The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960. É o grupo musical mais bem-sucedido e aclamado da história da música popular. A partir de 1962, o grupo era formado por John Lennon (guitarra rítmica e vocal), Paul McCartney (baixo e vocal), George Harrison (guitarra solo e vocal) e Ringo Starr (bateria e vocal). Enraizada do skiffle e do rock and roll da década de 1950, a banda veio mais tarde a assumir diversos gêneros que vão do folk rock ao rock psicodélico, muitas vezes incorporando elementos da música clássica e outros, em formas inovadoras e criativas. Sua crescente popularidade, que a imprensa britânica chamava de “Beatlemania”, fez com que eles crescessem em sofisticação. Os Beatles vieram a ser percebidos como a encarnação de ideais progressistas e sua influência se estendeu até as revoluções sociais e culturais da década de 1960. (Wikipédia)
Cat Man Do – Simon’s Cat
Nessa animação, o gatinho Simon toma medidas cada vez mais desesperadas para acordar seu dono.
No final será que ele consegue?
Confira nessa animação super divertida!
Na minha opinião, uma das melhores do Simon.
Texto Marla de Queiroz/ Enigma – Je T’Aime Till My Dying Day
Nessa postagem, uma homenagem a uma das escritoras contemporâneas de maior sensibilidade, Marla de Queiroz.
Depois desse lindo texto, que descreve a harmonia, um vídeo da banda “Enigma” que traz imagens que traduzem a sensação de harmonia com primor. Ambos belíssimos!
“São delicados e sutis os fios da harmonia. Ao contrário da alegria, do entusiasmo, ela é uma das sensações mais discretas. Sua voz é quase imperceptível, feito outra qualidade de silêncio. Ela não é uma gargalhada, é aquele sorriso por dentro, uma sensação gostosa de estar no lugar certo, na hora adequada. Feito um arco-íris depois da tempestade, sua beleza é adornada pelo equilíbrio dentro do derramamento. É um adestramento dos fantasmas internos. A possibilidade de aprimorar os pensamentos. É quase como não pensar. Simplesmente, sentimos uma ligação profunda com tudo, um denso bem-estar. Como se tivéssemos uma secreta intimidade com o mundo, certa cumplicidade com o tempo. É como se observássemos descompromissados, ela é uma descontração. Como se o coração batesse pelo corpo todo, mas sem extremada euforia. Uma tranqüilidade dilatada no peito, o olhar satisfeito, a mente entendendo que já nem precisa entender o que é prosa ou poesia. E o mundo inteiro cabendo num abraço. E uma firmeza na carícia, a maturidade que perdeu o cansaço, uma confiança que preenche a existência. A harmonia é um contato profundo com a experiência. E o tempo do dia não é mais composto por esperas, ele é vivido. E já não se fala, palavras passeiam pela boca. E já não se escreve, as frases coreografam as paisagens. E já não se ama, o amor vigora em nós. A harmonia tem fios muito delicados e sua trama faz a ligação mais suave entre todas as urgências já sentidas. E o chão do sonho é macio, e tudo parece estar alinhavado, numa ligação sem sufocamentos. E a poesia não deseja mais ser nada, vira o afago de um momento. E nas letras a textura de um veludo, como se ao correr pela página, os olhos pudessem ser acariciados. E você tem todas as coisas sem precisar tomar posse delas. Você ama o amor, não o delírio de estar apaixonado. Sinto a harmonia como uma espécie de fascínio pela vida. É quase uma perda de outros apetites, porque se está tão nutrido pela própria companhia. E a gente tem aquela vontade súbita de andar pela noite: não apenas para olhar as estrelas, mas também para por elas sermos vistos.
Harmonia é como se fôssemos inundados pelo mar onde antes só havia um precipício.”
Marla de Queiroz
Abaixo: Enigma – Je T’Aime Till My Dying Day
"A desumanização progressiva da sociedade", por Josie Conti
Por Josie Conti
Ontem escrevi sobre como a repressão, a livre expressão do ser e a supressão dos valores pessoais são fonte de adoecimento e de auto-aniquilamento. Hoje continuo o raciocínio pensando sobre outro fator que nos desumaniza e entristece a sociedade atual: a falta de tempo.
