O amor mora nos detalhes

O amor mora nos detalhes

Por Patrícia Pinheiro

Não sei quanto a outros sentimentos, mas, falando de amor, não penso duas vezes antes de afirmar que, sim, ele se encontra nos detalhes. O amor está na tranquilidade que, muitas vezes, o outro nos traz apenas de fazer-se ali, presente, mesmo que em um cômodo distinto da casa. Nem sempre é questão de cheiro e toque; ele está também no impalpável, na cumplicidade invisível de um sentimento que não demanda excesso de palavras. Amar é também encontrar serenidade nos espaços e silêncios, é não precisar de provas diárias para lembrar-se de que se é totalmente idolatrado e aceito; mas carregar a paz e a certeza de uma entrega mútua que não permite dúvidas, pois é sentida em todos os lugares.

O amor está na telepatia, no conhecer o outro tão bem a ponto de antecipar suas palavras e pensamentos e, mesmo assim, sempre surpreender-se com a magia que é conectar-se tão profundamente com alguém a ponto de pronunciar frases sincronizadas, de ouvir o outro falar alguma coisa e pensar “nossa, eu ia falar exatamente a mesma coisa”.

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Art Gustav Klimt

O amor está na falta, na saudade absurda que sentimos do sorriso torto, da textura de sua camiseta favorita, do cheiro do pescoço e do cabelo bagunçado do outro. É esquecer-se propositalmente de todas essas coisas só para se apaixonar novamente por elas no reencontro. O amor é reencontro. É uma constante mistura dolorida e gostosa de uma saudade daquilo que, muitas vezes, ainda nem aconteceu.

O amor está, também, não necessariamente no concordar, afinal, e, felizmente, sempre haverá discordâncias e opiniões divergentes. Um será mais “relax”, tomará decisões precipitadas e impensadas e sempre irá adiar mais um pouquinho as consequentes preocupações, enquanto o outro será mais atento, meticuloso, sofrerá mais por antecedência do que por reais consequências. Mas, muito antes de compreensão, o amor está no respeito, na sensibilidade de saber ouvir mesmo que ainda assim não decida concordar, na não necessidade de mudar para agradar ou adequar-se ao outro; mas na liberdade de reinventar-se naturalmente, na tranquilidade de ser exatamente aquilo que se é.

O amor está em todos risos, ora tímidos, ora escandalosos; nos silêncios e também nos barulhos; nas pernas bambas e na força da união de dois corpos; no respirar tranquilo e também no não conseguir respirar; na coragem de incluir alguém nos seus planos, mesmo sabendo que amanhã já não seremos mais os mesmos; mas está, acima de tudo, exatamente no turbilhão de detalhes não denotáveis que surgem em nossas mentes quando alguém nos faz aquela difícil pergunta: “o que é o amor?”

Por favor, pare de comprar e entenda o que se passa com você

Por favor, pare de comprar e entenda o que se passa com você

Você está caminhando no shopping center, vê uma camisa linda, em cinco minutos ela já está na sua sacola. Na loja em frente, um par de sapatos chama sua atenção: pronto, mais um item comprado. Ao fim do passeio, você chega em casa com uma porção de pacotes recheados dos mais variados itens, sentindo um misto de prazer e culpa por ter gastado mais do que devia e ter comprado coisas que você nem sabe se vai usar. Se você se reconheceu nesta cena e este comportamento for frequente, cuidado: você pode ser um comprador compulsivo.

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Muita gente imagina que os comportamentos compulsivos estão apenas associados a drogas como álcool, maconha, cocaína e nicotina, por exemplo. De fato, dependentes de droga manifestam esse tipo de comportamento, mas a compulsão não está relacionada exclusivamente com o uso de substâncias químicas. Pode estar ligada a outras situações que provocam prazer, como fazer compras ou passar horas em frente do computador. Quem não conhece pessoas que compram compulsivamente, estouram o limite do cartão de crédito, do cheque especial e a conta no banco de uma forma deletéria para si mesmas. Esses comportamentos, tanto quanto os relacionados com o uso de drogas, interferem com o mecanismo de prazer e podem adquirir características patológicas, de certa forma incontroláveis.

Uma pessoa que realmente sofre com o transtorno de comprar compulsivo dificilmente consegue se controlar. Ela pode até dizer que vai ao shopping apenas “olhar as vitrines” – do mesmo modo que um alcoolista diz que vai à uma festa e não vai beber – mas sempre acaba voltando pra casa com uma sacola (ou várias).

Segundo o neuropsicólogo Daniel Fuentes, coordenador de Ensino e Pesquisa do Ambulatório do Jogo Patológico e Outros Transtornos do Impulso (AMJO), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, a proporção é de quatro mulheres para cada homem com a doença.

Os especialistas ainda não sabem precisamente o porquê da oneomania ser mais comum em mulheres, mas acreditam que o motivo está diretamente relacionado a condições culturais. Os fatores que levam a doença a afetar principalmente as mulheres são objeto de estudo da equipe do AMJO.

Para Fuentes, a doença pode estar associada a transtornos do humor e de ansiedade, dependência de substâncias psicoativas (álcool, tóxicos ou medicamentos), transtornos alimentares (bulimia, anorexia) e de controles de impulsos.

A oneomania também emerge para aliviar sentimentos de grande frustração, vazio e depressão. É um desejo de possuir, de ter poder, que fica reprimido. Ao não conseguir dar vazão ao seu desejo, a pessoa sofre uma enorme pressão interna que a leva à necessidade de possuir coisas novas como única forma de prazer, explica a psicóloga Denise Gimenez Ramos, coordenadora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica da PUC-SP.

Os oneomaníacos têm o consumo como vício, assim como um alcoólatra que necessita da bebida. Enquanto está comprando, a pessoa sente alívio e prazer dos sintomas, que passado um tempo voltam rapidamente. O efeito do ato de comprar é semelhante ao de tomar uma droga.

Compradores compulsivos demoram a assumir seu problema

Assim como todos os dependentes, os compulsivos demoram a assumir seu problema. A idade média de início da doença é aos 18 anos, no entanto o comportamento só é percebido como problemático 10 anos mais tarde.

Uma pessoa pode passar anos comprando compulsivamente e adquirindo dívidas de até dez vezes a sua renda mensal, até perceber que sofre de uma doença. A ajuda só é procurada quando a situação financeira da pessoa e, na maioria das vezes, a de sua família, chega a uma condição insustentável.

Segundo especialistas, há tratamento para a oneomania, mas ainda não existe um remédio que combata o desejo compulsivo de comprar. Sabe-se que, atualmente, a melhor forma de se tratar pessoas com este problema é por meio da psicoterapia, além da necessidade de freqüentar grupos de auto-ajuda, como os Devedores Anônimos, concluem os especialistas.

Teste: como saber se você é um comprador compulsivo 

(Desenvolvido por coordenadores do Ambulatório de Jogos Patológicos e Outros Transtornos do Impulso (AMJO), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas)

1- Não resiste ao impulso de comprar?

2- Gasta mais que o planejado e se prejudica financeiramente?

