Você é um adulto imaturo? Descubra aqui.

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Em qualquer relacionamento seu mesmo o mais trivial deles, sempre estarão refletidos seus valores e suas crenças e você estará expressando sua Inteligência Emocional.

Em qualquer decisão que você tomar você está expressando sua integridade. Você simplesmente não consegue deixar de expressar sua maturidade emocional e sua inteligência emocional.

A Maturidade Emocional mostra a habilidade que você tem em conhecer e monitorar suas emoções, acessar e compreender o estado emocional das outras pessoas e a capacidade de influenciar o comportamento e decisões destas pessoas.

Quantos anos você tem emocionalmente?

Você está crescendo ou só ficando mais velho?

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Compare seu comportamento habitual no gráfico abaixo. Se você se encaixa mais na grade da Imaturidade Emocional, você deve buscar recursos que te ajudem a melhorar e desenvolver sua maturidade emocional. Psicoterapia, Coaching, cursos e workshops de autoconhecimento são ferramentas que podem ajudar você a desenvolver mais suas Competências Emocionais.

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Pessoas emocionalmente imaturas necessitam de gratificações imediatas. Elas não conseguem esperar. Às vezes são compulsivos e não pensam antes de uma ação. Muitas vezes são fiéis somente enquanto você tiver alguma utilidade para eles.

Uma vida social e financeira caótica é um outro sinal de imaturidade emocional.

Adultos emocionalmente imaturos não têm nada a ver com ser criança ou adolescente. Pessoas emocionalmente imaturas são egoístas, preocupadas somente com seus próprios sentimentos e necessidades. Exigem atenção constante, empatia e elogios. Se eles não podem ser o centro das atenções, evitam qualquer tipo de participação.

A maturidade Emocional é adquirida quando começamos a prestar mais atenção ao que sentimos e a desenvolver mais nossas competências emocionais. Aprender a nos conhecer e a reconhecer o que nos tira do sério, ou o que desperta em nós medos, pânico e desespero, nos dá a possibilidade de ter o controle da nossa vida em nossas mãos novamente.

Praticando Maturidade Emocional

  1. Na sua vida você busca um sentido que te dê um senso de pertinência e humanidade, e não somente de interesse próprio? Enriquecer sua vida e a vida de outras pessoas tem um profundo significado de retorno e gratificação que só está disponível na maturidade emocional.
  2. Você sabe qual é sua missão de vida? Buscar sua missão de vida vai lhe ajudar a construir sua maturidade emocional e fazer valer a pena lutar pelos objetivos que você deseja alcançar.
  3. Aprenda a entender seu funcionamento e pratique a auto-aceitação. Auto-aceitação não significa que você está de acordo com o que você é. Mas só aceitando os aspectos negativos é que você pode iniciar uma mudança. A auto-aceitação é o primeiro passo.
  4. Peça a algum amigo(a) dar um feedback gentil de seu comportamento e suas atitudes. Tente se ver com eles lhe vêem. Evite ser defensivo nesta hora. Encare a realidade e veja qual o proveito que você pode tirar disso.
  5. Em situações de conflito, procure achar uma solução que seja boa para ambos. Se a solução de um problema for boa só para um lado, não será uma boa solução para o relacionamento e nem para sua vida.
  6. Faça uma lista para avaliar seus contatos profissionais e pessoais. Pense sobre cada pessoa desta lista e escreva ao lado quais as pessoas que inspiram o melhor de você e o pior. Procure se relacionar mais com as pessoas que inspiram o melhor em você e tente resolver o pior de você . Aceite isso como uma tarefa de sua responsabilidade para fortalecer seu auto respeito.
  7. Para finalizar, competências emocionais se aprendem e se aperfeiçoam em relacionamentos. Portanto, escolha um profissional que você confia para iniciar esta deliciosa aventura que é viver. Afinal, da vida se leva somente os relacionamentos.

Fonte indicada: Dra. Aga

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15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo:

“Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer)

Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle.

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros.

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível.

De agora em diante, é mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar.

Desista da sua necessidade constante de reclamar de tudo – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar.

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar aos outros.

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança.

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos.

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos.

A maioria dos medo é só uma ilusão– você que os inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas.

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado.

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego.

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas.

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

Imagem de capa: AstroStar/ shutterstock Fonte: Guia Ingresse.  

 

Mãe faz fotos inspiradoras de filha que perdeu uma das mãos

Mãe faz fotos inspiradoras de filha que perdeu uma das mãos

Essa linda menina das fotos a seguir lutou contra a Doença de Hirschsprung e precisou se adaptar a ter apenas a mão direita. A super mãe e fotógrafa, Holly Spring, quis mostrar para ela a partir das fotos, que não há limites para o que ela pode conseguir se ela acreditar na própria capacidade.

Se a mãe a ver como capaz e bela, assim ela se verá também. Assim se constrói a autoestima de uma criança!

