Teste seu poder de comunicação e dicas para melhorar resultados

Teste seu poder de comunicação e dicas para melhorar resultados


TESTE SEU PODER DE COMUNICAÇÃO

Em seu livro “Comunicação Essencial – Estratégias eficazes para encantar seus ouvintes” (Editora Gente), Reinaldo Passadori sugere um teste para você descobrir se é um bom comunicador.
Separe 20 minutos do seu tempo para realizar este teste, sem interferência alguma.

Leia atentamente as questões e as alternativas, assinalando a letra correspondente à cada resposta. Anote as letras que correspondem às respostas assinaladas e faça os cálculos com base na tabela que acompanha o teste. Leia, ao final, a interpretação do seu resultado:

1 – O que você pensa da sua voz na secretária eletrônica?
a. Parece estranha, é horrível, não gosto.
b. Gosto, mas acho que tem muitos defeitos.
c. É maravilhosa, com bom timbre, musicalidade, boa dicção. Parece voz de locutor.

2 – No que diz respeito ao olhar, qual é a sua atitude?
a. Não costumo olhar nos olhos das pessoas quando falo com elas; tenho vergonha, até tento, mas não consigo. Fico inibido.
b. Olho às vezes, mas logo disfarço olhando para cima, para os lados ou para baixo.
c. Olho com firmeza e segurança, sem constranger a outra pessoa.

3 – Sobre seus gestos, como você costuma se comportar?
a. Seguro minhas mãos, enfio-as nos bolsos, cruzo os braços ou preciso ficar segurando algo.
b. Solto as mãos, faço alguns gestos e alguns movimentos e sei que os gestos reforçam a expressão corporal.
c. Faço gestos e sei que eles são adequados ao conteúdo e ao processo da fala, formando um conjunto harmonioso em relação à expressão corporal.

4 – Como você definiria seu estilo?
a. Sou do meu jeito, minhas roupas e a aparência são diferentes da maioria das pessoas, e isso as assusta um pouco, mas não me importo. Sou espontâneo e sincero, e quem gostar de mim deve me aceitar do jeito que eu sou.
b. Visto-me razoavelmente, mas sei que sou conservador e que preciso me atualizar, cuidar melhor do corpo e da aparência.
c. Sou atualizado, sem seguir muito os modismos. Geralmente causo boa impressão devido ao modo elegante de me vestir, asseio e apresentação pessoal

5 – Em eventos sociais, como você se apresenta?
a. Cometo muitas gafes em apresentações, cumprimentos, cortesias, comportamento à mesa. Sei muito pouco a respeito disso.
b. Enfrento as situações. Sei que domino alguns conhecimentos, pois já li algo a respeito disso, mas não me aventuro a participar ativamente de eventos sociais muito formais.
c. Trafego com facilidade em qualquer tipo de evento social. Saio-me bem quando me apresento e me exponho a diversas situações, formais ou informais.

6 – Você foi convidado para falar em público. O que normalmente acontece?
a. Tenho dificuldade para encontrar palavras que expressem meus pensamentos. É comum perder o raciocínio.
b. Falo razoavelmente, embaraço-me às vezes e percebo que sinto alguma dificuldade para encontrar as palavras exatas.
c. Falo bem, com propriedade, naturalidade e domino as palavras. Leio muito, tenho um vocabulário rico para expressar minhas idéias.

7 – Seu chefe solicitou que você preparasse uma apresentação na convenção anual da empresa. Como a estruturaria?
a. De modo intuitivo. Como não domino nenhuma técnica e não conheço nenhum método de apresentação, ficaria em dúvida sobre planejamento, preparação e condução da palestra.
b. Por ter algum conhecimento sobre organização e planejamento, eu estruturaria a apresentação com começo, meio e fim, subdividindo-a em partes. Mas sinto que ainda sou fraco nisso.
c. Planejo, preparo, administro o tempo, uso adequadamente recursos audiovisuais, sei técnicas para iniciar, desenvolver e encerrar uma apresentação.

8 – Você se acha tímido?
a. Sim, normalmente fujo de situações em que tenha que me expor diante de um público.
b. Sim, e tenho consciência da minha timidez. Esforço-me para superá-la, mas é sempre um sofrimento quando preciso falar em público.
c. Não. Domino meus medos e temores, conheço e uso técnicas de relaxamento, administro minhas preocupações e tensões.

9 – Sobre o uso de recursos audiovisuais:
a. Não recorro a nenhum, pois a fala é suficiente para que todos possam me entender. O importante é o conteúdo.
b. Por ser organizado e perceber a importância de tais recursos, procuro usá-los, mas geralmente faltam qualidade e técnicas para obter melhores resultados.
c. Conheço e utilizo adequadamente todos os tipos de recurso audiovisual. Escolho com cuidado imagens, conteúdo, cores, figuras, gráficos e recorro a sistemas computadorizados.