3- Impede ou prejudica seus planos de vida e das pessoas à sua volta?

4- Precisa efetuar a compra de qualquer forma, independente do produto comprado?

5- Percebe que está comprando coisas que não usa ou usa muito pouco?

6- Assume dívidas acima de cinco vezes o valor de sua renda mensal?

Se a maioria de suas respostas foi SIM, você já aponta problemas com o hábito de comprar. No entanto, o diagnóstico exato só pode ser dado a partir de entrevistas com profissionais da área. Este teste é uma descrição dos sintomas mais comuns apresentados pelos compradores compulsivos e serve para indicar uma possível oniomania.

Devedores anônimos existem em São Paulo desde 1997 

O grupo está no Brasil há quatro anos. Ele foi criado em abril de 1997 e tem como base a proposta dos Devedores Anônimos norte-americano e europeu.

O grupo presta serviços em São Paulo (Grande São Paulo, Pirituba, Mococa), Paraná e Rio de Janeiro e deve chegar a Minas Gerais e Bahia no próximo ano. Os encontros são semanais e duram, em média, 2 horas.

Devedores Anônimos (DA)
Rua Santa Ifigênia, 30, Igreja Santa Ifigênia – Centro, São Paulo -SP
Fone: (011) 229-6706 ou 229-4066

Fontes:

Comportamentos Compulsivos

Você gosta de comprar ou é compulsivo?

6 dicas para você finalmente parar de gastar dinheiro à toa.

Endividado

Quando gastar se torna uma obsessão

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HOJE, É AMAR- por Carlos Lobato

HOJE, É AMAR- por Carlos Lobato

HOJE, É AMAR

Quando percebi a razão do dia de hoje,

alterei completamente o significado da vida.

Olhei para mim, no espelho do quarto.

O quarto. Um dos meus Templos.

Eu, omnipresente de todas as minhas coisas,

não flutuo na passiva vaidade que me reflete.

Reflectir é uma história permanente.

Reflectir, reflexo, uma mistura estranha.

A tendência é criar confusão e certezas comigo.

A grande maioria das pessoas é tão diferente de mim,

ao ponto de confundir reflexão com depressão.

E eu. Eu, o meu próprio Ego e único proprietário,

confundo-me com a lógica que os outros não entendem.

Se saio à rua, esta minha rua que não gosto minimamente,

absorvo a monotonia sincronizada, os hábitos das pessoas.

Há apenas vidas mecanizadas, cheia de sons surdos e,

movimentos animados por uma imaginação pouco fértil.

De resto, há um espelho que os reflete e,

por isso, vivem sempre virados do avesso.

Só eu sou diferente de todos os outros,

até de mim (do outro). Torno-me eremita do meu Ego.

Só o mar me entende, às vezes.

Só o Sol me aconselha, tantas vezes.

De resto, degusto toda a beleza da vida,

quase toda e, por inerência assimilada,

pairo no ar, no espaço e, no meu interior.

Hoje, afinal, é um dia feliz. Como todos os outros.

Os receios, morrem assim que abro a janela do quarto.

O primeiro brilho que me invade, cega-me e,

é um recarregar de baterias, uma reciclagem própria,

que me faz cantar, que me faz escrever e,

amar cada vez mais, este privilégio da vida.

Quando percebi a razão do dia de hoje,

reaprendi pela milionésima vez,

que a vida não acontece, vive-se!

08 de ABRIL, 2014

Carlos Lobato

Nota da CONTIoutra: O poema acima foi reproduzido com a autorização do autor.

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Carlos Lobato, nascido em 1962 em Lisboa, teve o privilégio de fazer farte de uma geração jovem que viveu a transição do antigo regime em Portugal para a nova democracia, em Abril de 1974. Tempos conturbados de escola, onde o caos imperou durante alguns anos de liceu, mas com a sorte e aproveitamento de entrada no país “da cultura que se fazia lá fora”, assim como o desenvolvimento nacional das artes da escrita, música, teatro, pintura, que aos poucos foram conquistando o espaço cultural nacional, tão vazio até então. Usufruiu do negócio livreiro do pai, na altura, onde o prazer pela leitura e escrita se enraizou pelo fácil acesso a obras literárias. A escrita sempre fez parte da sua vida, não se tendo nunca preocupado em guardar o que escrevia, até muito recentemente. Habita atualmente em Londres no Reino Unido. (Fonte)

+ Carlos Lobato

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Se você não sabe o que fazer com sua vida, leia isto.

Se você não sabe o que fazer com sua vida, leia isto.

Às vezes na vida, nós nos encontramos em um beco sem saída, ou numa encruzilhada, ou em um caminho que parece ir a lugar nenhum…

Não importa em que estágio você está na vida, se você está infeliz com ela, ou se não tem certeza de como proceder,você apenas sente que precisa reavaliar sua situação antes de continuar.

Quando eu estava no colégio, eu me lembro de ter pensado que eu tinha que escolher uma carreira em que eu seria feliz pelos próximos 50 ou mais anos de minha vida. Eu me lembro que essa era uma tarefa simplesmente assustadora.

Como você pode saber o que vai te fazer feliz pelo resto de sua vida, especialmente se você tiver apenas 16 anos?

Abaixo, leia algumas dicas de como se reavaliar quando você simplesmente não sabe o que fazer… 🙂

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Lembre-se que você não tem como adivinhar o futuro, entretanto, tudo que você aprende no presente faz parte de sua bagagem

A vida é cheia de reviravoltas. Talvez hoje você goste de fazer jóias e descubra que pode vendê-las. Em cinco anos  você pode ser um designer de jóias de sucesso ou pode simplesmente descobrir que, devido a seu gosto estético e habilidades manuais pode ser uma excelente arquiteta ou decoradora de interiores. Não importa o quão simples e singelo é o que você faz, toda experiência te aprimora como ser humano e te leva para etapas superiores. O segredo é ter a humildade para aprender, a flexibilidade para se adaptar a novas situações e a criatividade de aproveitar sua história anterior para seguir ou, pelo contrário, para saber  exatamente o que você não quer mais fazer.

Tente ser confortável com o desconforto.

Nossa vida pode ser muito desconfortável. Às vezes não temos dinheiro suficiente para fazer todas as coisas que queremos ou mesmo que precisamos fazer. Aliás, o fato de não termos é justamente o que nos motiva a lutar para continuar. Quanto nosso sonho está vinculado a um projeto pessoal, necessitaremos de muito tempo, dedicação, sacrifícios e economia para que os objetivos sejam alcançados. Entretanto, provavelmente será essa experiência adquirida no percurso a única capaz de fazer com que sejamos capazes de sustentar nosso próprio negócio. Ou você nunca parou para se perguntar por que os herdeiros destroem os patrimônios tão facilmente? Exato, porque não foram eles que construíram.

A vida é incerta. Siga com ela.

