Enquanto a guerra segue “normalizando” notícias duras no noticiário internacional, algumas delas atravessam o mapa e caem direto no colo de uma cidade do interior — com nome, sobrenome, profissão e família.
Foi o que aconteceu com Leonardo Ribeiro dos Santos, eletricista brasileiro de Ilha Solteira (SP), morto durante os combates na Ucrânia.
Leonardo, 33 anos, tinha trabalhado no setor de energia e passou por uma concessionária no Mato Grosso do Sul antes de ir para a Ucrânia, no segundo semestre de 2025, para atuar em pelotões com estrangeiros.

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Segundo as informações divulgadas na imprensa, ele morreu entre os dias 25 e 26 de dezembro de 2025, após ser atingido por uma granada durante um ataque russo. Os relatos indicam que ele chegou a receber atendimento, mas não resistiu.
Entidades ligadas à categoria também se manifestaram. Houve nota de pesar lamentando a morte do eletricista, destacando a trajetória profissional dele antes de seguir para o conflito.

Do lado oficial, o Itamaraty informou que apura o caso e que foi acionado pela família para apoiar os trâmites de traslado do corpo.
Junto disso, o ministério voltou a reforçar um aviso que vem repetindo nos últimos meses: recusar propostas de alistamento militar no exterior, porque a assistência consular pode ser severamente limitada — e nem sempre há como o poder público resolver tudo na prática, especialmente quando existe contrato direto com forças estrangeiras.
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