10 – Como você se comporta nas relações interpessoais?
a. Por ser de natureza introvertida, normalmente fico quieto, evito conversar, e as pessoas não me procuram.
b. Converso, tomo algumas iniciativas, mas só quando necessário. Exponho pouco minhas idéias.
c. Sou espontâneo, carismático, simpático e normalmente benquisto. Tenho muitos amigos e sou popular. Muitas pessoas param para me ouvir.

11 – Qual é a velocidade de sua fala?
a. Depressa ou devagar demais. Quando falo, provoco impaciência ou nervosismo nas pessoas.
b. Falo em velocidade normal, mas não arrisco variações. Sei que ainda falta algo para gerar mais impacto em minha fala.
c. Administro bem a velocidade da minha fala. Faço variações, expresso corretamente minhas emoções, propiciando um impacto positivo e despertando a atenção das pessoas.

12 – Como é sua dicção?
a. Ruim, pois falo com a boca semifechada. Tenho dificuldade com língua presa ou excessiva nasalação.
b. Mediana. Percebo que alguns sons de sílabas ou palavras não são claros. Posso melhorar.
c. Excelente. Falo com clareza e boa entonação, não tenho afetações exageradas de sotaque nem uso estrangeirismos. Normalmente sou elogiado pela clareza de minha pronúncia.

13 – Como você costuma se comportar em reuniões?
a. Não falo nada; entro quieto e saio calado. Só me expresso quando questionado sobre algo.
b. Participo, mas sou lacônico, não me exponho nem corro riscos. Falo o básico e o necessário.
c. Não só participo como dirijo reuniões. Sou entusiasta, motivado, apresento, estimulo a participação dos outros. Consideram-me um líder.

14 – Qual é se desempenho em vendas?
a. Não vendo nada, nem a mim mesmo, e, quando vendo, tenho vergonha de cobrar.
b. Vendo porque tenho que vender, por exemplo, minhas habilidades em uma entrevista de emprego ou em um processo seletivo.
c. Sou um vendedor nato. Conheço técnicas, tenho sensibilidade para me adequar a qualquer perfil de pessoa, desenvolvo boa argumentação e fecho negócios. Vendo qualquer coisa que quiser.

15 – Como você se comporta em festas e eventos sociais?
a. Normalmente, fico só, converso pouco e sinto-me envergonhado de puxar um assunto ou me aproximar de alguém.
b. Divirto-me, falo com as pessoas, em geral conhecidas. Sinto que poderia ser mais ousado, mas algo me prende.
c. Sou alegre, extrovertido, falo com qualquer pessoa. Sei que tenho jeito para puxar uma conversa e me saio bem nesse tipo de situação.

16 – Qual é a sua atitude na comunicação com outras pessoas?
a. Não me importo com elas. Tenho meu estilo e minha personalidade. A responsabilidade de entender o que falo é do outro.
b. Normalmente, consigo em fazer entender, mas sou resistente a mudanças. Reconheço que preciso me flexibilizar mais.
c. Tenho empatia, ou seja, sei me colocar no lugar do outro. Sei que a responsabilidade de uma boa comunicação depende muito de mim e da minha capacidade de flexibilização para me fazer entender.

17 – Como anda sua auto-estima?
a. Não gosto de mim. Geralmente vejo-me cheio de defeitos e problemas.
b. Gosto um pouco de algumas habilidades e capacidades que reconheço em mim. Sinto que posso e preciso gostar mais de mim mesmo.
c. Valorizo-me e por isso sei que sou valorizado. Conheço minhas falhas, e isso me ajuda a não me ver como um ser humano maravilhoso, repleto de virtudes e capacidades físicas, mentais, emocionais e espirituais.

18 – Como você avalia sua comunicação?
a. Sou como sou, tenho um estilo definido, uma personalidade forte e penso que não preciso aprimorar minha comunicação. Que me aceitem como sou.
b. Percebo que a comunicação é importante para mostrar ao mundo meu potencial, mas não faço nada a respeito disso. Acredito que com o tempo desenvolverei naturalmente essa habilidade.
c. Reconheço que se não me comunico não sou nada, não sou ninguém. Sempre que posso invisto nessa competência, leio livros, assisto a seminários e palestras, faço cursos e me exercito constantemente.

Contagem dos pontos:

Some 1 ponto para cada resposta A, 2 pontos para cada resposta B e 3 pontos para cada resposta C. Some os pontos e confira o resultado abaixo:

Até 27 pontos: FRACO
Você dá pouca importância à comunicação e à própria imagem, não se importa com o que pensam e sentem a seu respeito. Normalmente foge de situações em que é convidado ou convocado para se expor, sofrendo por medo ou ansiedade. Você tem, também, dificuldade para se relacionar em contextos de vendas, negociações ou em eventos sociais. Se deseja obter maior sucesso em sua vida pessoal e profissional, precisa romper as barreiras que o impedem de se expor e desenvolver a habilidade da comunicação.