Coisas acontecem o tempo todo e, por mais que você não queira pensar sobre isso, tudo pode mudar brusca e inesperadamente. Seja pela morte de alguém, seja pela perda de um emprego estável quando você já tem uma idade mais avançada, seja por causa de um desastre da natureza ou grave acidente. Você simplesmente não tem a certeza que acha que tem sobre o seu futuro. E aí eu te digo, para lidar com mudanças tão sofridas e radicais, não seria mais fácil se você tivesse trilhado uma vida onde já se mudou e já se adaptou em diversas outras ocasiões? Uma demissão ou transferência de cidade, ao contrário do que se pensa, pode ser uma grande benção em sua vida! Siga e aprenda com as mudanças que a vida impõe!

Supere as distrações

Você não está ficando mais jovem. Desculpe, mas é verdade. Se você não começar a se organizar para perseguir seus sonhos, você pode acabar no final de sua vida, sem nada nem para se arrepender. Se você pensa seriamente sobre a busca de um sonho, dê os primeiros passos. Desligue suas notificações do Facebook e comece a trabalhar. Você não vai chegar a lugar nenhum apenas pensando sobre o quão grande você poderia ser.

Tenha seu próprio tempo

Tire algum tempo para si mesmo. Reflita e saiba mais sobre si mesmo. Medite. Não gosta de ficar quieto? Saia para caminhar sozinho e pense enquanto anda. Anote as coisas que lhe interessam e as coisas que você poderia fazer mesmo se não precisasse ganhar por isso. É disso que você gosta! Sonhe grande. Acalme a sua mente e realmente imagina-se fazendo essas coisas.

Seja voluntário, ajude alguém que não você mesmo e aprenda algo novo

Todos os sonhos do mundo não vão ajudá-lo se você não arregaçar as mangas e sujar as mãos. Às vezes, nós pensamos que queremos fazer alguma coisa e, em seguida, uma vez que experimentamos, percebemos que aquilo pode não ser o tipo de trabalho que gostamos. Também pode acontecer exatamente o contrário e, após experimentar uma atividade que achamos que nunca gostaríamos, descobrimos que aquilo pode ser muito interessante. Aprender dá um prazer que, se não for colocado em prática, pode ser esquecido. Ajudar alguém a fazer algo promove uma realização pessoal que muitos nem conhecem.

Esbanje sonhos, mas não se esqueça de suas metas

Eu sei que você sabe que o dinheiro não cai do céu e também precisa de dinheiro agora. Muitas vezes, fazer algo que não é nosso ideal pode ser só um degrau no caminho de nosso sonho. A diferença é a seguinte, você pode passar a vida fazendo algo que não gosta se não se organizar para poder seguir com suas metas. É por isso que traçar objetivos e etapas é tão importante. Nada é tão ruim se soubermos que aquilo é só uma etapa de um caminho que traçamos e estamos lutando para construir.

Atenda a porta.

A oportunidade pode estar batendo, mas se você não atender a porta, como você pode tirar proveito dela? Você deve aproveitar as oportunidades quando elas são apresentadas a você. Nem sempre as oportunidade virão no momento certo, mas não importa.  Lembre-se da sua felicidade.

Feche esse laptop e vá buscar sua vida.

Como lidar com pessoas nocivas

Como lidar com pessoas nocivas

“Se você não pode mudar as circunstâncias, mude sua perspectiva.” ~ Unknown

Técnicas positivas para lidar com os valentões

1 Tente entender.

Eu costumava perguntar constantemente o porquê. Por que essas meninas decidiram pegar em mim? Por que eles haviam me escolhido como sua vítima? Eles não sabiam nada sobre mim. Eles não sabiam que eu amava as minhas duas irmãs, meus pais e meu gato, e eu gostava de olhar para as estrelas e sonhava ser um astronauta. Que eu era uma boa pessoa, que nunca fiz mal a alguém ou alguma coisa. Eles não sabiam, e eles não se importavam.

Um conselheiro uma vez me perguntou: “Será que conhecer as razões para alguma coisa ter acontecido pode ajudá-lo? Isso ajuda você a passar horas tentando encontrar a informação e pesquisar por que algo aconteceu, ou faz você se sentir pior? “Eu respondi:” Sim, eu posso lidar com coisas melhor se eu compreendê-las melhor. ”

Existem muitas razões pelas quais as pessoas escolhem ferir deliberadamente as outras. Elas também podem ter sido intimidadas, elas podem se sentir ameaçados por você, você pode ficar no caminho de algo que elas querem, elas podem não gostar de seu rosto, sua cor de pele, ou a sua orientação sexual.

Se você sabe que uma pessoa foi pessoalmente intimidada ou se sente impotente por causa de algo em suas própria vida, então essa informação pode ajudá-lo a simpatizar com ela e perceber que suas ações não são pessoalmente dirigidas a você. Você descobre que a maior infelicidade está na própria pessoa.

Talvez você possa até ser capaz de ajudá-las a lidar com sua própria raiva e dor. Isso pode ser difícil, e talvez você nunca pode saiba ou entenda as razões pelas quais alguém se comporta de uma determinada maneira, mas o entendimento pode revelar muitas verdades.

2. Desafie suas reações.

Optei por não reagir emocionalmente aos agressores. Bullies prosperaram conforme sua reação. Se alguém continua colocando você para baixo, e sua reação for normal você não alimentará a atitude agressiva. Conte até dez. Vá embora. Mude de assunto. Faça qualquer coisa, mas não reaja emocionalmente.

Isso não significa que você não deve estabelecer limites e dizer o que pensa quando alguém passa dos limites. Significa apenas que se você aprender a responder com calma e racionalmente;  você aprenderá quando é melhor deixar as coisas passarem de modo que você não alimente a agressividade do outro e quando você deverá realmente reagir.

Significa também aprender a não combater fogo com fogo.

Se você se comportar com honestidade e integridade, as pessoas vão julgá-lo por seu comportamento, e não pelo que os outros dizem sobre você.

3. Encontre humor na situação.

Tenha cuidado, porém, para não usar o riso de uma maneira passiva-agressiva.

Eu usei o riso não para eles, mas para mim, e isso me ajudou a me levar menos a sério. E me levar menos a sério entorpeceu o impacto emocional do assédio moral, o que me deixou mais capaz para lidar com ele. Aprender a rir de si mesmo é uma grande habilidade, e eu suspeito que muitos dos melhores comediantes foram intimidados quando crianças.

Outro método é imaginá-los em situações engraçadas. Meu avô sábio disse que, se eu estava com medo de alguém, eu deveria apenas visualizá-los sentados no vaso sanitário!

4 Seja gentil.

Por ser verdadeiramente agradável, você não está respondendo a maldade com sua própria maldade; você está combinando as trevas com a luz.

Por exemplo, se a pessoa é egoísta e preguiçosa,  você pode se voluntariar para ajudar os outros, ou telefonar para um amigo solitário, ou enviar flores a alguém. Deixe suas ações e a maneira como você vive sua vida ser o seu próprio embaixador.

Se você vive sua vida honestamente, e com integridade, quem encontrar falhas em você só vai rebaixar-se, e talvez essas pessoas não mereçam estar em sua vida. Quanto mais você agir como uma boa pessoa, mais você vai se tornar essa pessoa.

