de Harvard” e o número que chamou atenção

Separadamente, um estudo observacional (coorte pareada) avaliou prontuários e encontrou associação entre prescrição de semaglutida e maior risco de NAION em comparação com outros tratamentos, com a ressalva de sempre: associação não confirma causalidade.

É daí que vem o “até quatro vezes”: um comentário/editorial no próprio JAMA Ophthalmology menciona achado de 4,28 vezes em um estudo de centro único, com intervalo de confiança amplo (o que costuma sinalizar incerteza estatística maior).
Mesmo assim, os autores e entidades médicas reforçam que a NAION continua sendo rara.

Sintomas que valem atenção

O padrão descrito por sociedades oftalmológicas é bem direto: perda súbita de visão, geralmente em um olho, sem dor, às vezes percebida como “mancha”, “sombra” ou corte no campo visual. Se algo assim acontecer, a orientação é procurar avaliação médica imediatamente (idealmente emergência/oftalmo).

Alguns materiais clínicos voltados a profissionais também passaram a destacar NAION como evento “muito raro” associado a essa classe, junto da recomendação de buscar atendimento em caso de piora visual súbita.

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Onde isso deixa quem usa Ozempic/Mounjaro?

Com o que existe hoje, a mensagem prática é:

  1. Não é motivo para parar por conta própria um medicamento prescrito (interromper pode bagunçar glicemia e outros riscos).
  2. É motivo para ficar esperto com mudanças visuais fora do comum e relatar rápido ao médico.
  3. E é motivo para a comunidade médica correr atrás de estudos maiores, com controle de fatores como diabetes, hipertensão, apneia do sono, histórico vascular e velocidade de queda da glicose — tudo isso pode influenciar risco ocular.

Em paralelo, reguladores também vêm acompanhando o tema: por exemplo, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) citou NAION como evento raro a ser incluído como possível efeito colateral em produtos com semaglutida na Europa.

Se você conhece alguém que usa esses remédios, a dica mais útil é simples: qualquer alteração visual súbita não é “pra observar em casa” — é pra avaliar.

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Fonte: AAO

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🚨 URGENTE | O vídeo que contradiz tudo que a imprensa tem falado sobre o Caso Orelha

🚨 URGENTE | O vídeo que contradiz tudo que a imprensa tem falado sobre o Caso Orelha

Num caso em que cada minuto virou argumento, a disputa agora está na linha do tempo: a defesa do adolescente investigado pela morte do cão comunitário Orelha divulgou um vídeo que, segundo os advogados, mostra o animal caminhando pela vizinhança na manhã de 4 de janeiro, depois do horário que a Polícia Civil de Santa Catarina apontou como provável momento das agressões.

A gravação passou a ser usada para questionar a autoria atribuída ao jovem e colocar em dúvida a cronologia apresentada no inquérito.

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A defesa afirma que, se o Orelha aparece andando por volta das 7h, a narrativa policial sobre o horário do ataque (estimado em torno de 5h30) ficaria fragilizada — e reforça que não há imagens do instante da agressão nem testemunhas presenciais do que teria acontecido.

O inquérito foi concluído na terça-feira (3 de fevereiro), com pedido de internação provisória do adolescente. O material foi encaminhado para as instâncias responsáveis por avaliar os próximos passos no âmbito socioeducativo.

A delegada Mardjoli Valcareggi confirmou a autenticidade do vídeo, mas rebateu a leitura de que a polícia teria sustentado “morte logo após” as agressões.

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Segundo ela, a investigação trabalha com a possibilidade de que a lesão tenha evoluído ao longo de dias — e que, por isso, o fato de o cão aparecer andando horas depois não derruba, por si só, a hipótese de agressão naquele período.

De acordo com a Polícia Civil, testemunhas relataram ter visto o Orelha ferido ainda no dia 4 e, no dia 5, pessoas ligadas ao resgate apontaram piora do estado de saúde.

A investigação também diz ter analisado imagens de câmeras de segurança que indicariam contradições no depoimento do adolescente, elemento citado como parte do conjunto de indícios reunidos.

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Grande novidade para 2026: Ciência desenvolve soro que faz cabelo crescer em 20 dias

Grande novidade para 2026: Ciência desenvolve soro que faz cabelo crescer em 20 dias

Quem já passou semanas com um gesso sabe um detalhe meio curioso: coça, incomoda… e, quando tira, às vezes a região parece mais “cabeluda” do que antes.

Foi justamente esse tipo de observação clínica — de que irritação e estímulo contínuo na pele podem aumentar o crescimento de pelos — que ajudou a inspirar um estudo da Universidade Nacional de Taiwan (NTU) que agora está rodando o mundo.

A equipe, liderada pelo professor e médico Sung-Jan Lin, testou em camundongos um soro tópico baseado em ácidos graxos e viu crescimento total de pelos em até 20 dias em áreas com folículos “adormecidos”. O trabalho foi publicado na Cell Metabolism (divulgado online em 22 de outubro de 2025).

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Nos experimentos, os pesquisadores induziram uma resposta inflamatória controlada na pele (com irritação e também com um modelo de lesão térmica) para “acordar” os folículos.

A sequência descrita foi: células de defesa chamadas macrófagos chegam ao local, “conversam” com as células de gordura logo abaixo da pele (adipócitos) e fazem essas células liberarem ácidos graxos livres.

Esse combustível, então, é absorvido por células-tronco do folículo capilar, que saem do modo de repouso e voltam a produzir fio.

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O dado que mais chamou atenção foi o cronograma: segundo o relato do estudo em animais, as células-tronco do cabelo foram ativadas por volta do dia 7, o crescimento ficou visível por volta do dia 10, e o resultado completo veio em até 20 dias.

E onde entra o “soro”? Depois de mapear o caminho biológico, a equipe mostrou que aplicar ácidos graxos monoinsaturados diretamente na pele, mesmo sem ferimento, já foi suficiente para estimular crescimento em camundongos.

Em materiais de divulgação da própria NTU, os compostos citados incluem ácido oleico e ácido palmitoleico — moléculas presentes tanto em tecido gorduroso humano quanto em óleos vegetais — numa formulação “de passar” na pele.

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O próprio Lin também relatou um teste pessoal inicial (em área do corpo) com aplicação por cerca de três semanas, dizendo ter observado aumento de pelos — mas isso entra na categoria “anedota”, não substitui ensaio clínico.

Agora, o freio de mão: isso ainda não foi validado em couro cabeludo humano. Além de faltarem estudos clínicos de segurança e eficácia, há diferenças biológicas entre espécies — por exemplo, o estudo discute que um componente-chave desse mecanismo em camundongos envolve uma via (SAA3) que não funciona do mesmo jeito em humanos.

Por enquanto, no “mundo real”, as opções mais conhecidas contra calvície costumam exigir meses para mostrar efeito e nem prometem cobertura total: a Academia Americana de Dermatologia, por exemplo, afirma que o minoxidil pode ajudar no começo da queda, mas não costuma trazer “cabeça cheia” de volta.