De 28 a 36 pontos: REGULAR
Você já fez algo e aproveita as oportunidades em que é necessária a habilidade de comunicação. Tem algumas habilidades desenvolvidas, tais como voz bem utilizada, facilidade de organizar idéias e extroversão, mas ainda é limitado na aplicação das competências da comunicação. Como você, a maioria das pessoas situa-se nessa faixa. Elas têm consciência da importância da comunicação, mas não a desenvolveram.

De 37 a 45 pontos: BOM
É bom comunicador, relaciona-se bem com as pessoas, tem consciência de que através da comunicação mostra seu potencial individual. Tem habilidade para vender e negociar e, eventualmente, fala em público, mas apenas quando a situação é inevitável. Possui uma percepção desenvolvida das outras pessoas, domina técnicas de comunicação, estudou e estuda o assunto. Reconhece que ainda há pontos a serem aprimorados e sabe que isso só depende de esforço e boa vontade.

De 46 a 54 pontos: ÓTIMO
Fala bem, com desenvoltura, fluidez e naturalidade em todas as situações. Exerce papéis de liderança e influência sobre outras pessoas, tendo facilidade para vendas e negociações. É pessoa simpática, irradia energia de entusiasmo e vitalidade, é ousado e corajoso. Domina seus medos e tem prazer em utilizar a comunicação quando precisa ou deseja falar em público.

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Algumas sugestões para você melhorar seus resultados!

1. Ouça

A melhor coisa que você pode fazer para melhorar suas habilidades de comunicação é aprender a escutar – realmente prestar a atenção e deixar a outra pessoa falar sem interrompê-la. É difícil, mas melhora a conversa mesmo se os estilos de comunicação não forem iguais, e leva a outra pessoa a te ouvir atentamente também.

2. Tenha empatia

A comunicação é uma via de mão dupla. Se você praticar ver as coisas pelo ponto de vista do outro pode reduzir a dificuldade e a ansiedade que às vezes surge ao tentar se comunicar verdadeiramente com alguém. Desenvolver empatia ajuda a entender melhor até o que não foi dito com palavras, e a responder de forma mais eficaz.

3. Seja breve e específico

Tenha em mente o que você quer falar e use poucas palavras. Por exemplo, ao mandar um e-mail, pense no objetivo ou razão para manda-lo na informação que você quer passar e na resposta que quer obter. Simples. Uma boa política tanto para comunicação escrita quanto verbal é usar os 7 Cs da comunicação: ser claro, conciso, concreto, correto, coerente, completo e cortês.

4. Ajuste a sua mensagem de acordo com seu público

Os melhores comunicadores ajustam a forma como falam com base em quem está ouvindo. Você provavelmente usaria um estilo diferente de comunicação com seus colegas de trabalho x seu chefe, ou com seu marido/mulher x seus filhos. Tente sempre manter a perspectiva da outra pessoa em mente quando você está passando sua mensagem.

5. Se livre das distrações

É muito rude usar o telefone enquanto alguém está falando com você, ou quando você está em um reunião com outras pessoas. Talvez seja impossível se livrar de todas as distrações ou pôr de lado a tecnologia completamente, mas o esforço de se engajar totalmente na conversa melhora muito a nossa comunicação com os outros.

6. Faça perguntas e repita as palavras da outra pessoa

Fazer perguntas e repetir as últimas palavras da outra pessoa mostra que você está interessado na conversa, além de ajudar a esclarecer pontos que poderiam ser mal interpretados. Também auxilia na hora da conversa fiada, para preencher silêncios constrangedores. Em vez de tentar puxar papo falando do tempo, faça perguntas como “Quais são seus planos para suas férias?” ou “O que você está lendo ultimamente?”, e continue a conversa baseado nas respostas. Para uma boa comunicação, é mais importante se interessar do que ser interessante.

7. Conte uma história

Histórias são poderosas. Elas ativam o cérebro, tornam apresentações mais interessantes, nos deixam mais persuasivos e podem até nos ajudar em entrevistas. Estude os segredos de se contar uma boa história, e use conjunções para estruturar sua narrativa.

8. Tenha um “script” para conversas casuais

Jogar conversa fora é uma arte que muitas pessoas não dominam. Silêncios constrangedores com pessoas que você mal conhece podem ser evitados pelo método FORD (família, ocupação, recreação e desejos). A partir desses tópicos, você aproveita temas para puxar papo, por exemplo qual o hobbie da pessoa, se ela tem irmãos ou qual é seu sonho na vida. Você também pode transformar um papo superficial em uma conversa mais densa compartilhando informações que podem ajudar a te encontrar algo em comum com a outra pessoa.