Espero que isso ajude. Agora, mais uma vez, lembre-se, fale, se você ou alguém que você conhece está sendo intimidado. Exponha os valentões a luz da verdade e eles terão que se esconder.

5 Afaste-se

Tenha em mente que algumas pessoas realmente não merecem a sua companhia. Se você perceber que a sua presença só suga sua energia e te deixa para baixo, tente evitar sua companhia para o mínimo de tempo que seja necessário.

As atitudes positivas são principalmente úteis antes que a perseguição se instale. Se há freqüência, é necessário buscar ajuda e reagir. Lembre-se também de não se calar quando presenciar um colega ou amigo sendo agredido física ou emocionalmente. O silêncio das testemunhas é a força dos abusadores.

Por 

Traduzido e adaptado do original: Tiny Budda

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Conheçam a “Menina Mogli” que passou a infância na selva africana

Conheçam a “Menina Mogli” que passou a infância na selva africana

Filha de um casal de fotógrafos franceses que trabalham na Namíbia para a National Geographic (Alain Degré e Sylvie Robert), Tippi Degré nasceu e passou toda sua infância na selva africana.

Ela desenvolveu uma ligação tão intensa e verdadeira com os animais que sua história foi inspiração para livros e filmes.

Entre seus amigos estava um elefante de 28 anos chamado Abu, filhotes de leão, girafas, um avestruz, um mangusto, crocodilos, uma zebra do bebê, uma chita, sapos gigantes, e até mesmo uma cobra.

Quando criança, a menina francesa disse: “Eu não tenho amigos aqui. Porque eu nunca vi crianças. Assim, os animais são meus amigos. “

Segundo sua mãe, Tippi ajustou sua mentalidade aos animais. Ela acreditava que os animais eram de seu tamanho e seus amigos. Ela estava usando sua imaginação para viver nestas condições diferentes.”

Definitivamente uma história que vale conhecer e relembrar!

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Vejam o trailer do filme:

Saiba mais:

Tippi Degré Blog (em francês, com fotos de Tippy já mais velha)
The Little French Girl who played with Wild Beasts
The Young Girl Who’s Best Friends with African Wildlife

Como estou me preparando para ter Alzheimer

Como estou me preparando para ter Alzheimer

Neste vídeo a especialista em saúde e TED, Alanna Shaikh fala de como está se preparando para ter Alzheimer. Isso porque seu pai tem a doença e ela percebeu que é preciso mais do que cuidados médicos e auxílio nas atividades de vida diária. Preocupada com a qualidade de vida e com seu próprio futuro, Alanna relata que está tomando três providências para quando tiver a doença.

E NÓS (sociedade) ESTAMOS NOS PREPARANDO PARA TER ALZHEIMER (envelhecer)?

Fonte indicada: Coisa de Velho

Veja também:
Alzheimer: vídeo de 1 minuto mostra como são os sintomas
Alzheimer: a mais didática explicação que você verá

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“Levanta-te!” Não aceite o bullying homofóbico

“Levanta-te!” Não aceite o bullying homofóbico

Acaba de ser traduzido para português o vídeo “Levanta-te! Não Aceites o Bullying Homofóbico”. Trata-se de uma ação do projeto Stand Up!, desenvolvida pela BeLonG To, uma organização irlandesa de jovens LGBT entre os 14 e os 23 anos.

O vídeo quer mostrar que os jovens LGBT precisam ser respeitados e tratados de forma igual pelos outros jovens e pelas suas famílias.

A tradução esteve a cargo da FNAJ (Federação Nacional de Associações Juvenis).

Fonte indicada: Dezanove

9 coisas que você deve fazer independentemente da opinião dos outros

9 coisas que você deve fazer independentemente da opinião dos outros

Por Stephanie Gomes

“Você vai se arrepender.”
“Melhor não arriscar.”
“Não troque o certo pelo duvidoso.”
“Isso é ridículo.”
“Eu, no seu lugar, não faria isso.”

Tenho certeza que pelo menos uma vez na vida você já ouviu alguma das frases acima. Estava extremamente empolgado com algo e no segundo seguinte sentiu como se um balde de água fria tivesse caído na sua cabeça. Foi tão desencorajador que você desanimou na hora e nunca mais cogitou colocar em prática o que quer que tenha dito para a outra pessoa.

Você entregaria nas mãos de alguém o poder de escolher tudo (TUDO!) o que você faria dali para frente e de tomar todas as suas decisões por você? É claro que não, porque você sabe que, por mais que haja alguém em quem confie de olhos fechados e tenha certeza do quanto tal pessoa te quer bem, ninguém pode ter ideia de nem metade do que se passa dentro de você.

Por trás de tudo o que você deseja fazer e de todas as decisões que quer tomar, existem coisas que os olhos alheios não vêem: como você se sente, as transformações que acontecem dentro de você, a sua angústia, a percepção de que a sua situação atual não te faz feliz… As outras pessoas só conseguem ver e entender qual é o seu desejo, mas não enxergam o que há por trás dele. Então tentam te levar para o caminho mais fácil e óbvio dando conselhos padrão, como se a sua vontade fosse apenas mais uma igual a tantas outras.

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Por melhor que seja a intenção das pessoas, por mais que quem te aconselhe sejam seus pais, avós ou alguém que você tem certeza que te ama muito e quer te ver feliz, é você quem deve escrever a sua história. Suas escolhas, seus erros e acertos, suas lutas e seus arrependimentos são seus, é você quem irá sentir e lidar com eles. Na maioria das vezes, os conselhos de quem quer o seu bem têm a mesma intenção: não permitir que você sofra. Só que as pessoas não levam em consideração que você está tomando determinada decisão justamente porque já está sofrendo. Por isso, é muito importante que você saiba que, se seu coração pedir por algum dos itens a seguir, a opinião dos outros não deve soar mais alto do que o apelo que vem do seu interior. Algumas das coisas que você deve fazer independentemente da opinião dos outros são:

1) Abandonar o que não é mais importante para você

Boa parte das pessoas acha que desistir é sempre algo ruim. Não é. Não sempre, pelo menos. É ruim quando você desiste de algo que ainda deseja, que ainda ama, que ainda sonha. Mas há momentos em que é preciso abandonar coisas que foram importantes para você um dia, mas não são mais. Ainda que você explique isso aos outros, eles podem dizer “mas você sempre gostou tanto disso” ou “você era tão feliz assim, qual o problema agora?”. Problema nenhum, apenas um necessidade interna de mudança. Mas só você é capaz de entender.

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2) Definir o seu conceito de sucesso

Quando se fala em sucesso, o que vem à mente da maioria das pessoas é a ideia de ter dinheiro, um cargo importante no trabalho e muitos bens materiais. Se você não tem nenhum destes itens, não é bem-sucedido, segundo o senso comum. Talvez você mesmo já tenha absorvido essa ideia sem refletir se isso condiz com o que você pensa, com as suas vontades e com o que te faz feliz. Sucesso é amar viver a própria vida. Se, para você, o que te faz amar viver é poder ajudar os outros, se expressar através da arte, ter tempo para estar com a família ou liberdade para conhecer o mundo, então este é o seu conceito de sucesso e ninguém pode te dizer o contrário.