“Minha filha é a minha musa e meu coração que me inspira a seguir minha paixão e compartilhar essas fotos com vocês”

Sua fotografia ganhou o NZIPP – Epson Iris Portrait Creative Photographer of the Year em 2014.

Confira as fotos e se apaixone!

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Fonte indicada: Heróis de carne e osso

Holly Spring

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A prova de que a criação da cerâmica é tão bela quanto a peça final

A prova de que a criação da cerâmica é tão bela quanto a peça final

 A aldeia das cerâmicas de Icheon, localizada na província de Gyeonggi, Coréia do Sul, é o lar de mais de 300 estúdios de cerâmica onde os artistas usam técnicas tradicionais para produzir uma ampla gama de cerâmica funcional e arte. Cerca de 40 dos estúdios ainda utilizam fornos a lenha. Este vídeo filmado pelo Museu Americano de Arte Cerâmica mostra cinco mestres de cerâmica de Icheon no trabalho em seus estúdios. O processo de criação é tão bonito quanto as peças acabadas.

(via Huffington Post)

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O milagre da “Rosa de Jericó” (você vai ficar sem palavras)

O milagre da “Rosa de Jericó” (você vai ficar sem palavras)

contioutra.com - O milagre da "Rosa de Jericó" (você vai ficar sem palavras)A rosa de jericó, também conhecida como flor da ressurreição, é uma planta do deserto que cresce no Oriente Médio e na América Central. Durante longos períodos de tempo estas plantas vivem em regiões desertas, crescendo e reproduzindo-se como qualquer outra planta, até o meio ambiente deixar de lhes favorecer uma existência saudável. Quando chega essa altura, as flores e as folhas secas caem e os galhos secos encolhem-se, formando uma bola. As plantas retiram as suas raízes do solo e permitem ao vento transportá-las pelo deserto, até chegarem novamente a um sítio úmido onde podem continuar a crescer e a propagarem-se. A bola volta a abrir-se totalmente e a soltar as suas sementes, que germinam. Assim que entram em contacto com água, as jovens plantas de aspecto seco começam rapidamente a florescer. 
Pode dizer-se que estas plantas “sentem” o que fazem durante este processo, visto que não se mantêm necessariamente no primeiro sítio onde param, mas investigam o local para verificarem se é adequado ao crescimento. Ali podem ficar, e crescer, ou então mudam-se várias vezes.

Fonte texto: Azarius

Artista japonesa cria carapaças arquitetônicas para caranguejos ermitões

Artista japonesa cria carapaças arquitetônicas para caranguejos ermitões

Pode-se dizer que artista japonesa Aki Inomata tem o maior projeto de distribuição de moradia para os caranguejos ermitões.

No projeto “Why Not Hand Over a ‘Shelter’ to Hermit Crabs?” [Por Que Não Entregar Uma Concha para o Caranguejo Ermitão?] ela cria carapaças de plástico influenciada pela arquitetura de grandes cidades e, com a ajuda de uma impressora 3d, entrega as novas “casinhas” para os crustáceos, também conhecidos comopaguro e eremita.

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A espécie de crustáceo é conhecida por ter o abdômen mole e se proteger dentro de conchas e caracóis abandonados, sendo que o próprio caranguejo faz essa troca por toda sua vida, quando cresce e a concha fica muito pequena para ele.

As conchas são deixadas em aquários onde estão os caranguejos e os próprios animais “se mudam” para a nova casa.

O projeto traz imagens incríveis, integrando a natureza e a influência humana que podem ser vistas na sequência.

Bangcoq, Tailândia

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Zaanse Schans, Holanda

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Santorini, Grécia

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Nova York, EUA

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Aït-Ben-Haddou, Marrocos

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Minato – Tóquio, Japão

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Fonte mais do que indicada: Eu te amo hoje

Aki Inomata

 

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Você se sabota?

Você se sabota?

Por Silvia Malamud

É sabido que muitos de nós, por mais que almejemos mudar de vida para situações melhores, acabamos por nos sabotar.
Se você faz parte das pessoas que quando estão perto de alcançar seus objetivos, são invadidas por pensamentos de fracasso, pode ter certeza que tem alguém aí dentro que não quer vê-la bem, ou que teme o seu sucesso… Mas quem seria e por quê? Que tipo de inimigo podemos ter dentro de nós mesmos que exatamente na hora em que tudo pode dar certo, parece agir no sentido oposto, ou seja, na derrota.

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Ainda que seja de modo inconsciente, nosso cérebro reconhece que numa mudança de vida todo o nosso sistema de funcionamento ira se remodelar em algo totalmente novo para nós mesmos. Seria algo como se você repentinamente ganhasse na loteria e passasse de uma situação de miséria para extrema riqueza. É provável que se alguém ver de fora até poderá achar simples uma mudança para melhor, mas, na verdade, o que se passa, por mais satisfatório que possa ser, às vezes não é nem tão fácil e nem tão simples de assimilar. Imagine que existem pessoas que passam anos e anos dentro de uma prisão e que no momento em que ganham a liberdade tão almejada, sentem falta do ambiente conhecido de quando estavam presas e, não poucas vezes, chegam a cometer delitos de modo consciente ou inconsciente em nome de voltarem para o lugar onde se encontravam e tiveram o sentimento de pertencer.