9. Se livre de “enchimentos” de conversação

“Hum”, “ah”, “tipo” e seus derivados fazem pouco para melhorar o seu discurso ou conversas cotidianas. Elimine-os para ser mais persuasivo e/ou parecer mais confiante. Para isso, você pode simplesmente tentar relaxar e fazer uma pausa antes de falar. Esses silêncios parecem mais constrangedores para você do que para os outros.

10. Cuidado com a linguagem corporal

Dizer que está aberto a discussão com os braços cruzados; dizer que está ouvindo, mas não tirar os olhos do celular. Nossos sinais não verbais e não escritos muitas vezes revelam mais do que pensamos que eles fazem. Seja a maneira como você faz contato visual ou sua pose durante uma entrevista de emprego, não se esqueça de que você está em constante comunicação, mesmo quando você não está dizendo nenhuma palavra.

Uma forma de ficar atento a essa linguagem corporal é pensar em seus dedos do pé, ou adotar uma pose dominante que aumente sua confiança. Também é legal aprender a ler a linguagem corporal das outras pessoas para que você possa responder apropriadamente.

Fonte indicada: HipeScience, Catho

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Informação importante

Vocês sabiam que serviços psicológicos podem ser realizados através da internet desde que atendam ao Código de Ética Profissional do psicólogo e à Resolução do CFP n.º 11/2012?

Abaixo compartilho um site confiável sobre o assunto para quem quiser conhecer e obter mais informações sobre os serviços. Compartilhem também, pois vocês podem ajudar alguém que não tem condições de se locomover com facilidade, esteja em locais distantes ou mesmo queira otimizar seu tempo através do uso da internet.

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O Fabuloso Destino de Amélie Poulain- Quizz

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain- Quizz

Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ­ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.

Abaixo um quizz com algumas perguntas sobre o filme. Será que você se lembra?

[playbuzz-game game=”http://www.playbuzz.com/josiec10/o-fabuloso-destino-de-am-lie-poulain”]

 

E aí? Como você se saiu? Comente!

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Estereótipos de homens e mulheres que a ciência comprova

Estereótipos de homens e mulheres que a ciência comprova

Os estereótipos de homens e mulheres costumam ser motivo de discórdia. Mas, antes disso, eles já foram usados e reusados para fazer uma infinidade de piadas. Nesse caso, mais do que nunca, essas piadas podem ter um fundinho de verdade.

Homens e mulheres enxergam cores diferentes

Sabe aquela história de que homens misturam meias pretas com meias azuis marinhas e essa diferença fica gritando aos olhos de qualquer mulher? Isso na verdade não é implicância nossa. Ou pelo menos não é só implicância. Homens e mulheres realmente enxergam as cores de um jeito diferente.
O gene para identificar a cor vermelha, por exemplo, só é transportado pelo cromossomo X, o que coloca os homens em uma séria desvantagem para ver o espectro de cores. Afinal, as cores são definidas pela nossa capacidade de perceber o vermelho, verde e azul, e qualquer outra cor que vemos é baseado em combinações entre essas três.
Isso significa que, enquanto os homens, com apenas um cromossomo X, podem não ser capazes de ver o vermelho em tudo, as mulheres e sua dupla de cromossomos X têm uma chance 40% maior de que a sua visão inclua uma extensão mais ampla do espectro de cores – fazendo com que a gente identifique mais tons.

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Mulheres são mais fracas para bebida

É bastante comum a gente ouvir por aí que o álcool é um excelente removedor de calcinhas. E que inclusive pode acabar sendo mais rápido e mais eficaz do que a conversa inteligente, flores ou até mesmo piadas engraçadíssimas. Dê uma dose de tequila a uma menina e ela vai ser toda sua, enquanto os homens podem ficar cara a cara com o funda da garrafa e ainda estarem prontos para qualquer coisa.
Será mesmo que podemos ser reduzidos à rótulos tão vazios como esses?
Segunda a ciência, sim. Mas não é tão ruim quanto parece.
Segundo os pesquisadores, a verdadeira razão pela qual as mulheres não podem/não conseguem acompanhar o ritmo dos homens quando o assunto é bebedeira é porque homens e mulheres têm quantidades diferentes de água em seus corpos. Os corpos dos homens são compostos de cerca de 61% de água, enquanto o das mulheres têm em média cerca de 52%. Parece um dado qualquer, mas isso na verdade significa que a biologia masculina é mais eficiente para “diluir” o álcool ingerido.
O fígado das mulheres também fica devendo. Eles produzem uma quantidade menor da enzima desidrogenase, que é a substância mágica que converte o álcool para um estado inativo e garante que você fique sóbrio a tempo de ir trabalhar no dia seguinte. Sendo assim, as mulheres também sentem os efeitos do álcool muito mais rápido do que os homens.
Esse estereótipo acaba sendo sustentado por uma razão médica. Quem diria, não?