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A equipe da NTU diz ter patente depositada e a próxima etapa natural são ensaios em humanos — que é onde muita coisa promissora em animal passa pelo teste de verdade (ou fica pelo caminho).

E aí: se chegasse ao mercado com segurança comprovada, você usaria?

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Fonte: Focus Taiwan

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Erro do banco coloca R$ 5 milhões na conta de um homem — e ele aceita destino pesado para ficar com o dinheiro

Erro do banco coloca R$ 5 milhões na conta de um homem — e ele aceita destino pesado para ficar com o dinheiro

Tem um tipo de erro que parece “sorte” por uns segundos: o alerta do banco apita, você olha o saldo… e tem dinheiro demais ali.

Só que, na vida real, esse tipo de depósito costuma vir com rastreio, cobrança e dor de cabeça — e foi exatamente isso que explodiu num caso que ganhou as redes nos últimos dias.

Segundo relatos divulgados pela imprensa, um correntista na Nigéria, identificado como Ojo Eghosa Kingsley, recebeu por falha do sistema do First Bank um crédito de cerca de ₦ 1,5 bilhão — valor que, em conversões diretas, gira em torno de R$ 5,5 milhões.

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Em vez de avisar a instituição e devolver, ele teria usado o dinheiro ao longo de meses, entre junho e novembro de 2025, o que levou o caso para a esfera criminal.

A apuração menciona que o banco acionou a Economic and Financial Crimes Commission (EFCC), órgão nigeriano que investiga crimes financeiros.

No processo de investigação, a EFCC apontou movimentações e repasses para contas ligadas a familiares — e também uso do valor para projetos pessoais e um padrão de gastos bem acima do habitual, o que ajudou a reforçar a suspeita de apropriação do dinheiro recebido indevidamente.

O caso chegou ao Tribunal do Estado de Edo, em Benin City. De acordo com a cobertura da imprensa local, Kingsley respondeu por um crime relacionado a converter para uso próprio um valor que era do banco.

A sentença fixou um ano de prisão, com opção de multa de ₦ 5 milhões, e ainda determinou a restituição do saldo remanescente (na casa de ₦ 272 milhões, segundo a reportagem).

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E aqui entra o detalhe que muita gente ignorou ao ver só a manchete: boa parte do dinheiro já tinha sido recuperada durante a investigação, por reversões e rastreamento de transferências. As informações publicadas citam que a EFCC recuperou ₦ 802,42 milhões de contas ligadas ao acusado e familiares, e que o banco obteve mais de ₦ 300 milhões via reversão — com devolução formal de valores ao First Bank em 12 de janeiro de 2026.

A frase “preferiu cumprir um ano preso” virou a parte mais comentada porque, na prática, o que o noticiário descreve é que ele aceitou o desfecho penal (prisão, em vez de resolver tudo com devolução imediata), mas isso não apaga a obrigação de ressarcir o que a Justiça considerou devido.

E se você está pensando “mas isso foi na Nigéria”: no Brasil, a lógica é parecida no ponto central — dinheiro que caiu por engano não vira ‘seu’ por mágica.

Dependendo do contexto, reter e usar pode virar caso de polícia. O Código Penal prevê o crime de apropriação indébita (art. 168), com pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa.

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Fonte: Independent News Nigeria

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Psicóloga Josie Conti em Socorro (SP): psicoterapia presencial e online

Psicóloga Josie Conti em Socorro (SP): psicoterapia presencial e online

Se você está buscando psicóloga em Socorro, provavelmente não quer um atendimento genérico. Você quer um espaço confiável para falar do que pesa — e, ao mesmo tempo, um processo com direção clínica, capaz de aprofundar o que está por trás da ansiedade, das inseguranças, dos conflitos afetivos, da sensação de cansaço emocional, das repetições que machucam e das escolhas que parecem se repetir apesar do esforço.

A psicoterapia com Josie Conti é conduzida a partir de uma abordagem psicodinâmica, que entende o sofrimento psíquico como algo que se constrói na história, nos vínculos e na forma singular como cada pessoa aprendeu a lidar com perdas, medos, desejos, culpas e necessidades. Em vez de buscar soluções rápidas ou respostas prontas, o trabalho terapêutico vai na raiz: amplia a compreensão de si, dá nome ao que estava sem linguagem, e favorece mudanças que se sustentam com o tempo.

Ao procurar psicoterapia em Socorro (SP), vale observar algo essencial: um bom processo não se mede só pelo quanto você “fala”, mas pelo quanto você começa a elaborar o que antes voltava como sintoma, impulso, angústia ou repetição.

O que diferencia uma psicóloga em Socorro: escuta profunda, precisão clínica e ética

O que faz uma psicoterapia avançar não é a quantidade de conselhos — é a qualidade da escuta e a consistência do manejo clínico. No atendimento com Josie Conti, alguns pontos costumam ser decisivos para quem busca uma psicóloga em Socorro com atuação diferenciada:

A escuta não se limita ao fato do dia: ela considera padrões, afetos recorrentes, temas que se repetem e modos de relação que se reinstalam mesmo quando a pessoa “sabe racionalmente” o que deveria fazer. Ao longo do processo, a psicoterapia ajuda a reconhecer defesas e mecanismos que, em algum momento, protegeram — mas hoje podem estreitar a vida emocional. Com cuidado e tempo, isso abre caminho para escolhas mais livres, relações mais possíveis e uma autoestima menos dependente de aprovação ou medo.

Tudo isso acontece com sigilo, ética e respeito ao ritmo de cada pessoa: sem pressão e sem superficialidade.

Para quem a psicoterapia é indicada

Quem procura “psicóloga em Socorro” pode estar vivendo diferentes formas de sofrimento — às vezes muito claras, às vezes difusas. A psicoterapia pode ajudar quando você percebe, por exemplo:

  • ansiedade persistente, inquietação, antecipação constante do pior

  • insegurança, autocrítica intensa, sensação de inadequação

  • dificuldades nos relacionamentos (dependência emocional, ciúmes, medo de rejeição, brigas repetidas, afastamentos)

  • tristeza recorrente, desânimo, irritabilidade, sensação de esgotamento

  • bloqueios, travas, indecisão, sensação de “andar em círculos”

  • luto, separações, mudanças de vida, conflitos familiares

  • experiências marcantes que continuam deixando rastros (gatilhos emocionais, lembranças intrusivas, sensação de ameaça)

Muitas pessoas também procuram terapia quando “por fora está tudo funcionando”, mas por dentro existe um aperto constante — como se faltasse chão. A psicoterapia psicodinâmica é especialmente valiosa nesses casos porque se ocupa do que é mais difícil de localizar: aquilo que se repete, mas nem sempre se explica.

Como funciona o atendimento com psicóloga em Socorro (presencial e online)

Na primeira etapa, o foco é compreender o que você traz hoje, mas também como isso se inscreve na sua história: vínculos importantes, fases de vida, feridas emocionais, modos de amar, se defender, se calar, explodir, fugir ou controlar. Essa compreensão inicial não é um interrogatório; é um mapa clínico que vai se construindo com a sua fala, com o que aparece nas entrelinhas e com o próprio vínculo terapêutico.