Na vida fora das grades também existem muitos outros tipos de “grades” nas quais nos acostumamos a viver e, quando temos a chance de nos libertarmos rumo a uma estória melhor, nossos sistemas de sobrevivência podem temer, achando que não irão dar conta de se reprogramarem, mesmo que a situação seja muito desejada. Estórias dessa ordem é o que não faltam.
Nossos sistemas prendem, desde a mais tenra idade, os mais diversos mecanismos para darmos conta de tudo que de algum modo nos aflige.
Com o tempo, depois de alguns aprendizados, ao primeiro sinal de perigo, instantaneamente a nossa máquina cerebral escaneia e escolhe em seus arquivos, ações que entende serem mais adequadas em prol da nossa segurança pessoal e fica literalmente acomodada e viciada nos mesmos padrões de respostas. O novo geralmente assusta, dá trabalho para o sistema se readequar.
Acontece que a vida em si traz inúmeras outras informações e possibilidades existenciais que acabam sendo afetadas em qualidade por conta desse sistema funcionar numa espécie de piloto automático.
Além de tudo, sabe-se que um hábito de funcionamento aprendido gera uma série de recompensas que sugerem sobrevivência, mesmo que sejam capenga, caóticas ou ultrapassadas.



Se você é daqueles que estão presos neste ciclo vicioso de autossabotagem, sem nunca conseguir sair do mesmo patamar, tome em conta estas preciosas dicas como alicerces para o seu desenvolvimento tanto pessoal, como em todas as áreas da sua vida. Comece por treinar seu cérebro desde as pequenas coisas, a ser diferente do usual. Aprenda a aceitar mudanças de padrão por mais simples que possam parecer. São informações de novas possibilidades para que os circuitos do seu cérebro possam ir mudando gradativamente os vícios de funcionamento. Desenferruje-se abrindo espaço para o novo. Para tanto, aqui estão sugestões com alguns exercícios iniciais e depois amplie e crie você mesmo os seus:

1 – Se você faz sempre o mesmo caminho para ir a determinados lugares, mude de caminhos.
2 – Experimente comidas novas que jamais experimentaria anteriormente e abra-se para sentir novos gostos de coração aberto.
3 – Policie pensamentos derrotistas e, se acaso eles vierem, faça algo imediatamente que lhe dê prazer ou pense em algo de bom.
4 – Aja e faça coisas que posterga há muito tempo, exija de si mesmo, nem que seja arrumar uma gaveta que há tempos precisa ser arrumada.
5 – Obrigue-se a fazer coisas diferentes do usual. Pode ser tudo, desde vestimentas, hobbies etc.. A regra, porém, é fazer o que lhe dá prazer. 
A hora é agora. Ouse e conquiste.

+ Silvia Malamud

Fonte indicada: Somos todos um

Que tal um passeio pelo Peru? Vamos a Arequipa!

Que tal um passeio pelo Peru? Vamos a Arequipa!

Por María Beatriz Valdivia

Arequipa, a cidade branca, cidade única.

contioutra.com - Que tal um passeio pelo Peru? Vamos a Arequipa!Fundada em 15 de agosto de 1540, ela conta com mais de 1.000.000 de habitantes e atualmente é a segunda cidade do Peru. Declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, é uma cidade pluricultural, no coração dos Andes, a mais de 2300 metros de altura. Sua singularidade radica na conjunção de múltiplos fatores: a contribuição europeia, o material vulcânico das suas construções, a influência indígena e os terremotos, responsáveis pela solidez dos seus muros.

Seu clima é aprazível e ensolarado; o período de chuvas vai de janeiro a março e o resto do ano tem sol permanente.

Cidade de gastronomia requintada, imponentes templos coloniais, uma área rural idílica, vulcões, a marca da história presente a cada passo e até seu próprio passaporte!

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Misti

A presença marcante na culinária arequipenha é o camarão, um crustáceo de rio, característico da região. Destacam-se as “frituras” e o lendário “chupe de camarões”. A variedade e o sabor das frutas peruanas, mundialmente reconhecidas, estão presentes também nos mercados de Arequipa.

Dizem que os arequipenhos têm um marcado sentido da identidade e que a Praça de Armas da cidade é uma das mais belas do Peru. Contam ainda que até 1868 o lugar era um grande mercado ao ar livre. Três dos quatro lados da praça estão rodeados de portais, outra manifestação de um estilo nobre e majestoso. No centro histórico, alguns casarões foram transformados em hospedagens aconchegantes, onde o visitante encontrará o conforto dos dias de hoje no seio do encanto de outrora.

