Trecho do filme no campo de concentração…
Para rememorarmos e, mais uma vez, nos emocionarmos…
Aproveitem!
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Aqui você verá algumas cenas comuns da vida selvagens adaptadas (ou não tão adaptadas) para animais bem gordinhos…
Eles são muito “fofos”!!!
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É verdade que existe muita pobreza pelas ruas, mas é verdade também que algumas vezes pessoas podem se aproveitar da bondade dos outros.
Nesse comercial tailandês duas moças fazem um “teste do mendigo”.
Vejam o resultado…
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Essa jovem e angelical estudante do Conservatório Estadual de Música de St. Petersburg é ALISA SADIKOVA.
Ela surpreendeu a todos com sua performance de Marcel Lucien Grandjany -The Fountain. A harpa é instrumento complexo para uma criança tão jovem, e ainda assim ela joga com o sentimento e maturidade – verdadeiramente deslumbrante!
“A autopiedade pode ser a forma mais silenciosa de um grito por socorro. E a menos inteligente também.”
Messias Figueirêdo
A autopiedade é o estado psicológico que uma pessoa pode desenvolver em situações adversas quando não consegue aceitar o que está acontecendo ou mesmo quando julga não ter confiança nem competência para lidar com aquilo que enfrenta. Você sofre desta avaliação deturpada de si mesmo? Sim, é uma avaliação deturpada que nos afasta das nossas capacidades, desligando-nos de nós mesmos. Ficamos presos nos sentimentos negativos, julgando sermos vitimas do mundo em geral. Isso faz com que a nossa força vital diminua, sentimo-nos impotentes e ficamos paralisados, deixando de ajudar a nós mesmos. Ilusoriamente acreditamos sermos incapazes de melhorar o estado em que nos encontramos e paramos de agir. Este é o grande dano da autopiedade.
Como desenvolvemos essa crença?
Os caminhos podem ser tantos como o número de pessoas existentes no mundo, mas a desesperança é a palavra-chave. Autopiedade e desesperança andam de mãos dadas e estabelecem uma forte relação entre si. Quem pensa em si mesmo como alguém digno de pena, anula a habilidade de procurar soluções.
A autopiedade é uma construção mental que emerge quando nos sentimos impotentes para lidar com um determinado problema, ou quando não queremos lidar com o problema. É como se acreditássemos que alguém deveria resolver o problema por nós, ou que é injusto passarmos pela situação dolorosa. A questão é que a vida acontece independente de justiça.
É fundamental parar de sentir a pena de “si mesmo” que tentamos evocar nos outros acerca de nós. Ficar preso na autopiedade, além de alimentá-la, causa a fixação no problema o que certamente piorará a situação a ser enfrentada. É necessário terminar este processo autodestrutivo. O “como” vem da aceitação da autopiedade. No momento em que você a aceitar poderá perceber o grau de responsabilidade que tem sobre algumas escolhas- inclusive a de sentir pena de si mesmo. A partir desse ponto você pode ser capaz de assumir o controle dos seus pensamentos. Para ajudar este processo você pode recordar momentos passados em que se sentia afortunado, em que conseguia superar as suas frustrações, em que conseguia encontrar soluções para os seus problemas e como encarava corajosamente as dificuldades que se colocavam no seu caminho. Tenha a certeza de que você ainda tem essas capacidades e ainda consegue recrutar esses recursos. Recorde-se disso, fique ciente disso, use esse conhecimento em seu próprio benefício.
Não espere que outras pessoas resolvam o seu problema
Ninguém pode viver a vida por você. Você tem que assumir a responsabilidade da sua própria vida e o que acontece nela. As outras coisas e as outras pessoas podem certamente ajudá-lo em determinadas circunstâncias. Mas você é o principal responsável.
Você pode sair por aí culpando a sociedade, ou algumas pessoas pelos seus problemas. Você sempre pode encontrar bodes expiatórios para julgar e sentir-se melhor sobre si mesmo. Você pode procurar constantemente suporte nos outros, ficar na sua sombra, dependente. Você pode fazer isso para o resto de sua vida, se quiser. Mas será o melhor para você? Acredito que não. O que tiver que ser feito, é você quem tem que assumir a responsabilidade e fazê-lo, diretamente ou indiretamente.