3) Tentar quantas vezes for preciso

Não importa se as pessoas acham que existe um número limite aceitável de vezes para você trocar de curso, de emprego, de namorado, de cidade, de estilo, de filosofia de vida, o que for. O que elas sabem mais do que você para te dizer quando é hora de parar de tentar? Ninguém pode ter certeza de que as escolhas que faz agora durarão para sempre. Pior do que não tentar de novo é ficar infeliz onde está por achar que já tentou demais. A vida tem muitas possibilidades e não há nada de errado em explorar muitas delas para encontrar a certa para você. Não permaneça em algo que não te faz feliz apenas porque os outros acham que devem te dizer quando é a sua hora de parar.

 

4) Esperar

Talvez esteja nos seus planos, mas você ainda não se sinta pronto para entrar na faculdade, morar sozinho, casar ou ter um filho, por exemplo. Mas os outros dizem que já é hora, que você já está na idade. Contra a sua vontade, você faz o que eles dizem que é certo, mesmo sem se sentir preparado. Por que não poderia esperar mais um pouco? O tempo que cada um leva para se conhecer, para crescer e para se preparar para certas mudanças é único, não é igual para todos. Não há motivo para acelerar o processo. Suas decisões têm muito mais chances de dar certo se você tomá-las quando sentir que é a hora certa, sem pressão e sem pressa.

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5) Usar e fazer o que te faz feliz

Sempre (repito: S-E-M-P-R-E) vai haver alguém para te criticar. A menos que você se tranque em um quarto escuro para o resto da vida e nunca ninguém saiba disso, muitas vezes você vai ser alvo de críticas, reprovações, fofocas e comentários. A boa notícia é que, na maioria das vezes, as palavras são inofensivas se você não der importância a elas. Se isso vai acontecer de qualquer jeito, então não se prive de vestir-se como quer, de usar maquiagem e acessórios “fora de moda”, de ler os livros que gosta, de dançar do seu jeito, de fazer o que “não condiz” com a sua idade. Não esconda quem você é e não pare de fazer o que te deixa feliz para evitar os comentários maldosos. Eles vão continuar existindo, não importa o quanto você se esforce para contê-los. O preço disso? A sua felicidade. Não vale a pena?

6) Lançar-se no incerto

Por seus sonhos e objetivos ou por vontade de ir além, quase sempre é preciso, de alguma forma, enfrentar a incerteza. Dificilmente você vai encontrar quem apoie sua decisão de trocar o (teoricamente) certo pelo duvidoso, mas se você quer fazer algo grande e importante, vai precisar passar por esta etapa. É uma das decisões mais difíceis de enfrentar quando você se depara com uma ou mais pessoas que se opõem. Só há duas opções: tentar realizar seus sonhos ou permitir que as pessoas o impeçam. Lembre-se: se optar por desistir, os outros continuarão suas vidas e o fato de você não realizar seus sonhos não fará diferença nenhuma para eles. E para você, fará?

7) Ver o lado bom de tudo

Eles dirão: “A vida não é um conto de fadas!”, “Pare de se enganar!”. Ou a pior de todas: “Seja realista!”. “Realismo” é o nome que os pessimistas dão ao pessimismo. Pode mesmo não existir vida perfeita, e é impossível passar por ela intacto, sem sofrer com os altos e baixos. Mas é possível sim enxergar o lado bom de todas as situações, por piores que sejam. Nunca permita que ninguém te faça acreditar que você não pode enfrentar seus problemas de forma positiva ou que o otimismo é uma ilusão. Deixe que os pessimistas lidem com seu “realismo” e permita-se ver as coisas da maneira que faz você se sentir melhor.

8) Reinventar-se

Um belo dia você resolve mudar. Percebe que quer ser de outro jeito, fazer outras coisas e sentir-se diferente de como se sente agora. Então decide transformar algo em sua vida e as pessoas começam a dizer que você está louco, que isso “é fase”, que você não sabe o que quer e é infeliz ou infantil. Você sabe que é algo muito mais profundo e importante: a necessidade de se renovar, de sair do lugar, de ser mais, de dar significado e aproveitar melhor a vida. O que os outros vêem em relação a isso é muito pouco, eles não enxergam a necessidade, apenas a vontade. Não conseguem ver que você evoluiu, que aprendeu algo que mudou sua forma de pensar, que não está se sentindo à vontade e que se sente agoniado por perceber que mudou por dentro mas é obrigado a continuar fazendo as mesmas coisas.

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9) Recomeçar

Nunca é tarde demais, nunca! Nunca, nunca, nunca, nunca. Entendeu? É importante que você saiba disso, porque os outros não vão te dizer. Com palavras delicadas ou expressões discretas, eles vão querer fazer você acreditar que está velho demais para começar algo do zero. Esqueça o tempo, o passado, a idade e a opinião dos outros. Para recomeçar, você só precisa de uma coisa: disposição. Não permita que pessoas conformadas e acomodadas tirem isso de você.

Conclusão: dê a si mesmo o direito de se arrepender sem precisar se culpar, seja diferente, arrisque, se jogue na incerteza de ir atrás daquilo que agita seu coração, faça o que tem vontade e seja ridículo, se é assim que as outras pessoas definem quem é feliz.

Fonte indicada:  Desassossegada

Nota da CONTIoutra: os textos de Stephanie Gomes são publicados neste site com o conhecimento e autorização da autora.

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Conheça 10 benefícios que a solidão pode trazer a sua vida

Conheça 10 benefícios que a solidão pode trazer a sua vida

Algumas pessoas pensam em “estar sozinho” como uma coisa ruim.

Mas, na verdade, estar sozinho não é “necessariamente uma coisa ruim, porque há um punhado de benefícios que surgem quando você abraça a solidão.

Eu não estou defendendo que você largue tudo e viva como Tom Hanks em “Náufrago”, porque ninguém pode discutir os benefícios e as alegrias, que vêm junto com o relacionamento com outras pessoas.

Mas eu estou dizendo que, uma vez que você aprender a gostar de estar sozinho, você pode crescer como pessoa.

Abaixo estão dez coisas incríveis que vão acontecer em sua vida quando você começar a gostar de estar sozinho.

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Photo by Barry Yanowitz

1. Você terá tempo para recarregar as baterias

Muitas vezes, quando estamos cercados por outras pessoas, nós gastamos muita energia tentando manter os outros felizes, fazê-los rir, acalmar seus egos, ler suas emoções, e todos os outros rigores que vêm junto com a interação humanas.

Após longos períodos, mesmo sem perceber,  toda essa interação pode ser uma grande fonte de desgaste mental e emocional.

Um pouco de tempo sozinho permite recarregar as baterias e mudar o foco para si.

2. Você terá um tempo para refletir

Sua vida está sempre se movendo em um ritmo acelerado. Tão rápido, na verdade, que é provavelmente raro quando você tem um momento a sós para se sentar e refletir sobre sua vida.