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Praça de armas

Quase todas as construções são de “sillar”, pedra vulcânica, por isso a denominação de “cidade branca”. O sillar não é a lava solidificada dos vulcões, senão a enorme nuvem de cinzas que se depositou no solo milhares de anos depois de uma erupção. Extrai-se em grandes blocos que viram tijolos, com ajuda de um cinzel. Ainda hoje é usado na restauração das casas coloniais e em igrejas, e faz parte da identidade arequipenha. Pode-se dizer que a cidade toda é como uma oferenda ao Misti, seu famoso vulcão de 5800 m de altura.

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Mirante de Yanahuara

Arequipa é dividida pelo rio Chili, tributário do Quilca, que desagua no oceano Pacífico, e há várias pontes que comunicam a urbe com seu lado colonial e com as zonas residenciais. A ponte Bolognesi, de quatro séculos, a ponte Grau, com seus belos arcos, e a ponte Bolívar ou ponte de ferro, desenhada por Gustavo Eiffel para a ferrovia. Esta última ponte permite atravessar o ponto mais largo da quebrada do rio Chili.

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Ponte Bolognesi
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Ponte Bolivar

Durante a colônia foram construídos os “tambos”, lugares aonde chegavam os arrieiros da costa e do planalto. Arequipa era uma cidade comercial e estes eram os pontos principais de fornecimento para os comerciantes que chegavam em caravana.

A Catedral da cidade é um museu e um templo vivo, com seu órgão do século XIX.

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Catedral

No centro, encontra-se a “Casa del Moral”, o primeiro casarão colonial a ser totalmente restaurado e transformado em museu. A fachada apresenta um interessante trabalho em pedra sillar. É uma típica residência do século XVIII e deve seu nome à centenária amoreira que há no pátio principal. Para visitar também, a “Casa Goyeneche”, do arcebispo José Sebastián de Goyeneche Barrera, a mais bela residência da época, atualmente administrada pelo Banco Central da Reserva.

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Casa del Moral

Quem quiser caminhar, deve conhecer o bairro de São Lázaro a cinco quarteirões da praça. Poderá encontrar a Arequipa de quatro séculos atrás: aprazível e com estreitas ruazinhas empedradas. É o bairro mais antigo da cidade, orgulho dos arequipenhos.

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Rua de São Lázaro

No setor rural, o distrito de Sabandia, que possui um dos moinhos aonde chegavam os grãos do campo para serem processados. Eram moídos o trigo, a cevada e o milho preto para fabricar uma bebida típica da região, a “chicha de jora”.

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Moinho de Sabandia

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Yanahuara, o lugar mais importante do vale no período pré-hispânico, é um setor cheio de restaurantes, com um mirante espetacular. Nas celebrações deste distrito é habitual o consumo de “queso helado”, sorvete preparado em forma artesanal.

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La Lucila, dona da picanteria de Sachaca

No distrito de Sachaca, encontra-se uma das picanterias mais famosas: La Lucila. A sua proprietária tem 95 anos, mas ainda dirige o local, embora cozinhem suas filhas e sobrinhos.

Na arquitetura religiosa destacam-se:

A Companhia de Jesus, edificada no S. XVII, de estilo barroco;

O Mosteiro Franciscano La Recoleta, fundado em 1649, de estilo romântico e neogótico, em pedra sillar, conta com peças de arte pré-colombiana e religiosa. Possui uma pinacoteca e uma biblioteca, com livros dos S. XVI e XVII;

O Mosteiro de Santa Catalina de 1580, uma cidade dentro de outra. São 20.000 m2 para abrigar as filhas das famílias mais ricas com vocação religiosa. A clausura é absoluta e já viveram nele até 400 freiras. Elas só rezavam, tinham servas para os afazeres domésticos. Atualmente só abriga um grupo reduzido de religiosas.

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Mosteiro Santa Catalina
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Santa Catalina

contioutra.com - Que tal um passeio pelo Peru? Vamos a Arequipa!A riqueza do artesanato da região se remonta aos principais elementos da sua arquitetura colonial: ferro e sillar. Arequipa abriga também uma grande quantidade de tradições como sua música e lá se fabricam instrumentos musicais seguindo técnicas ancestrais.

Outra manifestação artística: os tecidos de alpaca, os mais vendidos no sul do país. A lã de alpaca pode mostrar uma ampla gama de cores, graças ao uso de corantes naturais. A técnica da tecelagem é transmitida de geração em geração e cada trabalho é único.

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Quer comer chocolate? Os chocolates em Arequipa identificam-se com uma fábrica: La Ibérica.

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La Ibérica chocolates

A criação de cavalos de paso é também uma atividade importante para o camponês.

Conheça Arequipa!:

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María Beatriz Valdívia

Professora de francês e português, trabalha com grupos de estudantes a partir dos 16 anos em cursos abertos à comunidade. Acredita que a atividade docente, a interação com os alunos e as amizades conquistadas ampliam horizontes e alimentam sonhos. Escreve sobre sua terra natal, a Argentina, assim como sobre tudo o que tenha a ver com desenho, pintura, viagens e literatura, temas que permitem conhecer e compreender outros jeitos de ser e viver, outros olhares.