Ao longo das sessões, o trabalho pode envolver pontuações e interpretações cuidadosamente colocadas, clareamento de situações emocionais, reconhecimento de repetição de padrões, elaboração de conflitos e fortalecimento da capacidade de sustentar sentimentos sem se perder neles. A terapia não “apaga” a vida; ela aumenta a possibilidade de viver com mais inteireza e menos aprisionamento.

Formato de atendimento: psicoterapia presencial em Socorro (SP) e online, mantendo sigilo e um enquadre clínico consistente.

Dúvidas frequentes sobre psicóloga em Socorro

“Quanto tempo dura a psicoterapia?”
Depende do que está em jogo e do objetivo do processo. Algumas demandas pedem um percurso mais focal; outras envolvem camadas antigas e pedem mais tempo. O ponto central é haver direção clínica e continuidade suficiente para que a mudança se consolide.

“Eu preciso estar em crise para começar?”
Não. Muitas pessoas procuram psicoterapia para se conhecer melhor, melhorar relações, construir limites, amadurecer decisões e reduzir sofrimento que já virou rotina.

“Como sei se a psicóloga é a certa para mim?”
Você tende a perceber com o tempo: se existe escuta real, respeito, consistência e se você começa a compreender coisas que antes só doíam — com mais linguagem e menos confusão.


Agende com psicóloga em Socorro (SP)

Dados de contato

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Psicóloga: Josie Conti — CRP: 06/66331
Endereço (consultório em Socorro – SP): Rua Padre Antônio Sampaio, 27, centro
WhatsApp: (19 9 99506332) 
E-mail: [email protected]
Atendimento: Presencial em Socorro (SP) e Online
Instagram: (@contioutra)

 

A história ignorou, riu e descartou… até descobrir que eles e elas estavam certos o tempo todo

A história ignorou, riu e descartou… até descobrir que eles e elas estavam certos o tempo todo

Tem uma cena que se repete em várias épocas: alguém aparece com uma ideia prática, mostra evidência, insiste — e o resto do mundo responde com risada, desprezo ou um “deixa disso”.

Às vezes, o problema não era a ideia em si, e sim o choque com interesses, com o “jeito certo de fazer” e com a dificuldade humana de aceitar que o básico do dia a dia pode estar errado. A lista abaixo junta gente que pagou caro por bater de frente com o consenso… e depois virou referência.

General William Mitchell

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Nos anos 1920, defendia que aviões podiam afundar navios e que o poder aéreo ia mudar a estratégia militar.

Foi tão agressivo nas críticas ao comando que acabou levado a corte marcial, mas sua visão sobre a vulnerabilidade de frotas e o risco no Pacífico (incluindo a possibilidade de ataque a Pearl Harbor) se mostrou muito mais pé no chão do que parecia na época.

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Aristarco

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Propôs um modelo com o Sol no centro e a Terra em movimento, séculos antes disso virar “o normal” na astronomia.

A ideia foi largamente rejeitada em favor dos modelos geocêntricos dominantes, mas a direção estava correta: tirar a Terra do centro era o passo que faltava para descrever melhor o Sistema Solar.

Joseph Lister

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Quando começou a usar antissépticos (como ácido carbólico) e a insistir em práticas para evitar infecção em feridas cirúrgicas, muita gente tratou aquilo como moda sem base.

O tempo virou o jogo: a lógica de controle de infecção se consolidou e abriu caminho para a cirurgia moderna com bem menos mortalidade.

Ignaz Semmelweis

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Observou que lavar as mãos (e reduzir contaminação) derrubava mortes por febre puerperal em maternidades, mas enfrentou resistência pesada de colegas e instituições.

Hoje, higiene das mãos é um dos pilares mais óbvios de prevenção de infecção — justamente o ponto que ele defendia com dados.

Robert Goddard

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Trabalhou com a ideia de foguetes como tecnologia real (inclusive para alcançar o espaço) e foi alvo de deboche público — famoso o caso de críticas na imprensa no começo do século XX.

Décadas depois, foguetes viraram peça central de satélites, exploração espacial e várias tecnologias do cotidiano.

Giordano Bruno

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Defendeu uma cosmologia que contrariava dogmas do período, incluindo a possibilidade de muitos mundos e uma visão mais ampla do céu do que a ortodoxia aceitava.

Foi condenado pela Inquisição e executado em 1600; parte das discussões que ele puxou (mesmo misturadas a filosofia e teologia) apontava para um jeito menos fechado de pensar o que existe além da Terra.

Marcello Malpighi

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Usando microscópio, descreveu estruturas finíssimas e ajudou a explicar conexões entre artérias e veias (capilares), algo essencial para entender circulação e tecidos.

Em uma era em que “ver para crer” ainda era limitado por ferramentas e tradição, insistir na anatomia microscópica parecia extravagância — até virar base da biologia e da medicina.

John Snow

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Bateu de frente com a teoria do “mau ar” e defendeu que a cólera se espalhava pela água contaminada; sua investigação na bomba da Broad Street ficou histórica.

A ideia contrariava o senso comum da época, mas pavimentou epidemiologia moderna e políticas de saneamento mais eficazes.

Henry Freeman

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Um caso bem direto: ele insistia em usar colete salva-vidas de cortiça quando outros achavam exagero.

Num naufrágio em tempestade, foi o único sobrevivente justamente por causa do colete; depois disso, o uso virou obrigatório para tripulações de resgate.

Alice Evans

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Demonstrou a ligação entre uma bactéria encontrada em gado e a brucelose em humanos, reforçando o argumento por leite pasteurizado.

Foi recebida com ceticismo (inclusive em ambientes científicos), mas a evidência se acumulou e a pasteurização ganhou ainda mais força como medida de saúde pública.

William Harvey

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Defendeu com experimentos e cálculo que o sangue circula continuamente pelo corpo, contrariando crenças médicas herdadas de séculos.

A reação inicial foi de estranhamento e resistência, mas a tese virou o alicerce da fisiologia cardiovascular.

Barbara McClintock

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Descobriu elementos genéticos móveis (“genes saltadores”), uma ideia que ficou tempo demais sem o reconhecimento que merecia.

Anos depois, a biologia molecular confirmou a importância do fenômeno e ela recebeu o Nobel em 1983 pelo achado.

Alexander Fleming

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Identificou a penicilina em 1928 e publicou sobre sua ação antibacteriana em 1929, mas a transformação em medicamento utilizável em escala levou tempo e trabalho de outras equipes; o impacto real explodiu nos anos 1940.

Em 1945, o Nobel reconheceu a descoberta e seu efeito terapêutico — exatamente o tipo de coisa que, no começo, muita gente não enxergou como virada de jogo.

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Fonte: ACS

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Denzel Washington disse “não” a um clássico do suspense — e até hoje admite: “Eu estraguei tudo”

Denzel Washington disse “não” a um clássico do suspense — e até hoje admite: “Eu estraguei tudo”

Denzel Washington já fez de tudo no cinema — herói, vilão, anti-herói, líder, homem comum no limite. Ainda assim, existe um “não” que volta e meia reaparece como uma pedrinha no sapato: ele deixou passar Seven (Se7en) – Os Sete Crimes Capitais, suspense policial que David Fincher lançou em 1995 e que virou referência do gênero.