Estar sozinho lhe dá a oportunidade perfeita para um pouco de auto-reflexão.

A solidão oferece o ambiente perfeito para a reflexão. Aprender a estar consigo mesmo, muitas vezes, é aprender a aceitar-se como humano cheio de defeitos e qualidades. Escolhas e consequências.

3- Você entrará em contato com suas próprias emoções

Mais uma vez, quando você está cercado por outras pessoas o tempo todo, você está constantemente tentando ler, e atender a, as emoções das outras pessoas. Tanto assim, que você pode acabar perdendo o contato consigo mesmo.

Quando você começa a gostar de estar sozinho, você vai ganhar uma maior perspectiva de suas próprias emoções. Você vai criar uma compreensão mais profunda do que te faz feliz, o que te incomoda, e o que você entristece. Isso com certeza te ajudará em escolhas futuras.

4- Você descobrirá que tem coisas que você gosta e pode fazer sozinho

Quando você está constantemente na companhia de outras pessoas, você está sempre fazendo concessões a fim de encontrar soluções para que todos do grupo possam desfrutar. E, infelizmente, as coisas que você mais deseja, nem sempre se alinham com o que o grupo quer.

Então, é fácil gostar de estar sozinho quando você percebe que isso lhe dá mais liberdade para fazer as coisas que você realmente quer fazer.

5. Em diversos assuntos, você pode se tornar mais produtivo

Estar na companhia de outras pessoas pode ser divertido e interessante, mas também pode afetar seriamente a sua produtividade. Há momentos em que a companhia de outras pessoas funciona como uma distração e te faz perder o foco.

Tempo gasto sozinho pode ser uma parte do tempo mais produtivo em sua vida-principalmente porque há menos distrações, e você pode simplesmente colocar sua cabeça para baixo e começar a trabalhar.

6. Você aprenderá a aproveitar seus relacionamentos ainda mais

Quando você passa um tempo sozinho, e, finalmente, começa a gostar de estar sozinho, você também descobrirá que pode desfrutar de seus relacionamentos com outras pessoas ainda mais.

E isso é por causa do tempo gasto sozinho que define melhor suas emoções e te ajuda a valorizar o que realmente importa nas outras pessoas. Estar com elas passará a ser mais proveitoso e agradável.

7- Você se sentirá mais independente

Uma vez que você gostar de estar sozinho, você vai se sentir mais confiante em sua capacidade de realmente estar sozinho. E isso leva naturalmente a um sentimento de maior independência.

8- Obter uma pausa de constantemente tentando manter outras pessoas felizes

A vida está cheia de relacionamentos, e a maioria dos relacionamentos dura apenas quando ambos os lados estão felizes. Isso, como dito no início, pode ser uma grande drenagem de energia.

Uma vez que você está sozinho, a única felicidade com que você tem que se preocupar é a sua própria.

Nunca subestime a necessidade de se preocupar com sua própria felicidade.

9- Você não precisará se desculpar por nada

Quando você começa a gostar de estar sozinho, você verá rapidamente que a solidão significa que você não tem que  pedir desculpas pelo que você fez.  Você toma e assume as consequências do que fez sozinho. Isso pode ser um grande salto na maturidade de suas decisões.

10- Não há necessidade de olhar para os outros buscando aprovação

Então, muitas vezes nos sentimos a necessidade de obter o “OK” de nossos amigos e familiares antes de tomar uma atitude. Estamos constantemente a olhar para as outras pessoas para o conselho sobre o que devemos fazer em seguida.

Claro, há momentos em que é não só perfeitamente aceitável parar e pedir conselhos, mas absolutamente necessário. Mas também há momentos em que é perfeitamente capaz de agir por conta própria e isso te dá autonomia e aumenta sua estima.

Quando você começa a gastar mais tempo sozinho, você vai aprender a confiar em seus instintos e tomar decisões sem qualquer aprovação de terceiros.

Não sinta culpa, isso não é egoísmo! Regular suas próprias emoções, fazer escolhas conscientes e assumir a responsabilidade por elas, é maturidade.

Quando mais madura, a pessoa tenderá sempre a ter relacionamentos mais verdadeiros.

Traduzido e adaptado do original Life Hack

Josie Conti

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Não há cura para o envelhecimento! Assistam!

Não há cura para o envelhecimento! Assistam!

Envelhecer não é somente ganhar rugas e cabelos grisalhos, é o que diz uma campanha lançada pela instituição de caridade Age UK. O vídeo faz uma reflexão sobre a passagem de tempo, com a narração do poema “Love later life”, de Roger McGough.

A propaganda incentiva as pessoas a verem o envelhecimento de uma forma diferente, não como se fosse uma doença e sim como um estilo de vida. A instituição deseja fazer com que o governo britânico faça mais investimentos em prol da população idosa, inclusive em relação aos asilos.
“A Age UK acredita que todos devem receber as mesmas oportunidades para poderem envelhecer melhor. Esperamos que nossa nova abordagem, mais positiva e ambiciosa, incentive as pessoas a apoiarem nossa causa, por meio do voluntariado ou doações”, afirmou Caroline Abrahams, diretora da Age UK.

Assista ao vídeo abaixo (em português):


Poema do aclamado autor inglês Roger McGough sobre o envelhecimento é narrado pelo ator Jonathan Pryce para a campanha da Age UK.

Fonte indicada: Coisa de velho

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Entenda, por alguns segundos, como é ter Alzheimer

Entenda, por alguns segundos, como é ter Alzheimer

Pessoas com demência têm dificuldade de saber se é manhã ou tarde, não lembram se almoçaram, não sabem o dia da semana, quem é presidente da república ou até mesmo qual é o ano atual. Começam a ler um livro e depois de duas ou três páginas não conseguem lembrar nada do que leram anteriormente. Costumam lembrar de coisas que aconteceram muitos anos atrás, mas não sabem se tomaram banho ao acordar. Além das dificuldades em se localizar no tempo, também passam dificuldades quando estão em lugares novos: não sabem onde estão e esquecem qual seu destino.

A campanha que você verá  foi uma iniciativa da Associação de Alzheimer de Israel na Semana Internacional de Conscientização sobre Alzheimer. Através dela, dezenas de milhares de pessoas  puderam sentir na própria pele o terror e a confusão que é viver com demência. Eles entraram no cinema e outro filme estava passando na sala escolhida.

As pessoas do cinema logo foram informadas sobre o motivo da confusão.

Agora imagine coisas assim acontecendo com você o tempo todo…

Segue uma lista com 10 sinais importantes que podem ajudar a identificar precocemente a doença de Alzheimer.

  1. Perda de memória, especialmente de acontecimentos recentes;
  2. Dificuldade em executar tarefas do cotidiano, como usar o telefone;
  3. Desorientação com relação ao tempo e espaço;
  4. Problemas de discernimento, como dificuldade em se vestir de acordo com a estação do ano, por exemplo;
  5. Problemas de linguagem, como esquecimento de palavras simples associado à dificuldade de compreensão da fala e da escrita;
  6. Dificuldade em fazer contas ou mesmo reconhecer os números;
  7. Trocar o lugar das coisas, como colocar o ferro de passar roupa na geladeira, por exemplo;
  8. Alteração brusca do humor sem razão aparente;
  9. Alteração na personalidade de modo a se identificar na pessoa apatia, confusão ou desconfiança;
  10. Perda de iniciativa, com características de desinteresse pelas atividades habituais.

