“Nas quinas do quintal do mundo”, um conto de Nara Rúbia...
Afirmo, dona Angita: o quintal do mundo tem quina. Ora, se até o Tempo tem dobradura! Acredita, não, senhora? Pois tem.
Quando caminhei de solavanco...
Viver como as flores (conto oriental)
-"Mestre, como faço para não me aborrecer?Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes.Algumas são indiferentes.Sinto ódio das que são mentirosas.
Sofro com as que caluniam".
-...
“A felicidade é um estado de alma”: a voz do futuro...
Por María Beatriz Valdívia
"A felicidade é um estado de alma. É algo que encontraremos sempre no nosso interior (e poucas vezes no exterior), quando estamos...
“O descaso do amor”, Ita Portugal
Descasei. Sim. Fiz esse mortífero ritual. Vendi a casa. Dividi os bens. Empacotei as coisas. Comprei um lote à prestação. Estreei entrar em um...
Mia Couto: uma crônica sobre a cidade da Beira
Mia Couto nasceu em 1955, na Beira, Moçambique. É biólogo, jornalista e autor de mais de trinta livros, entre prosa e poesia. Seu romance Terra...
“As pessoas sensíveis”- Sophia de Mello Breyner Andresen
Sophia de Mello Breyner Andresen (Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004) foi uma das mais importantes poetisas...
“Difícil fotografar o silêncio”, Manoel de Barros
Manoel de Barros é um dos principais poetas contemporâneos do Brasil.
Fala da simplicidade e das "pequenezas" da vida.
Abaixo, confira um poema que demonstra sua...
Reconciliação, uma crônica de Fabrício Carpinejar
"A reconciliação é o amor autêntico. O amor bandido que se converteu à lei. O amor bêbado que largou o álcool. O amor drogado...
“Inundação”, um conto de Mia Couto
Há um rio que atravessa a casa. Esse rio, dizem, é o tempo. E as lembranças são peixes nadando ao invés da corrente. Acredito,...
Afinal, de onde vem o amor?
Pois me conta um amigo querido que um dia uma criança sua conhecida, viajando no banco de trás do carro, pergunta à madrinha que...
Fernando Pessoa- Tabacaria
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, em junho de 1888, e morreu em novembro de 1935, na mesma cidade, aos 47 anos, em consequência de...
Mia Couto: “Há quem tenha medo que o medo acabe”
A fala é de 2011, durante a Conferência do Estoril daquele ano. Em um papo sobre segurança, o escritor moçambicano Mia Couto — um dos meus preferidos e...
A infinita fiandeira, por Mia Couto
A aranha, aquela aranha, era tão única: não parava de fazer teias! Fazia-as de todos os tamanhos e formas. Havia, contudo, um senão: ela...
Eu me torno emocionalmente saudável quando…
Eu me torno emocionalmente saudável quando consigo desconstruir todas as tolices sobre amores salva-vidas e jogar a ideia surreal do príncipe encantado no lixo.


