A confissão mais direta veio anos depois. Em 2013, Washington contou que o papel chegou até ele, mas ele recusou.

O personagem acabou nas mãos de Brad Pitt — e Denzel resumiu a sensação com aquela sinceridade que mistura humor e arrependimento: foi uma escolha da qual não se orgulha.

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O motivo, segundo ele, tinha nome e peso: o roteiro. Em 2014, durante o Festival de Toronto, Washington explicou que, na leitura, achou a história sombria demais para embarcar.

Quando assistiu ao resultado pronto, bateu o choque de perceber o tamanho do filme — ainda assim, ele reforçou que o papel “encaixou” em Pitt do jeito certo.

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E o assunto não morreu ali. Em 2018, num papo em vídeo com Jamie Foxx, a pergunta veio na lata: tem alguma decisão de carreira que você lamenta?

Denzel voltou ao mesmo ponto, dizendo que o texto parecia “demoníaco” e que, depois, ao ver o longa finalizado, a sensação foi a de ter “estragado tudo”.

O curioso é que a história do filme combina com essa dúvida: em Seven, um detetive recém-chegado e impulsivo (David Mills) e um investigador veterano, já cansado da rotina (William Somerset), tentam impedir um assassino em série que monta crimes inspirados nos sete pecados capitais. No elenco, além de Pitt e Morgan Freeman, está Gwyneth Paltrow.

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No fim, o “não” de Denzel virou “sim” para o público: o longa custou na faixa de US$ 33–34 milhões e fechou a passagem pelos cinemas com algo em torno de US$ 327 milhões (algumas contagens registram um total um pouco maior, perto de US$ 330 milhões).

Pra quem quer rever (ou ver pela primeira vez), Seven aparece no catálogo da Netflix e também tem página na HBO Max (a disponibilidade pode variar por região).

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Fonte: UNILAD

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Empatia ou TOC? O que significa encher a casa de plantas e cuidar delas como suas filhas, segundo a psicologia

Empatia ou TOC? O que significa encher a casa de plantas e cuidar delas como suas filhas, segundo a psicologia

Ter a casa cheia de plantas virou, pra muita gente, mais do que “um toque verde na decoração”. É um jeito de montar um lugar que dá vontade de ficar, respirar melhor e sentir que a casa tem vida própria — especialmente quando o dia lá fora está barulhento, acelerado ou simplesmente puxado.

E quando alguém diz que cuida “como se fossem filhas”, geralmente está falando menos de exagero e mais de vínculo: atenção, presença, responsabilidade e um tipo de carinho prático, do tipo “eu te noto”.

Na psicologia (principalmente quando ela olha para a relação entre pessoa e ambiente), a casa costuma ser entendida como um cenário que conversa com o nosso estado interno.

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O que a gente mantém por perto, o que organiza, o que deixa à vista e até aquilo que dá trabalho para manter pode mostrar necessidades bem específicas: conforto, previsibilidade, descanso, estímulo, silêncio, sensação de pertencimento.

Plantas entram nisso de um jeito especial porque elas não são objetos “prontos”. Elas pedem leitura de sinais: folha que amarela, terra que seca rápido, caule que inclina, mancha que aparece do nada.

Quem convive com muitas plantas acaba treinando uma espécie de atenção cotidiana — e isso pode ter significados psicológicos diferentes dependendo do momento de vida, do estilo de rotina e da história de cada pessoa.

Quando a casa vira um regulador do humor (e as plantas fazem parte disso)

Muita gente usa o próprio lar como um “ajuste fino” emocional: muda luz, troca aroma, mexe em móveis, escolhe sons, controla bagunça. Colocar plantas em vários cantos pode entrar exatamente nessa lógica.

O verde, as formas orgânicas e a sensação de algo vivo por perto podem ajudar a diminuir a sensação de “ambiente duro” e deixar o espaço menos seco, menos frio, menos com cara de tarefa.

Em fases de estresse, ansiedade ou cansaço mental, o cérebro tende a ficar em alerta. Ter elementos naturais dentro de casa pode funcionar como um tipo de pausa visual: algo que não grita, não pisca, não exige performance — só está ali, crescendo no tempo dele.

Para algumas pessoas, isso vira um apoio simples e constante: olhar uma planta, perceber um broto novo, ver uma folha abrindo… são micro-sinais de continuidade num dia que parece todo fragmentado.

Em cidades onde o contato com área verde é raro (ou dá trabalho), as plantas acabam virando uma “natureza acessível”. Não substitui parque, rua arborizada ou sol no rosto, mas dá uma sensação de proximidade com ciclos vivos: regar, esperar, ver resposta.

É um jeito de trazer o ritmo biológico para dentro de um cotidiano que costuma ser digital e apressado.

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Cuidar como “filhas”: o que essa frase costuma querer dizer

Quando alguém fala que as plantas são “como filhas”, na maioria das vezes está nomeando três coisas bem humanas:

  1. Vínculo e responsabilidade: não é só “ter”, é acompanhar.
  2. Presença: reparar nos detalhes e responder ao que aparece.
  3. Apego ao processo: aceitar que cuidar envolve tentativa, erro, ajuste e paciência.

Do ponto de vista psicológico, esse tipo de cuidado pode ser uma forma de expressar uma disposição interna para nutrir e proteger algo vivo.

E o mais curioso é que plantas “aceitam” um tipo de cuidado que não depende de conversa, justificativa, explicação ou cobrança social. Você faz, observa, aprende, tenta de novo. Para quem está emocionalmente sobrecarregado, isso pode ser um alívio: vínculo sem exposição.

Por que isso aumenta em fases de mudança

É comum esse hábito crescer quando a vida muda: troca de casa, fim de relacionamento, começo (ou perda) de trabalho, rotina nova, mudança de cidade, ninho vazio, morar sozinho pela primeira vez.

Nessas fases, muita coisa fica instável ao mesmo tempo. Plantas oferecem uma sensação concreta de continuidade: você rega hoje, cuida amanhã, e algo vai seguindo com você.

Além disso, o crescimento delas é lento. E isso tem um efeito interessante: dá uma referência de tempo diferente do feed, da notificação e do “pra ontem”. Para algumas pessoas, isso organiza por dentro. Não como fórmula mágica, mas como prática diária que ancora.

Identidade, casa com cara de “eu” e escolha de pertencimento

Outra leitura importante é identidade. Quando alguém escolhe espécies, vasos, lugares da casa, combinações e até “plantas favoritas”, está personalizando o ambiente com preferências reais.

A casa vai ficando reconhecível: tem marca, tem estilo, tem história. E isso, psicologicamente, pode reforçar a sensação de pertencimento — “eu moro aqui de verdade”, “isso aqui é meu espaço”.

O detalhe é que plantas também fogem do padrão: elas crescem tortas, respondem de formas diferentes, mudam de fase, perdem folhas, recuperam.