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O que acontece quando você para de curtir coisas no Facebook?

O que acontece quando você para de curtir coisas no Facebook?

Há algumas semanas ao site Youpix  fez um post sobre o jornalista que curtiu TUDO o que apareceu no Facebook dele e transformou sua timeline numa visão do inferno? A conclusão da experiência foi que, ao curtir tudo o que aparece, só vai começar a aparecer tudo o que você não curte na sua timeline: extremistas políticos, besteirol inútil e mensagens de marcas.

Na época em que a matéria  do “curtir tudo” foi publicada, um monte de gente questionou se parar de curtir tudo teria o efeito oposto. Pois a jornalista Elan Morgan resolveu fazer o teste e, desde o dia 1o de agosto, parou de curtir coisas no Facebook. A decisão foi tomada porque Elan não quer mais fazer parte do jogo Facebookiano em que quanto mais ela curte, mais a rede social aprende sobre sua vida e usa isso pra vender anúncios. Tá certa!

Mas e aí, o que ela tem feito pra interagir no Facebook e qual o efeito de parar de curtir as coisas na rede social?

Ao invés do famoso, fácil e confortável “like”, Elan resolveu deixar uma mensagem bacana em cada postagem que a motivou a curtir: “que cabelo incrível”, “lembra quando a gente se escondia da vovó pra fumar cigarro”, etc. Ou seja, ao invés daquele “curtir” vazio que pode significar uma porção de coisas e coisa nenhuma ao mesmo tempo, ela trouxe mais humanidade pro seu news feed.

Quanto menos a jornalista curtia coisas, mais limpa a timeline dela ficava: mais conversas, mais engajamento e menos conteúdo que os algoritmos imprecisos do Facebook achavam que ela curtiria (por exemplo: ao curtir um vídeo de um gatinho fofo, o Facebook entendia que ela queria ver vídeos de gatinhos fofos ou… mortos, sendo torturados, etc).

O fato dela parar pra escrever comentários sobre as coisas fez com que ela se conectasse mais com as pessoas e vice-versa. Os comentários viravam conversas, às vezes sessões nostálgicas, brincadeiras e deixaram a timeline dela infinitamente mais relax e mais leve.

Na conclusão dela, ao parar de curtir as coisas, o news feed se transformou em algo que ela realmente quer ler, ao invés de um amontoado de coisas empurradas por um algoritmo. Ou seja, quanto menos você curte as coisas no Facebook, mais coisas que você curte vão aparecer na sua tela.

E a jornalista termina o relato (que você pode ler aqui na íntegra) convidando todo mundo a parar de curtir as coisas a torto e a direito a fim de trazer mais humanidade para a rede social.

O que, vamos combinar, tá todo mundo precisando, né? 🙂

Fonte indicada: Youpix

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O luto do rompimento

O luto do rompimento

 Por Patrícia Pinheiro

Se tem uma coisa que me paralisa e me deixa com um nó na garganta, é a frieza e a facilidade com que muitas pessoas se despedem de outras, com que eliminam alguém de suas vidas.

Sofrimento não é algo que possa ser medido e muito menos cobrado e até mesmo a indiferença é melhor do que qualquer falsa tristeza, mas, no término de relacionamentos, o mecanicismo, o “foi melhor assim” afirmado no ato e o partir para outra em questão de minutos, são algumas das razões pelas quais acreditar no amor se torna ainda mais difícil pra mim.

contioutra.com - O luto do rompimento
Dmitry Popov.

É claro que, na maioria das vezes, realmente foi melhor assim. Relacionamentos desgastantes e que geram infelicidade para qualquer um dos envolvidos, não apresentam, a meu ver, razões para existir. É necessário e saudável reconhecer quando algo chega ao fim.

Mas acredito que, dadas algumas exceções, se permitimos que uma pessoa fizesse parte da nossa vida, fosse parte de nós mesmos, é porque ela é, ou foi, de alguma forma, especial.

E como por tudo aquilo que é importante e deixa de ocupar, por qualquer motivo que seja, um papel central em nosso dia a dia, espera-se que haja um certo tempo de luto, de elaboração.

É o chorar pela solteirice das roupas íntimas e das escovas de dentes espalhadas pela casa.

É sentir o coração apertar ao lembrar do outro ao passar por aquela livraria que os dois costumavam frequentar juntos.

São as músicas, os cheiros que insistem em não abandonar as roupas, o nome do outro que surge inesperadamente em uma conversa e faz o estômago dar voltas.

Muitas pessoas entram em nossas vidas, algumas permanecem mais que outras, mas cada uma traz junto consigo o seu pacote, aumentando o nosso e o alterando de um jeitinho único.