Dormimos tarde, acordamos atrasados, perdemos tempo em locais que não nos agradam, como no trânsito, e sentimo-nos eternamente em débito com os amigos que não vemos, com os livros que não lemos e com o trabalho que está sempre acumulado apesar das horas extras.
Uma das coisas que julgo ser crucial num processo psicoterapêutico, por exemplo, é a pessoa ter um tempo para poder parar, falar e “se escutar“.
Enquanto alguém conta uma história ou fala sobre um sentimento, todo o seu raciocínio se organiza para que aquilo se torne inteligível, para que haja coerência dentro de si. Assim, enquanto fala- principalmente se essa fala sofrer o mínimo possível de interrupções- a pessoa poderá sentir e atribuir SENTIDOS ao que diz.
O ser humano é um ser simbólico, movido por sonhos e ideais. Para sentir-se feliz precisa de reconhecimento do outro e de si mesmo no mundo em que está inserido. Sem tempo, não há chance para reflexão e mantemo-nos reagindo automaticamente aos estímulos e demandas cotidianas.
Como alguém que não dorme e chega ao limite da exaustão, um homem que não sonha perde seu sentido no mundo. Adoece, então, por desumanização progressiva.
Texto anterior: http://www.contioutra.com/transparencia-ofende-por-josie-conti/
As esculturas hiper-realistas de Sam Jinks
A perfeição somada a imobilidade das esculturas hiper-realistas do escultor australiano Sam Jinks causam no público sensações que vão da perturbação e perplexidade à mais profunda admiração pela sensibilidade e minúcia do trabalho apresentado.
Há uma reprodução fidedigna de rugas, poros, cabelos (que são naturais) e, principalmente, das expressões que dão personalidade às esculturas.
Jinks aprendeu a moldar esculturas e a utilizar látex e silicone quando trabalhava na TV trabalhava com fantoches. Também adquiriu experiência na área de efeitos especiais trabalhando no cinema. Seu acervo pode ser encontrado em alguns lugares ao redor do mundo que incluem: o Museu de Arte Kiran Nader, em Dehli, na Índia e o Museu de Escultura Figurativa Internacional Contemporânea (MEFIC), em Portugal. Além de vários museus na Austrália, sua terra natal.
Veja o vídeo do trabalho em execução
Deixe-me entrar! – Simon’s Cat
Simon é um gatinho muito safado que apronta as maiores estripulias enquanto o dono não está olhando. Entretanto, no final, sempre consegue o que quer.
Let Me In! – Simon’s Cat
Adele – Rolling in the Deep (Piano/Cello Cover) – ThePianoGuys
Adele – Rolling in the Deep (Piano/Cello Cover) – ThePianoGuys
The Piano Guys (Os Rapazes do Piano) é um grupo musical americano composto por Jon Schmidt e Steven Sharp Nelson. Eles ficaram famosos através do YouTube, onde vêm postando vídeos de arranjos e misturas de músicas populares e clássicas, acompanhados de clipes de visual profissional. Seu primeiro álbum foi lançado em dezembro de 2011.
Joe Cocker – A Whiter Shade Of Pale
Mais uma relíquia selecionada!!!
Joe Cocker, 31 October, 1980
Metropol, Berlin, Germany
John Robert Cocker (Sheffield, 20 de maio de 1944) é um cantor britânico de Rock influenciado pela soul music no início da carreira.
Seu primeiro grande sucesso foi a antológica canção “With a Little Help from My Friends”, uma versão da música dos Beatles gravada com o guitarrista Jimmy Page.
Abaixo interpreta “A Whiter Shade Of Pale”
Memórias de uma Gueisha
Música Lovers – Kathleen Battle/ 芸者の回顧録
Para emocionar…filme inesquecível!
O nome desta linda canção é “Lovers” (Amantes). É tema do filme “House of Flying Daggars.”, composição (letra e música) de Shigeru Umebayashi, interpretação da soprano Kathleen Battle.
Cenas do filme “Memoirs of a Geisha” (芸者の回顧録 – Memórias de uma Gueixa), drama de 2005, com Chiyo (Suzuka Ohgo), Zhang Ziyi (Sayuri).