Quem gosta desse tipo de ambiente muitas vezes se sente melhor em lugares menos “perfeitos”, mais vivos, mais com sinais de tempo.

Pode ser uma preferência estética, sim, mas também pode ser uma escolha de clima emocional: uma casa que não precisa parecer pronta o tempo inteiro.

Flexibilidade, controle possível e tolerância ao imprevisto

Cuidar de muitas plantas mistura controle e imprevisibilidade. Você consegue controlar água, luz, adubo e vaso… mas não controla tudo. Às vezes a planta sofre mesmo quando “você fez certinho”. E isso ensina (ou exige) uma postura de adaptação.

Para algumas pessoas, ter plantas é um jeito de praticar uma organização menos rígida: ajustar, aceitar perdas, mudar de lugar, testar de novo.

Em vez de “tudo tem que funcionar”, vira “vamos observar e fazer o melhor com o que tem”. Isso pode ser bem alinhado com quem está tentando flexibilizar a própria relação com erro e frustração.

E quando as plantas viram companhia?

Tem gente que sente a casa vazia com muita facilidade — mesmo sem estar exatamente triste. Encher o espaço de vida (folhas, volumes, crescimento) pode dar sensação de companhia e movimento.

Isso não precisa ser visto como “falta” ou como algo problemático. Pode ser um jeito cotidiano de deixar o lar mais presente, menos silencioso, mais habitado.

E tem outro ponto: plantas “respondem”. Não do jeito humano, claro, mas com sinais visíveis. Para algumas pessoas, isso é emocionalmente recompensador: “eu cuidei e algo melhorou”, “eu percebi a tempo”, “eu fiz diferença”. Em dias em que tudo parece abstrato ou fora do controle, essa resposta concreta pode ter um peso grande.

No fim, encher a casa de plantas e tratá-las como “filhas” pode falar sobre regulação do humor, necessidade de constância, construção de identidade, desejo de um lar com mais vida, prática de cuidado e até um jeito particular de lidar com o imprevisível.

O sentido real aparece menos na quantidade de vasos e mais na função que isso ganhou na rotina de quem cuida.

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Você pode estar jogando dinheiro fora: veja quanto custa deixar o carregador na tomada o mês inteiro

Você pode estar jogando dinheiro fora: veja quanto custa deixar o carregador na tomada o mês inteiro

Tem um tipo de “gasto” que adora ganhar fama de vilão doméstico: o carregador largado na tomada.

Ele até consome energia, sim — mas a pergunta honesta é outra: isso aparece de verdade na conta ou é mais um daqueles hábitos que irritam mais do que pesam no bolso? Vamos colocar números na mesa.

O que o carregador consome quando fica sozinho na tomada

Quando o carregador está plugado sem celular conectado, ele entra no que os testes chamam de no-load (consumo em vazio). Medições citadas pelo Berkeley Lab apontam algo em torno de 0,26 W para carregadores de celular nessa condição.

E carregadores mais novos, em muitos mercados, precisam cumprir limites de eficiência bem baixos em vazio — por exemplo, requisitos do DOE Level VI colocam o teto típico de 0,100 W (dependendo da categoria do adaptador).

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Na prática, dá pra trabalhar com uma faixa realista assim:

  • Carregador moderno e eficiente: ~0,1 W
  • Carregador comum (referência bem citada): ~0,26 W
  • Carregador antigo/ineficiente: até ~0,5 W (às vezes mais, mas aí já foge do padrão atual)

Qual “preço do kWh” eu usei (em R$) pra fazer as contas

Pra transformar isso em dinheiro, eu peguei um exemplo de tarifa residencial (B1) da Enel São Paulo, somando:

  • TUSD (R$/MWh) + TE (R$/MWh) = 432,44 + 292,74 = 725,18 R$/MWh

Como 1 MWh = 1000 kWh, isso dá R$ 0,725 por kWh (antes de impostos/bandeiras e outros itens da fatura).

Na sua conta, o “kWh efetivo” pode ser maior por causa de ICMS, PIS/Cofins, iluminação pública, bandeira tarifária etc. (a própria Enel detalha faixas de ICMS por consumo, por exemplo).

Se você quiser adaptar com o seu valor real: é só multiplicar o consumo (kWh) pelo R$/kWh que aparece na sua fatura.

  • Agora os números: 24h por dia, 12h e 6h (por mês)
  • Vou considerar 30 dias no mês.

A conta é:

  • Consumo (kWh/mês) = Potência (W) ÷ 1000 × horas no mês

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Cenário A — usando R$ 0,725/kWh (exemplo Enel SP)

Se o carregador ficar na tomada SEM o celular:

1) Carregador bem eficiente (0,1 W)

  • 24h/dia: 0,072 kWh/mês → R$ 0,05/mês
  • 12h/dia: 0,036 kWh/mês → R$ 0,03/mês
  • 6h/dia: 0,018 kWh/mês → R$ 0,01/mês

2) Carregador “típico” (0,26 W)

  • 24h/dia: 0,1872 kWh/mês → R$ 0,14/mês
  • 12h/dia: 0,0936 kWh/mês → R$ 0,07/mês
  • 6h/dia: 0,0468 kWh/mês → R$ 0,03/mês
    (Esse ~0,26 W aparece em medições citadas do Berkeley Lab.)

3) Carregador mais gastão (0,5 W)

  • 24h/dia: 0,36 kWh/mês → R$ 0,26/mês
  • 12h/dia: 0,18 kWh/mês → R$ 0,13/mês
  • 6h/dia: 0,09 kWh/mês → R$ 0,07/mês

Cenário B — se o seu kWh “cheio” na conta der ~R$ 1,00/kWh

Muita gente acaba vendo algo perto disso ao considerar impostos/bandeiras e o valor final médio do que paga. Com R$ 1,00/kWh, fica assim:

  • 0,26 W por 24h/dia: 0,1872 kWh/mês → R$ 0,19/mês
  • 0,5 W por 24h/dia: 0,36 kWh/mês → R$ 0,36/mês

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Então vale a pena tirar da tomada?

Pelo lado da conta de luz, o impacto do carregador “sozinho” costuma ser de centavos por mês. O motivo mais prático pra tirar da tomada geralmente é outro:

  1. reduzir “miudezas” somadas (muitos aparelhos em standby juntos viram um consumo mais notável);
  2. evitar aquecimento desnecessário, principalmente com carregador velho, genérico ou já danificado.

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Fonte: Advanced Energy

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“Estou pensando em desistir de tudo”: quando a mente chega no limite (e o que realmente ajuda)

“Estou pensando em desistir de tudo”: quando a mente chega no limite (e o que realmente ajuda)

Há um momento na vida em que a frase “estou pensando em desistir de tudo” aparece não como drama, mas como falta de fôlego. É quando as responsabilidades viram um bloco único: trabalho, contas, família, conflitos, cobranças, lutos, frustrações acumuladas… e a mente conclui: “não dá mais”. Muitas pessoas descrevem isso como uma mistura de exaustão, vazio, irritação constante, insônia, sensação de fracasso e uma desesperança que parece definitiva.