Fontes: Coisa de velho,Tua saúde

Veja também:
Alzheimer: vídeo de 1 minuto mostra como são os sintomas
Alzheimer: a mais didática explicação que você verá

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Saiba como a energia do pensamento muda a sua vida

Saiba como a energia do pensamento muda a sua vida

Pensamentos, palavras e atitudes podem mudar uma cadeia de acontecimentos, moldando o futuro.

Baseado no livro: “VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA”
Por: LOUISE L HAY, autora americana motivacional.

Em um só vídeo, muitas verdades.

Vale conferir!

Energia do pensamento

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Longe de casa: quando a crise chega e o coração aperta

Longe de casa: quando a crise chega e o coração aperta

“Passeando” por grupos de brasileiros que residem em países estrangeiros, encontrei uma matéria de um site direcionado a brasileiros que vivem na Alemanha chamado Gustl Rosenkranz, pensamento livre.

Nessa matéria tenho dois objetivos:

O primeiro é indicar o site, uma vez que, só quem vive fora sabe da necessidade de manter conexões com a língua materna, encontrar conteúdo relevante e que possa ajudar na adaptação.

O segundo, é reproduzir o artigo intitulado: Vida de emigrante: quando a crise chega e o coração aperta.

Nesse caso, entendo o artigo como válido para qualquer pessoa que está longe de casa, por isso adaptei o título aqui na CONTI outra.

Achei o material muito relevante. Espero que gostem também.

Vida de emigrante: quando a crise chega e o coração aperta

A mudança de país é algo marcante na vida de qualquer pessoa. Sair de sua terra natal para viver em outro canto do mundo é, com certeza, uma experiência enriquecedora, que faz com que se abra mais a mente, ampliando nossa visão do mundo. Mas isso não significa que tal decisão traga somente consequências positivas. Principalmente, mas não somente, quando a cultura local é muito diferente, quando não se fala o idioma do lugar, quando o clima atinge extremos até então desconhecidos por nós e quando damos tal passo sem uma devida preparação, a emigração tem também um lado duro, que pode abalar muito o migrante, não somente no que diz respeito a problemas cotidianos, mas mexendo também com seus sentimentos, seu espírito e até mesmo sua maneira de ser. A pessoa pode se sentir extremamente perdida e deprimida, com a sensação de ser um “peixe fora d’água”, podendo fazer com que largue tudo e termine voltando para o Brasil.

Praticamente todo migrante passa, mais cedo ou mais tarde, por uma crise séria, cuja intensidade depende de diversos fatores, alguns aparentemente insignificantes, e essa crise jamais deveria ser subestimada, pois seus efeitos podem ser preocupantes e levar a uma situação grave de insegurança existencial. E caso você ainda não emigrou, mas está pensando em fazê-lo, é importante que tenha consciência disso, integrando esse assunto nos seus preparativos. Se tiver consciência dessa crise, pela qual você passará com altíssima probabilidade, conhecendo suas causas e não a subestimando, você terá melhores chances de pelo menos amenizá-la. Saber que migrantes passam por tal crise lhe dará a chance de aprender a lidar com ela. E aqui é recomendável tomar uma postura de serenidade e sobriedade: quando sua crise chegar, é importante ter em mente que você não é o único nem o primeiro que passa por isso e que muitos outros a superaram – o que mostra que você também poderá sair dela (serenidade) e não adianta achar que isso jamais acontecerá com você (sobriedade). Com base em minha própria experiência, mas também na de outros migrantes que tenho conhecido e acompanhado ao longo dos anos, vou tentar aqui abordar esse tema, alertando sobre algumas “armadilhas” que favorecem e intensificam a crise e apontando algumas estratégias práticas que podem ajudar a superá-la mais facilmente.

O primeiro passo: saiba e aceite que a crise existe!

Ao chegarmos a um lugar novo, por exemplo, na Alemanha, que é praticamente um mundo totalmente diferente do Brasil, com outra realidade, outra mentalidade e até mesmo outro nível de desenvolvimento, ficamos primeiro deslumbrados com tantas novidades, tudo nos encanta (ou mesmo nos assusta!) e ficamos tão ocupados com tal deslumbramento que nos esquecemos de perceber a dimensão do passo dado. Estamos cheios de planos, ideias e desejos, confiantes, otimistas e esperançosos, acreditando que tudo é uma questão de tempo até que nos sintamos em casa aqui nesta terra alheia. Sim, o encantamento prevalece e tudo parece uma maravilha. Chegamos com garra e enfrentamos os primeiros problemas com muita força de vontade e perseverança: arrumar moradia, aprender a usar o transporte coletivo, se matricular em uma escola de idiomas, fazer amizades, procurar trabalho, etc., etc., etc. Mas nem tudo dá certo, os primeiros problemas vão surgindo, a saudade bate forte, a solidão pode ser grande, o dinheiro acaba, o trabalho almejado não deu certo, alguns dos novos amigos nos decepcionam, a burocracia vai aumentando, há problemas com o visto, os empecilhos freiam nosso projeto de emigração e nos deparamos com uma certa falta de possibilidades. A comida diferente, que no início era gostosa por ser novidade, não sacia mais a vontade de comer “pão de queijo” ou “goiabada”, não se entende os programas de televisão, o inverno é escuro e bem mais severo do que se imaginava. E as pessoas, tão diferentes, com outra mentalidade, com outro humor, com outra forma de pensar e ver o mundo… E assim por diante. A energia vai sendo gasta, o entusiasmo vai desaparecendo e, no final, você já nem sabe direito o que realmente quer, se vê em um dilema, sem saber se fica ou volta para o Brasil. Como ficar, se a saudade é forte, se as dificuldades são muitas e se o frio acaba com seu ânimo? Mas como voltar, se você largou tudo para tentar uma vida fora, deixando emprego, família, amigos e tudo mais? O que fazer, pois, se ficar, se sente angustiado e fracassado, mas, se voltar, se sente mais fracassado ainda?

Acredite: todo mundo passa por isso, uns com mais, outros com menos intensidade, mas todo mundo que emigra conhece tal situação. E a depender da quantidade e da qualidade dos “probleminhas” acumulados, é só uma questão de tempo até o coração apertar, a força acabar e a “crise grande” começar. Por favor, não subestime isso. Muitos migrantes entram literalmente “em parafuso”, não conseguem ver mais uma luz no fim do túnel, alguns entram em depressão, se desesperam e há quem termine com problemas psíquicos sérios ou largando tudo e retornando para o Brasil da noite para o dia de uma forma impensada e precipitada.