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Mulher no volante, perigo constante

As supostas diferenças entre homens e mulheres no quesito direção são, não preciso lembrar ninguém, pauta para todo tipo de piada. Como aprendemos em incontáveis filmes de Hollywood, os homens têm uma espécie de GPS em suas cabeças e se recusam a pedir ajuda para encontrar um caminho que eles não conheçam. Afinal, esse caminho não existiria.
Assim, se este estereótipo ridículo fosse verdade, então a mãe natureza deu aos homens uma larga vantagem. Risos a parte, vamos ver o que a ciência tem a nos dizer sobre isso.
Vários estudos têm mostrado que os homens heterossexuais são melhores em ambas as direções de navegação por norte-sul e também são melhores do que as mulheres para orientar a si mesmos orientar no espaço tridimensional. Mas por que os homens têm essa percepção espacial e as mulheres não? Dessa vez a resposta não é sexo, e sim comida. Bem, na verdade, são as duas coisas.
Há muito e muitos anos, quando não existiam supermercados e açougues, os homens eram os responsáveis por sair para caçar. Sendo assim, os cientistas acreditam que a testosterona ajudou esses primeiros homens a encontrarem seu caminho de volta para casa depois de um longo dia de caça.
E tem mais. Um pesquisador mapeou os cérebros de mais de 1 milhões de crianças e descobriu que por volta dos 4 anos de idade, os meninos já estavam superando as meninas na habilidade espacial em uma proporção de 4:1. Ele também descobriu que enquanto as meninas iam muito bem ao interpretar duas dimensões no cérebro, os meninos tiveram a capacidade de ver uma terceira dimensão, permitindo-lhes entender o conceito de profundidade em uma idade mais precoce.
O mesmo não é necessariamente verdade para os homens gays, que tendem a navegar como mulheres – diz a ciência.

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Fonte indicada: Hypescience

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Eu me torno emocionalmente saudável quando…

Eu me torno emocionalmente saudável quando…

Por Marla de Queiroz

Eu me torno emocionalmente saudável quando consigo desconstruir todas as tolices sobre amores salva-vidas e jogar a ideia surreal do príncipe encantado no lixo. Eu me torno emocionalmente saudável quando acredito que namorar deve ser leve mesmo quando intenso, e divertido mesmo quando há um sério comprometimento. Eu me torno emocionalmente saudável quando o que me ocupa é a minha vida e não a reação que tenho ao comportamento alheio. Eu me torno emocionalmente saudável quando percebo que determinada história não me abrange, me deixa inadequada, fere a minha autoestima e sinto que isto é o suficiente para eu tentar ser feliz e me abrir para outras possibilidades. Eu me torno emocionalmente saudável quando escolho os meus parceiros pelo que me agregam de luz e crescimento, não pelo desafio que me trazem quando se mostram emocionalmente indisponíveis ou abertos para viverem outras relações que não a nossa. Eu me torno emocionalmente saudável quando me permito ficar sozinha até atrair um alguém que esteja disposto a trocar, desbravar paisagens juntos, que esteja inteiro no lugar que escolheu. Eu me torno emocionalmente saudável quando, estar ou não estar com alguém sexo-afetivamente, não se torna a prioridade da minha vida, mas somente um dos meus desejos. Eu me torno emocionalmente saudável quando aprendo a dar nome aos meus sentimentos: e não confundo posse com excitação, dependência com paixão, rejeição com confusão alheia…
Eu me torno emocionalmente saudável quando dou amor, não carência.
Livrai-me do que desbota a minha lucidez e da alienação de achar que a felicidade está no Outro e não em mim. Que seja assim.