Perceber isso é o que eu chamo de maturidade.
Fonte indicada: Escola Psicologia
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Informação importante
Vocês sabiam que serviços psicológicos podem ser realizados através da internet desde que atendam ao Código de Ética Profissional do psicólogo e à Resolução do CFP n.º 11/2012?
Abaixo compartilho um site confiável sobre o assunto para quem quiser conhecer e obter mais informações sobre os serviços.
Compartilhem também, pois vocês podem ajudar alguém que não tem condições de se locomover com facilidade, esteja em locais distantes ou mesmo queira otimizar seu tempo através do uso da internet.
http://www.apsicanalistaonline.com.br/
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Esta canção é uma homenagem ao país dessas crianças. Eles cantam sobre Uganda, sua terra natal, descrita como a “Pérola da África” por Winston Churchill em seu livro, “My African Journey”.
Uganda realmente é uma joia para quem a visita e estas crianças têm tanta paixão e zelo pela vida, apesar de seu passado, que a beleza de seu canto é inestimável.
Este filme foi gravado em 2007 na Irlanda do Norte durante as viagens que o Mwamba Choir fez para levantar fundos para a compra de terras em Maya, fora de Kampala, a fim de construir uma nova casa e escola para as crianças. O membros do Mwamba Choir são todos órfãos ou crianças carentes.
Compartilho com vocês, pois vê-las cantar e dançar me fez feliz essa noite….
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Este vídeo mostra um jovem que, após um grave acidente, fica com sequelas motoras que atrapalham seus movimentos e tiram toda sua independência.
Desde então, sua mãe cuida dele noite e dia com bastante cuidado e amor. Entretanto, sentir-se dependente parte seu coração e ele se propõe o desafio de voltar a trabalhar.
No final, vejam a maneira como ele demonstra todo seu amor e gratidão pela mãe.
Preparem-se para chorar….
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Um motorista preso em um engarrafamento liga para sua casa, sua filha atende e graves suposições acontecem pois a traição de sua mulher tona-se evidente.
Cuidado com as decisões tomadas no nervosismo.
Esse é o tipo de vídeo que você adora ou detesta…
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Uma notícia mágica foi anunciada pela Sony que, para mostrar a qualidade de imagem de uma de suas TV´s, produziu um anúncio cinematográfico onde aproximadamente 8 milhões de pétalas foram utilizadas para criar um efeito de uma “explosão” vulcânica sobre uma vila na Costa Rica.
Cores e delicadeza fizeram com que a produção, realizada pela agência de publicidade McCann, alcançasse o objetivo de retratar a qualidade de imagem da TV divulgada.
Aqui na região temos a cidade de Holambra- próxima a Campinas-SP, que anualmente promove a “Chuva de pétalas” tanto por canhões quanto por helicópteros….
Fica a dica para quem quiser sentir seu corpo banhado por pétalas ao vivo….
Aproveitem!!!!
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Ele não tem nada. Ele não é rico. Entretanto, entende o sentido da vida!
Uma linda mensagem sobre o que o dinheiro não pode comprar…
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Por David Chagas
A correria do dia a dia quase me impede de vê-la no Roda Viva, ali, rodopiando entre perguntadores, alguns demonstrando conhecer sua obra, outros, nem tanto. Aqui, firme, diante do que ouvia e via, me portei como se tivesse medo de que alguém pudesse ferir sua alma. Na poltrona, como “concha blindada a salvo de predadores” não me expus, embora desejasse. O silêncio, não para defendê-la, para defender-me.
Adélia ousa ao pensar, alegra-se com isso, pensa largo, pensa grande e, por vezes, deixa escapar, na suavidade do olhar e no esboço do sorriso, irônica ingenuidade. Mas o corpo não me parece bastante para proteger sua alma e as palavras, estas, de forma perceptível, “se agrupam de súbito como para uma procissão ou dança sem pedir-lhe ordem ou conselho”.