A psicóloga Josie Conti costuma traduzir esse estado de forma precisa: “Quando alguém pensa em desistir de tudo, muitas vezes não é o fim do desejo de viver — é o fim do fôlego para continuar do mesmo jeito.” Essa diferença importa porque muda o foco do julgamento para a pergunta certa: o que, dentro e fora de você, ficou insustentável — e como alcançar alívio real?

O que a terapia psicodinâmica entende quando você diz “quero desistir”

A terapia psicodinâmica parte do princípio de que a dor emocional não nasce apenas do que acontece hoje, mas também de como aprendemos a suportar, pedir, calar, agradar, controlar, reagir e nos culpar ao longo da vida. Em momentos de colapso, mecanismos internos que antes funcionavam (por exemplo, “dar conta de tudo”, “não incomodar ninguém”, “ser forte o tempo todo”) deixam de proteger e passam a esmagar.

É comum que a frase “desistir de tudo” seja a ponta do iceberg de conflitos internos como:

  • uma autocrítica severa (nunca é suficiente, sempre falta algo);

  • um medo de depender e, ao mesmo tempo, uma fome de amparo;

  • padrões repetidos de relações (ser sempre o responsável, o invisível, o que “aguenta”);

  • emoções proibidas (raiva, tristeza, vulnerabilidade) que acabam se transformando em exaustão, somatização ou anestesia.

E aqui entra uma segunda contribuição da Josie Conti, muito útil clinicamente: “A mente em colapso pede solução gigante, mas o cuidado começa no básico: corpo regulado, um vínculo seguro e um passo pequeno que devolve controle.” Em psicodinâmica, esse “básico” é também “continente”: antes de interpretar fundo, é preciso estabilizar o suficiente para o sujeito voltar a pensar e sentir sem ser engolido.

Por que tudo piora quando o corpo está no limite (e por que isso não é “fraqueza”)

Muita gente tenta entender o desespero apenas como “mental”, mas ele costuma estar ancorado em desgaste fisiológico: sono ruim, tensão crônica, alimentação irregular, excesso de telas, sobrecarga de trabalho, pouco descanso real.

Segundo a Divisão de Medicina do Sono da Harvard Medical School, sono e humor se influenciam fortemente: dormir mal aumenta irritabilidade e estresse, enquanto um sono saudável favorece bem-estar; e a insônia crônica pode elevar o risco de transtornos de humor. Quando esse corpo não recupera, o cérebro perde flexibilidade e o mundo fica mais ameaçador. Isso pode se misturar a sintomas depressivos — e a OMS ressalta que existem tratamentos eficazes para depressão, incluindo psicoterapias e, em alguns casos, medicação, recomendando buscar cuidado quando há sintomas.

A psicóloga Josie Conti costuma dar uma orientação que, apesar de simples, é poderosa: “O oposto do desespero nem sempre é alegria: às vezes é só um pequeno alívio hoje — e a coragem de não decidir nada definitivo no pior dia.” Em outras palavras: quando você está no limite, o objetivo inicial não é “resolver a vida”; é diminuir o volume do sofrimento para recuperar escolha.

“Desistir de tudo” também pode ser esgotamento: o nome disso importa

Se o seu “desistir” tem a ver principalmente com trabalho, a OMS descreve o burnout (no contexto ocupacional) como um fenômeno ligado a estresse crônico no trabalho que não foi bem administrado, com três dimensões: exaustão, distanciamento/cinismo e redução de eficácia profissional.
Nomear isso ajuda a tirar a culpa moral do centro e colocar uma pergunta prática: o que precisa ser ajustado (ritmo, limites, apoio, sentido, ambiente, expectativas) para você voltar a ter vida interna?

Onde o EMDR entra: quando a dor está “presa” e o presente dispara o passado

Em muitos adultos, o desespero não vem só de “hoje”. Ele é ativado porque experiências antigas (traumas, perdas, rejeições, humilhações, negligências, violência, relacionamentos abusivos, ou microtraumas repetidos) deixam marcas que o corpo e a mente continuam reagindo como se o risco ainda estivesse acontecendo.

O EMDR (Eye Movement Desensitization and Reprocessing) é uma abordagem terapêutica estruturada, amplamente usada para tratar consequências de trauma. Diretrizes da Organização Mundial da Saúde para condições relacionadas ao estresse recomendam considerar tratamentos como EMDR  para adultos com TEPT.
A American Psychological Association (APA) também inclui EMDR como opção sugerida em sua diretriz clínica para TEPT.
E revisões sistemáticas, incluindo uma revisão da Cochrane, encontraram que EMDR pode ser melhor do que lista de espera/cuidados usuais na redução de sintomas de TEPT (embora a qualidade da evidência varie entre estudos).

Além de TEPT, há meta-análises indicando que, em pacientes com TEPT, EMDR pode reduzir também sintomas associados como depressão e ansiedade.
E há revisões/meta-análises examinando EMDR para sintomas depressivos em diferentes contextos, sugerindo efeitos positivos em alguns conjuntos de estudos (com a ressalva de heterogeneidade e necessidade de mais pesquisas de alta qualidade).

A própria OMS, ao divulgar orientações pós-trauma, menciona EMDR como uma das técnicas avançadas a considerar e destaca a importância de treinamento e supervisão para ampliar acesso com segurança.

Terapia psicodinâmica com EMDR: integração, não “duas terapias soltas”

Quando se integra psicodinâmica e EMDR, a lógica fica mais conectada:

  • A psicodinâmica ajuda a entender por que certos temas doem tanto (abandono, humilhação, rejeição, controle, culpa), quais papéis você foi forçado a ocupar, como suas defesas se formaram e como padrões se repetem nos vínculos.

  • O EMDR pode ajudar a destravar memórias/experiências que seguem “ativas” no sistema emocional, reduzindo a carga e a reatividade, para que a pessoa tenha mais liberdade de escolha no presente.

Em adultos, isso costuma ser decisivo quando a pessoa diz algo como: “Eu sei racionalmente que não é o fim do mundo… mas meu corpo reage como se fosse.” A integração permite trabalhar tanto o sentido (psicodinâmica) quanto o processamento (EMDR), sem reduzir a clínica a “técnica” nem a terapia a “só conversa”.

É nesse ponto que a especialidade da psicóloga Josie Conti em EMDR se torna um diferencial: ela pode conduzir um trabalho que acolhe o sofrimento atual, investiga os fios emocionais que sustentam o colapso e, quando indicado, usa EMDR para tratar núcleos traumáticos que alimentam desesperança, hiperalerta, culpa ou sensação de desamparo.

O que fazer hoje, se você está no limite (passos pequenos que funcionam melhor do que promessas grandes)

Sem “frases prontas”, o que tende a ajudar no curto prazo é recuperar três coisas: corpo, vínculo e mínimo controle.

  1. Corpo (reduzir 5% do peso agora): água + algo simples para comer + banho + deitar no escuro por 20 minutos. Parece pouco, mas quando o sistema nervoso está em colapso, isso é intervenção real. (Lembre do ponto da Harvard sobre sono e humor: regular o básico muda a leitura emocional do mundo.)