+Marla de Queiroz

Pássaros leem jornal- Rubem Alves

Pássaros leem jornal- Rubem Alves

O Carlos Rodrigues Brandão me deu um livro, faz tempo, que ainda não li. O título é: A linguagem dos pássaros. Nunca levei o dito a sério porque era firme minha convicção que passarinho não tem linguagem. Pois mudei de ideia. Eles não só falam como também leem os jornais. Tive prova disto, prova que não se pode contestar. Eu me queixei, numa de minhas crônicas, da ausência dos pássaros no meu apartamento, a despeito do jardim que a Raquel, minha filha, pôs na varanda. Aventei a hipótese de que é porque moro no outavo andar, talvez seja altura demais. Guimarães Rosa diz que, no sertão, só há duas alturas: altura de urubu ir e altura de urubu não ir. Fiquei pensando que, aqui no oitavo andar, só os urubus. A crônica saiu num domingo. Na segunda-feira, ao chegar em casa do trabalho no final do dia, lá estava, na sala, atendendo à minha queixa, um beija-flor empoleirado no lustre. O bichinho se assustou. Como se sabe, os homens são os seres que perderam a confiança dos pássaros. . Ele se pôs a voar de um lado para o outro, desorientado, sem saber onde estava a saída. tentei pegá-lo. Inutilmente. Aí ele se refugiou no banheiro. fechei a porta, subi numa cadeira e finalmente o segurei com palavras tranquilizantes. Ele não acreditou e até deixou várias penas na minha mão. Desci da cadeira, fui até a varanda e o soltei. Ele partiu como uma flecha. Ah! Como me senti feliz! Pois, no dia seguinte, a coisa se repetiu: não com o beija-flor, mas com uma curruíra. Ela não entrou no apartamento, mas ficou saltitando na minha mini-imitação dos jardins suspensos da Babilônia. Peguei as peninhas do beija-flor, azuis, amarrei-as com um fio e as pendurei no bambu do jardim, como mensagem de paz. Quero que os pássaros confiem em mim. vocês não concordam comigo que o fato de um beija-flor e uma curruíra terem me visitado no meu apartamento é prava cabal de que leem jornal? Por que é que foram aparecer justo no dia seguinte ao da minha queixa? E fiquei feliz por saber que eles leem o que eu escrevo…

do livro: “Ostra feliz não faz pérola”

+ Rubem Alves

Dica da Conti outra: Conheça o Instituto Rubem Alves e acompanhe seus projetos.

O trabalho humanitário de Paul Walker

O trabalho humanitário de Paul Walker

Paul Walker tornou-se conhecido em 2001 após interpretar Brian O’Conner no filme Velozes e Furiosos.

 Em 30 de novembro de 2013, aos 40 anos, faleceu em um grave acidente de carro no sul da Califórnia, nos Estados Unidos.

Entretando, o que as pessoas não sabem simplesmente porque a mídia não comenta  é que ele foi o fundador da Reach Out Worldwide, uma organização de resposta rápida na ajuda de desastres naturais ao redor do mundo.

Conheça um pouco do trabalho dessa organização.

Fonte indicada: Social Fly

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Dó, ré, mi, fa, sol, la, si… Como esses nomes surgiram?

Dó, ré, mi, fa, sol, la, si… Como esses nomes surgiram?

Todo mundo já ouviu falar da escala musical, mas alguma vez já se questionou como esses nomes surgiram?

O inventor foi o monge italiano Guido D’Arezzo, que viveu no século XI.

Em seus tratados, ele idealizou um sistema para recordar os tons das sete notas.

Para isso, usou as sílabas iniciais de cada verso do Hino a São João Batista:

contioutra.com - Dó, ré, mi, fa, sol, la, si... Como esses nomes surgiram?Ut queant laxis

Resonare fibris

Mira gestorum

Famuli tuorum

Solve polluit

Labii reatum

Sancti Ionnis.”

Assim surgiram: Ut, Ré, Mi, Fa, Sol, Lá – e o Si, formado pelas iniciais do nome do santo.

Seis séculos mais tarde, em 1693, o nome Ut, que era difícil de pronunciar no solfejo – leitura ou entonação dos nomes das notas de uma peça musical -, foi substituído por dó. No entanto, em alguns países, como a França, por exemplo, a primeira nota da escala continua sendo chama de ut.

contioutra.com - Dó, ré, mi, fa, sol, la, si... Como esses nomes surgiram?

 Fonte indicada: Superinteressante

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Qual emoção guia a sua vida?/ What Emotion Are You Guided By?

Qual emoção guia a sua vida?/ What Emotion Are You Guided By?

Esse teste avalia qual é a emoção dominate que guia a sua vida, ou seja, como você reage a diferentes situações e o quanto isso te afeta.
Para começar, clique em “Let´s play”!

What is the most dominant emotion that basically drives your life, and effects your decisions and choices?
Let´s play!

[playbuzz-game game=http://www.playbuzz.com/gregs/what-emotion-are-you-guided-by]

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Qual o país mais combina com você? (Personality test)

Qual o país mais combina com você? (Personality test)

Esse teste avalia qual país mais combina com as suas características de personalidade. Ele pergunta sobre seus gostos gerais e estilo de vida. No final, dá uma sugestão. Quem sabe essa pode ser a rota de suas próximas férias?

Personality test

This quiz will determine which country in the world best reflects your personality and living style. It is where you will thrive in life the most. Plan your next vacation there, or make the big move!

É só clicar em “Let´s play” e começar!

[playbuzz-game game=”http://www.playbuzz.com/larak10/what-country-in-the-world-best-fits-your-personality”]

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as férias – atividades com os nossos filhos

as férias – atividades com os nossos filhos

Por Gabriela Silva

Com a Mr. de férias, após o final do 1º ano de escolaridade, enfrento questões que até agora não eram problema.

