“O BATIZADO”, uma belíssima crônica de Rubem Alves
Sérgio, meu filho, me fez um pedido estranho. Pediu-me que preparasse um ritual para o batismo da Mariana, minha neta. Eu lhe disse que,...
Os amigos têm de ser inúteis
Os Amigos Nunca São para as Ocasiões
Os amigos nunca são para as ocasiões. São para sempre. A ideia utilitária da amizade, como entreajuda, pronto-socorro...
6 tipos de homem, por Mário Prata
Tipos de homens
O MENTIROSO
É o que mente, claro. E claramente. O mentiroso é um pouco doente, vive da mentira. É caso para terapias. Normalmente...
“A beleza, no fim”, uma crônica de Marina Colasanti
Você folheia um livro, uma revista, e de repente, como se cruzasse uma esquina, um fato pelo qual não esperava está à sua frente....
“As coisas essenciais”, uma crônica de Rubem Alves
O essencial é aquilo que se nos fosse roubado, morreríamos. O que não pode ser esquecido.
“Amor”, uma crônica de Rachel de Queiroz
"A impressão geral que me ficou do inquérito é que de amor entendem mais os velhos do que os moços, ao contrário do que seria de imaginar."
Não despreze as palavras
Por Alan Lima
Se você pretende um objetivo, não despreze as palavras. É mais fácil falar? Talvez. Porém tudo começa quando tocamos no assunto. Necessárias...
Sou poeira de estrela
Por Nara Rúbia Ribeiro
Perdoa-me a indelicadeza de desnudar-me a ti. Talvez eu perceba que poucos me compreendam e saiba que podes compreender-me mais que...
O tempo vale muito mais do que o dinheiro
Perder tempo não é como gastar dinheiro. Se o tempo fosse dinheiro, o dinheiro seria tempo.
Não é. O tempo vale muito mais do que...
Mãe, uma declamação emocionada de Rolando Boldrin
No coração de um homem simples, não raro, também mora a poesia. Ela nada tem da erudição, mas de uma profunda e serena sintonia...
“SOBRE O MORRER”, uma crônica de Rubem Alves
"Ninguém quer morrer. Mesmo as pessoas que querem chegar ao paraíso. Mas a morte é o destino de todos nós." (Steve Jobs)
Tarde de Maio, por Carlos Drummond de Andrade
Como esses primitivos que carregam por toda parte o
maxilar inferior de seus mortos,
assim te levo comigo, tarde de maio,
quando, ao rubor dos incêndios que...


