No rodopio da cadeira, lá estava, aparentemente serena, como sabe ser, jeito mineiro, respondendo a tudo com sábia simplicidade. O sotaque característico dá tom à nota. E eu, sem ter sido convidado para tanto, queria estar lá para ouvir de perto, anjo protetor em abraço demorado.
Por vezes, numa e noutra pergunta que faziam, aqui, “como um bicho respirando perigo” rezava, não para auxiliar, mas para salvá-la da fadiga. Confio na sua palavra que jamais me confunde. E me enraiveço quando não entendem. Adélia não sente raiva ou finge não sentir. É cândida e suave. Sempre como a primeira estrela, a que surge na tarde e permanece, com brilho, força, iluminada e iluminando. Adélia em tudo. Prado bom. A cada palavra sua, verdejante, prado bom, metáfora do bem, do belo, figueira com frutos, vinha em flor exalando perfumes. Adélia, plácida colina mineira ainda sob o frescor da relva, por onde caminha o Senhor a fazer maravilhas. Exatamente assim desde que veio ao mundo.
Pensava comigo: Deus, a quem trata com humano gesto, solidário e amoroso, por certo se aproxima. A todo instante. E Adélia, ali, parecendo acanhada, resplandece em sua aura a cada resposta porque sabe ser a escolhida do espírito de Amor.
Simples, como se, sentada à mesa do almoço, conversasse com o Zé e a filharada, mãe de filhos que é, girava a cadeira à procura do interlocutor sem revelar em nenhum momento sua excelsa vida. Consciente de sua individualidade, singular, única, Adélia luzia como poucos no rodopiar da cadeira ora deixando escorrer os dedos sobre os cabelos, ora juntando as mãos sobre o rosto . Via, ouvia, observava tudo. E falava, sem atropelo, mineiramente, esticando as vogais, amortecendo os erres.
Nem sei mesmo explicar quem eu era e o que sentia. A emoção me ocupava e roubava de mim cada um dos sentidos, para estar só, dominando-me todo para ouvir Adélia. Sentia, ao respirar, que também se ocupava de mim o Espírito que vem, encarna no silêncio e, em silêncio, permite aceitar, mesmo sem entender, o mistério. Este mesmo que sua obra, cristificada, revela.
À frente de seu tempo, a vanguarda se apresenta na sua poesia. Alimentada pelo dom , Adélia apresenta sua visão de mundo com clareza absoluta. “Como gosto disto, meu Deus!” Sem ofender, sem protestar, sem alfinetar quem quer que seja, fala dos homens como fala de Deus. Assume sua decepção com a política local, com o acinzentamento em que se encontra o país incluindo Divinópolis, seu pequeno mundo, alcançando no olhar e na voz os milhões de quilômetros que nos circundam e desenham a harpa onde vivemos, hoje se não muda, desafinada.
Se lhe perguntam de alguém a quem sorrir, hesitante, temerosa de não ser compreendida, sugere Juscelino. Está certa. Juscelino só não fez mais porque não permitiram. Ao menos honrou o espírito democrático e ofereceu Brasília, cara, caríssima, mas real, concreta, capaz mesmo de abrir o Brasil para o futuro.
Hoje, Adélia em gritos de Miserere! roga por misericórdia e pede ajuda. Sigo a sua voz e clamo com ela. E você, leitor amigo, junte-se a nós. Não poderiam ter feito conosco o que fizeram. Abba! Abba! “Aceita o que me enoja/gosma que me ocultou teu rosto”. E ouve o meu, o seu, o nosso clamor. Miserere!
No correr do programa Adélia pergunta e, perguntando, responde a seus interlocutores e aos telespectadores, de forma veemente, sem perder a ternura, jamais. Miserere! Sabe tão bem de Deus que não hesita, não titubeia. Diz que não entende, sabendo entender.
“Abba! Abba!” só nela é possível ver, com clareza, a inocência que infundes fazendo plena a vida. A minha, com ela, a nossa, com a dela, e a dela, por ela.
David Chagas é jornalista e professor
E-mail: [email protected]
É uma história tão antiga quanto o tempo. Na verdade, é provavelmente mais velha que o tempo. Duas pessoas que se amam separadas pelos pais.
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