É realmente mais fácil para aquele que passa por um rompimento sem se deixar abater, mas, para aqueles que choram, que vivem com chãos desabados até sentirem-se capazes de reerguê-los novamente, fica ao menos a certeza da coragem de ter deixado sua alma descansar totalmente em outra vida; da coragem de ter amado.

Nada é mais importante do que ensinar a compaixão

Nada é mais importante do que ensinar a compaixão

O que é compaixão?

O que é compaixão e qual é a diferença de empatia ou altruísmo?

A definição de compaixão é muitas vezes confundida com a de empatia.

Empatia, conforme definido pelos pesquisadores, é a experiência visceral ou emocional dos sentimentos de outra pessoa. É, em certo sentido, um espelhamento automático da emoção do outro, como sofrer com a tristeza de um amigo.

O altruísmo é uma ação que beneficia alguém, que pode ser acompanhada ou não por empatia ou compaixão, como por exemplo, fazer uma doação para obter benefícios fiscais. Embora estes termos estejam relacionados com compaixão, não são idênticas.

A compaixão muitas vezes, naturalmente, envolve uma resposta empática e um comportamento altruísta. No entanto, a compaixão é definida como a resposta emocional ao perceber o sofrimento e envolve um desejo autêntico de ajudar a aliviar esse sofrimento.

Abaixo Paul Ekman explica o conceito de “ressonância emocional” e outros elementos fundamentais para que a compaixão possa ser desenvolvida.

Você se lembra de uma carta escrita por um sobrevivente do Holocausto? Ele disse: “Meus olhos viram o que nenhuma pessoa deve testemunhar: câmaras de gás construídas por engenheiros formados, crianças envenenadas por médicos instruídos, bebês mortos por enfermeiras treinadas, mulheres e bebês assassinados por graduados. Então, eu sou suspeita com relação à educação. Meu pedido é: ajude seus filhos a se tornarem humanos “.

Fonte indicada: Equilibrando.me

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5 bons motivos para dizer “não” sem culpa

5 bons motivos para dizer “não” sem culpa

Muitas vezes dizer “não” é a melhor coisa que você pode fazer por você.

A maioria de nós vive “ligado” 24 horas/ 7 dias. Nossos dias não começam e nem terminam dentro do horário de trabalho. Descontando o mínimo de horas recomendado de sono diário, restarão umas 72 horas por semana para dar atenção à família, amigos e outras tarefas como nossos hobbies. Vivemos em função de calendários e agendas, programando tudo, incansavelmente, para nos adaptarmos ao tempo disponível. Mas algumas vezes, se nos desviarmos um pouco dos planos e agendas pré-estabelecidos e simplesmente dissermos “não”, podemos conseguir ótimos dividendos para o nosso bem estar.

Esta palavrinha “não”, embora curta, é uma das mais difíceis de dizer. Na realidade, pesquisas mostram que frequentemente concordamos com mais coisas do que gostaríamos, e acabamos aceitando uma sobrecarga além o nosso limite, só para não desapontar os outros. Sem considerar que, dizer “não’ cara a cara, já é uma sobrecarga.

Uma de nossas necessidades fundamentais é o relacionamento e a conexão com outras pessoas e o sentimento de pertencimento a grupos, diz a Dra. Vanessa Bohns, professora assistente de ciência da administração da Universidade de Waterloo em Ontário, Canadá, em entrevista ao “The Wall Street Journal” . Ao dizer “não” sentimos estar ameaçando nosso relacionamento e o sentimento de pertencimento.

O sentimento gregário é da natureza humana. Infelizmente, este desejo de nos mantermos ligados a todos nos desliga de outras verdades. Acabamos sacrificando nossas próprias necessidades e desejos em nome do social; um sacrifício que, muitas vezes, pode não valer a pena.

Precisamos aprender a viver conscientemente. Um dos elementos chave para isso é exercitar a nossa “habilidade sermos honestos com aquilo que sentimos”, seja bom ou seja mau. Quando vivemos conscientemente, conseguimos ser honestos e aceitamos os sentimentos que estão nos ocorrendo, ao contrário de fazermos esforços para resistir, controlar ou mudar o que sentimos.

Viver conscientemente é estar sintonizado com você mesmo e isto envolve saber identificar quando você precisa se desviar das regras, das normas, em nome de seu próprio bem estar físico, mental e emocional. Dizendo “não”, no final de contas, estará dizendo a você mesmo que o “não” é uma opção viável.

Aqui estão cinco maneiras de arrefecer desejos íntimos de agradar aos outros e, em lugar disso, fazer o que faz você feliz.

1. Precisa de um tempo para você? Cancele o “happy hour”.

Aglomeração de gente, muita conversa e bebidas alcoólicas raramente ajudam a pessoa que já está se sentindo super “pilhada”. Se você precisa de um momento de introversão, de estar consigo mesmo, no fim de um dia de trabalho, pergunte a você mesmo – “de que realmente estou precisando?”. Se a resposta for “um pouco de paz, silêncio e ficar só”, não hesite em ir direto para casa e cancele o “happy hour”.