Sinopse: Chiyo (Suzuka Ohgo) foi vendida a uma casa de gueixas quando ainda era menina, em 1929, onde é maltratada pelos donos e por Hatsumomo (Gong Li), uma gueixa que tem inveja de sua beleza. Acolhida por Mameha (Michelle Yeoh), a principal rival de Hatsumomo, Chiyo ao crescer se torna a gueixa Sayuri (Zhang Ziyi). Reconhecida, ela passa a desfrutar de uma sociedade repleta de riquezas e privilégios até que a 2ª Guerra Mundial modifica radicalmente sua realidade no Japão.
Os fabulosos quadros de Iris Halmshaw: uma menina que não se relaciona com outras crianças, mas que encontrou na arte a sua melhor terapia.
Iris foi diagnosticada com autismo quando tinha um ano de idade e desde aí tem dificuldades de relacionamento com outras pessoas, reage de forma imprevisível e mal fala.
Mas, quase por acidente, descobriu um talento quando a avó lhe ofereceu um cavalete e tintas.
Frustrada por não conseguir controlar a tinta, Iris chorava. Até que a mãe encontrou a solução – um papel na mesa, ao invés do cavalete, e aí estava Iris soltando o talento e pintando de forma intuitiva.
Em Leicestershire, Inglaterra, ela tem um estúdio e trabalha como uma profissional, olhando o trabalho e pensando cada traço.

Veja o vídeo de Iris realizando suas obras:
Fonte de pesquisa e imagens:
http://www.hypeness.com.br/2013/07/garota-autista-de-3-anos-pinta-quadros-que-valem-uma-fortuna
Vídeo: www.youtube.com
Lições de humanidade com minha gatinha Frederica
Por Josie Conti
“Faz um ano que, voltando da escola com meu filho, encontrei uma gatinha na minha porta. Conversei com ela e lhe dei um pote com leite. No outro dia, como previsto, a mesma coisa aconteceu. Passei a comprar ração e deixá-la ficar dentro de casa. Com o tempo, meu filho que tem dificuldade de interação, começou a interagir com ela. Primeiro um toque enquanto verbalizava que estava fazendo carinho na gatinha. Depois, passou também a brincar com ela jogando a bola para que ela chutasse.”-
Mãe descrevendo o inicio da relação em seu filho- transtorno invasivo do desenvolvimento de alto grau- com sua gatinha Frederica.
O relato, aparentemente rotineiro, trás a preciosidade do nascimento da relação de uma criança autista com um animal de estimação.
Embora a médica que acompanha a criança tenha confirmado que a Frederica, nome dado pela própria criança à gatinha, fez um grande bem o menino, basta que olhemos os dois lado a lado para que saibamos o valor e a sinceridade da relação.
Ser mãe de uma criança autista é uma vida de superações. De um diagnóstico inesperado, uma vez que a criança autista é um bebê aparentemente normal, a mãe depara-se com uma das maiores dificuldades do ser humano, relacionar-se com uma criança cuja maior dificuldade é a própria relação fazendo com que todo o esteriótipo cultural de “ser mãe” tenha que ser reavaliado.
Crianças especiais necessitam de cuidados especiais e de amor especial. E é justamente nesse ponto que os animais sabem exatamente o que fazer.
Cães, cavalos ou mesmo gatinhas como Frederica aproximam-se, permitem o toque e possuem sua sutileza própria para fazer amizade e estimular movimento e afeto.
A mãe completa: ” Hoje ela parece nossa sombra, pois sempre está nos fazendo companhia. Às vezes ela pula no meu colo e parece que deseja falar algo. Até o barulho do meu carro ela conhece e sempre que chego em casa com meu filho, ela já está esperando para nos acompanhar onde quer que a gente vá. Nunca vi um bichinho com tanto sentimento.“
ANIMAIS SEMPRE NOS DÃO GRANDES LIÇÕES DE HUMANIDADE!
NOTA: A história de Frederica foi enviada por leitora do blog que optou por não se identificar. A homenagem e o agradecimento deveriam ser todos direcionados para Frederica! Publicação autorizada.
Abaixo reveja o vídeo do cachorro que, como Frederica, faz de tudo para conseguir amizade de garoto com síndrome de Down.




