Até ao ano passado, ela estava no infantário que só fecha em agosto. Depositava-a lá de manhã, mesmo estando eu de férias, de consciência tranquila. Ai que mãe! Então está de férias e põe a filha na escola?

Agora, a escola fecha e cá a tenho em casa, 24 sobre 24. Que maravilha, grita a matilha da parentalidade positiva.

Que horror, grito eu!

Eu não sei entreter criancinhas, ainda que as criancinhas sejam minhas.

Ela acorda, vamos as duas deixar a mais nova ao infantário, tomamos o nosso café (eu, ela não), compramos um peixinho para o almoço e vimos para casa.

Eu tenho uma casa, que todas as noites se transforma num caos, para arrumar. Ela quer ver televisão ou brincar com a vizinha. E assim começam os meus problemas: eu quero paz e sossego para arrumar e não permito que ela se limite a estas duas atividades.

Um destes dias, ela espalhava-se pelo sofá, como um polvo, suspirava e dizia: “não tenho nada, nada, nada para fazer….” como se fosse um disco riscado. Eu, da ombreira da porta, olhava para ela e equacionava as hipóteses. Posso ir procurar qualquer coisa para fazer contigo ou posso deixar-te aí até que tu própria encontres maneira de te distraires.

O meu marido chamou-me a atenção para o facto de que até nós nos aborrecemos quando não temos nada para fazer, quanto mais uma criança. Sim, ele tem razão. Acontece que, na minha maneira de ver as coisas, eu não acredito mesmo que nós temos o dever se ser a fonte de entretenimento dos nossos filhos ou que temos de ser nós a encontrar algo para os entreter. Cabe-lhes a eles, dentro das possibilidades que lhes damos, escolher o que querem fazer.

À Mr. eu já tinha sugerido uma série de atividades que a poderiam ocupar algum tempo. Ela declinou-as, que fizesse então o que bem lhe apetecesse, ainda que tal fosse ficar espalhada no sofá feito um polvo.

Por isso, sabendo que eles na escola têm atividades claramente planeadas a pensar neles, é que nunca tive qualquer problemas de consciência em deixá-la na escola, mesmo quando eu já estava de férias.

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10 filmes com finais surpreendentes

10 filmes com finais surpreendentes

Nada melhor que um filme que nos prende é um filme com um final inimaginável e chocante, com reviravoltas que nos deixam surpresos e apreensivos.

Ajuste a poltrona, prepare a pipoca e escolha um:

1. A Pele que Habito (2011)

contioutra.com - 10 filmes com finais surpreendentes

2. Código de Conduta (2009)

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3. Encurralados (2006)

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4. Os Outros (2001)

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5. A Janela Secreta (2004)

contioutra.com - 10 filmes com finais surpreendentes

6. A Vida de David Gale (2003)

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7. O Grande Truque (2006)

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8. Clube da Luta (1999)

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9. Roubando Vidas (2004)

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10. Os Infiltrados (2006)

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Fonte: Lista 10

Hiperhumano

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Hoje sinto-me como naquele dia em que, com 12 anos, arrumei a casa toda, deixei queimar as batatas do jantar, pus a mesa com os talheres correctamente posicionados, apanhei a roupa do estendal, fiz todos os trabalhos de casa… e ninguém reparou que tinha feito mais do que podia.

 

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9 consequências que a “terceirização dos filhos” pode causar

9 consequências que a “terceirização dos filhos” pode causar

A maioria dos pais que passa muito pouco tempo com os filhos costuma dizer para os outros e até para si mesmos que “qualidade é melhor do que quantidade”. Entretando, por mais que haja verdadeira boa intenção nessa frase, a ausência significativa das figuras parentais tem grande chance de deixar marcas na personalidade de crianças que ainda estão em formação e precisam da presença concreta de figuras de referência e afeto.

Abaixo, uma lista de consequências possíveis.

Vale a reflexão!

1) Quebra de vínculos

Por mais que a mãe precise trabalhar, é muito importante que ela se planeje e que consiga ficar o maior tempo possível com seu filho. Substituir os cuidados da criança com algum outro adulto (babá, avó, avô etc.) não é a mesma coisa. O vínculo, principalmente no primeiro ano de vida do bebê, é fundamental e é maior com a pessoa que cuida, que fica junto. Portanto, se o bebê passa 90% do tempo com algum outro cuidador, o vínculo será maior com ele. Martins não critica as mães que precisam realmente trabalhar e ajudar a família, mas pede que priorizem os filhos. “Trabalhem, mas não esqueçam as crianças. Sempre que possível, fiquem com elas. Deem atenção e mostrem carinho”.