2. Está se sentindo fisicamente exausto? Dê a si mesmo uma noite de folga, sem nenhum compromisso.

Mesmo o mais dedicado dos atletas tem dias em que se sente incrivelmente esgotado e desgastado e nesses dias, treinos e exercícios certamente não vão ser produtivos.

Você também que trabalha duro o dia inteiro, precisa escutar seu corpo e dar-lhe tempo para se recuperar , em vez de forçá-lo a uma aula programada ou uma sessão de academia só porque é dia de ir e você nunca faltou. Mude suas prioridades e em lugar de seguir a rotina, algumas vezes, siga seus sentimentos. Descansar em casa numa noite quieta e dormir mais cedo provavelmente proporcionarão um dia seguinte muito melhor.

3. Não consegue “ouvir” seus próprios pensamentos? Crie sua “caverna”, seu refúgio.

Quando pensamentos diversos e aleatórios embaralham a cabeça dificultando sua concentração, uma das melhores recomendações é recolher-se a um espaço silencioso e relaxante que o ajude a encontrar a sensação completa de calma. Projete sua “caverna”, um cantinho dentro de sua casa com objetos simples, relaxantes e sem tecnologia (nada de notebooks, tablets, celulares e outros). Talvez você precise de um quarto. Talvez seja suficiente apenas sua poltrona favorita com um bom livro, para fugir de todos os elementos estressantes do dia a dia. Isto pode ser o melhor remédio para uma mente cansada.

4. Teve uma semana dura? Que tal uma sexta-feira à noite só para você?

Se você fica feliz só de pensar em ir para casa, deixar o mundo lá fora e apenas relaxar à noite em seu canto, então vá. Em lugar de se sentir obrigado a uma noitada num bar só porque todo mundo vai, prepare um jantar caseiro e veja algum show ou um filme favorito. Convidar alguém para desfrutar destes momentos? Você decide (e não os outros) como vai usar o tempo, ele é todo seu.

5. Não está de bom humor, não está “no clima”? Simplesmente diga “não”.

Depois de um dia de trabalho,você não precisa de nenhuma justificativa para ter uma noite só para você. A única agenda que você tem obrigação de atender é com você mesmo. Gentilmente decline de convites, mude alguns planos de semana e desfrute do seu tempo em seu espaço, na sua zona de conforto, no lugar que faz você se sentir plenamente consciente de si mesmo.

Fonte: HUFFPOST

Texto original de Alena Hall

Tradução livre de T. Mizutani
Fonte indicada: Emprego e vida

10 coisas TERRÍVEIS que marido NENHUM deve fazer

10 coisas TERRÍVEIS que marido NENHUM deve fazer

Por Kilee Luthi

Para onde quer que você olhe, as pessoas estão prontas para oferecer conselhos sobre a vida. Elas estão mais do que prontas para lhe dizer o que fazer. Alguns conselhos são superúteis, enquanto outros – nem tanto.

Com base em horas de pesquisa e estudo de minhas próprias experiências, juntamente com as das minhas colegas mulheres, os conselhos que se seguem são as informações mais úteis para os maridos seguirem a fim de manter suas esposas felizes. Senhoras, agarrem seus maridos e façam com que eles vejam isso. O que eu vou dizer vai mudar seu mundo.

Pensando bem, estas dicas realmente não são tão boas. Senhoras, agarrem seus maridos e façam com que eles saibam o que NÃO devem fazer (não necessariamente na ordem que se segue).

Afinal, um pouco de ironia não faz mal para ninguém!

PS: o artigo trás uma abordagem bastante tradicional do casamento.

contioutra.com - 10 coisas TERRÍVEIS que marido NENHUM deve fazer

1 – Não ajudem com as “tarefas molhadas” – como lavar roupas e pratos

Nós, mulheres, não precisamos de ajuda com as tarefas, tais como lavar roupas e pratos. Na verdade, nós amamos essas tarefas. Então, por favor, deixe-nos cuidar delas. Se vocês nos surpreenderem fazendo essas tarefas sem que tenhamos pedido, vocês não só vão ficar no nosso caminho, como vão nos atrapalhar, e ainda arrancar um pedaço de nossos corações. Ficaremos arrasadas. Só deixem essas tarefas para nós mesmas.

2 – Por favor, resolvam todos os nossos problemas

Quando começarmos a falar sobre as coisas difíceis que enfrentamos, nós sabemos que a sua resposta natural é simplesmente ouvir e nos dar um ombro para chorar. Realmente, não é isso que queremos. Não precisamos chorar, e certamente não precisamos que vocês nos escutem. Isso é só para o tempo do namoro. Vocês devem apenas resolver o problema, e todos ficarão felizes.

3 – Conversem com suas esposas como se elas fossem um dos seus amigos

Nós adoramos palavras vulgares. Também gostamos de ouvir como vocês tratam como objeto o corpo das mulheres (porque isso é normal), especialmente a forma como comparam com suas ex-namoradas. E não se esqueçam, nós amamos falar constantemente sobre futebol. Continuem falando.