  2. Vínculo (presença, não solução): mande uma mensagem objetiva: “Hoje eu tô no limite. Você pode ficar comigo 10 minutos (mensagem/ligação)? Não preciso de conselho, só companhia.”

  3. Controle mínimo (10 minutos, não 10 anos): escreva em 5 linhas:

  • “O que está me esmagando hoje é…”

  • “O que eu consigo fazer nos próximos 10 minutos é…”
    Esse “microcontrole” gera evidência interna de que você ainda pode agir — e isso enfraquece a desesperança.

Se você estiver sem segurança agora

Se você sente que está sem segurança, com medo do que pode fazer, ou não consegue ficar sozinho(a) com esses pensamentos, procure ajuda imediatamente.

No Brasil, o CVV (188) oferece apoio emocional gratuito, 24 horas por dia (telefone e também chat/e-mail).


Se houver risco imediato, procure um serviço de urgência da sua cidade ou acione alguém de confiança para ficar com você agora.

Indicação profissional ao final

Se você se reconheceu neste texto, considere transformar “desistir de tudo” em um pedido legítimo de cuidado — com método, acolhimento e profundidade.

Psicóloga Josie Conti
Atendimento online e presencial (Socorro–SP).
Abordagem psicodinâmica integrada ao EMDR, com foco em adultos em sofrimento intenso, desesperança, ansiedade, depressão, esgotamento e impactos de trauma (inclusive traumas relacionais e experiências repetidas de desamparo).

Agende com a Psicóloga Josie Conti:

  • WhatsApp: (19) 9 99506332

  • Instagram: @contioutra

  • E-mail: [email protected]

  • Site: www.josieconti.com.br

A maior boca de caverna do planeta está no Brasil e foi confirmada por um super-laser da USP – veja fotos

A maior boca de caverna do planeta está no Brasil e foi confirmada por um super-laser da USP – veja fotos

Um levantamento recente feito por pesquisadores do IGc-USP colocou a Casa de Pedra, em Iporanga (SP), de volta ao centro das atenções: a entrada da caverna teve sua altura confirmada com alta precisão e o resultado aponta para um recorde — maior abertura de caverna do Brasil e, com boa chance, a maior já registrada no planeta.

Desta vez, nada de estimativa “no olho” ou comparação por fotografia. A equipe usou Lidar aerotransportado, um escaneamento 3D a laser feito a partir de drones, que mede o relevo com detalhe milimétrico e reduz as incertezas que costumavam aparecer em medições tradicionais.

O número que chamou atenção veio direto do modelo gerado pelo laser: 197 metros de altura na boca da caverna.

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A Casa de Pedra fica dentro do Petar (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira), em uma área de Mata Atlântica onde a vegetação pode atrapalhar bastante qualquer mapeamento feito só com imagem comum.

O geocientista Nicolás Strikis, do IGc, comentou ao Jornal da USP que, depois desse levantamento, dá para sustentar a afirmação com segurança: pela configuração e pelas medidas obtidas, o pórtico da Casa de Pedra é o maior do país e tem tudo para liderar também a lista mundial.

Em outras palavras: é o maior que a equipe encontrou com medição direta até agora.

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O Lidar funciona disparando milhões de pulsos de laser por segundo. Parte desses pulsos “passa” pelos espaços entre folhas e galhos e consegue atingir a rocha, o que permite reconstruir a forma real do terreno mesmo em áreas fechadas de floresta — um ganho enorme para cavernas e paredões.

Com essa varredura, os pesquisadores montaram uma nuvem de pontos tão detalhada que virou um modelo digital de alta resolução da caverna.

Esse tipo de reprodução permite analisar a geometria completa do sumidouro — do leito do rio ao teto — e medir volumes, inclinações e detalhes de morfologia que antes ficavam fora de alcance quando o registro dependia só de fotos e observação local.

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O trabalho não ficou restrito ao tamanho da entrada. A pesquisa também acompanha o comportamento do rio Maximiano, que atravessa o interior da caverna, com sensores voltados para hidrologia e variações rápidas de nível d’água.

Os primeiros dados (ainda em processamento) já mostram um cenário que ajuda a entender por que o local exige cuidado: chuvas com cerca de uma hora podem provocar uma elevação de mais de 2 metros no nível da água na saída da gruta.

Em um registro específico, uma precipitação de 60 mm por hora levou a uma subida de 2,17 metros em aproximadamente 90 minutos.

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Segundo a equipe, o intervalo entre o pico de chuva e a resposta do rio é curto demais para garantir retirada completa e tranquila em toda a extensão — e a Casa de Pedra tem cerca de 3 quilômetros. Esse tipo de informação é decisiva para qualquer discussão sobre segurança.

A caverna está fechada para visitação desde 2003, depois de um acidente relacionado a tromba d’água. Agora, o monitoramento e o modelo 3D entram como base técnica para o plano de manejo e para avaliar com mais precisão os riscos envolvidos caso atividades futuras voltem a ser consideradas.

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Fonte: Jornal da USP

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14 frases que incendiaram a internet nesta semana — a nº 9 deixou muita gente furiosa

14 frases que incendiaram a internet nesta semana — a nº 9 deixou muita gente furiosa

A primeira semana de fevereiro veio com aquele combo que a internet adora: declaração séria tratada como meme, frase atravessada em entrevista, chamada de jornal com cara de roteiro surreal e até erro de português virando pauta.

Abaixo, as 14 falas (e escritos) que circularam com força — cada uma puxando uma discussão diferente, do plenário ao feed.

  1. Aldo Rebelo

A fala do Aldo Rebelo mexeu com o debate sobre responsabilidades e limites do que é “minuta” e do que vira “projeto” de poder — principalmente porque ele falou como quem normaliza o procedimento.

“Minuta não é tentativa de golpe e eu teria feito como ministro” – Aldo Rebelo, ex-ministro da Defesa e pré-candidato à Presidência (DC-SP).

2. Padre Ferdinando Mancílio

No sermão, Padre Ferdinando Mancílio mirou o deputado Nikolas Ferreira e puxou a contradição que sempre reacende briga nas redes: discurso “pró-vida” junto de defesa irrestrita de armamento.

“Não adianta marchar por Brasília e dizer que defende a vida, mas ser a favor das armas” – Padre Ferdinando Mancílio, em sermão criticando o deputado Nikolas Ferreira.

3. Eduardo Bueno

Eduardo Bueno soltou uma frase que foi lida como ataque direto a um grupo religioso e também como provocação antidemocrática — e aí a reação veio dos dois lados, com recorte, resposta e mais recorte.

“Evangélico tem que ficar pastando junto com o pastor. Deveria ser proibido evangélico votar” – Eduardo Bueno, o Peninha, youtuber.

4. Garotinho

Anthony Garotinho tentou pegar carona na fadiga pública com salvadores da pátria; o texto que acompanhou foi pro deboche, e a frase virou munição para todo tipo de interpretação.