2) Educação que os pais não aprovam

Muitos pais exigem que as escolas eduquem seus filhos. Porém, o papel da escola é alfabetizar, ensinar conhecimentos gerais, dentre outras coisas. Mas a educação vem de casa. Quem deve ensinar a andar, tirar a fralda, chupeta, falar “obrigado”, “por favor”, portar-se à mesa, ter afeto, modo de conversar etc., é a família! Portanto, não exija uma educação exemplar se você não tem paciência para mostrar ao seu filho o que é certo.

3) Falta de limites

Assim como na educação, os pais é que devem saber impor limites às crianças. As crianças terceirizadas, na grande maioria das vezes, não têm limites. Isso porque os pais chegam em casa tarde da noite e não querem brigar com os filhos, não querem que as crianças chorem ou gritem por algum motivo, então eles acabam cedendo a tudo o que os filhos exigem. E esse tipo de atitude é crucial na educação.

4) Prioridade invertida

O que acontece atualmente é que os pais têm grande limitação em abrir mão do conforto da vida que tinham antes dos filhos. Ou seja, querem o prazer de ter filhos, mas ignoram o desprazer, como se o ônus e o bônus não fizessem parte do mesmo pacote. O que é realmente prioridade na vida dos pais? A presença do pai ou da mãe é fundamental nos momentos de troca de fralda, quando a criança está adoecida, quando está num momento de birra… Não apenas quando está sorrindo e brincando.

5) A não valorização do outro

Diversos casos de delinquência juvenil, quando observados de perto, mostram crianças que foram totalmente solitárias, criadas sem vínculos razoáveis e, por viverem sob um abandono dilacerante, não aprenderam a valorizar “o outro” e não pensam que as pessoas devam ser respeitadas.

6) Problemas com figuras de autoridade

As crianças verdadeiramente terceirizadas, ou seja, as que possuem vínculos enfraquecidos com seus pais, provavelmente terão uma relação complicada com figuras de autoridade, pois, ao longo de suas vidas, exerceram autoridade sobre ela, pessoas com quem ela não possuía vínculos afetivos suficientes.

7) Baixa autoestima

A forte ausência dos pais pode também causar baixa autoestima nas crianças. É muito importante que os pais estejam presentes nos eventos escolares, nas entrevistas com os professores, nos jogos de futebol do colégio e qualquer outro compromisso em que elas solicitem sua presença. A “falta” dos pais nessas ocasiões, mexe muito mais com os filhos do que você imagina. Principalmente, no momento de ir aos consultórios médicos (hoje em dia muitos pais delegam essa “função” para as babás). As crianças já se sentem acuadas nesses ambientes, e a presença de um dos pais é fundamental para transmitir confiança, segurança e conforto.

8) Problemas comportamentais

Estes problemas são muitas vezes um escudo que as crianças usam para proteger suas questões profundas de abandono e medo. Por exemplo, uma criança que vive em um lar com pais totalmente ausentes, tem mais chances de desenvolver uma atitude negligente com um ar de superioridade arrogante para esconder o fato de que ela realmente os quer em sua vida.

9) Sensação de falta de afeto

Muitos pais podem estar fisicamente próximos de seus filhos durante a maior parte do dia, mas podem não estar afetivamente disponíveis a eles. Não conversam intimamente, não brincam, brigam e gritam a maior parte das vezes que se dirigem à criança. Crianças precisam se sentir amadas, precisam saber que são prioridade! Não consigo imaginar meus filhos sentindo falta de afeto, isso aperta meu coração. Tudo o que mais queremos na vida é que nossos filhos saibam que são as pessoas mais importantes das nossas vidas e que são MUITO amados! Isso faz toda diferença no desenvolvimento deles.

 Fonte indicada: Just Real Moms

Conheça os hábitos do “HOMEM MAIS FELIZ” do mundo

Conheça os hábitos do “HOMEM MAIS FELIZ” do mundo

Matthieu Ricard abandonou a carreira de Ph.D em genética molecular para se tornar monge. Em 2012, cientistas de Wisconsin, nos EUA, declaram-no o homem mais feliz do mundo quando identificaram que seu cérebro produz um nível de ondas gama sem precedentes na neurociència — o que lhe dá uma capacidade muito elevada de sentir felicidade e menor propensão para a negatividade.

Além de monge, Mathieu é fotógrafo e suas imagens têm aparecido em numerosos livros e revistas.

Henri Cartier-Bresson disse de seu trabalho:

“A vida espiritual de Matthieu e sua câmera são uma coisa só, da qual jorra essas imagens, efêmeras e eternas”.

Desde 1989, ele tem sido o intérprete em francês do Dalai Lama.

No vídeo abaixo, o desenvolvimento dessa verdadeira predisposição biológica à felicidade é explicado pela prática de alguns poucos hábitos. Confira!


Fontes:
Social Fly
Diogo Ambrosio
Wikipédia

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