Tenha consciência de que tais crises acontecem, mas não perca a coragem, pois as coisas vão tomando forma com o tempo. As dúvidas sempre irão existir, a saudade do Brasil jamais desaparecerá completamente e, quando bater a crise, tente superá-la da melhor forma possível, pois isso lhe fortalecerá – quanto melhor você superar a primeira crise, mas fácil será a superação das seguintes! Não tape jamais o sol com a peneira, aceite as coisas como elas são e você verá: tudo na vida passa. Também os momentos difíceis contioutra.com - Longe de casa: quando a crise chega e o coração aperta

Uma crise grande é normalmente uma soma de muitas crises pequenas!

Uma crise existencial ocorre, em minha opinião, como soma de um monte de crises menores, coisinhas pequenas do dia-a-dia, que subestimamos, que não tratamos com a devida atenção, que não resolvemos, que se juntam a um ou outro problema maior e viram algo sério. Por isso, é importante resolver as pequenas “crises”, para que elas nunca grudem umas nas outras, transformando-se nunca crise grande (=existencial). Não permita que as coisas se acumulem, tente resolver os “probleminhas” na medida em que forem surgindo, mas mantenha sempre a cabeça fria e administre bem suas energias, procurando fazer coisas que lhe façam bem e recarreguem suas baterias. Uma pessoa robusta (=baterias cheias) suporta uma crise com menos dificuldade do que uma pessoa fraca (=baterias vazias). Quando a coisa “emperrar”, não fique tentando resolver nada à força, nem batendo com a cabeça contra a parede. Se uma coisa não der certo hoje, talvez seja melhor parar, fazer outra coisa, recarregar as baterias e tentar novamente amanhã (ou depois!).

Isolamento: algo muito perigoso!

Busque contato, faça amizades, seja aberto e receptivo, interaja com as pessoas, mesmo que elas tenham uma mentalidade diferente da brasileira, mesmo que o contato no início seja um pouco difícil. Aprenda o idioma, pois isso facilitará muito sua integração e seu contato com as pessoas à sua volta. Tenha cuidado para não se isolar, para não passar muito tempo sozinho e para não achar que o mundo à sua volta tem algo contra você.

Mantenha o contato com sua família e amigos no Brasil. O importante é que a distância seja somente geográfica, mas nunca emocional. Não subestime o tempo. Toda relação tem que ser alimentada, portanto busque sempre o contato, deixe sua família participar de sua vida aqui, conte para eles como você vive. Pessoas no Brasil têm muita dificuldade de imaginar como é a vida na Alemanha. São “mundos” totalmente diferentes. Ficar sem contato com uma pessoa no Brasil por um tempo muito longo pode fazer com que os caminhos se afastem, que um parente (ou amigo) próximo vire uma pessoa estranha. E saiba de que esse contato, se tiver uma boa qualidade emocional, lhe dará força nos momentos difíceis, mesmo que a distância seja grande.
E quando tiver uma crise, converse sobre ela, busque ajuda da família, de vizinhos, de amigos, de outros brasileiros emigrantes ou mesmo ajuda profissional. Só não faça o erro de se recolher, se isolar e achar que tem que resolver isso sozinho. Tenha cuidado, pois isolamento é algo muito perigoso!

Tenha cuidado com os “falsos amigos”

Busque aqui relações verdadeiras e tenha cuidado com os “falsos amigos”, aqueles que ficam próximo para tirar algum proveito, sem lhe dar nada ou muito pouco, pois aqui a decepção é pré-programada e tal decepção favorecerá sua crise. Tenha cuidado também com aqueles que têm uma postura negativa, que reclamam de tudo e veem problemas em todo canto, falando mal do lugar e dos nativos, pois quem gosta de reclamar não quer solução (se o problema é resolvido, ele vai reclamar de quê, né?). Além do mais, gente assim não gosta de ser infeliz sozinha. Assim, essas pessoas farão de tudo para atrapalhar sua felicidade.

Seja realista: quanto maior a ilusão, maior será o tombo!

Não venha para cá iludido. E se você já veio, livre-se de suas ilusões. Ilusão termina sempre em desilusão, o que faz bem a qualquer crise, mas não a você.

Tenha paciência: todo início é difícil!

Tudo na vida passa, também as crises! Tenha paciência, serenidade e otimismo, pois sua crise também passará.

Talvez você seja do tipo de pessoa que quando quer uma coisa, quer logo, corre atrás, batalha, move morros e montanhas para conquistar o que quer. Perceba que essa impaciência (temperada com ansiedade) tem dois lados: um positivo e um negativo. É boa porque traz energia, impulsiona, faz com que as coisas aconteçam, sem demora, sempre o mais rápido possível. Penso que os impacientes são o pedal do acelerador do mundo. Mas a sede de velocidade termina causando aflição, agonia, estresse, sempre que as coisas não funcionam como se esperava, ou seja, quase sempre. Isso, por sua vez, gasta energia e termina freando o que antes foi acelerado. A impaciência deixa você meio cego para os detalhes, fechando os olhos para o novo e oportunidades. No final, você termina se sobrestimando e dando passos “errados” por não parar de vez em quando para ver o todo, porque a impaciência não dá o tempo necessário para isso. É importante aprender a domar a impaciência. O segredo aqui é permitir a impaciência como uma energia positiva e parar de vez em quando para ver os detalhes. E quando uma coisa não der certo, pare, respire fundo, descanse e esfrie a cabeça, ao invés de ficar tentando de novo, apertando a mesma tecla, batendo com a cabeça na parede, ou pior ainda: desanimando, se deprimindo, cansando, se esgotando e sem saber direito para onde ir, pois isso só alimentará sua crise.

Cuidado com álcool e drogas!

Um erro gravíssimo que muita gente comete é recorrer a bebidas alcoólicas e drogas para “disfarçar” os problemas. Isso não ajuda, pelo contrário, isso piora a coisa, pois só “anestesia” a crise, fazendo com que ela cresça ainda mais. Evite o consumo dessas substâncias em fases difíceis, ou melhor ainda: numa crise, você precisa é de energia. Busque então viver da forma mais saudável possível, saia de casa, pratique esporte, busque a natureza, respire ar fresco, evite drogas, álcool e tudo que lhe roube essa energia tão preciosa nesses momentos.

Veja a crise como uma chance

As coisas não estão dando certo? Você não sabe bem como seu projeto de emigração deve continuar? Veja então essa crise como uma chance de repensar seus objetivos, de fazer um balanço, de reconhecer onde a coisa está bloqueando, mas aproveite também para tentar descansar e recuperar as energias.

Cuidado com o fatalismo

Uma coisa que observo não somente em alguns brasileiros, mas também em outros latino-americanos, é um certo fatalismo, o acreditar que as coisas são como são, que nada pode ser mudado, achando que o sofrimento é destino, o que é uma bobagem, pois o destino de todo ser humano é ser feliz. Pense positivo, levante, arregace as mangas e vá à luta. E não coloque a culpa nos outros (nem nos alemães, nem no destino, nem na vida, em ninguém!). Você decidiu emigrar e tentar a vida em outro lugar. Portanto, a responsabilidade por sua felicidade e seu bem-estar é sua e não dos outros!

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