4 – Acreditem que vocês são perfeitos

Vocês não têm nada em que melhorar. Realmente. Tudo que vocês fazem é motivo para serem aplaudidos e nós nos regozijarmos. Dói-nos ver vocês se desculparem pelas coisas ou admitirem falhas. Por favor, poupem-nos dessa dor e simplesmente assumam que sua perfeição é um presente para o nosso casamento.

5 – Não tenham opiniões

Opiniões nos deixam loucas. Quando pedimos o seu parecer, tudo o que realmente queremos é que vocês digam que não importa, tanto faz, para que possamos tomar a decisão por nós mesmas. Quanto menos opiniões vocês emitirem, melhor.

6 – Queixem-se constantemente do seu trabalho

Nada poderia nos fazer amá-los mais do que constantes queixas de seu trabalho. É algo como, “Ah, bonito e triste…” Já ouvimos essas mesmas queixas antes e elas simplesmente nunca mudam. Ficamos felizes em continuar ouvindo o quão terrível é o seu trabalho, porque se vocês não disserem isso pelo menos cinquenta vezes por dia, nós não conseguiremos entender. Se vocês acharem que a conversa está chata, basta tocar no assunto do quanto odeiam o seu trabalho. Isso vai dar novo ânimo à conversa.

7 – Pequenas mentiras não fazem mal

Se vocês fizeram algo de errado, tudo bem. Nós não precisamos saber. Basta encobrir com uma pequena mentira e vamos ficar alegres. Essas mentirinhas não contam. Quando vocês mentem um pouco, isso nos protege dos sentimentos negativos que poderiam engolir-nos se realmente soubermos a extensão do problema. O que os ouvidos não ouvem o coração não sente. Lembrem-se disso.

8 – Refiram-se ao terceiro trimestre da gravidez como o trimestre “baleia encalhada”

Quando estamos grávidas, nada vai nos fazer rir mais do que vocês fazerem piadas sobre como parecemos uma baleia encalhada. É muito engraçado.

9 – Continuem lendo seu livro ou navegando na internet quando suas esposas falarem com vocês.

Se realmente quisermos sua atenção, nós diremos todas as vezes: “Eu preciso de sua atenção agora.” Se não começarmos nossas frases com essas palavras é porque o que temos a dizer realmente não é importante.

10 – Vejam pornografia

Quando vocês veem pornografia, mostra-nos o quanto vocês nos amam, porque vocês estão encontrando novas maneiras divertidas de nos agradar entre quatro paredes. Isso para não falar o quanto seu hábito de ver isso reforça a nossa autoestima e nos faz sentir que temos valor para vocês.

Homens, se vocês quiserem ajudar o seu casamento a prosperar, por favor, NÃO SIGAM esses conselhos. Na verdade, fazer o oposto de cada item irá reforçar os sentimentos de amor e paixão em seu casamento.

Traduzido e adaptado por Stael Pedrosa Metzger do original 10 not-so-good tips for husbands.

Fonte mais o que indicada: Família

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O caminho do meio: uma lição budista sobre o bom senso

O caminho do meio: uma lição budista sobre o bom senso

Durante seis anos, Siddhartha e os seus seguidores viveram em silêncio e nunca saíram da floresta.

Para beber, tinham a chuva, como comida, comiam um grão de arroz ou um caldo de musgo,ou as fezes de um pássaro que passasse. Estavam tentando dominar o sofrimento tornando as suas mentes tão fortes que se esquecessem dos seus corpos.

Então… um dia, Siddhartha escutou um velho músico, num barco que passava, falando para o seu aluno…

“Se apertares esta corda demais, ela arrebenta;
e se a deixares solta demais, ela não toca.”

De repente, Siddhartha percebeu de que estas palavras simples continham uma grande verdade, e que durante todos estes anos ele tinha seguido o caminho errado.

Se apertares esta corda demais, ela arrebenta; e se a deixares solta demais, ela não toca.

Uma aldeã ofereceu a Siddhartha a sua taça de arroz.

E pela primeira vez em anos, ele provou uma alimentação apropriada.

Mas quando os ascetas viram o seu mestre banhar-se e comer como uma pessoa comum, sentiram-se traídos, como se Siddhartha tivesse desistido da grande procura pela iluminação.

(Siddhartha os chamou)

– Venham…
– e comam comigo.

Os ascetas responderam:

– Traíste os teus votos, Siddhartha. Desistiu da procura. Não podemos continuar a te seguir. Não podemos continuar a aprender contigo.

e foram se retirando, Siddharta disse:

– Aprender é mudar.

– O caminho para a iluminação está no Caminho do Meio.

– É a linha entre todos os extremos opostos.

***

O Caminho do Meio foi a grande verdade que Siddhartha descobriu, o caminho que ensinaria ao mundo.

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Texto retirado do filme “O Pequeno Buda”

Fonte indicada: Mais belas histórias budistas

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