“A população brasileira está cansada de falsos heróis” – Anthony Garotinho, ex-governador do Rio de Janeiro. No Brasil, nem todo herói usa capa. Aliás, se estiver de capa, é mais provável que seja vilão mesmo.

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5. ECM

Um quadro-negro em São Paulo virou print, e o print virou discussão sobre preparo de monitores e o padrão de escrita exigido em escola — com o detalhe do “[sic]” ampliando a zoeira e a indignação.

“Descançar [sic]”, “Continêcia [sic]” – escreveu Monitor de Escola Cívico-Militar no quadro negro, durante aula em São Paulo.

6. Hugo Motta

Um “sim” dito no lugar certo (e na hora certa) pode soar como assinatura embaixo — e foi isso que muita gente entendeu quando Hugo Motta respondeu sobre um PL ligado a remuneração no Legislativo.

“Sim” – Hugo Motta, presidente da Câmara (Republicanos-PB), confirmando PL que elevaria salários dos servidores parlamentares acima do teto constitucional.

7. Bonner

William Bonner falou de “calma” e a internet fez o que faz: parte leu como ironia, parte como avaliação política, parte como indireta — e ninguém concordou no significado.

“Tenho a impressão de que os haters da extrema direita estão mais calmos” – William Bonner.

8. Danielle Winits

A chamada da Folha de S.Paulo conseguiu ser notícia por si só: a mistura de celebridade, “lixão” e aliens virou piada pronta e também crítica ao estilo “teaser” de manchete.

“Danielle Winits questiona as aparências da atualidade em lixão assombrado por aliens” – chamada da Folha de S.Paulo, sobre ensaio fotográfico com atriz global. Importante ressaltar: o lixão assombrado por aliens de que trata a matéria não é aquele que fica na Praça dos Três Poderes.

9. Nicki Minaj

Aqui a fala acendeu duas discussões ao mesmo tempo: cultura do cancelamento e diferença de idade em relações — e, como era de se esperar, com muito recorte, muita briga e pouca escuta.

“Imaginem um cantor de 30 anos de idade saindo com uma menina de 16 nos dias de hoje. Seria cancelado na hora” – Nicki Minaj, rapper norte-americana, criticando o também rapper Jay-Z.

10. Gerald Thomas

Thomas cutucou o cinema por lucrar em cima da pobreza; a ironia do texto que acompanha a frase foi o tempero que fez o trecho circular ainda mais.

“Pobres são explorados por milionários, inclusive no cinema” – Gerald Thomas, diretor de teatro, criticando filmes que exploram personagens pobres por bilheteria.

O teatro, porém, é imune à exploração: não lucram com a desgraça de ninguém. Nem a própria.

11. Steve Bannon

Quando aparece Steve Bannon + Bolsonaro + Jeffrey Epstein na mesma frase, a rede já entra em modo sirene.

O trecho foi lido como bastidor, cálculo político e munição pra teorias — cada bolha pegou um pedaço.

“Tenho de manter essa coisa de Bolsonaro nos bastidores” – Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump, em email a Jeffrey Epstein.

12. Trump

Donald Trump chamou de “idiota” um convite para o Fórum Econômico Mundial, e a frase foi compartilhada tanto por fãs (como “sinceridade”) quanto por críticos (como “desprezo diplomático”).

“Foi o convite mais idiota que jamais fizeram a alguém” – Donald Trump, sobre ser convidado para o Fórum Econômico Mundial em Davos.

13. Fachin e o STF

Na abertura de 2026, Edson Fachin tentou colocar o foco em institucionalidade — e, justamente por isso, o trecho virou termômetro: pra uns, sinal de firmeza; pra outros, discurso protocolar demais.

“O que nos une não é a concordância em todas as questões, mas o compromisso com a instituição” – Edson Fachin, presidente do Supremo (STF-RS), durante a sessão de abertura de 2026.

14. Presidente Lula

Lula mandou uma metáfora clássica (“raposa no galinheiro”) enquanto o texto fazia questão de destacar o figurino — e a internet fez a festa com a coincidência, puxando comparação com Mister M e tudo.

“Não coloque uma raposa para tomar conta do galinheiro, mesmo que ela esteja vestida de branco” – Lula, vestido de branco, em evento de pré-campanha.

É como se o Mister M revelasse o truque antes da performance e, ainda assim, a plateia aplaudisse e pedisse bis.

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“Me ensinou tudo, menos a viver sem ele”: o desabafo da filha de Henrique Maderite após a morte do pai

“Me ensinou tudo, menos a viver sem ele”: o desabafo da filha de Henrique Maderite após a morte do pai

A morte do influenciador e empresário Henrique Maderite, aos 50 anos, gerou uma onda de mensagens nas redes — e a mais íntima veio de casa.

Ana Clara Ferreira, filha dele, usou o Instagram neste sábado (7) para falar do pai em publicações que misturam saudade, carinho e um esforço visível para se manter firme.

Ainda de madrugada, ela postou um vídeo em que Henrique aparece cantando enquanto dirigia.

contioutra.com - “Me ensinou tudo, menos a viver sem ele”: o desabafo da filha de Henrique Maderite após a morte do pai

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Na legenda, escreveu uma frase direta e dolorida sobre o quanto aprendeu com ele — e sobre o que ninguém ensina quando a perda chega. “Me ensinou tudo, menos a viver sem ele. Te amo eternamente! Para sempre, sua Dreds”, publicou.

Horas depois, já no começo da tarde, Ana Clara voltou ao perfil com um novo vídeo, dessa vez falando de frente com quem acompanha a família. Ela disse que gostaria de conseguir sorrir e oferecer algum tipo de conforto a quem está assistindo, mas deixou claro que o momento é pesado.

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“Queria estar sorrindo, queria estar levando um pouco de conforto para o coração de todo mundo que está me assistindo, mas esse momento é muito difícil”, afirmou.

No mesmo depoimento, a jovem comentou que, apesar da dor, sente que conseguiu buscar forças para lidar com o que aconteceu.

“Tenho certeza que Deus me preparou muito para esse momento. Eu estou tirando uma força que é inexplicável”, disse. Na legenda, ela resumiu a despedida com uma frase que chamou atenção: “o céu está em festa”.

Henrique Costa Ferreira, conhecido publicamente como Henrique Maderite, foi encontrado morto na sexta-feira (6) em um haras no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais.

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Segundo o portal O Tempo, a Polícia Militar de Minas Gerais foi acionada às 17h27 por meio da Rede de Vizinhos Protegidos e, ao chegar ao local, os militares encontraram o influenciador já sem vida.

A polícia informou que a morte foi por causa natural e que não havia sinais de violência.

Nascido em 1975, em Belo Horizonte, Maderite reunia mais de 2 milhões de seguidores no Instagram, onde ficou conhecido por vídeos com humor e parcerias com marcas.

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Fora das redes, também era dono de um haras e mantinha uma loja online com produtos ligados aos bordões que popularizou, como bonés estampados com frases características — entre elas “Sexta-feira, meio dia”.

Clique aqui para assistir ao vídeo.

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